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  • Maratona F-V

    Maratona F-V

    O-lá!

    Durante a jornada de alfabetização, é comum nos depararmos com um fenômeno intrigante: a troca de letras surdas x sonoras. Crianças que estão começando a se aventurar pelo universo da escrita frequentemente fazem trocas entre letras como F/ V, P/B, T/D, C /G… Essas trocas, embora possam parecer motivo de preocupação, são um sinal natural do desenvolvimento linguístico e representam uma etapa importante na hipótese alfabética da escrita.

    Como nos ensina Artur Gomes de Morais (2022, p. 15):

    As trocas (por exemplo, de P por B ou de F por V) são naturais quando as crianças alcançam uma hipótese alfabética e se devem a uma dificuldade de distinção fonológica, já que os fonemas a que essas letras se referem são muito parecidos.

    Esta fase é marcada pela tentativa da criança de mapear os sons da fala aos símbolos escritos, um processo que pode ser desafiador devido ao parecido acústico entre certos fonemas.

    Diante deste cenário, a introdução de atividades lúdicas é super importante. Jogos, brincadeiras e outras ferramentas pedagógicas divertidas podem desempenhar um papel fundamental no aprimoramento da capacidade de distinção fonológica. Por meio do lúdico, as crianças engajam de maneira mais profunda e natural, o que facilita a aprendizagem e a fixação dos fonemas de maneira correta.

    Hoje, eu trouxe como sugestão o jogo Maratona F/V, que está disponível em arquivo digital formato PDF na nossa loja. Temos outros recursos para contribuir, como por exemplo, o app Surdas x Sonoras (disponível na loja Google Play para celulares e tablets Android).

    Vamos à explicação do jogo Maratona F/V?

    Sugestão de Uso:

    1. Um jogador escolhe a “trilha do F” e usa o peão com a figura de uma formiga. O outro jogador escolhe a “trilha do V” e usa o peão com a figura de uma vaca.
    2. Organize duas pilhas de cartas. Em uma pilha, as frases devem ser completadas com palavras que começam com a letra F; na outra, com palavras que começam com V.
    3. Em sua vez, cada jogador joga o dado e pega uma carta da pilha correspondente à sua trilha. O desafio é encontrar uma palavra que complete a frase da carta, iniciando com a letra F ou V, conforme a trilha. Por exemplo, na trilha F, o jogador pode precisar completar a frase: “A prova de Paulo foi mais ______ do que ele imaginou”. Uma resposta possível seria “fácil”.
    4. Após completar a frase corretamente, o jogador avança o número de casas indicado pelo dado.
    5. Se parar em uma casa de cor laranja, o jogador deverá ficar parado uma rodada. Se parar em uma casa verde avança mais 3 casas, acelerando sua jornada.
    6. O primeiro jogador a chegar ao final de sua trilha é o vencedor!

    Dica: Para contribuir na diferenciação entre os fonemas, você pode pedir para que a criança coloque uma das mãos em torno do pescoço e fale algumas palavras que começam com V ou F. Enfatize o som inicial das palavras, exemplo: /ffffff-aca/ ou /vvvvvolume/. Ela sentirá que, ao pronunciar uma palavra que começa com o som V, há uma vibração maior na garganta em comparação com o fonema F. Esta técnica simples ajuda a criança a perceber fisicamente a diferença entre os sons, tornando o aprendizado mais interativo e eficaz. 

    Para uma melhor internalização das palavras, encoraje as crianças a escrevê-las usando letras em EVA, massinha de modelar ou até mesmo no quadro.

    Obs.: Se essas trocas de letras persistirem além do processo normal de alfabetização, é importante uma avaliação psicopedagógica.

    É isso! Gostou do jogo? Após jogar, conta pra mim como foi?

    Um abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MORAIS, Artur Gomes de. Jogos para ensinar ortografia: ludicidade e reflexão. Belo Horizonte: Autêntica, 2022.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 42 cartas com frases;
    • 01 peão/formiga;
    • 01 peão/vaca;
    • 01 dado;
    • 02 trilhas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM.

    Qualquer dúvida , entre em contato.

  • Comilão

    Comilão

    O-lá!

    Desde os estágios iniciais da infância, as crianças exploram o mundo ao seu redor. Elas manipulam objetos, contam brinquedos e compartilham suas percepções sobre o que veem. O que nem sempre nos damos conta é que nesses momentos, elas estão internalizando conceitos numéricos de maneira intuitiva, conectando-se com a ideia fundamental de quantidade.

    Kamii e Declark (1997, p. 38) esclarecem:

    […] foi provado que o número é uma coisa que cada um de nós constrói de dentro de nós mesmos e não por uma transmissão social.

    Ou seja, a verdadeira compreensão do número não surge apenas da observação passiva, mas sim da vivência ativa. É essencial que as crianças se envolvam em situações concretas e tangíveis para que possam solidificar seus conhecimentos numéricos. Ao manipular objetos físicos, resolver problemas do mundo real e participar de jogos e atividades que envolvem contagem e classificação, elas estão construindo as bases sólidas sobre as quais seu entendimento numérico se desenvolverá.

    Por meio dessas experiências concretas, as crianças começam a perceber padrões, estabelecer relações e desenvolver estratégias para lidar com questões numéricas. Elas aprendem não apenas o significado dos números, mas também como usá-los de forma eficaz em diversas situações. Esse processo é fundamental para a construção de um conhecimento numérico sólido e duradouro.

    Portanto, ao apoiar o desenvolvimento numérico das crianças, é importante proporcionar-lhes oportunidades significativas de interação com o mundo numérico ao seu redor. Ao invés de simplesmente transmitir informações, devemos incentivar a exploração ativa, a experimentação e a descoberta. Somente assim as crianças poderão construir o número de dentro delas mesmas, fortalecendo não apenas suas habilidades matemáticas, mas também sua confiança e autoestima como aprendizes.

    Hoje eu trouxe para vocês o jogo “Comilão”. Ele tem como objetivo ser uma ferramenta para contribuir de forma lúdica à construção do número. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestão de Uso:

    1. Prepare duas trilhas, uma para cada jogador (veja o vídeo abaixo para compreender melhor).
    2. Na vez de cada jogador, ele joga o dado.
    3. Avança com o seu peão (sapo) a quantidade de casas correspondente ao que foi sorteado no dado. De forma lúdica, é como se indicasse a quantidade de insetos que o sapo deve comer.
    4. Ganha o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro. Aqui o sapo já estará de barriguinha cheia… Hehe!

    Agora me conta, você gostou do que viu por aqui?

    Referência Bibliográfica:

    Kamii, Constance, & Declark, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

     

    Clique no link abaixo para adquirir, com VALOR PROMOCIONAL DE LANÇAMENTO ATÉ 30/05/2024, o arquivo PDF contendo:

    • 01 trilha com números de 1 a 20;
    • 01 dado;
    • 01 peão sapo;
    • Instruções de uso.

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  • Bingossílabas

    Bingossílabas

    O-lá!

    A alfabetização é um processo complexo que se constrói sobre a base de múltiplas habilidades. Para um adulto alfabetizado, pode parecer uma tarefa simples, mas a jornada de aprendizado de uma criança é construída através de várias etapas importantes.

    Como destacado por Artur Gomes de Morais (2022, p. 77):

    Os educadores necessitam ter acesso às evidências de pesquisas que investigam como as crianças e os jovens aprendem.

    Algumas das habilidades importantes no processo de alfabetização incluem:

    • Linguagem Oral: Desenvolvimento da capacidade de comunicar e entender a linguagem falada.
    • Orientação Espacial: Habilidade de entender conceitos como em cima, embaixo, à direita e à esquerda, essencial para a orientação correta da leitura e para diferenciar letras visualmente similares (b/d/, p/q).
    • Coordenação Motora Fina: Habilidade necessária para a escrita, envolvendo o uso preciso dos músculos das mãos.
    • Organização Espacial e Sequencial: Importante para entender a ordem das letras, palavras e a disposição visual do texto.
    • Percepção Visual: Capacidade de reconhecer e diferenciar letras e outros símbolos visuais.
    • Atenção: Permite que a criança se concentre nas letras, palavras e frases durante a leitura e a escrita, facilitando o reconhecimento e a memorização.
    • Noção Temporal: Compreensão de sequências temporais, crucial para entender histórias e eventos em textos.
    • Memória de Trabalho: Capacidade de reter e manipular informações de forma breve durante tarefas cognitivas.
    • Consciência Fonológica: Habilidade de manipular conscientemente os sons da fala.

    Dentro desse contexto educativo multifacetado, o Bingossílabas emerge como uma ferramenta valiosa. Este jogo incentiva as crianças a praticarem a escuta ativa dos sons das palavras e a identificarem sílabas simples, tornando a aprendizagem uma experiência divertida e enriquecedora. Além, claro, de estimular algumas habilidades destacadas anteriormente, tais como: a orientação espacial, a atenção, a percepção, a memória de trabalho, a coordenação motora fina e a consciência fonológica. Então vamos logo saber como utilizar?

    Sugestão de uso:

    1. Coloque as cartas com figuras em um saco.
    2. Cada criança deve ter sua cartela e marcadores (bolinhas de papel reciclável, pedrinhas, miçangas, botões…).
    3. Sorteie uma figura e fale seu nome. Peça que as crianças separem a palavra em sílabas/pedaços.
    4. O círculo preenchido, localizado logo abaixo da figura, indica qual sílaba/pedaço deve ser procurado nas cartelas. Exemplo: Na carta que tem a figura de uma Berinjela, o terceiro círculo está preenchido. Isso indica que, aquele que tiver a sílaba “JE” em sua cartela, deve marcá-la.
    5. Ganha o jogo quem completar primeiro toda uma cartela.

    É isso! Gostou do que viu por aqui hoje? Vou ficar muito feliz em saber sua opinião. 

    Um abraço e até o próximo jogo… Hehe!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MORAIS, Artur Gomes de. Consciência fonológica na educação infantil e no ciclo de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2022

     

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 30 cartelas;
    • 24 cartas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail. Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM. Qualquer dúvida , entre em contato.

  • Entre Nós

    Entre Nós

    O-lá!

    A inteligência emocional é uma faceta crucial do desenvolvimento infantil, influenciando desde a autoconsciência até a empatia. Nesse contexto, é essencial oferecer ferramentas que auxiliem as crianças a reconhecer e interpretar não apenas suas próprias emoções, mas também as dos outros através de sinais muitas vezes não verbais, como a linguagem corporal.

    Nosso comportamento diário é profundamente influenciado por nossas emoções, muitas vezes de maneiras que não percebemos conscientemente. A capacidade de identificar essas emoções, tanto em si mesmo quanto nos outros, é um passo fundamental para uma comunicação eficaz e para a formação de relacionamentos saudáveis. É importante cultivar essa habilidade desde cedo, proporcionando às crianças oportunidades de refletir sobre como as emoções dirigem muitas de nossas ações e decisões.

    Um aspecto particularmente interessante da comunicação é o quanto expressamos sem dizer uma única palavra.

    Se a linguagem verbal parece ser o mais importante meio de comunicação, é porque é o mais consciente, o que domina melhor o nosso eu racional e intelectual. […] Diante do olhar do outro, nosso corpo não para de falar, não deixa de se comunicar. LAPIERRE & LAPIERRE, 2010, p. 107).

    Essa citação nos lembra que, frequentemente, o nosso corpo fala antes que consigamos formular pensamentos em palavras.

    Neste contexto, atividades lúdicas e jogos educativos desempenham um papel vital. Eles oferecem um ambiente seguro e divertido onde as crianças podem aprender sobre emoções de maneira interativa e reflexiva, longe de serem lições de moral. Através desses jogos, as crianças são encorajadas a observar atentamente, ouvir e participar, aprendendo a reconhecer e respeitar as emoções expressas pelos seus colegas, mesmo que estas não sejam verbalizadas.

    Ao introduzir essas práticas em nossas vidas e na educação das crianças, estamos contribuindo para uma geração mais consciente, empática e conectada, capaz de entender e respeitar a complexidade das interações humanas.

    Então vamos à explicação do jogo ‘Entre Nós’?

    Sugestão de Uso:

    1. Organize as crianças sentadas em círculo e entregue para cada uma delas um crachá com um número.
    2. Após, distribua para cada uma das crianças, uma carta com a imagem virada para baixo.
    3. Coloque uma música. No ritmo da música, as crianças precisam passar a carta que estão segurando para o seu colega à esquerda.
    4. Após alguns instantes, pare a música. A criança, com o número maior e que ainda não leu nenhuma carta, lê em voz alta a situação, observa a expressão da personagem e sinaliza qual emoção ela pode ter sentido.
    5. Em seguida, joga o dado e, se for sorteado “E se fosse comigo”, ela deve dizer como se sentiria naquela situação. Se for sorteado “E se fosse com você”, a criança precisa sugerir um colega para responder como ele se sentiria naquela situação. A carta que foi lida deve ser retirada e a criança deve receber uma nova carta.
    6. O jogo termina quando cada criança leu, pelo menos uma vez, uma das cartas.
    7. Após o término do jogo, facilite uma discussão para que as crianças possam falar sobre o que aprenderam ou como se sentiram durante o jogo.

    Observações: Como facilitador, mantenha-se ativo e observador para garantir que todas as crianças estejam participando e seguindo as regras. Isso pode incluir ajudar as crianças a entender suas emoções e a se expressarem de maneira respeitosa e sem julgamentos. Encoraje as crianças a não apenas falar sobre suas próprias experiências, mas também a ouvir e responder às experiências dos outros. Isso pode ajudar a desenvolver a empatia e o respeito mútuo.

    Lembre-se, a jornada para desenvolvimento da inteligência emocional é contínua, e quanto mais cedo as crianças começarem a navegar por suas emoções com confiança e curiosidade, melhor equipadas estarão para a vida. Jogos como “Entre Nós” oferecem uma maneira divertida e significativa de apoiar esse desenvolvimento, incentivando a empatia e o autoconhecimento em um ambiente seguro e interativo.

    Um forte abraço e até o próximo jogo…Hehe

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LAPIERRE, Andre; LAPIERRE, Anne. O adulto diante da criança de 0 a 3 anos: psicomotricidade relacional e formação da personalidade. Curitiba: UFPR, 2010.

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    • 27 cartas;
    • 05 crachás;
    • 01 dado
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Tap Tap Letras

    Tap Tap Letras

    O-lá!

    A jornada rumo à alfabetização é uma aventura fascinante e complexa, repleta de etapas significativas. Para nós, alfabetizados, nem sempre nos damos conta de tudo que uma criança precisa aprender até compreender o princípio alfabético.

    Durante a caminhada rumo à alfabetização, as crianças adquirem uma série de habilidades e conhecimentos fundamentais que as habilitam a ler e escrever de forma eficaz.

    Meninos e meninas vão, aos poucos, desvendando questões que para nós podem parecer bizarras, mas que são bem reais e que as pesquisas psicogenéticas e os professores de crianças pequenas reiteram todo ano. (MORAIS, 2022, p. 17)

    • Inicialmente, é importante que as crianças entendam que as palavras são representações de objetos, ações e sentimentos, mas que o tamanho físico de um objeto não está relacionado ao comprimento da palavra que o representa. Por exemplo, a palavra “elefante” tem mais letras do que “sol”, embora o sol seja muito maior em tamanho real.
    • Além disso, as crianças precisam aprender que as letras são símbolos estáveis que não podem ser inventados ou arbitrariamente rearranjados. A ordem das letras em uma palavra é fixa e essencial para o seu significado. Mudanças na ordem podem transformar completamente a palavra, alterando o significado ou tornando-a ininteligível.
    • Outro aspecto importante é o reconhecimento de que uma mesma letra pode ser repetida dentro de uma palavra e que certas combinações de letras frequentemente aparecem juntas, como “ch”, “lh” e “qu”. Este entendimento ajuda as crianças a decodificar palavras de maneira mais eficiente.
    • As crianças também são introduzidas à variedade de formas que uma letra pode assumir. Elas aprendem que, independentemente de uma letra ser maiúscula, minúscula ou cursiva, ela representa o mesmo som. Essa flexibilidade na representação gráfica é fundamental para a leitura em diferentes contextos e estilos de texto.

    Enfim, a alfabetização é um processo que exige tempo, paciência e prática. Portanto, é essencial que educadores e pais apoiem as crianças com encorajamento contínuo e recursos adequados que atendam às suas necessidades individuais de aprendizado.

    Hoje, eu trouxe como sugestão para ajudar nesta caminhada o jogo Tap Tap Letras. Ele tem como objetivo contribuir para que as crianças percebam que uma letra tem variações na sua forma; além disso, ele pode estimular as crianças a prestarem atenção aos sons iniciais das palavras e a relacioná-los às letras que os representam. Vamos ver?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as cartas com letras em uma pilha.
    2. Espalhe as cartas com figuras sobre uma mesa.
    3. Entregue para cada jogador uma pá (pode ser aquelas de matar insetos).
    4. Vire uma carta da pilha e mostre para as crianças. Diga o nome da letra e o som que ela representa de forma clara. Exemplo: /ffffff/ para a letra /F/.
    5. Os jogadores precisam localizar uma figura que comece com aquele som. Ao encontrar, bate com a pá sobre a carta.
    6. O primeiro a bater fica com a carta.
    7. Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    É isso! Gostou do jogo? Ao entendermos a complexidade e os desafios envolvidos na alfabetização, podemos proporcionar um ambiente mais empático e eficaz para o desenvolvimento de habilidades de leitura e escrita nas crianças.

    Espero que este jogo contribua muito. Ficarei imensamente feliz se receber notícias de que contribuímos.

    Um abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MORAIS, Artur Gomes de. Consciência fonológica na educação infantil e no ciclo de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2022

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 26 cartas com letras;
    • 26 cartas com imagens;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Caça-Rimas

    Caça-Rimas

    O-lá!

    A consciência fonológica é a habilidade de reconhecer e manipular os sons da fala, sendo fundamental para o desenvolvimento da leitura e da escrita. Existem diferentes níveis de consciência fonológica, que incluem a consciência de palavra, consciência de rima,  a consciência silábica, a consciência intra-silábica e a consciência fonêmica. Cada nível representa um grau crescente de sensibilidade aos segmentos sonoros da fala.

    O jogo “Caça-Rimas” que estou prestes a compartilhar foi projetado para estimular a consciência de rima, um aspecto importante da consciência fonológica. Através deste jogo, que traz frases curtas em forma de poema, as crianças são incentivadas a identificar e formar palavras que rimam. As imagens irão facilitar o reconhecimento das palavras que precisam ser usadas.

    Estimular a identificação de rimas contribui para que as crianças superem o realismo nominal. Ou seja, que passem a compreender que as palavras são mais do que apenas seus significados; elas também são feitas de sons que podem ser analisados e manipulados. Essa compreensão é importante para o desenvolvimento da consciência fonológica e, consequentemente, para a aquisição da leitura e da escrita.

    Artur Gomes de Morais (2022, p. 148) destaca a importância dessa habilidade ao afirmar: “A superação do realismo nominal e a descoberta de que as palavras que soam parecido tendem a ser escritas com as mesmas letras, […], exigem que o aprendiz se desprenda dos significados e se atenha a analisar os significantes orais das palavras que falamos.” Esse processo de análise dos sons, independentemente de seus significados, é crucial para o sucesso na aquisição da linguagem escrita.

    Portanto, o jogo “Caça-Rimas” não apenas proporciona uma atividade lúdica e divertida, mas também desempenha um papel fundamental no desenvolvimento das habilidades fonológicas essenciais para a alfabetização. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as cartas em uma pilha com as imagens viradas para baixo.
    2. Posicione o tabuleiro no centro da mesa ou no chão.
    3. Uma criança vira uma carta, observa a imagem e lê a frase, ou você lê para ela.
    4. A criança escreve a palavra que completa a rima na frase.
    5. Em seguida, ela procura essa palavra no tabuleiro (estará com as letras embaralhadas). Para ampliar o desafio você pode determinar um tempo para a criança localizar a palavra.
    6. Se a criança virar uma carta que estiver escrito “Pare”, passa a vez.
    7. O jogo continua até que alguém conquiste 3 cartas, tornando-se o vencedor.

    E aí, o que achou do jogo “Caça-Rimas”? Sua opinião é muito importante para mim e eu adoraria saber o que você pensa. Compartilhe seus comentários e experiências; juntos, podemos promover diversão e aprendizado!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    MORAIS, Artur Gomes de. Consciência fonológica na educação infantil e no ciclo de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2022

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 24 cartas;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Par Perfeito

    Par Perfeito

    O-lá!

    O professor alfabetizador sabe que, para que o processo de construção da leitura e escrita seja eficaz, é essencial desenvolver habilidades além do reconhecimento das letras, não é mesmo?

    Hoje, quero destacar a importância da atenção na alfabetização. Ah, mas espere, apesar de eu estar falando sobre alfabetização, essa habilidade cognitiva é  fundamental para o processo de aprendizagem em diversas áreas do conhecimento.

    Na verdade, a atenção é um indicador-chave do desempenho acadêmico das crianças. Uma boa capacidade desta habilidade contribui para que elas filtrem distrações e se dediquem totalmente às atividades educativas, como a identificação de fonemas, a compreensão de textos ou a resolução de problemas matemáticos.

    As dificuldades de aprendizagem muitas vezes têm raízes na falta de atenção. A pesquisadora Newra Tellechea Rotta destaca que:

    O transtorno da atenção e sua relação com as dificuldades para aprendizagem constitui a principal causa que leva crianças em idade escolar à consulta neuropediátrica.  (ROTTA, 2006, p. 301).

    Diante dessa realidade, é fundamental buscar recursos educacionais que estimulem a atenção. O jogo “Par Perfeito” é uma ferramenta valiosa nesse sentido. Desenvolvido para crianças em processo de alfabetização, o jogo incorpora elementos que promovem o desenvolvimento cognitivo. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as cartas com letras embaralhadas em uma pilha.
    2. Espalhe as cartas com figuras sobre a mesa, com as imagens viradas para baixo.
    3. Um jogador deve virar uma carta da pilha de letras e observar as cores que aparecem na margem inferior. Essas cores, na mesma sequência, servem como pista para encontrar a carta com a figura cujo nome é possível escrever utilizando as letras embaralhadas.
    4. Na sua vez, cada jogador vira uma carta de figura. Se as cores e a sequência correspondem, a figura correta foi encontrada. O jogador então pode ficar com as cartas, desde que escreva o nome da figura antes.

    Variação: Você pode pedir para as crianças fazerem um palpite, ou seja, utilizando as letras disponíveis na carta escreverem o nome que acham ser o da figura, antes de virar uma carta da mesa. Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    E aí, o que achou do jogo “Par Perfeito” e das dicas que compartilhei? Adoraria saber a sua opinião! Deixe um comentário abaixo e vamos trocar ideias sobre como enriquecer o processo de alfabetização e desenvolvimento cognitivo das crianças.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ROTTA, Newra Tellechea. Transtorno da atenção: aspectos clínicos. In: ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.  

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 24 cartas com imagens;
    • 24 cartas com letras embaralhadas;
    • 01 embalagem;
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  • Desafio Matemático

    Desafio Matemático

    O-lá!

    Olha eu aqui mais uma vez, novamente, de novo… Rsrs! (Este é um momento que eu fico aqui imaginando vocês dizerem….Ebaaaa! Por favor, não desfaçam minhas esperanças…Rsrs!)

    Hoje quero falar sobre a importância de encorajar nossas crianças a manifestar o que pensam, um aspecto fundamental para o desenvolvimento de sua autonomia e autoconfiança. É importante estarmos cientes de que, quando incentivadas a compartilhar suas ideias e opiniões, as crianças aprendem a valorizar sua própria voz e a desenvolver habilidades de comunicação e argumentação. Como destacado por Kamii e Declark (1997, p. 81):

    Piaget formulou a hipótese de que a coordenação de pontos de vista leva à construção de autonomia.” Ou seja, ao argumentar, as crianças aprendem a organizar suas ideias, a considerar diferentes pontos de vista e a justificar suas opiniões.

    Os jogos educativos são excelentes meios para promover e incentivar as argumentações das crianças. Eles oferecem um ambiente seguro e divertido onde as crianças podem explorar ideias, testar hipóteses e expressar seus pensamentos.

    Além disso, os jogos estimulam a interação social, o que é importante para o desenvolvimento da habilidade de argumentar e defender pontos de vista. Um exemplo de jogo que pode ser utilizado para estimular a expressão de ideias e a argumentação é este que eu trouxe hoje como sugestão, o “Desafio Matemático”.

    Este jogo desafia as crianças a resolver problemas matemáticos e a justificar suas respostas. Ao jogar, as crianças são incentivadas a pensar criticamente, a desenvolver estratégias de resolução de problemas e a comunicar suas ideias de forma clara e coerente.

    Em suma, encorajar as crianças a manifestar o que pensam é essencial para o desenvolvimento de sua autonomia e habilidades de argumentação. Os jogos educativos, como o “Desafio Matemático”, são ferramentas valiosas para promover essas competências de forma lúdica e engajante. Sugestão de Uso:

    1. Coloque o tabuleiro no centro da mesa e as cartas do jogo em uma pilha, viradas com as imagens para baixo.
    2. Após, cada um na sua vez, joga o dado e avança o número de casas correspondente à quantidade sorteada.
    3. Se o jogador parar em uma casa de cor cinza, deve pegar uma carta do topo da pilha. Após responder à pergunta que consta na carta e, os demais jogadores concordarem com a resposta dada, o jogador pode avançar com o seu peão até a próxima casa que tem a mesma cor indicada na carta que ele pegou. Ganha o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro.

    É isso! Espero que este jogo promova muitas trocas de ideias. Um abraço e até o próximo jogo!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 32 cartas;
    • 04 peões;
    • 01 dado;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail. Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM. Qualquer dúvida , entre em contato.

  • Alfaventura

    Alfaventura

    A apropriação da escrita ortográfica é um tema fascinante que desafia não apenas os educadores, mas também os próprios estudantes. E isso não termina nunca; estamos sempre aprendendo! Afinal, este processo é complexo e envolve muito mais do que simplesmente memorizar regras de gramática e ortografia. É uma jornada que mergulha nas profundezas da linguagem, explorando como ela se manifesta tanto na fala quanto na escrita, e como esses dois modos de expressão interagem entre si.

    Jaime Luiz Zorzi (em 1998, p. 27, grifo do autor) ofereceu uma perspectiva valiosa sobre este tema:

    […] as crianças em processo de aprendizagem da escrita, quando têm oportunidade de escrever espontaneamente ou quando entram em contato com palavras pouco familiares, se confrontam com os princípios do sistema de escrita e ‘produzem erros’. Tais erros, entendidos como ‘conflitos – obstáculos’ no processo de apropriação de escrita, se modificam e diminuem na dinâmica do próprio processo.

    Esta citação sublinha a importância de entender os erros não como falhas, mas como etapas naturais e essenciais no processo de aprendizagem.

    Aprender a escrever é, de certo modo, semelhante a aprender a tocar um instrumento musical ou a praticar um esporte. Requer prática, experimentação e, sim, a ocorrência de erros. É através dos erros que as crianças descobrem os limites e as possibilidades da linguagem escrita. Portanto, é crucial que elas sejam colocadas em dinâmicas que não apenas permitam, mas também incentivem a escrita espontânea. Um ambiente educacional que trata os erros como uma parte normal e valiosa do processo de aprendizagem favorece o desenvolvimento da escrita de forma mais orgânica e menos inibida.

    Entendendo a necessidade de abordagens que encorajem a escrita criativa e a experimentação entre os jovens aprendizes, quero apresentar uma sugestão lúdica para contribuir e instigar as crianças a produzirem textos: o jogo “Alfaventura”. Este jogo tem como objetivo envolver as crianças em atividades de escrita de maneira divertida e interativa. Através do Alfaventura, os pequenos autores (Uau!) embarcam em jornadas narrativas, onde são incentivados a criar histórias, explorar palavras novas e, claro, enfrentar e superar os “erros” de escrita de maneira construtiva. Obviamente, nesta última colocação, os educadores precisam estar atentos para favorecer esta dinâmica.

    O Alfaventura não é apenas um jogo; é uma ferramenta pedagógica que reconhece a importância da ludicidade no processo educativo. Agora, uma novidade empolgante: o jogo está disponível em arquivo PDF grátis (até 04/04/2024)!… Uhuuu!!! Vamos à explicação do jogo?

    Sugestão de Uso:

    1. Disponha as cartas sobre uma mesa, com as figuras voltadas para cima.
    2. Coloque o tabuleiro no centro da mesa e posicione os peões sobre ele, cobrindo os quadrados que contêm letras.
    3. Incentive as crianças a observar as cartas, promovendo uma leitura inicial. Deixe-as discutir entre si os “poderes mágicos” disponíveis nas cartas.
    4. Em seguida, sorteie uma criança para escolher uma carta. O “poder mágico” constante na carta escolhida poderá ser usado em uma história que ela irá escrever. A ideia é que cada criança selecione um elemento que possa enriquecer sua narrativa.
    5. Após escolher a carta com o “poder mágico” desejado, a criança deve levantar um dos peões do tabuleiro, tentando formar uma palavra com as letras que se revelam. Se conseguir formar uma palavra válida, ela fica com a carta.
    6. Por fim, cada criança escreve uma história que incorpore tanto a palavra descoberta quanto o poder mágico escolhido, utilizando-os de maneira criativa no enredo.

    Enriquecimento Educacional:

    Roda de Discussão: Após a escrita das histórias, organize uma roda de discussão onde as crianças podem compartilhar suas criações. Isso não só promove habilidades de comunicação e escuta ativa, mas também permite que elas recebam feedback construtivo de seus pares.

    Pontos de Gramática e Ortografia: Aproveite o momento de correção das histórias para perguntar se elas tiveram dúvidas na escrita de alguma palavra. Destaque e explique pontos importantes de gramática e ortografia de forma contextualizada, tornando o aprendizado mais significativo.

    As alterações realizadas visam melhorar a clareza e a correção do texto, mantendo sua intenção original de criar um ambiente de aprendizado lúdico e interativo para as crianças.

    Por fim, espero que o Alfaventura não apenas ensine as crianças a escrever, mas também as inspire a amar a escrita e a considerá-la como um meio de expressão pessoal e de desenvolvimento da criatividade.

    Um abraço e até a próxima semana! 

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ZORZI, Jaime Luiz. Aprender a escrever: a apropriação do sistema ortográfico. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

     Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF (GRATUITO ATÉ 04/04/2024) contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 16 cartas;
    • 16 peões;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Experimente deixar as crianças participarem do recorte e da montagem do jogo.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM.

    Qualquer dúvida , entre em contato.

  • Construtor de Palavras

    Construtor de Palavras

    O-lá!

    Em um mundo em constante transformação, a educação precisa se reinventar para atender às necessidades de aprendizagem das novas gerações. A alfabetização, como base para todo o conhecimento, não é exceção. Mais do que nunca, é fundamental oferecer às crianças estímulos que despertem sua curiosidade, criatividade e capacidade de pensar de forma crítica e lógica.

    Celso Antunes (2003, p. 18) nos lembra que:

     “Os estímulos são o alimento das inteligências”.

    Essa perspectiva é essencial para entendermos que a alfabetização vai além do aprendizado de letras e palavras. Trata-se de nutrir a mente das crianças com experiências que promovam o desenvolvimento integral.

    Nesse cenário, o jogo “Construtor de Palavras” emerge como uma ferramenta valiosa no processo de alfabetização. Ele foi cuidadosamente desenvolvido para oferecer às crianças uma maneira divertida e interativa de explorar o universo das palavras. Através de desafios que combinam sílabas, formas geométricas e cores, o jogo estimula o pensamento lógico, a atenção, a percepção, e a flexibilidade cognitiva; habilidades essenciais para a construção do conhecimento. Vamos ver como usar?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as cartas desafios em uma pilha próximo ao totem do “Construtor de Palavras”;
    2. Espalhe as cartas com sílabas sobre uma mesa;
    3. Cada criança, na sua vez, vira uma carta da pilha e faz a leitura;
    4. Tenta formar uma palavra seguindo as indicações da carta;
    5. Se conseguir, fica com a carta;
    6. Se virar uma carta que tenha a figura de um animal, passa a vez;
    7. Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    É isso! Que tal formar frases ou histórias com as palavras formadas?

    Ao incorporar o “Construtor de Palavras” na jornada de alfabetização, estamos oferecendo uma nova forma de aprendizado, mais lúdica e envolvente.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 24 fichas com sílabas;
    • 24 cartas com desafios;
    • 04 cartas “ops”
    • 01 totem;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM.

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