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  • Charadinhas

    Charadinhas

    O-lá!

    Hoje vamos falar um pouco sobre a separação frequente que é feita entre alfabetização e letramento. Topa?

    A alfabetização e o letramento são frequentemente discutidos como se fossem processos distintos. No entanto, para promover uma compreensão plena e funcional da linguagem escrita, é fundamental que esses processos sejam integrados desde o início da vida escolar das crianças.

    Conforme Magda Soares (2021, p. 144):

    A discussão de alfabetização e letramento em dois tópicos […], pode suscitar a ideia de que são componentes da introdução da criança no mundo da escrita a serem desenvolvidos separadamente. Mas não deve ser assim.

    Separar alfabetização e letramento pode resultar em uma educação fragmentada, em que as crianças desenvolvem habilidades técnicas de leitura e escrita sem entender seu uso prático e social, ou vice-versa. Por isso, é importante abordar esses processos de forma integrada. As crianças devem aprender a ler e a escrever ao mesmo tempo em que são expostas a práticas de letramento, que lhes mostram de que maneira essas habilidades são aplicadas no mundo real.

    Um ambiente de aprendizagem rico em letramento proporciona às crianças inúmeras oportunidades de interação com a linguagem escrita. Contar histórias, ler livros, escrever e-mails, mensagens, e explorar diferentes tipos de textos são atividades que não apenas ensinam a leitura e a escrita, mas também demonstram sua relevância e funcionalidade. Assim, as crianças percebem que ler e escrever não são apenas tarefas escolares, mas ferramentas essenciais para a comunicação e a expressão pessoal.

    O jogo que eu trouxe hoje, “Charadinhas”, é uma excelente forma de integrar alfabetização e letramento. As charadinhas incentivam as crianças a pensar de forma criativa e crítica, além de explorar a linguagem de uma maneira divertida e envolvente.

    Sugestão de Uso:

    Disponibilize uma tabela gabarito.

    1. Peça que a criança escolha uma carta e leia a charadinha;
    2. Ela tenta responder a charadinha. Caso ela não consiga, entregue uma pista, que é uma carta que tem o mesmo número. Na imagem, está a resposta, mas não está explícita. Ela precisa identificar e escrever o nome da figura que é condizente com a resposta;
    3. Após, confere a resposta com a pista 2 – deixada na margem inferior da carta. Ou seja, procura na tabela os números que estão nas cartas e escrevem as letras que estão nos respectivos quadros;
    4. Lê a palavra que formou.

    É isso! Gostou da ideia?

    Um abraço e até a próxima!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2021.


    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 24 cartas com charadas;
    • 24 cartas com imagens;
    • 01 gabarito;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM.

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  • Álbum de Palavras

    Álbum de Palavras

    O-lá!

    No processo de alfabetização, os erros ortográficos são uma parte natural do aprendizado. A maneira como lidamos com esses equívocos é que pode afetar positiva ou negativamente a autoconfiança e o interesse das crianças pela escrita.

    Carraher (1986) apud Zorzi (1998, p. 22) ressalta que:

    Chama a atenção para os perigos da insistência exagerada na correção ortográfica quando a criança está iniciando a aprendizagem, uma vez que dominar a escrita não se limita a saber escrever palavras corretamente.

    Essa observação é importante para entendermos que a insistência excessiva na correção pode gerar ansiedade e desmotivação.

    Uma estratégia eficaz é proporcionar às crianças oportunidades de escrever livremente e, posteriormente, revisar seus trabalhos utilizando um gabarito. Isso permite que elas identifiquem e corrijam seus próprios erros, promovendo a autoavaliação e evitando o constrangimento de serem corrigidas a todo momento. Por exemplo, após uma atividade de escrita, ofereça um gabarito com a ortografia correta das palavras utilizadas. A criança pode, então, revisar seu texto de forma independente, refletindo sobre sua hipótese de escrita. Você pode intervir de acordo com as dúvidas que surgirem.

    Além disso, é importante criar um ambiente acolhedor e encorajador, onde as crianças se sintam seguras para explorar e experimentar a escrita. Evitar a correção imediata e constante ajuda a construir um relacionamento positivo com a aprendizagem, incentivando a criatividade e a expressão pessoal.

    O Álbum de Palavras, que trago hoje, é excelente para isso. Veja abaixo a sugestão de uso:

    Sugestão de Uso:

    1. A criança escolhe uma figura.
    2. Forma a palavra conforme sua hipótese de escrita.
    3. Em seguida, confere no gabarito.

    Viu que bacana? Desta forma, trabalhamos confiança e autonomia, transformando erros em oportunidades de crescimento e aprendizado.

    Um abraço e até a próxima! 😉

    P.S. Este recurso foi desenvolvido porque recebemos muitas mensagens pedindo uma versão de “palavras” do nosso Álbum de Frases. Espero que vocês gostem. 🙂

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ZORZI, Jaime Luiz. Aprender a escrever: a apropriação do sistema ortográfico. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

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    • 25 figuras e letras;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso;

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  • Pista Matemática

    Pista Matemática

    O-lá!

    O desenvolvimento do conhecimento lógico-matemático não se limita apenas à habilidade de contar ou resolver operações matemáticas simples, mas abrange a capacidade de pensamento lógico, resolução de problemas e a habilidade de compreender e manipular conceitos matemáticos de forma mais ampla.

    A interação social desempenha um papel fundamental nesse processo. Como apontam Kamii e DeClark (1997, p. 173):

    Interação social é valorizada na abordagem piagetiana por causa da sua importância para a construção do conhecimento lógico-matemático. De acordo com Piaget, a confrontação de pontos de vista leva a criança a descentrar e frequentemente resulta num nível maior de coordenação (concentração).

    Ou seja, quando as crianças interagem umas com as outras, elas têm a oportunidade de compartilhar diferentes perspectivas e soluções, o que enriquece seu entendimento e promove um aprendizado mais profundo.

    Os jogos educativos são ferramentas poderosas para facilitar esse tipo de interação e aprendizagem. Jogos de tabuleiro, cartas e outros jogos didáticos criam um ambiente lúdico onde as crianças podem explorar conceitos matemáticos de maneira divertida e envolvente. Eles incentivam a cooperação, a competição saudável e a troca de ideias, fatores que são essenciais para o desenvolvimento cognitivo.

    Além disso, os jogos permitem que as crianças aprendam no seu próprio ritmo e façam descobertas por si mesmas. Eles proporcionam uma experiência prática e concreta, fundamental para a compreensão dos conceitos abstratos da matemática. Quando uma criança está envolvida em um jogo de matemática, ela está resolvendo problemas, tomando decisões e raciocinando logicamente, habilidades que são transferidas para outras áreas de sua vida escolar e pessoal.

    Por exemplo, jogos como “Marque a Igual”, que desenvolvemos, ajudam as crianças a entenderem direções e posições espaciais, enquanto jogos de operações matemáticas, como o “Pista Matemática”, este que eu trouxe como sugestão hoje, permitem que elas pratiquem adição e subtração de maneira divertida e interativa. Esses jogos não só reforçam o aprendizado matemático, mas também estimulam o pensamento crítico e a resolução de problemas.

    Agora vamos entender como utilizar o jogo Pista Matemática?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque o tabuleiro no centro da mesa e, as cartas, em uma pilha;
    2. Cada criança, na sua vez, vira uma carta da pilha;
    3. Coloca um marcador no resultado que ela pensa ser o correto;
    4. Após, confere no tabuleiro se o resultado está correto. Adição o carrinho deve ser levando para frente. Subtração, dar ré. 😉 (veja o vídeo para uma melhor compreensão). Se acertou, fica com a carta.
    5. Se virar uma carta que está escrito “Pare”, passa a vez;
    6. Ganha o jogo o primeiro que conquistar 3 cartas.

    É isso! Você gostou do jogo? Que tal se você utilizar, contar pra mim como foi? Eu vou amar saber.

    Para finalizar, é importante nós sabermos que os jogos educativos são ferramentas indispensáveis no desenvolvimento do conhecimento lógico-matemático das crianças. Eles tornam o aprendizado uma experiência prazerosa e eficaz, preparando as crianças para os desafios futuros com uma base sólida e bem construída.

    Um abraço e até mais!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 32 cartas;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 figura carro;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Álbum de frases

    Álbum de frases

    O-lá!

    Durante o processo de alfabetização, as crianças enfrentam diversos desafios, e um deles é a segmentação das palavras, ou seja, aprender a escrever frases e textos colocando os devidos espaços entre as palavras. Muitas vezes, elas acabam juntando palavras que deveriam estar separadas ou separando o que deveria estar junto. Essas confusões são comuns e fazem parte do aprendizado. Então, vamos entender por que isso acontece e como podemos ajudar as crianças a superarem esses desafios?

    Segundo Jaime Luiz Zorzi (1998, p. 60):

    Na escrita alfabética, a separação das palavras por meio de espaços em branco implica o conhecimento convencional da grafia das mesmas e também de alguma noção do que possa ser uma palavra.

    Isso significa que, além de aprender a grafia correta, a criança precisa desenvolver uma compreensão clara do que constitui uma palavra distinta.

    Por isso, uma habilidade fundamental no desenvolvimento da escrita é a consciência de palavras, que é a capacidade de reconhecer que as frases são compostas por unidades menores chamadas palavras. Esta habilidade é importante para que as crianças aprendam a segmentar as palavras corretamente durante a escrita e pode ser iniciada já na educação infantil, por volta dos 4,5 anos. Estudos mostram que trabalhar a consciência fonológica, incluindo a consciência de palavras, desde cedo contribui significativamente para o sucesso na alfabetização. Atividades lúdicas e interativas que envolvem rimas, canções e jogos de palavras são eficazes para promover essa habilidade nas crianças. 

    Quando a criança ainda não tem bem desenvolvida a consciência de palavras, podem ocorrer:

    • Hipersegmentação: quando a criança separa indevidamente uma palavra em partes menores. Por exemplo, a palavra “naquele” pode ser escrita como “na quele”.
    • Hiposegmentação: quando a criança escreve menos separações do que o necessário. Por exemplo, “ele estava ali” pode ser escrito como “eleestava ali”.

    Com o desenvolvimento da consciência de palavras e a prática na escrita de frases e textos, essas dúvidas são resolvidas. A leitura regular e a prática da escrita ajudam as crianças a internalizarem as regras de segmentação das palavras.

    É importante lembrar que cada “equívoco” é uma oportunidade de aprendizagem e uma parte essencial do caminho para a alfabetização completa.

    Hoje eu trouxe o jogo Álbum de Frases. Ele é interessante porque já contribui para que a criança perceba que cada palavra foi escrita em um quadro do álbum. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestão de uso:

    1. A criança escolhe uma personagem e precisa virar as demais cartas do álbum para formar uma frase coerente.
    2. Após isso, para contribuir na internalização dos espaços entre as palavras, é importante transcrever a frase para um caderno.

    Importante: O arquivo PDF com o recurso “Álbum de Frases” estará disponível gratuitamente no nosso site até esta quinta-feira (11/07/2024). Uhuuu!

    É isso! Espero que você goste!

    Um abraço e até o próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ZORZI, Jaime Luiz. Aprender a escrever: a apropriação do sistema ortográfico. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

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    • 10 personagens com possibilidade de formar diversas frases (veja o vídeo para uma melhor compreensão);
    • Instruções de uso.

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  • Descubra e Desenhe

    Descubra e Desenhe

    O-lá!

    A aprendizagem é um processo complexo que exige, claro, interesse, necessidade e vontade de aprender. No entanto, para que o aprendizado seja efetivo, é importante que o aprendiz tenha acesso a situações adequadas –  tanto internas quanto externas. A integridade do corpo e da mente, junto com uma exposição rica e organizada de estímulos, é fundamental para que a criança desenvolva habilidades cognitivas, motoras e sociais de maneira equilibrada.

    Conforme destacado por Sara Pain (1973) apud Newra Tellechea Rotta (2007, p. 115),

    […] para o estabelecimento da situação de aprendizagem, é necessário que se encontrem situações adequadas internas e externas. As primeiras relacionadas com o próprio corpo, com a integridade anatomofuncional, cognitiva com a estruturação e organização dos estímulos. Já as situações externas estão relacionadas com o campo dos estímulos.

    Nesse contexto, eu trouxe como sugestão o jogo “Descubra e Desenhe”, especialmente desenvolvido para estimular a alfabetização, atenção, percepção, coordenação motora fina e a criatividade das crianças. Este jogo proporciona uma experiência lúdica e interativa, que engaja as crianças de forma divertida enquanto elas aprendem.

    Durante o jogo, as crianças são desafiadas a prestar atenção a detalhes específicos, identificar padrões e seguir instruções. Isso melhora a capacidade de concentração e foco, habilidades essenciais para o sucesso acadêmico e pessoal. Ele também envolve tarefas que estimulam a percepção visual, como identificar diferenças entre imagens. Essas atividades ajudam a refinar as habilidades sensoriais e perceptivas, contribuindo para um desenvolvimento cognitivo mais completo.

    Ao combinar elementos que estimulam a alfabetização, atenção, percepção, coordenação motora fina e criatividade, o jogo cria um ambiente rico em estímulos que favorece o aprendizado de maneira natural e prazerosa.

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico);
    2. A criança deve observar com atenção a primeira figura na margem inferior da página;
    3. Em seguida, oriente a criança a procurar qual sílaba está escrita nesta mesma figura que está na tabela acima e escrevê-la (sobre o plástico) com uma canetinha;
    4. Repita isso com as demais figuras;
    5. Após formar a palavra, a criança deve lê-la e desenhar o objeto que formou;
    6. Após o uso, pode apagar as marcações feitas sobre o plástico com uma flanela.

    É isso! Estimular a aprendizagem de forma lúdica é essencial para o desenvolvimento integral das crianças. Você gostou do jogo?

    Um abraço e até a próxima… Hehe!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea. Dificuldades para a aprendizagem. In: ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2007.

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    • 30 páginas;
    • Instruções de uso.

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  • Risque As Expressões

    Risque As Expressões

    O-lá!

    Em uma era dominada pela tecnologia, onde computadores e celulares mediam grande parte de nossas interações, é essencial buscar formas de estabelecer uma comunicação mais pessoal, aquele olhar nos olhos e a conexão direta com quem está ao nosso lado; especialmente com nossas crianças, seres ainda no princípio do seu desenvolvimento.

    Os jogos de tabuleiro e brincadeiras são ferramentas poderosas para promover essa interação humana. Eles criam um ambiente lúdico onde as crianças podem desenvolver habilidades como autoconhecimento, empatia e autorregulação. Embora todos os jogos, em geral, já estimulem várias habilidades, aqueles que incentivam o reconhecimento e a expressão das emoções são especialmente valiosos. Eles ajudam as crianças a identificarem e compreenderem suas próprias emoções e a dos colegas, fortalecendo a comunicação emocional e a empatia.

    Celso Antunes (2003, p. 242) afirma:

    Os jogos estimuladores da percepção corporal visam alfabetizar a criança para a descoberta progressiva e funcional de seu corpo e para a exploração significativa de suas múltiplas funções.

    Um exemplo prático dessa abordagem é o jogo “Risque as Expressões”. Este jogo tem como objetivo estimular as crianças a identificarem diferentes emoções, como alegria, tristeza, surpresa, raiva e medo. Além disso, o jogo pode gerar ricas discussões durante sua execução, permitindo que as crianças compartilhem suas experiências. Essa prática não só reforça o reconhecimento das emoções, mas também desenvolve habilidades de comunicação, essenciais para o desenvolvimento da inteligência intrapessoal e interpessoal.

    Vamos ver como jogar?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque o tabuleiro no centro de uma mesa e as fichas dentro de uma sacola.
    2. Deixe um espelho à disposição das crianças.
    3. Cada criança, na sua vez, retira uma ficha da sacola. Em frente ao espelho, reproduz a expressão da ficha e, ao mesmo tempo, diz o que acha que aquela expressão pode estar representando: alegria, tristeza, raiva, surpresa, medo.
    4. Depois, procura no tabuleiro uma figura igual, risca e fica com a ficha para si.
    5. Se a criança sortear uma ficha que não tenha nenhuma expressão facial (apenas um círculo), passa a vez.
    6. Ganha o jogo quem conquistar 5 fichas primeiro.

    O arquivo PDF deste jogo estará disponível gratuitamente para download em nosso site. Aproveite essa oportunidade para incentivar o desenvolvimento emocional das crianças de forma divertida e educativa!

    Gostou do jogo? Conta para mim! Vou adorar saber a sua opinião e experiências! Cada feedback é importante para euzinha aqui continuar criando jogos que possam fazer a diferença na vida das crianças.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

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    • 36 fichas;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 embalagem;
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  • Bingolavras

    Bingolavras

    O-lá!

    A alfabetização é um dos pilares fundamentais na formação integral de uma criança. Não se trata apenas de ensinar a ler e a escrever, mas de abrir portas para um universo de conhecimentos, habilidades e competências que serão essenciais ao longo de toda a vida.

    Conforme Magda Soares (2003):

    Alfabetizar não é apenas ensinar a ler e a escrever, é ensinar a pensar, refletir, criticar e intervir.

    Essa visão amplia nosso entendimento sobre o papel da alfabetização na educação. Através da alfabetização, as crianças desenvolvem a capacidade de compreensão e expressão, o que lhes permite participar de forma ativa e crítica na sociedade. Esse processo é essencial não apenas para o sucesso acadêmico, mas também para a formação de indivíduos conscientes e engajados com o mundo ao seu redor.

    Além disso, a alfabetização fortalece o vínculo com a cultura e a identidade, já que a leitura e a escrita são formas de preservar e transmitir conhecimentos e valores culturais.

    Portanto, investir na alfabetização é investir no futuro das nossas crianças e, consequentemente, no futuro da nossa sociedade. É necessário garantir que todas as crianças tenham acesso a uma educação de qualidade, que valorize o processo de alfabetização como um todo, respeitando as particularidades e ritmos de aprendizagem de cada uma.

    Uma excelente maneira de contribuir para o processo de alfabetização das crianças é através de jogos educativos, como o Bingolavras, que tornam o aprendizado lúdico e atendem à necessidade das crianças de aprender de forma divertida e envolvente.

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as cartas com figuras em um saco.
    2. Cada criança deve ter sua cartela e marcadores (bolinhas de papel reciclável, pedrinhas, miçangas, botões…).
    3. Sorteie uma figura. As crianças precisam procurar e marcar, caso tenham, o nome da figura em suas cartelas.
    4. Ganha o jogo quem completar primeiro toda uma cartela.

    Este jogo não só torna o processo de aprendizagem divertido e interativo, mas também ajuda a fixar o conhecimento de uma forma lúdica e agradável.

    É isso, gente! A alfabetização, como bem ressaltou Magda Soares (2003), é um processo complexo e contínuo que requer dedicação, paciência e, acima de tudo, amor. É por meio desse processo que construímos uma base sólida para o desenvolvimento integral das nossas crianças, preparando-as para os desafios e oportunidades que encontrarão ao longo de suas vidas. Se conseguirmos deixar este processo mais lúdico, com certeza, será mais suave e as crianças levarão para a sua vida boas lembranças destes momentos.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    SOARES, Magda. Alfabetização e Letramento. São Paulo: Contexto, 2003.

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    • 30 cartelas com palavras;
    • 24 cartas com imagens;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Maratona F-V

    Maratona F-V

    O-lá!

    Durante a jornada de alfabetização, é comum nos depararmos com um fenômeno intrigante: a troca de letras surdas x sonoras. Crianças que estão começando a se aventurar pelo universo da escrita frequentemente fazem trocas entre letras como F/ V, P/B, T/D, C /G… Essas trocas, embora possam parecer motivo de preocupação, são um sinal natural do desenvolvimento linguístico e representam uma etapa importante na hipótese alfabética da escrita.

    Como nos ensina Artur Gomes de Morais (2022, p. 15):

    As trocas (por exemplo, de P por B ou de F por V) são naturais quando as crianças alcançam uma hipótese alfabética e se devem a uma dificuldade de distinção fonológica, já que os fonemas a que essas letras se referem são muito parecidos.

    Esta fase é marcada pela tentativa da criança de mapear os sons da fala aos símbolos escritos, um processo que pode ser desafiador devido ao parecido acústico entre certos fonemas.

    Diante deste cenário, a introdução de atividades lúdicas é super importante. Jogos, brincadeiras e outras ferramentas pedagógicas divertidas podem desempenhar um papel fundamental no aprimoramento da capacidade de distinção fonológica. Por meio do lúdico, as crianças engajam de maneira mais profunda e natural, o que facilita a aprendizagem e a fixação dos fonemas de maneira correta.

    Hoje, eu trouxe como sugestão o jogo Maratona F/V, que está disponível em arquivo digital formato PDF na nossa loja. Temos outros recursos para contribuir, como por exemplo, o app Surdas x Sonoras (disponível na loja Google Play para celulares e tablets Android).

    Vamos à explicação do jogo Maratona F/V?

    Sugestão de Uso:

    1. Um jogador escolhe a “trilha do F” e usa o peão com a figura de uma formiga. O outro jogador escolhe a “trilha do V” e usa o peão com a figura de uma vaca.
    2. Organize duas pilhas de cartas. Em uma pilha, as frases devem ser completadas com palavras que começam com a letra F; na outra, com palavras que começam com V.
    3. Em sua vez, cada jogador joga o dado e pega uma carta da pilha correspondente à sua trilha. O desafio é encontrar uma palavra que complete a frase da carta, iniciando com a letra F ou V, conforme a trilha. Por exemplo, na trilha F, o jogador pode precisar completar a frase: “A prova de Paulo foi mais ______ do que ele imaginou”. Uma resposta possível seria “fácil”.
    4. Após completar a frase corretamente, o jogador avança o número de casas indicado pelo dado.
    5. Se parar em uma casa de cor laranja, o jogador deverá ficar parado uma rodada. Se parar em uma casa verde avança mais 3 casas, acelerando sua jornada.
    6. O primeiro jogador a chegar ao final de sua trilha é o vencedor!

    Dica: Para contribuir na diferenciação entre os fonemas, você pode pedir para que a criança coloque uma das mãos em torno do pescoço e fale algumas palavras que começam com V ou F. Enfatize o som inicial das palavras, exemplo: /ffffff-aca/ ou /vvvvvolume/. Ela sentirá que, ao pronunciar uma palavra que começa com o som V, há uma vibração maior na garganta em comparação com o fonema F. Esta técnica simples ajuda a criança a perceber fisicamente a diferença entre os sons, tornando o aprendizado mais interativo e eficaz. 

    Para uma melhor internalização das palavras, encoraje as crianças a escrevê-las usando letras em EVA, massinha de modelar ou até mesmo no quadro.

    Obs.: Se essas trocas de letras persistirem além do processo normal de alfabetização, é importante uma avaliação psicopedagógica.

    É isso! Gostou do jogo? Após jogar, conta pra mim como foi?

    Um abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MORAIS, Artur Gomes de. Jogos para ensinar ortografia: ludicidade e reflexão. Belo Horizonte: Autêntica, 2022.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 42 cartas com frases;
    • 01 peão/formiga;
    • 01 peão/vaca;
    • 01 dado;
    • 02 trilhas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

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  • Comilão

    Comilão

    O-lá!

    Desde os estágios iniciais da infância, as crianças exploram o mundo ao seu redor. Elas manipulam objetos, contam brinquedos e compartilham suas percepções sobre o que veem. O que nem sempre nos damos conta é que nesses momentos, elas estão internalizando conceitos numéricos de maneira intuitiva, conectando-se com a ideia fundamental de quantidade.

    Kamii e Declark (1997, p. 38) esclarecem:

    […] foi provado que o número é uma coisa que cada um de nós constrói de dentro de nós mesmos e não por uma transmissão social.

    Ou seja, a verdadeira compreensão do número não surge apenas da observação passiva, mas sim da vivência ativa. É essencial que as crianças se envolvam em situações concretas e tangíveis para que possam solidificar seus conhecimentos numéricos. Ao manipular objetos físicos, resolver problemas do mundo real e participar de jogos e atividades que envolvem contagem e classificação, elas estão construindo as bases sólidas sobre as quais seu entendimento numérico se desenvolverá.

    Por meio dessas experiências concretas, as crianças começam a perceber padrões, estabelecer relações e desenvolver estratégias para lidar com questões numéricas. Elas aprendem não apenas o significado dos números, mas também como usá-los de forma eficaz em diversas situações. Esse processo é fundamental para a construção de um conhecimento numérico sólido e duradouro.

    Portanto, ao apoiar o desenvolvimento numérico das crianças, é importante proporcionar-lhes oportunidades significativas de interação com o mundo numérico ao seu redor. Ao invés de simplesmente transmitir informações, devemos incentivar a exploração ativa, a experimentação e a descoberta. Somente assim as crianças poderão construir o número de dentro delas mesmas, fortalecendo não apenas suas habilidades matemáticas, mas também sua confiança e autoestima como aprendizes.

    Hoje eu trouxe para vocês o jogo “Comilão”. Ele tem como objetivo ser uma ferramenta para contribuir de forma lúdica à construção do número. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestão de Uso:

    1. Prepare duas trilhas, uma para cada jogador (veja o vídeo abaixo para compreender melhor).
    2. Na vez de cada jogador, ele joga o dado.
    3. Avança com o seu peão (sapo) a quantidade de casas correspondente ao que foi sorteado no dado. De forma lúdica, é como se indicasse a quantidade de insetos que o sapo deve comer.
    4. Ganha o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro. Aqui o sapo já estará de barriguinha cheia… Hehe!

    Agora me conta, você gostou do que viu por aqui?

    Referência Bibliográfica:

    Kamii, Constance, & Declark, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

     

    Clique no link abaixo para adquirir, com VALOR PROMOCIONAL DE LANÇAMENTO ATÉ 30/05/2024, o arquivo PDF contendo:

    • 01 trilha com números de 1 a 20;
    • 01 dado;
    • 01 peão sapo;
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  • Bingossílabas

    Bingossílabas

    O-lá!

    A alfabetização é um processo complexo que se constrói sobre a base de múltiplas habilidades. Para um adulto alfabetizado, pode parecer uma tarefa simples, mas a jornada de aprendizado de uma criança é construída através de várias etapas importantes.

    Como destacado por Artur Gomes de Morais (2022, p. 77):

    Os educadores necessitam ter acesso às evidências de pesquisas que investigam como as crianças e os jovens aprendem.

    Algumas das habilidades importantes no processo de alfabetização incluem:

    • Linguagem Oral: Desenvolvimento da capacidade de comunicar e entender a linguagem falada.
    • Orientação Espacial: Habilidade de entender conceitos como em cima, embaixo, à direita e à esquerda, essencial para a orientação correta da leitura e para diferenciar letras visualmente similares (b/d/, p/q).
    • Coordenação Motora Fina: Habilidade necessária para a escrita, envolvendo o uso preciso dos músculos das mãos.
    • Organização Espacial e Sequencial: Importante para entender a ordem das letras, palavras e a disposição visual do texto.
    • Percepção Visual: Capacidade de reconhecer e diferenciar letras e outros símbolos visuais.
    • Atenção: Permite que a criança se concentre nas letras, palavras e frases durante a leitura e a escrita, facilitando o reconhecimento e a memorização.
    • Noção Temporal: Compreensão de sequências temporais, crucial para entender histórias e eventos em textos.
    • Memória de Trabalho: Capacidade de reter e manipular informações de forma breve durante tarefas cognitivas.
    • Consciência Fonológica: Habilidade de manipular conscientemente os sons da fala.

    Dentro desse contexto educativo multifacetado, o Bingossílabas emerge como uma ferramenta valiosa. Este jogo incentiva as crianças a praticarem a escuta ativa dos sons das palavras e a identificarem sílabas simples, tornando a aprendizagem uma experiência divertida e enriquecedora. Além, claro, de estimular algumas habilidades destacadas anteriormente, tais como: a orientação espacial, a atenção, a percepção, a memória de trabalho, a coordenação motora fina e a consciência fonológica. Então vamos logo saber como utilizar?

    Sugestão de uso:

    1. Coloque as cartas com figuras em um saco.
    2. Cada criança deve ter sua cartela e marcadores (bolinhas de papel reciclável, pedrinhas, miçangas, botões…).
    3. Sorteie uma figura e fale seu nome. Peça que as crianças separem a palavra em sílabas/pedaços.
    4. O círculo preenchido, localizado logo abaixo da figura, indica qual sílaba/pedaço deve ser procurado nas cartelas. Exemplo: Na carta que tem a figura de uma Berinjela, o terceiro círculo está preenchido. Isso indica que, aquele que tiver a sílaba “JE” em sua cartela, deve marcá-la.
    5. Ganha o jogo quem completar primeiro toda uma cartela.

    É isso! Gostou do que viu por aqui hoje? Vou ficar muito feliz em saber sua opinião. 

    Um abraço e até o próximo jogo… Hehe!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MORAIS, Artur Gomes de. Consciência fonológica na educação infantil e no ciclo de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2022

     

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 30 cartelas;
    • 24 cartas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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