Tag: matemática

  • Decodifique e Calcule | Jogo de Matemática para trabalhar adição

    Decodifique e Calcule | Jogo de Matemática para trabalhar adição

    O-lá!

    A adição é uma das primeiras operações matemáticas que as crianças aprendem e está diretamente relacionada à construção do pensamento lógico e ao desenvolvimento do raciocínio matemático. Mas como podemos introduzir essa habilidade de forma significativa e engajadora?

    Antes mesmo de apresentar os símbolos matemáticos, é essencial permitir que as crianças explorem materiais concretos e situações do cotidiano que envolvam a soma de elementos. Blocos, tampinhas, palitos e fichas são excelentes recursos para ilustrar a soma de quantidades. Ao manipular e visualizar a união de conjuntos, a criança constrói uma compreensão mais intuitiva antes de passar para a representação numérica.

    Bigode e Frant (2011, p. 33) destacam a importância desse processo exploratório:

    […] se observarmos as crianças explorando materiais e enfrentando problemas, veremos que elas são capazes de desenvolver estratégias diversas e não convencionais para resolver aqueles problemas de natureza aditiva, algumas bastante engenhosas.

    Isso significa que, em vez de ensinar apenas um método fixo, devemos incentivar a criatividade e a experimentação das crianças, permitindo que elas descubram diferentes formas de resolver problemas aditivos.

    Após explorar a adição de maneira concreta e visual, as crianças podem começar a registrar suas descobertas com números, consolidando a aprendizagem.

    Minha proposta de hoje é o jogo “Decodifique e Calcule”, que contribui não apenas para o desenvolvimento da habilidade de adição, mas também para a atenção e o pensamento lógico. Além disso, esse jogo estimula a autonomia na busca por informações e na realização de cálculos.

    Sugestão de Uso:
    1. Apresente a tabela para a criança. Deixe que ela explore os símbolos, seus nomes, cores e os números correspondentes a cada um.
    2. Introduza uma página do “Decodifique e Calcule”. A criança precisará substituir os símbolos por seus respectivos números, recorrendo à tabela como apoio.
    3. Após identificar os números, a criança faz as somas e registra os resultados.
    4. Para conferir as respostas, a criança levanta o papel que cobre o resultado.
    Quer ampliar o desafio?

    Acrescente uma sineta! A criança que terminar primeiro o cálculo bate na sineta e marca um ponto. Ganha quem conquistar mais pontos ao longo da atividade.

    Por fim, é importante estarmos cientes que cada criança desenvolve a compreensão da adição no seu próprio ritmo. Algumas rapidamente percebem padrões, enquanto outras precisam de mais experiências concretas antes de se sentirem confortáveis com os números. O papel do educador é observar, interagir e valorizar as estratégias utilizadas pela criança, garantindo que ela construa seu conhecimento de forma autônoma e significativa.

    Gostou do que viu por aqui? Amo saber se estou contribuindo! Esse retorno dá sentido ao meu trabalho. 💛

    Um abraço e até mais!

    Referência Bibliográfica

    BIGODE, Antonio J.L; FRANT, Janete Bolite. Matemática: soluções para dez desafios do professor. São Paulo: Ática, 2011.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 32 desafios;
    • 01 tabela;
    • Instruções de uso.

    Para você imprimir, montar e jogar.

    Talvez você queira saber:

    1) Qual a idade ideal para começar a ensinar adição para uma criança?

    Não há uma idade exata para iniciar o ensino da adição, pois o desenvolvimento matemático acontece de forma gradual e varia de criança para criança. No entanto, por volta dos 4 ou 5 anos, as crianças já começam a demonstrar interesse e capacidade para compreender relações numéricas simples, como juntar quantidades.

    Atividades como contar brinquedos, dividir lanches e brincar de agrupar objetos são formas naturais de introduzir a ideia de soma antes da formalização do conceito matemático.

    O jogo “Decodifique e Calcule”, sugiro por volta dos 5/6 anos.

    2) Por que é importante introduzir a adição com materiais concretos antes de apresentar os símbolos matemáticos?

    A aprendizagem matemática começa no concreto e se desenvolve gradualmente até alcançar o pensamento abstrato. Quando as crianças manipulam objetos para resolver problemas aditivos, elas conseguem visualizar e compreender o que significa “juntar” quantidades antes de lidar com números e símbolos.

    O uso de materiais concretos, como blocos, tampinhas, palitos e fichas, possibilita que a criança estabeleça conexões entre a experiência sensorial e a representação numérica. Isso evita que a adição seja apenas uma regra mecânica e ajuda na construção do pensamento lógico.

    Além disso, permitir que a criança descubra estratégias próprias ao manipular materiais estimula a autonomia e a flexibilidade cognitiva, tornando o aprendizado mais significativo e duradouro.

    3) O jogo “Decodifique e Calcule” pode ser usado com crianças que apresentam dificuldades de aprendizagem em matemática, como discalculia? Como adaptar?

    Sim, o jogo pode ser utilizado com crianças que apresentam discalculia ou outras dificuldades matemáticas, desde que sejam feitas algumas adaptações para tornar a aprendizagem mais acessível e eficaz. Algumas estratégias incluem:

    • Comece com desafios mais fáceis: Introduza atividades mais simples e aumente a dificuldade progressivamente. O uso de materiais concretos, como material dourado ou palitos de picolé, pode ser um apoio importante no início da aprendizagem.
    • Tempo maior para resolução: Crianças com dificuldades precisam de mais tempo para processar informações, então evite a pressão por velocidade nas primeiras etapas do jogo.
    • Intervenção verbal: Estimule a criança a verbalizar os passos do cálculo, explicando seu raciocínio. Isso pode fortalecer sua compreensão do processo aditivo e ajudá-la a organizar o pensamento matemático.
  • Nhac, Nhac! | Jogo de matemática para trabalhar construção do número

    Nhac, Nhac! | Jogo de matemática para trabalhar construção do número

    O-lá!

    A construção do conceito de número é um processo fundamental no desenvolvimento cognitivo das crianças. Um dos desafios iniciais nesse processo é ajudar a criança a compreender que os números não são apenas nomes, mas sim representações de quantidades. Como bem pontuam Bigode e Frant (2011, p. 9):

    Uma criança que conta os dedos de uma mão talvez possa pensar que 5 é o nome do último dedo que contou, e não o número total de dedos.

    Para introduzir a criança ao conceito de quantidade e relacioná-los aos números, é essencial criar atividades que utilizem materiais concretos, como blocos de montar, tampinhas de garrafa PET, ou qualquer objeto que seja de fácil manuseio para a criança.

    Outra abordagem é a utilização de jogos que reforcem a correspondência um a um. Como sugestão, eu trouxe hoje o jogo “Nhac, Nhac!” Esse tipo de atividade ajuda a solidificar a compreensão de que números representam quantidades.

    Esse processo de construção do número é fundamental para o desenvolvimento matemático da criança e estabelece as bases para um entendimento mais profundo de conceitos numéricos e matemáticos no futuro. Sem essa base bem construída, o restante do conhecimento matemático estará seriamente comprometido. Jogos que praticam a correspondência um a um, como o exemplo citado, são ferramentas poderosas nesse processo de aprendizagem.

    Então, vamos ver como utilizar o “Nhac, Nhac!”? Ah, o melhor ainda não falei… O arquivo PDF com este jogo está disponível gratuitamente. Agora é o momento em que eu, enquanto escrevo, imagino que você, ao ler, esteja sorrindo… Rsrs!

    Sugestão de Uso:
    1. Para começar o jogo, posicione e fixe as figuras de cachorros sobre uma mesa.
    2. Insira a tira de papel na boca dos cachorros, de modo que cada um esteja a seis ossinhos de distância do ossinho dourado.
    3. Em seguida, cada jogador, na sua vez, lança o dado e puxa a tira, movendo a quantidade correspondente de ossinhos.
    4. Quando um jogador puxa os ossinhos, o outro perde a mesma quantidade. O jogo continua nesse “estica e puxa” até que um dos jogadores chegue ao ossinho dourado. Esse jogador será o vencedor.

    Assista ao vídeo para compreender melhor o jogo.

    Gostou do que viu por aqui? Que tal me contar?

    Um abraço e até mais!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    BIGODE, Antonio J.L; FRANT, Janete Bolite. Matemática: soluções para dez desafios do professor. São Paulo: Ática, 2011.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • Tiras com figuras de ossinhos;
    • 02 figuras de cachorros;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM.

    Qualquer dúvida , entre em contato.

    Talvez você queira saber:

    Qual é a faixa etária recomendada para o jogo  “Nhac, Nhac!”?

    O jogo “Nhac, Nhac!” é recomendado para crianças a partir de 4 anos de idade, mas eu não gosto de indicar uma faixa etária rígida, pois depende muito dos conhecimentos prévios de cada criança. Por exemplo, se uma criança de 10 anos ainda não tiver internalizado bem o conceito de correspondência entre números e quantidades, é essencial estimular a aprendizagem para que ela possa avançar. De qualquer forma, por volta dos 4 anos, as crianças estão começando a desenvolver habilidades essenciais de contagem e começam a compreender a correspondência entre números e quantidades. Elas também têm a capacidade motora necessária para realizar as ações do jogo. Além disso, esse é um momento ideal para introduzir conceitos simples de regras e trabalhar aspectos emocionais, como a frustração e o aprendizado de lidar com a perda de maneira lúdica e positiva

    Quanto tempo, em média, leva para jogar uma partida do “Nhac, Nhac!”?

    Uma partida do “Nhac, Nhac!” geralmente leva entre 5 a 10 minutos, dependendo do ritmo das crianças. Esse tempo é suficiente para manter o interesse e a concentração das crianças.

    Como ajudar crianças com baixa tolerância à frustração a lidar com a perda durante o jogo “Nhac, Nhac!”?

    Para ajudar crianças com baixa tolerância à frustração a lidar com a perda durante o jogo “Nhac, Nhac!”, é importante criar um ambiente de jogo acolhedor e seguro, onde a ênfase esteja na diversão e no aprendizado, e não apenas no resultado final. Uma estratégia eficaz é preparar a criança antecipadamente, explicando que, em jogos, ganhar e perder fazem parte da diversão e que o mais importante é o esforço e a participação.

    Durante o jogo, elogie o esforço da criança independentemente do resultado e use a oportunidade para ensinar que todos têm chances de ganhar e perder. Se a criança demonstrar frustração, valide seus sentimentos e ofereça apoio, lembrando-a de que haverá outras oportunidades para jogar. Focar no processo, e não apenas no resultado, pode ajudar a criança a desenvolver resiliência e uma atitude mais positiva em relação à frustração e à perda.

    Se ficou com alguma dúvida, você pode deixar um comentário ou entrar em contato.

     

  • Quatro Operações | Jogo de matemática para adição, subtração, multiplicação e divisão.

    Quatro Operações | Jogo de matemática para adição, subtração, multiplicação e divisão.

    O-lá!

    Frequentemente, a matemática carrega uma reputação escolar marcada por experiências ruins, e isso não faz o menor sentido já que sabemos da sua relevância tanto na vida diária quanto no mundo profissional. Por isso, precisamos cada vez mais, e de preferência desde muito pequenos, proporcionar às nossas crianças experiências que possam despertar memórias afetivas com a matemática.

    Problemas aritméticos na escola devem refletir a realidade e os interesses dos alunos. Atividades que se conectam ao cotidiano deles são mais eficazes para engajar e motivar a participação ativa no processo de resolução de problemas. Ao considerar o conhecimento prévio e os contextos familiares dos alunos, podemos criar um ambiente de aprendizagem mais significativo e inclusivo.

    Além disso, há a questão da avaliação. Ai, ai…! Quantos de nós têm lembrança de ir para a escola em um dia de prova de matemática já “tremendo as canelas”… Rsrs! Esse riso é de nervoso, viu? Bom, mas isso não precisa ser assim. Afinal, não é só em uma prova que podemos verificar se a criança aprendeu ou não. Conforme Bigode e Frant (2011, p. 88):

    Para saber o que e como o aluno aprendeu, leve em conta que a avaliação eficaz se faz todos os dias, e não somente uma vez por mês. E isso se obtém observando-o e registrando o que ele faz, como faz, o que fala e o que está aprendendo.

    O jogo “Quatro Operações” foi criado com a intenção de tornar o aprendizado das quatro operações – adição, subtração, multiplicação e divisão – uma atividade divertida e relevante. Além disso, ele pode ser um excelente recurso para verificar o que a criança já está conseguindo realizar com autonomia e o que precisa de mais mediação.

    Então vamos à explicação do jogo?

    Sugestão de Uso:
    1. Coloque o tabuleiro no centro da mesa;
    2. Os jogadores devem posicionar os marcadores no início da trilha;
    3. Cada jogador, na sua vez, lança o dado;
    4. Se sortear, por exemplo, o símbolo de adição, deve pegar uma carta desafio que se encontra no envelope de adição. Após resolver o cálculo, avança com o seu peão até a casa que tem o mesmo símbolo;
    5. Ganha o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro.

    Gostou do que viu por aqui? Vou amar saber!

    Um abraço e até mais 🙂

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    BIGODE, Antonio J.L; FRANT, Janete Bolite. Matemática: soluções para dez desafios do professor. São Paulo: Ática, 2011.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 24 cartas com operações matemáticas (06 de adição, 06 de subtração, 06 de multiplicação e 06 de divisão);
    • 12 cartas em branco para que as crianças possam criar seus próprios cálculos;
    • 01 tabuleiro;
    • 04 suportes;
    • 04 peões;
    • 01 dado;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM.

    Qualquer dúvida , entre em contato.

    Talvez Você Queira Saber:

    O jogo “Quatro Operações” é indicado para qual faixa etária?

    Eu não gosto de sugerir uma idade específica porque depende muito dos conhecimentos prévios das crianças. De qualquer forma, é mais indicado a partir de 7 anos. No entanto, com crianças mais novas, você pode começar com as operações mais simples, como adição e subtração. Ah, também pode ser necessário usar material concreto, como palitos de picolé e tampinhas de garrafa PET, para ajudar nos cálculos.

    Quais habilidades, além da matemática, o jogo “Quatro Operações” desenvolve nas crianças?

    Além de contribuir para fortalecer as habilidades matemáticas, o jogo “Quatro Operações” pode promover o desenvolvimento de outras competências importantes, como o pensamento lógico, a resolução de problemas, a atenção. Através da interação com os desafios do jogo, as crianças também aprendem a lidar com erros de forma construtiva, desenvolvendo resiliência e confiança.

    O jogo “Quatro Operações” pode ser utilizado em sala de aula, atividades de reforço escolar ou atendimento psicopedagógico?

    Com certeza. Cada profissional pode utilizar e adaptar o jogo de acordo com seu campo de saber, mediando as atividades conforme as necessidades específicas dos alunos e os objetivos pedagógicos e/ou psicopedagógicos. Dessa forma, o jogo se torna uma ferramenta flexível e eficaz, atendendo a diferentes contextos educativos e promovendo um aprendizado mais personalizado.

    Se tiver outras dúvidas você pode deixar comentário ou entrar em contato 🙂

  • Pista Matemática | Jogo de matemática para adição e subtração

    Pista Matemática | Jogo de matemática para adição e subtração

    O-lá!

    O desenvolvimento do conhecimento lógico-matemático não se limita apenas à habilidade de contar ou resolver operações matemáticas simples, mas abrange a capacidade de pensamento lógico, resolução de problemas e a habilidade de compreender e manipular conceitos matemáticos de forma mais ampla.

    A interação social desempenha um papel fundamental nesse processo. Como apontam Kamii e DeClark (1997, p. 173):

    Interação social é valorizada na abordagem piagetiana por causa da sua importância para a construção do conhecimento lógico-matemático. De acordo com Piaget, a confrontação de pontos de vista leva a criança a descentrar e frequentemente resulta num nível maior de coordenação (concentração).

    Ou seja, quando as crianças interagem umas com as outras, elas têm a oportunidade de compartilhar diferentes perspectivas e soluções, o que enriquece seu entendimento e promove um aprendizado mais profundo.

    Os jogos educativos são ferramentas poderosas para facilitar esse tipo de interação e aprendizagem. Jogos de tabuleiro, cartas e outros jogos didáticos criam um ambiente lúdico onde as crianças podem explorar conceitos matemáticos de maneira divertida e envolvente. Eles incentivam a cooperação, a competição saudável e a troca de ideias, fatores que são essenciais para o desenvolvimento cognitivo.

    Além disso, os jogos permitem que as crianças aprendam no seu próprio ritmo e façam descobertas por si mesmas. Eles proporcionam uma experiência prática e concreta, fundamental para a compreensão dos conceitos abstratos da matemática. Quando uma criança está envolvida em um jogo de matemática, ela está resolvendo problemas, tomando decisões e raciocinando logicamente, habilidades que são transferidas para outras áreas de sua vida escolar e pessoal.

    Por exemplo, jogos como “Marque a Igual”, que desenvolvemos, ajudam as crianças a entenderem direções e posições espaciais, enquanto jogos de operações matemáticas, como o “Pista Matemática”, este que eu trouxe como sugestão hoje, permitem que elas pratiquem adição e subtração de maneira divertida e interativa. Esses jogos não só reforçam o aprendizado matemático, mas também estimulam o pensamento crítico e a resolução de problemas.

    Agora vamos entender como utilizar o jogo Pista Matemática?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque o tabuleiro no centro da mesa e, as cartas, em uma pilha;
    2. Cada criança, na sua vez, vira uma carta da pilha;
    3. Coloca um marcador no resultado que ela pensa ser o correto;
    4. Após, confere no tabuleiro se o resultado está correto. Adição o carrinho deve ser levando para frente. Subtração, dar ré. 😉 (veja o vídeo para uma melhor compreensão). Se acertou, fica com a carta.
    5. Se virar uma carta que está escrito “Pare”, passa a vez;
    6. Ganha o jogo o primeiro que conquistar 3 cartas.

    É isso! Você gostou do jogo? Que tal se você utilizar, contar pra mim como foi? Eu vou amar saber.

    Para finalizar, é importante nós sabermos que os jogos educativos são ferramentas indispensáveis no desenvolvimento do conhecimento lógico-matemático das crianças. Eles tornam o aprendizado uma experiência prazerosa e eficaz, preparando as crianças para os desafios futuros com uma base sólida e bem construída.

    Um abraço e até mais!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 32 cartas;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 figura carro;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Comilão | Jogo de Matemática para estimular a construção do número

    Comilão | Jogo de Matemática para estimular a construção do número

    O-lá!

    Desde os estágios iniciais da infância, as crianças exploram o mundo ao seu redor. Elas manipulam objetos, contam brinquedos e compartilham suas percepções sobre o que veem. O que nem sempre nos damos conta é que nesses momentos, elas estão internalizando conceitos numéricos de maneira intuitiva, conectando-se com a ideia fundamental de quantidade.

    Kamii e Declark (1997, p. 38) esclarecem:

    […] foi provado que o número é uma coisa que cada um de nós constrói de dentro de nós mesmos e não por uma transmissão social.

    Ou seja, a verdadeira compreensão do número não surge apenas da observação passiva, mas sim da vivência ativa. É essencial que as crianças se envolvam em situações concretas e tangíveis para que possam solidificar seus conhecimentos numéricos. Ao manipular objetos físicos, resolver problemas do mundo real e participar de jogos e atividades que envolvem contagem e classificação, elas estão construindo as bases sólidas sobre as quais seu entendimento numérico se desenvolverá.

    Por meio dessas experiências concretas, as crianças começam a perceber padrões, estabelecer relações e desenvolver estratégias para lidar com questões numéricas. Elas aprendem não apenas o significado dos números, mas também como usá-los de forma eficaz em diversas situações. Esse processo é fundamental para a construção de um conhecimento numérico sólido e duradouro.

    Portanto, ao apoiar o desenvolvimento numérico das crianças, é importante proporcionar-lhes oportunidades significativas de interação com o mundo numérico ao seu redor. Ao invés de simplesmente transmitir informações, devemos incentivar a exploração ativa, a experimentação e a descoberta. Somente assim as crianças poderão construir o número de dentro delas mesmas, fortalecendo não apenas suas habilidades matemáticas, mas também sua confiança e autoestima como aprendizes.

    Hoje eu trouxe para vocês o jogo “Comilão”. Ele tem como objetivo ser uma ferramenta para contribuir de forma lúdica à construção do número. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestão de Uso:

    1. Prepare duas trilhas, uma para cada jogador (veja o vídeo abaixo para compreender melhor).
    2. Na vez de cada jogador, ele joga o dado.
    3. Avança com o seu peão (sapo) a quantidade de casas correspondente ao que foi sorteado no dado. De forma lúdica, é como se indicasse a quantidade de insetos que o sapo deve comer.
    4. Ganha o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro. Aqui o sapo já estará de barriguinha cheia… Hehe!

    Agora me conta, você gostou do que viu por aqui?

    Referência Bibliográfica:

    Kamii, Constance, & Declark, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

     

    Clique no link abaixo para adquirir, com VALOR PROMOCIONAL DE LANÇAMENTO ATÉ 30/05/2024, o arquivo PDF contendo:

    • 01 trilha com números de 1 a 20;
    • 01 dado;
    • 01 peão sapo;
    • Instruções de uso.

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  • Desafio Matemático | Jogo para estimular pensamento lógico

    Desafio Matemático | Jogo para estimular pensamento lógico

    O-lá!

    Olha eu aqui mais uma vez, novamente, de novo… Rsrs! (Este é um momento que eu fico aqui imaginando vocês dizerem….Ebaaaa! Por favor, não desfaçam minhas esperanças…Rsrs!)

    Hoje quero falar sobre a importância de encorajar nossas crianças a manifestar o que pensam, um aspecto fundamental para o desenvolvimento de sua autonomia e autoconfiança. É importante estarmos cientes de que, quando incentivadas a compartilhar suas ideias e opiniões, as crianças aprendem a valorizar sua própria voz e a desenvolver habilidades de comunicação e argumentação. Como destacado por Kamii e Declark (1997, p. 81):

    Piaget formulou a hipótese de que a coordenação de pontos de vista leva à construção de autonomia.” Ou seja, ao argumentar, as crianças aprendem a organizar suas ideias, a considerar diferentes pontos de vista e a justificar suas opiniões.

    Os jogos educativos são excelentes meios para promover e incentivar as argumentações das crianças. Eles oferecem um ambiente seguro e divertido onde as crianças podem explorar ideias, testar hipóteses e expressar seus pensamentos.

    Além disso, os jogos estimulam a interação social, o que é importante para o desenvolvimento da habilidade de argumentar e defender pontos de vista. Um exemplo de jogo que pode ser utilizado para estimular a expressão de ideias e a argumentação é este que eu trouxe hoje como sugestão, o “Desafio Matemático”.

    Este jogo desafia as crianças a resolver problemas matemáticos e a justificar suas respostas. Ao jogar, as crianças são incentivadas a pensar criticamente, a desenvolver estratégias de resolução de problemas e a comunicar suas ideias de forma clara e coerente.

    Em suma, encorajar as crianças a manifestar o que pensam é essencial para o desenvolvimento de sua autonomia e habilidades de argumentação. Os jogos educativos, como o “Desafio Matemático”, são ferramentas valiosas para promover essas competências de forma lúdica e engajante. Sugestão de Uso:

    1. Coloque o tabuleiro no centro da mesa e as cartas do jogo em uma pilha, viradas com as imagens para baixo.
    2. Após, cada um na sua vez, joga o dado e avança o número de casas correspondente à quantidade sorteada.
    3. Se o jogador parar em uma casa de cor cinza, deve pegar uma carta do topo da pilha. Após responder à pergunta que consta na carta e, os demais jogadores concordarem com a resposta dada, o jogador pode avançar com o seu peão até a próxima casa que tem a mesma cor indicada na carta que ele pegou. Ganha o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro.

    É isso! Espero que este jogo promova muitas trocas de ideias. Um abraço e até o próximo jogo!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 32 cartas;
    • 04 peões;
    • 01 dado;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Totemática | Jogo de Matemática para adição números até 10

    Totemática | Jogo de Matemática para adição números até 10

    O-lá!

    Hoje vamos falar um assunto superinteressante: como as crianças aprendem sobre números! Gostou?

    Bom, primeiro é importante entender que aprender sobre números não é apenas decorar símbolos; vai muito além disso! O legal é que há várias maneiras de construir o entendimento dos números de forma lúdica, integrada tanto ao cotidiano em casa quanto às atividades na escola. Quer saber como? Então, vamos lá!

    No cotidiano escolar, atividades como a “Hora do Calendário” são perfeitas para aprender números. As crianças podem ajudar a marcar o dia, o mês e o ano, e contar quantos dias faltam para um evento especial.

    Em casa, podemos aproveitar momentos simples como a hora do lanche para aprender sobre números. Ao dividir uma fruta em partes iguais, podemos perguntar: “Quantas partes temos agora?”. Ou, durante a arrumação dos brinquedos, podemos incentivar a contagem: “Quantos carrinhos você guardou na caixa?”.

    Até mesmo na hora de cozinhar, as crianças podem participar e aprender. Medir ingredientes ou contar quantos tomates serão colocados na salada são maneiras práticas de envolver a criança na compreensão dos números e quantidades.

    Ah, e não podemos esquecer das brincadeiras que envolvem padrões numéricos, como organizar objetos em sequências ou identificar repetições. Isso ajuda as crianças a entenderem as estruturas dos números, tais como “maior que”, “menor que” e “igual a”.

    Com base no que foi dito até agora, fica claro que as crianças aprendem através de suas experiências e interações com o mundo ao seu redor, não é mesmo? Por isso, é importante oferecer uma variedade de brincadeiras e desafios diferentes para que elas possam explorar e compreender os números de uma forma que faça sentido para elas! Aqui no site, temos uma boa variedade de jogos que vocês podem explorar, e muitos deles são gratuitos. Um exemplo é o jogo que estou sugerindo hoje. Ele  estará gratuito até o dia 15/03/2024 (aproveiteee!).

    O conhecimento [na perspectiva da Epistemologia Genética] é visto como algo a ser construído pelo sujeito aluno, no contexto de suas interações (relações) com outras pessoas ou objetos […]” (DORNELES e MACEDO, 1994, p. 5-6 apud MACEDO; PETTY e PASSOS, 2000, p. 25, grifo do autor).

    O que os autores estão reforçando é a importância das experiências e interações das crianças com o mundo ao seu redor na construção do conhecimento.

    Sendo assim, vamos logo saber como utilizar o jogo Totemática? Ele pode contribuir com o que foi dito até agora. 😉

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque os totens no tabuleiro, nos espaços designados que estão em branco. 
    2. Na vez de cada criança, ela joga o dado e procura no tabuleiro um quadro que corresponda à cor sorteada no dado.
    3. A criança encontra o cálculo matemático no quadro escolhido e tenta resolvê-lo. Determine se quer que as crianças resolvam o cálculo verbalmente ou escrevendo a resposta.
    4. Após resolver o cálculo corretamente, ela pega o totem correspondente ao quadro.
    5. O jogo pode terminar de duas maneiras: Variedade de Cores: Um jogador ganha ao coletar três totens de cores diferentes, por exemplo, um vermelho, um laranja e um azul. Mesma Cor: Um jogador ganha ao coletar três totens da mesma cor, por exemplo, três vermelhos.

    Bom, é isso! Espero que você tenha gostado de aprender um pouquinho mais sobre como as crianças constroem o entendimento sobre números e, também, do jogo que eu deixei como sugestão. Se tiver alguma dúvida ou quiser compartilhar alguma experiência, é só me contar!

    Um abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 02 tabuleiros;
    • 24 fichas;
    • 20 peões;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Experimente deixar as crianças participarem do recorte e montagem 😉

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

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  • Domiformas | Jogo de matemática: formas geométricas

    Domiformas | Jogo de matemática: formas geométricas

    O-lá!

    Você já sabe que as experiências que passamos ao longo da vida desempenham um papel fundamental na formação das percepções e compreensões que temos do mundo, não é mesmo? O que vivenciamos e aprendemos hoje irá influenciar no nosso aprendizado futuro. Portanto, toda vivência na vida de uma criança é como uma peça valiosa de um quebra-cabeça que se encaixa em sua mente, complementando as experiências que já estão lá.

    Cada experiência que temos é introduzida na mente e ajustada às experiências que lá já existem. (SIMONS, 2003, p. 33)

    Isso significa que, à medida que uma criança acumula vivências, ela enriquece seu repertório e adquire uma base sólida para enfrentar desafios e situações novas no futuro. Cada novo aprendizado não é apenas uma adição isolada, mas sim uma contribuição valiosa para um todo interconectado. Portanto, é fundamental fornecer oportunidades ricas e diversas para que as crianças construam seu quebra-cabeça de experiências, promovendo um desenvolvimento saudável e adaptativo ao longo de suas vidas.

    O jogo que trouxe hoje como sugestão, o “Domiformas”, contribui para que a criança aprenda a diferenciar as formas geométricas, estimule a atenção, a percepção, o pensamento lógico e enriqueça o vocabulário. Certo? Muito bem, e qual a importância que esses conhecimentos podem ter mais adiante na vida das crianças?

    Um exemplo, quando as crianças aprendem sobre formas geométricas, estão adquirindo uma compreensão fundamental de conceitos espaciais e matemáticos que são essenciais em muitos aspectos da vida. As formas geométricas estão presentes em todos os lugares ao nosso redor, desde edifícios até objetos do cotidiano. Ensinar as crianças a identificar essas formas ajuda a tornar o mundo mais compreensível e permite que elas vejam a matemática em ação no mundo real. Além também de servir para as crianças usarem essas formas como base para criar desenhos, esculturas e projetos artísticos, explorando sua imaginação e habilidades artísticas. À medida que as crianças progridem em sua educação, o conhecimento sobre formas geométricas se torna uma base para conceitos mais avançados, como geometria, trigonometria e álgebra.

    Ufa! Viu só?! E você achando que eu estava só compartilhando um jogo de dominó … Rsrs! Vamos a explicação do jogo?

    Sugestão de Uso:

    Distribua as peças igualmente entre os jogadores.

    Se sobrar, reserve para uma eventual “compra”.

    Sorteie quem colocará a primeira peça no centro da mesa.

    O jogador seguinte deve colocar uma peça que seja o complemento de um dos dois lados do dominó. Ou seja, forma geométrica com seu respectivo nome. 

    Ganha o jogo quem ficar sem nenhuma peça primeiro. 

    É isso! Ah, espera, espera… Tem mais! O jogo PDF com este jogo está gratuitoooo! É um mimo pelo Dia da Criança e Dia do Professor. Gostou? Conta pra mim que eu fico muito feliz em saber.

    Um abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SIMONS, Ursula Marianne. Blocos lógicos: 150 exercícios. Curitiba: Hubertus, 2003.

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  • Olhar Atento | Jogo de matemática para ensinar formas geométricas

    Olhar Atento | Jogo de matemática para ensinar formas geométricas

    O-lá!

    Assim como os músculos do nosso corpo, o cérebro também requer estímulo, desafio e atividade regular para se manter saudável e funcionar bem. A neuroplasticidade é o conceito chave aqui, ela se refere à capacidade do cérebro de reorganizar suas conexões neurais em resposta a novas experiências, aprendizado e estímulos.

    E, segundo estudos, podemos ir muito mais longe do que imaginamos! Uhuuu!!!

    […] não devemos ser medrosos: nossa capacidade de raciocínio é, de forma geral, maior do que suspeitamos, e, quando a exercitamos comprovamos com grata surpresa que chegamos muito mais longe do que imaginávamos.  (BATLLORI, 2099, p. 10)

    Agora, imagine no que pode acontecer se a gente fortalecer o cérebro das nossas crianças desde cedo (sem excessos, óbvio)! Isso pode ter impactos significativos nas habilidades cognitivas ao longo da vida de qualquer criança. A exposição a diferentes tipos de exercícios cerebrais ajuda a desenvolver a flexibilidade mental, ou seja, a capacidade de se adaptar a diferentes situações e formas de pensamento. Isso é valioso em um mundo em constante evolução.

    Falando um pouco sobre o jogo que eu trouxe hoje como sugestão, o “Olhar Atento”, ele estimula a atenção e a percepção, com o objetivo de ampliar a capacidade de armazenamento na memória de trabalho. Essa memória permite a realização de tarefas que podem ser esquecidas em breve. Hummm… Será que essa memória é realmente tão importante, já que registra coisas que a gente esquece logo? Com certeza! Vamos dar uma olhada em alguns exemplos simples que recorremos a ela no contexto escolar:

    – Cópia do quadro: A criança lê uma frase e a registra no caderno sem precisar ficar olhando para o quadro palavra por palavra (isso após estar alfabetizada).

    – Leitura: Se a criança não retém na memória de curto prazo o que lê em um texto, como conseguirá compreender o conteúdo? Ao chegar ao final do texto, não se lembrará de nada do que leu.

    – Resolução de problemas: Para a criança resolver exercícios de matemática, ciências ou outras disciplinas requer a retenção temporária de informações relevantes, como dados do problema e passos do processo de resolução. 

    “[…] a memória de curta duração é crucial para o entendimento da linguagem oral e escrita e, também, em última análise, para o aprendizado em si.” (RIESGO, 2007, p. 275)

    É importante deixar claro que a capacidade de memorização de uma criança varia consideravelmente de acordo com vários fatores, tais como:  idade, boa noite de sono, desenvolvimento cognitivo, estado emocional, alimentação, interesse no assunto, treinamento e técnicas de memorização utilizadas. Não há um número exato de objetos que uma criança pode memorizar, pois isso depende de diversos aspectos.

    Em termos gerais, a memória de curto prazo de uma criança pode lidar com um número limitado de itens, geralmente referido como a capacidade da “memória de trabalho”. Estudos sugerem que a maioria das crianças em idade pré-escolar (3 a 5 anos) pode lembrar-se de cerca de 2 a 7 itens. A capacidade da memória de trabalho tende a aumentar à medida que a criança cresce.

    No entanto, a memória não é apenas sobre quantidade, mas também sobre como as informações são organizadas e codificadas. Técnicas como agrupamento (agrupar itens semelhantes) e repetição espaçada (revisitar informações ao longo do tempo) podem melhorar significativamente a capacidade de memorização, independentemente da idade.

    Lembre-se de que esses números são apenas estimativas e podem variar amplamente. Cada criança é única e pode ter suas próprias habilidades e limitações de memorização. Além disso, a capacidade de memorização pode ser desenvolvida e aprimorada ao longo do tempo com prática, treinamento e estratégias eficazes.

    Ai, acho que já me alonguei demais neste post, peço desculpas! É que eu acho fascinante este tema. De qualquer forma, espero que as informações que você leu por aqui tenham sido úteis.

    Agora vamos ao jogo “Olhar Atento”?

    Sugestão de Uso:

    O jogador seleciona uma cartela, observa e descreve o que vê: as formas de cada figura, cores e a sequência.

    Em seguida, você retira a cartela do campo de visão do jogador, que deve selecionar as fichas com as figuras previamente observadas na cartela e organizá-las na mesma sequência.

    Para ampliar o nível de desafio, o jogador pode optar por selecionar mais de uma cartela. Veja o vídeo para completar o entendimento 😉

    Ufa! Terminei… Hehe! Gostou?! Que tal me contar, hein?! Adoro quando vocês deixam comentários.

    Ahhhh… O jogo “Olhar Atento” estará disponível gratuitamente até amanhã (quinta-feira, dia 14/09/2023). Ou seja, aproveiteeeee!!!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

    RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtorno da memória. In: ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2007.

     

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    GRATUITO ATÉ ESTA QUINTA-FEIRA (14/09/2023)

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  • Par, Ímpar! | Jogo de matemática: identificar números pares e ímpares

    Par, Ímpar! | Jogo de matemática: identificar números pares e ímpares

    O-lá!

    O jogo que estou compartilhando hoje foi desenvolvido para atender a um pedido de uma educadora. Ela dizia que estava precisando de um jogo que trabalhasse números pares e ímpares. Espero que contribua com o trabalho de vocês também!

    Sabemos que o jogo pode auxiliar muito no desenvolvimento das crianças. É só uma questão de escolher o mais adequado para as demandas e interesses delas.

    O jogo, em seu sentido integral, é o mais eficiente meio estimulador das inteligências. […] (ANTUNES, p. 17, 1998)

    Talvez, se você que lê este texto, está iniciando o trabalho com professor, psicopedagogo… Esteja se perguntando: “Mas como escolher um bom jogo? ”. A melhor resposta que me ocorre agora é: jogue, a princípio, nos primeiros encontros, mais para conhecer a criança e criar vínculo com ela. Depois se preocupe com o conteúdo ou habilidades que precisam ser desenvolvidas. Equivocar-se nas primeiras escolhas é comum, porque não existe manual de instrução. Sabe, é um ser humano, não é uma máquina. É a própria criança que irá demonstrar o que precisa, mas é necessário estar presente e atento(a) durante o jogo.

    Agora vamos à explicação do jogo?

    Sugestão de uso:

    Comece pedindo para as crianças recortarem, montarem o seu peão (ônibus) e depois colocarem no tabuleiro no “Ponto de Ônibus”.

    Coloque as fichas em uma pilha viradas para baixo.

    Cada jogador, na sua vez, vira uma ficha da pilha.

    Se virar uma ficha com a escrita “PAR”, e o próximo número no tabuleiro for “PAR”, ele avança o seu peão.

    O mesmo deve ocorrer com as fichas em que estiver escrito “ÍMPAR”.

    Ganha o jogo quem chegar à “Escola” primeiro.

    Obs.: Você poderá escolher se prefere jogar com fichas PAR/ÍMPAR ou dado PAR/ÍMPAR. Terá estas duas opções no arquivo 😉

    É isso! Gostou do jogo? Conta para mim nos comentários 😉

    Ah, em virtude da “Semana do Brincar”, este jogo estará gratuito até sexta-feira.

    Um abraço e boa diversão!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

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    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

    Estará gratuito até o dia 26/05, ou seja, próxima sexta 😉