Autor: Solange Moll

  • Álbum de Palavras

    Álbum de Palavras

    O-lá!

    No processo de alfabetização, os erros ortográficos são uma parte natural do aprendizado. A maneira como lidamos com esses equívocos é que pode afetar positiva ou negativamente a autoconfiança e o interesse das crianças pela escrita.

    Carraher (1986) apud Zorzi (1998, p. 22) ressalta que:

    Chama a atenção para os perigos da insistência exagerada na correção ortográfica quando a criança está iniciando a aprendizagem, uma vez que dominar a escrita não se limita a saber escrever palavras corretamente.

    Essa observação é importante para entendermos que a insistência excessiva na correção pode gerar ansiedade e desmotivação.

    Uma estratégia eficaz é proporcionar às crianças oportunidades de escrever livremente e, posteriormente, revisar seus trabalhos utilizando um gabarito. Isso permite que elas identifiquem e corrijam seus próprios erros, promovendo a autoavaliação e evitando o constrangimento de serem corrigidas a todo momento. Por exemplo, após uma atividade de escrita, ofereça um gabarito com a ortografia correta das palavras utilizadas. A criança pode, então, revisar seu texto de forma independente, refletindo sobre sua hipótese de escrita. Você pode intervir de acordo com as dúvidas que surgirem.

    Além disso, é importante criar um ambiente acolhedor e encorajador, onde as crianças se sintam seguras para explorar e experimentar a escrita. Evitar a correção imediata e constante ajuda a construir um relacionamento positivo com a aprendizagem, incentivando a criatividade e a expressão pessoal.

    O Álbum de Palavras, que trago hoje, é excelente para isso. Veja abaixo a sugestão de uso:

    Sugestão de Uso:

    1. A criança escolhe uma figura.
    2. Forma a palavra conforme sua hipótese de escrita.
    3. Em seguida, confere no gabarito.

    Viu que bacana? Desta forma, trabalhamos confiança e autonomia, transformando erros em oportunidades de crescimento e aprendizado.

    Um abraço e até a próxima! 😉

    P.S. Este recurso foi desenvolvido porque recebemos muitas mensagens pedindo uma versão de “palavras” do nosso Álbum de Frases. Espero que vocês gostem. 🙂

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ZORZI, Jaime Luiz. Aprender a escrever: a apropriação do sistema ortográfico. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 25 figuras e letras;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso;

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM.

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  • Pista Matemática

    Pista Matemática

    O-lá!

    O desenvolvimento do conhecimento lógico-matemático não se limita apenas à habilidade de contar ou resolver operações matemáticas simples, mas abrange a capacidade de pensamento lógico, resolução de problemas e a habilidade de compreender e manipular conceitos matemáticos de forma mais ampla.

    A interação social desempenha um papel fundamental nesse processo. Como apontam Kamii e DeClark (1997, p. 173):

    Interação social é valorizada na abordagem piagetiana por causa da sua importância para a construção do conhecimento lógico-matemático. De acordo com Piaget, a confrontação de pontos de vista leva a criança a descentrar e frequentemente resulta num nível maior de coordenação (concentração).

    Ou seja, quando as crianças interagem umas com as outras, elas têm a oportunidade de compartilhar diferentes perspectivas e soluções, o que enriquece seu entendimento e promove um aprendizado mais profundo.

    Os jogos educativos são ferramentas poderosas para facilitar esse tipo de interação e aprendizagem. Jogos de tabuleiro, cartas e outros jogos didáticos criam um ambiente lúdico onde as crianças podem explorar conceitos matemáticos de maneira divertida e envolvente. Eles incentivam a cooperação, a competição saudável e a troca de ideias, fatores que são essenciais para o desenvolvimento cognitivo.

    Além disso, os jogos permitem que as crianças aprendam no seu próprio ritmo e façam descobertas por si mesmas. Eles proporcionam uma experiência prática e concreta, fundamental para a compreensão dos conceitos abstratos da matemática. Quando uma criança está envolvida em um jogo de matemática, ela está resolvendo problemas, tomando decisões e raciocinando logicamente, habilidades que são transferidas para outras áreas de sua vida escolar e pessoal.

    Por exemplo, jogos como “Marque a Igual”, que desenvolvemos, ajudam as crianças a entenderem direções e posições espaciais, enquanto jogos de operações matemáticas, como o “Pista Matemática”, este que eu trouxe como sugestão hoje, permitem que elas pratiquem adição e subtração de maneira divertida e interativa. Esses jogos não só reforçam o aprendizado matemático, mas também estimulam o pensamento crítico e a resolução de problemas.

    Agora vamos entender como utilizar o jogo Pista Matemática?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque o tabuleiro no centro da mesa e, as cartas, em uma pilha;
    2. Cada criança, na sua vez, vira uma carta da pilha;
    3. Coloca um marcador no resultado que ela pensa ser o correto;
    4. Após, confere no tabuleiro se o resultado está correto. Adição o carrinho deve ser levando para frente. Subtração, dar ré. 😉 (veja o vídeo para uma melhor compreensão). Se acertou, fica com a carta.
    5. Se virar uma carta que está escrito “Pare”, passa a vez;
    6. Ganha o jogo o primeiro que conquistar 3 cartas.

    É isso! Você gostou do jogo? Que tal se você utilizar, contar pra mim como foi? Eu vou amar saber.

    Para finalizar, é importante nós sabermos que os jogos educativos são ferramentas indispensáveis no desenvolvimento do conhecimento lógico-matemático das crianças. Eles tornam o aprendizado uma experiência prazerosa e eficaz, preparando as crianças para os desafios futuros com uma base sólida e bem construída.

    Um abraço e até mais!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 32 cartas;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 figura carro;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Álbum de frases

    Álbum de frases

    O-lá!

    Durante o processo de alfabetização, as crianças enfrentam diversos desafios, e um deles é a segmentação das palavras, ou seja, aprender a escrever frases e textos colocando os devidos espaços entre as palavras. Muitas vezes, elas acabam juntando palavras que deveriam estar separadas ou separando o que deveria estar junto. Essas confusões são comuns e fazem parte do aprendizado. Então, vamos entender por que isso acontece e como podemos ajudar as crianças a superarem esses desafios?

    Segundo Jaime Luiz Zorzi (1998, p. 60):

    Na escrita alfabética, a separação das palavras por meio de espaços em branco implica o conhecimento convencional da grafia das mesmas e também de alguma noção do que possa ser uma palavra.

    Isso significa que, além de aprender a grafia correta, a criança precisa desenvolver uma compreensão clara do que constitui uma palavra distinta.

    Por isso, uma habilidade fundamental no desenvolvimento da escrita é a consciência de palavras, que é a capacidade de reconhecer que as frases são compostas por unidades menores chamadas palavras. Esta habilidade é importante para que as crianças aprendam a segmentar as palavras corretamente durante a escrita e pode ser iniciada já na educação infantil, por volta dos 4,5 anos. Estudos mostram que trabalhar a consciência fonológica, incluindo a consciência de palavras, desde cedo contribui significativamente para o sucesso na alfabetização. Atividades lúdicas e interativas que envolvem rimas, canções e jogos de palavras são eficazes para promover essa habilidade nas crianças. 

    Quando a criança ainda não tem bem desenvolvida a consciência de palavras, podem ocorrer:

    • Hipersegmentação: quando a criança separa indevidamente uma palavra em partes menores. Por exemplo, a palavra “naquele” pode ser escrita como “na quele”.
    • Hiposegmentação: quando a criança escreve menos separações do que o necessário. Por exemplo, “ele estava ali” pode ser escrito como “eleestava ali”.

    Com o desenvolvimento da consciência de palavras e a prática na escrita de frases e textos, essas dúvidas são resolvidas. A leitura regular e a prática da escrita ajudam as crianças a internalizarem as regras de segmentação das palavras.

    É importante lembrar que cada “equívoco” é uma oportunidade de aprendizagem e uma parte essencial do caminho para a alfabetização completa.

    Hoje eu trouxe o jogo Álbum de Frases. Ele é interessante porque já contribui para que a criança perceba que cada palavra foi escrita em um quadro do álbum. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestão de uso:

    1. A criança escolhe uma personagem e precisa virar as demais cartas do álbum para formar uma frase coerente.
    2. Após isso, para contribuir na internalização dos espaços entre as palavras, é importante transcrever a frase para um caderno.

    Importante: O arquivo PDF com o recurso “Álbum de Frases” estará disponível gratuitamente no nosso site até esta quinta-feira (11/07/2024). Uhuuu!

    É isso! Espero que você goste!

    Um abraço e até o próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ZORZI, Jaime Luiz. Aprender a escrever: a apropriação do sistema ortográfico. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

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    • 10 personagens com possibilidade de formar diversas frases (veja o vídeo para uma melhor compreensão);
    • Instruções de uso.

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  • Descubra e Desenhe

    Descubra e Desenhe

    O-lá!

    A aprendizagem é um processo complexo que exige, claro, interesse, necessidade e vontade de aprender. No entanto, para que o aprendizado seja efetivo, é importante que o aprendiz tenha acesso a situações adequadas –  tanto internas quanto externas. A integridade do corpo e da mente, junto com uma exposição rica e organizada de estímulos, é fundamental para que a criança desenvolva habilidades cognitivas, motoras e sociais de maneira equilibrada.

    Conforme destacado por Sara Pain (1973) apud Newra Tellechea Rotta (2007, p. 115),

    […] para o estabelecimento da situação de aprendizagem, é necessário que se encontrem situações adequadas internas e externas. As primeiras relacionadas com o próprio corpo, com a integridade anatomofuncional, cognitiva com a estruturação e organização dos estímulos. Já as situações externas estão relacionadas com o campo dos estímulos.

    Nesse contexto, eu trouxe como sugestão o jogo “Descubra e Desenhe”, especialmente desenvolvido para estimular a alfabetização, atenção, percepção, coordenação motora fina e a criatividade das crianças. Este jogo proporciona uma experiência lúdica e interativa, que engaja as crianças de forma divertida enquanto elas aprendem.

    Durante o jogo, as crianças são desafiadas a prestar atenção a detalhes específicos, identificar padrões e seguir instruções. Isso melhora a capacidade de concentração e foco, habilidades essenciais para o sucesso acadêmico e pessoal. Ele também envolve tarefas que estimulam a percepção visual, como identificar diferenças entre imagens. Essas atividades ajudam a refinar as habilidades sensoriais e perceptivas, contribuindo para um desenvolvimento cognitivo mais completo.

    Ao combinar elementos que estimulam a alfabetização, atenção, percepção, coordenação motora fina e criatividade, o jogo cria um ambiente rico em estímulos que favorece o aprendizado de maneira natural e prazerosa.

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico);
    2. A criança deve observar com atenção a primeira figura na margem inferior da página;
    3. Em seguida, oriente a criança a procurar qual sílaba está escrita nesta mesma figura que está na tabela acima e escrevê-la (sobre o plástico) com uma canetinha;
    4. Repita isso com as demais figuras;
    5. Após formar a palavra, a criança deve lê-la e desenhar o objeto que formou;
    6. Após o uso, pode apagar as marcações feitas sobre o plástico com uma flanela.

    É isso! Estimular a aprendizagem de forma lúdica é essencial para o desenvolvimento integral das crianças. Você gostou do jogo?

    Um abraço e até a próxima… Hehe!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea. Dificuldades para a aprendizagem. In: ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2007.

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    • 30 páginas;
    • Instruções de uso.

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  • Risque As Expressões

    Risque As Expressões

    O-lá!

    Em uma era dominada pela tecnologia, onde computadores e celulares mediam grande parte de nossas interações, é essencial buscar formas de estabelecer uma comunicação mais pessoal, aquele olhar nos olhos e a conexão direta com quem está ao nosso lado; especialmente com nossas crianças, seres ainda no princípio do seu desenvolvimento.

    Os jogos de tabuleiro e brincadeiras são ferramentas poderosas para promover essa interação humana. Eles criam um ambiente lúdico onde as crianças podem desenvolver habilidades como autoconhecimento, empatia e autorregulação. Embora todos os jogos, em geral, já estimulem várias habilidades, aqueles que incentivam o reconhecimento e a expressão das emoções são especialmente valiosos. Eles ajudam as crianças a identificarem e compreenderem suas próprias emoções e a dos colegas, fortalecendo a comunicação emocional e a empatia.

    Celso Antunes (2003, p. 242) afirma:

    Os jogos estimuladores da percepção corporal visam alfabetizar a criança para a descoberta progressiva e funcional de seu corpo e para a exploração significativa de suas múltiplas funções.

    Um exemplo prático dessa abordagem é o jogo “Risque as Expressões”. Este jogo tem como objetivo estimular as crianças a identificarem diferentes emoções, como alegria, tristeza, surpresa, raiva e medo. Além disso, o jogo pode gerar ricas discussões durante sua execução, permitindo que as crianças compartilhem suas experiências. Essa prática não só reforça o reconhecimento das emoções, mas também desenvolve habilidades de comunicação, essenciais para o desenvolvimento da inteligência intrapessoal e interpessoal.

    Vamos ver como jogar?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque o tabuleiro no centro de uma mesa e as fichas dentro de uma sacola.
    2. Deixe um espelho à disposição das crianças.
    3. Cada criança, na sua vez, retira uma ficha da sacola. Em frente ao espelho, reproduz a expressão da ficha e, ao mesmo tempo, diz o que acha que aquela expressão pode estar representando: alegria, tristeza, raiva, surpresa, medo.
    4. Depois, procura no tabuleiro uma figura igual, risca e fica com a ficha para si.
    5. Se a criança sortear uma ficha que não tenha nenhuma expressão facial (apenas um círculo), passa a vez.
    6. Ganha o jogo quem conquistar 5 fichas primeiro.

    O arquivo PDF deste jogo estará disponível gratuitamente para download em nosso site. Aproveite essa oportunidade para incentivar o desenvolvimento emocional das crianças de forma divertida e educativa!

    Gostou do jogo? Conta para mim! Vou adorar saber a sua opinião e experiências! Cada feedback é importante para euzinha aqui continuar criando jogos que possam fazer a diferença na vida das crianças.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

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    • 36 fichas;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Bingolavras

    Bingolavras

    O-lá!

    A alfabetização é um dos pilares fundamentais na formação integral de uma criança. Não se trata apenas de ensinar a ler e a escrever, mas de abrir portas para um universo de conhecimentos, habilidades e competências que serão essenciais ao longo de toda a vida.

    Conforme Magda Soares (2003):

    Alfabetizar não é apenas ensinar a ler e a escrever, é ensinar a pensar, refletir, criticar e intervir.

    Essa visão amplia nosso entendimento sobre o papel da alfabetização na educação. Através da alfabetização, as crianças desenvolvem a capacidade de compreensão e expressão, o que lhes permite participar de forma ativa e crítica na sociedade. Esse processo é essencial não apenas para o sucesso acadêmico, mas também para a formação de indivíduos conscientes e engajados com o mundo ao seu redor.

    Além disso, a alfabetização fortalece o vínculo com a cultura e a identidade, já que a leitura e a escrita são formas de preservar e transmitir conhecimentos e valores culturais.

    Portanto, investir na alfabetização é investir no futuro das nossas crianças e, consequentemente, no futuro da nossa sociedade. É necessário garantir que todas as crianças tenham acesso a uma educação de qualidade, que valorize o processo de alfabetização como um todo, respeitando as particularidades e ritmos de aprendizagem de cada uma.

    Uma excelente maneira de contribuir para o processo de alfabetização das crianças é através de jogos educativos, como o Bingolavras, que tornam o aprendizado lúdico e atendem à necessidade das crianças de aprender de forma divertida e envolvente.

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as cartas com figuras em um saco.
    2. Cada criança deve ter sua cartela e marcadores (bolinhas de papel reciclável, pedrinhas, miçangas, botões…).
    3. Sorteie uma figura. As crianças precisam procurar e marcar, caso tenham, o nome da figura em suas cartelas.
    4. Ganha o jogo quem completar primeiro toda uma cartela.

    Este jogo não só torna o processo de aprendizagem divertido e interativo, mas também ajuda a fixar o conhecimento de uma forma lúdica e agradável.

    É isso, gente! A alfabetização, como bem ressaltou Magda Soares (2003), é um processo complexo e contínuo que requer dedicação, paciência e, acima de tudo, amor. É por meio desse processo que construímos uma base sólida para o desenvolvimento integral das nossas crianças, preparando-as para os desafios e oportunidades que encontrarão ao longo de suas vidas. Se conseguirmos deixar este processo mais lúdico, com certeza, será mais suave e as crianças levarão para a sua vida boas lembranças destes momentos.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    SOARES, Magda. Alfabetização e Letramento. São Paulo: Contexto, 2003.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 30 cartelas com palavras;
    • 24 cartas com imagens;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Maratona F-V

    Maratona F-V

    O-lá!

    Durante a jornada de alfabetização, é comum nos depararmos com um fenômeno intrigante: a troca de letras surdas x sonoras. Crianças que estão começando a se aventurar pelo universo da escrita frequentemente fazem trocas entre letras como F/ V, P/B, T/D, C /G… Essas trocas, embora possam parecer motivo de preocupação, são um sinal natural do desenvolvimento linguístico e representam uma etapa importante na hipótese alfabética da escrita.

    Como nos ensina Artur Gomes de Morais (2022, p. 15):

    As trocas (por exemplo, de P por B ou de F por V) são naturais quando as crianças alcançam uma hipótese alfabética e se devem a uma dificuldade de distinção fonológica, já que os fonemas a que essas letras se referem são muito parecidos.

    Esta fase é marcada pela tentativa da criança de mapear os sons da fala aos símbolos escritos, um processo que pode ser desafiador devido ao parecido acústico entre certos fonemas.

    Diante deste cenário, a introdução de atividades lúdicas é super importante. Jogos, brincadeiras e outras ferramentas pedagógicas divertidas podem desempenhar um papel fundamental no aprimoramento da capacidade de distinção fonológica. Por meio do lúdico, as crianças engajam de maneira mais profunda e natural, o que facilita a aprendizagem e a fixação dos fonemas de maneira correta.

    Hoje, eu trouxe como sugestão o jogo Maratona F/V, que está disponível em arquivo digital formato PDF na nossa loja. Temos outros recursos para contribuir, como por exemplo, o app Surdas x Sonoras (disponível na loja Google Play para celulares e tablets Android).

    Vamos à explicação do jogo Maratona F/V?

    Sugestão de Uso:

    1. Um jogador escolhe a “trilha do F” e usa o peão com a figura de uma formiga. O outro jogador escolhe a “trilha do V” e usa o peão com a figura de uma vaca.
    2. Organize duas pilhas de cartas. Em uma pilha, as frases devem ser completadas com palavras que começam com a letra F; na outra, com palavras que começam com V.
    3. Em sua vez, cada jogador joga o dado e pega uma carta da pilha correspondente à sua trilha. O desafio é encontrar uma palavra que complete a frase da carta, iniciando com a letra F ou V, conforme a trilha. Por exemplo, na trilha F, o jogador pode precisar completar a frase: “A prova de Paulo foi mais ______ do que ele imaginou”. Uma resposta possível seria “fácil”.
    4. Após completar a frase corretamente, o jogador avança o número de casas indicado pelo dado.
    5. Se parar em uma casa de cor laranja, o jogador deverá ficar parado uma rodada. Se parar em uma casa verde avança mais 3 casas, acelerando sua jornada.
    6. O primeiro jogador a chegar ao final de sua trilha é o vencedor!

    Dica: Para contribuir na diferenciação entre os fonemas, você pode pedir para que a criança coloque uma das mãos em torno do pescoço e fale algumas palavras que começam com V ou F. Enfatize o som inicial das palavras, exemplo: /ffffff-aca/ ou /vvvvvolume/. Ela sentirá que, ao pronunciar uma palavra que começa com o som V, há uma vibração maior na garganta em comparação com o fonema F. Esta técnica simples ajuda a criança a perceber fisicamente a diferença entre os sons, tornando o aprendizado mais interativo e eficaz. 

    Para uma melhor internalização das palavras, encoraje as crianças a escrevê-las usando letras em EVA, massinha de modelar ou até mesmo no quadro.

    Obs.: Se essas trocas de letras persistirem além do processo normal de alfabetização, é importante uma avaliação psicopedagógica.

    É isso! Gostou do jogo? Após jogar, conta pra mim como foi?

    Um abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MORAIS, Artur Gomes de. Jogos para ensinar ortografia: ludicidade e reflexão. Belo Horizonte: Autêntica, 2022.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 42 cartas com frases;
    • 01 peão/formiga;
    • 01 peão/vaca;
    • 01 dado;
    • 02 trilhas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Comilão

    Comilão

    O-lá!

    Desde os estágios iniciais da infância, as crianças exploram o mundo ao seu redor. Elas manipulam objetos, contam brinquedos e compartilham suas percepções sobre o que veem. O que nem sempre nos damos conta é que nesses momentos, elas estão internalizando conceitos numéricos de maneira intuitiva, conectando-se com a ideia fundamental de quantidade.

    Kamii e Declark (1997, p. 38) esclarecem:

    […] foi provado que o número é uma coisa que cada um de nós constrói de dentro de nós mesmos e não por uma transmissão social.

    Ou seja, a verdadeira compreensão do número não surge apenas da observação passiva, mas sim da vivência ativa. É essencial que as crianças se envolvam em situações concretas e tangíveis para que possam solidificar seus conhecimentos numéricos. Ao manipular objetos físicos, resolver problemas do mundo real e participar de jogos e atividades que envolvem contagem e classificação, elas estão construindo as bases sólidas sobre as quais seu entendimento numérico se desenvolverá.

    Por meio dessas experiências concretas, as crianças começam a perceber padrões, estabelecer relações e desenvolver estratégias para lidar com questões numéricas. Elas aprendem não apenas o significado dos números, mas também como usá-los de forma eficaz em diversas situações. Esse processo é fundamental para a construção de um conhecimento numérico sólido e duradouro.

    Portanto, ao apoiar o desenvolvimento numérico das crianças, é importante proporcionar-lhes oportunidades significativas de interação com o mundo numérico ao seu redor. Ao invés de simplesmente transmitir informações, devemos incentivar a exploração ativa, a experimentação e a descoberta. Somente assim as crianças poderão construir o número de dentro delas mesmas, fortalecendo não apenas suas habilidades matemáticas, mas também sua confiança e autoestima como aprendizes.

    Hoje eu trouxe para vocês o jogo “Comilão”. Ele tem como objetivo ser uma ferramenta para contribuir de forma lúdica à construção do número. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestão de Uso:

    1. Prepare duas trilhas, uma para cada jogador (veja o vídeo abaixo para compreender melhor).
    2. Na vez de cada jogador, ele joga o dado.
    3. Avança com o seu peão (sapo) a quantidade de casas correspondente ao que foi sorteado no dado. De forma lúdica, é como se indicasse a quantidade de insetos que o sapo deve comer.
    4. Ganha o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro. Aqui o sapo já estará de barriguinha cheia… Hehe!

    Agora me conta, você gostou do que viu por aqui?

    Referência Bibliográfica:

    Kamii, Constance, & Declark, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

     

    Clique no link abaixo para adquirir, com VALOR PROMOCIONAL DE LANÇAMENTO ATÉ 30/05/2024, o arquivo PDF contendo:

    • 01 trilha com números de 1 a 20;
    • 01 dado;
    • 01 peão sapo;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

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  • Bingossílabas

    Bingossílabas

    O-lá!

    A alfabetização é um processo complexo que se constrói sobre a base de múltiplas habilidades. Para um adulto alfabetizado, pode parecer uma tarefa simples, mas a jornada de aprendizado de uma criança é construída através de várias etapas importantes.

    Como destacado por Artur Gomes de Morais (2022, p. 77):

    Os educadores necessitam ter acesso às evidências de pesquisas que investigam como as crianças e os jovens aprendem.

    Algumas das habilidades importantes no processo de alfabetização incluem:

    • Linguagem Oral: Desenvolvimento da capacidade de comunicar e entender a linguagem falada.
    • Orientação Espacial: Habilidade de entender conceitos como em cima, embaixo, à direita e à esquerda, essencial para a orientação correta da leitura e para diferenciar letras visualmente similares (b/d/, p/q).
    • Coordenação Motora Fina: Habilidade necessária para a escrita, envolvendo o uso preciso dos músculos das mãos.
    • Organização Espacial e Sequencial: Importante para entender a ordem das letras, palavras e a disposição visual do texto.
    • Percepção Visual: Capacidade de reconhecer e diferenciar letras e outros símbolos visuais.
    • Atenção: Permite que a criança se concentre nas letras, palavras e frases durante a leitura e a escrita, facilitando o reconhecimento e a memorização.
    • Noção Temporal: Compreensão de sequências temporais, crucial para entender histórias e eventos em textos.
    • Memória de Trabalho: Capacidade de reter e manipular informações de forma breve durante tarefas cognitivas.
    • Consciência Fonológica: Habilidade de manipular conscientemente os sons da fala.

    Dentro desse contexto educativo multifacetado, o Bingossílabas emerge como uma ferramenta valiosa. Este jogo incentiva as crianças a praticarem a escuta ativa dos sons das palavras e a identificarem sílabas simples, tornando a aprendizagem uma experiência divertida e enriquecedora. Além, claro, de estimular algumas habilidades destacadas anteriormente, tais como: a orientação espacial, a atenção, a percepção, a memória de trabalho, a coordenação motora fina e a consciência fonológica. Então vamos logo saber como utilizar?

    Sugestão de uso:

    1. Coloque as cartas com figuras em um saco.
    2. Cada criança deve ter sua cartela e marcadores (bolinhas de papel reciclável, pedrinhas, miçangas, botões…).
    3. Sorteie uma figura e fale seu nome. Peça que as crianças separem a palavra em sílabas/pedaços.
    4. O círculo preenchido, localizado logo abaixo da figura, indica qual sílaba/pedaço deve ser procurado nas cartelas. Exemplo: Na carta que tem a figura de uma Berinjela, o terceiro círculo está preenchido. Isso indica que, aquele que tiver a sílaba “JE” em sua cartela, deve marcá-la.
    5. Ganha o jogo quem completar primeiro toda uma cartela.

    É isso! Gostou do que viu por aqui hoje? Vou ficar muito feliz em saber sua opinião. 

    Um abraço e até o próximo jogo… Hehe!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MORAIS, Artur Gomes de. Consciência fonológica na educação infantil e no ciclo de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2022

     

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  • Entre Nós

    Entre Nós

    O-lá!

    A inteligência emocional é uma faceta crucial do desenvolvimento infantil, influenciando desde a autoconsciência até a empatia. Nesse contexto, é essencial oferecer ferramentas que auxiliem as crianças a reconhecer e interpretar não apenas suas próprias emoções, mas também as dos outros através de sinais muitas vezes não verbais, como a linguagem corporal.

    Nosso comportamento diário é profundamente influenciado por nossas emoções, muitas vezes de maneiras que não percebemos conscientemente. A capacidade de identificar essas emoções, tanto em si mesmo quanto nos outros, é um passo fundamental para uma comunicação eficaz e para a formação de relacionamentos saudáveis. É importante cultivar essa habilidade desde cedo, proporcionando às crianças oportunidades de refletir sobre como as emoções dirigem muitas de nossas ações e decisões.

    Um aspecto particularmente interessante da comunicação é o quanto expressamos sem dizer uma única palavra.

    Se a linguagem verbal parece ser o mais importante meio de comunicação, é porque é o mais consciente, o que domina melhor o nosso eu racional e intelectual. […] Diante do olhar do outro, nosso corpo não para de falar, não deixa de se comunicar. LAPIERRE & LAPIERRE, 2010, p. 107).

    Essa citação nos lembra que, frequentemente, o nosso corpo fala antes que consigamos formular pensamentos em palavras.

    Neste contexto, atividades lúdicas e jogos educativos desempenham um papel vital. Eles oferecem um ambiente seguro e divertido onde as crianças podem aprender sobre emoções de maneira interativa e reflexiva, longe de serem lições de moral. Através desses jogos, as crianças são encorajadas a observar atentamente, ouvir e participar, aprendendo a reconhecer e respeitar as emoções expressas pelos seus colegas, mesmo que estas não sejam verbalizadas.

    Ao introduzir essas práticas em nossas vidas e na educação das crianças, estamos contribuindo para uma geração mais consciente, empática e conectada, capaz de entender e respeitar a complexidade das interações humanas.

    Então vamos à explicação do jogo ‘Entre Nós’?

    Sugestão de Uso:

    1. Organize as crianças sentadas em círculo e entregue para cada uma delas um crachá com um número.
    2. Após, distribua para cada uma das crianças, uma carta com a imagem virada para baixo.
    3. Coloque uma música. No ritmo da música, as crianças precisam passar a carta que estão segurando para o seu colega à esquerda.
    4. Após alguns instantes, pare a música. A criança, com o número maior e que ainda não leu nenhuma carta, lê em voz alta a situação, observa a expressão da personagem e sinaliza qual emoção ela pode ter sentido.
    5. Em seguida, joga o dado e, se for sorteado “E se fosse comigo”, ela deve dizer como se sentiria naquela situação. Se for sorteado “E se fosse com você”, a criança precisa sugerir um colega para responder como ele se sentiria naquela situação. A carta que foi lida deve ser retirada e a criança deve receber uma nova carta.
    6. O jogo termina quando cada criança leu, pelo menos uma vez, uma das cartas.
    7. Após o término do jogo, facilite uma discussão para que as crianças possam falar sobre o que aprenderam ou como se sentiram durante o jogo.

    Observações: Como facilitador, mantenha-se ativo e observador para garantir que todas as crianças estejam participando e seguindo as regras. Isso pode incluir ajudar as crianças a entender suas emoções e a se expressarem de maneira respeitosa e sem julgamentos. Encoraje as crianças a não apenas falar sobre suas próprias experiências, mas também a ouvir e responder às experiências dos outros. Isso pode ajudar a desenvolver a empatia e o respeito mútuo.

    Lembre-se, a jornada para desenvolvimento da inteligência emocional é contínua, e quanto mais cedo as crianças começarem a navegar por suas emoções com confiança e curiosidade, melhor equipadas estarão para a vida. Jogos como “Entre Nós” oferecem uma maneira divertida e significativa de apoiar esse desenvolvimento, incentivando a empatia e o autoconhecimento em um ambiente seguro e interativo.

    Um forte abraço e até o próximo jogo…Hehe

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LAPIERRE, Andre; LAPIERRE, Anne. O adulto diante da criança de 0 a 3 anos: psicomotricidade relacional e formação da personalidade. Curitiba: UFPR, 2010.

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