Categoria: Jogos

  • Par Perfeito

    Par Perfeito

    O-lá!

    O professor alfabetizador sabe que, para que o processo de construção da leitura e escrita seja eficaz, é essencial desenvolver habilidades além do reconhecimento das letras, não é mesmo?

    Hoje, quero destacar a importância da atenção na alfabetização. Ah, mas espere, apesar de eu estar falando sobre alfabetização, essa habilidade cognitiva é  fundamental para o processo de aprendizagem em diversas áreas do conhecimento.

    Na verdade, a atenção é um indicador-chave do desempenho acadêmico das crianças. Uma boa capacidade desta habilidade contribui para que elas filtrem distrações e se dediquem totalmente às atividades educativas, como a identificação de fonemas, a compreensão de textos ou a resolução de problemas matemáticos.

    As dificuldades de aprendizagem muitas vezes têm raízes na falta de atenção. A pesquisadora Newra Tellechea Rotta destaca que:

    O transtorno da atenção e sua relação com as dificuldades para aprendizagem constitui a principal causa que leva crianças em idade escolar à consulta neuropediátrica.  (ROTTA, 2006, p. 301).

    Diante dessa realidade, é fundamental buscar recursos educacionais que estimulem a atenção. O jogo “Par Perfeito” é uma ferramenta valiosa nesse sentido. Desenvolvido para crianças em processo de alfabetização, o jogo incorpora elementos que promovem o desenvolvimento cognitivo. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as cartas com letras embaralhadas em uma pilha.
    2. Espalhe as cartas com figuras sobre a mesa, com as imagens viradas para baixo.
    3. Um jogador deve virar uma carta da pilha de letras e observar as cores que aparecem na margem inferior. Essas cores, na mesma sequência, servem como pista para encontrar a carta com a figura cujo nome é possível escrever utilizando as letras embaralhadas.
    4. Na sua vez, cada jogador vira uma carta de figura. Se as cores e a sequência correspondem, a figura correta foi encontrada. O jogador então pode ficar com as cartas, desde que escreva o nome da figura antes.

    Variação: Você pode pedir para as crianças fazerem um palpite, ou seja, utilizando as letras disponíveis na carta escreverem o nome que acham ser o da figura, antes de virar uma carta da mesa. Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    E aí, o que achou do jogo “Par Perfeito” e das dicas que compartilhei? Adoraria saber a sua opinião! Deixe um comentário abaixo e vamos trocar ideias sobre como enriquecer o processo de alfabetização e desenvolvimento cognitivo das crianças.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ROTTA, Newra Tellechea. Transtorno da atenção: aspectos clínicos. In: ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.  

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 24 cartas com imagens;
    • 24 cartas com letras embaralhadas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail. Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM. Qualquer dúvida , entre em contato.

  • Desafio Matemático

    Desafio Matemático

    O-lá!

    Olha eu aqui mais uma vez, novamente, de novo… Rsrs! (Este é um momento que eu fico aqui imaginando vocês dizerem….Ebaaaa! Por favor, não desfaçam minhas esperanças…Rsrs!)

    Hoje quero falar sobre a importância de encorajar nossas crianças a manifestar o que pensam, um aspecto fundamental para o desenvolvimento de sua autonomia e autoconfiança. É importante estarmos cientes de que, quando incentivadas a compartilhar suas ideias e opiniões, as crianças aprendem a valorizar sua própria voz e a desenvolver habilidades de comunicação e argumentação. Como destacado por Kamii e Declark (1997, p. 81):

    Piaget formulou a hipótese de que a coordenação de pontos de vista leva à construção de autonomia.” Ou seja, ao argumentar, as crianças aprendem a organizar suas ideias, a considerar diferentes pontos de vista e a justificar suas opiniões.

    Os jogos educativos são excelentes meios para promover e incentivar as argumentações das crianças. Eles oferecem um ambiente seguro e divertido onde as crianças podem explorar ideias, testar hipóteses e expressar seus pensamentos.

    Além disso, os jogos estimulam a interação social, o que é importante para o desenvolvimento da habilidade de argumentar e defender pontos de vista. Um exemplo de jogo que pode ser utilizado para estimular a expressão de ideias e a argumentação é este que eu trouxe hoje como sugestão, o “Desafio Matemático”.

    Este jogo desafia as crianças a resolver problemas matemáticos e a justificar suas respostas. Ao jogar, as crianças são incentivadas a pensar criticamente, a desenvolver estratégias de resolução de problemas e a comunicar suas ideias de forma clara e coerente.

    Em suma, encorajar as crianças a manifestar o que pensam é essencial para o desenvolvimento de sua autonomia e habilidades de argumentação. Os jogos educativos, como o “Desafio Matemático”, são ferramentas valiosas para promover essas competências de forma lúdica e engajante. Sugestão de Uso:

    1. Coloque o tabuleiro no centro da mesa e as cartas do jogo em uma pilha, viradas com as imagens para baixo.
    2. Após, cada um na sua vez, joga o dado e avança o número de casas correspondente à quantidade sorteada.
    3. Se o jogador parar em uma casa de cor cinza, deve pegar uma carta do topo da pilha. Após responder à pergunta que consta na carta e, os demais jogadores concordarem com a resposta dada, o jogador pode avançar com o seu peão até a próxima casa que tem a mesma cor indicada na carta que ele pegou. Ganha o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro.

    É isso! Espero que este jogo promova muitas trocas de ideias. Um abraço e até o próximo jogo!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 32 cartas;
    • 04 peões;
    • 01 dado;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Alfaventura

    Alfaventura

    A apropriação da escrita ortográfica é um tema fascinante que desafia não apenas os educadores, mas também os próprios estudantes. E isso não termina nunca; estamos sempre aprendendo! Afinal, este processo é complexo e envolve muito mais do que simplesmente memorizar regras de gramática e ortografia. É uma jornada que mergulha nas profundezas da linguagem, explorando como ela se manifesta tanto na fala quanto na escrita, e como esses dois modos de expressão interagem entre si.

    Jaime Luiz Zorzi (em 1998, p. 27, grifo do autor) ofereceu uma perspectiva valiosa sobre este tema:

    […] as crianças em processo de aprendizagem da escrita, quando têm oportunidade de escrever espontaneamente ou quando entram em contato com palavras pouco familiares, se confrontam com os princípios do sistema de escrita e ‘produzem erros’. Tais erros, entendidos como ‘conflitos – obstáculos’ no processo de apropriação de escrita, se modificam e diminuem na dinâmica do próprio processo.

    Esta citação sublinha a importância de entender os erros não como falhas, mas como etapas naturais e essenciais no processo de aprendizagem.

    Aprender a escrever é, de certo modo, semelhante a aprender a tocar um instrumento musical ou a praticar um esporte. Requer prática, experimentação e, sim, a ocorrência de erros. É através dos erros que as crianças descobrem os limites e as possibilidades da linguagem escrita. Portanto, é crucial que elas sejam colocadas em dinâmicas que não apenas permitam, mas também incentivem a escrita espontânea. Um ambiente educacional que trata os erros como uma parte normal e valiosa do processo de aprendizagem favorece o desenvolvimento da escrita de forma mais orgânica e menos inibida.

    Entendendo a necessidade de abordagens que encorajem a escrita criativa e a experimentação entre os jovens aprendizes, quero apresentar uma sugestão lúdica para contribuir e instigar as crianças a produzirem textos: o jogo “Alfaventura”. Este jogo tem como objetivo envolver as crianças em atividades de escrita de maneira divertida e interativa. Através do Alfaventura, os pequenos autores (Uau!) embarcam em jornadas narrativas, onde são incentivados a criar histórias, explorar palavras novas e, claro, enfrentar e superar os “erros” de escrita de maneira construtiva. Obviamente, nesta última colocação, os educadores precisam estar atentos para favorecer esta dinâmica.

    O Alfaventura não é apenas um jogo; é uma ferramenta pedagógica que reconhece a importância da ludicidade no processo educativo. Agora, uma novidade empolgante: o jogo está disponível em arquivo PDF grátis (até 04/04/2024)!… Uhuuu!!! Vamos à explicação do jogo?

    Sugestão de Uso:

    1. Disponha as cartas sobre uma mesa, com as figuras voltadas para cima.
    2. Coloque o tabuleiro no centro da mesa e posicione os peões sobre ele, cobrindo os quadrados que contêm letras.
    3. Incentive as crianças a observar as cartas, promovendo uma leitura inicial. Deixe-as discutir entre si os “poderes mágicos” disponíveis nas cartas.
    4. Em seguida, sorteie uma criança para escolher uma carta. O “poder mágico” constante na carta escolhida poderá ser usado em uma história que ela irá escrever. A ideia é que cada criança selecione um elemento que possa enriquecer sua narrativa.
    5. Após escolher a carta com o “poder mágico” desejado, a criança deve levantar um dos peões do tabuleiro, tentando formar uma palavra com as letras que se revelam. Se conseguir formar uma palavra válida, ela fica com a carta.
    6. Por fim, cada criança escreve uma história que incorpore tanto a palavra descoberta quanto o poder mágico escolhido, utilizando-os de maneira criativa no enredo.

    Enriquecimento Educacional:

    Roda de Discussão: Após a escrita das histórias, organize uma roda de discussão onde as crianças podem compartilhar suas criações. Isso não só promove habilidades de comunicação e escuta ativa, mas também permite que elas recebam feedback construtivo de seus pares.

    Pontos de Gramática e Ortografia: Aproveite o momento de correção das histórias para perguntar se elas tiveram dúvidas na escrita de alguma palavra. Destaque e explique pontos importantes de gramática e ortografia de forma contextualizada, tornando o aprendizado mais significativo.

    As alterações realizadas visam melhorar a clareza e a correção do texto, mantendo sua intenção original de criar um ambiente de aprendizado lúdico e interativo para as crianças.

    Por fim, espero que o Alfaventura não apenas ensine as crianças a escrever, mas também as inspire a amar a escrita e a considerá-la como um meio de expressão pessoal e de desenvolvimento da criatividade.

    Um abraço e até a próxima semana! 

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ZORZI, Jaime Luiz. Aprender a escrever: a apropriação do sistema ortográfico. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

     Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF (GRATUITO ATÉ 04/04/2024) contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 16 cartas;
    • 16 peões;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Experimente deixar as crianças participarem do recorte e da montagem do jogo.

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  • Construtor de Palavras

    Construtor de Palavras

    O-lá!

    Em um mundo em constante transformação, a educação precisa se reinventar para atender às necessidades de aprendizagem das novas gerações. A alfabetização, como base para todo o conhecimento, não é exceção. Mais do que nunca, é fundamental oferecer às crianças estímulos que despertem sua curiosidade, criatividade e capacidade de pensar de forma crítica e lógica.

    Celso Antunes (2003, p. 18) nos lembra que:

     “Os estímulos são o alimento das inteligências”.

    Essa perspectiva é essencial para entendermos que a alfabetização vai além do aprendizado de letras e palavras. Trata-se de nutrir a mente das crianças com experiências que promovam o desenvolvimento integral.

    Nesse cenário, o jogo “Construtor de Palavras” emerge como uma ferramenta valiosa no processo de alfabetização. Ele foi cuidadosamente desenvolvido para oferecer às crianças uma maneira divertida e interativa de explorar o universo das palavras. Através de desafios que combinam sílabas, formas geométricas e cores, o jogo estimula o pensamento lógico, a atenção, a percepção, e a flexibilidade cognitiva; habilidades essenciais para a construção do conhecimento. Vamos ver como usar?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as cartas desafios em uma pilha próximo ao totem do “Construtor de Palavras”;
    2. Espalhe as cartas com sílabas sobre uma mesa;
    3. Cada criança, na sua vez, vira uma carta da pilha e faz a leitura;
    4. Tenta formar uma palavra seguindo as indicações da carta;
    5. Se conseguir, fica com a carta;
    6. Se virar uma carta que tenha a figura de um animal, passa a vez;
    7. Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    É isso! Que tal formar frases ou histórias com as palavras formadas?

    Ao incorporar o “Construtor de Palavras” na jornada de alfabetização, estamos oferecendo uma nova forma de aprendizado, mais lúdica e envolvente.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

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    • 24 fichas com sílabas;
    • 24 cartas com desafios;
    • 04 cartas “ops”
    • 01 totem;
    • 01 embalagem;
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  • Bingo de Frases

    Bingo de Frases

    O-lá!

    Sabemos que, para ler, a criança precisa aprender a decodificar, associando letras a sons específicos da nossa fala. Já abordei esse assunto em outros posts. No entanto, apesar de a decodificação ser um passo importante, ela por si só não garante a compreensão de um texto.

    Como destacado pela educadora Magda Soares (2021, p. 152):

    Ler, sob a perspectiva de sua dimensão individual, é um conjunto de habilidades e conhecimentos linguísticos e psicológicos, estendendo-se desde a habilidade de decodificar palavras escritas até a capacidade de compreender textos escritos.

    Isso significa que, além de decodificar palavras, é necessário desenvolver a capacidade de compreender e interpretar textos, o que envolve habilidades linguísticas e psicológicas.

    Para fomentar o desenvolvimento dessas habilidades nas crianças em fase de alfabetização, é essencial criar atividades lúdicas e interativas que despertem o interesse pela leitura. Hoje, eu trouxe como sugestão o jogo “Bingo de Frases”, que combina diversão e aprendizado de forma eficaz (e ficou lindo, né?!).

    Sugestão de uso:

    1. Coloque as cartas com figuras em um saco;
    2. Cada criança/dupla deve ter sua cartela e marcadores (bolinhas de papel, pedrinhas, miçangas, botões…);
    3. Uma criança retira uma carta do saco e anuncia qual figura está em destaque. Todos devem verificar se possuem uma frase que inclua o nome da figura em suas cartelas para marcar. Convide uma das crianças que encontrou para ler a frase;
    4. O vencedor é quem completar primeiro toda a sua cartela.

    Esse jogo não apenas ajuda na identificação de palavras e frases, mas também promove a atenção, a memória e a interação social entre as crianças, contribuindo para uma experiência de aprendizagem rica e envolvente. As cartelas do jogo “Bingo de Frases” contêm frases curtas, perfeitas para iniciar o processo de leitura. Começar com textos breves é fundamental para preparar os pequenos leitores para desafios maiores, conduzindo-os gradualmente a leituras mais longas e complexas no futuro.

    Convido você a explorar esse jogo em casa ou na sala de aula e a compartilhar suas experiências comigo. Juntos, podemos fazer a diferença na jornada de aprendizagem das nossas crianças.

    Um abraço e até o próximo jogo 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2021.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 28 cartelas;
    • 24 cartas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso;

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  • Totemática

    Totemática

    O-lá!

    Hoje vamos falar um assunto superinteressante: como as crianças aprendem sobre números! Gostou?

    Bom, primeiro é importante entender que aprender sobre números não é apenas decorar símbolos; vai muito além disso! O legal é que há várias maneiras de construir o entendimento dos números de forma lúdica, integrada tanto ao cotidiano em casa quanto às atividades na escola. Quer saber como? Então, vamos lá!

    No cotidiano escolar, atividades como a “Hora do Calendário” são perfeitas para aprender números. As crianças podem ajudar a marcar o dia, o mês e o ano, e contar quantos dias faltam para um evento especial.

    Em casa, podemos aproveitar momentos simples como a hora do lanche para aprender sobre números. Ao dividir uma fruta em partes iguais, podemos perguntar: “Quantas partes temos agora?”. Ou, durante a arrumação dos brinquedos, podemos incentivar a contagem: “Quantos carrinhos você guardou na caixa?”.

    Até mesmo na hora de cozinhar, as crianças podem participar e aprender. Medir ingredientes ou contar quantos tomates serão colocados na salada são maneiras práticas de envolver a criança na compreensão dos números e quantidades.

    Ah, e não podemos esquecer das brincadeiras que envolvem padrões numéricos, como organizar objetos em sequências ou identificar repetições. Isso ajuda as crianças a entenderem as estruturas dos números, tais como “maior que”, “menor que” e “igual a”.

    Com base no que foi dito até agora, fica claro que as crianças aprendem através de suas experiências e interações com o mundo ao seu redor, não é mesmo? Por isso, é importante oferecer uma variedade de brincadeiras e desafios diferentes para que elas possam explorar e compreender os números de uma forma que faça sentido para elas! Aqui no site, temos uma boa variedade de jogos que vocês podem explorar, e muitos deles são gratuitos. Um exemplo é o jogo que estou sugerindo hoje. Ele  estará gratuito até o dia 15/03/2024 (aproveiteee!).

    O conhecimento [na perspectiva da Epistemologia Genética] é visto como algo a ser construído pelo sujeito aluno, no contexto de suas interações (relações) com outras pessoas ou objetos […]” (DORNELES e MACEDO, 1994, p. 5-6 apud MACEDO; PETTY e PASSOS, 2000, p. 25, grifo do autor).

    O que os autores estão reforçando é a importância das experiências e interações das crianças com o mundo ao seu redor na construção do conhecimento.

    Sendo assim, vamos logo saber como utilizar o jogo Totemática? Ele pode contribuir com o que foi dito até agora. 😉

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque os totens no tabuleiro, nos espaços designados que estão em branco. 
    2. Na vez de cada criança, ela joga o dado e procura no tabuleiro um quadro que corresponda à cor sorteada no dado.
    3. A criança encontra o cálculo matemático no quadro escolhido e tenta resolvê-lo. Determine se quer que as crianças resolvam o cálculo verbalmente ou escrevendo a resposta.
    4. Após resolver o cálculo corretamente, ela pega o totem correspondente ao quadro.
    5. O jogo pode terminar de duas maneiras: Variedade de Cores: Um jogador ganha ao coletar três totens de cores diferentes, por exemplo, um vermelho, um laranja e um azul. Mesma Cor: Um jogador ganha ao coletar três totens da mesma cor, por exemplo, três vermelhos.

    Bom, é isso! Espero que você tenha gostado de aprender um pouquinho mais sobre como as crianças constroem o entendimento sobre números e, também, do jogo que eu deixei como sugestão. Se tiver alguma dúvida ou quiser compartilhar alguma experiência, é só me contar!

    Um abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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    • 02 tabuleiros;
    • 24 fichas;
    • 20 peões;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Experimente deixar as crianças participarem do recorte e montagem 😉

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  • Tum Tum!

    Tum Tum!

    O-lá!

    A jornada da alfabetização é uma aventura fascinante e um dos pilares mais importantes nesse processo é a consciência fonológica. A consciência fonológica refere-se à habilidade de reconhecer e manipular conscientemente os sons da fala, um aspecto fundamental para o desenvolvimento da leitura e da escrita.

    Um indispensável passo no processo de alfabetização é que a criança perceba que a fala é uma cadeia sonora que é preciso dissociar dos seus significados, e ainda que é possível segmentá-la em palavras, em sílabas, em fonemas. […]  (SOARES, 2021, p. 142)

    Essa habilidade permite que as crianças reconheçam palavras que rimam, identifiquem a primeira e última letra de uma palavra, decomponham palavras em suas sílabas e sons individuais (os fonemas). Ao dominar a consciência fonológica, os pequenos leitores conseguem não apenas reconhecer sons, mas também brincar com eles, o que facilita o processo de aprendizagem e torna a leitura uma atividade divertida e envolvente.

    O desenvolvimento da consciência fonológica é crucial, pois está diretamente ligado à habilidade de codificar e decodificar palavras, um passo importante para adquirir a escrita e leitura fluente. Crianças que desenvolvem essa habilidade desde cedo tendem a ter um caminho mais suave na jornada da alfabetização.

    Para apoiar um aspecto vital da alfabetização, criamos o “Tum Tum!”, um jogo interativo e educativo que mistura cartas impressas com uma pitada de tecnologia. Destinado a desenvolver e aprimorar a consciência de sílabas de maneira divertida e envolvente. O “Tum Tum” é especialmente importante para crianças que estejam apresentando escrita pré-silábica. Nessa fase, as crianças ainda não estabeleceram uma correspondência entre os sons da fala (fonemas) e as letras ou símbolos que os representam. Elas podem usar letras, símbolos ou desenhos de forma arbitrária, sem entender que cada letra corresponde a um som específico na nossa fala. Por exemplo, escrever  “MKLHLPQ” para representar a palavra “casa”.

    No jogo “Tum Tum!”, as crianças são convidadas a ouvir atentamente uma música de fundo suave, acompanhada por batidas de tambor distintas, o que representa uma tarefa simples, mas desafiadora, para aquelas em processo de desenvolvimento de atenção, percepção. E não é só isso! Veja mais detalhes abaixo.

    Sugestão de Uso:

    1. Espalhe as cartas com figuras viradas para baixo sobre a mesa.
    2. Coloque as cartas com QR Code em uma pilha separada.
    3. Uma criança sorteia a carta do topo da pilha de cartas com QR Code.
    4. Use a câmera do seu celular para escanear o QR Code. Ele reproduzirá um áudio com um som suave e batidas de tambor. Instrua as crianças a ouvirem atentamente e a contarem o número de batidas de tambor. Elas podem marcar na carta o número de batidas percebidas.
    5. Depois de ouvirem e identificarem o número de batidas (por exemplo, duas batidas), cada criança, em sua vez, vira uma carta com figura. A criança deve encontrar uma figura cujo nome tenha o mesmo número de sílabas correspondente ao número de batidas ouvidas. Por exemplo, se ouviu duas batidas, deve procurar uma palavra como “LOBO” (que tem duas sílabas).
    6. A criança que encontrar a correspondência correta fica com a carta virada.
    7. O jogo continua até que todas as cartas sejam viradas. Ganha o jogo quem conquistar o maior número de cartas.
    8. Para finalizar, que tal escrever o nome do animal com letras de EVA, fichas ou massinha de modelar? Vai ser Show!!!

    Nota: Para utilizar o QR Code e acessar o áudio com as batidas de tambor, é necessário estar conectado à internet.

    É isso! “Tum Tum” é uma ferramenta de aprendizado que traz a música e a linguagem juntas, facilitando o caminho para uma leitura fluente e prazerosa. Convido você a embarcar na jornada da leitura e da sonoridade com “Tum Tum”, oferecendo às crianças a oportunidade de explorar e se envolver com a consciência fonológica, passo a passo, batida por batida, sílaba por sílaba.”

    Então, preparado(a)? Vamos jogar?

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2021.

     

     

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    • 16 cartas com figuras;
    • 16 cartas com QR codes;
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  • Rebuliço

    Rebuliço

    O-lá!

    O jogo “Rebuliço”, que eu trouxe hoje como sugestão, traz enigmas figurados que consiste em exprimir palavras por meio de figuras e sinais.

    Eu não sei se você sabe, maaas enigmas exigem raciocínio lógico, habilidades de observação, associação de ideias e estimulam áreas cerebrais responsáveis pelo pensamento crítico e resolução de problemas. Quando integrados ao processo de alfabetização, esses jogos tornam-se uma maneira lúdica e envolvente de aprender a linguagem escrita.

    Além disso, jogos de enigmas, geralmente, promovem a interação entre as crianças, estimulando a colaboração e o trabalho em equipe. Ao compartilhar ideias e estratégias para desvendar os enigmas, as crianças desenvolvem habilidades sociais e emocionais essenciais. Essa interação não apenas fortalece os laços entre os alunos, mas também contribui para a construção de um ambiente de aprendizado positivo.

    Os jogos acabam por ajudar a criar zonas de desenvolvimento proximal (distância entre o que as crianças conseguem fazer de forma autônoma e o que consegue fazer com a ajuda de um adulto ou companheiro mais capaz),[…] (MORAIS e ALMEIDA, 2022, p.36, grifo do autor)

    É importante destacar que a ludicidade presente nos jogos não apenas torna o processo de alfabetização mais atrativo, mas também cria memórias afetivas associadas à aprendizagem. Essas experiências positivas contribuem para a formação de uma atitude positiva em relação à leitura e escrita, elementos essenciais para o desenvolvimento contínuo das habilidades linguísticas. Tudooooo de bom, né?!

    Agora vamos ver como utilizar o “Rebuliço”!

    Sugestão de Uso:

    Deixe à disposição das crianças letras em EVA ou fichas com o alfabeto.

    Sorteie uma carta com figura. Após, pegue uma página que tenha o mesmo número da carta.

    Diga para as crianças que para elas descobrirem o nome da figura, que consta na carta que você sorteou, é preciso que elas observem as imagens e sinais da página.   

    Caso elas não apresentem nenhuma ideia de como resolver o enigma, peça que escrevam, com as letras em EVA, o nome da primeira figura. Após, questione-as o que o sinal de “menos” e a sílaba após dele pode estar sugerindo.

    Assim você deve ir mediando até que as crianças descubram o enigma, ou seja, o nome da figura.

    Só então você revela a carta com a figura.

    É isso! O jogo “Rebuliço” proporciona às crianças um espaço para explorar, criar e aprender de forma colaborativa. Gostou?!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    MORAIS, Artur Gomes; ALMEIDA, Tarciana Pereira da Silva. Jogos para ensinar ortografia: ludicidade e reflexão. Belo Horizonte: Autêntica, 2022.

     

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    • 24 cartas;
    • 24 páginas com enigmas;
    • 01 embalagem;
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  • Missão Literária

    Missão Literária

    O-lá!

    A escola desempenha um papel fundamental na construção dos alicerces do conhecimento e habilidades que acompanharão as crianças ao longo de suas vidas. Nesse contexto, a promoção da leitura e escrita de diversos gêneros textuais emerge como um elemento fundamental para o desenvolvimento integral das crianças. Como Magda Soares (2022, p. 254) destaca:

    O desafio para as escolas reside em criar situações que se aproximem ao máximo das interações reais que envolvem a escrita, proporcionando às crianças a oportunidade de produzirem textos com propósito, direcionados a públicos específicos.

    Neste contexto, é essencial compreender que tudo que nos rodeia e nos passa informação, de uma maneira ou de outra, pode ser considerado um veículo de letramento. É de suma importância criar situações de aprendizado que reproduzam, na medida do possível, os contextos sociais nos quais a escrita é inserida para além dos muros escolares. Isso implica não apenas ensinar a mecânica da escrita (codificar e decodificar), mas em proporcionar experiências que permitam às crianças expressar suas ideias, opiniões e emoções de maneira autêntica. Ao produzir textos com um propósito específico, dirigidos a determinados leitores, as crianças não apenas desenvolvem suas habilidades de escrita, mas também compreendem a função social e comunicativa da linguagem escrita.

    E é justamente com o objetivo de contribuir para que a criança tenha uma experiência com diversos gêneros textuais que o jogo “Missão Literária” foi desenvolvido. Vamos ver como utilizar?

    Sugestão de uso:

    1. Coloque o tabuleiro no centro da mesa ou no chão.
    2. Entregue aos jogadores uma folha em branco e um dado.
    3. Disponibilize para cada jogador um peão, um lápis e uma borracha.
    4. Um dos jogadores deve sortear uma “carta missão” e lê-la para os demais jogadores. Caso não saibam do que se trata o gênero textual, podem ler as informações que constam nas “Dicas”.
    5. Após isso, o jogador que sorteou a missão deve dar início à escrita do texto. Enquanto ele escreve, os jogadores que estiverem à sua esquerda, cada um na sua vez, lançam o dado e avançam com os seus peões no tabuleiro o número de casas correspondente. Quando chegar a vez do jogador que estiver escrevendo, ele deve entregar o texto para o seu colega à esquerda, que deve dar continuidade ao texto. E assim sucessivamente.
    6. Se um jogador chegar ao final da trilha sem que o texto tenha sido concluído, ele deve retornar 10 casas.
    7. Portanto, ganha o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro, porém, a missão deve ter sido concluída.

    Observação: Caso haja apenas dois jogadores, talvez seja melhor determinar um tempo para cada jogador escrever antes de ocorrer a troca.

    É isso! Espero que este jogo contribua para a formação de leitores críticos e reflexivos. Afinal, sabemos que ao entrar em contato com diferentes formas de expressão escrita, as crianças aprendem a interpretar e analisar textos de maneira mais abrangente. Isso as capacita a compreender melhor o mundo ao seu redor, a questionar informações e a desenvolver um pensamento crítico desde cedo. Essa abordagem não só prepara as crianças para os desafios acadêmicos, mas também as equipa com ferramentas essenciais para enfrentar os desafios da vida adulta. E é justamente o que almejamos, não é mesmo?

    Um abraço e até o próximo jogo… Hehe!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    SOARES, Magda. Alfaletrar: toda criança pode aprender a ler e a escrever. São Paulo: Contexto, 2022.  

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 21 cartas;
    • 01 dado;
    • 04 peões;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Gêneros textuais que as crianças serão desafiadas a construir: história, história em quadrinhos, anúncio, lista, receita, mensagem, charadinha, piada, aviso, convite, mapa, notícia, música, poema, roteiro para peça de teatro. 

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta‘ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail.

    Qualquer dúvida , entre em contato.

  • Duelo Am x Ão

    Duelo Am x Ão

    O-lá!

    É um momento emocionante quando vemos nossas crianças escrevendo alfabeticamente, não é mesmo?! Sabemos que é um longo caminho de aprendizado, repleto de conquistas e desafios e, por isso, podemos comemorar o marco de ver nossas crianças dominando as letras e as palavras. No entanto, como pais e educadores, não podemos nos dar ao luxo de baixar a guarda, pois os desafios no caminho da escrita estão longe de terminar.

    Quando as crianças estão escrevendo alfabeticamente, um dos desafios que se apresentam diz respeito à ortografia. No contexto desse processo, uma das trocas mais comuns que requerem atenção é a correta utilização de “ão” e “am” no final de verbos para indicar se a ação ocorreu no passado ou acontecerá no futuro. Por exemplo, a diferença entre “viajaram” e “viajarão”. Esse é um dos muitos aspectos complexos da língua portuguesa que podem confundir as crianças em seu desenvolvimento da escrita.

    No entanto, é importante destacar que a classe gramatical das palavras pode ser reconhecida sem a necessidade de utilizar os termos da gramática convencional.

    […] É possível identificar a classe gramatical das palavras sem, no entanto, usar a terminologia da gramática tradicional. O uso de termos como ‘verbo’, ‘adjetivo’, ‘futuro’ ou ‘passado’ não deve constituir um pré-requisito para começar a aprender as regularidades morfológicas. (MORAIS, p. 112, p. 2022, grifo do autor)

    Por exemplo, em vez de explicar que “falaram” é o passado e “falarão” é o futuro, podemos ajudar as crianças a compreender essas formas por meio de exemplos práticos. Podemos mostrar que “falaram” se refere a algo que já aconteceu, como uma conversa ontem, enquanto “falarão” indica algo que acontecerá, como um evento programado para amanhã.

    Quer mais ideias para ajudar as crianças a superarem esses desafios ortográficos? A resposta pode estar nos jogos. Os jogos são uma ferramenta valiosa para o aprendizado da língua, tornando o processo divertido e envolvente. Eles podem ajudar as crianças a praticarem a ortografia de maneira lúdica e eficaz. O jogo “Duelo AM x ÃO” foi desenvolvido para isso 😉

    Essa abordagem simplificada ajuda as crianças a compreenderem a gramática sem se sentirem sobrecarregadas por jargões complexos. Conforme desenvolvem suas habilidades linguísticas, podem gradualmente incorporar os termos gramaticais tradicionais. Isso será conteúdo para outro momento porque este texto já está ficando muito longo…Rsrs!

    Por hoje, vamos à explicação do jogo Duelo AM x ÃO?

    Sugestão de uso:

    Colocar o tabuleiro sobre uma superfície plana e as cartas viradas com figuras para baixo.

    Cada jogador, na sua vez, vira uma carta da pilha e lança os dois dados. Após, marca na carta da figura, de acordo com o que for obtido no dado, “AM”, se já aconteceu, ou “ÃO”, se irá acontecer. Em seguida, avança com seu peão no tabuleiro a quantidade obtida ao jogar o dado.  

    Vence o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro.

    Para contribuir na internalização da aprendizagem sugiro escrever frases utilizando os verbos do jogo 😉

    É isso! O que você achou do jogo? E o que você leu contribuiu de alguma forma? Que tal me contar nos comentários?

    Um abraço e até outro dia!

    P.S. Este jogo foi inspirado em uma ideia contida no livro de Artur Gomes de Morais, que, inclusive, é maravilhoso. Veja na referência bibliográfica a seguir. 

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    MORAIS, Artur Gomes de. Jogos para ensinar ortografia: ludicidade e reflexão. Belo Horizonte: Autêntica, 2022.

    Arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 24 cartas;
    • 02 dados;
    • 04 peões;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso;

    Para você imprimir, montar e jogar.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a compra, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta‘ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail.

    Qualquer dúvida , entre em contato.