Categoria: Jogos

  • Aplicativo Forme Palavras

    Aplicativo Forme Palavras

    O-láaaa!

    É com muita alegria que compartilho com vocês o lançamento do nosso mais novo app: o “Forme Palavras”!

    A alfabetização é um dos processos mais importantes no desenvolvimento de uma criança, e as ferramentas que utilizamos nesse percurso podem fazer toda a diferença. Com o avanço da tecnologia, temos à nossa disposição recursos que potencializam o aprendizado de forma lúdica e interativa. O “app Forme Palavras” foi desenvolvido exatamente com esse propósito: ser uma ferramenta prática e acessível, que apoia o processo de alfabetização ao aliar tecnologia ao ensino de palavras de maneira envolvente e direta.

    Sabemos que o uso adequado de recursos digitais pode ser um grande aliado no processo educativo, despertando o interesse das crianças e oferecendo novas formas de aprender. No entanto, o aprendizado se torna mais completo quando associado a práticas essenciais, como a escrita manual, que não só desenvolve habilidades motoras, mas também ativa áreas específicas do cérebro, promovendo uma internalização mais profunda do conhecimento

    Como destacou Celso Antunes (2003, p. 18):

    Os estímulos são o alimento das inteligências. Sem esses estímulos, a criança cresce com limitações e seu desenvolvimento cerebral fica extremamente comprometido.

    Por isso, ao combinar o uso de aplicativos educativos com atividades de escrita manual, proporcionamos à criança um aprendizado mais equilibrado e eficaz.

    Sugestões de Uso:

    O app é simples e intuitivo, com dois níveis que se adaptam à progressão da criança no processo de alfabetização:

    • Nível 1: A criança forma palavras de duas ou três sílabas, proporcionando uma base sólida no reconhecimento e formação de palavras simples.
    • Nível 2: O desafio aumenta com palavras que envolvem sílabas simples e complexas, ajudando a criança a avançar de forma gradual e eficaz.

    Após jogar com o app, sugerimos um exercício complementar: peça à criança para lembrar e escrever o nome de objetos ou animais que viu no jogo. Esse exercício ajuda a reforçar a memória, o aprendizado das palavras e a prática da escrita.

    Estamos muito felizes com essa novidade e mal podemos esperar para saber o que você achou do nosso app! Ele já está disponível na Google Play Store e pode ser utilizado tanto em celulares quanto em tablets Android.

    Referência Bibliográfica:

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

     

    Clique no link abaixo para adquirir o “Aplicativo Forme Palavras” para celulares e tablets Android na loja Google Play.

    O app apresenta 120 figuras diferentes (60 em cada nível), distribuídas aleatoriamente em cada jogada, garantindo variedade e mantendo o interesse da criança.

    • Nível 1: A criança forma palavras de duas ou três sílabas simples.
    • Nível 2: O desafio aumenta com palavras que envolvem sílabas simples e complexas.

    Qualquer dúvida , entre em contato.

    Talvez você queira saber:

    O app oferece algum tipo de feedback para as crianças durante o jogo?
    Sim, o app oferece feedback visual e sonoro. Quando a criança acerta a sílaba, um círculo na parte superior da tela fica verde; se erra, o círculo fica vermelho. Além disso, a palavra correta é exibida na tela.

    Existe uma versão para iOS ou está disponível apenas para dispositivos Android?
    No momento, o app está disponível apenas para dispositivos Android. Se você gostaria de uma versão para iOS, por favor, manifeste seu interesse nos comentários abaixo.

    O “Forme Palavras” pode ser usado por crianças com necessidades educacionais especiais? Se sim, como o app atende a essas necessidades?
    Com certeza! O app foi projetado com botões grandes e utiliza imagens reais, evitando estereótipos, justamente para atender às necessidades de todas as crianças.

    O app exige conexão à internet para funcionar ou pode ser usado offline?
    Após baixar o jogo, ele pode ser usado offline.

    O pagamento do app “Forme Palavras” é único ou há uma mensalidade?
    O pagamento é único.

    Há alguma recomendação de idade ou série escolar específica para o uso do app?
    Prefiro não sugerir uma idade ou série específica. O app é indicado para qualquer criança, jovem ou adulto em processo de alfabetização. O ideal é que o profissional ou responsável assista ao vídeo e leia as informações disponíveis para verificar se o jogo é suficientemente desafiador para o aprendente.

    Se ficou com alguma dúvida, você pode deixar um comentário ou entrar em contato.

     

  • Nhac, Nhac!

    Nhac, Nhac!

    O-lá!

    A construção do conceito de número é um processo fundamental no desenvolvimento cognitivo das crianças. Um dos desafios iniciais nesse processo é ajudar a criança a compreender que os números não são apenas nomes, mas sim representações de quantidades. Como bem pontuam Bigode e Frant (2011, p. 9):

    Uma criança que conta os dedos de uma mão talvez possa pensar que 5 é o nome do último dedo que contou, e não o número total de dedos.

    Para introduzir a criança ao conceito de quantidade e relacioná-los aos números, é essencial criar atividades que utilizem materiais concretos, como blocos de montar, tampinhas de garrafa PET, ou qualquer objeto que seja de fácil manuseio para a criança.

    Outra abordagem é a utilização de jogos que reforcem a correspondência um a um. Como sugestão, eu trouxe hoje o jogo “Nhac, Nhac!” Esse tipo de atividade ajuda a solidificar a compreensão de que números representam quantidades.

    Esse processo de construção do número é fundamental para o desenvolvimento matemático da criança e estabelece as bases para um entendimento mais profundo de conceitos numéricos e matemáticos no futuro. Sem essa base bem construída, o restante do conhecimento matemático estará seriamente comprometido. Jogos que praticam a correspondência um a um, como o exemplo citado, são ferramentas poderosas nesse processo de aprendizagem.

    Então, vamos ver como utilizar o “Nhac, Nhac!”? Ah, o melhor ainda não falei… O arquivo PDF com este jogo está disponível gratuitamente. Agora é o momento em que eu, enquanto escrevo, imagino que você, ao ler, esteja sorrindo… Rsrs!

    Sugestão de Uso:
    1. Para começar o jogo, posicione e fixe as figuras de cachorros sobre uma mesa.
    2. Insira a tira de papel na boca dos cachorros, de modo que cada um esteja a seis ossinhos de distância do ossinho dourado.
    3. Em seguida, cada jogador, na sua vez, lança o dado e puxa a tira, movendo a quantidade correspondente de ossinhos.
    4. Quando um jogador puxa os ossinhos, o outro perde a mesma quantidade. O jogo continua nesse “estica e puxa” até que um dos jogadores chegue ao ossinho dourado. Esse jogador será o vencedor.

    Assista ao vídeo para compreender melhor o jogo.

    Gostou do que viu por aqui? Que tal me contar?

    Um abraço e até mais!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    BIGODE, Antonio J.L; FRANT, Janete Bolite. Matemática: soluções para dez desafios do professor. São Paulo: Ática, 2011.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • Tiras com figuras de ossinhos;
    • 02 figuras de cachorros;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM.

    Qualquer dúvida , entre em contato.

    Talvez você queira saber:

    Qual é a faixa etária recomendada para o jogo  “Nhac, Nhac!”?

    O jogo “Nhac, Nhac!” é recomendado para crianças a partir de 4 anos de idade, mas eu não gosto de indicar uma faixa etária rígida, pois depende muito dos conhecimentos prévios de cada criança. Por exemplo, se uma criança de 10 anos ainda não tiver internalizado bem o conceito de correspondência entre números e quantidades, é essencial estimular a aprendizagem para que ela possa avançar. De qualquer forma, por volta dos 4 anos, as crianças estão começando a desenvolver habilidades essenciais de contagem e começam a compreender a correspondência entre números e quantidades. Elas também têm a capacidade motora necessária para realizar as ações do jogo. Além disso, esse é um momento ideal para introduzir conceitos simples de regras e trabalhar aspectos emocionais, como a frustração e o aprendizado de lidar com a perda de maneira lúdica e positiva

    Quanto tempo, em média, leva para jogar uma partida do “Nhac, Nhac!”?

    Uma partida do “Nhac, Nhac!” geralmente leva entre 5 a 10 minutos, dependendo do ritmo das crianças. Esse tempo é suficiente para manter o interesse e a concentração das crianças.

    Como ajudar crianças com baixa tolerância à frustração a lidar com a perda durante o jogo “Nhac, Nhac!”?

    Para ajudar crianças com baixa tolerância à frustração a lidar com a perda durante o jogo “Nhac, Nhac!”, é importante criar um ambiente de jogo acolhedor e seguro, onde a ênfase esteja na diversão e no aprendizado, e não apenas no resultado final. Uma estratégia eficaz é preparar a criança antecipadamente, explicando que, em jogos, ganhar e perder fazem parte da diversão e que o mais importante é o esforço e a participação.

    Durante o jogo, elogie o esforço da criança independentemente do resultado e use a oportunidade para ensinar que todos têm chances de ganhar e perder. Se a criança demonstrar frustração, valide seus sentimentos e ofereça apoio, lembrando-a de que haverá outras oportunidades para jogar. Focar no processo, e não apenas no resultado, pode ajudar a criança a desenvolver resiliência e uma atitude mais positiva em relação à frustração e à perda.

    Se ficou com alguma dúvida, você pode deixar um comentário ou entrar em contato.

     

  • Combine os Sons

    Combine os Sons

    O-lá!

    A consciência fonológica é um dos principais alicerces para o desenvolvimento eficiente da leitura e escrita. Trata-se da habilidade de perceber, identificar e manipular os sons que compõem as palavras. É essencial para o domínio do princípio alfabético.

    O desenvolvimento da consciência fonológica inclui várias habilidades. Dentre elas estão: reconhecer rimas, segmentar palavras em sílabas, identificar sons iniciais e finais, e, também, entender que as palavras são compostas por sons menores , os fonemas.

    A importância desse desenvolvimento não pode ser subestimada. Quando as crianças compreendem que os sons da fala são representados por letras, elas dão um passo fundamental para a alfabetização. Como destacado por ADAMS et al. (2006, p. 18):

    Antes que possam ter qualquer compreensão do princípio alfabético, as crianças devem entender que aqueles sons associados às letras são precisamente os mesmos sons da fala.

    Sem essa compreensão, o aprendizado da leitura e escrita torna-se um desafio muito maior. Além disso, uma instrução adequada que fomente a consciência fonológica pode prevenir possíveis dificuldades de aprendizagem. Crianças que não desenvolvem essa habilidade de forma eficaz podem enfrentar obstáculos significativos na alfabetização, o que pode levar a frustrações e dificuldades acadêmicas persistentes que poderiam ser evitadas.

    Ao promover atividades que incentivem a consciência fonológica desde cedo, estamos preparando as crianças para um caminho mais tranquilo e eficiente na jornada da leitura e da escrita. O bacana é que podemos fazer isso de forma lúdica. O recurso “Combine os Sons” é uma ótima opção. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestões de Uso:
    1. Comece instigando a criança a descobrir qual figura está escondida.
    2. Como pista, peça para a criança dizer o nome das duas figuras que aparecem em destaque, segmentando-as em partes/sílabas. Logo abaixo de cada figura, há círculos. O círculo preenchido embaixo de cada figura indica qual parte/sílaba ela deve usar para tentar descobrir o nome da figura escondida. Por exemplo: na figura da LUVA, o primeiro círculo está preenchido; na figura do PATO, o primeiro círculo também está preenchido. Portanto, se a criança unir a sílaba LU com a sílaba PA, formará a palavra LUPA.
    3. Depois que a criança der seu palpite oralmente, revele a figura escondida.
    4. Por fim, peça para ela escrever o nome da figura. Dessa forma, você estimula primeiro a consciência fonológica e, em seguida, a prática da escrita.

    Gostou do que viu por aqui? Que tal me contar?

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ADAMS, Marilyn Jager; et al. Consciência fonológica: em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 24 desafios (veja o vídeo para entender melhor);
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

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    Talvez você queira saber:

    Quais estratégias você utilizaria para adaptar o jogo a diferentes níveis de habilidades das crianças?

    Para adaptar o jogo “Combine os Sons” a diferentes níveis de habilidades, começaria com palavras de duas sílabas, focando na combinação de sons iniciais. Após a criança demonstrar sucesso, avançaria para sons finais e, em seguida, introduziria palavras com três sílabas ou mais, trabalhando a percepção dos sons mediais, que são mais complexos de serem identificados. Essa abordagem gradual não só desenvolve a confiança da criança, mas também aprimora a compreensão fonológica, ajustando o desafio conforme a capacidade individual. Essa progressão é essencial para garantir um aprendizado eficaz em alfabetização infantil.

    Quais desafios você encontrou ao utilizar o jogo e como os superou?

    Um dos desafios foi garantir que todas as crianças compreendessem o conceito de segmentação de sílabas. Para superar isso, comecei a usar exemplos mais simples e atividades de preparação antes de introduzir o jogo, como pedir que a criança colocasse o dedo sobre os círculos para cada emissão de uma parte/sílaba da palavra. Também brincamos de bater uma palma para cada parte/sílaba das palavras.

    Quais outras atividades poderiam complementar o uso do jogo “Combine os Sons” para fortalecer a consciência fonológica?

    Para complementar o jogo “Combine os Sons” e fortalecer a consciência fonológica, considere incluir brincadeiras com rimas, jogos de segmentação de palavras em sílabas e fonemas, e leitura de livros infantis com ênfase na sonoridade das palavras. Essas atividades, combinadas, oferecem uma abordagem integrada para o desenvolvimento fonológico infantil.

    Este jogo pode ser utilizado por adolescentes e adultos em processo de alfabetização?

    Sim, o jogo “Combine os Sons” também pode ser uma ferramenta eficaz para adolescentes e adultos em processo de alfabetização. Embora tenha sido inicialmente desenvolvido para crianças, as atividades de segmentação e manipulação de sílabas que ele promove são essenciais para qualquer pessoa que esteja em processo de alfabetização. Além disso, não há imagens infantilizadas ou estereotipadas. Isso torna o jogo uma opção versátil para trabalhar a consciência fonológica em diferentes idades, ajudando tanto crianças quanto adolescentes e adultos a fortalecerem suas habilidades de alfabetização de maneira lúdica e envolvente.

    Ficou com alguma dúvida? Deixei comentário ou entre em contato.

  • Quatro Operações

    Quatro Operações

    O-lá!

    Frequentemente, a matemática carrega uma reputação escolar marcada por experiências ruins, e isso não faz o menor sentido já que sabemos da sua relevância tanto na vida diária quanto no mundo profissional. Por isso, precisamos cada vez mais, e de preferência desde muito pequenos, proporcionar às nossas crianças experiências que possam despertar memórias afetivas com a matemática.

    Problemas aritméticos na escola devem refletir a realidade e os interesses dos alunos. Atividades que se conectam ao cotidiano deles são mais eficazes para engajar e motivar a participação ativa no processo de resolução de problemas. Ao considerar o conhecimento prévio e os contextos familiares dos alunos, podemos criar um ambiente de aprendizagem mais significativo e inclusivo.

    Além disso, há a questão da avaliação. Ai, ai…! Quantos de nós têm lembrança de ir para a escola em um dia de prova de matemática já “tremendo as canelas”… Rsrs! Esse riso é de nervoso, viu? Bom, mas isso não precisa ser assim. Afinal, não é só em uma prova que podemos verificar se a criança aprendeu ou não. Conforme Bigode e Frant (2011, p. 88):

    Para saber o que e como o aluno aprendeu, leve em conta que a avaliação eficaz se faz todos os dias, e não somente uma vez por mês. E isso se obtém observando-o e registrando o que ele faz, como faz, o que fala e o que está aprendendo.

    O jogo “Quatro Operações” foi criado com a intenção de tornar o aprendizado das quatro operações – adição, subtração, multiplicação e divisão – uma atividade divertida e relevante. Além disso, ele pode ser um excelente recurso para verificar o que a criança já está conseguindo realizar com autonomia e o que precisa de mais mediação.

    Então vamos à explicação do jogo?

    Sugestão de Uso:
    1. Coloque o tabuleiro no centro da mesa;
    2. Os jogadores devem posicionar os marcadores no início da trilha;
    3. Cada jogador, na sua vez, lança o dado;
    4. Se sortear, por exemplo, o símbolo de adição, deve pegar uma carta desafio que se encontra no envelope de adição. Após resolver o cálculo, avança com o seu peão até a casa que tem o mesmo símbolo;
    5. Ganha o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro.

    Gostou do que viu por aqui? Vou amar saber!

    Um abraço e até mais 🙂

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    BIGODE, Antonio J.L; FRANT, Janete Bolite. Matemática: soluções para dez desafios do professor. São Paulo: Ática, 2011.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 24 cartas com operações matemáticas (06 de adição, 06 de subtração, 06 de multiplicação e 06 de divisão);
    • 12 cartas em branco para que as crianças possam criar seus próprios cálculos;
    • 01 tabuleiro;
    • 04 suportes;
    • 04 peões;
    • 01 dado;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM.

    Qualquer dúvida , entre em contato.

    Talvez Você Queira Saber:

    O jogo “Quatro Operações” é indicado para qual faixa etária?

    Eu não gosto de sugerir uma idade específica porque depende muito dos conhecimentos prévios das crianças. De qualquer forma, é mais indicado a partir de 7 anos. No entanto, com crianças mais novas, você pode começar com as operações mais simples, como adição e subtração. Ah, também pode ser necessário usar material concreto, como palitos de picolé e tampinhas de garrafa PET, para ajudar nos cálculos.

    Quais habilidades, além da matemática, o jogo “Quatro Operações” desenvolve nas crianças?

    Além de contribuir para fortalecer as habilidades matemáticas, o jogo “Quatro Operações” pode promover o desenvolvimento de outras competências importantes, como o pensamento lógico, a resolução de problemas, a atenção. Através da interação com os desafios do jogo, as crianças também aprendem a lidar com erros de forma construtiva, desenvolvendo resiliência e confiança.

    O jogo “Quatro Operações” pode ser utilizado em sala de aula, atividades de reforço escolar ou atendimento psicopedagógico?

    Com certeza. Cada profissional pode utilizar e adaptar o jogo de acordo com seu campo de saber, mediando as atividades conforme as necessidades específicas dos alunos e os objetivos pedagógicos e/ou psicopedagógicos. Dessa forma, o jogo se torna uma ferramenta flexível e eficaz, atendendo a diferentes contextos educativos e promovendo um aprendizado mais personalizado.

    Se tiver outras dúvidas você pode deixar comentário ou entrar em contato 🙂

  • Rota das Emoções

    Rota das Emoções

    O-lá!

    No mundo atual, onde as distrações tecnológicas são abundantes e o tempo para interações pessoais parece cada vez mais escasso, é importante criar oportunidades para que as crianças possam se expressar.

    A comunicação aberta é essencial para que as crianças desenvolvam suas habilidades sociais, emocionais e cognitivas, e uma das maneiras mais eficazes de promover essa comunicação é através dos jogos.

    Os jogos oferecem um ambiente seguro e estruturado onde as crianças podem explorar e expressar suas emoções e pensamentos. Através do brincar, elas têm a chance de revelar aspectos de si mesmas que podem não emergir em outros contextos. Essa forma de expressão é vital para o seu desenvolvimento saudável, permitindo que aprendam a lidar com suas emoções, resolvam conflitos e desenvolvam empatia.
    Conforme destacado por Maria Lúcia Weiss (2007, p. 73):

    Todo profissional que trabalha com crianças sente que é indispensável haver um espaço e tempo para a criança brincar e assim melhor se comunicar, se revelar […].

    Esta citação reforça a importância de criar esses momentos de brincadeira, não apenas como um meio de diversão, mas como uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento integral das crianças.
    O jogo “Rota das Emoções” pode contribuir para o que foi dito nos parágrafos anteriores. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque o tabuleiro sobre uma mesa e as cartas em um saco;
    2. Cada jogador coloca seu peão no início do tabuleiro;
    3. Um dos jogadores pega uma carta do saco, lê e responde como se sentiria diante daquela situação;
    4. Após responder, coloca sua carta dentro do suporte que corresponde à emoção que ele diz ser condizente com a situação descrita na carta. Por exemplo, se ele sentiria “nojo”, deve colocar a carta no suporte escrito “nojo”. E assim por diante;
    5. Depois o jogador deve jogar o dado e avançar com seu peão o número de casas correspondente;
    6. Ganha o jogo quem primeiro chegar com seu peão ao final da trilha.

    Observação: O jogo não deve servir para julgamentos. Pode, inclusive, haver um espaço para relatar alguma situação parecida.

    Gostou do jogo? Vou amar saber.

    Um abraço e até mais!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 12. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 40 cartas;
    • 05 peões;
    • 05 suportes;
    • 01 dado;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

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  • Charadinhas

    Charadinhas

    O-lá!

    Hoje vamos falar um pouco sobre a separação frequente que é feita entre alfabetização e letramento. Topa?

    A alfabetização e o letramento são frequentemente discutidos como se fossem processos distintos. No entanto, para promover uma compreensão plena e funcional da linguagem escrita, é fundamental que esses processos sejam integrados desde o início da vida escolar das crianças.

    Conforme Magda Soares (2021, p. 144):

    A discussão de alfabetização e letramento em dois tópicos […], pode suscitar a ideia de que são componentes da introdução da criança no mundo da escrita a serem desenvolvidos separadamente. Mas não deve ser assim.

    Separar alfabetização e letramento pode resultar em uma educação fragmentada, em que as crianças desenvolvem habilidades técnicas de leitura e escrita sem entender seu uso prático e social, ou vice-versa. Por isso, é importante abordar esses processos de forma integrada. As crianças devem aprender a ler e a escrever ao mesmo tempo em que são expostas a práticas de letramento, que lhes mostram de que maneira essas habilidades são aplicadas no mundo real.

    Um ambiente de aprendizagem rico em letramento proporciona às crianças inúmeras oportunidades de interação com a linguagem escrita. Contar histórias, ler livros, escrever e-mails, mensagens, e explorar diferentes tipos de textos são atividades que não apenas ensinam a leitura e a escrita, mas também demonstram sua relevância e funcionalidade. Assim, as crianças percebem que ler e escrever não são apenas tarefas escolares, mas ferramentas essenciais para a comunicação e a expressão pessoal.

    O jogo que eu trouxe hoje, “Charadinhas”, é uma excelente forma de integrar alfabetização e letramento. As charadinhas incentivam as crianças a pensar de forma criativa e crítica, além de explorar a linguagem de uma maneira divertida e envolvente.

    Sugestão de Uso:

    Disponibilize uma tabela gabarito.

    1. Peça que a criança escolha uma carta e leia a charadinha;
    2. Ela tenta responder a charadinha. Caso ela não consiga, entregue uma pista, que é uma carta que tem o mesmo número. Na imagem, está a resposta, mas não está explícita. Ela precisa identificar e escrever o nome da figura que é condizente com a resposta;
    3. Após, confere a resposta com a pista 2 – deixada na margem inferior da carta. Ou seja, procura na tabela os números que estão nas cartas e escrevem as letras que estão nos respectivos quadros;
    4. Lê a palavra que formou.

    É isso! Gostou da ideia?

    Um abraço e até a próxima!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2021.


    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 24 cartas com charadas;
    • 24 cartas com imagens;
    • 01 gabarito;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Álbum de Palavras

    Álbum de Palavras

    O-lá!

    No processo de alfabetização, os erros ortográficos são uma parte natural do aprendizado. A maneira como lidamos com esses equívocos é que pode afetar positiva ou negativamente a autoconfiança e o interesse das crianças pela escrita.

    Carraher (1986) apud Zorzi (1998, p. 22) ressalta que:

    Chama a atenção para os perigos da insistência exagerada na correção ortográfica quando a criança está iniciando a aprendizagem, uma vez que dominar a escrita não se limita a saber escrever palavras corretamente.

    Essa observação é importante para entendermos que a insistência excessiva na correção pode gerar ansiedade e desmotivação.

    Uma estratégia eficaz é proporcionar às crianças oportunidades de escrever livremente e, posteriormente, revisar seus trabalhos utilizando um gabarito. Isso permite que elas identifiquem e corrijam seus próprios erros, promovendo a autoavaliação e evitando o constrangimento de serem corrigidas a todo momento. Por exemplo, após uma atividade de escrita, ofereça um gabarito com a ortografia correta das palavras utilizadas. A criança pode, então, revisar seu texto de forma independente, refletindo sobre sua hipótese de escrita. Você pode intervir de acordo com as dúvidas que surgirem.

    Além disso, é importante criar um ambiente acolhedor e encorajador, onde as crianças se sintam seguras para explorar e experimentar a escrita. Evitar a correção imediata e constante ajuda a construir um relacionamento positivo com a aprendizagem, incentivando a criatividade e a expressão pessoal.

    O Álbum de Palavras, que trago hoje, é excelente para isso. Veja abaixo a sugestão de uso:

    Sugestão de Uso:

    1. A criança escolhe uma figura.
    2. Forma a palavra conforme sua hipótese de escrita.
    3. Em seguida, confere no gabarito.

    Viu que bacana? Desta forma, trabalhamos confiança e autonomia, transformando erros em oportunidades de crescimento e aprendizado.

    Um abraço e até a próxima! 😉

    P.S. Este recurso foi desenvolvido porque recebemos muitas mensagens pedindo uma versão de “palavras” do nosso Álbum de Frases. Espero que vocês gostem. 🙂

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ZORZI, Jaime Luiz. Aprender a escrever: a apropriação do sistema ortográfico. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 25 figuras e letras;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso;

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM.

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  • Pista Matemática

    Pista Matemática

    O-lá!

    O desenvolvimento do conhecimento lógico-matemático não se limita apenas à habilidade de contar ou resolver operações matemáticas simples, mas abrange a capacidade de pensamento lógico, resolução de problemas e a habilidade de compreender e manipular conceitos matemáticos de forma mais ampla.

    A interação social desempenha um papel fundamental nesse processo. Como apontam Kamii e DeClark (1997, p. 173):

    Interação social é valorizada na abordagem piagetiana por causa da sua importância para a construção do conhecimento lógico-matemático. De acordo com Piaget, a confrontação de pontos de vista leva a criança a descentrar e frequentemente resulta num nível maior de coordenação (concentração).

    Ou seja, quando as crianças interagem umas com as outras, elas têm a oportunidade de compartilhar diferentes perspectivas e soluções, o que enriquece seu entendimento e promove um aprendizado mais profundo.

    Os jogos educativos são ferramentas poderosas para facilitar esse tipo de interação e aprendizagem. Jogos de tabuleiro, cartas e outros jogos didáticos criam um ambiente lúdico onde as crianças podem explorar conceitos matemáticos de maneira divertida e envolvente. Eles incentivam a cooperação, a competição saudável e a troca de ideias, fatores que são essenciais para o desenvolvimento cognitivo.

    Além disso, os jogos permitem que as crianças aprendam no seu próprio ritmo e façam descobertas por si mesmas. Eles proporcionam uma experiência prática e concreta, fundamental para a compreensão dos conceitos abstratos da matemática. Quando uma criança está envolvida em um jogo de matemática, ela está resolvendo problemas, tomando decisões e raciocinando logicamente, habilidades que são transferidas para outras áreas de sua vida escolar e pessoal.

    Por exemplo, jogos como “Marque a Igual”, que desenvolvemos, ajudam as crianças a entenderem direções e posições espaciais, enquanto jogos de operações matemáticas, como o “Pista Matemática”, este que eu trouxe como sugestão hoje, permitem que elas pratiquem adição e subtração de maneira divertida e interativa. Esses jogos não só reforçam o aprendizado matemático, mas também estimulam o pensamento crítico e a resolução de problemas.

    Agora vamos entender como utilizar o jogo Pista Matemática?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque o tabuleiro no centro da mesa e, as cartas, em uma pilha;
    2. Cada criança, na sua vez, vira uma carta da pilha;
    3. Coloca um marcador no resultado que ela pensa ser o correto;
    4. Após, confere no tabuleiro se o resultado está correto. Adição o carrinho deve ser levando para frente. Subtração, dar ré. 😉 (veja o vídeo para uma melhor compreensão). Se acertou, fica com a carta.
    5. Se virar uma carta que está escrito “Pare”, passa a vez;
    6. Ganha o jogo o primeiro que conquistar 3 cartas.

    É isso! Você gostou do jogo? Que tal se você utilizar, contar pra mim como foi? Eu vou amar saber.

    Para finalizar, é importante nós sabermos que os jogos educativos são ferramentas indispensáveis no desenvolvimento do conhecimento lógico-matemático das crianças. Eles tornam o aprendizado uma experiência prazerosa e eficaz, preparando as crianças para os desafios futuros com uma base sólida e bem construída.

    Um abraço e até mais!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 32 cartas;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 figura carro;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM.

    Qualquer dúvida , entre em contato.

     

  • Álbum de frases

    Álbum de frases

    O-lá!

    Durante o processo de alfabetização, as crianças enfrentam diversos desafios, e um deles é a segmentação das palavras, ou seja, aprender a escrever frases e textos colocando os devidos espaços entre as palavras. Muitas vezes, elas acabam juntando palavras que deveriam estar separadas ou separando o que deveria estar junto. Essas confusões são comuns e fazem parte do aprendizado. Então, vamos entender por que isso acontece e como podemos ajudar as crianças a superarem esses desafios?

    Segundo Jaime Luiz Zorzi (1998, p. 60):

    Na escrita alfabética, a separação das palavras por meio de espaços em branco implica o conhecimento convencional da grafia das mesmas e também de alguma noção do que possa ser uma palavra.

    Isso significa que, além de aprender a grafia correta, a criança precisa desenvolver uma compreensão clara do que constitui uma palavra distinta.

    Por isso, uma habilidade fundamental no desenvolvimento da escrita é a consciência de palavras, que é a capacidade de reconhecer que as frases são compostas por unidades menores chamadas palavras. Esta habilidade é importante para que as crianças aprendam a segmentar as palavras corretamente durante a escrita e pode ser iniciada já na educação infantil, por volta dos 4,5 anos. Estudos mostram que trabalhar a consciência fonológica, incluindo a consciência de palavras, desde cedo contribui significativamente para o sucesso na alfabetização. Atividades lúdicas e interativas que envolvem rimas, canções e jogos de palavras são eficazes para promover essa habilidade nas crianças. 

    Quando a criança ainda não tem bem desenvolvida a consciência de palavras, podem ocorrer:

    • Hipersegmentação: quando a criança separa indevidamente uma palavra em partes menores. Por exemplo, a palavra “naquele” pode ser escrita como “na quele”.
    • Hiposegmentação: quando a criança escreve menos separações do que o necessário. Por exemplo, “ele estava ali” pode ser escrito como “eleestava ali”.

    Com o desenvolvimento da consciência de palavras e a prática na escrita de frases e textos, essas dúvidas são resolvidas. A leitura regular e a prática da escrita ajudam as crianças a internalizarem as regras de segmentação das palavras.

    É importante lembrar que cada “equívoco” é uma oportunidade de aprendizagem e uma parte essencial do caminho para a alfabetização completa.

    Hoje eu trouxe o jogo Álbum de Frases. Ele é interessante porque já contribui para que a criança perceba que cada palavra foi escrita em um quadro do álbum. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestão de uso:

    1. A criança escolhe uma personagem e precisa virar as demais cartas do álbum para formar uma frase coerente.
    2. Após isso, para contribuir na internalização dos espaços entre as palavras, é importante transcrever a frase para um caderno.

    Importante: O arquivo PDF com o recurso “Álbum de Frases” estará disponível gratuitamente no nosso site até esta quinta-feira (11/07/2024). Uhuuu!

    É isso! Espero que você goste!

    Um abraço e até o próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ZORZI, Jaime Luiz. Aprender a escrever: a apropriação do sistema ortográfico. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 10 personagens com possibilidade de formar diversas frases (veja o vídeo para uma melhor compreensão);
    • Instruções de uso.

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  • Descubra e Desenhe

    Descubra e Desenhe

    O-lá!

    A aprendizagem é um processo complexo que exige, claro, interesse, necessidade e vontade de aprender. No entanto, para que o aprendizado seja efetivo, é importante que o aprendiz tenha acesso a situações adequadas –  tanto internas quanto externas. A integridade do corpo e da mente, junto com uma exposição rica e organizada de estímulos, é fundamental para que a criança desenvolva habilidades cognitivas, motoras e sociais de maneira equilibrada.

    Conforme destacado por Sara Pain (1973) apud Newra Tellechea Rotta (2007, p. 115),

    […] para o estabelecimento da situação de aprendizagem, é necessário que se encontrem situações adequadas internas e externas. As primeiras relacionadas com o próprio corpo, com a integridade anatomofuncional, cognitiva com a estruturação e organização dos estímulos. Já as situações externas estão relacionadas com o campo dos estímulos.

    Nesse contexto, eu trouxe como sugestão o jogo “Descubra e Desenhe”, especialmente desenvolvido para estimular a alfabetização, atenção, percepção, coordenação motora fina e a criatividade das crianças. Este jogo proporciona uma experiência lúdica e interativa, que engaja as crianças de forma divertida enquanto elas aprendem.

    Durante o jogo, as crianças são desafiadas a prestar atenção a detalhes específicos, identificar padrões e seguir instruções. Isso melhora a capacidade de concentração e foco, habilidades essenciais para o sucesso acadêmico e pessoal. Ele também envolve tarefas que estimulam a percepção visual, como identificar diferenças entre imagens. Essas atividades ajudam a refinar as habilidades sensoriais e perceptivas, contribuindo para um desenvolvimento cognitivo mais completo.

    Ao combinar elementos que estimulam a alfabetização, atenção, percepção, coordenação motora fina e criatividade, o jogo cria um ambiente rico em estímulos que favorece o aprendizado de maneira natural e prazerosa.

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico);
    2. A criança deve observar com atenção a primeira figura na margem inferior da página;
    3. Em seguida, oriente a criança a procurar qual sílaba está escrita nesta mesma figura que está na tabela acima e escrevê-la (sobre o plástico) com uma canetinha;
    4. Repita isso com as demais figuras;
    5. Após formar a palavra, a criança deve lê-la e desenhar o objeto que formou;
    6. Após o uso, pode apagar as marcações feitas sobre o plástico com uma flanela.

    É isso! Estimular a aprendizagem de forma lúdica é essencial para o desenvolvimento integral das crianças. Você gostou do jogo?

    Um abraço e até a próxima… Hehe!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea. Dificuldades para a aprendizagem. In: ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2007.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 30 páginas;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

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