Categoria: Jogos

  • Duelo Am x Ão

    Duelo Am x Ão

    O-lá!

    É um momento emocionante quando vemos nossas crianças escrevendo alfabeticamente, não é mesmo?! Sabemos que é um longo caminho de aprendizado, repleto de conquistas e desafios e, por isso, podemos comemorar o marco de ver nossas crianças dominando as letras e as palavras. No entanto, como pais e educadores, não podemos nos dar ao luxo de baixar a guarda, pois os desafios no caminho da escrita estão longe de terminar.

    Quando as crianças estão escrevendo alfabeticamente, um dos desafios que se apresentam diz respeito à ortografia. No contexto desse processo, uma das trocas mais comuns que requerem atenção é a correta utilização de “ão” e “am” no final de verbos para indicar se a ação ocorreu no passado ou acontecerá no futuro. Por exemplo, a diferença entre “viajaram” e “viajarão”. Esse é um dos muitos aspectos complexos da língua portuguesa que podem confundir as crianças em seu desenvolvimento da escrita.

    No entanto, é importante destacar que a classe gramatical das palavras pode ser reconhecida sem a necessidade de utilizar os termos da gramática convencional.

    […] É possível identificar a classe gramatical das palavras sem, no entanto, usar a terminologia da gramática tradicional. O uso de termos como ‘verbo’, ‘adjetivo’, ‘futuro’ ou ‘passado’ não deve constituir um pré-requisito para começar a aprender as regularidades morfológicas. (MORAIS, p. 112, p. 2022, grifo do autor)

    Por exemplo, em vez de explicar que “falaram” é o passado e “falarão” é o futuro, podemos ajudar as crianças a compreender essas formas por meio de exemplos práticos. Podemos mostrar que “falaram” se refere a algo que já aconteceu, como uma conversa ontem, enquanto “falarão” indica algo que acontecerá, como um evento programado para amanhã.

    Quer mais ideias para ajudar as crianças a superarem esses desafios ortográficos? A resposta pode estar nos jogos. Os jogos são uma ferramenta valiosa para o aprendizado da língua, tornando o processo divertido e envolvente. Eles podem ajudar as crianças a praticarem a ortografia de maneira lúdica e eficaz. O jogo “Duelo AM x ÃO” foi desenvolvido para isso 😉

    Essa abordagem simplificada ajuda as crianças a compreenderem a gramática sem se sentirem sobrecarregadas por jargões complexos. Conforme desenvolvem suas habilidades linguísticas, podem gradualmente incorporar os termos gramaticais tradicionais. Isso será conteúdo para outro momento porque este texto já está ficando muito longo…Rsrs!

    Por hoje, vamos à explicação do jogo Duelo AM x ÃO?

    Sugestão de uso:

    Colocar o tabuleiro sobre uma superfície plana e as cartas viradas com figuras para baixo.

    Cada jogador, na sua vez, vira uma carta da pilha e lança os dois dados. Após, marca na carta da figura, de acordo com o que for obtido no dado, “AM”, se já aconteceu, ou “ÃO”, se irá acontecer. Em seguida, avança com seu peão no tabuleiro a quantidade obtida ao jogar o dado.  

    Vence o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro.

    Para contribuir na internalização da aprendizagem sugiro escrever frases utilizando os verbos do jogo 😉

    É isso! O que você achou do jogo? E o que você leu contribuiu de alguma forma? Que tal me contar nos comentários?

    Um abraço e até outro dia!

    P.S. Este jogo foi inspirado em uma ideia contida no livro de Artur Gomes de Morais, que, inclusive, é maravilhoso. Veja na referência bibliográfica a seguir. 

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    MORAIS, Artur Gomes de. Jogos para ensinar ortografia: ludicidade e reflexão. Belo Horizonte: Autêntica, 2022.

    Arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 24 cartas;
    • 02 dados;
    • 04 peões;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso;

    Para você imprimir, montar e jogar.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

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  • Código Enigmático

    Código Enigmático

    O-lá!

    Cada fase da infância traz consigo características específicas que demandam uma abordagem pedagógica adequada. Uma das premissas para garantir o aprendizado eficaz das crianças é um bom planejamento. Inclusive, é importante colocar neste planejamento a duração média prevista de cada atividade levando em consideração a capacidade de concentração para a participação efetiva dos pequenos aprendizes.

    Dependendo da idade, e/ou nível de dificuldade que o aprendente possa apresentar, vale a pena investir em atividades de curta duração porque as crianças, desde muito cedo, demonstram uma incrível curiosidade, no entanto, sua capacidade de concentração é limitada, especialmente nos primeiros anos de vida. Sendo assim, atividades curtas são mais propensas a manter a atenção das crianças e garantir que elas estejam realmente engajadas no processo de aprendizagem.

    É importante planejar atividades curtas visando à participação efetiva da criança e seu aprendizado. Com o tempo, as crianças vão desenvolvendo a capacidade de concentração em atividades mais longas. (MAGALHÃES, 2022, p. 23)

    Outro ponto importante a ser considerado é que o aprendizado é um processo gradual. À medida que as crianças crescem e amadurecem, sua capacidade de concentração aumenta. Começam a conseguir se envolver em atividades mais longas e complexas. No entanto, essa transição ocorre de forma natural e progressiva. Portanto, é fundamental que o planejamento das atividades seja adaptado de acordo com a idade e o desenvolvimento individual de cada criança.

    Alguns benefícios desta organização:

    •  Manutenção do Interesse: Atividades curtas mantêm as crianças interessadas e motivadas, evitando o tédio e a distração;
    •  Conquistas Rápidas: Crianças têm uma grande satisfação ao concluírem tarefas. Atividades curtas permitem que elas experimentem essa sensação de realização com frequência.

    O Jogo “Código Enigmático” permite que você faça isso. Veja, são várias cartelas. Se você for utilizá-lo individualmente, não precisará apresentar todas as cartelas de uma vez. Pode, inclusive, apresentar três para a criança escolher uma e, à medida que você percebe o engajamento da criança, apresenta mais cartelas. É maravilhoso isso, não é mesmo?

    O objetivo do jogo é estimular a alfabetização, aguçar a consciência fonêmica, a atenção e o pensamento lógico. Então vamos à explicação!

    Sugestão de uso:

    Peça para a criança escolher uma cartela.

    Após, escrever os nomes das figuras.

    Depois, observar que embaixo de cada figura há círculos e que somente um deles está preenchido. Este círculo corresponde à letra (primeira, segunda, terceira, quarta) que é preciso utilizar para descobrir o “código enigmático”, que, no caso, é uma “palavra secreta”. (Assista ao vídeo!)

    A criança ainda pode completar a atividade escrevendo uma frase com a palavra que descobriu.

    É isso! Espero que você tenha gostado do que leu e viu por aqui…

    Um abraço e até o próximo jogo. Hehe!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MAGALHÃES, Luciane Manera. Oficina de Alfabetização: materiais, jogos e atividades. Curitiba: Appris, 2022.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 24 cartelas com imagens;
    • 01 gabarito;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Para você imprimir, montar e jogar.

     

  • Quebra-Sílabas

    Quebra-Sílabas

    O-lá!

    A alfabetização é um processo fundamental no desenvolvimento cognitivo e social das crianças, representando o alicerce para a construção de várias habilidades importantes ao longo de suas vidas. Por isso, precisamos utilizar meios para facilitar este processo.

    A utilização de jogos com sílabas é uma boa estratégia porque permite que as crianças descubram de forma lúdica como as sílabas podem ser combinadas para formar palavras, enriquecendo seu repertório de leitura e escrita.

    O jogo Quebra-Sílabas, que eu trouxe hoje como sugestão (apesar do nome…Rsrs), tem como objetivo proporcionar um ambiente de aprendizagem seguro e lúdico, onde as crianças possam experimentar e criar palavras. Ele pode favorecer que as crianças percebam como uma sílaba de uma palavra pode ser útil na formação em uma palavra diferente quando usada com outra sílaba. Esse processo ajuda as crianças a internalizarem as regras da linguagem escrita de maneira prática e significativa.

    Quando as crianças interagem com seus colegas em torno da linguagem escrita, elas compartilham conhecimento e experimentam novas maneiras de usar sílabas para criar palavras. Os adultos desempenham um papel mediador, fornecendo orientação, apoio e recursos necessários para que as crianças ampliem seu entendimento da linguagem escrita. Essas interações enriquecem a experiência de aprendizagem, tornando-a mais colaborativa e socialmente construída.

    As interações entre pares em torno da linguagem escrita, com o apoio e mediação de adulto, permitem desenvolver novas concepções, habilidades e competências. (ALBUQUERQUE, 2022, p. 78)

    Portanto, ao fomentar tais interações entre pares na jornada da alfabetização, contribuímos para o enriquecimento da experiência do aprendizado, promovendo a construção coletiva do conhecimento em torno da linguagem escrita.

    Agora vamos à explicação do jogo?

    Sugestão de Uso:

    Entregar para cada jogador uma carta com sílaba, uma carta martelo, uma carta em branco e uma canetinha.

    Colocar as cartas com figuras viradas para baixo em uma pilha.

    Um dos jogadores vira uma carta da pilha e todos, ao mesmo tempo, analisam se podem utilizar uma das sílabas do nome da figura junto com sua sílaba para formar uma palavra. Quem achar que pode, deve colocar sua carta martelo sobre a figura e dizer “quebra-sílabas”.

    Vence quem conseguir primeiro formar três palavras.

    Encerro por aqui, esperando que o jogo Quebra-Sílabas traga muita diversão e aprendizado para as crianças. Continue acompanhando nossas atualizações para mais dicas e ferramentas que auxiliam na jornada educativa das crianças. Até a próxima 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ALBUQUERQUE, Ana. Linguagem escrita na educação infantil: práticas pedagógicas promotoras da aprendizagem em sala de aula. In: SARGIANI, Renan (org.). Alfabetização baseada em evidências. Porto Alegre: Penso, 2022.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 32 cartas com imagens;
    • 28 fichas com sílabas;
    • 4 fichas martelo;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Para você imprimir, montar e jogar.

  • Monta Palavras

    Monta Palavras

    O-lá!

    Vamos começar hoje discutindo um pouco sobre “Princípio Alfabético”? Topa? Então, vamos lá!

    O Princípio Alfabético envolve a compreensão de que as palavras são compostas por sequências de letras que representam os sons da fala.

    Isso significa que as letras do alfabeto têm correspondências com os sons da língua falada. A criança, ao adquirir este conhecimento, associa os sons da fala (fonemas) às letras (grafemas) e, assim, consegue decodificar (ler) palavras escritas. Além disso, também consegue usar essas correspondências para codificar (escrever) suas próprias ideias e palavras na forma escrita. Em resumo, o princípio alfabético é a base para a aquisição da leitura e da escrita.

    Muito bem, e o que devemos fazer para que as crianças compreendam o princípio alfabético? Vou sugerir três ações importantes:

    – Estimular o desenvolvimento da consciência fonológica (rima, aliteração, consciência de sílabas e, principalmente, consciências fonêmica);

    – Instigar a relação fonema(som) x grafema(letra). Inclusive, é preciso que o educador esclareça às crianças que as letras representam sons da nossa fala. Ele pode demonstrar com exemplos: “Quando faço o som /ffffff/ escrevo a letra F”. O nosso aplicativo Fonema x Grafema pode contribuir!;

    – Usar ferramentas que instiguem a interação entre as crianças. Isso é importante porque promove trocas de conhecimentos entre elas. É o caso do jogo Monta Palavras (novidade de hoje).

    São ações como essas que contribuem para que as crianças compreendam o princípio alfabético. O educador precisa ser realmente parceiro nesta caminhada, estar de olhos e ouvidos antenados ao que as crianças estão pensando sobre a escrita para poder mostrar a cada uma delas a chave certa que abre a porta para o entendimento do princípio alfabético.

    […] é muito importante ter acesso à forma como as crianças escrevem e pensam a escrita, de maneira a contribuir positivamente para a aprendizagem do princípio alfabético. […] (ALBUQUERQUE, 2022, p. 82)

    Agora, falando um pouco mais sobre o jogo “Monta Palavras”, que é a novidade hoje aqui no site… Além de ser um jogo de tabuleiro que estimula a escrita de palavras, ele tem o diferencial de que a criança não precisa acertar a escrita de imediato para avançar no jogo. Isso contribui para diminuirmos o nível de frustração quando agrupamos crianças que estejam apresentando hipótese de escrita mais avançada com outras que precisam de uma mediação mais intensiva. Ou seja, na verdade, trata-se de um jogo simples, porém, incrivelmente eficaz para intervenção. A criança escreve a palavra de acordo com sua hipótese de escrita, proporcionando-nos a oportunidade de orientá-la ao longo do percurso. Bom, mas vamos ver com mais detalhes como jogar?

    Sugestão de Uso:

    Comece colocando oito cartas com figuras no suporte azul, oito no laranja e oito no vermelho.

    O tabuleiro deve ficar sobre uma superfície plana.

    A criança joga o dado. Pega uma carta do suporte que tenha a mesma cor sorteada no dado.

    Utiliza as fichas com letras para escrever o nome da figura.

    Após, avança com o seu peão no tabuleiro até a próxima casa que tenha a mesma cor sorteada no dado.

    Vence o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro.

    Obs.: Que tal experimentar deixar as crianças ajudarem no recorte e montagem do jogo?

    Na minha opinião, vai ser show!

    Ai, ai… Estou apaixonado por esse jogo! Espero que ele seja uma excelente contribuição!

    Um abraço e até mais!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ALBUQUERQUE, Ana. Linguagem escrita na educação infantil: práticas pedagógicas promotoras da aprendizagem em sala de aula. In: SARGIANI, Renan (org.). Alfabetização baseada em evidências: da ciência à sala de aula. Porto Alegre: Penso, 2022

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 24 cartas com figuras;
    • 39 fichas com letras;
    • 03 suportes;
    • 01 dado;
    • 04 peões;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Para você imprimir, montar e jogar.

  • Tô Esperto

    Tô Esperto

    O-lá!

    Conto agora ou depois que o PDF do jogo “Tô Esperto” está gratuito?! Ah, já contei…Rsrs!

    Antes de baixar o jogo vamos falar um pouco sobre neuroplasticidade? Você gosta deste tema? Se gosta, acompanhe…

    O cérebro humano é um órgão notável que continua a intrigar cientistas e pesquisadores em todo o mundo. Uma de suas características mais surpreendentes e fascinantes é a neuroplasticidade. Mas o que exatamente é a neuroplasticidade?

    Rudimar dos Santos Riesgo (2007, p.391) diz que:

    “Neuroplasticidade é a propriedade do sistema nervoso de alterar sua configuração morfológica ou funcional sob influência dinâmica do ambiente.”

    Em outras palavras, nosso cérebro tem a habilidade de se adaptar e reorganizar suas conexões neurais com base nas experiências, aprendizados e estímulos que enfrentamos ao longo da vida.

    Esse conceito desafia a visão tradicional de que o cérebro é uma estrutura estática e imutável. Em vez disso, a neuroplasticidade mostra que nosso cérebro é tipo um camaleão que vai se adaptando às tretas da vida. Ou seja, é possível que, com estímulos, ele rebole e se rearranje… Rsrs! Isso significa que, mesmo em idades avançadas, nosso cérebro ainda possui a capacidade de aprender, mudar e se adaptar. Show de bola, né?

    Existem dois tipos principais de neuroplasticidade:

    Neuroplasticidade Estrutural: Esta forma de neuroplasticidade envolve mudanças físicas na estrutura do cérebro. Isso pode incluir o crescimento de novas conexões neurais, a formação de novos neurônios (neurogênese) e a reorganização de áreas cerebrais. Por exemplo, quando aprendemos uma nova habilidade, como tocar um instrumento musical, nosso cérebro passa por mudanças estruturais para acomodar essa nova habilidade.

    Neuroplasticidade Funcional: Esse tipo de neuroplasticidade refere-se à capacidade do cérebro de reorganizar suas funções. Quando uma área do cérebro é danificada devido a lesões ou doenças, outras áreas podem assumir suas funções. Isso é particularmente importante em processos de recuperação após lesões cerebrais, onde o cérebro pode aprender a compensar a perda de função em determinadas regiões.

    A compreensão da neuroplasticidade tem implicações profundas em muitos campos, incluindo a medicina, a educação e a psicologia. Ela sugere que a recuperação após lesões cerebrais pode ser mais promissora do que se pensava anteriormente e que a educação ao longo da vida é fundamental para manter nosso cérebro saudável e adaptável.

    Além disso, a neuroplasticidade oferece esperança para aqueles que enfrentam desafios de saúde mental, como a ansiedade, a depressão e o transtorno do espectro autista (A mãe atípica 💙 que vos escreve este texto saltita com essas informações). Terapias que visam aproveitar a capacidade de reorganização do cérebro estão se tornando cada vez mais comuns e eficazes 🙏

    Em resumo, a neuroplasticidade é um fenômeno extraordinário que nos lembra da incrível capacidade de adaptação do cérebro humano. À medida que continuamos a explorar e compreender melhor esse processo, abrimos novas portas para melhorar nossa saúde mental, aprender novas habilidades e alcançar todo o potencial de nossa mente. A neuroplasticidade é uma prova viva de que nunca é tarde demais para aprender, crescer e se desenvolver. É, sem dúvida, uma das maravilhas mais notáveis do mundo da neurociência.

    Por isso o nosso trabalho na área da educação é tão importante! O jogo “Tô Esperto” que eu trouxe hoje como sugestão pode contribuir para estimular atenção, percepção, organização, orientação espacial. Vamos ver como utilizar?

    Sugestão de Uso:

    Coloque as cartas em um saco.

    Cada jogador, na sua vez, retira uma carta do saco e procura no tabuleiro formas geométricas nas posições correspondentes. Em seguida, conecta essas figuras formando um quadrado, no qual insere a inicial de seu nome (veja o vídeo!).

    Se o jogador pegar uma carta que não há mais no tabuleiro figuras correspondentes para conectar e formar um quadrado, ele passa a vez.

    O jogador que formar mais quadrados é o vencedor do jogo.

    É isso! Gostou do que leu e viu por aqui? Que tal me contar nos comentários?

    Um abraço e até o próximo jogo…Hehe!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    RIESGO, Rudimar dos Santos. Aprendizagem e situações específicas. In: ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2007.

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    • 24 cartas;
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  • Cata Sílabas

    Cata Sílabas

    O-lá!

    Os equívocos, “erros”, acontecem em qualquer aprendizado, não é mesmo? O ponto é de que maneira nos ensinaram a lidar com eles e como estamos passando isso adiante. Digo isso porque para quem trabalha com educação e, mais precisamente, com crianças que estão em processo de alfabetização (fase importantíssima para qualquer pessoa) e tem o intuito de criar um ambiente propício ao aprendizado talvez precise rever os conceitos sobre “cometer erros”. Sabe, às vezes não precisa falar nada, mas é aquele “olhar torto”, o suspiro profuuundo…

    Os erros são, na verdade, oportunidades de crescimento e, inclusive (!), no processo de construção da leitura e da escrita, precisamos encorajar as crianças a vê-los como uma etapa natural em seu caminho de aprendizado. Esta atitude ajuda a reduzir o medo do fracasso e promove a resiliência.

    Ana Albuquerque (2012, p. 77), diz que:

    “É fundamental valorizar as experiências dos alunos, incentivando a exploração dos sistemas de linguagem (oral e escrito), de forma a encorajar a participação em situações e tentativas de leitura e escrita, olhando para o erro como uma forma natural do processo de aprendizagem”.

    Diante de uma criança frustrada por cometer algum “erro” é preciso mostrar que a escrita é uma habilidade que melhora com a prática e que ela está progredindo a cada tentativa. É preciso elogiar os esforços e a coragem de tentar e, principalmente, destacar que a correção faz parte do processo de aprendizagem.

    O jogo Cata Sílabas pode ser uma boa ferramenta para que as crianças façam suas tentativas de leitura sem medo de errar. Vamos ver com mais detalhes a explicação do jogo?

    Sugestão de Uso:

    A criança sorteia uma cartela e procura no tabuleiro os números e cores indicadas. Em seguida, utiliza as sílabas que estão nos respectivos quadros para descobrir uma palavra.

    Para concluir, que tal instigar a escrita de uma frase?

    Finalizo este texto dizendo que promover uma abordagem positiva em relação aos erros é fundamental, pois eles são oportunidades de crescimento, progresso, e fazem parte do processo de aprendizagem natural.

    Um abraço e até o próximo jogo 🙂

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ALBUQUERQUE, Ana. Linguagem escrita na educação infantil: práticas pedagógicas promotoras da aprendizagem em sala de aula. In: SARGIANI, Renan (org.). Alfabetização baseada em evidências: da ciência à sala de aula. Porto Alegre: Penso, 2022

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 27 cartelas com desafios;
    • 54 cartas com sílabas;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Para você imprimir, montar e jogar.

  • Das Três, Uma

    Das Três, Uma

    O-lá!

    A fase de pré-escola e o primeiro ano de escolaridade são períodos importantes no desenvolvimento educacional das crianças, marcados por descobertas incríveis e avanços notáveis em diversas áreas do conhecimento. Um desses avanços, talvez um dos mais significativos, é a aquisição da leitura e da escrita. Embora cada criança tenha seu próprio ritmo de desenvolvimento, essa idade é frequentemente considerada ideal para introduzir os conceitos fundamentais da leitura e da escrita.

    No entanto, a aprendizagem bem-sucedida da leitura e escrita nessa fase depende de um entendimento claro do mapeamento entre a linguagem escrita e a oral. Esse processo envolve compreender de que maneira as letras se combinam para formar palavras e como essas palavras se agrupam em frases coerentes. Para alcançar esse nível de compreensão, é fundamental que as crianças desenvolvam conhecimento sobre as unidades básicas da linguagem escrita: frases, palavras e fonemas.

    “Crianças de pré-escola e de primeiro ano estão na idade ideal para aprender a ler e a escrever. Contudo, compreender o mapeamento entre a linguagem escrita e a oral depende de um claro conhecimento de frases, palavras e fonemas, porque a linguagem escrita é organizada explicitamente segundo essas unidades.” (ADAMS; et al. 2012, p. 31)

    O jogo “Das Três, Uma” contribui para que as crianças desenvolvam a consciência fonêmica, compreendam a estrutura das palavras, expandam seu vocabulário e aprimorem habilidades cognitivas importantes. Vamos ver como utilizar?

    Sugestão de Uso:

    A criança sorteia uma cartela e tem o desafio de descobrir qual das três figuras é possível escrever o nome nos quadros. Deve ser colocada uma letra em cada quadro e não pode faltar ou sobrar nenhum quadro.

    Após, pode conferir no gabarito.

    Agora é hora de encerrar este post. Deixo um abraço afetuoso e aguardo ansiosamente pelo nosso próximo encontro, valeu?! Até o próximo jogo… Hehe!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ADAMS, Marilyn Jager; et al. Consciência fonológica em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 24 cartas;
    • 01 embalagem;
    • Gabarito;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Para você imprimir, montar e jogar.

  • Fraseando

    Fraseando

    O-lá!

    A capacidade de ler e escrever é de importância fundamental para a construção de todo aprendizado subsequente. Mais especificamente, no que diz respeito à escrita, é essencial que crianças em processo de alfabetização sejam incentivadas a desenvolver suas habilidades de escrita desde tenra idade. Inicialmente, podemos atuar como escribas, ou seja, transcrever as ideias que emergem delas. Estimular a escrita nessa fase crucial não só contribui para a aquisição da linguagem escrita, mas também fomenta o pensamento crítico, a criatividade e a expressão pessoal.

    O jogo “Fraseando”, que eu trouxe hoje como sugestão, desafia as crianças a criarem frases usando palavras e imagens fornecidas. Isso incentiva a criatividade, bem como, exige que as crianças organizem suas ideias de forma coerente e gramaticalmente correta.

    À medida que as crianças se envolvem na produção de frases, elas são incentivadas a usar as palavras que já sabem e a experimentar com novas palavras e conceitos. Esse processo não apenas fortalece as regras ortográficas que já estão internalizadas, mas também destaca as áreas que requerem mais atenção e aprendizado. Os erros ortográficos que surgem durante a escrita se tornam oportunidades de ensino, onde os educadores podem intervir para corrigir e explicar as regras ortográficas relevantes.

    A produção de textos é uma fonte importante para identificação das regras ortográficas que as crianças já conhecem e das que elas ainda não conhecem. […] (Soares, 2022, p. 148)

    Promover a escrita de maneira lúdica torna esse processo mais envolvente e agradável, concorda? Vamos, então, explorar como podemos utilizar o jogo “Fraseando”.

    Sugestão de Uso:

    Comece organizando o tabuleiro em uma superfície plana.

    Cada jogador deve receber seis cartas com verbos e um peão.

    O objetivo é avançar pelo tabuleiro (usando o peão) de acordo com o número sorteado no dado.

    Quando um jogador para em uma casa, ele deve selecionar um verbo de uma de suas cartas e usá-lo para criar uma frase relacionada ao(s) nome(s) do(s) animal(is) presente(s) naquela casa.

    O vencedor é aquele que conseguir chegar ao final da trilha primeiro. 

    Encerro aqui, na expectativa de que esta sugestão tenha sido valiosa para enriquecer o processo de aprendizado das crianças.

    Um forte abraço e até o próximo jogo…Hehe!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfaletrar: toda criança pode aprender a ler e a escrever. São Paulo: Contexto, 2022.  

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 12 cartas com verbos;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • 02 peões
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Para você imprimir, montar e jogar.

  • Domiformas

    Domiformas

    O-lá!

    Você já sabe que as experiências que passamos ao longo da vida desempenham um papel fundamental na formação das percepções e compreensões que temos do mundo, não é mesmo? O que vivenciamos e aprendemos hoje irá influenciar no nosso aprendizado futuro. Portanto, toda vivência na vida de uma criança é como uma peça valiosa de um quebra-cabeça que se encaixa em sua mente, complementando as experiências que já estão lá.

    Cada experiência que temos é introduzida na mente e ajustada às experiências que lá já existem. (SIMONS, 2003, p. 33)

    Isso significa que, à medida que uma criança acumula vivências, ela enriquece seu repertório e adquire uma base sólida para enfrentar desafios e situações novas no futuro. Cada novo aprendizado não é apenas uma adição isolada, mas sim uma contribuição valiosa para um todo interconectado. Portanto, é fundamental fornecer oportunidades ricas e diversas para que as crianças construam seu quebra-cabeça de experiências, promovendo um desenvolvimento saudável e adaptativo ao longo de suas vidas.

    O jogo que trouxe hoje como sugestão, o “Domiformas”, contribui para que a criança aprenda a diferenciar as formas geométricas, estimule a atenção, a percepção, o pensamento lógico e enriqueça o vocabulário. Certo? Muito bem, e qual a importância que esses conhecimentos podem ter mais adiante na vida das crianças?

    Um exemplo, quando as crianças aprendem sobre formas geométricas, estão adquirindo uma compreensão fundamental de conceitos espaciais e matemáticos que são essenciais em muitos aspectos da vida. As formas geométricas estão presentes em todos os lugares ao nosso redor, desde edifícios até objetos do cotidiano. Ensinar as crianças a identificar essas formas ajuda a tornar o mundo mais compreensível e permite que elas vejam a matemática em ação no mundo real. Além também de servir para as crianças usarem essas formas como base para criar desenhos, esculturas e projetos artísticos, explorando sua imaginação e habilidades artísticas. À medida que as crianças progridem em sua educação, o conhecimento sobre formas geométricas se torna uma base para conceitos mais avançados, como geometria, trigonometria e álgebra.

    Ufa! Viu só?! E você achando que eu estava só compartilhando um jogo de dominó … Rsrs! Vamos a explicação do jogo?

    Sugestão de Uso:

    Distribua as peças igualmente entre os jogadores.

    Se sobrar, reserve para uma eventual “compra”.

    Sorteie quem colocará a primeira peça no centro da mesa.

    O jogador seguinte deve colocar uma peça que seja o complemento de um dos dois lados do dominó. Ou seja, forma geométrica com seu respectivo nome. 

    Ganha o jogo quem ficar sem nenhuma peça primeiro. 

    É isso! Ah, espera, espera… Tem mais! O jogo PDF com este jogo está gratuitoooo! É um mimo pelo Dia da Criança e Dia do Professor. Gostou? Conta pra mim que eu fico muito feliz em saber.

    Um abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SIMONS, Ursula Marianne. Blocos lógicos: 150 exercícios. Curitiba: Hubertus, 2003.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • 24 cartelas;
    • 01 embalagem;
    • Gabarito;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Para você imprimir, montar e jogar.

  • Conte pra Mim

    Conte pra Mim

    O-lá!

    É, já ficou para trás o conceito que tínhamos sobre “ser uma pessoa inteligente”. Hoje há estudos demonstrando que o ser humano é beneficiado por diversas inteligências (se você tiver mais interesse sobre o assunto pode procurar pelos estudos de Howard Gardner). Ou seja, quando dizemos que uma pessoa é inteligente porque se destaca em matemática não está errado, porém está equivocado quando dizemos que “Fulano não é inteligente” só porque não tem este campo do saber bem desenvolvido. Digo isso porque é possível que ele tenha outro tipo de inteligência. Quem sabe, por exemplo, mais voltado para a área musical!

    Resumindo: uma pessoa pode ter uma inteligência mais desenvolvida para um campo do saber do que para outro, e isso as diferencia, mas não desqualifica! 😉

    Entretanto, nosso desempenho sofre influência de ordem genética, interesse e também do meio em que crescemos e nos desenvolvemos. Sendo assim, o estímulo é fundamental para o nosso desenvolvimento emocional, psíquico e intelectual.

    […] Para que esse desenvolvimento cerebral atinja toda a sua potencialidade e multiplique seu poder de conexões, necessita de ginástica e esta é, genericamente, chamada de estímulos. (ANTUNES, p. 14, 2003, grifo do autor)

    O jogo que eu trouxe hoje como sugestão tem como objetivo estimular a criatividade, o aumento do vocabulário, a comunicação, a expressão, a compreensão textual, a produção de texto, dentre outras habilidades.

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe ou sorteia uma cartela.

    Lê e, em seguida, escreve um texto que deve conter as duas palavras indicadas na cartela.

    Ela pode se inspirar nas imagens e também nos textos.

    Detalhe: este jogo também pode ser realizado oralmente. Aproveite para gravar (pode ser só áudio) o que a criança conta. Ah, vai ser uma delícia!

    Por hoje é isso! Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

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    • Instruções de uso.

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