Tag: alfabetização

  • Trinca de Sílabas

    Trinca de Sílabas

    O-lá!

    A construção da leitura e da escrita é um processo gradual e profundo, que vai além da simples memorização de letras e palavras. Quando uma criança começa a aprender a ler e escrever, ela está desenvolvendo uma série de habilidades cognitivas que lhe permitirão não apenas reconhecer e reproduzir símbolos, mas também compreendê-los e utilizá-los de forma criativa e autônoma.

    Um dos aspectos mais importantes desse processo é a compreensão verdadeira do que se está aprendendo. Quando uma criança compreende o conceito por trás de uma palavra ou de uma regra gramatical, ela está construindo uma base sólida que lhe permitirá resgatar esse conhecimento, mesmo que, em algum momento, ela esqueça o conteúdo específico. Como destacado por Ferreiro e Teberosky (1999, p. 34):

    O importante não é o esquecimento, e sim a incapacidade para restituir o conteúdo esquecido.

    Isso significa que, ao entender profundamente um conceito, a criança pode recuperar esse conhecimento por si mesma, ao invés de depender exclusivamente da memória imediata.

    Esse princípio é fundamental para a prática pedagógica, pois mostra que o objetivo não deve ser a simples memorização de informações, mas sim a internalização dos conceitos, de modo que eles possam ser recuperados e aplicados em diferentes contextos. A ênfase deve estar no desenvolvimento de uma compreensão que permita à criança navegar pelos desafios do aprendizado com confiança e autonomia.

    A alfabetização envolve o aprendizado técnico da leitura e da escrita (codificação e decodificação), mas também o desenvolvimento da capacidade de pensar criticamente, resolver problemas e expressar ideias de maneira clara e coesa. Esses são os pilares que sustentam a educação como um todo e garantem que o aprendizado seja duradouro e significativo.

    Ao proporcionar às crianças experiências de aprendizagem ricas e significativas, que vão além da memorização, estamos não apenas ensinando-as a ler e escrever, mas também a pensar, compreender e criar. Dessa forma, a leitura e a escrita se tornam ferramentas poderosas para a construção de conhecimento e para o desenvolvimento pessoal ao longo de toda a vida.

    Hoje eu trouxe como sugestão o jogo Trinca de Sílabas. E antes que você me pergunte… rsrs, sim, me inspirei no jogo de Trinca, aquele clássico de baralho! Joguei muito com minha mãe… boas lembranças! Mas, claro, adaptei ele para ser um jogo que contribua para a construção da leitura e da escrita, alinhado com tudo o que falei nos parágrafos anteriores.

    Vamos ver como jogar?

    Sugestão de Uso:

    1. Cada jogador recebe três cartas. As cartas restantes devem ser colocadas em uma pilha com as imagens viradas para baixo;
    2. O primeiro jogador começa comprando uma carta da pilha;
    3. Se a carta for útil, ou seja, se puder ser combinada com alguma (ou algumas) das suas cartas, o jogador fica com
      ela e descarta na mesa uma de suas cartas que não precisa;
    4. O próximo jogador pode escolher entre pegar a carta descartada na mesa ou “comprar” uma nova carta da
      pilha;
    5. Caso o jogador “compre” uma carta com imagens de estrelas, ela funciona como uma espécie de coringa. O
      jogador pode utilizá-la para escrever a sílaba que falta e, assim, completar o nome de um animal;
    6. O jogo continua até que um jogador consiga formar o nome de um animal. Esse jogador será o vencedor.

    Gostou do que viu por aqui? Que tal me contar?

    Referência Bibliográfica:

    FERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 42 cartas com imagens;
    • 06 cartas coringa;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM.

    Qualquer dúvida , entre em contato.

    Talvez você queira saber:

    Qual é o número ideal de participantes para jogar “Trinca de Sílabas”?

    O “Trinca de Sílabas” foi pensado para ser jogado por dois ou quatro participantes, proporcionando uma experiência focada e competitiva.

    Quais são as possíveis variações ou adaptações do jogo “Trinca de Sílabas” que podem ser feitas para trabalhar com crianças com necessidades educacionais especiais?

    Uma sugestão é começar explorando as cartas de forma mais acessível. Por exemplo, misture as cartas e coloque-as sobre uma mesa. Em seguida, peça que as crianças, trabalhando em duplas, agrupem as cartas para formar os nomes dos animais. Esse processo de manipulação e exploração inicial das cartas permite que as crianças se familiarizem com as sílabas e as figuras de maneira mais lúdica e colaborativa, facilitando a compreensão e o aprendizado antes de entrarem na dinâmica completa do jogo.

    Quais são os desafios que os educadores podem enfrentar ao introduzir o jogo em sala de aula e como superá-los para garantir a participação ativa de todas as crianças?

    Ao introduzir o Trinca de Sílabas – na verdade, qualquer jogo – na sala de aula, os educadores podem enfrentar alguns desafios, como diferenças nas habilidades dos alunos, distrações durante o jogo ou dificuldades em seguir as regras. Para superar esses obstáculos, é essencial fornecer instruções claras e fazer demonstrações práticas antes de começar, garantindo que todos entendam o funcionamento do jogo. Formar grupos equilibrados em termos de habilidades também pode ser uma estratégia eficaz para promover a participação ativa de todos os alunos.

    Outro ponto importante é incentivar a colaboração e a ajuda mútua entre os estudantes, criando um ambiente de aprendizado mais inclusivo e cooperativo. Monitorar o envolvimento de cada aluno durante o jogo é importante para garantir que todos estejam engajados e se beneficiem da atividade.

    É comum que algumas crianças, especialmente aquelas que não têm muita experiência com jogos, sintam frustração no início, o que pode resultar em reações emocionais, como choro ou desavenças. No entanto, à medida que vão se familiarizando com a dinâmica, elas começam a lidar melhor com essas situações e a participar de forma mais positiva. Esse processo é valioso, pois, além de aprenderem as regras e estratégias do jogo, as crianças também desenvolvem importantes habilidades sociais e emocionais, como paciência, resiliência e cooperação.

    O jogo “Trinca de Sílabas” pode ser utilizado para reforçar o conhecimento prévio das crianças, conectando o conteúdo de alfabetização com outros temas?

    Sim. O jogo pode ser uma ferramenta eficaz para conectar a alfabetização com outros conhecimentos. Por exemplo, ao formar nomes de animais, as crianças podem ser incentivadas a compartilhar o que sabem sobre esses animais, como seus habitats, dietas e características. Essa abordagem interdisciplinar reforça o conhecimento prévio e expande o aprendizado, tornando o jogo uma experiência educativa rica e abrangente.

  • Aplicativo Forme Palavras

    Aplicativo Forme Palavras

    O-láaaa!

    É com muita alegria que compartilho com vocês o lançamento do nosso mais novo app: o “Forme Palavras”!

    A alfabetização é um dos processos mais importantes no desenvolvimento de uma criança, e as ferramentas que utilizamos nesse percurso podem fazer toda a diferença. Com o avanço da tecnologia, temos à nossa disposição recursos que potencializam o aprendizado de forma lúdica e interativa. O “app Forme Palavras” foi desenvolvido exatamente com esse propósito: ser uma ferramenta prática e acessível, que apoia o processo de alfabetização ao aliar tecnologia ao ensino de palavras de maneira envolvente e direta.

    Sabemos que o uso adequado de recursos digitais pode ser um grande aliado no processo educativo, despertando o interesse das crianças e oferecendo novas formas de aprender. No entanto, o aprendizado se torna mais completo quando associado a práticas essenciais, como a escrita manual, que não só desenvolve habilidades motoras, mas também ativa áreas específicas do cérebro, promovendo uma internalização mais profunda do conhecimento

    Como destacou Celso Antunes (2003, p. 18):

    Os estímulos são o alimento das inteligências. Sem esses estímulos, a criança cresce com limitações e seu desenvolvimento cerebral fica extremamente comprometido.

    Por isso, ao combinar o uso de aplicativos educativos com atividades de escrita manual, proporcionamos à criança um aprendizado mais equilibrado e eficaz.

    Sugestões de Uso:

    O app é simples e intuitivo, com dois níveis que se adaptam à progressão da criança no processo de alfabetização:

    • Nível 1: A criança forma palavras de duas ou três sílabas, proporcionando uma base sólida no reconhecimento e formação de palavras simples.
    • Nível 2: O desafio aumenta com palavras que envolvem sílabas simples e complexas, ajudando a criança a avançar de forma gradual e eficaz.

    Após jogar com o app, sugerimos um exercício complementar: peça à criança para lembrar e escrever o nome de objetos ou animais que viu no jogo. Esse exercício ajuda a reforçar a memória, o aprendizado das palavras e a prática da escrita.

    Estamos muito felizes com essa novidade e mal podemos esperar para saber o que você achou do nosso app! Ele já está disponível na Google Play Store e pode ser utilizado tanto em celulares quanto em tablets Android.

    Referência Bibliográfica:

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

     

    Clique no link abaixo para adquirir o “Aplicativo Forme Palavras” para celulares e tablets Android na loja Google Play.

    O app apresenta 120 figuras diferentes (60 em cada nível), distribuídas aleatoriamente em cada jogada, garantindo variedade e mantendo o interesse da criança.

    • Nível 1: A criança forma palavras de duas ou três sílabas simples.
    • Nível 2: O desafio aumenta com palavras que envolvem sílabas simples e complexas.

    Qualquer dúvida , entre em contato.

    Talvez você queira saber:

    O app oferece algum tipo de feedback para as crianças durante o jogo?
    Sim, o app oferece feedback visual e sonoro. Quando a criança acerta a sílaba, um círculo na parte superior da tela fica verde; se erra, o círculo fica vermelho. Além disso, a palavra correta é exibida na tela.

    Existe uma versão para iOS ou está disponível apenas para dispositivos Android?
    No momento, o app está disponível apenas para dispositivos Android. Se você gostaria de uma versão para iOS, por favor, manifeste seu interesse nos comentários abaixo.

    O “Forme Palavras” pode ser usado por crianças com necessidades educacionais especiais? Se sim, como o app atende a essas necessidades?
    Com certeza! O app foi projetado com botões grandes e utiliza imagens reais, evitando estereótipos, justamente para atender às necessidades de todas as crianças.

    O app exige conexão à internet para funcionar ou pode ser usado offline?
    Após baixar o jogo, ele pode ser usado offline.

    O pagamento do app “Forme Palavras” é único ou há uma mensalidade?
    O pagamento é único.

    Há alguma recomendação de idade ou série escolar específica para o uso do app?
    Prefiro não sugerir uma idade ou série específica. O app é indicado para qualquer criança, jovem ou adulto em processo de alfabetização. O ideal é que o profissional ou responsável assista ao vídeo e leia as informações disponíveis para verificar se o jogo é suficientemente desafiador para o aprendente.

    Se ficou com alguma dúvida, você pode deixar um comentário ou entrar em contato.

     

  • Combine os Sons

    Combine os Sons

    O-lá!

    A consciência fonológica é um dos principais alicerces para o desenvolvimento eficiente da leitura e escrita. Trata-se da habilidade de perceber, identificar e manipular os sons que compõem as palavras. É essencial para o domínio do princípio alfabético.

    O desenvolvimento da consciência fonológica inclui várias habilidades. Dentre elas estão: reconhecer rimas, segmentar palavras em sílabas, identificar sons iniciais e finais, e, também, entender que as palavras são compostas por sons menores , os fonemas.

    A importância desse desenvolvimento não pode ser subestimada. Quando as crianças compreendem que os sons da fala são representados por letras, elas dão um passo fundamental para a alfabetização. Como destacado por ADAMS et al. (2006, p. 18):

    Antes que possam ter qualquer compreensão do princípio alfabético, as crianças devem entender que aqueles sons associados às letras são precisamente os mesmos sons da fala.

    Sem essa compreensão, o aprendizado da leitura e escrita torna-se um desafio muito maior. Além disso, uma instrução adequada que fomente a consciência fonológica pode prevenir possíveis dificuldades de aprendizagem. Crianças que não desenvolvem essa habilidade de forma eficaz podem enfrentar obstáculos significativos na alfabetização, o que pode levar a frustrações e dificuldades acadêmicas persistentes que poderiam ser evitadas.

    Ao promover atividades que incentivem a consciência fonológica desde cedo, estamos preparando as crianças para um caminho mais tranquilo e eficiente na jornada da leitura e da escrita. O bacana é que podemos fazer isso de forma lúdica. O recurso “Combine os Sons” é uma ótima opção. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestões de Uso:
    1. Comece instigando a criança a descobrir qual figura está escondida.
    2. Como pista, peça para a criança dizer o nome das duas figuras que aparecem em destaque, segmentando-as em partes/sílabas. Logo abaixo de cada figura, há círculos. O círculo preenchido embaixo de cada figura indica qual parte/sílaba ela deve usar para tentar descobrir o nome da figura escondida. Por exemplo: na figura da LUVA, o primeiro círculo está preenchido; na figura do PATO, o primeiro círculo também está preenchido. Portanto, se a criança unir a sílaba LU com a sílaba PA, formará a palavra LUPA.
    3. Depois que a criança der seu palpite oralmente, revele a figura escondida.
    4. Por fim, peça para ela escrever o nome da figura. Dessa forma, você estimula primeiro a consciência fonológica e, em seguida, a prática da escrita.

    Gostou do que viu por aqui? Que tal me contar?

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ADAMS, Marilyn Jager; et al. Consciência fonológica: em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 24 desafios (veja o vídeo para entender melhor);
    • Instruções de uso.

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    Talvez você queira saber:

    Quais estratégias você utilizaria para adaptar o jogo a diferentes níveis de habilidades das crianças?

    Para adaptar o jogo “Combine os Sons” a diferentes níveis de habilidades, começaria com palavras de duas sílabas, focando na combinação de sons iniciais. Após a criança demonstrar sucesso, avançaria para sons finais e, em seguida, introduziria palavras com três sílabas ou mais, trabalhando a percepção dos sons mediais, que são mais complexos de serem identificados. Essa abordagem gradual não só desenvolve a confiança da criança, mas também aprimora a compreensão fonológica, ajustando o desafio conforme a capacidade individual. Essa progressão é essencial para garantir um aprendizado eficaz em alfabetização infantil.

    Quais desafios você encontrou ao utilizar o jogo e como os superou?

    Um dos desafios foi garantir que todas as crianças compreendessem o conceito de segmentação de sílabas. Para superar isso, comecei a usar exemplos mais simples e atividades de preparação antes de introduzir o jogo, como pedir que a criança colocasse o dedo sobre os círculos para cada emissão de uma parte/sílaba da palavra. Também brincamos de bater uma palma para cada parte/sílaba das palavras.

    Quais outras atividades poderiam complementar o uso do jogo “Combine os Sons” para fortalecer a consciência fonológica?

    Para complementar o jogo “Combine os Sons” e fortalecer a consciência fonológica, considere incluir brincadeiras com rimas, jogos de segmentação de palavras em sílabas e fonemas, e leitura de livros infantis com ênfase na sonoridade das palavras. Essas atividades, combinadas, oferecem uma abordagem integrada para o desenvolvimento fonológico infantil.

    Este jogo pode ser utilizado por adolescentes e adultos em processo de alfabetização?

    Sim, o jogo “Combine os Sons” também pode ser uma ferramenta eficaz para adolescentes e adultos em processo de alfabetização. Embora tenha sido inicialmente desenvolvido para crianças, as atividades de segmentação e manipulação de sílabas que ele promove são essenciais para qualquer pessoa que esteja em processo de alfabetização. Além disso, não há imagens infantilizadas ou estereotipadas. Isso torna o jogo uma opção versátil para trabalhar a consciência fonológica em diferentes idades, ajudando tanto crianças quanto adolescentes e adultos a fortalecerem suas habilidades de alfabetização de maneira lúdica e envolvente.

    Ficou com alguma dúvida? Deixei comentário ou entre em contato.

  • Álbum de Palavras

    Álbum de Palavras

    O-lá!

    No processo de alfabetização, os erros ortográficos são uma parte natural do aprendizado. A maneira como lidamos com esses equívocos é que pode afetar positiva ou negativamente a autoconfiança e o interesse das crianças pela escrita.

    Carraher (1986) apud Zorzi (1998, p. 22) ressalta que:

    Chama a atenção para os perigos da insistência exagerada na correção ortográfica quando a criança está iniciando a aprendizagem, uma vez que dominar a escrita não se limita a saber escrever palavras corretamente.

    Essa observação é importante para entendermos que a insistência excessiva na correção pode gerar ansiedade e desmotivação.

    Uma estratégia eficaz é proporcionar às crianças oportunidades de escrever livremente e, posteriormente, revisar seus trabalhos utilizando um gabarito. Isso permite que elas identifiquem e corrijam seus próprios erros, promovendo a autoavaliação e evitando o constrangimento de serem corrigidas a todo momento. Por exemplo, após uma atividade de escrita, ofereça um gabarito com a ortografia correta das palavras utilizadas. A criança pode, então, revisar seu texto de forma independente, refletindo sobre sua hipótese de escrita. Você pode intervir de acordo com as dúvidas que surgirem.

    Além disso, é importante criar um ambiente acolhedor e encorajador, onde as crianças se sintam seguras para explorar e experimentar a escrita. Evitar a correção imediata e constante ajuda a construir um relacionamento positivo com a aprendizagem, incentivando a criatividade e a expressão pessoal.

    O Álbum de Palavras, que trago hoje, é excelente para isso. Veja abaixo a sugestão de uso:

    Sugestão de Uso:

    1. A criança escolhe uma figura.
    2. Forma a palavra conforme sua hipótese de escrita.
    3. Em seguida, confere no gabarito.

    Viu que bacana? Desta forma, trabalhamos confiança e autonomia, transformando erros em oportunidades de crescimento e aprendizado.

    Um abraço e até a próxima! 😉

    P.S. Este recurso foi desenvolvido porque recebemos muitas mensagens pedindo uma versão de “palavras” do nosso Álbum de Frases. Espero que vocês gostem. 🙂

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ZORZI, Jaime Luiz. Aprender a escrever: a apropriação do sistema ortográfico. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 25 figuras e letras;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso;

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  • Bingolavras

    Bingolavras

    O-lá!

    A alfabetização é um dos pilares fundamentais na formação integral de uma criança. Não se trata apenas de ensinar a ler e a escrever, mas de abrir portas para um universo de conhecimentos, habilidades e competências que serão essenciais ao longo de toda a vida.

    Conforme Magda Soares (2003):

    Alfabetizar não é apenas ensinar a ler e a escrever, é ensinar a pensar, refletir, criticar e intervir.

    Essa visão amplia nosso entendimento sobre o papel da alfabetização na educação. Através da alfabetização, as crianças desenvolvem a capacidade de compreensão e expressão, o que lhes permite participar de forma ativa e crítica na sociedade. Esse processo é essencial não apenas para o sucesso acadêmico, mas também para a formação de indivíduos conscientes e engajados com o mundo ao seu redor.

    Além disso, a alfabetização fortalece o vínculo com a cultura e a identidade, já que a leitura e a escrita são formas de preservar e transmitir conhecimentos e valores culturais.

    Portanto, investir na alfabetização é investir no futuro das nossas crianças e, consequentemente, no futuro da nossa sociedade. É necessário garantir que todas as crianças tenham acesso a uma educação de qualidade, que valorize o processo de alfabetização como um todo, respeitando as particularidades e ritmos de aprendizagem de cada uma.

    Uma excelente maneira de contribuir para o processo de alfabetização das crianças é através de jogos educativos, como o Bingolavras, que tornam o aprendizado lúdico e atendem à necessidade das crianças de aprender de forma divertida e envolvente.

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as cartas com figuras em um saco.
    2. Cada criança deve ter sua cartela e marcadores (bolinhas de papel reciclável, pedrinhas, miçangas, botões…).
    3. Sorteie uma figura. As crianças precisam procurar e marcar, caso tenham, o nome da figura em suas cartelas.
    4. Ganha o jogo quem completar primeiro toda uma cartela.

    Este jogo não só torna o processo de aprendizagem divertido e interativo, mas também ajuda a fixar o conhecimento de uma forma lúdica e agradável.

    É isso, gente! A alfabetização, como bem ressaltou Magda Soares (2003), é um processo complexo e contínuo que requer dedicação, paciência e, acima de tudo, amor. É por meio desse processo que construímos uma base sólida para o desenvolvimento integral das nossas crianças, preparando-as para os desafios e oportunidades que encontrarão ao longo de suas vidas. Se conseguirmos deixar este processo mais lúdico, com certeza, será mais suave e as crianças levarão para a sua vida boas lembranças destes momentos.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    SOARES, Magda. Alfabetização e Letramento. São Paulo: Contexto, 2003.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 30 cartelas com palavras;
    • 24 cartas com imagens;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Maratona F-V

    Maratona F-V

    O-lá!

    Durante a jornada de alfabetização, é comum nos depararmos com um fenômeno intrigante: a troca de letras surdas x sonoras. Crianças que estão começando a se aventurar pelo universo da escrita frequentemente fazem trocas entre letras como F/ V, P/B, T/D, C /G… Essas trocas, embora possam parecer motivo de preocupação, são um sinal natural do desenvolvimento linguístico e representam uma etapa importante na hipótese alfabética da escrita.

    Como nos ensina Artur Gomes de Morais (2022, p. 15):

    As trocas (por exemplo, de P por B ou de F por V) são naturais quando as crianças alcançam uma hipótese alfabética e se devem a uma dificuldade de distinção fonológica, já que os fonemas a que essas letras se referem são muito parecidos.

    Esta fase é marcada pela tentativa da criança de mapear os sons da fala aos símbolos escritos, um processo que pode ser desafiador devido ao parecido acústico entre certos fonemas.

    Diante deste cenário, a introdução de atividades lúdicas é super importante. Jogos, brincadeiras e outras ferramentas pedagógicas divertidas podem desempenhar um papel fundamental no aprimoramento da capacidade de distinção fonológica. Por meio do lúdico, as crianças engajam de maneira mais profunda e natural, o que facilita a aprendizagem e a fixação dos fonemas de maneira correta.

    Hoje, eu trouxe como sugestão o jogo Maratona F/V, que está disponível em arquivo digital formato PDF na nossa loja. Temos outros recursos para contribuir, como por exemplo, o app Surdas x Sonoras (disponível na loja Google Play para celulares e tablets Android).

    Vamos à explicação do jogo Maratona F/V?

    Sugestão de Uso:

    1. Um jogador escolhe a “trilha do F” e usa o peão com a figura de uma formiga. O outro jogador escolhe a “trilha do V” e usa o peão com a figura de uma vaca.
    2. Organize duas pilhas de cartas. Em uma pilha, as frases devem ser completadas com palavras que começam com a letra F; na outra, com palavras que começam com V.
    3. Em sua vez, cada jogador joga o dado e pega uma carta da pilha correspondente à sua trilha. O desafio é encontrar uma palavra que complete a frase da carta, iniciando com a letra F ou V, conforme a trilha. Por exemplo, na trilha F, o jogador pode precisar completar a frase: “A prova de Paulo foi mais ______ do que ele imaginou”. Uma resposta possível seria “fácil”.
    4. Após completar a frase corretamente, o jogador avança o número de casas indicado pelo dado.
    5. Se parar em uma casa de cor laranja, o jogador deverá ficar parado uma rodada. Se parar em uma casa verde avança mais 3 casas, acelerando sua jornada.
    6. O primeiro jogador a chegar ao final de sua trilha é o vencedor!

    Dica: Para contribuir na diferenciação entre os fonemas, você pode pedir para que a criança coloque uma das mãos em torno do pescoço e fale algumas palavras que começam com V ou F. Enfatize o som inicial das palavras, exemplo: /ffffff-aca/ ou /vvvvvolume/. Ela sentirá que, ao pronunciar uma palavra que começa com o som V, há uma vibração maior na garganta em comparação com o fonema F. Esta técnica simples ajuda a criança a perceber fisicamente a diferença entre os sons, tornando o aprendizado mais interativo e eficaz. 

    Para uma melhor internalização das palavras, encoraje as crianças a escrevê-las usando letras em EVA, massinha de modelar ou até mesmo no quadro.

    Obs.: Se essas trocas de letras persistirem além do processo normal de alfabetização, é importante uma avaliação psicopedagógica.

    É isso! Gostou do jogo? Após jogar, conta pra mim como foi?

    Um abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MORAIS, Artur Gomes de. Jogos para ensinar ortografia: ludicidade e reflexão. Belo Horizonte: Autêntica, 2022.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 42 cartas com frases;
    • 01 peão/formiga;
    • 01 peão/vaca;
    • 01 dado;
    • 02 trilhas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Bingossílabas

    Bingossílabas

    O-lá!

    A alfabetização é um processo complexo que se constrói sobre a base de múltiplas habilidades. Para um adulto alfabetizado, pode parecer uma tarefa simples, mas a jornada de aprendizado de uma criança é construída através de várias etapas importantes.

    Como destacado por Artur Gomes de Morais (2022, p. 77):

    Os educadores necessitam ter acesso às evidências de pesquisas que investigam como as crianças e os jovens aprendem.

    Algumas das habilidades importantes no processo de alfabetização incluem:

    • Linguagem Oral: Desenvolvimento da capacidade de comunicar e entender a linguagem falada.
    • Orientação Espacial: Habilidade de entender conceitos como em cima, embaixo, à direita e à esquerda, essencial para a orientação correta da leitura e para diferenciar letras visualmente similares (b/d/, p/q).
    • Coordenação Motora Fina: Habilidade necessária para a escrita, envolvendo o uso preciso dos músculos das mãos.
    • Organização Espacial e Sequencial: Importante para entender a ordem das letras, palavras e a disposição visual do texto.
    • Percepção Visual: Capacidade de reconhecer e diferenciar letras e outros símbolos visuais.
    • Atenção: Permite que a criança se concentre nas letras, palavras e frases durante a leitura e a escrita, facilitando o reconhecimento e a memorização.
    • Noção Temporal: Compreensão de sequências temporais, crucial para entender histórias e eventos em textos.
    • Memória de Trabalho: Capacidade de reter e manipular informações de forma breve durante tarefas cognitivas.
    • Consciência Fonológica: Habilidade de manipular conscientemente os sons da fala.

    Dentro desse contexto educativo multifacetado, o Bingossílabas emerge como uma ferramenta valiosa. Este jogo incentiva as crianças a praticarem a escuta ativa dos sons das palavras e a identificarem sílabas simples, tornando a aprendizagem uma experiência divertida e enriquecedora. Além, claro, de estimular algumas habilidades destacadas anteriormente, tais como: a orientação espacial, a atenção, a percepção, a memória de trabalho, a coordenação motora fina e a consciência fonológica. Então vamos logo saber como utilizar?

    Sugestão de uso:

    1. Coloque as cartas com figuras em um saco.
    2. Cada criança deve ter sua cartela e marcadores (bolinhas de papel reciclável, pedrinhas, miçangas, botões…).
    3. Sorteie uma figura e fale seu nome. Peça que as crianças separem a palavra em sílabas/pedaços.
    4. O círculo preenchido, localizado logo abaixo da figura, indica qual sílaba/pedaço deve ser procurado nas cartelas. Exemplo: Na carta que tem a figura de uma Berinjela, o terceiro círculo está preenchido. Isso indica que, aquele que tiver a sílaba “JE” em sua cartela, deve marcá-la.
    5. Ganha o jogo quem completar primeiro toda uma cartela.

    É isso! Gostou do que viu por aqui hoje? Vou ficar muito feliz em saber sua opinião. 

    Um abraço e até o próximo jogo… Hehe!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MORAIS, Artur Gomes de. Consciência fonológica na educação infantil e no ciclo de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2022

     

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    • 30 cartelas;
    • 24 cartas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Tap Tap Letras

    Tap Tap Letras

    O-lá!

    A jornada rumo à alfabetização é uma aventura fascinante e complexa, repleta de etapas significativas. Para nós, alfabetizados, nem sempre nos damos conta de tudo que uma criança precisa aprender até compreender o princípio alfabético.

    Durante a caminhada rumo à alfabetização, as crianças adquirem uma série de habilidades e conhecimentos fundamentais que as habilitam a ler e escrever de forma eficaz.

    Meninos e meninas vão, aos poucos, desvendando questões que para nós podem parecer bizarras, mas que são bem reais e que as pesquisas psicogenéticas e os professores de crianças pequenas reiteram todo ano. (MORAIS, 2022, p. 17)

    • Inicialmente, é importante que as crianças entendam que as palavras são representações de objetos, ações e sentimentos, mas que o tamanho físico de um objeto não está relacionado ao comprimento da palavra que o representa. Por exemplo, a palavra “elefante” tem mais letras do que “sol”, embora o sol seja muito maior em tamanho real.
    • Além disso, as crianças precisam aprender que as letras são símbolos estáveis que não podem ser inventados ou arbitrariamente rearranjados. A ordem das letras em uma palavra é fixa e essencial para o seu significado. Mudanças na ordem podem transformar completamente a palavra, alterando o significado ou tornando-a ininteligível.
    • Outro aspecto importante é o reconhecimento de que uma mesma letra pode ser repetida dentro de uma palavra e que certas combinações de letras frequentemente aparecem juntas, como “ch”, “lh” e “qu”. Este entendimento ajuda as crianças a decodificar palavras de maneira mais eficiente.
    • As crianças também são introduzidas à variedade de formas que uma letra pode assumir. Elas aprendem que, independentemente de uma letra ser maiúscula, minúscula ou cursiva, ela representa o mesmo som. Essa flexibilidade na representação gráfica é fundamental para a leitura em diferentes contextos e estilos de texto.

    Enfim, a alfabetização é um processo que exige tempo, paciência e prática. Portanto, é essencial que educadores e pais apoiem as crianças com encorajamento contínuo e recursos adequados que atendam às suas necessidades individuais de aprendizado.

    Hoje, eu trouxe como sugestão para ajudar nesta caminhada o jogo Tap Tap Letras. Ele tem como objetivo contribuir para que as crianças percebam que uma letra tem variações na sua forma; além disso, ele pode estimular as crianças a prestarem atenção aos sons iniciais das palavras e a relacioná-los às letras que os representam. Vamos ver?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as cartas com letras em uma pilha.
    2. Espalhe as cartas com figuras sobre uma mesa.
    3. Entregue para cada jogador uma pá (pode ser aquelas de matar insetos).
    4. Vire uma carta da pilha e mostre para as crianças. Diga o nome da letra e o som que ela representa de forma clara. Exemplo: /ffffff/ para a letra /F/.
    5. Os jogadores precisam localizar uma figura que comece com aquele som. Ao encontrar, bate com a pá sobre a carta.
    6. O primeiro a bater fica com a carta.
    7. Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    É isso! Gostou do jogo? Ao entendermos a complexidade e os desafios envolvidos na alfabetização, podemos proporcionar um ambiente mais empático e eficaz para o desenvolvimento de habilidades de leitura e escrita nas crianças.

    Espero que este jogo contribua muito. Ficarei imensamente feliz se receber notícias de que contribuímos.

    Um abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MORAIS, Artur Gomes de. Consciência fonológica na educação infantil e no ciclo de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2022

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 26 cartas com letras;
    • 26 cartas com imagens;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM.

    Qualquer dúvida , entre em contato.

  • Caça-Rimas

    Caça-Rimas

    O-lá!

    A consciência fonológica é a habilidade de reconhecer e manipular os sons da fala, sendo fundamental para o desenvolvimento da leitura e da escrita. Existem diferentes níveis de consciência fonológica, que incluem a consciência de palavra, consciência de rima,  a consciência silábica, a consciência intra-silábica e a consciência fonêmica. Cada nível representa um grau crescente de sensibilidade aos segmentos sonoros da fala.

    O jogo “Caça-Rimas” que estou prestes a compartilhar foi projetado para estimular a consciência de rima, um aspecto importante da consciência fonológica. Através deste jogo, que traz frases curtas em forma de poema, as crianças são incentivadas a identificar e formar palavras que rimam. As imagens irão facilitar o reconhecimento das palavras que precisam ser usadas.

    Estimular a identificação de rimas contribui para que as crianças superem o realismo nominal. Ou seja, que passem a compreender que as palavras são mais do que apenas seus significados; elas também são feitas de sons que podem ser analisados e manipulados. Essa compreensão é importante para o desenvolvimento da consciência fonológica e, consequentemente, para a aquisição da leitura e da escrita.

    Artur Gomes de Morais (2022, p. 148) destaca a importância dessa habilidade ao afirmar: “A superação do realismo nominal e a descoberta de que as palavras que soam parecido tendem a ser escritas com as mesmas letras, […], exigem que o aprendiz se desprenda dos significados e se atenha a analisar os significantes orais das palavras que falamos.” Esse processo de análise dos sons, independentemente de seus significados, é crucial para o sucesso na aquisição da linguagem escrita.

    Portanto, o jogo “Caça-Rimas” não apenas proporciona uma atividade lúdica e divertida, mas também desempenha um papel fundamental no desenvolvimento das habilidades fonológicas essenciais para a alfabetização. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as cartas em uma pilha com as imagens viradas para baixo.
    2. Posicione o tabuleiro no centro da mesa ou no chão.
    3. Uma criança vira uma carta, observa a imagem e lê a frase, ou você lê para ela.
    4. A criança escreve a palavra que completa a rima na frase.
    5. Em seguida, ela procura essa palavra no tabuleiro (estará com as letras embaralhadas). Para ampliar o desafio você pode determinar um tempo para a criança localizar a palavra.
    6. Se a criança virar uma carta que estiver escrito “Pare”, passa a vez.
    7. O jogo continua até que alguém conquiste 3 cartas, tornando-se o vencedor.

    E aí, o que achou do jogo “Caça-Rimas”? Sua opinião é muito importante para mim e eu adoraria saber o que você pensa. Compartilhe seus comentários e experiências; juntos, podemos promover diversão e aprendizado!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    MORAIS, Artur Gomes de. Consciência fonológica na educação infantil e no ciclo de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2022

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 24 cartas;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Par Perfeito

    Par Perfeito

    O-lá!

    O professor alfabetizador sabe que, para que o processo de construção da leitura e escrita seja eficaz, é essencial desenvolver habilidades além do reconhecimento das letras, não é mesmo?

    Hoje, quero destacar a importância da atenção na alfabetização. Ah, mas espere, apesar de eu estar falando sobre alfabetização, essa habilidade cognitiva é  fundamental para o processo de aprendizagem em diversas áreas do conhecimento.

    Na verdade, a atenção é um indicador-chave do desempenho acadêmico das crianças. Uma boa capacidade desta habilidade contribui para que elas filtrem distrações e se dediquem totalmente às atividades educativas, como a identificação de fonemas, a compreensão de textos ou a resolução de problemas matemáticos.

    As dificuldades de aprendizagem muitas vezes têm raízes na falta de atenção. A pesquisadora Newra Tellechea Rotta destaca que:

    O transtorno da atenção e sua relação com as dificuldades para aprendizagem constitui a principal causa que leva crianças em idade escolar à consulta neuropediátrica.  (ROTTA, 2006, p. 301).

    Diante dessa realidade, é fundamental buscar recursos educacionais que estimulem a atenção. O jogo “Par Perfeito” é uma ferramenta valiosa nesse sentido. Desenvolvido para crianças em processo de alfabetização, o jogo incorpora elementos que promovem o desenvolvimento cognitivo. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as cartas com letras embaralhadas em uma pilha.
    2. Espalhe as cartas com figuras sobre a mesa, com as imagens viradas para baixo.
    3. Um jogador deve virar uma carta da pilha de letras e observar as cores que aparecem na margem inferior. Essas cores, na mesma sequência, servem como pista para encontrar a carta com a figura cujo nome é possível escrever utilizando as letras embaralhadas.
    4. Na sua vez, cada jogador vira uma carta de figura. Se as cores e a sequência correspondem, a figura correta foi encontrada. O jogador então pode ficar com as cartas, desde que escreva o nome da figura antes.

    Variação: Você pode pedir para as crianças fazerem um palpite, ou seja, utilizando as letras disponíveis na carta escreverem o nome que acham ser o da figura, antes de virar uma carta da mesa. Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    E aí, o que achou do jogo “Par Perfeito” e das dicas que compartilhei? Adoraria saber a sua opinião! Deixe um comentário abaixo e vamos trocar ideias sobre como enriquecer o processo de alfabetização e desenvolvimento cognitivo das crianças.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ROTTA, Newra Tellechea. Transtorno da atenção: aspectos clínicos. In: ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.  

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 24 cartas com imagens;
    • 24 cartas com letras embaralhadas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail. Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM. Qualquer dúvida , entre em contato.