PDF GRÁTIS!!! Podem comemorar porque o recurso é maravilhoso. Vejam a seguir!
Quando os aprendentes estudam uma matéria eles precisam estar prestando atenção ao que estão lendo e, ao mesmo tempo, se concentrar para guardar as informações por um longo período. Do contrário, se eles se distraem, quando estiverem no final do texto já não se lembrarão de mais nada.
No entanto, a atenção e a amplitude de concentração é subjetiva, ou seja, é particular de cada sujeito. Sendo assim, não podemos esperar que todos tenham o mesmo desempenho. Até porque são habilidades que sofrem influência biológica, momento do dia, se a pessoa está com sono, bem alimentada, com alguma preocupação, etc.
A amplitude da concentração, assim como a atenção, varia de pessoa para pessoa. […] Apesar dessas variações, todos podem melhorar a capacidade de concentração. (ATENÇÃO, 2006, p. 48).
Ou seja, respeitando as particularidades de cada criança, podemos estimular a atenção e concentração e assim favorecer muito a ampliação destas habilidades. Os jogos e brincadeiras são ferramentas indispensáveis 😉
O recurso que trouxemos para vocês hoje é espetacular para isso! (sem falsa modéstia… rsrs).
Sugestão de Uso:
A criança escolhe uma cartela.
Em seguida, cobre o traçado do quadro que tiver um cachorro com expressão facial diferente das que estão dispostas no quadro modelo.
Dica: Orientem as crianças a observarem detalhadamente: olhos, orelhas, boca.
Encerramos este texto deixando um abraço afetuoso e desejando que nosso material contribua muito.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
ATENÇÃO. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.
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Quem acompanha a Psicosol talvez já conheça este jogo. Sempre que ele aparece nas redes sociais, desperta muito interesse entre professores e costuma estar entre os materiais mais baixados do site. E não é por acaso. Embora tenha regras simples, ele mobiliza habilidades cognitivas fundamentais para a aprendizagem.
O Marque a Igual foi desenvolvido a partir dos princípios estudados durante minha formação no Programa de Enriquecimento Instrumental (PEI), criado por Reuven Feuerstein. Não se trata de um instrumento oficial do programa, mas de um recurso pedagógico inspirado em sua proposta de promover o desenvolvimento das funções cognitivas por meio da mediação.
Muito mais do que encontrar figuras iguais, este jogo desafia o cérebro a observar cuidadosamente, comparar informações, controlar respostas impulsivas e localizar estímulos considerando sua orientação espacial.
Por que trabalhar atenção, percepção e orientação espacial?
Aprender a ler, escrever, interpretar textos ou resolver problemas matemáticos depende de muito mais do que conhecer letras e números.
Para identificar uma letra, por exemplo, a criança precisa perceber detalhes visuais muito pequenos. Basta modificar a posição de um traço para que uma letra deixe de ser b e passe a ser d, p ou q. Da mesma forma, durante a leitura, é necessário localizar rapidamente informações, acompanhar a direção correta do olhar, comparar símbolos e identificar diferenças quase imperceptíveis.
Esses processos envolvem diferentes funções cognitivas, entre elas:
atenção concentrada;
atenção seletiva;
percepção visual;
discriminação de detalhes;
comparação;
orientação espacial;
controle da impulsividade.
Quando essas habilidades são pouco desenvolvidas, é comum que a criança apresente dificuldades para localizar informações, copie elementos de forma inadequada, confunda posições espaciais, deixe escapar detalhes importantes ou responda antes mesmo de analisar o problema.
Por isso, estimular essas funções cognitivas desde cedo contribui para tornar futuras aprendizagens mais eficientes.
A importância da mediação
Um dos princípios centrais da teoria de Reuven Feuerstein é que o desenvolvimento cognitivo não acontece apenas porque a criança realiza atividades. O progresso depende, principalmente, da qualidade da mediação realizada pelo adulto.
Isso significa que simplesmente entregar o jogo não é suficiente.
Antes mesmo de iniciar a partida, reserve alguns minutos para explorar o material com os jogadores.
Convide-os a observar cuidadosamente as peças.
Pergunte:
O que vocês percebem de diferente entre estas figuras?
O que muda de uma peça para outra?
As setas apontam sempre para a mesma direção?
O círculo permanece na mesma posição?
Como podemos ter certeza de que encontramos exatamente a figura correspondente?
Esses questionamentos levam a criança a dirigir voluntariamente sua atenção para os aspectos realmente importantes da tarefa, favorecendo uma observação mais consciente.
Como afirmam Macedo, Petty e Passos (2000), apresentar o material é um momento que deve ser valorizado pelo profissional. É durante essa exploração inicial que muitas estratégias de pensamento começam a ser construídas.
Como jogar
Cada participante recebe um tabuleiro.
Na sua vez, o jogador lança o dado e observa cuidadosamente dois aspectos:
a direção da seta;
a posição do círculo.
Em seguida, procura em seu tabuleiro um quadro exatamente igual e o marca.
Vence quem completar primeiro uma coluna inteira.
Variação
Para aumentar o desafio, o vencedor será aquele que completar todo o tabuleiro.
Essa versão exige maior tempo de permanência na atividade, aumentando a necessidade de manter a atenção durante toda a partida.
Dica importante
Observe a linha azul presente no dado. Ela indica sua margem inferior e serve como referência para a orientação espacial.
Ignorar essa referência pode levar a respostas incorretas, tornando a atividade ainda mais interessante para discutir estratégias de observação e comparação.
Muito além de um jogo
Embora seja simples de aplicar, o Marque a Igual oferece inúmeras oportunidades de intervenção pedagógica.
Durante a atividade, o professor pode incentivar os participantes a explicar como encontraram a resposta, justificar suas escolhas, revisar erros, comparar estratégias e desenvolver formas mais eficientes de observar os estímulos.
Essa mediação transforma um jogo aparentemente simples em uma rica experiência de desenvolvimento cognitivo, favorecendo habilidades que serão utilizadas em inúmeras situações de aprendizagem dentro e fora da escola.
Referências
FEUERSTEIN, Reuven; FEUERSTEIN, Rafael S.; FALIK, Louis H. Beyond Smarter: Mediated Learning and the Brain’s Capacity for Change. New York: Teachers College Press, 2010.
MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sícoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.
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Oie!!! Gente, a brincadeira de hoje tem vídeoooo!!!
Vamos ver como estou me saindo? Será que assim consigo explicar melhor as brincadeiras e jogos? Deem curtidas, comentem, compartilhem, OK?! Só assim fico sabendo se vocês estão gostando.
Sério, dá um trabalhão! Mas estou me divertindo. Espero que vocês também…haha!
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Bjuuu
Mais ideias para trabalhar a atenção, percepção, memória da criançada? Tem na apostila em PDF abaixo. É enviada por e-mail.
Para isso teremos que, obrigatoriamente, falar também de atenção e percepção, pois indivíduos com falhas na atenção e na percepção, possivelmente, irão apresentar dificuldade em lembrar de algo. Isso porque, na verdade, ele nem atentou, ou seja, não selecionou a informação relevante e por fim não a percebeu.
Segundo Riesgo (2006, p. 274): “Ter atenção não é somente o fato de estar desperto e vigil. Certamente o estado de vigilância também deve ser acompanhado da plena capacidade em saber selecionar quais das informações que estão chegando ao Sistema Nervoso Central são relevantes para aquele instante.”
Diante do exposto acima a atividade a seguir tem o intuito de estimular o desenvolvimento da atenção e da percepção de nossas crianças e assim desenvolver a memória visual.
É necessário:
– Pranchas de um mesmo desenho com diferenças sutis. Na nossa loja deixamos um arquivo em PDF com 8 pranchas.
Como utilizar:
1) Mostre para a criança a primeira prancha. Peça para ela observar todos os detalhes. Falar sobre os personagens, a cor deles, …
2) Após, vire-a e mostre as outras pranchas, uma a uma e pergunte por exemplo: “Qual personagem mudou de posição?”.
Quando a criança der a resposta é importante mostrar a primeira prancha para conferência.
Ai, que maravilha esta atividade, vocês não acham?
Digam nos comentários? Estou esperandoooo!!!
ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006
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