Categoria: Jogos

  • Sílabas Conectadas

    Sílabas Conectadas

    O-lá!

    O jogo que eu trouxe hoje está tão bacana!!! Com uma pitada de tecnologia, ele está muito mais atrativo para as crianças! O que queremos é despertar o interesse delas para incentivar a alfabetização. Acreditamos que, explorando sua curiosidade inata com ludicidade, alcançaremos o nosso objetivo de maneira mais suave.

    O Saber tem algo de jogo, principalmente quando o aprendiz se dispõe a conhecer o desconhecido, o que pode gerar prazer e despertar a curiosidade. (BARBOSA, 2002, p. 40).

    Afinal de contas, o que é a curiosidade se não o desejo de saber?! Inclusive, aquela criança que você acha que está desmotivada, tente brincar de esconder algo dela. Possivelmente você verá, mesmo que discretamente, um olhar de “quero saber o que tem aí”. Foi pensando nisso que o recurso que trouxemos hoje foi desenvolvido. O uso da tecnologia dará um toque a mais!

    Mas atenção: é só uma “pitada” de tecnologia. Além da alfabetização, este jogo tem como objetivo estimular a coordenação motora fina e o pensamento lógico 😉 Entendemos que a tecnologia pode ser acessada pelas crianças com cautela e sob a supervisão de um adulto.

    Sugestão de Uso:

    Coloque as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico).

    Entregue para a criança uma canetinha e diga para ela escolher uma página. Ela deve descobrir o nome de um animal.

    Para isso ela deve partir sempre de uma das sílabas localizadas nas laterais da página (margem superior, inferior, esquerda, direita).

    Ela pode passar a canetinha sobre o plástico seguindo as linhas pontilhadas.

    Após, para verificar se ela descobriu o nome do animal, ative a câmera do seu celular, aponte para o QR code que está no centro da folha e vejam que animal aparece.

    Por fim, pode apagar as marcações feitas com canetinha sobre o plástico com uma flanela.

    Observação! Se no momento do jogo você estiver sem celular ou internet para verificar a imagem do QR code pode utilizar o gabarito impresso.

    Agora eu quero saber, você gostou deste jogo? Para facilitar ainda mais o entendimento eu deixei abaixo um vídeo com a demonstração de uso.

    Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
    BARBOSA, Laura Monte Serrat. Parâmetros Curriculares Nacionais: o papel da escola no século XXI. Curitiba: Bella Escola, 2002.

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    • 20 páginas com sílabas;
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  • Uni, Duni, Tê

    Uni, Duni, Tê

    O-lá!

    Sabemos que para uma criança ser considerada alfabetizada e letrada ela já deve ter percorrido um longo caminho. E, obviamente, o local de partida não foi o primeiro ou segundo ano do ensino fundamental. Muito, muito tempo antes, o caminho começou a ser trilhado. Quando ela ouviu a vovó, o vovô, a mamãe, contando uma história ela já estava – mesmo que nenhum dos envolvidos estivesse ciente disso – sendo preparada para a leitura e a escrita. Inclusive, ampliando o vocabulário e o repertório para mais tarde estar apta a escrever uma história com começo, meio e fim!

    Então, alfabetizar e letrar uma criança é um caminho loooongo, cheio de curvas, paradas, retrocessos, avanços até a linha de chegada. Muitos questionamentos sobre qual é o melhor caminho a seguir vão surgindo pela estrada. Em minha singela opinião, o melhor caminho é aquele que promove curiosidade e diversão!

    No jogo que eu trouxe como sugestão hoje nós iremos aliar o uso de cartas impressas com a tecnologia para a escrita de palavras, frases ou histórias! Simmm!!!  A gente é sempre a favor do lúdico no concreto, mas a tecnologia está aí, não conseguimos ficar sem ela e cabe a nós aproveitarmos da melhor forma possível e sem exageros!

    É indiscutível a importância da infância para toda a nossa vida e o nosso desafio é aproveitar o melhor que os recursos tecnológicos possam proporcionar, especialmente, ao desenvolvimento das crianças; mas, jamais, podemos negligenciar a necessidade de relações concretas entre elas e nós para que não nos distanciemos da nossa essência humana.

    “Um jogo serve para que a criança possa elaborar as contingências (o real) do mundo que a atravessam e a ocupam, com a ajuda da linguagem e de seus recursos simbólico e imaginário.” (MENA, 2017, 218).

    O Jogo de hoje possibilita tudo isso e vai ser super divertido! Do jeitinho que a gente gosta! Vamos ver?

    Sugestão de uso:

    O jogo pode ser realizado oralmente ou por escrito.

    Selecione 12 cartas com figuras e 6 cartas com QRcode. Embaralhe e segure em sua mão em formato de leque ou espalhe sobre uma mesa.

    Cada jogador, em sua vez, enquanto aponta uma das cartas deve dizer: Uni, duni, tê, o escolhido foi você.

    Se for sorteada uma figura, o jogador deve começar a contar uma história na qual o nome da figura esteja inserido.

    Se for sorteada uma imagem de QRcode, você deve ativar a câmera do seu celular e apontar para a imagem e irá aparecer uma palavra. O jogador deve começar ou continuar a história do colega utilizando a palavra que apareceu no QRcode.

    O jogo segue com cada jogador sorteando uma carta e adicionando o nome da figura ou a palavra sorteada à história.

    O  final da história pode ser quando o último jogador selecionar uma carta, ou, se você estiver utilizando com apenas uma criança, pode colocar menos cartas no leque e ir retirando cada uma delas à medida que for sendo utilizada.

    Ah! Caso você não tenha disponível um celular ou estiver sem internet no momento do jogo, pode utilizar o gabarito impresso para ter acesso às palavras do QRcode 😉

    Variação: O jogo pode ser também utilizado para a escrita dos nomes das figuras. Sendo assim, dependendo da carta que a criança sortear, deverá escrever ou ler uma palavra. Depois pode ser instigada a escrever uma frase.

    É isso! Mais uma ideia de jogo compartilhada com muuuito carinho! Espero que contribua!

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    MENA, Luiz. O objeto entre o corpo e a inexistência do Outro. In: BAPTISTA, Angela e JERUSALINSKY, Julieta. Intoxicações eletrônicas: o sujeito na era das relações virtuais. Salvador: Ágalma, 2017, p.211-226. 

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  • Zigue-zague das Letras

    Zigue-zague das Letras

    O-lá!

    Hoje quero começar dividindo com vocês um exemplo de mensagem que recebo frequentemente: “Tens atividades para um menino de 7 anos que é autista?”. Eu entendo a angústia de quem me envia essas mensagens. Eles(as) querem fazer um bom trabalho e, geralmente, não sabem por onde começar! A faculdade nem sempre nos prepara para a diversidade com que precisamos lidar em uma sala de aula ou atendimento psicopedagógico, etc. Porém, preciso ser sincera. Eu me formei no magistério em 1989 (sim, no século passado…Rsrs!), fiz faculdade, duas pós-graduações, diversos cursos e na área da alfabetização… São quase 20 anos de experiência. Mesmo assim, digo com convicção: é muito complexo e irresponsável indicar jogo, atividade ou qualquer recurso sem conhecer a criança pessoalmente. Especialmente, se basear em diagnóstico. Tem tanto diagnóstico equivocado por aí!

    A meu ver, o melhor caminho para escolher um jogo, recurso, atividade (independente da criança e qualquer diagnóstico que a família tenha trazido) é alinhar os conhecimentos prévios e interesses da criança com os objetivos que pretendemos alcançar. Fazendo estes questionamentos podemos escolher o recurso com mais assertividade. Em especial os jogos lúdicos, que quando utilizados com responsabilidade, promovem significativas alterações emocionais, físicas e cognitivas! Alguns efeitos são vistos de imediato, outros a médio e longo prazo!

    O jogo é movimento em torno e por dentro do sujeito integral. […]. Por meio dos jogos, abrem-se infinitas possibilidades de estímulos para a aprendizagem. (AMARAL e OHY, 2018 apud AMARAL e NASCIMENTO, 2020, p. 23).

    O jogo que eu trouxe como sugestão hoje é um daqueles simples, mas muito eficiente para estimular a alfabetização e a orientação espacial. Será que ele pode contribuir com a criança que você está pensando utilizar? Espero que sim! Porém, é preciso um olhar e escuta voltados para a criança.

    Vamos ver o jogo?

    Sugestão de Uso:

    A criança seleciona uma carta. Ela deve descobrir uma “palavra secreta”. Como dica ela pega uma ficha com o caminho a seguir (as duas cartas têm o mesmo número).

    Segue a indicação da sequência dos números que aparecem na carta para descobrir a “palavra secreta.”

    Quer ampliar a brincadeira? Vire a carta com as letras, peça para a criança escrever a palavra que ela descobriu. Depois, vire a carta para ela verificar se acertou.

    Gostou do jogo? Conta pra mim!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    AMARAL, Anderson; NASCIMENTO, Adriana Limeira do. Jogos de estimulação cognitiva e motora. Rio de Janeiro: Wak, 2020.

    Veja o vídeo com a explicação do jogo 😉

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  • Letra Faltante

    Letra Faltante

    O-lá!

    Há muitas maneiras de promover a aprendizagem do alfabeto, mas sabemos que as crianças, de uma maneira geral, quando estão curiosas com alguma coisa, gostam de tocar (e nós, adultos, também…Rsrs!). 

    A explicação é muito simples: o tato é um forte canal de investigação do mundo.  Você sabe que todo bebê utiliza muito a boca e as mãos para conhecer os objetos; e, conforme cresce, vai deixando de lado esta necessidade de colocar tudo na boca, mas, as mãos, estão sempre esticadas quando vê algo novo.

    A necessidade do toque, tanto pelos lábios, quanto pelas mãos, é fortemente acentuada na infância quando a criança ainda se encontra em um estágio cognitivo centrado no concreto. […] (FISCHER; TAFNER, 2005, p. 22).

    Sabendo disso, precisamos explorar este canal de aprendizagem. Para a proposta de jogo que eu trouxe hoje, sugiro que você complemente com massinha de modelar ou argila. Vamos ver?

    Sugestão de uso:

    Entregue para cada criança uma ficha e massinha de modelar ou argila.

    A criança deverá observar as letras que estão dentro dos círculos na parte superior da cartela. Em seguida, irá procurar qual delas está faltando fora dos círculos. Esta será a “letra faltante”.

    Quando ela encontrar, deve fazer a “letra faltante” com massinha de modelar. Depois, você pode pedir para que cada criança diga o nome e o som da “letra faltante”. Além disso, escrever palavras que tenham aquela letra também é uma boa estratégia para internalizar a aprendizagem.

    É isso! Este jogo está disponível gratuitamente para você em nossa loja! Parece que eu estou vendo um sorriso aí?! Conta pra mim se você ficou feliz com o presente!

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FISCHER Julianne; TAFNER, Malcon Anderson. Alfabetização ao alcance das mãos. Blumenau: Estúdio Criação, 2005.

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  • Abelhuda

    Abelhuda

    Os jogos lúdicos são excelentes fontes de diversão e aprendizado. Claro, não estou revelando nenhuma novidade para você! Especialmente se você trabalha na Educação. No entanto, será que exploramos este conhecimento o suficiente? Digo em sala de aula mesmo! Tenho a expectativa de que estejamos melhorando, mas ainda fico sabendo de muitas salas de aula pelo Brasil afora que se utilizam apenas do recurso cópia para alfabetizar. Eu entendo que a cópia também contribui para a consolidação da aprendizagem, porém, ela não pode tomar a maior parte do tempo de uma criança na escola.

    Um outro detalhe é que é importante propormos jogos diferentes (sem exageros também!), porque cada jogo estimula uma área do saber. Sendo assim, quando diversificamos estamos promovendo novas conexões cerebrais. A criança sai da zona de conforto daquele jogo que ela já conhece.

    […] cada jogo ou atividade lúdica incide mais sobre umas capacidades que outras […]” (BATLLORI, 2009, p. 16).

    O jogo que eu trouxe hoje como sugestão estimula a atenção, a alfabetização, o pensamento hipotético, a lógica, dentre outras habilidades. Vamos ver?

    Sugestão de uso:

    Cada criança deve receber 4 fichas de abelha (uma de cada cor).

    Depois você mostra uma cartela. As crianças devem tentar identificar qual sílaba não pertence ao nome da figura. Então elas fazem o seu palpite colocando sobre a mesa uma ficha de abelha na cor da sílaba “Abelhuda”.

    Depois do palpite feito, elas conferem no gabarito quem acertou.

    Obs.: Este jogo não foi organizado para ser uma competição! É mais para ser uma brincadeira mesmo, na qual a criança verifica no gabarito se acertou o palpite. Porém, se você quiser, pode combinar de cada acerto valer um ponto.  

    É isso! Pensou em uma maneira diferente de utilizar este jogo? Conta pra mim 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009.

    A seguir vídeo com explicação do jogo 🙂

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    • 12 fichas com figuras de abelhas;
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  • Pega Letra

    Pega Letra

    O-lá!

    Despertar a curiosidade da criança é algo que promove significativas aprendizagens! Elas gostam de descobrir, de procurar coisas escondidas. O jogo de hoje segue esta linha: aguçar na criança a curiosidade para tentar resolver um enigma e, claro(!), propositalmente, estimular a alfabetização.

    O jogo que você vai ver a seguir traz dicas para que a criança consiga chegar a solução, mas fique atento(a) a fazer adaptações caso seja necessário. Será muito produtivo se você conseguir estabelecer com a criança uma relação de parceria, confiança e cumplicidade para que ela consiga pedir ajuda se precisar, mas cuide para não exagerar nas intervenções 😉

    Os educadores observam a iniciativa e a atividade das crianças, interferindo apenas quando necessário. […] (SOARES, p. 33, 2017)

    Vamos a explicação do jogo?

    Sugestão de Uso:

    Coloque as cartas com figuras dentro de uma sacola. Sorteie uma carta, mas não revele a figura para a criança. Entregue para ela uma cartela com palavras que tenha o mesmo número.

    A brincadeira será a criança tentar descobrir qual figura você pegou.

    Para isso, ela segue as três dicas:

    1)      Lê o que está escrito no alto da cartela;

    2)      Observa a letra em destaque na primeira palavra (é o início do nome da figura);

    3)      Pega uma letra de cada palavra.

    Depois que ela escrever o palpite dela, você revela a figura.

    É isso! Gostou do jogo? As informações que você acessou aqui vão te ajudar de alguma forma? Conta pra mim! 

    Ah, veja o vídeo a seguir com o passo a passo do jogo!

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Suzana Macedo. Vínculo, movimento e autonomia. São Paulo: Omnisciência, 2017.

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  • Leitura ou Cor

    Leitura ou Cor

    O-lá!

    A atenção e a concentração são fundamentais para o sucesso na aprendizagem. Quem já se pegou tendo que recomeçar uma atividade porque no meio do caminho se desconcentrou? Algumas pessoas têm uma dificuldade maior em manter a atenção e concentração. O motivo pode ser de ordem biológica, do interesse no assunto, do estado emocional, enfim, há variáveis pessoais que interferem. Agora, o ambiente também influencia muito no desempenho, tanto por ser barulhento, com muitas distrações ou por gerar estresse e/ou pressão além do que o indivíduo tem condições maturacionais para lidar. Pesquisas no campo da plasticidade cerebral indicam que é possível melhorar o desempenho e, algumas vezes, modificações no espaço podem gerar um ganho significativo na aprendizagem.

    […] mudanças ambientais interferem na plasticidade cerebral e, consequentemente, na aprendizagem. […] (ROTTA, p. 453, 2006) .

    Sendo assim, antes de levantar a hipótese de que a criança tem falta de atenção, concentração, dificuldade de aprendizagem, verifique se o desafio proposto é adequado e também observe o ambiente 😉  

    O jogo de hoje tem o objetivo de estimular a atenção, a concentração, a flexibilidade cognitiva e também a alfabetização. Vamos ver?

    Sugestão de uso:

    Coloque as cartas com palavras em um saco.

    Disponha em sua mão, no formato de leque, as fichas de leitura (desenho de um livro) e fichas de cor (desenho de uma paleta de pintura). Cada jogador, na sua vez, seleciona uma ficha.

    Se ele selecionar uma “ficha de leitura” deve ler as palavras da carta que irá pegar no saco (dependendo do nível de leitura dos jogadores você pode combinar de que eles devem ler somente uma palavra da ficha).

    Se ele selecionar “ficha de cor” deve falar o nome das cores das palavras que irá sortear.   

    Se concluir o desafio com êxito, o jogador fica com a ficha.

    Ganha o jogo quem chegar a três fichas primeiro.

    É isso! Gostou do jogo? Abaixo tem um vídeo que o explica mais detalhadamente. Espero que contribua 😉

    Um forte abraço.

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    • 24 fichas com palavras;
    • 06 fichas cor;
    • 06 fichas leitura;
    • 01 embalagem;
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    Para você imprimir, montar e jogar.

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  • Acerte o Tamanho

    Acerte o Tamanho

    O-lá!

    O jogo que eu trouxe hoje é bacana para estimular o pensamento lógico das crianças. E o melhor: está gratuito!!! Uhuuu!!! Eu sei que você ficou feliz!

    Por que eu sou tão fofa, né?! Também não sei…Rsrs, mas uma coisa eu sei: os jogos lúdicos são verdadeiros desencadeadores de inteligência e este que eu trouxe como sugestão hoje é ideal para instigar a percepção visual das crianças, estimular que elas estabeleçam relações e também contribuir na construção do número.

    É comum ouvirmos que a criança é como uma esponja que absorve tudo que está em seu meio. Em partes isso é verdade, no sentido de que ela capta muito do meio que está inserida, mas é também pertinente dizer que existe algo muito pessoal em como cada uma reage aos estímulos que recebe.

    […] todo jogo pode ser usado para muitas crianças, mas seu efeito sobre a inteligência será sempre pessoal e impossível de ser generalizado. (ANTUNES, 2003, p. 16, grifo do autor).

    Sendo assim, é sempre importante salientar que um jogo pode ser muito bom para uma criança e promover modificações cognitivas, mas para outra criança pode não ter o efeito desejado. Sabendo disso, devemos ficar atentos para compreender e não desanimar jamais! Um outro dia, um outro jogo e assim seguir!

    Vamos ao jogo de hoje?

    Sugestão de uso:

    Coloque uma carta no centro da mesa. As demais cartas dentro de uma sacola.

    É preciso sortear quem vai iniciar a rodada.

    O jogador pega uma carta da sacola.

    Se o peixe for do mesmo tamanho (pequeno ou grande) que a carta deixada sobre a mesa, ele fica com as duas cartas. É importante deixar claro para as crianças que o peixe pode até ser da mesma espécie, mas se o tamanho for diferente, não vale!

    Se for de tamanho diferente, ele devolve a carta para a sacola.

    Ganha o jogo quem conquistar 6 cartas primeiro.

    No vídeo logo abaixo tem o passo a passo de como utilizar este jogo. Acredito que possa contribuir na compreensão.

    Termino este post deixando um forte abraço. Espero que este jogo promova aprendizagem e muitos sorrisos por aí!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

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    • 12 cartas com figuras (será preciso imprimir 3 cópias);
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    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

  • Som = ou ≠

    Som = ou ≠

    O-lá!

    Em países com língua alfabética pesquisas no campo da consciência fonológica têm sido intensificadas. O motivo é muito simples: nessas línguas, como é o caso do português, a consciência fonológica exerce papel importante no processo de aprendizagem da leitura e da escrita.

    Os educadores que ensinam consciência fonológica descobriram que, fazendo isso, aceleram o crescimento de toda a turma em termos de leitura e de escrita, ao mesmo tempo em que reduzem a incidência de crianças com atraso na leitura. (ADAMS, et al., 2012, p.17)

    Um fato interessante e de que eu gosto muito, é que não se fala em treinamento puro e simples; pelo contrário: a consciência fonológica é geralmente apresentada de maneira lúdica às crianças. Isso é fundamental! Também é pertinente dizer que este trabalho lúdico com os sons pode ser iniciado na pré-escola. Vejam, não se trata de alfabetizar aos quatro, cinco anos, mas, estimular, de maneira lúdica, as crianças a prestarem atenção aos sons. Brincadeiras que envolvam rima, ritmo, escuta de sons, são excelentes para isso! 15 a 20 minutos diários de prática produzirão efeitos benéficos para a construção da escrita.

    O jogo que eu trouxe hoje como sugestão é também instigante porque as crianças são levadas a perceber sons iniciais iguais e diferentes e, além da consciência fonológica, possibilita que as crianças comecem a relacionar os sons iniciais com as letras que aparecem em destaque. Obviamente, se o seu objetivo for somente estimular a consciência fonológica, pode cobrir com alguma etiqueta as palavras para que a criança preste atenção somente ao som.

    Sugestão de uso:

    Coloque as cartas em uma pilha com as figuras voltadas para cima.

    As fichas com símbolos de = e ≠ coloque em uma sacola.

    Cada criança, em sua vez, observa a figura que está no topo da pilha, fala o nome e presta atenção ao som inicial. Depois tira uma ficha com o símbolo da sacola.

    Se for sorteada uma ficha com o símbolo de “=”, a segunda carta da pilha deve ter o mesmo som inicial da primeira carta.

    Se for sorteada uma ficha com o símbolo de “≠”, a segunda carta da pilha deve ter som inicial diferente da primeira carta.

    Se coincidir, o jogador fica com a ficha símbolo.

    Obs. 1: Enfatize os sons iniciais das palavras. Exemplo: /RRRREEEE-GA-DOR/

    Obs. 2: As cartas são embaralhadas a cada partida.

    Ganha o jogo quem conquistar mais fichas-símbolo.

    É isso! Gostou deste jogo? Conte pra mim! 😉

    Ah, logo aqui abaixo eu deixei um vídeo com sugestão de uso deste jogo!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ADAMS, Marilyn Jager; et al. Consciência fonológica: em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 24 cartas com figuras;
    • 06 fichas com símbolo de igual;
    • 06 fichas com símbolo de diferente;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Para você imprimir, montar e jogar.

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  • Texto Misterioso

    Texto Misterioso

    O-lá!

    O jogo de hoje traz textos curtos em forma de poema e, também, em cada cartela há duas palavras que estão com as letras fora de ordem. Considero importante salientar que desafios, dentro das possibilidades de resolução de cada fase de desenvolvimento, são importantíssimos para as crianças. O jogo de hoje é mais adequado para crianças que já escrevem alfabeticamente, mas cuja leitura ainda é silabada e precisam que os textos sejam curtos para que não cause um nível de esforço mental tão alto que elas desistam no meio da leitura.

    Inclusive, precisamos alertar que a postura do mediador, seja ele professor, psicopedagogo, ou até mesmo os pais, diante das tentativas de leitura e escrita das crianças deve ser sempre a mais confiante e tranquila possível. Digo isso porque as crianças sentem quando seus erros causam frustração nos mediadores. E isso compromete o seu desenvolvimento porque, afinal, elas querem ser aceitas.

    O que faz com que a criança perceba dificuldades em seu desenvolvimento não são o atraso ou algumas tentativas infrutíferas, mas o fato de não ser bem aceita pelo meio. Para a criança, a não aceitação do seu ritmo pessoal se traduz em uma não aceitação da sua pessoa. (FALK, p. 50, 2010).

    A postura dos adultos influencia diretamente no transcorrer das atividades, por isso é preciso demonstrar confiança na capacidade de desenvolvimento da criança e segurança para que nos momentos de dúvidas e/ou dificuldades ela se sinta tranquila em pedir ajuda.

    O jogo é apropriado para estimular a alfabetização, letramento e pensamento lógico. Vamos ver?

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma cartela. Lê e tenta descobrir o que está escrito nas palavras que estão com as letras embaralhadas. Após ela dar seu palpite pode pegar a ficha que tem o mesmo número para verificar se o palpite dela estava correto.

    Ah, eu amo tanto jogos assim! E você?

    Abaixo segue um vídeo para contribuir na compreensão da utilização do jogo. Se você utilizá-lo de alguma forma diferente, vou amar saber!

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FALK, Judit. Abordagem Pikler: educação infantil. São Paulo: Omnisciência, 2010.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 15 cartelas;
    • 15 cartas de gabarito;
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    • Instruções de uso.

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