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  • Tá Estranho!

    Tá Estranho!

    O-lá!

    Em cada etapa do desenvolvimento,  a criança requer estímulos e mediação adequada para desenvolver habilidades. A própria evolução humana impulsiona o seu desenvolvimento corporal e mental. Quando a criança recebe os estímulos adequados, é perceptível o seu progresso.

    “Toda criança vive agitada e em intenso processo de desenvolvimento corporal e mental. Nesse desenvolvimento se expressa a própria natureza da evolução e esta exige a cada instante uma nova função e a exploração de uma nova habilidade. […]” (ANTUNES, 1998, p. 37)   

    Aqui não estou falando de padronização, com tempo e forma final já programada, ok?! Estamos falando de um ”SER”, não de uma máquina. Porém, um meio acolhedor e rico em estímulos dará mais chance ao desenvolvimento da criança. Esse é um ponto que não temos como negar, não é mesmo?  

    O jogo “Tá Estranho!” tem como objetivo estimular a leitura, a compreensão de texto, o pensamento lógico e, também, a atenção. 

    Sugestão de Uso:

    A criança lê uma cartela, observa a imagem e tenta descobrir o que está fora de ordem na frase. Ou seja, o que está deixando o texto sem sentido, “estranho”.

    Após, escreve a frase de uma forma que considere ficar coerente, mas usando somente as mesmas palavras. Sem acrescentar ou tirar nenhuma delas.

    Por fim, pega uma carta com o mesmo número para conferir.

    É isso! Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 18 cartelas;
    • 18 cartas gabarito;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.  

  • Bingolexa

    Bingolexa

    O-lá!

    Você gosta de bingo? Eu gosto muito 🙂 

    O jogo Bingolexa, que eu trouxe hoje como sugestão, é indicado para aquele momento em que precisamos ampliar os conhecimentos das crianças em relação às sílabas complexas. Um bingo é uma boa maneira para isso porque podemos, de maneira lúdica, repetir as sílabas e isso contribui para consolidar a aprendizagem. Sim, a repetição continua sendo uma boa estratégia de ensino/aprendizagem.

    Porém, a maneira que proponho é que esta repetição não seja maçante, chata!

    Lembrando que o nosso foco sempre precisa estar mais voltado para como a criança aprende. E ferramentas lúdicas aliadas a uma boa mediação, saber atuar na zona de desenvolvimento proximal de cada criança, conduzirá o processo de aprendizagem com mais leveza.

    […] não se trata propriamente de ensinar, mas de exercer a mediação da aprendizagem, atuar na zona de desenvolvimento proximal, acompanhando as capacidades disponíveis em cada momento do desenvolvimento da criança, até que ela atinja condições cognitivas e linguísticas para compreender e se apropriar plenamente do sistema alfabético. (SOARES, 2022, p. 119)

    Assim, um passo de cada vez!

    Sugestão de uso:

    Coloque as cartas com figuras em um saco.

    Cada criança deve ter sua cartela e marcadores (bolinhas de papel reciclável, pedrinhas, miçangas, botões…).

    Sorteie uma figura e fale seu nome. Peça que as crianças separem a palavra em sílabas/pedaços. Questione as crianças sobre a sílaba inicial.

    Após, elas devem procurar se suas cartelas contêm a sílaba correspondente.

    Ganha o jogo quem completar primeiro toda uma cartela.

    Obs.: Pode haver mais de um vencedor. E isso também é divertido!

    É isso! Espero que as informações compartilhadas tenham sido úteis.

    Um abraço e até o próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfaletrar: toda criança pode aprender a ler e a escrever. São Paulo: Contexto, 2022.  

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 18 cartas com figuras;
    • 30 cartelas com sílabas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    O arquivo é enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar!

  • Piuí… Contagem de Fonemas

    Piuí… Contagem de Fonemas

    O-lá!

    Desenvolver a consciência fonológica de forma lúdica (sem estabelecer rotinas de treino e “decoreba”) é, certamente, um excelente caminho para acelerar o processo de alfabetização. Além do mais, pode prevenir possíveis dificuldades de aprendizagem.

    “Promover a consciência fonológica através de ‘jogos de linguagem’, sejam jogos de regras com competição ou mais livres, tem sido um princípio partilhado por diferentes pesquisadores e manuais didáticos” (BRASIL, 2009; SILVA, 2010; TEBEROSKY, 2010; RIBEIRO, 2014, ARAÚJO, 2017 apud MORAIS, 2022, p. 143, grifo do autor).

    O estímulo da consciência fonológica contempla o desenvolvimento de várias habilidades: rima, aliteração, consciência de sílabas, consciência fonêmica.  O jogo “Piuí… Contagem de Fonemas” tem como objetivo estimular a consciência fonêmica, que é a habilidade de manipular conscientemente as menores unidades sonoras de nossa fala: os fonemas. De propósito, escolhemos figuras/palavras cujos sons das letras conseguimos alongar. Exemplo: “SSSSS-OOOO-FFFF-ÁAAAA”. Veja o vídeo.

    Precisamos estar cientes de que a consciência fonêmica é um nível mais complexo a ser desenvolvido. Exige tempo e persistência. As crianças, quando já dominam este conhecimento, escrevem com hipótese de escrita alfabética. Portanto, precisamos aguçar o seu desenvolvimento! Ok?! Vamos à explicação do jogo?

    Sugestão de Uso:

    Deixe a criança ajudar na montagem do jogo.

    Coloque as cartas com figuras dentro de um saco.

    Cada jogador, na sua vez, deve retirar uma carta do saco. Segmentar a palavra em fonemas e andar com seu trem o número de casas correspondente (Veja o vídeo).

    Ganha o jogo quem chegar primeiro à próxima estação.

    Agora me diga: gostou do jogo? Quero saber! Conte-me nos comentários.

    Um abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MORAIS, Artur Gomes de. Consciência fonológica na educação infantil e no ciclo de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2022

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 24 fichas com imagens;
    • 01 arte trem e trilho;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar 🙂

  • Par, Ímpar!

    Par, Ímpar!

    O-lá!

    O jogo que estou compartilhando hoje foi desenvolvido para atender a um pedido de uma educadora. Ela dizia que estava precisando de um jogo que trabalhasse números pares e ímpares. Espero que contribua com o trabalho de vocês também!

    Sabemos que o jogo pode auxiliar muito no desenvolvimento das crianças. É só uma questão de escolher o mais adequado para as demandas e interesses delas.

    O jogo, em seu sentido integral, é o mais eficiente meio estimulador das inteligências. […] (ANTUNES, p. 17, 1998)

    Talvez, se você que lê este texto, está iniciando o trabalho com professor, psicopedagogo… Esteja se perguntando: “Mas como escolher um bom jogo? ”. A melhor resposta que me ocorre agora é: jogue, a princípio, nos primeiros encontros, mais para conhecer a criança e criar vínculo com ela. Depois se preocupe com o conteúdo ou habilidades que precisam ser desenvolvidas. Equivocar-se nas primeiras escolhas é comum, porque não existe manual de instrução. Sabe, é um ser humano, não é uma máquina. É a própria criança que irá demonstrar o que precisa, mas é necessário estar presente e atento(a) durante o jogo.

    Agora vamos à explicação do jogo?

    Sugestão de uso:

    Comece pedindo para as crianças recortarem, montarem o seu peão (ônibus) e depois colocarem no tabuleiro no “Ponto de Ônibus”.

    Coloque as fichas em uma pilha viradas para baixo.

    Cada jogador, na sua vez, vira uma ficha da pilha.

    Se virar uma ficha com a escrita “PAR”, e o próximo número no tabuleiro for “PAR”, ele avança o seu peão.

    O mesmo deve ocorrer com as fichas em que estiver escrito “ÍMPAR”.

    Ganha o jogo quem chegar à “Escola” primeiro.

    Obs.: Você poderá escolher se prefere jogar com fichas PAR/ÍMPAR ou dado PAR/ÍMPAR. Terá estas duas opções no arquivo 😉

    É isso! Gostou do jogo? Conta para mim nos comentários 😉

    Ah, em virtude da “Semana do Brincar”, este jogo estará gratuito até sexta-feira.

    Um abraço e boa diversão!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital formato PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado par/impar;
    • 10 fichas par/impar;
    • 02 peões (ônibus);
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

    Estará gratuito até o dia 26/05, ou seja, próxima sexta 😉

  • Descubra o Objeto

    Descubra o Objeto

    O-lá!

    Despertar o interesse das crianças para o aprendizado sempre foi algo desafiador para os professores, porém, nos dias atuais, com a enxurrada de tecnologias, este desafio tem sido, sem dúvida nenhuma(!), muito maior.

    Nossas crianças recebem um bombardeio sensorial e isso possivelmente, para não dizer certamente, trará consequências.

    “Quando estamos expostos à velocidade voraz de centenas de imagens por dia, através de nossas telas portáteis conectadas à internet, vivemos também expostos a um bombardeio sensorial que satura nosso sistema perceptivo. […]” (JERUSALINSKY, et al., p. 14,  2017)

    Sendo assim, é importante oferecermos a oportunidade às crianças de viverem situações lúdicas fora das telas. Apesar de difícil e desafiador, é possível! É preciso aguçar a curiosidade das crianças. 

    O recurso que eu trouxe hoje como sugestão foi pensado de uma maneira a promover isso. Poderia ser só mais uma atividade de leitura e escrita de palavras para crianças em processo de alfabetização, mas colocamos um toque de ludicidade. Vamos ver?

    Sugestão de uso.

    Coloque uma das cartas dentro de uma caixa e desafie a criança a descobrir qual objeto está na carta.

    Como pista, entregue para ela uma carta que tenha o mesmo número da que você colocou dentro da caixa.

    A criança primeiro precisa colocar as iniciais das palavras. São as que estão em destaque na margem superior das cartas. Depois, lê verticalmente a palavra que formou utilizando as letras iniciais de cada palavra.  

    Se a criança utilizou as letras corretas no início de cada palavra deve ter formado o nome do objeto que está na carta dentro da caixa.

    Por fim, é só conferir 😉

    É isso! Que você possa aproveitar as ideias compartilhadas! Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

    JERUSALINSKY, Julieta; et al. Intoxicações eletrônicas: o sujeito na era das relações virtuais. Salvador: Ágalma, 2017, p.211-226. 

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital formato PDF contendo:

    • 24 cartas com imagens;
    • 24 cartas com palavras;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

  • Ache!

    Ache!

    O-lá!

    Sabemos que identificar palavras que começam com uma determinada sílaba é uma habilidade que precisa ser desenvolvida nas crianças que estão em processo de alfabetização. O jogo “Ache” foi construído pensando exatamente nisso.

    Veja-nos aqui, mais uma vez, pensando em desenvolver habilidades de maneira lúdica. Se você acompanha as nossas publicações, já sabe que a ludicidade norteia todo o nosso trabalho. E fazemos isso porque nosso conhecimento teórico e prático cada vez mais nos leva a ter certeza de que estamos no caminho certo. Os jogos são ferramentas que promovem aprendizagem porque estimulam o interesse das crianças.

    “[…] o jogo ganha um espaço como a ferramenta ideal da aprendizagem, na medida em que propõe estímulo ao interesse do aluno, que como todo pequeno animal adora jogar […].” (ANTUNES, 1998, p. 36)

    Sem mais delongas, vamos à explicação do jogo?

    Sugestão de uso:

    Coloque as fichas com sílabas em um saco.

    Deixe o tabuleiro no centro da mesa.

    Cada jogador, na sua vez, tira uma ficha do saco.

    Em seguida, procura no tabuleiro uma figura que começa com aquela(e) sílaba/som.

    Ao encontrar, deve circulá-la.

    Se sortear uma ficha escrito “PARE”, passa a vez.

    Ganha o jogo quem primeiro conquistar cinco cartas. 

    Para deixar o jogo ainda mais desafiador, você pode combinar um determinado tempo (por exemplo, 30 segundos) para localizar a figura.

    É isso! Espero que você possa aproveitar as informações compartilhadas aqui.

    Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital formato PDF contendo:

    • 32 cartas com sílabas;
    • 04 cartas “PARE”;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

  • Sabe Essa?

    Sabe Essa?

    O-lá!

    Já começo dizendo que este recurso que eu trouxe hoje como sugestão é um daqueles simples, mas que pode contribuir muuuito para a alfabetização das crianças.

    O “Sabe Essa?” tem como objetivo estimular diversos níveis da consciência fonológica: rima, aliteração, consciência de sílabas, além de relação fonema x grafema, escrita de palavras e também leitura de frases curtas.

    É importante estarmos sempre cientes de que, como mediadores do processo de alfabetização, precisamos propor às crianças atividades que contribuam para que elas reflitam sobre as partes orais das palavras e confrontem com suas partes escritas. Além disso, a compreensão leitora passa primeiro por compreender textos curtos (ou até mesmo compreender o que você lê para ela!). Este material é uma boa ferramenta de auxílio para isso. Sabe, não é um recurso para treino. O objetivo é fazer a criança pensar, refletir e fazer descobertas.  

    “Diferentes estudiosos nos ajudam a propor uma abordagem […] na qual defendemos que as crianças sejam, sempre que possível, chamadas a refletir sobre as partes orais das palavras, confrontando-as com suas formas escritas.” (MORAIS, 2022, p. 145)

    Bora então descobrir como utilizar este recurso?

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe um conjunto de cartas.

    Após, vai virando uma a uma e respondendo ao que foi perguntado.

    No vídeo há mais detalhes e o passo a passo de como utilizar esse material com as crianças. Acredito que será muito útil você assistir. Depois me conte se você gostou 😉

    É isso! Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MORAIS, Artur Gomes de. Consciência fonológica na educação infantil e no ciclo de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2022

    Clique no link abaixo para adquirir o o arquivo PDF contendo:

    • 90 cartas (para formar 10 jogos de cartas, veja o vídeo);
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

  • Sobrou, Aproveitou!

    Sobrou, Aproveitou!

    O-lá!

    Quando uma criança aprende a ler e a escrever ela tem acesso a um mundo com mais possibilidades e, sem dúvida nenhuma, há alterações a nível cognitivo e emocional neste processo. Agora, você sabe o que a criança aprende quando, finalmente, se apropria do sistema de escrita alfabética?

    Magda Soares (2022, p. 43) dizia que ela aprende duas coisas:

    “- Aprende que a palavra oral é uma cadeia sonora independente de seu significado e possível de ser segmentada em pequenas unidades;

    – aprende que cada uma dessas pequenas unidades sonoras da palavra é representada por formas visuais específicas – as letras.”

    Ou seja, no caminho do processo de alfabetização, bem lá no comecinho, é comum a criança fazer desenhos e achar que está escrevendo. À medida que ela vai recebendo a instrução adequada e fazendo trocas com seus colegas, vai aos poucos compreendendo que para escrever é preciso utilizar letras e, um pouco mais adiante, entende que não são quaisquer letras. Assim, de forma progressiva, chega a compreensão de que as letras representam os sons da nossa fala. Quando ela conquistou essa compreensão, já percorreu um bom caminho (abordamos todo este conteúdo detalhadamente e indicamos intervenção adequada em cada uma das etapas no curso “Em Rota para a Alfabetização“).

    O recurso que eu trouxe hoje como sugestão é adequado para crianças que já chegaram a este entendimento; ou seja, já sabem que a escrita representa a nossa fala, inclusive, já conhecem sílabas, mas, não é porque entenderam que já dominam por completo, não é mesmo?

    Ah, além da alfabetização, com este jogo podemos estimular o pensamento lógico. Vamos ver como? 

    Sugestão de uso:

    Comece pedindo para a criança agrupar as cartas que têm figuras pertencentes às mesmas categorias. Incentive a verbalização das escolhas (animais, meios de transporte, alimentos, etc.).  

    Após, peça a criança para escolher uma cartela e procurar quais sílabas formam o nome da figura em destaque.

    Após, tentar formar outra palavra com as sílabas que sobraram. Dica: sempre formará uma palavra da mesma categoria da figura em destaque. Ou seja, se tiver uma imagem de uma moto, as sílabas que sobraram formarão o nome de um outro meio de transporte.

    Após, você pode ampliar para escrita de frases.

    O que você achou? Conta para mim?

    Um abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfaletrar: toda criança pode aprender a ler e a escrever. São Paulo: Contexto, 2022.  

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital formato PDF contendo:

    • 24 cartas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

     

  • Se Liga Nessa

    Se Liga Nessa

    O-lá!

    PDF GRÁTIIIIS!! Uhuuu! Já sabe que eu estou feliz só por imaginar o seu sorriso, né?! Hehe

    O objetivo do jogo “Se Liga Nessa” é estimular a percepção, a atenção, orientação espacial (frente, atrás, direita, esquerda) e a construção do número.

    É também uma maneira bem divertida de iniciar a relação das crianças com os números. Inclusive, isso é muito importante porque, por mais que haja pessoas que torçam o nariz quando ouvem a palavra matemática (Ei, claro que não estou falando de mim ou de você…Rsrs), ela está em nosso dia a dia em diversas ocasiões: nas compras, nas estimativas (virão cinco pessoas para o almoço, então preciso de “x” xícaras de arroz), nas contagens, etc. Portanto, o melhor a fazer é, desde cedo, estabelecer um bom relacionamento com os números para uma “convivência sadia”… Rsrs

    Uma das “tarefas” deste jogo será a contagem e isso, preciso dizer, é diferente de ensinar a recitar números. Quem trabalha na Educação já sabe disso porque aprendeu em sua formação. Estou escrevendo porque sei que alguns pais passam por aqui e, por não saber a diferença, acreditam que seus filhos estão tendo um bom desenvolvimento lógico-matemático porque já sabem contar oralmente até 10, 20, 50… Eu não estou dizendo que isso é ruim, apenas que isso não é o suficiente. Na verdade, isso é, até certo ponto, relativamente fácil. É como aprender a cantar uma música.

    Contribuir para o desenvolvimento do pensamento lógico-matemático vai além disso! E para isso é fundamental, dentre outras habilidades, construir uma boa base com números pequenos.

    Quando uma criança recita com certa facilidade os números de 1 a 10, pode parecer que ensinar contagem seja simples. Não é: contar é diferente de recitar. Contar implica perceber que cada objeto corresponde somente a um termo da contagem e que não se deve pular nem repetir um objeto […]. (BIGODE e FRANT, 2011, p. 9)

    Dito isso, bora jogar?!

    Sugestão de uso:

    Deixe o tabuleiro e as fichas coroa no centro da mesa.

    Coloque as fichas com imagens de setas e círculos viradas para baixo.

    Cada criança, na sua vez, vira uma ficha e observa a seta e o círculo. Procura no tabuleiro um quadro igual, ou seja, que tenha o círculo na  mesma posição em relação à seta (este é um momento que exige muita atenção!). Verifica qual número aparece imediatamente abaixo e pega a quantidade correspondente de fichas coroa.

    Ganha o jogo e recebe uma coroa quem primeiro conquistar 10 fichas coroa.  

    E agora, na próxima jogada, será que o jogador irá conseguir mantê-la?

    O que você achou deste jogo? Ah, faça adaptações, amplie as possibilidades de uso e depois me conta, pode ser?

    Um abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BIGODE, Antonio J. L.; FRANT, Janete Bolite. Matemática: soluções para dez desafios do professor. São Paulo: Ática, 2011.

    Clique no link abaixo para adquirir o PDF GRÁTIS contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 10 fichas com setas;
    • 10 fichas coroa;
    • 01 coroa grande;
    • 01 coroa pequena;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Gerador de Histórias

    Gerador de Histórias

    O-lá!

    Já sabemos que um bom planejamento, tanto para atendimento clínico psicopedagógico quanto para uma sala de aula, é importantíssimo. Do contrário, fica um fazer por fazer. Falamos bastante por aqui que jogos contribuem muito para o desenvolvimento das crianças. Porém, escolher um jogo só porque ele é bacana e divertido pode não gerar o resultado que pretendemos alcançar, não é mesmo?

    Seria o mesmo que pegar um martelo para serrar uma tábua.

    O planejamento precisa estar alicerçado nos conhecimentos prévios das crianças, seus interesses e de acordo com os objetivos que pretendemos alcançar. Ou seja, precisamos estar bem certos do que queremos quando elaboramos o planejamento.

    “O planejamento de suas práticas depende fundamentalmente de você ter clareza das metas – habilidades e conhecimentos – a alcançar para que haja continuidade no desenvolvimento e aprendizagem das crianças […] (SOARES, p. 300, 2022, grifo do autor)

    Se está dentro do seu objetivo estimular a leitura, a criatividade e a produção de textos, o jogo “Gerador de histórias” pode contribuir. A princípio, este jogo estimula a leitura e produção de textos curtos, mas, com adaptações, pode gerar textos maiores. Dependerá muito dos conhecimentos das crianças e de sua mediação 😉 Vamos ver a explicação?

    Sugestão de uso:

    A criança começa virando uma carta “QUEM”, que será a personagem principal da história.

    Depois, vira uma ficha “MORAVA”, que trará um texto dizendo onde sua personagem morava.

    Assim, sucessivamente, vai virando as fichas: “QUE TINHA”, “UM DIA ELE/ELA SAIU DE CASA E ENCONTROU”, “ENTÃO FOI O MAIS RÁPIDO QUE PODIA CONTAR PARA” e formará um pequeno texto. Só faltando o final. 

    Sendo assim, para finalizar, deve escrever o que as personagens “decidiram” fazer com o “problema” que surgiu durante a formação da história.

    Se você quiser ampliar, pode escrever um outro texto com as crianças a partir desta pequena história, ou seja, colocando novos elementos. Por exemplo: a profissão da personagem, com quem morava, o que gostava de fazer, etc.

    É isso! A cada jogada uma nova história pode ser gerada!!! Bora?! Estou louca para saber o que vocês criaram por aí ! 

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfaletrar: toda criança pode aprender a ler e a escrever. São Paulo: Contexto, 2022.  

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital formato PDF contendo:

    • 12 fichas de personagens;
    • 48 fichas com textos;
    • 06 porta-fichas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.