Tag: alfabetização

  • Sílabas Conectadas

    Sílabas Conectadas

    O-lá!

    O jogo que eu trouxe hoje está tão bacana!!! Com uma pitada de tecnologia, ele está muito mais atrativo para as crianças! O que queremos é despertar o interesse delas para incentivar a alfabetização. Acreditamos que, explorando sua curiosidade inata com ludicidade, alcançaremos o nosso objetivo de maneira mais suave.

    O Saber tem algo de jogo, principalmente quando o aprendiz se dispõe a conhecer o desconhecido, o que pode gerar prazer e despertar a curiosidade. (BARBOSA, 2002, p. 40).

    Afinal de contas, o que é a curiosidade se não o desejo de saber?! Inclusive, aquela criança que você acha que está desmotivada, tente brincar de esconder algo dela. Possivelmente você verá, mesmo que discretamente, um olhar de “quero saber o que tem aí”. Foi pensando nisso que o recurso que trouxemos hoje foi desenvolvido. O uso da tecnologia dará um toque a mais!

    Mas atenção: é só uma “pitada” de tecnologia. Além da alfabetização, este jogo tem como objetivo estimular a coordenação motora fina e o pensamento lógico 😉 Entendemos que a tecnologia pode ser acessada pelas crianças com cautela e sob a supervisão de um adulto.

    Sugestão de Uso:

    Coloque as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico).

    Entregue para a criança uma canetinha e diga para ela escolher uma página. Ela deve descobrir o nome de um animal.

    Para isso ela deve partir sempre de uma das sílabas localizadas nas laterais da página (margem superior, inferior, esquerda, direita).

    Ela pode passar a canetinha sobre o plástico seguindo as linhas pontilhadas.

    Após, para verificar se ela descobriu o nome do animal, ative a câmera do seu celular, aponte para o QR code que está no centro da folha e vejam que animal aparece.

    Por fim, pode apagar as marcações feitas com canetinha sobre o plástico com uma flanela.

    Observação! Se no momento do jogo você estiver sem celular ou internet para verificar a imagem do QR code pode utilizar o gabarito impresso.

    Agora eu quero saber, você gostou deste jogo? Para facilitar ainda mais o entendimento eu deixei abaixo um vídeo com a demonstração de uso.

    Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
    BARBOSA, Laura Monte Serrat. Parâmetros Curriculares Nacionais: o papel da escola no século XXI. Curitiba: Bella Escola, 2002.

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    • 20 páginas com sílabas;
    • 01 gabarito;
    • 01 embalagem para guardar o gabarito;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Zigue-zague das Letras

    Zigue-zague das Letras

    O-lá!

    Hoje quero começar dividindo com vocês um exemplo de mensagem que recebo frequentemente: “Tens atividades para um menino de 7 anos que é autista?”. Eu entendo a angústia de quem me envia essas mensagens. Eles(as) querem fazer um bom trabalho e, geralmente, não sabem por onde começar! A faculdade nem sempre nos prepara para a diversidade com que precisamos lidar em uma sala de aula ou atendimento psicopedagógico, etc. Porém, preciso ser sincera. Eu me formei no magistério em 1989 (sim, no século passado…Rsrs!), fiz faculdade, duas pós-graduações, diversos cursos e na área da alfabetização… São quase 20 anos de experiência. Mesmo assim, digo com convicção: é muito complexo e irresponsável indicar jogo, atividade ou qualquer recurso sem conhecer a criança pessoalmente. Especialmente, se basear em diagnóstico. Tem tanto diagnóstico equivocado por aí!

    A meu ver, o melhor caminho para escolher um jogo, recurso, atividade (independente da criança e qualquer diagnóstico que a família tenha trazido) é alinhar os conhecimentos prévios e interesses da criança com os objetivos que pretendemos alcançar. Fazendo estes questionamentos podemos escolher o recurso com mais assertividade. Em especial os jogos lúdicos, que quando utilizados com responsabilidade, promovem significativas alterações emocionais, físicas e cognitivas! Alguns efeitos são vistos de imediato, outros a médio e longo prazo!

    O jogo é movimento em torno e por dentro do sujeito integral. […]. Por meio dos jogos, abrem-se infinitas possibilidades de estímulos para a aprendizagem. (AMARAL e OHY, 2018 apud AMARAL e NASCIMENTO, 2020, p. 23).

    O jogo que eu trouxe como sugestão hoje é um daqueles simples, mas muito eficiente para estimular a alfabetização e a orientação espacial. Será que ele pode contribuir com a criança que você está pensando utilizar? Espero que sim! Porém, é preciso um olhar e escuta voltados para a criança.

    Vamos ver o jogo?

    Sugestão de Uso:

    A criança seleciona uma carta. Ela deve descobrir uma “palavra secreta”. Como dica ela pega uma ficha com o caminho a seguir (as duas cartas têm o mesmo número).

    Segue a indicação da sequência dos números que aparecem na carta para descobrir a “palavra secreta.”

    Quer ampliar a brincadeira? Vire a carta com as letras, peça para a criança escrever a palavra que ela descobriu. Depois, vire a carta para ela verificar se acertou.

    Gostou do jogo? Conta pra mim!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    AMARAL, Anderson; NASCIMENTO, Adriana Limeira do. Jogos de estimulação cognitiva e motora. Rio de Janeiro: Wak, 2020.

    Veja o vídeo com a explicação do jogo 😉

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 16 cartas com letras;
    • 16 cartas com números;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Letra Faltante

    Letra Faltante

    O-lá!

    Há muitas maneiras de promover a aprendizagem do alfabeto, mas sabemos que as crianças, de uma maneira geral, quando estão curiosas com alguma coisa, gostam de tocar (e nós, adultos, também…Rsrs!). 

    A explicação é muito simples: o tato é um forte canal de investigação do mundo.  Você sabe que todo bebê utiliza muito a boca e as mãos para conhecer os objetos; e, conforme cresce, vai deixando de lado esta necessidade de colocar tudo na boca, mas, as mãos, estão sempre esticadas quando vê algo novo.

    A necessidade do toque, tanto pelos lábios, quanto pelas mãos, é fortemente acentuada na infância quando a criança ainda se encontra em um estágio cognitivo centrado no concreto. […] (FISCHER; TAFNER, 2005, p. 22).

    Sabendo disso, precisamos explorar este canal de aprendizagem. Para a proposta de jogo que eu trouxe hoje, sugiro que você complemente com massinha de modelar ou argila. Vamos ver?

    Sugestão de uso:

    Entregue para cada criança uma ficha e massinha de modelar ou argila.

    A criança deverá observar as letras que estão dentro dos círculos na parte superior da cartela. Em seguida, irá procurar qual delas está faltando fora dos círculos. Esta será a “letra faltante”.

    Quando ela encontrar, deve fazer a “letra faltante” com massinha de modelar. Depois, você pode pedir para que cada criança diga o nome e o som da “letra faltante”. Além disso, escrever palavras que tenham aquela letra também é uma boa estratégia para internalizar a aprendizagem.

    É isso! Este jogo está disponível gratuitamente para você em nossa loja! Parece que eu estou vendo um sorriso aí?! Conta pra mim se você ficou feliz com o presente!

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FISCHER Julianne; TAFNER, Malcon Anderson. Alfabetização ao alcance das mãos. Blumenau: Estúdio Criação, 2005.

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    • 32 cartas com letras;
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    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. 

  • Abelhuda

    Abelhuda

    Os jogos lúdicos são excelentes fontes de diversão e aprendizado. Claro, não estou revelando nenhuma novidade para você! Especialmente se você trabalha na Educação. No entanto, será que exploramos este conhecimento o suficiente? Digo em sala de aula mesmo! Tenho a expectativa de que estejamos melhorando, mas ainda fico sabendo de muitas salas de aula pelo Brasil afora que se utilizam apenas do recurso cópia para alfabetizar. Eu entendo que a cópia também contribui para a consolidação da aprendizagem, porém, ela não pode tomar a maior parte do tempo de uma criança na escola.

    Um outro detalhe é que é importante propormos jogos diferentes (sem exageros também!), porque cada jogo estimula uma área do saber. Sendo assim, quando diversificamos estamos promovendo novas conexões cerebrais. A criança sai da zona de conforto daquele jogo que ela já conhece.

    […] cada jogo ou atividade lúdica incide mais sobre umas capacidades que outras […]” (BATLLORI, 2009, p. 16).

    O jogo que eu trouxe hoje como sugestão estimula a atenção, a alfabetização, o pensamento hipotético, a lógica, dentre outras habilidades. Vamos ver?

    Sugestão de uso:

    Cada criança deve receber 4 fichas de abelha (uma de cada cor).

    Depois você mostra uma cartela. As crianças devem tentar identificar qual sílaba não pertence ao nome da figura. Então elas fazem o seu palpite colocando sobre a mesa uma ficha de abelha na cor da sílaba “Abelhuda”.

    Depois do palpite feito, elas conferem no gabarito quem acertou.

    Obs.: Este jogo não foi organizado para ser uma competição! É mais para ser uma brincadeira mesmo, na qual a criança verifica no gabarito se acertou o palpite. Porém, se você quiser, pode combinar de cada acerto valer um ponto.  

    É isso! Pensou em uma maneira diferente de utilizar este jogo? Conta pra mim 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009.

    A seguir vídeo com explicação do jogo 🙂

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    • 15 cartelas com imagens e sílabas;
    • 12 fichas com figuras de abelhas;
    • 01 embalagem;
    • 01 gabarito;
    • Instruções de uso.

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  • Som = ou ≠

    Som = ou ≠

    O-lá!

    Em países com língua alfabética pesquisas no campo da consciência fonológica têm sido intensificadas. O motivo é muito simples: nessas línguas, como é o caso do português, a consciência fonológica exerce papel importante no processo de aprendizagem da leitura e da escrita.

    Os educadores que ensinam consciência fonológica descobriram que, fazendo isso, aceleram o crescimento de toda a turma em termos de leitura e de escrita, ao mesmo tempo em que reduzem a incidência de crianças com atraso na leitura. (ADAMS, et al., 2012, p.17)

    Um fato interessante e de que eu gosto muito, é que não se fala em treinamento puro e simples; pelo contrário: a consciência fonológica é geralmente apresentada de maneira lúdica às crianças. Isso é fundamental! Também é pertinente dizer que este trabalho lúdico com os sons pode ser iniciado na pré-escola. Vejam, não se trata de alfabetizar aos quatro, cinco anos, mas, estimular, de maneira lúdica, as crianças a prestarem atenção aos sons. Brincadeiras que envolvam rima, ritmo, escuta de sons, são excelentes para isso! 15 a 20 minutos diários de prática produzirão efeitos benéficos para a construção da escrita.

    O jogo que eu trouxe hoje como sugestão é também instigante porque as crianças são levadas a perceber sons iniciais iguais e diferentes e, além da consciência fonológica, possibilita que as crianças comecem a relacionar os sons iniciais com as letras que aparecem em destaque. Obviamente, se o seu objetivo for somente estimular a consciência fonológica, pode cobrir com alguma etiqueta as palavras para que a criança preste atenção somente ao som.

    Sugestão de uso:

    Coloque as cartas em uma pilha com as figuras voltadas para cima.

    As fichas com símbolos de = e ≠ coloque em uma sacola.

    Cada criança, em sua vez, observa a figura que está no topo da pilha, fala o nome e presta atenção ao som inicial. Depois tira uma ficha com o símbolo da sacola.

    Se for sorteada uma ficha com o símbolo de “=”, a segunda carta da pilha deve ter o mesmo som inicial da primeira carta.

    Se for sorteada uma ficha com o símbolo de “≠”, a segunda carta da pilha deve ter som inicial diferente da primeira carta.

    Se coincidir, o jogador fica com a ficha símbolo.

    Obs. 1: Enfatize os sons iniciais das palavras. Exemplo: /RRRREEEE-GA-DOR/

    Obs. 2: As cartas são embaralhadas a cada partida.

    Ganha o jogo quem conquistar mais fichas-símbolo.

    É isso! Gostou deste jogo? Conte pra mim! 😉

    Ah, logo aqui abaixo eu deixei um vídeo com sugestão de uso deste jogo!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ADAMS, Marilyn Jager; et al. Consciência fonológica: em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 24 cartas com figuras;
    • 06 fichas com símbolo de igual;
    • 06 fichas com símbolo de diferente;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Para você imprimir, montar e jogar.

    É enviado por e-mail.

  • Texto Misterioso

    Texto Misterioso

    O-lá!

    O jogo de hoje traz textos curtos em forma de poema e, também, em cada cartela há duas palavras que estão com as letras fora de ordem. Considero importante salientar que desafios, dentro das possibilidades de resolução de cada fase de desenvolvimento, são importantíssimos para as crianças. O jogo de hoje é mais adequado para crianças que já escrevem alfabeticamente, mas cuja leitura ainda é silabada e precisam que os textos sejam curtos para que não cause um nível de esforço mental tão alto que elas desistam no meio da leitura.

    Inclusive, precisamos alertar que a postura do mediador, seja ele professor, psicopedagogo, ou até mesmo os pais, diante das tentativas de leitura e escrita das crianças deve ser sempre a mais confiante e tranquila possível. Digo isso porque as crianças sentem quando seus erros causam frustração nos mediadores. E isso compromete o seu desenvolvimento porque, afinal, elas querem ser aceitas.

    O que faz com que a criança perceba dificuldades em seu desenvolvimento não são o atraso ou algumas tentativas infrutíferas, mas o fato de não ser bem aceita pelo meio. Para a criança, a não aceitação do seu ritmo pessoal se traduz em uma não aceitação da sua pessoa. (FALK, p. 50, 2010).

    A postura dos adultos influencia diretamente no transcorrer das atividades, por isso é preciso demonstrar confiança na capacidade de desenvolvimento da criança e segurança para que nos momentos de dúvidas e/ou dificuldades ela se sinta tranquila em pedir ajuda.

    O jogo é apropriado para estimular a alfabetização, letramento e pensamento lógico. Vamos ver?

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma cartela. Lê e tenta descobrir o que está escrito nas palavras que estão com as letras embaralhadas. Após ela dar seu palpite pode pegar a ficha que tem o mesmo número para verificar se o palpite dela estava correto.

    Ah, eu amo tanto jogos assim! E você?

    Abaixo segue um vídeo para contribuir na compreensão da utilização do jogo. Se você utilizá-lo de alguma forma diferente, vou amar saber!

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FALK, Judit. Abordagem Pikler: educação infantil. São Paulo: Omnisciência, 2010.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 15 cartelas;
    • 15 cartas de gabarito;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Escalando

    Escalando

    O-lá!

    Apesar de eu ter consciência de que não existe pó de pirlimpimpim, ou seja, não há mágica ou até mesmo um método capaz de alfabetizar todas as crianças instantaneamente, tenho a convicção de que nem por isso este caminho precisa ser de sofrimento. E é com o objetivo de tornar o processo de alfabetização mais divertido para o maior número possível de crianças que cada jogo compartilhado neste site é pensado e desenvolvido.

    Na verdade, utilizar jogos lúdicos é uma questão de sensatez. Digo isto porque jogar é do interesse da criança. Sendo assim, podemos aproveitar este “apetite” para proporcionar aprendizado de qualidade. E ainda mais! Estou me referindo, por exemplo, à oportunidade de vivenciar a socialização, de lidar com conquistas e frustrações.

    Para a criança tudo é jogo, mas se quisermos que ela aprenda coisas novas ou reforce conhecimentos, capacidades ou habilidades que já possuía, parece que a única via possível é o jogo. (BATLLORI, 2009, p. 14)

    O jogo que estou propondo hoje tem como objetivo contribuir na alfabetização, no pensamento lógico, na coordenação motora fina, além de outras habilidades já mencionadas nos parágrafos anteriores.

    Sugestão de Uso:
    Para cada jogador pendure em uma parede um barbante de 1m de comprimento. Faça um nó em uma das pontas do barbante e também a cada 30cm, totalizando 4 nós.
    Os jogadores devem pendurar os seus peões na ponta inferior do barbante, ou seja, no primeiro nó.
    Para isso, previamente, fixe cada ficha com imagem de um escalador em um prendedor.
    Coloque as fichas com imagens em uma sacola. Deixe de lado as fichas com dicas.
    É hora de começar o jogo!
    É preciso sortear quem vai iniciar.
    Cada jogador, em sua vez, pega uma ficha da sacola. Escreve o nome da figura. Se acertar, escala até o nó seguinte do barbante.
    Em seguida, ele deve “encaixar” a letra que aparece em destaque na ficha em algum lugar da palavra que ele escreveu para descobrir uma outra palavra.

    Exemplo: Como na carta que aparece a imagem da UVA e se pede para encaixar o L: Luva.

    Caso ele não saiba, pode pedir uma “ajuda” e você entregará a “ficha dica” (ela tem o mesmo número). Se ele descobrir, escala até o próximo nó.
    Ganha o jogo quem chegar ao topo primeiro.

    Veja o vídeo para ter uma melhor compreensão do jogo.

    Observação: Cada jogador poderá estar representando uma equipe e, se precisar, pede ajuda para eles.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 16 cartas com figuras;
    • 16 cartas com dicas;
    • 04 cartas com bandeiras;
    • 04 cartas com setas de início;
    • 04 cartas escaladores (peões);
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Para você imprimir montar e jogar 😉

     

  • Dito Revirado

    Dito Revirado

    O-lá!

    Há muitas maneiras de estimularmos o letramento das nossas crianças, mas a sugestão que eu trouxe hoje é encantadora. Digo isso porque os provérbios e ditados populares despertam a curiosidade das crianças por serem, de certa forma, engraçados. Além disso, podem trazer ensinamentos. Ou seja, é um combo maravilhoso, não é mesmo?

    Quando estamos alfabetizando uma criança, precisamos estar cientes de que o letramento deve caminhar lado a lado. Afinal, sabemos da importância que é uma criança conseguir codificar (escrever) e decodificar (ler) as letras, mas fazer uso social desta aprendizagem é fundamental para o seu desenvolvimento como cidadão autônomo.

    […] a leitura é um processo de relacionar símbolos escritos a unidades de som e é também o processo de construir uma interpretação de textos escritos. (SOARES, p. 68-69, 2017, grifo do autor).

    Os provérbios e ditados populares são excelentes para colocar as crianças em uma prática de leitura e interpretação de texto. Afinal, qual o significado deles? Geralmente, fazem sentido dentro de algum contexto. É preciso ir além do sentido literal 😉

    Sugestão de Uso:

    Comece explorando com as crianças provérbios e ditados populares. 

    Depois, embaralhe as cartas (com textos e sem imagens) e peça para a criança sortear uma delas. 

    Em seguida, ela lê e vira a carta com o texto para baixo. Após, pega uma cartela com o mesmo texto, mas “revirado” (elas têm o mesmo número). O desafio da criança será colocar o texto na sequência correta, ou seja, reescrever. A palavra que está escrita em verde serve de pista para o início. 

    Quando concluir, confere!

    Por fim, que tal escrever uma história na qual seja utilizado o provérbio/ditado popular? 

    Espero que este post tenha contribuído de alguma forma.

    Um forte abraço e até a próxima semana.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2001

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 15 cartelas com imagens e textos fora de ordem;
    • 15 cartas com textos em ordem para gabarito;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Palavras Misturadas

    Palavras Misturadas

    O-lá!

    Certamente uma preocupação frequente dos profissionais da área da Educação é fazer com que as crianças tenham mais autonomia e é uma alegria muito grande quando elas já conseguem, por exemplo, ir ao banheiro sem precisar de ajuda. Porém, estou querendo falar de uma aprendizagem diferente dos cuidados com a higiene pessoal. Refiro-me a desenvolver pessoas com opinião, que não se deixem enganar e, principalmente, não esperem por respostas prontas 😉 Se soubermos conduzir, os jogos lúdicos são excelentes para isso, porque as crianças, geralmente, estão mais engajadas e defendem suas opiniões. É importante que durante uma divergência, o professor incentive que cada um exponha seu ponto de vista e, de maneira tranquila, conduza a discussão para um entendimento. 

    […] A ciência não foi dada aos cientistas de fora para dentro. Ela foi, e continua sendo, criada pelos cientistas através da troca de ponto de vista entre eles. (KAMII e DECLARK, p. 81, 1997)

     

    O jogo que eu trouxe hoje tem como objetivo estimular o processo de construção da escrita. Como o próprio nome diz, tem palavras misturadas. O desafio para as crianças é descobrir quais são as palavras. Por não ter imagens o desafio é maior (e isso é de propósito), porém, tem algumas pistas que podem servir de apoio para que elas consigam descobrir as palavras. Em cada carta informa se a criança precisa procurar nomes de animais ou frutas. Além disso, as letras da mesma cor formam uma palavra.

    Se, durante o jogo, uma criança divergir de outra sobre a escrita de alguma palavra, você já sabe que isso é positivo, não é mesmo?  Então aproveite a situação e medeie para que cheguem a resposta correta.

    O jogo está disponível gratuito em arquivo digital formato PDF. <3

    Sugestão de Uso:

    Faça duas pilhas de cartas com as letras voltadas para baixo.

    Os jogadores sorteiam quem ficará com cada pilha.

    Após, cada um vira uma carta da sua pilha. Lê se na carta ele encontrará nomes de frutas ou animais. Depois observa atentamente as letras. As da mesma cor formam uma palavra.

    Se você puder disponibilizar letras em EVA ou fichas para as crianças manipularem e fazerem suas tentativas de ordem para escrever as palavras, será excelente.

    Gostou da ideia de hoje? Só vou ficar sabendo se você me contar. Então que tal deixar um comentário?

    bjuuuu e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 16 cartas;
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    • Instruções de uso.

    Está gratuito e é enviado por e-mail.

  • Sílaba Faltante

    Sílaba Faltante

    O-lá!

    Aprender algo novo sempre promove modificações no sistema nervoso central e faz com que o aprendiz tenha uma melhor adaptabilidade com o mundo que o cerca.

    […] quando um estímulo é conhecido do sistema nervoso central (SNC), desencadeia uma lembrança; quando o estímulo é novo, desencadeia uma mudança. […] (ROTTA; OHLWEILER e RIESGO, p. 65, 2006).

    Quando falamos do processo de construção de escrita isso também acontece, porém, pode não ser percebido de imediato. Algumas mudanças acontecem tão lentamente que pode parecer que a criança não evolui. No entanto, as crianças em processo de alfabetização vão realizando suas tentativas de acordo com o que pensam sobre a escrita. Cada intervenção que fazemos pode promover significativas transformações. Por isso precisamos estar atentos ao que a criança nos diz através de suas tentativas.

    O jogo que eu trouxe como sugestão traz duas maneiras iniciais de utilizá-lo. A primeira sugestão é mais indicada para crianças que estejam apresentando hipótese de escrita pré-silabica.   Veja a seguir.

    Sugestão de Uso 1:

    Embaralhar as cartas com figuras. A criança sorteia uma delas e observa as sílabas que formam o nome da figura.

    Depois pega uma carta com sílabas que tenha o mesmo número. Procura e marca as sílabas que pertençam ao nome da figura. A sílaba que não constar na cartela é a “sílaba faltante”.

    Sugestão de Uso 2:

    Embaralhar as cartas com figuras. A criança sorteia uma delas, porém, ao mostrar a carta, você cobre o nome da figura.

    Em seguida, a criança pega uma carta com sílabas que tenha o mesmo número para procurar quais são as sílabas que servem para escrever o nome da figura. Além disso, diz e escreve qual está faltando. Por último, você mostra o nome da figura para ela conferir.

    É isso! Pensaram em uma maneira diferente para utilizar este jogo? Vou amar saber.

    Um forte abraço,

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    • 18 cartas com figuras;
    • 18 cartas com sílabas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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