Tag: matemática

  • Desafio Matemático

    Desafio Matemático

    O-lá!

    Olha eu aqui mais uma vez, novamente, de novo… Rsrs! (Este é um momento que eu fico aqui imaginando vocês dizerem….Ebaaaa! Por favor, não desfaçam minhas esperanças…Rsrs!)

    Hoje quero falar sobre a importância de encorajar nossas crianças a manifestar o que pensam, um aspecto fundamental para o desenvolvimento de sua autonomia e autoconfiança. É importante estarmos cientes de que, quando incentivadas a compartilhar suas ideias e opiniões, as crianças aprendem a valorizar sua própria voz e a desenvolver habilidades de comunicação e argumentação. Como destacado por Kamii e Declark (1997, p. 81):

    Piaget formulou a hipótese de que a coordenação de pontos de vista leva à construção de autonomia.” Ou seja, ao argumentar, as crianças aprendem a organizar suas ideias, a considerar diferentes pontos de vista e a justificar suas opiniões.

    Os jogos educativos são excelentes meios para promover e incentivar as argumentações das crianças. Eles oferecem um ambiente seguro e divertido onde as crianças podem explorar ideias, testar hipóteses e expressar seus pensamentos.

    Além disso, os jogos estimulam a interação social, o que é importante para o desenvolvimento da habilidade de argumentar e defender pontos de vista. Um exemplo de jogo que pode ser utilizado para estimular a expressão de ideias e a argumentação é este que eu trouxe hoje como sugestão, o “Desafio Matemático”.

    Este jogo desafia as crianças a resolver problemas matemáticos e a justificar suas respostas. Ao jogar, as crianças são incentivadas a pensar criticamente, a desenvolver estratégias de resolução de problemas e a comunicar suas ideias de forma clara e coerente.

    Em suma, encorajar as crianças a manifestar o que pensam é essencial para o desenvolvimento de sua autonomia e habilidades de argumentação. Os jogos educativos, como o “Desafio Matemático”, são ferramentas valiosas para promover essas competências de forma lúdica e engajante. Sugestão de Uso:

    1. Coloque o tabuleiro no centro da mesa e as cartas do jogo em uma pilha, viradas com as imagens para baixo.
    2. Após, cada um na sua vez, joga o dado e avança o número de casas correspondente à quantidade sorteada.
    3. Se o jogador parar em uma casa de cor cinza, deve pegar uma carta do topo da pilha. Após responder à pergunta que consta na carta e, os demais jogadores concordarem com a resposta dada, o jogador pode avançar com o seu peão até a próxima casa que tem a mesma cor indicada na carta que ele pegou. Ganha o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro.

    É isso! Espero que este jogo promova muitas trocas de ideias. Um abraço e até o próximo jogo!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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  • Totemática

    Totemática

    O-lá!

    Hoje vamos falar um assunto superinteressante: como as crianças aprendem sobre números! Gostou?

    Bom, primeiro é importante entender que aprender sobre números não é apenas decorar símbolos; vai muito além disso! O legal é que há várias maneiras de construir o entendimento dos números de forma lúdica, integrada tanto ao cotidiano em casa quanto às atividades na escola. Quer saber como? Então, vamos lá!

    No cotidiano escolar, atividades como a “Hora do Calendário” são perfeitas para aprender números. As crianças podem ajudar a marcar o dia, o mês e o ano, e contar quantos dias faltam para um evento especial.

    Em casa, podemos aproveitar momentos simples como a hora do lanche para aprender sobre números. Ao dividir uma fruta em partes iguais, podemos perguntar: “Quantas partes temos agora?”. Ou, durante a arrumação dos brinquedos, podemos incentivar a contagem: “Quantos carrinhos você guardou na caixa?”.

    Até mesmo na hora de cozinhar, as crianças podem participar e aprender. Medir ingredientes ou contar quantos tomates serão colocados na salada são maneiras práticas de envolver a criança na compreensão dos números e quantidades.

    Ah, e não podemos esquecer das brincadeiras que envolvem padrões numéricos, como organizar objetos em sequências ou identificar repetições. Isso ajuda as crianças a entenderem as estruturas dos números, tais como “maior que”, “menor que” e “igual a”.

    Com base no que foi dito até agora, fica claro que as crianças aprendem através de suas experiências e interações com o mundo ao seu redor, não é mesmo? Por isso, é importante oferecer uma variedade de brincadeiras e desafios diferentes para que elas possam explorar e compreender os números de uma forma que faça sentido para elas! Aqui no site, temos uma boa variedade de jogos que vocês podem explorar, e muitos deles são gratuitos. Um exemplo é o jogo que estou sugerindo hoje. Ele  estará gratuito até o dia 15/03/2024 (aproveiteee!).

    O conhecimento [na perspectiva da Epistemologia Genética] é visto como algo a ser construído pelo sujeito aluno, no contexto de suas interações (relações) com outras pessoas ou objetos […]” (DORNELES e MACEDO, 1994, p. 5-6 apud MACEDO; PETTY e PASSOS, 2000, p. 25, grifo do autor).

    O que os autores estão reforçando é a importância das experiências e interações das crianças com o mundo ao seu redor na construção do conhecimento.

    Sendo assim, vamos logo saber como utilizar o jogo Totemática? Ele pode contribuir com o que foi dito até agora. 😉

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque os totens no tabuleiro, nos espaços designados que estão em branco. 
    2. Na vez de cada criança, ela joga o dado e procura no tabuleiro um quadro que corresponda à cor sorteada no dado.
    3. A criança encontra o cálculo matemático no quadro escolhido e tenta resolvê-lo. Determine se quer que as crianças resolvam o cálculo verbalmente ou escrevendo a resposta.
    4. Após resolver o cálculo corretamente, ela pega o totem correspondente ao quadro.
    5. O jogo pode terminar de duas maneiras: Variedade de Cores: Um jogador ganha ao coletar três totens de cores diferentes, por exemplo, um vermelho, um laranja e um azul. Mesma Cor: Um jogador ganha ao coletar três totens da mesma cor, por exemplo, três vermelhos.

    Bom, é isso! Espero que você tenha gostado de aprender um pouquinho mais sobre como as crianças constroem o entendimento sobre números e, também, do jogo que eu deixei como sugestão. Se tiver alguma dúvida ou quiser compartilhar alguma experiência, é só me contar!

    Um abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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    Experimente deixar as crianças participarem do recorte e montagem 😉

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  • Olhar Atento

    Olhar Atento

    O-lá!

    Assim como os músculos do nosso corpo, o cérebro também requer estímulo, desafio e atividade regular para se manter saudável e funcionar bem. A neuroplasticidade é o conceito chave aqui, ela se refere à capacidade do cérebro de reorganizar suas conexões neurais em resposta a novas experiências, aprendizado e estímulos.

    E, segundo estudos, podemos ir muito mais longe do que imaginamos! Uhuuu!!!

    […] não devemos ser medrosos: nossa capacidade de raciocínio é, de forma geral, maior do que suspeitamos, e, quando a exercitamos comprovamos com grata surpresa que chegamos muito mais longe do que imaginávamos.  (BATLLORI, 2099, p. 10)

    Agora, imagine no que pode acontecer se a gente fortalecer o cérebro das nossas crianças desde cedo (sem excessos, óbvio)! Isso pode ter impactos significativos nas habilidades cognitivas ao longo da vida de qualquer criança. A exposição a diferentes tipos de exercícios cerebrais ajuda a desenvolver a flexibilidade mental, ou seja, a capacidade de se adaptar a diferentes situações e formas de pensamento. Isso é valioso em um mundo em constante evolução.

    Falando um pouco sobre o jogo que eu trouxe hoje como sugestão, o “Olhar Atento”, ele estimula a atenção e a percepção, com o objetivo de ampliar a capacidade de armazenamento na memória de trabalho. Essa memória permite a realização de tarefas que podem ser esquecidas em breve. Hummm… Será que essa memória é realmente tão importante, já que registra coisas que a gente esquece logo? Com certeza! Vamos dar uma olhada em alguns exemplos simples que recorremos a ela no contexto escolar:

    – Cópia do quadro: A criança lê uma frase e a registra no caderno sem precisar ficar olhando para o quadro palavra por palavra (isso após estar alfabetizada).

    – Leitura: Se a criança não retém na memória de curto prazo o que lê em um texto, como conseguirá compreender o conteúdo? Ao chegar ao final do texto, não se lembrará de nada do que leu.

    – Resolução de problemas: Para a criança resolver exercícios de matemática, ciências ou outras disciplinas requer a retenção temporária de informações relevantes, como dados do problema e passos do processo de resolução. 

    “[…] a memória de curta duração é crucial para o entendimento da linguagem oral e escrita e, também, em última análise, para o aprendizado em si.” (RIESGO, 2007, p. 275)

    É importante deixar claro que a capacidade de memorização de uma criança varia consideravelmente de acordo com vários fatores, tais como:  idade, boa noite de sono, desenvolvimento cognitivo, estado emocional, alimentação, interesse no assunto, treinamento e técnicas de memorização utilizadas. Não há um número exato de objetos que uma criança pode memorizar, pois isso depende de diversos aspectos.

    Em termos gerais, a memória de curto prazo de uma criança pode lidar com um número limitado de itens, geralmente referido como a capacidade da “memória de trabalho”. Estudos sugerem que a maioria das crianças em idade pré-escolar (3 a 5 anos) pode lembrar-se de cerca de 2 a 7 itens. A capacidade da memória de trabalho tende a aumentar à medida que a criança cresce.

    No entanto, a memória não é apenas sobre quantidade, mas também sobre como as informações são organizadas e codificadas. Técnicas como agrupamento (agrupar itens semelhantes) e repetição espaçada (revisitar informações ao longo do tempo) podem melhorar significativamente a capacidade de memorização, independentemente da idade.

    Lembre-se de que esses números são apenas estimativas e podem variar amplamente. Cada criança é única e pode ter suas próprias habilidades e limitações de memorização. Além disso, a capacidade de memorização pode ser desenvolvida e aprimorada ao longo do tempo com prática, treinamento e estratégias eficazes.

    Ai, acho que já me alonguei demais neste post, peço desculpas! É que eu acho fascinante este tema. De qualquer forma, espero que as informações que você leu por aqui tenham sido úteis.

    Agora vamos ao jogo “Olhar Atento”?

    Sugestão de Uso:

    O jogador seleciona uma cartela, observa e descreve o que vê: as formas de cada figura, cores e a sequência.

    Em seguida, você retira a cartela do campo de visão do jogador, que deve selecionar as fichas com as figuras previamente observadas na cartela e organizá-las na mesma sequência.

    Para ampliar o nível de desafio, o jogador pode optar por selecionar mais de uma cartela. Veja o vídeo para completar o entendimento 😉

    Ufa! Terminei… Hehe! Gostou?! Que tal me contar, hein?! Adoro quando vocês deixam comentários.

    Ahhhh… O jogo “Olhar Atento” estará disponível gratuitamente até amanhã (quinta-feira, dia 14/09/2023). Ou seja, aproveiteeeee!!!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

    RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtorno da memória. In: ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2007.

     

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    GRATUITO ATÉ ESTA QUINTA-FEIRA (14/09/2023)

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  • Par, Ímpar!

    Par, Ímpar!

    O-lá!

    O jogo que estou compartilhando hoje foi desenvolvido para atender a um pedido de uma educadora. Ela dizia que estava precisando de um jogo que trabalhasse números pares e ímpares. Espero que contribua com o trabalho de vocês também!

    Sabemos que o jogo pode auxiliar muito no desenvolvimento das crianças. É só uma questão de escolher o mais adequado para as demandas e interesses delas.

    O jogo, em seu sentido integral, é o mais eficiente meio estimulador das inteligências. […] (ANTUNES, p. 17, 1998)

    Talvez, se você que lê este texto, está iniciando o trabalho com professor, psicopedagogo… Esteja se perguntando: “Mas como escolher um bom jogo? ”. A melhor resposta que me ocorre agora é: jogue, a princípio, nos primeiros encontros, mais para conhecer a criança e criar vínculo com ela. Depois se preocupe com o conteúdo ou habilidades que precisam ser desenvolvidas. Equivocar-se nas primeiras escolhas é comum, porque não existe manual de instrução. Sabe, é um ser humano, não é uma máquina. É a própria criança que irá demonstrar o que precisa, mas é necessário estar presente e atento(a) durante o jogo.

    Agora vamos à explicação do jogo?

    Sugestão de uso:

    Comece pedindo para as crianças recortarem, montarem o seu peão (ônibus) e depois colocarem no tabuleiro no “Ponto de Ônibus”.

    Coloque as fichas em uma pilha viradas para baixo.

    Cada jogador, na sua vez, vira uma ficha da pilha.

    Se virar uma ficha com a escrita “PAR”, e o próximo número no tabuleiro for “PAR”, ele avança o seu peão.

    O mesmo deve ocorrer com as fichas em que estiver escrito “ÍMPAR”.

    Ganha o jogo quem chegar à “Escola” primeiro.

    Obs.: Você poderá escolher se prefere jogar com fichas PAR/ÍMPAR ou dado PAR/ÍMPAR. Terá estas duas opções no arquivo 😉

    É isso! Gostou do jogo? Conta para mim nos comentários 😉

    Ah, em virtude da “Semana do Brincar”, este jogo estará gratuito até sexta-feira.

    Um abraço e boa diversão!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

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    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado par/impar;
    • 10 fichas par/impar;
    • 02 peões (ônibus);
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    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

    Estará gratuito até o dia 26/05, ou seja, próxima sexta 😉

  • Se Liga Nessa

    Se Liga Nessa

    O-lá!

    PDF GRÁTIIIIS!! Uhuuu! Já sabe que eu estou feliz só por imaginar o seu sorriso, né?! Hehe

    O objetivo do jogo “Se Liga Nessa” é estimular a percepção, a atenção, orientação espacial (frente, atrás, direita, esquerda) e a construção do número.

    É também uma maneira bem divertida de iniciar a relação das crianças com os números. Inclusive, isso é muito importante porque, por mais que haja pessoas que torçam o nariz quando ouvem a palavra matemática (Ei, claro que não estou falando de mim ou de você…Rsrs), ela está em nosso dia a dia em diversas ocasiões: nas compras, nas estimativas (virão cinco pessoas para o almoço, então preciso de “x” xícaras de arroz), nas contagens, etc. Portanto, o melhor a fazer é, desde cedo, estabelecer um bom relacionamento com os números para uma “convivência sadia”… Rsrs

    Uma das “tarefas” deste jogo será a contagem e isso, preciso dizer, é diferente de ensinar a recitar números. Quem trabalha na Educação já sabe disso porque aprendeu em sua formação. Estou escrevendo porque sei que alguns pais passam por aqui e, por não saber a diferença, acreditam que seus filhos estão tendo um bom desenvolvimento lógico-matemático porque já sabem contar oralmente até 10, 20, 50… Eu não estou dizendo que isso é ruim, apenas que isso não é o suficiente. Na verdade, isso é, até certo ponto, relativamente fácil. É como aprender a cantar uma música.

    Contribuir para o desenvolvimento do pensamento lógico-matemático vai além disso! E para isso é fundamental, dentre outras habilidades, construir uma boa base com números pequenos.

    Quando uma criança recita com certa facilidade os números de 1 a 10, pode parecer que ensinar contagem seja simples. Não é: contar é diferente de recitar. Contar implica perceber que cada objeto corresponde somente a um termo da contagem e que não se deve pular nem repetir um objeto […]. (BIGODE e FRANT, 2011, p. 9)

    Dito isso, bora jogar?!

    Sugestão de uso:

    Deixe o tabuleiro e as fichas coroa no centro da mesa.

    Coloque as fichas com imagens de setas e círculos viradas para baixo.

    Cada criança, na sua vez, vira uma ficha e observa a seta e o círculo. Procura no tabuleiro um quadro igual, ou seja, que tenha o círculo na  mesma posição em relação à seta (este é um momento que exige muita atenção!). Verifica qual número aparece imediatamente abaixo e pega a quantidade correspondente de fichas coroa.

    Ganha o jogo e recebe uma coroa quem primeiro conquistar 10 fichas coroa.  

    E agora, na próxima jogada, será que o jogador irá conseguir mantê-la?

    O que você achou deste jogo? Ah, faça adaptações, amplie as possibilidades de uso e depois me conta, pode ser?

    Um abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BIGODE, Antonio J. L.; FRANT, Janete Bolite. Matemática: soluções para dez desafios do professor. São Paulo: Ática, 2011.

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    • 10 fichas com setas;
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  • Fabriqueta de Robôs

    Fabriqueta de Robôs

    O-lá

    Eu não sei qual será sua expressão ao ler o que vou escrever agora, mas, a minha, é de muita satisfação. Sabe, eu sinto uma espécie de felicidade diferente quando compartilho um jogo gratuito (até falei sobre isso outro dia no nosso grupo de whatsapp). O jogo Fabriqueta de Robôs ficou in-crí-vel(!), e sim, você leu direito, ele está gratuito!

    O objetivo dele é estimular a construção do número, atenção, percepção, pensamento lógico. Será muito saudável se gerar e, for bem conduzido, os momentos de discussões, desafios e conflitos. As crianças aprendem muito nestas oportunidades. 

    “Confrontar-se com uma ideia conflitante (acredito) geralmente traz como resultado raciocínio mais elevado”. (KAMII, DECLARK, 1997, p. 55)

    Portanto, sabe quando a criança consegue encontrar uma saída para resolver um determinado conflito, enigma, problema? Esta experiência pode contribuir para elevar o seu nível intelectual e, mais, os conflitos podem servir de “escada” para que, mais adiante, elas estejam preparadas intelectualmente e psicologicamente para os desafios da vida.

    Então vamos ao jogo?

    Sugestão de uso:

    Coloque o tabuleiro sobre uma superfície plana.

    Espalhe as peças de cada robô em uma linha.

    Cada criança, na sua vez, joga o dado. O número que for sorteado será correspondente ao número de peças que ele pode pegar.

    Ganha o jogo quem primeiro conseguir as peças para formar o robô.

    Ainnn… não é o máximo este jogo? Diz pra mim nos comentários o que você achou 😉

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital GRÁTIS em formato PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 05 quebra-cabeças robôs;
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    • 01 gabarito;
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    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar 😉 

     

  • Minha Loja

    Minha Loja

    O-lá!

    Este jogo é completamente diferente de tudo que já compartilhei com vocês. Além de estimular a construção do número, do pensamento lógico, da autonomia, há também um olhar para o empreendedorismo.

    O jogo “Minha Loja” traz alguns conceitos que quem é dono do próprio negócio conhece muito bem: cumprir metas, investir, ter estoque, saber escolher a mercadoria que trará mais retorno, lidar com a frustração de não vender, tomar decisões de acordo com o que pensa e lidar com o resultado de suas escolhas. Ou seja, é deixar que a criança tenha iniciativa, que aja com autonomia. Isso é fundamental para o seu desenvolvimento.

    Quando o professor não perde de vista a autonomia como fim maior da educação, ele sempre incentiva a própria iniciativa da criança. (KAMII, DECLARK, 1997, p. 223).

    Se um dos motivos da escola existir é o intuito de preparar as pessoas para que elas entendam e lidem melhor com o mundo que as cerca, o conhecimento sobre empreendedorismo é também algo relevante. Vai além de saber que 2 + 2 é igual a 4, entende?   

    Vamos a explicação do jogo!

    Sugestão de uso:

    Cada jogador deve receber um tabuleiro “Minha Loja” e três moedas.

    Eles discutem entre si se querem como meta para o final da partida chegar a 10 ou 20 moedas.

    Para colocar produtos na loja, eles devem usar suas moedas para adquirir urso de pelúcia ou trenzinho nas lojas de Atacadão. Por motivo de espaço, só podem colocar três mercadorias de cada vez em suas lojas.

    Cada um dos brinquedos custa uma moeda de ouro. Quando o jogador revender um trenzinho, ganha duas moedas de ouro. Já quando revende o urso de pelúcia, ganha três moedas de ouro. Porém, o trenzinho tem mais possibilidades de venda por aparecer mais vezes no dado.

    Então cada empreendedor(a) deve começar decidindo o que vai comprar no Atacadão para revender em sua loja.

    Em seguida, é hora de abrir a loja. Ou seja, cada jogador, em sua vez, joga o dado. Se for sorteado um trenzinho e ele o tiver em sua loja para vender, recebe dos clientes duas moedas. Se for o urso de pelúcia, recebe três moedas. Se for sorteado um brinquedo que ele não tem, passa a vez. Se for sorteado o “emoji triste”, significa que o cliente entrou na loja, mas não comprou.

    Ganha o jogo quem conseguir atingir a meta primeiro!

    Obs.: Ao longo do jogo, os empreendedores podem adquirir novas mercadorias nos Atacadões para repor em suas lojas, mas só podem fazer isso antes da sua vez de jogar os dados e na quantidade que não ultrapasse a capacidade de espaço. No caso, três. 

    É isso! Acredito que seja fundamental vocês assistirem ao vídeo com a explicação do jogo, pois nele há mais detalhes.

    Então, gostaram do  jogo? Contem pra mim nos comentários. Ah, eu gostaria muito que vocês experimentassem deixar as crianças participarem do recorte e montagem do jogo 😉

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

     KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

     

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    • 20 fichas “urso de pelúcia”;
    • 20 fichas “trenzinho”;
    • 35 fichas “moeda”;
    • 01 tabuleiro “Minha Loja”;
    • 01 dado;
    • 02 artes “Atacadão”;
    • 01 arte “Clientes”;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Para você imprimir, montar e jogar. Experimente deixar a criança ajudar no recorte e montagem do jogo 😉

  • Cabo de Guerra (de dedo)

    Cabo de Guerra (de dedo)

    Olá!

    Em que consiste pensar logicamente? É integrar novas ideias, informações e fazer associações com algum conhecimento prévio que já dispomos com o objetivo de solucionar um determinado problema, desafio. E tudo isso só é possível a partir de um processo de pensamento. Ou seja, para pensar logicamente é preciso ter repertório, conhecimento prévio. E como uma pessoa adquire esta “bagagem”? Através de experiências, e, principalmente, nos primeiros anos de vida, através do concreto, do lúdico.

    A única forma que a criança tem de pensar sobre as coisas que a rodeiam, é a partir de suas próprias experiências, daquilo que ela descobriu. (SIMONS, 2003, p. 29)

     O jogo que eu trouxe hoje como sugestão vai além do objetivo de proporcionar o ensino dos nomes das formas geométricas. A ideia é instigar as crianças a compararem as formas, fazer associações. Estas ações são importantes para seu desenvolvimento cognitivo, ou seja, para o pensamento lógico.

    Vamos à explicação:

    Para este jogo é necessária uma superfície plana e lisa, exemplo: mesa, carteira.

    Coloque as fichas com imagens de formas geométricas viradas para baixo.

    Os jogadores pegam uma cartela, escolhem quem ficará com cada lado e verbalizam: nome da forma geométrica, tamanho, cor.

    Em seguida, cada um, na sua vez, vira uma ficha.

    Os jogadores comparam a figura da ficha com as que cada um tem em seu lado (tamanho, cor e forma).

    Se a figura tiver algo em comum com uma das duas figuras, este jogador fica com a cartela.

    Porém, se os jogadores chegarem à conclusão de que a figura da ficha tem algo em comum com as duas figuras da cartela, eles deverão disputá-la no “Cabo de guerra de dedo”.

    Funciona assim: os jogadores colocam o dedo indicador na ponta do seu lado da cartela. E ao sinal de 1,2,3 … Deslizam a cartela para o seu lado. Quem ganhar a disputa, fica com a cartela.

    Obs.: Não vale “puxar” a ponta da cartela com os dedos. A ideia é fazê-la “deslizar” sobre a mesa.

    Então, gostaram deste jogo? Bem diferente, não é mesmo? Logo abaixo tem um vídeo que pode contribuir para entender melhor como o jogo funciona.

    Vou amar saber como foi a utilização dele com as crianças. Então me contem depois 😉

    Um forte abraço

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SIMONS, Ursula Marianne. Blocos lógicos. Curitiba: Hubertus, 2003.

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    • 18 cartelas com formas geométricas;
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  • Dobrou

    Dobrou

    O-lá!

    Ouvi dizer que as crianças gostam de dinossauros. E o “Dobrou” será que elas vão gostar?… Rsrs!

    A proposta de hoje é para trabalhar a matemática, o conceito de “dobro” de maneira divertida. Do jeito que as crianças gostam e a gente também, né?… Rsrs! O professor/psicopedagogo que se entrega a estes momentos com as crianças certamente sai feliz e satisfeito com os resultados.

    Jogar com as crianças é uma experiência inesquecível. É maravilhoso ver o entusiasmo, o interesse e a dedicação que elas colocam nos jogos. (KAMII e DECLARK, p. 230, 1997).

    No entanto, para contribuir, precisamos durante o jogo intervir o mínimo possível, sem apontar diretamente os erros. É importante incentivar as discussões em que cada um pode argumentar e defender seu ponto de vista,  e, também, dar tempo para as crianças pensarem.

    Vamos ao jogo?

    Sugestão de uso:

    Os jogadores devem sentar um de frente para o outro, com o tabuleiro entre eles.

    Colocar a pilha de cartas com as imagens viradas para baixo.

    Um dos jogadores vira uma carta da pilha. Deve contar o número de dinossauros e dizer qual seria o dobro. Em seguida, colocar um marcador sobre o número no tabuleiro.

    Obs.: Você pode disponibilizar material concreto (palitos de picolé, tampas de garrafa PET) para auxiliar no cálculo 😉

    Se o jogador virar uma carta escrito “OPS!”, ele ficará uma rodada sem jogar.

    Se virar uma carta escrito “DIGA”, ele deve pensar em um número e dizer o seu dobro. Após, colocar um botão sobre o número no tabuleiro.

    Ganha o jogo quem primeiro completar todo o seu lado do tabuleiro.

    É isso! Gostou do jogo? Depois de utilizar com as crianças conta pra mim como foi 😉 Eu amoooo saber!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 18 cartas;
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    • 01 embalagem para guardar as cartas;
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  • Dominúmero e Cor

    Dominúmero e Cor

    O-lá!

    Para começar este texto, você reparou no nome do jogo? É um dominó, mas eu quis dar uma ludicidade maior ao nome. O que você achou? Ah, ele está disponível gratuito na nossa loja. Esta parte tenho certeza que você amou… Rsrs! Um outro detalhe, eu não sei se você já percebeu, mas os jogos disponibilizados gratuitamente aqui na Psicosol recebem o mesmo cuidado e carinho que os jogos pagos. O nosso intuito é, realmente, contribuir com a educação do nosso país. Na verdade, por este jogo envolver números, pode ser utilizado em qualquer nacionalidade. Assim vamos espalhando nossas sementes de ludicidade pelo mundo afora. Tão gratificante isso!   

    O objetivo do Dominúmero e Cor é instigar tanto a construção do número quanto a atenção, a percepção e o pensamento lógico. Sendo assim, fique atento(a) à sugestão de uso, porque ele há mais regras a serem cumpridas além de organizar números com suas quantidades correspondentes.

    Se, durante o jogo, surgirem divergências entre as crianças, em um primeiro momento, observe as argumentações. Não interfira de imediato. É importante para o desenvolvimento delas que tenham espaço para discordar, colocar seus pontos de vista sem interferência do adulto dizendo quem está certo ou errado.

    […] Com esse feedback direto, vindo de uma fonte externa e com autoridade, evita qualquer possibilidade de discussão entre as crianças, ele é indesejável e desaconselhável, pois destrói a iniciativa e a confiança da criança em sua própria capacidade de pensar. (KAMII; DECLARK, 1997, P. 60).

    Sendo assim, observe as divergências e argumentações das crianças durante o jogo e só interfira quando realmente for necessário para que cheguem a um entendimento. E, ao invés de dizer quem está certo ou errado, peça que cada um diga o motivo de pensar que está certo. Muitas vezes esta simples interferência já pode fazer a criança que está equivocada na sua linha de pensamento perceber o erro.

    Vamos à explicação do jogo agora?

    Sugestão de uso:

    Distribuir igualmente a mesma quantidade de peças entre os jogadores. O que sobrar, deixe de lado para uma eventual “compra”.

    Será sorteado quem irá colocar a primeira peça. O jogador seguinte deve colocar uma peça cujo lado tenha o número ou quantidade correspondente  igual a um dos lados do dado e também a mesma cor. Ou seja, se for de cor diferente, não vale.

    Ganha o jogo quem ficar sem nenhuma peça primeiro.

    Variação: Após as crianças terminarem o jogo, mas com o Dominúmero ainda montado sobre a mesa, peça que fechem os olhos, enquanto isso você retira uma peça. As crianças devem descobrir qual foi o lugar de que você tirou a peça. Ou seja, deverão olhar atentamente onde está o erro! Isso é muito divertido!

    É isso! Gostou do Dominúmero e Cor? Conta pra mim! Assista ao vídeo que está logo abaixo com a explicação do jogo.

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 30 peças;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar 🙂