Tag: Produção de texto

  • Deu Frase

    Deu Frase

    O-lá!

    Os jogos são recursos potentes no processo de ensino e aprendizagem. Quando bem escolhidos e intencionalmente utilizados, eles despertam o interesse, promovem envolvimento e criam situações que exigem da criança observação, tomada de decisão, antecipação, argumentação e reflexão. A ludicidade, portanto, não é apenas um atrativo: é uma aliada no desenvolvimento cognitivo, emocional e social.

    No entanto, para que o jogo cumpra seu papel educativo, é essencial que o professor vá além do momento lúdico. A escolha do jogo deve estar alinhada aos objetivos pedagógicos e às necessidades do grupo. Um mesmo jogo pode exigir mediações diferentes a depender do nível de compreensão, das hipóteses de escrita ou das características individuais das crianças. Como lembram Artur Gomes de Morais e Tarciana Pereira da Silva Almeida (2022, p. 149):

    Sim, é preciso que você esteja sempre atenta/o para ajustar o emprego dos jogos às necessidades dos seus alunos e às circunstâncias do funcionamento da aula, da turma, no cotidiano escolar. […]

    Essa atenção à mediação é o que transforma o jogo em ferramenta de aprendizagem significativa. Jogar, por si só, não garante avanço. O que realmente faz diferença é a forma como o professor observa, questiona, orienta e amplia as possibilidades de reflexão durante e após a atividade.

    Outro aspecto fundamental é o registro. Após o jogo, é importante avaliar o que a criança aprendeu, quais estratégias utilizou, de que maneira evoluiu e que novas intervenções podem ser planejadas. Esse acompanhamento dá sentido à prática.

    Em síntese, o jogo é um meio. Um meio prazeroso, potente e cheio de possibilidades, mas que ganha verdadeiro valor educativo quando o professor o utiliza de forma intencional, reflexiva e sensível às singularidades de cada criança.

    Hoje eu trouxe o jogo “Deu Frase!”. Uma maneira lúdica de estimular a construção de frases. Veja abaixo algumas habilidades estimuladas com o jogo.

    Habilidades estimuladas:

    • Construção de frases;
    • compreensão da estrutura sujeito–verbo–complemento;
    • ampliação do vocabulário;
    • leitura e escrita de palavras;
    • desenvolvimento do pensamento lógico e da coerência textual;
    • criatividade e expressão escrita;
    • atenção e concentração;
    • interação e troca com os colegas.

    Gostou? Está alinhado ao que você busca desenvolver nas crianças? Então, bora ver como utilizar?

    Sugestão de uso:

    1. Organize três pilhas de cartas: uma de personagens, outra de verbos e outra de complementos.
    2. A criança escolhe uma carta de cada pilha de modo que, juntas, formem uma frase coerente.
    3. Depois de algumas rodadas, proponha um novo desafio: registrar no caderno a frase de que mais gostou e, a partir dela, criar uma pequena história.

    É isso, gostou do que viu por aqui? Brincar é maravilhoso, mas ensinar por meio do brincar é ainda mais. Que cada jogo seja também uma ponte para o aprendizado, para o encantamento e para o desenvolvimento de cada criança que cruza o nosso caminho.

    Um abraço e até o próximo post!

    Referência Bibliográfica:

    MORAIS, Artur Gomes de. Jogos para ensinar ortografia: ludicidade e reflexão. Belo Horizonte: Autêntica, 2022.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 81 fichas (27 personagens, 27 verbos, 27 complementos);
    • 03 embalagens;
    • instruções de uso.

    Para você imprimir, montar e jogar!

    Talvez você queira saber:

    1. O jogo “Deu Frase!” pode ser utilizado em qual fase da alfabetização?

    É especialmente indicado para aquelas que estão avançando da hipótese silábica para a silábico-alfabética e alfabética, pois permite observar como as palavras se organizam para formar um enunciado com sentido. A atividade favorece tanto o reconhecimento da estrutura sujeito–verbo–complemento quanto o desenvolvimento da escrita espontânea e da coerência textual.

    2. Como o jogo pode auxiliar crianças que apresentam dificuldade na produção de frases?

    Para crianças que ainda têm dificuldade em produzir frases completas, o jogo funciona como um apoio visual e estruturador. Ao ver as palavras distribuídas em categorias (personagem, verbo e complemento), a criança consegue compreender melhor a lógica da organização da frase e passa a experimentar combinações de forma mais autônoma e segura. Além disso, o caráter lúdico reduz a ansiedade e cria um ambiente favorável à aprendizagem, permitindo que o professor observe e intervenha de maneira mais sensível às necessidades de cada uma.

    3. De que maneira o professor pode tornar a atividade mais desafiadora para as crianças que já dominam a construção de frases simples?

    Para ampliar o desafio, o professor pode propor a reescrita, modificando tempos verbais, pronomes ou complementos, o que favorece a consciência sintática e amplia o repertório linguístico. Essas variações mantêm o interesse das crianças, estimulam a criatividade e aprofundam o aprendizado da estrutura da língua.

  • Conte pra Mim

    Conte pra Mim

    O-lá!

    É, já ficou para trás o conceito que tínhamos sobre “ser uma pessoa inteligente”. Hoje há estudos demonstrando que o ser humano é beneficiado por diversas inteligências (se você tiver mais interesse sobre o assunto pode procurar pelos estudos de Howard Gardner). Ou seja, quando dizemos que uma pessoa é inteligente porque se destaca em matemática não está errado, porém está equivocado quando dizemos que “Fulano não é inteligente” só porque não tem este campo do saber bem desenvolvido. Digo isso porque é possível que ele tenha outro tipo de inteligência. Quem sabe, por exemplo, mais voltado para a área musical!

    Resumindo: uma pessoa pode ter uma inteligência mais desenvolvida para um campo do saber do que para outro, e isso as diferencia, mas não desqualifica! 😉

    Entretanto, nosso desempenho sofre influência de ordem genética, interesse e também do meio em que crescemos e nos desenvolvemos. Sendo assim, o estímulo é fundamental para o nosso desenvolvimento emocional, psíquico e intelectual.

    […] Para que esse desenvolvimento cerebral atinja toda a sua potencialidade e multiplique seu poder de conexões, necessita de ginástica e esta é, genericamente, chamada de estímulos. (ANTUNES, p. 14, 2003, grifo do autor)

    O jogo que eu trouxe hoje como sugestão tem como objetivo estimular a criatividade, o aumento do vocabulário, a comunicação, a expressão, a compreensão textual, a produção de texto, dentre outras habilidades.

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe ou sorteia uma cartela.

    Lê e, em seguida, escreve um texto que deve conter as duas palavras indicadas na cartela.

    Ela pode se inspirar nas imagens e também nos textos.

    Detalhe: este jogo também pode ser realizado oralmente. Aproveite para gravar (pode ser só áudio) o que a criança conta. Ah, vai ser uma delícia!

    Por hoje é isso! Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

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    • 15 cartas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Gerador de Histórias

    Gerador de Histórias

    O-lá!

    Já sabemos que um bom planejamento, tanto para atendimento clínico psicopedagógico quanto para uma sala de aula, é importantíssimo. Do contrário, fica um fazer por fazer. Falamos bastante por aqui que jogos contribuem muito para o desenvolvimento das crianças. Porém, escolher um jogo só porque ele é bacana e divertido pode não gerar o resultado que pretendemos alcançar, não é mesmo?

    Seria o mesmo que pegar um martelo para serrar uma tábua.

    O planejamento precisa estar alicerçado nos conhecimentos prévios das crianças, seus interesses e de acordo com os objetivos que pretendemos alcançar. Ou seja, precisamos estar bem certos do que queremos quando elaboramos o planejamento.

    “O planejamento de suas práticas depende fundamentalmente de você ter clareza das metas – habilidades e conhecimentos – a alcançar para que haja continuidade no desenvolvimento e aprendizagem das crianças […] (SOARES, p. 300, 2022, grifo do autor)

    Se está dentro do seu objetivo estimular a leitura, a criatividade e a produção de textos, o jogo “Gerador de histórias” pode contribuir. A princípio, este jogo estimula a leitura e produção de textos curtos, mas, com adaptações, pode gerar textos maiores. Dependerá muito dos conhecimentos das crianças e de sua mediação 😉 Vamos ver a explicação?

    Sugestão de uso:

    A criança começa virando uma carta “QUEM”, que será a personagem principal da história.

    Depois, vira uma ficha “MORAVA”, que trará um texto dizendo onde sua personagem morava.

    Assim, sucessivamente, vai virando as fichas: “QUE TINHA”, “UM DIA ELE/ELA SAIU DE CASA E ENCONTROU”, “ENTÃO FOI O MAIS RÁPIDO QUE PODIA CONTAR PARA” e formará um pequeno texto. Só faltando o final. 

    Sendo assim, para finalizar, deve escrever o que as personagens “decidiram” fazer com o “problema” que surgiu durante a formação da história.

    Se você quiser ampliar, pode escrever um outro texto com as crianças a partir desta pequena história, ou seja, colocando novos elementos. Por exemplo: a profissão da personagem, com quem morava, o que gostava de fazer, etc.

    É isso! A cada jogada uma nova história pode ser gerada!!! Bora?! Estou louca para saber o que vocês criaram por aí ! 

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfaletrar: toda criança pode aprender a ler e a escrever. São Paulo: Contexto, 2022.  

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital formato PDF contendo:

    • 12 fichas de personagens;
    • 48 fichas com textos;
    • 06 porta-fichas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

  • No Lugar Certo

    No Lugar Certo

    O-lá!

    O jogo que eu trouxe hoje como sugestão é um daqueles que pode ser utilizado individualmente ou em dupla. Gostou? É bacana fazer em dupla porque contribui para estimular a socialização, o trabalho em equipe… Habilidades essenciais para qualquer pessoa viver bem em uma sociedade. Os jogos, de maneira geral, quando bem escolhidos, podem contribuir muito para isso.

    “Não podemos esquecer a vertente socializante dos jogos, na qual as crianças aprendem a conviver e a respeitar as pessoas e culturas. (BATLLORI, p. 17, 2009).

    O objetivo do jogo “No Lugar Certo” é estimular a construção e organização de frases curtas com coerência. Isso é muito importante antes de esperar textos longos. No ensino, devemos sempre partir do simples para o complexo.

    Aqui no site temos outro jogo que tem o objetivo semelhante, mas com um grau de dificuldade um pouco maior do que este que estou apresentando hoje. É o jogo “Texto Fatiado”.

    Bom, voltando ao jogo de hoje, vamos à explicação?

    Sugestão de Uso:

    Espalhe todas as fichas sobre uma mesa.

    Após, peça que as duplas escolham uma figura e peguem todas que sejam iguais.

    Por fim, que organizem as fichas de maneira a formar uma frase coerente.  

    Se você achar que é possível, que tal pedir para as crianças escreverem um texto a partir da frase que formaram? Ou seja, uma história na qual elas devem utilizar a frase formulada.

    Por hoje é isso! Será que contribuiu com o seu trabalho? Conta pra mim! Vou amar saber.

    Um abraço e até o próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

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    • 60 fichas (formam 12 frases envolvendo meios de transporte);
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar 🙂

  • Texto Fatiado

    Texto Fatiado

    O-lá!

    A criança, quando chega a uma escola, sempre traz consigo alguma bagagem em relação à escrita. Sendo assim, são completamente equivocadas as falas do tipo: “chegou sem saber nada!”. Talvez chegou sem os conhecimentos que o(a) professor(a) gostaria, mas “nada”, é muito forte. A questão é que é preciso avaliar para sondar o que a criança sabe.

    Segundo Vygotsky(1989) apud Weiss (p. 27, 2007):

    “Toda aprendizagem da criança na escola tem uma pré-história.”

    Vejo este momento da chegada de uma criança à escola semelhante a alguém que está vindo nos visitar e, no meio do caminho, liga dizendo estar perdido. A primeira pergunta que precisamos fazer é: onde você está? A partir do que ela nos disser, podemos orientar melhor o caminho até ela conseguir chegar a nossa casa. Em alguns casos, inclusive, precisamos ir ao local onde ela diz estar para buscá-la. Assim é no processo de alfabetização. Sempre precisamos entender em que ponto de conhecimento a criança está em relação à escrita para então sabermos o melhor caminho a seguir com ela.

    O recurso que eu trouxe hoje é mais indicado para uma criança que já lê, mas ainda não é conveniente apresentar a ela textos muito longos. O objetivo é estimular a compreensão e organização de textos, além de aguçar o pensamento lógico 😉

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe ou sorteia uma carta com imagem.

    Em seguida, pega todas as fichas com textos que tenham o mesmo número da carta escolhida/sorteda.

    Após, tenta organizar as fichas de maneira a formar um texto coerente.

    Encerro este texto na expectativa de que tenha contribuído!

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

     WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 12. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

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    • 15 cartas com figuras;
    • 60 fichas com frases (para organizar 15 textos);
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    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

     

  • Uni, Duni, Tê

    Uni, Duni, Tê

    O-lá!

    Sabemos que para uma criança ser considerada alfabetizada e letrada ela já deve ter percorrido um longo caminho. E, obviamente, o local de partida não foi o primeiro ou segundo ano do ensino fundamental. Muito, muito tempo antes, o caminho começou a ser trilhado. Quando ela ouviu a vovó, o vovô, a mamãe, contando uma história ela já estava – mesmo que nenhum dos envolvidos estivesse ciente disso – sendo preparada para a leitura e a escrita. Inclusive, ampliando o vocabulário e o repertório para mais tarde estar apta a escrever uma história com começo, meio e fim!

    Então, alfabetizar e letrar uma criança é um caminho loooongo, cheio de curvas, paradas, retrocessos, avanços até a linha de chegada. Muitos questionamentos sobre qual é o melhor caminho a seguir vão surgindo pela estrada. Em minha singela opinião, o melhor caminho é aquele que promove curiosidade e diversão!

    No jogo que eu trouxe como sugestão hoje nós iremos aliar o uso de cartas impressas com a tecnologia para a escrita de palavras, frases ou histórias! Simmm!!!  A gente é sempre a favor do lúdico no concreto, mas a tecnologia está aí, não conseguimos ficar sem ela e cabe a nós aproveitarmos da melhor forma possível e sem exageros!

    É indiscutível a importância da infância para toda a nossa vida e o nosso desafio é aproveitar o melhor que os recursos tecnológicos possam proporcionar, especialmente, ao desenvolvimento das crianças; mas, jamais, podemos negligenciar a necessidade de relações concretas entre elas e nós para que não nos distanciemos da nossa essência humana.

    “Um jogo serve para que a criança possa elaborar as contingências (o real) do mundo que a atravessam e a ocupam, com a ajuda da linguagem e de seus recursos simbólico e imaginário.” (MENA, 2017, 218).

    O Jogo de hoje possibilita tudo isso e vai ser super divertido! Do jeitinho que a gente gosta! Vamos ver?

    Sugestão de uso:

    O jogo pode ser realizado oralmente ou por escrito.

    Selecione 12 cartas com figuras e 6 cartas com QRcode. Embaralhe e segure em sua mão em formato de leque ou espalhe sobre uma mesa.

    Cada jogador, em sua vez, enquanto aponta uma das cartas deve dizer: Uni, duni, tê, o escolhido foi você.

    Se for sorteada uma figura, o jogador deve começar a contar uma história na qual o nome da figura esteja inserido.

    Se for sorteada uma imagem de QRcode, você deve ativar a câmera do seu celular e apontar para a imagem e irá aparecer uma palavra. O jogador deve começar ou continuar a história do colega utilizando a palavra que apareceu no QRcode.

    O jogo segue com cada jogador sorteando uma carta e adicionando o nome da figura ou a palavra sorteada à história.

    O  final da história pode ser quando o último jogador selecionar uma carta, ou, se você estiver utilizando com apenas uma criança, pode colocar menos cartas no leque e ir retirando cada uma delas à medida que for sendo utilizada.

    Ah! Caso você não tenha disponível um celular ou estiver sem internet no momento do jogo, pode utilizar o gabarito impresso para ter acesso às palavras do QRcode 😉

    Variação: O jogo pode ser também utilizado para a escrita dos nomes das figuras. Sendo assim, dependendo da carta que a criança sortear, deverá escrever ou ler uma palavra. Depois pode ser instigada a escrever uma frase.

    É isso! Mais uma ideia de jogo compartilhada com muuuito carinho! Espero que contribua!

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    MENA, Luiz. O objeto entre o corpo e a inexistência do Outro. In: BAPTISTA, Angela e JERUSALINSKY, Julieta. Intoxicações eletrônicas: o sujeito na era das relações virtuais. Salvador: Ágalma, 2017, p.211-226. 

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital formato PDF contendo:

    • 24 cartas com imagens;
    • 12 cartas com QRcode;
    • 01 embalagem;
    • 01 gabarito;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Risque, Leia, construa frases e histórias

    Risque, Leia, construa frases e histórias

    Oie!!!

    O jogo que trouxemos como sugestão hoje tem por objetivo estimular leitura, escrita, criatividade, coordenação motora fina, oralidade, tolerância à frustração. Porém, queremos ir além destas e outras habilidades cognitivas que o jogo possa desenvolver. Desejamos que ele promova sorrisos, laços afetivos entre crianças e entre adultos e crianças.

    Sim, laços afetivos! Sabemos que estamos vivendo um momento de pandemia. Porém, além de olharmos para o futuro, refletimos sobre o que podemos hoje, na medida do possível, fazer! Se você que está lendo este texto for um profissional que está trabalhando somente on-line pode, por exemplo, sugerir este jogo para as famílias. Ele é gratuito! A família pode junto com a criança acessar nosso site, baixar o jogo, imprimir e utilizar. É uma alternativa maravilhosa para tirar as crianças da tela do computador, celular. E, conforme falamos no início do texto, tem diversos objetivos de estímulos cognitivos. Agora, os laços afetivos, estes são essenciais para o desenvolvimento de qualquer ser humano. Nenhuma máquina é capaz de sentir e transmitir afeto. Precisamos de um Outro humano para nos conectarmos. Um humano presente! Ou seja, não podemos deixar nossas crianças a mercê de máquinas.

    […] Há casos em que as crianças estão referidas a esses aparelhos, em que esse é o Outro da criança, e isso não é sem consequências para a constituição psíquica. (JERUSALINSKY, 2017, p. 44)

    Sendo assim, deixamos nossa contribuição e esperamos poder contar com vocês para espalhar nossas sementes de afeto para o planeta. Bora?!

    Agora vamos à explicação do jogo.

    Sugestões de Uso:

    Distribuir tabuleiros e canetinhas para os jogadores (individual).

    Sugestão 1:

    Cada jogador, na sua vez, lança o dado. Procura no seu tabuleiro um quadro com a cor sorteada, lê e risca as palavras.

    Ganha o jogo quem completar primeiro uma linha inteira.

    Obs.: Se for sorteada uma cor que não tenha mais disponível no tabuleiro, passa a vez para outro jogador.

    Sugestão 2:

    Cada jogador, na sua vez, lança o dado. Procura no seu tabuleiro um quadro com a cor sorteada, lê as palavras, forma uma frase oralmente com elas e risca.

    Ganha o jogo quem completar primeiro uma linha inteira.

    Obs.: Se for possível, grave as frases que os jogadores forem falando. Após o jogo, cada jogador, poderá escolher e escrever a sua frase que mais gostou.

    Sugestão 3:

    Cada jogador, na sua vez, lança o dado. Procura no seu tabuleiro um quadro com a cor sorteada, lê e constrói oralmente ou por escrito uma história com as palavras. Risca o quadro.

    Os jogadores guardam o tabuleiro riscado para continuar o jogo outro dia/aula/sessão.

    Um outro dia repetem o jogo. Ou seja, cada um constrói uma nova história com outras palavras sorteadas. Assim sucessivamente até um dos jogadores riscar primeiro uma linha inteira de palavras. Este será o ganhador.

    Perceberam que nossas sugestões irão incentivar bastante a oralidade? Isso também é importante para a criança conseguir produzir um texto com começo, meio e fim. Algumas vezes as crianças e até mesmo adolescentes apresentam dificuldade em escrever porque ainda não construíram na oralidade este processo.

    Encerramos deixando o nosso abraço cheio de afeto.

    Até o próximo post! <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    JERUSALINSKY, Julieta. et all. Intoxicações eletrônicas: o sujeito na era das relações virtuais. Salvador: Ágalma, 2017.

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    • 01 tabuleiro;
    • 1 dado;
    • Instruções de uso.
  • Complete o diálogo

    Complete o diálogo

    Oie!!! Hoje tem PDF GRÁTIS!! Uhuuu!!!

    Exercitar a imaginação é essencial para obtermos uma boa competência criativa. E, esta habilidade, é importante na nossa vida porque, muitas vezes, conseguir lidar bem com os perrengues que a vida nos traz é uma questão de ter criatividade, não é mesmo?

    Todos seríamos beneficiados por conservar a inventividade da infância por meio de jogos criativos, a fim de desenvolver nossa capacidade de encontrar respostas originais para novos problemas. É por meio da criatividade que a sociedade evolui, desenvolve-se e progride. (IMAGINAÇÃO, 2006, p.58)

    Sendo assim, vamos estimular a criatividade da criançada? O recurso que trouxemos para vocês hoje tem este objetivo, além disso, estimula o letramento.

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma ficha e completa as frases de uma maneira a produzir um diálogo com algum significado.
    O diálogo que for desenvolvido pode ser utilizado para a construção de uma história. Vai ser show !

    Esperamos que vocês tenham curtido o nosso presente. Vamos ficar muito felizes se vocês nos contarem se contribuímos.
    Um forte abraço e até o próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    IMAGINAÇÃO. In101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

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    • 10 fichas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Tiras para produção de texto

    Tiras para produção de texto

    Oieee!!!

    Hoje uma sugestão incrível de atividade para produção de texto.

    Como utilizar:

    Apresente as tiras para a criança escolher uma delas.

    De acordo com a escolha que ela fizer você apresenta uma cópia do personagem para a criança colar no caderno e completar as partes do desenho que estão faltando.

    Após, ela deverá escrever um texto tomando o cuidado de incluir o personagem, o meio de transporte, o objeto, o clima e o lugar que estão disponíveis na tira escolhida.

    Aqui esta atividade foi show de bola!!!

    Espero que vocês gostem!

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    • 05 tiras;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Procure palavras

    Procure palavras

    Oie!!!

    Queridos(as), primeiramente, preciso dizer que hoje completamos 100 arquivos PDF’s na nossa loja!!!! Uhuuu!!!\o/ São 7 anos produzindo esse material com muita responsabilidade. Nesta caminhada tivemos dias de alegria,  de desânimo, desafios #quemnunca. Agora, o legal mesmo, foi contar com o carinho e o incentivo de vocês! Obrigada, viu! Cada curtida, comentário, aquela #indicacaoparaasamigas foram e são  fundamentais para o nosso trabalho acontecer! É desta maneira que ficamos sabemos que o nosso material contribui de alguma maneira com a educação do nosso país.

    Agora sim vamos à explicação da atividade. 🙂

    Materiais necessários:

    • cartas com sílabas. Deixei na nossa loja o arquivo PDF com as cartas. É enviado por e-mail;
    • caderno/papel;
    • lápis;
    • borracha.

    Procedimento:

    A criança escolhe uma carta e tenta formar o maior número possível de palavras com as sílabas disponíveis. Dependendo da criança, pode ser aumentado o desafio determinando um tempo para encontrar palavras.

    Após, vocês também podem solicitar que a criança escreva um texto com as palavras que ela descobriu.

    Por hoje foi isso! Beijão e tchau!

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 10 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.