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  • Decodifique

    Decodifique

    O-lá!

    Nosso site é recheado com ideias de jogos e toda quarta tem novidade. Talvez você se pergunte: “Preciso de tantos jogos assim?” Na verdade, é importante ter a disposição uma boa gama de jogos, porque à medida que as crianças compreendem um jogo e já o utilizaram muitas vezes, eles acabam não trazendo mais desafios. Além disso, um jogo pode ser útil para uma criança e não ser muito significativo para outra. Ainda que tenham a mesma idade.

    Uma boa estratégia é não deixar todos à vista das crianças. Disponibilize alguns em uma caixa e à medida que você percebe que elas enjoaram do jogo ou que ele não está mais promovendo desafios, troque por outros. O importante é que você avalie se o jogo está alinhado com os interesses e objetivos de intervenção que você tem com as crianças. A qualidade é muito mais importante do que a quantidade de jogos.

    […] jamais avalie sua qualidade de professor pela quantidade de jogos que emprega, e sim pela qualidade dos jogos que se preocupou em pesquisar e selecionar. ” (ANTUNES, 2003, p. 37)

    O jogo que eu trouxe hoje é maravilhoso para estimular a alfabetização e também o pensamento lógico. Vamos ver?

    Coloque as fichas com imagens viradas para baixo e o tabuleiro sobre uma superfície plana. Cada criança deve receber um peão e colocar no início do tabuleiro.

    Depois, cada uma na sua vez, vira uma ficha. A criança precisará descobrir uma palavra utilizando as letras iniciais de cada figura da ficha. Após descobrir, avança com seu peão na mesma quantidade de figuras que tem na ficha que ela sorteou. Ou seja, se tem 3 figuras, avança 3 casas.

    Ganha o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro.

    Observação: No arquivo tem dois tabuleiros. Em um, constam as letras iniciais de cada figura. No outro, para aumentar o desafio, há apenas as figuras do jogo.

    É isso! Se você leu até aqui espero que tenha contribuído.

    Um forte abraço, Sol

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

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    • 18 cartas;
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    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar 🙂

  • Domissílabas

    Domissílabas

    O-lá!

    Vou começar o post de hoje falando de desmotivação, falta de interesse em aprender. Isso é um assunto muito preocupante e parece que, ano após ano, as reclamações a este respeito só aumentam. É comum ouvirmos queixas do tipo: “ele/ela não quer aprender”. Porém, é preciso nos questionarmos: o que está por trás deste desânimo e falta de interesse que acomete algumas (para não dizer muitas) das nossas crianças?

    Será que é o mundo cada vez mais  informatizado e virtual? É a falta de acompanhamento familiar? É a saúde da criança: anemia, sono, alimentação, audição, visão, …? Estamos bem preparados e motivados para ensinar? Estamos conseguindo adequar o ensino aos interesses delas? Estamos promovendo desafios, maaaas, entretanto, todavia, (…Rsrs) adequamos para as condições maturacionais de cada criança?

    Já sabemos que não adianta tentar enfiar conteúdo de “goela abaixo”. Isso só irá causar frustração à criança e, consequentemente, falta de interesse. Enfim, podemos levantar as hipóteses para tentar entender o que está acontecendo com cada criança. As variáveis são muitas. Afinal, cada criança é um universo a ser desvendado! No entanto, precisamos tentar entender para agir! Isso é simples de ser colocado em prática? Claro que não! Quem entra na educação achando que é fácil, logo percebe o equívoco que cometeu…Rsrs! Exige muito estudo, paciência e persistência. 

    Uma coisa é certa: os jogos lúdicos podem contribuir (e muuuitooo) para despertar interesse e motivar a criançada! 😉

    […] Podemos compreender que o interesse está relacionado à motivação, a tendência do ser humano em buscar o prazer, pois tudo o que não o gratifica deixa de ser prioridade. Dessa forma, se a criança não consegue aprender, esta perde o interesse e o estudo deixa de ser sua prioridade. ( TABAQUIM; et al., 2017, p. 154)

    O jogo que eu trouxe hoje como sugestão é adequado para crianças que estejam aprendendo sílabas simples e que precisam de imagens para auxiliar na associação. E, como todo jogo de dominó, estimula o pensamento lógico.

    Vamos ver como utilizar?

    Sugestão de uso:

    Distribua as peças igualmente entre as crianças. Se sobrar, reserve para uma eventual “compra”.

    Sorteie quem colocará a primeira peça no centro da mesa.

    O jogador seguinte deve colocar uma peça que forme uma palavra. Uma pista é que as sílabas que formam uma palavra têm as mesmas cores. Porém, isto não quer dizer que qualquer sílaba que tenha a mesma cor formará uma palavra! É preciso ficar atento a isso. 

    É isso! Você tem mais uma sugestão de jogo para estimular a alfabetização. Espero que contribua. Abaixo, um vídeo com a explicação do jogo.

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

    TABAQUIM, Maria de Lourdes Merighi; et al. Funções executivas na escola: fundamentos e práticas. In: RIECHI, Tatiana Izabele Jaworski de Sá; et al. Práticas em neurodesenvolvimento infantil: fundamentos e evidências científicas. Curitiba: Íthala, 2017.

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  • Achados e Perdidos

    Achados e Perdidos

    O-lá!

    Alfabetizar, eis uma tarefa que é para os fortes! Sim, não é um trabalho para qualquer pessoa. Lembro que quando estava em sala de aula ouvia muito: “Ah, você trabalha com os pequenos! Ensina a ler e escrever, isso é fácil!”. Com o tempo, eu entendi que não adiantava tentar argumentar com quem não estava ali na lida diária, no chão de sala de aula com crianças. Penso que cada etapa do ensino traz suas facilidades e desafios. Cabe a cada profissional se preparar para a área que escolheu e com a qual tem mais afinidade.

    Na alfabetização, por exemplo, um dos desafios constantes é adaptar as atividades para cada hipótese de escrita. Isto é necessário porque nem todas as crianças evoluem no mesmo ritmo. O que é fácil para uma criança, pode ser muito difícil para a outra… E não é possível ficar antecipando etapas. Isso seria como construir uma casa sem fazer o fundamento.

    […] um aprendizado que se antecipe à maturação da criança não é apenas inoportuno porque exige um gasto de energia inútil, […] mas também porque a criança faz esse trabalho contra a sua vontade, ou se distancia do tal trabalho porque lhe associa aos desagradáveis sentimentos de fracasso. (FALK, 2010, p. 80).

    O jogo que eu trouxe como sugestão hoje, da maneira que ele foi organizado, pode ser muito complexo para crianças que estejam apresentando hipótese de escrita pré-silábica. Sendo assim, você pode, por exemplo, previamente escrever junto com as crianças a palavra completa e dizer para elas primeiro verificarem (comparando a sua escrita com a palavra que está na ficha) qual sílaba está faltando na carta. Só então iniciar a jogada!

    Enfim, é preciso estar sempre prestando muita atenção para adaptar os jogos às necessidades de cada criança e assim ter mais assertividade nas intervenções.  

    Sugestão de uso:

    Esconda as cartas com sílabas pela sala ou coloque dentro de um saco.

    Uma das crianças pega uma carta em que está faltando uma sílaba. Discutem entre elas para descobrir qual sílaba está faltando. Esta é a “sílaba perdida”.

    Quando já souberem qual sílaba está faltando, elas devem, procurar pela sala ou, se você colocou em um saco, cada uma na sua vez, tirar uma carta. Quem encontrar a “sílaba perdida” recebe uma “ficha diamante”.

    Ganha o jogo quem conquistar primeiro 3 fichas diamante.

    Importante: Se você colocar as fichas com sílabas em um saco elas devem ser devolvidas ao saco após um jogador encontrar a sílaba perdida.

    Este jogo vai ser super divertido!!!

    É isso! Espero que o jogo contribua!

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FALK, Judit. Abordagem Pikler: educação infantil. São Paulo: Omnisciência, 2010.

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  • Domialerta

    Domialerta

    O-lá!

    Vou começar este post com uma boa notícia: o jogo Domialerta está gratuito para você baixar, imprimir, montar e jogar com as crianças. Iupiii, é festa!!!

    Agora quero falar um pouco sobre a importância dos jogos lúdicos para o aprendizado. Eles são fundamentais no espaço educativo. Além dos conteúdos que podem ser trabalhados, também contribuem para desenvolver o pensamento lógico, estimulam a aceitação de regras e normas, a tolerância à frustração, o pensamento estratégico, a criatividade para lidar com situações-problema e a socialização. Por falar nisso, no espaço escolar, os jogos têm um papel ainda mais favorável para o desenvolvimento saudável do convívio coletivo do que em casa com seus familiares, pois, desta forma, a criança precisa aprender a lidar com diferentes opiniões e culturas.  

    […] o jogo na escola apresenta vantagens sobre o jogo que se pratica em família. Em casa, a criança brinca sozinha ou com seus irmãos […], no centro escolar brinca com muitas outras crianças da mesma idade, frequentemente de várias procedências e culturas, havendo, portanto, uma importante vertente socializante que se deve saber aproveitar.

    O jogo Domialerta, além do descrito acima, estimula a atenção, a percepção, o desenvolvimento da orientação espacial. Vamos à explicação do jogo?

    Sugestão de uso:

    Distribua as peças igualmente entre as crianças. Se sobrar, reserve para uma eventual “compra”.

    Sorteiem quem colocará a primeira peça no centro da mesa.

    O jogador seguinte deve colocar uma peça que tenha uma figura igual a um dos dois lados da peça que foi colocada no centro da mesa. Para isso, deve prestar atenção à cor e também à posição dos braços do(s) robô(s).

    É isso! Gostou do jogo? Vai contribuir com o seu trabalho? Conta nos comentários 😉

    Um forte abraço!

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

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  • Palavra Oculta

    Palavra Oculta

    O-lá!

    O jogo que eu trouxe de sugestão para vocês hoje é um daqueles que tem muitoooo a contribuir com crianças que estão iniciando o processo de alfabetização ou que estejam apresentando dificuldade na aquisição da leitura e escrita. Digo isso porque ele estimula tanto a consciência fonológica como também o conhecimento de sílabas simples.

    Eu não sei se você que está lendo este post já tem conhecimento sobre o processo de construção da leitura e escrita, mas, como qualquer aprendizado, a alfabetização deve sempre ser apresentada do simples para o complexo. O jogo Palavra Oculta, de maneira lúdica, proporcionará isso.

    Antes de explicar o jogo quero salientar, como já falei em outras publicações, que a consciência fonológica tem papel fundamental na caminhada que levará a criança a ser alfabetizada. Muitos aprendentes, inclusive, apresentam dificuldades neste processo, que poderiam ser evitadas com o desenvolvimento da consciência fonológica. Felizmente, muitas das brincadeiras que são realizadas na educação infantil contribuem com esse conhecimento. É o caso de brincadeiras com ritmos, rimas e sons. No entanto, apesar dessas contribuições, é necessário maior aprofundamento nas habilidades de consciência fonológica para facilitar a alfabetização.    

    […] as pesquisas mostram claramente que a consciência fonológica pode ser desenvolvida por meio da instrução e, mais do que isso, que fazê-lo significa acelerar a posterior aquisição da leitura e da escrita por parte da criança. (ADAMS, et al., 2012, p. 21)

    Agora sim podemos partir para a explicação do jogo.

    Sugestão de uso:

    A criança deve escolher uma cartela e falar o nome da figura que aparece na margem superior. Depois, observar os círculos que estão logo abaixo dela. Eles representam a quantidade de sílabas (você pode dizer “pedaços” para a criança) do nome da figura. Peça para a criança colocar um dedo sobre um dos círculos cada vez que falar um “pedaço” do nome da figura. Depois disso, a criança deve observar que um dos círculos está colorido de verde. Este círculo representa o som que ela deverá usar para descobrir a “palavra oculta”.

    Exemplo: Na carta que tem as figuras de um /BOLO/ e um /CACHORRO/, os círculos que estão coloridos são os primeiros. Sendo assim, a criança deverá prestar atenção aos sons das sílabas iniciais das duas palavras para descobrir a palavra oculta: /BOCA/. Depois que ela descobrir a palavra que formou (apenas falando os sons), você pede para ela tentar escrever utilizando as fichas com as sílabas.

    Ahhhh, ficou bom demais este jogo, você não acha? No vídeo abaixo você conseguirá visualizar melhor a explicação do jogo.

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ADAMS, Marilyn Jager; et al. Consciência fonológica: em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Dica importante: Apresente para a criança primeiro as cartelas de que ela tenha que extrair somente os sons das sílabas iniciais, depois somente sons finais e deixe por último as cartelas de que a criança tenha que extrair os sons mediais. Isso é importante, porque os sons mediais são mais complexos em termos de percepção.

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    • 15 cartelas com figuras;
    • 21 fichas com sílabas;
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  • Descubra a Mentira

    Descubra a Mentira

    O-lá!

    É sabido que, ao contrário da linguagem oral, a linguagem escrita precisa de instrução para se desenvolver. Veja como é interessante: mesmo sendo um processo mais complexo do que o desenvolvimento da fala (porque não é inato), quando um bebê balbucia as primeiras tentativas de fala os adultos demonstram alegria, entusiasmo e, inclusive, imitam a fala deles; já quando se trata de leitura e escrita as primeiras palavras são consideradas erros e é comum a criança perceber os olhares tortos dos adultos.

    […] a aprendizagem da escrita não é um processo natural, como é a aquisição da fala: a fala é inata, é um instintor; sendo inata, instintiva, é naturalmente adquirida, bastando para isso que a criança esteja imersa em ambiente em que ouve e fala a língua materna. A escrita, ao contrário, é uma invenção cultural, a construção de uma visualização dos sons da fala, não um instinto. (SOARES, 2016, p.45, grifo do autor).  

    Estar preparado para alfabetizar e promover o letramento exige do profissional conhecimento dos processos cognitivos que levam um indivíduo a compreender como o código escrito funciona, a saber e fazer uso social da leitura e escrita, mas, também, exige sensibilidade. Entender que os “erros” fazem parte da caminhada. A criança precisa se sentir segura de que pode se expressar tanto na escrita, quanto na leitura e não sofrerá penalidade por seus “erros” da mesma forma que isso não aconteceu quando ela pronunciou suas primeiras palavras ou deu seus primeiros passos e caiu. Naquelas vezes ela foi acolhida, incentivada a continuar e isso também precisa acontecer na alfabetização.

    O jogo que eu trouxe como sugestão hoje pode contribuir no trecho do caminho em que a criança já lê, porém silabicamente. Para essa, os textos precisam ser curtos. Do contrário, quando chega no final do texto ela já nem lembra mais o que leu no início.

    Vamos ver então?

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma carta. Observa a imagem e pode verbalizar o que vê.

    Depois lê e tenta identificar qual parte do texto não combina com a imagem. No caso é “mentira”.

    Ah, eu amei este jogo! E você?!

    Abaixo tem um vídeo para você visualizar melhor o jogo.

    Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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    • 18 cartas;
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  • Dados Espertos

    Dados Espertos

    O post de hoje traz um jogo que há muuuito tempo está na minha lista para compartilhar com vocês. O dia dele chegou! Uhuuu!

    Se você trabalha com crianças, talvez tenha olhado para os dados da foto que são impressos em papel (usamos gramatura 180!) e pensado que eles vão amassar rapidinho…Rsrs! Pois bem, você sabia que a preensão também é uma habilidade que pode e deve ser desenvolvida? Claro que não podemos esperar que dados feitos de papel se conservem por muito tempo… Porém, podemos dizer para as crianças que os dados devem ser girados e manuseados com pouca preensão para evitar que amassem. Isso envolve aprendizado cognitivo e motor! Ah, e as crianças também podem contribuir na montagem dos dados.

    A interação dos aspectos cognitivos associados aos motores são importantes em todas as fases da vida […]. (AMARAL e NASCIMENTO, 2020, p. 19).

    Quando selecionamos um recurso é relevante ficarmos atentos a tudo que ele pode contribuir no desenvolvimento das crianças. Por exemplo, o jogo “Dados Espertos” além do objetivo principal – que é a alfabetização – pode contribuir no desenvolvimento cognitivo – noções antes, depois – e, também, na coordenação motora final – girar, preensão. É um combo maravilhoso 😉

    Vamos ao jogo?

    Sugestão de Uso:

    A criança seleciona uma figura.

    Fala o nome da figura e observa os círculos coloridos que estão na margem inferior da carta. Os círculos representam as cores dos dados que têm as sílabas para formar o nome da figura e também indicam a sequência.

    Sendo assim, a criança pega os dados com as cores indicadas e gira (não joga) para encontrar as sílabas e formar o nome da figura.

    É isso! Gostou do jogo? Conta pra mim 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    AMARAL, Anderson; NASCIMENTO, Adriana Limeira do. Jogos de estimulação cognitiva e motora. Rio de Janeiro: Wak, 2020.

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    • 24 cartas;
    • 6 dados;
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  • Dominúmero e Cor

    Dominúmero e Cor

    O-lá!

    Para começar este texto, você reparou no nome do jogo? É um dominó, mas eu quis dar uma ludicidade maior ao nome. O que você achou? Ah, ele está disponível gratuito na nossa loja. Esta parte tenho certeza que você amou… Rsrs! Um outro detalhe, eu não sei se você já percebeu, mas os jogos disponibilizados gratuitamente aqui na Psicosol recebem o mesmo cuidado e carinho que os jogos pagos. O nosso intuito é, realmente, contribuir com a educação do nosso país. Na verdade, por este jogo envolver números, pode ser utilizado em qualquer nacionalidade. Assim vamos espalhando nossas sementes de ludicidade pelo mundo afora. Tão gratificante isso!   

    O objetivo do Dominúmero e Cor é instigar tanto a construção do número quanto a atenção, a percepção e o pensamento lógico. Sendo assim, fique atento(a) à sugestão de uso, porque ele há mais regras a serem cumpridas além de organizar números com suas quantidades correspondentes.

    Se, durante o jogo, surgirem divergências entre as crianças, em um primeiro momento, observe as argumentações. Não interfira de imediato. É importante para o desenvolvimento delas que tenham espaço para discordar, colocar seus pontos de vista sem interferência do adulto dizendo quem está certo ou errado.

    […] Com esse feedback direto, vindo de uma fonte externa e com autoridade, evita qualquer possibilidade de discussão entre as crianças, ele é indesejável e desaconselhável, pois destrói a iniciativa e a confiança da criança em sua própria capacidade de pensar. (KAMII; DECLARK, 1997, P. 60).

    Sendo assim, observe as divergências e argumentações das crianças durante o jogo e só interfira quando realmente for necessário para que cheguem a um entendimento. E, ao invés de dizer quem está certo ou errado, peça que cada um diga o motivo de pensar que está certo. Muitas vezes esta simples interferência já pode fazer a criança que está equivocada na sua linha de pensamento perceber o erro.

    Vamos à explicação do jogo agora?

    Sugestão de uso:

    Distribuir igualmente a mesma quantidade de peças entre os jogadores. O que sobrar, deixe de lado para uma eventual “compra”.

    Será sorteado quem irá colocar a primeira peça. O jogador seguinte deve colocar uma peça cujo lado tenha o número ou quantidade correspondente  igual a um dos lados do dado e também a mesma cor. Ou seja, se for de cor diferente, não vale.

    Ganha o jogo quem ficar sem nenhuma peça primeiro.

    Variação: Após as crianças terminarem o jogo, mas com o Dominúmero ainda montado sobre a mesa, peça que fechem os olhos, enquanto isso você retira uma peça. As crianças devem descobrir qual foi o lugar de que você tirou a peça. Ou seja, deverão olhar atentamente onde está o erro! Isso é muito divertido!

    É isso! Gostou do Dominúmero e Cor? Conta pra mim! Assista ao vídeo que está logo abaixo com a explicação do jogo.

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 30 peças;
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  • Sílabas Conectadas

    Sílabas Conectadas

    O-lá!

    O jogo que eu trouxe hoje está tão bacana!!! Com uma pitada de tecnologia, ele está muito mais atrativo para as crianças! O que queremos é despertar o interesse delas para incentivar a alfabetização. Acreditamos que, explorando sua curiosidade inata com ludicidade, alcançaremos o nosso objetivo de maneira mais suave.

    O Saber tem algo de jogo, principalmente quando o aprendiz se dispõe a conhecer o desconhecido, o que pode gerar prazer e despertar a curiosidade. (BARBOSA, 2002, p. 40).

    Afinal de contas, o que é a curiosidade se não o desejo de saber?! Inclusive, aquela criança que você acha que está desmotivada, tente brincar de esconder algo dela. Possivelmente você verá, mesmo que discretamente, um olhar de “quero saber o que tem aí”. Foi pensando nisso que o recurso que trouxemos hoje foi desenvolvido. O uso da tecnologia dará um toque a mais!

    Mas atenção: é só uma “pitada” de tecnologia. Além da alfabetização, este jogo tem como objetivo estimular a coordenação motora fina e o pensamento lógico 😉 Entendemos que a tecnologia pode ser acessada pelas crianças com cautela e sob a supervisão de um adulto.

    Sugestão de Uso:

    Coloque as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico).

    Entregue para a criança uma canetinha e diga para ela escolher uma página. Ela deve descobrir o nome de um animal.

    Para isso ela deve partir sempre de uma das sílabas localizadas nas laterais da página (margem superior, inferior, esquerda, direita).

    Ela pode passar a canetinha sobre o plástico seguindo as linhas pontilhadas.

    Após, para verificar se ela descobriu o nome do animal, ative a câmera do seu celular, aponte para o QR code que está no centro da folha e vejam que animal aparece.

    Por fim, pode apagar as marcações feitas com canetinha sobre o plástico com uma flanela.

    Observação! Se no momento do jogo você estiver sem celular ou internet para verificar a imagem do QR code pode utilizar o gabarito impresso.

    Agora eu quero saber, você gostou deste jogo? Para facilitar ainda mais o entendimento eu deixei abaixo um vídeo com a demonstração de uso.

    Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
    BARBOSA, Laura Monte Serrat. Parâmetros Curriculares Nacionais: o papel da escola no século XXI. Curitiba: Bella Escola, 2002.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital formato PDF contendo:

    • 20 páginas com sílabas;
    • 01 gabarito;
    • 01 embalagem para guardar o gabarito;
    • Instruções de uso.

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  • Uni, Duni, Tê

    Uni, Duni, Tê

    O-lá!

    Sabemos que para uma criança ser considerada alfabetizada e letrada ela já deve ter percorrido um longo caminho. E, obviamente, o local de partida não foi o primeiro ou segundo ano do ensino fundamental. Muito, muito tempo antes, o caminho começou a ser trilhado. Quando ela ouviu a vovó, o vovô, a mamãe, contando uma história ela já estava – mesmo que nenhum dos envolvidos estivesse ciente disso – sendo preparada para a leitura e a escrita. Inclusive, ampliando o vocabulário e o repertório para mais tarde estar apta a escrever uma história com começo, meio e fim!

    Então, alfabetizar e letrar uma criança é um caminho loooongo, cheio de curvas, paradas, retrocessos, avanços até a linha de chegada. Muitos questionamentos sobre qual é o melhor caminho a seguir vão surgindo pela estrada. Em minha singela opinião, o melhor caminho é aquele que promove curiosidade e diversão!

    No jogo que eu trouxe como sugestão hoje nós iremos aliar o uso de cartas impressas com a tecnologia para a escrita de palavras, frases ou histórias! Simmm!!!  A gente é sempre a favor do lúdico no concreto, mas a tecnologia está aí, não conseguimos ficar sem ela e cabe a nós aproveitarmos da melhor forma possível e sem exageros!

    É indiscutível a importância da infância para toda a nossa vida e o nosso desafio é aproveitar o melhor que os recursos tecnológicos possam proporcionar, especialmente, ao desenvolvimento das crianças; mas, jamais, podemos negligenciar a necessidade de relações concretas entre elas e nós para que não nos distanciemos da nossa essência humana.

    “Um jogo serve para que a criança possa elaborar as contingências (o real) do mundo que a atravessam e a ocupam, com a ajuda da linguagem e de seus recursos simbólico e imaginário.” (MENA, 2017, 218).

    O Jogo de hoje possibilita tudo isso e vai ser super divertido! Do jeitinho que a gente gosta! Vamos ver?

    Sugestão de uso:

    O jogo pode ser realizado oralmente ou por escrito.

    Selecione 12 cartas com figuras e 6 cartas com QRcode. Embaralhe e segure em sua mão em formato de leque ou espalhe sobre uma mesa.

    Cada jogador, em sua vez, enquanto aponta uma das cartas deve dizer: Uni, duni, tê, o escolhido foi você.

    Se for sorteada uma figura, o jogador deve começar a contar uma história na qual o nome da figura esteja inserido.

    Se for sorteada uma imagem de QRcode, você deve ativar a câmera do seu celular e apontar para a imagem e irá aparecer uma palavra. O jogador deve começar ou continuar a história do colega utilizando a palavra que apareceu no QRcode.

    O jogo segue com cada jogador sorteando uma carta e adicionando o nome da figura ou a palavra sorteada à história.

    O  final da história pode ser quando o último jogador selecionar uma carta, ou, se você estiver utilizando com apenas uma criança, pode colocar menos cartas no leque e ir retirando cada uma delas à medida que for sendo utilizada.

    Ah! Caso você não tenha disponível um celular ou estiver sem internet no momento do jogo, pode utilizar o gabarito impresso para ter acesso às palavras do QRcode 😉

    Variação: O jogo pode ser também utilizado para a escrita dos nomes das figuras. Sendo assim, dependendo da carta que a criança sortear, deverá escrever ou ler uma palavra. Depois pode ser instigada a escrever uma frase.

    É isso! Mais uma ideia de jogo compartilhada com muuuito carinho! Espero que contribua!

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    MENA, Luiz. O objeto entre o corpo e a inexistência do Outro. In: BAPTISTA, Angela e JERUSALINSKY, Julieta. Intoxicações eletrônicas: o sujeito na era das relações virtuais. Salvador: Ágalma, 2017, p.211-226. 

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    • 24 cartas com imagens;
    • 12 cartas com QRcode;
    • 01 embalagem;
    • 01 gabarito;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.