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  • Texto Misterioso

    Texto Misterioso

    O-lá!

    O jogo de hoje traz textos curtos em forma de poema e, também, em cada cartela há duas palavras que estão com as letras fora de ordem. Considero importante salientar que desafios, dentro das possibilidades de resolução de cada fase de desenvolvimento, são importantíssimos para as crianças. O jogo de hoje é mais adequado para crianças que já escrevem alfabeticamente, mas cuja leitura ainda é silabada e precisam que os textos sejam curtos para que não cause um nível de esforço mental tão alto que elas desistam no meio da leitura.

    Inclusive, precisamos alertar que a postura do mediador, seja ele professor, psicopedagogo, ou até mesmo os pais, diante das tentativas de leitura e escrita das crianças deve ser sempre a mais confiante e tranquila possível. Digo isso porque as crianças sentem quando seus erros causam frustração nos mediadores. E isso compromete o seu desenvolvimento porque, afinal, elas querem ser aceitas.

    O que faz com que a criança perceba dificuldades em seu desenvolvimento não são o atraso ou algumas tentativas infrutíferas, mas o fato de não ser bem aceita pelo meio. Para a criança, a não aceitação do seu ritmo pessoal se traduz em uma não aceitação da sua pessoa. (FALK, p. 50, 2010).

    A postura dos adultos influencia diretamente no transcorrer das atividades, por isso é preciso demonstrar confiança na capacidade de desenvolvimento da criança e segurança para que nos momentos de dúvidas e/ou dificuldades ela se sinta tranquila em pedir ajuda.

    O jogo é apropriado para estimular a alfabetização, letramento e pensamento lógico. Vamos ver?

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma cartela. Lê e tenta descobrir o que está escrito nas palavras que estão com as letras embaralhadas. Após ela dar seu palpite pode pegar a ficha que tem o mesmo número para verificar se o palpite dela estava correto.

    Ah, eu amo tanto jogos assim! E você?

    Abaixo segue um vídeo para contribuir na compreensão da utilização do jogo. Se você utilizá-lo de alguma forma diferente, vou amar saber!

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FALK, Judit. Abordagem Pikler: educação infantil. São Paulo: Omnisciência, 2010.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 15 cartelas;
    • 15 cartas de gabarito;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Peleja Lógica

    Peleja Lógica

    O-lá!

    Sabemos que estimular a atenção, a percepção, a orientação espacial, a concentração tem grande importância para o desenvolvimento cognitivo das crianças. Estas habilidades serão fundamentais para o seu bom desempenho em todas as áreas do conhecimento. Quanto mais cedo forem estimuladas, melhor. Obviamente não estou me referindo a estimulá-las a fim de que deem conta de atividades as quais ainda não têm maturidade para compreender, mas, por exemplo, quando mostramos para uma criança de três anos algumas flores e pedimos para ela observar atentamente os detalhes de cada uma delas: formato de pétalas, textura, miolo, cores, perfume, estamos mostrando para ela a possibilidade de colocar as coisas em uma relação, ou seja, verificar semelhanças e diferenças. Isso é estimular o pensamento lógico 😉

    Uma pessoa com desenvolvimento cognitivo bem organizado tem um bom desempenho em atividades intelectuais, mas, sobretudo, consegue encontrar soluções para os seus problemas do dia a dia de maneira mais fácil.

    […]  Se você exercitar a sua capacidade lógica e de raciocínio, o seu cérebro bem treinado vai lhe ser útil não só em operações intelectuais, mas também no dia a dia […].  (LÓGICA, p. 216, 2006).

    Isso precisa acontecer de maneira gradativa, de acordo com o que a criança dá conta e, principalmente, de forma lúdica, pois dependendo de como os assuntos são apresentados, podem gerar aquelas falas: “eu não gosto de matemática”, ou então “pensar é difícil”. Depois de um bloqueio gerado, ou seja, a criança achar que é incapaz de resolver uma determinada atividade, ficará muuuito mais difícil convencê-la do contrário!

    Vamos ao jogo que eu trouxe como indicação hoje?

    Sugestão de uso:

    O jogador precisa escolher uma ficha com um quadrado.

    Depois pega uma cartela com o mesmo número e deverá apontar quais das peças  disponíveis ele acha que formarão o quadrado da ficha. Este é um exercício de comparação feito mentalmente, mas você pode, por exemplo, sugerir que ele conte os quadradinhos.

    Em seguida, o jogador pega as peças iguais às que ele sinalizou que formam o quadrado e tenta montar para verificar se o palpite dele estava correto.

    Se você tiver peças de Lego pode pedir para ele representar a figura em 3D.

    É isso! Simples e maravilhoso este jogo, você não acha?!

    Abaixo tem um vídeo explicando o passo a passo. Espero que contribua.

    Um forte abraço e até a próxima semana.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LÓGICA, estrutura e memória. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 12 cartelas;
    • 12 fichas;
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    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Escalando

    Escalando

    O-lá!

    Apesar de eu ter consciência de que não existe pó de pirlimpimpim, ou seja, não há mágica ou até mesmo um método capaz de alfabetizar todas as crianças instantaneamente, tenho a convicção de que nem por isso este caminho precisa ser de sofrimento. E é com o objetivo de tornar o processo de alfabetização mais divertido para o maior número possível de crianças que cada jogo compartilhado neste site é pensado e desenvolvido.

    Na verdade, utilizar jogos lúdicos é uma questão de sensatez. Digo isto porque jogar é do interesse da criança. Sendo assim, podemos aproveitar este “apetite” para proporcionar aprendizado de qualidade. E ainda mais! Estou me referindo, por exemplo, à oportunidade de vivenciar a socialização, de lidar com conquistas e frustrações.

    Para a criança tudo é jogo, mas se quisermos que ela aprenda coisas novas ou reforce conhecimentos, capacidades ou habilidades que já possuía, parece que a única via possível é o jogo. (BATLLORI, 2009, p. 14)

    O jogo que estou propondo hoje tem como objetivo contribuir na alfabetização, no pensamento lógico, na coordenação motora fina, além de outras habilidades já mencionadas nos parágrafos anteriores.

    Sugestão de Uso:
    Para cada jogador pendure em uma parede um barbante de 1m de comprimento. Faça um nó em uma das pontas do barbante e também a cada 30cm, totalizando 4 nós.
    Os jogadores devem pendurar os seus peões na ponta inferior do barbante, ou seja, no primeiro nó.
    Para isso, previamente, fixe cada ficha com imagem de um escalador em um prendedor.
    Coloque as fichas com imagens em uma sacola. Deixe de lado as fichas com dicas.
    É hora de começar o jogo!
    É preciso sortear quem vai iniciar.
    Cada jogador, em sua vez, pega uma ficha da sacola. Escreve o nome da figura. Se acertar, escala até o nó seguinte do barbante.
    Em seguida, ele deve “encaixar” a letra que aparece em destaque na ficha em algum lugar da palavra que ele escreveu para descobrir uma outra palavra.

    Exemplo: Como na carta que aparece a imagem da UVA e se pede para encaixar o L: Luva.

    Caso ele não saiba, pode pedir uma “ajuda” e você entregará a “ficha dica” (ela tem o mesmo número). Se ele descobrir, escala até o próximo nó.
    Ganha o jogo quem chegar ao topo primeiro.

    Veja o vídeo para ter uma melhor compreensão do jogo.

    Observação: Cada jogador poderá estar representando uma equipe e, se precisar, pede ajuda para eles.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 16 cartas com figuras;
    • 16 cartas com dicas;
    • 04 cartas com bandeiras;
    • 04 cartas com setas de início;
    • 04 cartas escaladores (peões);
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Para você imprimir montar e jogar 😉

     

  • Acerte a Cor

    Acerte a Cor

    O-lá!

    Um jogo valioso é aquele que desperta a curiosidade da criança e que, de alguma forma, estimula o seu desenvolvimento emocional, físico e intelectual. Para isso, é importante que ele esteja alinhado com os interesses e possibilidades de compreensão das crianças.

    Os desafios devem ser ampliados conforme percebemos seu desenvolvimento.

    De acordo com Antunes, 2003, p. 18:

    As inteligências em um ser humano são mais ou menos como janelas de um quarto. Abrem-se aos poucos, sem pressa, e para cada etapa dessa abertura existem múltiplos estímulos.

    O jogo que eu trouxe como sugestão hoje aborda o conhecimento de cores, porém, o propósito dele vai além de instigar que as crianças digam os nomes das cores.

    O objetivo é contribuir para que elas possam desenvolver de maneira lúdica o conhecimento de igual e diferente. Ou seja, estimular o pensamento lógico.

    Sabemos que, se desde a mais tenra idade as crianças vivenciarem conteúdos que envolvam lógica de forma divertida, a possibilidade que elas considerem este conhecimento como algo prazeroso é ampliada.

    Então, vamos fazer nossa parte?

    Abaixo segue a explicação do jogo.

    Ah, ele está disponível gratuito em arquivo formato PDF!!! É para começarmos este ano com muito amor…Rs

    Sugestão de Uso:

    As crianças começam sorteando uma ficha com cor.

    Coloque as fichas com ursos dentro de uma sacola. Depois, cada criança, em sua vez, retira uma ficha da sacola.

    Se ela encontrou um urso que tenha uma cor igual à previamente sorteada, ela fica com a ficha. Se for uma cor diferente, ela descarta a ficha sobre a mesa.

    Outra criança pega uma nova ficha da sacola. Se for uma ficha com cor igual a que foi sorteada, ela fica com a ficha que pegou e a(s) que foi(ram) descartada(s) sobre a mesa pela outra criança.

    Ganha o jogo quem conquistar mais fichas.

    Abaixo segue um vídeo que contribuirá para um melhor entendimento do funcionamento do jogo.

    Agora que eu expliquei o jogo, me diga: você gostou? Foi tudo feito com muuuito carinho!

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF GRÁTIS contendo:

    • 12 cartas com figuras de urso;
    • 6 cartas com cores diferentes.
    • 01 embalagem
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Para você imprimir, montar e jogar 😉

  • Marque a Sequência

    Marque a Sequência

    O-lá!

    Você sabia que os materiais que estruturam o pensamento lógico são, basicamente, lúdicos? Sim, e esta informação precisa ficar clara para os profissionais da educação e também para os pais. Já vi alguns colegas constrangidos quando abordados por pais que questionavam sobre os conteúdos aprendidos no dia. A criança não brinca por brincar! As situações vividas por ela durante as brincadeiras irão ajudá-la a compreender aprendizagens futuras.

    Especialmente falando de pensamento lógico, são as experiências no concreto que farão a criança entender posteriormente processos abstratos e, inclusive, podem evitar situações negativas de aprendizagem. Se existe algo que prejudica qualquer aprendiz é esperar que ele dê conta de desafios que ainda não tem condições maturacionais para resolver. Sendo assim, o lúdico é essencial para a construção emocional e também intelectual de qualquer sujeito.

    “[…] Quantas inteligências se perdem porque se cria um vínculo negativo entre o sujeito e a situação de aprendizagem […].” (VISCA, p. 9, 2008).

     O jogo que eu trouxe hoje como sugestão está disponível em arquivo PDF grátis. Logo abaixo eu deixo a sugestão de uso, mas é interessante você assistir ao vídeo também porque ele traz formas lúdicas para a criança compreender no concreto a sequência numérica. É importante que você esteja ciente que será muito difícil a criança compreender números que representam quantidades maiores sem ter vivenciado situações no concreto com números menores. Ou seja, promova experiências lúdicas com quantidades menores antes de partir para só mostrar as fichas e esperar que a criança dê conta do desafio ;).

    Sugestão de Uso:

    A criança escolhe uma cartela, tenta descobrir qual o “segredo” da sequência e marca o número correspondente.

    Para descobrir ela pode utilizar palitos de picolé, tampinhas de garrafa PET, peças de Lego, etc.

    Por hoje é isso! 

    As informações que você viu aqui foram úteis? 

    Vou amar saber!

    Um forte abraço <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    VISCA, Jorge. O diagnóstico operatório da prática psicopedagógica. São José dos Campos: Pulso, 2008.

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    • 18 fichas;
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    • Instruções de uso.

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  • Dito Revirado

    Dito Revirado

    O-lá!

    Há muitas maneiras de estimularmos o letramento das nossas crianças, mas a sugestão que eu trouxe hoje é encantadora. Digo isso porque os provérbios e ditados populares despertam a curiosidade das crianças por serem, de certa forma, engraçados. Além disso, podem trazer ensinamentos. Ou seja, é um combo maravilhoso, não é mesmo?

    Quando estamos alfabetizando uma criança, precisamos estar cientes de que o letramento deve caminhar lado a lado. Afinal, sabemos da importância que é uma criança conseguir codificar (escrever) e decodificar (ler) as letras, mas fazer uso social desta aprendizagem é fundamental para o seu desenvolvimento como cidadão autônomo.

    […] a leitura é um processo de relacionar símbolos escritos a unidades de som e é também o processo de construir uma interpretação de textos escritos. (SOARES, p. 68-69, 2017, grifo do autor).

    Os provérbios e ditados populares são excelentes para colocar as crianças em uma prática de leitura e interpretação de texto. Afinal, qual o significado deles? Geralmente, fazem sentido dentro de algum contexto. É preciso ir além do sentido literal 😉

    Sugestão de Uso:

    Comece explorando com as crianças provérbios e ditados populares. 

    Depois, embaralhe as cartas (com textos e sem imagens) e peça para a criança sortear uma delas. 

    Em seguida, ela lê e vira a carta com o texto para baixo. Após, pega uma cartela com o mesmo texto, mas “revirado” (elas têm o mesmo número). O desafio da criança será colocar o texto na sequência correta, ou seja, reescrever. A palavra que está escrita em verde serve de pista para o início. 

    Quando concluir, confere!

    Por fim, que tal escrever uma história na qual seja utilizado o provérbio/ditado popular? 

    Espero que este post tenha contribuído de alguma forma.

    Um forte abraço e até a próxima semana.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2001

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    • 15 cartas com textos em ordem para gabarito;
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  • Palavras Misturadas

    Palavras Misturadas

    O-lá!

    Certamente uma preocupação frequente dos profissionais da área da Educação é fazer com que as crianças tenham mais autonomia e é uma alegria muito grande quando elas já conseguem, por exemplo, ir ao banheiro sem precisar de ajuda. Porém, estou querendo falar de uma aprendizagem diferente dos cuidados com a higiene pessoal. Refiro-me a desenvolver pessoas com opinião, que não se deixem enganar e, principalmente, não esperem por respostas prontas 😉 Se soubermos conduzir, os jogos lúdicos são excelentes para isso, porque as crianças, geralmente, estão mais engajadas e defendem suas opiniões. É importante que durante uma divergência, o professor incentive que cada um exponha seu ponto de vista e, de maneira tranquila, conduza a discussão para um entendimento. 

    […] A ciência não foi dada aos cientistas de fora para dentro. Ela foi, e continua sendo, criada pelos cientistas através da troca de ponto de vista entre eles. (KAMII e DECLARK, p. 81, 1997)

     

    O jogo que eu trouxe hoje tem como objetivo estimular o processo de construção da escrita. Como o próprio nome diz, tem palavras misturadas. O desafio para as crianças é descobrir quais são as palavras. Por não ter imagens o desafio é maior (e isso é de propósito), porém, tem algumas pistas que podem servir de apoio para que elas consigam descobrir as palavras. Em cada carta informa se a criança precisa procurar nomes de animais ou frutas. Além disso, as letras da mesma cor formam uma palavra.

    Se, durante o jogo, uma criança divergir de outra sobre a escrita de alguma palavra, você já sabe que isso é positivo, não é mesmo?  Então aproveite a situação e medeie para que cheguem a resposta correta.

    O jogo está disponível gratuito em arquivo digital formato PDF. <3

    Sugestão de Uso:

    Faça duas pilhas de cartas com as letras voltadas para baixo.

    Os jogadores sorteiam quem ficará com cada pilha.

    Após, cada um vira uma carta da sua pilha. Lê se na carta ele encontrará nomes de frutas ou animais. Depois observa atentamente as letras. As da mesma cor formam uma palavra.

    Se você puder disponibilizar letras em EVA ou fichas para as crianças manipularem e fazerem suas tentativas de ordem para escrever as palavras, será excelente.

    Gostou da ideia de hoje? Só vou ficar sabendo se você me contar. Então que tal deixar um comentário?

    bjuuuu e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    Está gratuito e é enviado por e-mail.

  • Dominó de Atenção

    Dominó de Atenção

    O-lá!

    Para uma boa qualidade da atenção e percepção visual é necessária tanto uma boa visão, como também uma habilidade de se orientar visualmente no espaço. Quando temos esta capacidade bem desenvolvida, e estamos olhando para uma figura, por exemplo, fazemos uma varredura com o nosso olhar. Evidentemente, esta habilidade pode sempre melhorar. É uma questão de estímulo.

    Agora, claro (!), é bem difícil prestar atenção em algo que não nos cativa de alguma forma ou que não vemos necessidade real de saber, ou seja, quando não estamos precisando daquele conhecimento para fazer alguma coisa. Sentir necessidade é fator importante no desejo de aprender.

    É importante entender bem o fato de a criança prestar atenção e se dedicar apenas àquilo que a interessa ou a motiva. (MATTOS, p. 110, 2008).

    O jogo que eu trouxe hoje tem como objetivo auxiliar no desenvolvimento da atenção, da percepção, da orientação espacial. As crianças serão estimuladas a focar nos detalhes.  

    O arquivo digital em formato PDF está gratuito na nossa loja. Maravilha, hein?! Rsrs! Para adquirir, clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Distribuir a mesma quantidade de peças entre os jogadores.

    Os jogadores deverão unir as figuras que tenham as mesmas sequências de cores.

    Ganha o jogo quem for o primeiro a ficar sem nenhuma peça.

    É isso! Este jogo é suuuper divertido! Depois me conta como foi sua experiência com as crianças que jogaram.

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MATTOS, Paulo. No mundo da lua. São Paulo: Casa Leitura Médica, 2008.

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  • Sílaba Faltante

    Sílaba Faltante

    O-lá!

    Aprender algo novo sempre promove modificações no sistema nervoso central e faz com que o aprendiz tenha uma melhor adaptabilidade com o mundo que o cerca.

    […] quando um estímulo é conhecido do sistema nervoso central (SNC), desencadeia uma lembrança; quando o estímulo é novo, desencadeia uma mudança. […] (ROTTA; OHLWEILER e RIESGO, p. 65, 2006).

    Quando falamos do processo de construção de escrita isso também acontece, porém, pode não ser percebido de imediato. Algumas mudanças acontecem tão lentamente que pode parecer que a criança não evolui. No entanto, as crianças em processo de alfabetização vão realizando suas tentativas de acordo com o que pensam sobre a escrita. Cada intervenção que fazemos pode promover significativas transformações. Por isso precisamos estar atentos ao que a criança nos diz através de suas tentativas.

    O jogo que eu trouxe como sugestão traz duas maneiras iniciais de utilizá-lo. A primeira sugestão é mais indicada para crianças que estejam apresentando hipótese de escrita pré-silabica.   Veja a seguir.

    Sugestão de Uso 1:

    Embaralhar as cartas com figuras. A criança sorteia uma delas e observa as sílabas que formam o nome da figura.

    Depois pega uma carta com sílabas que tenha o mesmo número. Procura e marca as sílabas que pertençam ao nome da figura. A sílaba que não constar na cartela é a “sílaba faltante”.

    Sugestão de Uso 2:

    Embaralhar as cartas com figuras. A criança sorteia uma delas, porém, ao mostrar a carta, você cobre o nome da figura.

    Em seguida, a criança pega uma carta com sílabas que tenha o mesmo número para procurar quais são as sílabas que servem para escrever o nome da figura. Além disso, diz e escreve qual está faltando. Por último, você mostra o nome da figura para ela conferir.

    É isso! Pensaram em uma maneira diferente para utilizar este jogo? Vou amar saber.

    Um forte abraço,

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    • 18 cartas com sílabas;
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  • Dominó Esperto

    Dominó Esperto

    O-lá!

    Estimular o pensamento lógico para algumas pessoas é sempre acompanhado de nariz torcido. E o porquê disso, muitas vezes, está nas primeiras experiências com desafios lógicos. 

    Se lançarmos uma pessoa em uma piscina profunda, sem ela ter conhecimento básico para nadar, talvez ela até consiga se salvar, mas o processo deixará nela marcas desagradáveis e ela evitará a todo custo chegar perto de qualquer lugar que lembre uma piscina.

    Estou escrevendo isso porque um jogo precisa ser oferecido de acordo com as condições de resolução de cada aprendente. A melhor forma de adequar é fazendo uma sondagem dos conhecimentos prévios.

    O que almejamos é que o aprendiz vivencie a experiência de satisfação ao conseguir concluir um desafio.  

    […] os resultados obtidos por meio de esforço, cautelosamente dosados, são uma fonte de satisfação que não há por que evitar. (GONZÁLEZ, 2009 apud BATLLORI, 2009, p. 9)

    Quando um aprendente sente aquele gostinho de “sou capaz” dificilmente recusará um desafio.

    O jogo que eu trouxe hoje pode lembrar um jogo que compartilhei há muito tempo aqui no site, o “Dominó de Formas Geométricas”, porém, há algumas diferenças. A principal delas é que este tem um nível mais, digamos assim, fácil. Porém, claro, irá depender do conhecimento prévio de cada criança.

    O objetivo do jogo é estimular a atenção, a percepção, o pensamento lógico. As crianças precisarão observar as partes de um todo. Isso pode ser complexo considerando que será preciso realizar mentalmente uma decomposição. Além disso, algumas figuras são parecidas. Sendo assim, é preciso atenção aos detalhes.

    Vou explicar o jogo, mas façam as adaptações necessárias, ok?!

    Sugestão de uso:

    Distribuir a mesma quantidade de peças entre os jogadores.

    Os jogadores deverão unir uma figura com as partes que foram necessárias para formá-la.

    Ganha o jogo quem for o primeiro a ficar sem nenhuma peça.

    Diferente e maravilhoso este jogo, vocês não acham? Eu sendo modesta novamente…Rsrs! Ah, o arquivo digital está gratuito na nossa loja. <3

    Um forte abraço e até o próximo post.     

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    GONZÁLEZ, Roberto Navarro. Prólogo. In: BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

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    É enviado por e-mail.