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  • Acerte a Cor

    Acerte a Cor

    O-lá!

    Um jogo valioso é aquele que desperta a curiosidade da criança e que, de alguma forma, estimula o seu desenvolvimento emocional, físico e intelectual. Para isso, é importante que ele esteja alinhado com os interesses e possibilidades de compreensão das crianças.

    Os desafios devem ser ampliados conforme percebemos seu desenvolvimento.

    De acordo com Antunes, 2003, p. 18:

    As inteligências em um ser humano são mais ou menos como janelas de um quarto. Abrem-se aos poucos, sem pressa, e para cada etapa dessa abertura existem múltiplos estímulos.

    O jogo que eu trouxe como sugestão hoje aborda o conhecimento de cores, porém, o propósito dele vai além de instigar que as crianças digam os nomes das cores.

    O objetivo é contribuir para que elas possam desenvolver de maneira lúdica o conhecimento de igual e diferente. Ou seja, estimular o pensamento lógico.

    Sabemos que, se desde a mais tenra idade as crianças vivenciarem conteúdos que envolvam lógica de forma divertida, a possibilidade que elas considerem este conhecimento como algo prazeroso é ampliada.

    Então, vamos fazer nossa parte?

    Abaixo segue a explicação do jogo.

    Ah, ele está disponível gratuito em arquivo formato PDF!!! É para começarmos este ano com muito amor…Rs

    Sugestão de Uso:

    As crianças começam sorteando uma ficha com cor.

    Coloque as fichas com ursos dentro de uma sacola. Depois, cada criança, em sua vez, retira uma ficha da sacola.

    Se ela encontrou um urso que tenha uma cor igual à previamente sorteada, ela fica com a ficha. Se for uma cor diferente, ela descarta a ficha sobre a mesa.

    Outra criança pega uma nova ficha da sacola. Se for uma ficha com cor igual a que foi sorteada, ela fica com a ficha que pegou e a(s) que foi(ram) descartada(s) sobre a mesa pela outra criança.

    Ganha o jogo quem conquistar mais fichas.

    Abaixo segue um vídeo que contribuirá para um melhor entendimento do funcionamento do jogo.

    Agora que eu expliquei o jogo, me diga: você gostou? Foi tudo feito com muuuito carinho!

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF GRÁTIS contendo:

    • 12 cartas com figuras de urso;
    • 6 cartas com cores diferentes.
    • 01 embalagem
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Para você imprimir, montar e jogar 😉

  • Marque a Sequência

    Marque a Sequência

    O-lá!

    Você sabia que os materiais que estruturam o pensamento lógico são, basicamente, lúdicos? Sim, e esta informação precisa ficar clara para os profissionais da educação e também para os pais. Já vi alguns colegas constrangidos quando abordados por pais que questionavam sobre os conteúdos aprendidos no dia. A criança não brinca por brincar! As situações vividas por ela durante as brincadeiras irão ajudá-la a compreender aprendizagens futuras.

    Especialmente falando de pensamento lógico, são as experiências no concreto que farão a criança entender posteriormente processos abstratos e, inclusive, podem evitar situações negativas de aprendizagem. Se existe algo que prejudica qualquer aprendiz é esperar que ele dê conta de desafios que ainda não tem condições maturacionais para resolver. Sendo assim, o lúdico é essencial para a construção emocional e também intelectual de qualquer sujeito.

    “[…] Quantas inteligências se perdem porque se cria um vínculo negativo entre o sujeito e a situação de aprendizagem […].” (VISCA, p. 9, 2008).

     O jogo que eu trouxe hoje como sugestão está disponível em arquivo PDF grátis. Logo abaixo eu deixo a sugestão de uso, mas é interessante você assistir ao vídeo também porque ele traz formas lúdicas para a criança compreender no concreto a sequência numérica. É importante que você esteja ciente que será muito difícil a criança compreender números que representam quantidades maiores sem ter vivenciado situações no concreto com números menores. Ou seja, promova experiências lúdicas com quantidades menores antes de partir para só mostrar as fichas e esperar que a criança dê conta do desafio ;).

    Sugestão de Uso:

    A criança escolhe uma cartela, tenta descobrir qual o “segredo” da sequência e marca o número correspondente.

    Para descobrir ela pode utilizar palitos de picolé, tampinhas de garrafa PET, peças de Lego, etc.

    Por hoje é isso! 

    As informações que você viu aqui foram úteis? 

    Vou amar saber!

    Um forte abraço <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    VISCA, Jorge. O diagnóstico operatório da prática psicopedagógica. São José dos Campos: Pulso, 2008.

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    • 18 fichas;
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  • Dito Revirado

    Dito Revirado

    O-lá!

    Há muitas maneiras de estimularmos o letramento das nossas crianças, mas a sugestão que eu trouxe hoje é encantadora. Digo isso porque os provérbios e ditados populares despertam a curiosidade das crianças por serem, de certa forma, engraçados. Além disso, podem trazer ensinamentos. Ou seja, é um combo maravilhoso, não é mesmo?

    Quando estamos alfabetizando uma criança, precisamos estar cientes de que o letramento deve caminhar lado a lado. Afinal, sabemos da importância que é uma criança conseguir codificar (escrever) e decodificar (ler) as letras, mas fazer uso social desta aprendizagem é fundamental para o seu desenvolvimento como cidadão autônomo.

    […] a leitura é um processo de relacionar símbolos escritos a unidades de som e é também o processo de construir uma interpretação de textos escritos. (SOARES, p. 68-69, 2017, grifo do autor).

    Os provérbios e ditados populares são excelentes para colocar as crianças em uma prática de leitura e interpretação de texto. Afinal, qual o significado deles? Geralmente, fazem sentido dentro de algum contexto. É preciso ir além do sentido literal 😉

    Sugestão de Uso:

    Comece explorando com as crianças provérbios e ditados populares. 

    Depois, embaralhe as cartas (com textos e sem imagens) e peça para a criança sortear uma delas. 

    Em seguida, ela lê e vira a carta com o texto para baixo. Após, pega uma cartela com o mesmo texto, mas “revirado” (elas têm o mesmo número). O desafio da criança será colocar o texto na sequência correta, ou seja, reescrever. A palavra que está escrita em verde serve de pista para o início. 

    Quando concluir, confere!

    Por fim, que tal escrever uma história na qual seja utilizado o provérbio/ditado popular? 

    Espero que este post tenha contribuído de alguma forma.

    Um forte abraço e até a próxima semana.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2001

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    • 15 cartelas com imagens e textos fora de ordem;
    • 15 cartas com textos em ordem para gabarito;
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    • Instruções de uso.

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  • Palavras Misturadas

    Palavras Misturadas

    O-lá!

    Certamente uma preocupação frequente dos profissionais da área da Educação é fazer com que as crianças tenham mais autonomia e é uma alegria muito grande quando elas já conseguem, por exemplo, ir ao banheiro sem precisar de ajuda. Porém, estou querendo falar de uma aprendizagem diferente dos cuidados com a higiene pessoal. Refiro-me a desenvolver pessoas com opinião, que não se deixem enganar e, principalmente, não esperem por respostas prontas 😉 Se soubermos conduzir, os jogos lúdicos são excelentes para isso, porque as crianças, geralmente, estão mais engajadas e defendem suas opiniões. É importante que durante uma divergência, o professor incentive que cada um exponha seu ponto de vista e, de maneira tranquila, conduza a discussão para um entendimento. 

    […] A ciência não foi dada aos cientistas de fora para dentro. Ela foi, e continua sendo, criada pelos cientistas através da troca de ponto de vista entre eles. (KAMII e DECLARK, p. 81, 1997)

     

    O jogo que eu trouxe hoje tem como objetivo estimular o processo de construção da escrita. Como o próprio nome diz, tem palavras misturadas. O desafio para as crianças é descobrir quais são as palavras. Por não ter imagens o desafio é maior (e isso é de propósito), porém, tem algumas pistas que podem servir de apoio para que elas consigam descobrir as palavras. Em cada carta informa se a criança precisa procurar nomes de animais ou frutas. Além disso, as letras da mesma cor formam uma palavra.

    Se, durante o jogo, uma criança divergir de outra sobre a escrita de alguma palavra, você já sabe que isso é positivo, não é mesmo?  Então aproveite a situação e medeie para que cheguem a resposta correta.

    O jogo está disponível gratuito em arquivo digital formato PDF. <3

    Sugestão de Uso:

    Faça duas pilhas de cartas com as letras voltadas para baixo.

    Os jogadores sorteiam quem ficará com cada pilha.

    Após, cada um vira uma carta da sua pilha. Lê se na carta ele encontrará nomes de frutas ou animais. Depois observa atentamente as letras. As da mesma cor formam uma palavra.

    Se você puder disponibilizar letras em EVA ou fichas para as crianças manipularem e fazerem suas tentativas de ordem para escrever as palavras, será excelente.

    Gostou da ideia de hoje? Só vou ficar sabendo se você me contar. Então que tal deixar um comentário?

    bjuuuu e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • Instruções de uso.

    Está gratuito e é enviado por e-mail.

  • Dominó de Atenção

    Dominó de Atenção

    O-lá!

    Para uma boa qualidade da atenção e percepção visual é necessária tanto uma boa visão, como também uma habilidade de se orientar visualmente no espaço. Quando temos esta capacidade bem desenvolvida, e estamos olhando para uma figura, por exemplo, fazemos uma varredura com o nosso olhar. Evidentemente, esta habilidade pode sempre melhorar. É uma questão de estímulo.

    Agora, claro (!), é bem difícil prestar atenção em algo que não nos cativa de alguma forma ou que não vemos necessidade real de saber, ou seja, quando não estamos precisando daquele conhecimento para fazer alguma coisa. Sentir necessidade é fator importante no desejo de aprender.

    É importante entender bem o fato de a criança prestar atenção e se dedicar apenas àquilo que a interessa ou a motiva. (MATTOS, p. 110, 2008).

    O jogo que eu trouxe hoje tem como objetivo auxiliar no desenvolvimento da atenção, da percepção, da orientação espacial. As crianças serão estimuladas a focar nos detalhes.  

    O arquivo digital em formato PDF está gratuito na nossa loja. Maravilha, hein?! Rsrs! Para adquirir, clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Distribuir a mesma quantidade de peças entre os jogadores.

    Os jogadores deverão unir as figuras que tenham as mesmas sequências de cores.

    Ganha o jogo quem for o primeiro a ficar sem nenhuma peça.

    É isso! Este jogo é suuuper divertido! Depois me conta como foi sua experiência com as crianças que jogaram.

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MATTOS, Paulo. No mundo da lua. São Paulo: Casa Leitura Médica, 2008.

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    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Sílaba Faltante

    Sílaba Faltante

    O-lá!

    Aprender algo novo sempre promove modificações no sistema nervoso central e faz com que o aprendiz tenha uma melhor adaptabilidade com o mundo que o cerca.

    […] quando um estímulo é conhecido do sistema nervoso central (SNC), desencadeia uma lembrança; quando o estímulo é novo, desencadeia uma mudança. […] (ROTTA; OHLWEILER e RIESGO, p. 65, 2006).

    Quando falamos do processo de construção de escrita isso também acontece, porém, pode não ser percebido de imediato. Algumas mudanças acontecem tão lentamente que pode parecer que a criança não evolui. No entanto, as crianças em processo de alfabetização vão realizando suas tentativas de acordo com o que pensam sobre a escrita. Cada intervenção que fazemos pode promover significativas transformações. Por isso precisamos estar atentos ao que a criança nos diz através de suas tentativas.

    O jogo que eu trouxe como sugestão traz duas maneiras iniciais de utilizá-lo. A primeira sugestão é mais indicada para crianças que estejam apresentando hipótese de escrita pré-silabica.   Veja a seguir.

    Sugestão de Uso 1:

    Embaralhar as cartas com figuras. A criança sorteia uma delas e observa as sílabas que formam o nome da figura.

    Depois pega uma carta com sílabas que tenha o mesmo número. Procura e marca as sílabas que pertençam ao nome da figura. A sílaba que não constar na cartela é a “sílaba faltante”.

    Sugestão de Uso 2:

    Embaralhar as cartas com figuras. A criança sorteia uma delas, porém, ao mostrar a carta, você cobre o nome da figura.

    Em seguida, a criança pega uma carta com sílabas que tenha o mesmo número para procurar quais são as sílabas que servem para escrever o nome da figura. Além disso, diz e escreve qual está faltando. Por último, você mostra o nome da figura para ela conferir.

    É isso! Pensaram em uma maneira diferente para utilizar este jogo? Vou amar saber.

    Um forte abraço,

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    • 18 cartas com sílabas;
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  • Dominó Esperto

    Dominó Esperto

    O-lá!

    Estimular o pensamento lógico para algumas pessoas é sempre acompanhado de nariz torcido. E o porquê disso, muitas vezes, está nas primeiras experiências com desafios lógicos. 

    Se lançarmos uma pessoa em uma piscina profunda, sem ela ter conhecimento básico para nadar, talvez ela até consiga se salvar, mas o processo deixará nela marcas desagradáveis e ela evitará a todo custo chegar perto de qualquer lugar que lembre uma piscina.

    Estou escrevendo isso porque um jogo precisa ser oferecido de acordo com as condições de resolução de cada aprendente. A melhor forma de adequar é fazendo uma sondagem dos conhecimentos prévios.

    O que almejamos é que o aprendiz vivencie a experiência de satisfação ao conseguir concluir um desafio.  

    […] os resultados obtidos por meio de esforço, cautelosamente dosados, são uma fonte de satisfação que não há por que evitar. (GONZÁLEZ, 2009 apud BATLLORI, 2009, p. 9)

    Quando um aprendente sente aquele gostinho de “sou capaz” dificilmente recusará um desafio.

    O jogo que eu trouxe hoje pode lembrar um jogo que compartilhei há muito tempo aqui no site, o “Dominó de Formas Geométricas”, porém, há algumas diferenças. A principal delas é que este tem um nível mais, digamos assim, fácil. Porém, claro, irá depender do conhecimento prévio de cada criança.

    O objetivo do jogo é estimular a atenção, a percepção, o pensamento lógico. As crianças precisarão observar as partes de um todo. Isso pode ser complexo considerando que será preciso realizar mentalmente uma decomposição. Além disso, algumas figuras são parecidas. Sendo assim, é preciso atenção aos detalhes.

    Vou explicar o jogo, mas façam as adaptações necessárias, ok?!

    Sugestão de uso:

    Distribuir a mesma quantidade de peças entre os jogadores.

    Os jogadores deverão unir uma figura com as partes que foram necessárias para formá-la.

    Ganha o jogo quem for o primeiro a ficar sem nenhuma peça.

    Diferente e maravilhoso este jogo, vocês não acham? Eu sendo modesta novamente…Rsrs! Ah, o arquivo digital está gratuito na nossa loja. <3

    Um forte abraço e até o próximo post.     

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    GONZÁLEZ, Roberto Navarro. Prólogo. In: BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

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  • Bate Certo

    Bate Certo

    O-lá!

    Tenho a leve impressão de que se você utiliza os recursos que disponibilizo aqui no site é porque, assim como eu, preocupa-se em ser um mediador da aprendizagem e não um detentor do conhecimento. A autonomia dos aprendentes é algo importante e valorizado por você! Estou certa ou será que é um equívoco? Rsrs!

    Se estou certa, então você é daquelas pessoas acessíveis às dúvidas dos aprendentes, mas, na medida do possível, incentiva discussões saudáveis e os instiga a procurarem as respostas para seus questionamentos. Também, possivelmente, você já sabe que os jogos lúdicos são excelentes ferramentas para promover tudo isso.  

    A utilização do jogo na proposta curricular da escola é capaz de despertar interesses […] desenvolver a autonomia moral e intelectual, aprimorar a convivência e objetivar a liberdade. (BARBOSA, 2002,p. 42).

    O recurso que eu trouxe como sugestão hoje tem tudo a ver com o que eu disse anteriormente, pois, além de ser riquíssimo para crianças em processo de alfabetização, no transcorrer do jogo, podem surgir debates, dúvidas de quem está certo e, ao invés de dizermos a resposta correta, os jogadores poderão pesquisar em um gabarito. Isso é muito positivo para estimular a autonomia das crianças na construção da escrita.

    Veja a seguir 😉

    Sugestão de uso:

    Embaralhe as cartas com figuras de animais e coloque-as no centro da mesa.

    Distribua para cada jogador três fichas verdes e três fichas laranja.

    Cada jogador, em sua vez, observa em uma carta as duas palavras com o nome do animal.  Se a palavra correta estiver escrita em verde, ele deve bater com a palma da mão sobre a pilha de fichas verdes. Se for a laranja, deve bater sobre a pilha de fichas laranja.

    Caso acerte o palpite, deve tirar uma ficha da pilha.

    Após a criança ter dado seu palpite, se um dos jogadores tiver dúvida podem conferir no gabarito.

    Vence o jogo quem primeiro ficar sem nenhuma das fichas verdes ou laranja.  

    Gostou? 

    Amo quando recebo feedback através de comentários e mensagens. 

    São importantes para eu melhorar cada vez mais o meu trabalho, ok?!

    Boa diversão!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BARBOSA, Laura Monte Serrat. Parâmetros Curriculares Nacionais: o papel da escola no século XXI. Curitiba: Bella Escola, 2002.

     

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    • 24 cartas com figuras de animais;
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    • Instruções de uso.

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  • Frase sob Encomenda

    Frase sob Encomenda

    O-lá!

    Hoje vamos falar sobre criatividade

    O que seria da evolução humana se não fosse a incrível capacidade criativa presente em todos os campos do saber? Afinal, é através dela que nossa sociedade se desenvolve e progride.

    Essa é uma habilidade comum e muito fértil nas crianças. É também nesta fase da nossa evolução que a criatividade é estimulada ou, infelizmente, desvalorizada, e o que pode ser ainda pior: culpabilizada. Talvez você mesmo(a) já tenha ouvido frases do tipo: “para de inventar coisas, menino(a)!”.

    A escrita empobrecida pode ser um reflexo disso! 

    É importante que saibamos o quanto é saudável usar a imaginação.

    Quanto mais você escrever usando sua imaginação, mais facilmente ela será condicionada e funcionará quando houver necessidade. Isso ficará claro em sua escrita: seus pensamentos fluirão melhor e você desenvolverá sua habilidade verbal. (IMAGINAÇÃO, p. 59, 2006)

    A proposta de hoje é para libertar, dar asas à imaginação. 

    Ah, o arquivo PDF com este jogo é GRÁTIS!!! Mais um presente para você que acompanha e incentiva o meu trabalho. #todospelaeducação

    Bom, vamos nessa?

    Sugestão de uso:

    Embaralhe separadamente as fichas com imagens e as fichas com números.

    O jogador sorteia uma ficha com imagem e uma ficha com número.  

    Ele deverá escrever uma frase dentro do tema sorteado (de acordo com a imagem), com a quantidade de palavras correspondente ao número sorteado. 

    Variação: se você quiser ampliar a proposta para uma história, o número sorteado pode ser correspondente à quantidade de parágrafos ou linhas 😉

    É isso! Fico por aqui na torcida para que as crianças amem este jogo e que você faça muito sucesso!!!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    IMAGINAÇÃO a fonte da memória. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 20 fichas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

    Este é GRÁTIS!

     

     

  • Texto Lacunado

    Texto Lacunado

    O-lá!

    Então chegou aquele esperado dia em que a criança já escreve e lê! Uhuuu! É festaaaa! Já presenciei muitos momentos assim e, confesso, é sempre emocionante!

    “Assistimos, assim, à experiência dos primeiros progressos da linguagem gráfica em nossas crianças. […], ficávamos como que estupefatas; parecia-nos assistir a um milagre… […]”. (MONTESSORI, 1965, p. 208).

    São meses, na verdade, anos – se levarmos em consideração que o processo de alfabetização inicia desde o ventre, quando o bebê ouve, a partir da 20a semana ou 5o mês de gestação, o som da voz da mãe; este é o primeiro contato do bebê com a linguagem que conhecemos – porém, os desafios no caminho da escrita e leitura continuam. São palavras novas e gêneros de leitura diferentes com que a criança precisa estar familiarizada para compreender com mais facilidade um texto. E, assim como andar de bicicleta, a melhor maneira de aprender é praticar! De preferência, claro, buscando caminhos (leituras) que sejam de interesse da criança.

    O recurso que eu trouxe como sugestão hoje tem como objetivo estimular a compreensão e interpretação de texto. Escrevi textos curtos em forma de poema (estou tão escritora… Rsrs) pensando em adequar o vocabulário ao universo infantil, mas também acrescentei uma palavra diferente aqui e outra acolá, para ampliar o vocabulário.

    Sugestão de uso:
    Embaralhar as fichas com palavras.
    A criança sorteia uma ficha e pega a cartela de Texto Lacunado com o mesmo número. Lê e reescreve o texto, colocando as palavras da ficha que sorteou de uma maneira que o mesmo fique coerente.
    Outra opção é completar as palavras faltantes no próprio texto! Em virtude dos espaços lacunados, para crianças que tenham letra bem grande esse pode ser um desafio bacana. Trabalha noção de espaço, coordenação motora fina 😉

    É isso! Encerro o texto deixando um forte abraço!

    Até o próximo post! <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
    MONTESSORI, Maria. Pedagogia científica. São Paulo: Flamboyant, 1965.

    Arquivo digital em formato PDF contendo:

    •  15 cartelas com textos lacunados;
    •  15 fichas com palavras;
    •  1 embalagem;
    •  Sugestão de uso.

    Para você imprimir, montar e jogar.

    É enviado por e-mail.