Tag: alfabetização

  • Palavras Misturadas

    Palavras Misturadas

    O-lá!

    Certamente uma preocupação frequente dos profissionais da área da Educação é fazer com que as crianças tenham mais autonomia e é uma alegria muito grande quando elas já conseguem, por exemplo, ir ao banheiro sem precisar de ajuda. Porém, estou querendo falar de uma aprendizagem diferente dos cuidados com a higiene pessoal. Refiro-me a desenvolver pessoas com opinião, que não se deixem enganar e, principalmente, não esperem por respostas prontas 😉 Se soubermos conduzir, os jogos lúdicos são excelentes para isso, porque as crianças, geralmente, estão mais engajadas e defendem suas opiniões. É importante que durante uma divergência, o professor incentive que cada um exponha seu ponto de vista e, de maneira tranquila, conduza a discussão para um entendimento. 

    […] A ciência não foi dada aos cientistas de fora para dentro. Ela foi, e continua sendo, criada pelos cientistas através da troca de ponto de vista entre eles. (KAMII e DECLARK, p. 81, 1997)

     

    O jogo que eu trouxe hoje tem como objetivo estimular o processo de construção da escrita. Como o próprio nome diz, tem palavras misturadas. O desafio para as crianças é descobrir quais são as palavras. Por não ter imagens o desafio é maior (e isso é de propósito), porém, tem algumas pistas que podem servir de apoio para que elas consigam descobrir as palavras. Em cada carta informa se a criança precisa procurar nomes de animais ou frutas. Além disso, as letras da mesma cor formam uma palavra.

    Se, durante o jogo, uma criança divergir de outra sobre a escrita de alguma palavra, você já sabe que isso é positivo, não é mesmo?  Então aproveite a situação e medeie para que cheguem a resposta correta.

    O jogo está disponível gratuito em arquivo digital formato PDF. <3

    Sugestão de Uso:

    Faça duas pilhas de cartas com as letras voltadas para baixo.

    Os jogadores sorteiam quem ficará com cada pilha.

    Após, cada um vira uma carta da sua pilha. Lê se na carta ele encontrará nomes de frutas ou animais. Depois observa atentamente as letras. As da mesma cor formam uma palavra.

    Se você puder disponibilizar letras em EVA ou fichas para as crianças manipularem e fazerem suas tentativas de ordem para escrever as palavras, será excelente.

    Gostou da ideia de hoje? Só vou ficar sabendo se você me contar. Então que tal deixar um comentário?

    bjuuuu e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 16 cartas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Está gratuito e é enviado por e-mail.

  • Sílaba Faltante

    Sílaba Faltante

    O-lá!

    Aprender algo novo sempre promove modificações no sistema nervoso central e faz com que o aprendiz tenha uma melhor adaptabilidade com o mundo que o cerca.

    […] quando um estímulo é conhecido do sistema nervoso central (SNC), desencadeia uma lembrança; quando o estímulo é novo, desencadeia uma mudança. […] (ROTTA; OHLWEILER e RIESGO, p. 65, 2006).

    Quando falamos do processo de construção de escrita isso também acontece, porém, pode não ser percebido de imediato. Algumas mudanças acontecem tão lentamente que pode parecer que a criança não evolui. No entanto, as crianças em processo de alfabetização vão realizando suas tentativas de acordo com o que pensam sobre a escrita. Cada intervenção que fazemos pode promover significativas transformações. Por isso precisamos estar atentos ao que a criança nos diz através de suas tentativas.

    O jogo que eu trouxe como sugestão traz duas maneiras iniciais de utilizá-lo. A primeira sugestão é mais indicada para crianças que estejam apresentando hipótese de escrita pré-silabica.   Veja a seguir.

    Sugestão de Uso 1:

    Embaralhar as cartas com figuras. A criança sorteia uma delas e observa as sílabas que formam o nome da figura.

    Depois pega uma carta com sílabas que tenha o mesmo número. Procura e marca as sílabas que pertençam ao nome da figura. A sílaba que não constar na cartela é a “sílaba faltante”.

    Sugestão de Uso 2:

    Embaralhar as cartas com figuras. A criança sorteia uma delas, porém, ao mostrar a carta, você cobre o nome da figura.

    Em seguida, a criança pega uma carta com sílabas que tenha o mesmo número para procurar quais são as sílabas que servem para escrever o nome da figura. Além disso, diz e escreve qual está faltando. Por último, você mostra o nome da figura para ela conferir.

    É isso! Pensaram em uma maneira diferente para utilizar este jogo? Vou amar saber.

    Um forte abraço,

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 18 cartas com figuras;
    • 18 cartas com sílabas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Bate Certo

    Bate Certo

    O-lá!

    Tenho a leve impressão de que se você utiliza os recursos que disponibilizo aqui no site é porque, assim como eu, preocupa-se em ser um mediador da aprendizagem e não um detentor do conhecimento. A autonomia dos aprendentes é algo importante e valorizado por você! Estou certa ou será que é um equívoco? Rsrs!

    Se estou certa, então você é daquelas pessoas acessíveis às dúvidas dos aprendentes, mas, na medida do possível, incentiva discussões saudáveis e os instiga a procurarem as respostas para seus questionamentos. Também, possivelmente, você já sabe que os jogos lúdicos são excelentes ferramentas para promover tudo isso.  

    A utilização do jogo na proposta curricular da escola é capaz de despertar interesses […] desenvolver a autonomia moral e intelectual, aprimorar a convivência e objetivar a liberdade. (BARBOSA, 2002,p. 42).

    O recurso que eu trouxe como sugestão hoje tem tudo a ver com o que eu disse anteriormente, pois, além de ser riquíssimo para crianças em processo de alfabetização, no transcorrer do jogo, podem surgir debates, dúvidas de quem está certo e, ao invés de dizermos a resposta correta, os jogadores poderão pesquisar em um gabarito. Isso é muito positivo para estimular a autonomia das crianças na construção da escrita.

    Veja a seguir 😉

    Sugestão de uso:

    Embaralhe as cartas com figuras de animais e coloque-as no centro da mesa.

    Distribua para cada jogador três fichas verdes e três fichas laranja.

    Cada jogador, em sua vez, observa em uma carta as duas palavras com o nome do animal.  Se a palavra correta estiver escrita em verde, ele deve bater com a palma da mão sobre a pilha de fichas verdes. Se for a laranja, deve bater sobre a pilha de fichas laranja.

    Caso acerte o palpite, deve tirar uma ficha da pilha.

    Após a criança ter dado seu palpite, se um dos jogadores tiver dúvida podem conferir no gabarito.

    Vence o jogo quem primeiro ficar sem nenhuma das fichas verdes ou laranja.  

    Gostou? 

    Amo quando recebo feedback através de comentários e mensagens. 

    São importantes para eu melhorar cada vez mais o meu trabalho, ok?!

    Boa diversão!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BARBOSA, Laura Monte Serrat. Parâmetros Curriculares Nacionais: o papel da escola no século XXI. Curitiba: Bella Escola, 2002.

     

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 24 cartas com figuras de animais;
    • 12 fichas;
    • 01 embalagem
    • 01 gabarito;
    • Instruções de uso.

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  • Frase sob Encomenda

    Frase sob Encomenda

    O-lá!

    Hoje vamos falar sobre criatividade

    O que seria da evolução humana se não fosse a incrível capacidade criativa presente em todos os campos do saber? Afinal, é através dela que nossa sociedade se desenvolve e progride.

    Essa é uma habilidade comum e muito fértil nas crianças. É também nesta fase da nossa evolução que a criatividade é estimulada ou, infelizmente, desvalorizada, e o que pode ser ainda pior: culpabilizada. Talvez você mesmo(a) já tenha ouvido frases do tipo: “para de inventar coisas, menino(a)!”.

    A escrita empobrecida pode ser um reflexo disso! 

    É importante que saibamos o quanto é saudável usar a imaginação.

    Quanto mais você escrever usando sua imaginação, mais facilmente ela será condicionada e funcionará quando houver necessidade. Isso ficará claro em sua escrita: seus pensamentos fluirão melhor e você desenvolverá sua habilidade verbal. (IMAGINAÇÃO, p. 59, 2006)

    A proposta de hoje é para libertar, dar asas à imaginação. 

    Ah, o arquivo PDF com este jogo é GRÁTIS!!! Mais um presente para você que acompanha e incentiva o meu trabalho. #todospelaeducação

    Bom, vamos nessa?

    Sugestão de uso:

    Embaralhe separadamente as fichas com imagens e as fichas com números.

    O jogador sorteia uma ficha com imagem e uma ficha com número.  

    Ele deverá escrever uma frase dentro do tema sorteado (de acordo com a imagem), com a quantidade de palavras correspondente ao número sorteado. 

    Variação: se você quiser ampliar a proposta para uma história, o número sorteado pode ser correspondente à quantidade de parágrafos ou linhas 😉

    É isso! Fico por aqui na torcida para que as crianças amem este jogo e que você faça muito sucesso!!!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    IMAGINAÇÃO a fonte da memória. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 20 fichas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

    Este é GRÁTIS!

     

     

  • Texto Lacunado

    Texto Lacunado

    O-lá!

    Então chegou aquele esperado dia em que a criança já escreve e lê! Uhuuu! É festaaaa! Já presenciei muitos momentos assim e, confesso, é sempre emocionante!

    “Assistimos, assim, à experiência dos primeiros progressos da linguagem gráfica em nossas crianças. […], ficávamos como que estupefatas; parecia-nos assistir a um milagre… […]”. (MONTESSORI, 1965, p. 208).

    São meses, na verdade, anos – se levarmos em consideração que o processo de alfabetização inicia desde o ventre, quando o bebê ouve, a partir da 20a semana ou 5o mês de gestação, o som da voz da mãe; este é o primeiro contato do bebê com a linguagem que conhecemos – porém, os desafios no caminho da escrita e leitura continuam. São palavras novas e gêneros de leitura diferentes com que a criança precisa estar familiarizada para compreender com mais facilidade um texto. E, assim como andar de bicicleta, a melhor maneira de aprender é praticar! De preferência, claro, buscando caminhos (leituras) que sejam de interesse da criança.

    O recurso que eu trouxe como sugestão hoje tem como objetivo estimular a compreensão e interpretação de texto. Escrevi textos curtos em forma de poema (estou tão escritora… Rsrs) pensando em adequar o vocabulário ao universo infantil, mas também acrescentei uma palavra diferente aqui e outra acolá, para ampliar o vocabulário.

    Sugestão de uso:
    Embaralhar as fichas com palavras.
    A criança sorteia uma ficha e pega a cartela de Texto Lacunado com o mesmo número. Lê e reescreve o texto, colocando as palavras da ficha que sorteou de uma maneira que o mesmo fique coerente.
    Outra opção é completar as palavras faltantes no próprio texto! Em virtude dos espaços lacunados, para crianças que tenham letra bem grande esse pode ser um desafio bacana. Trabalha noção de espaço, coordenação motora fina 😉

    É isso! Encerro o texto deixando um forte abraço!

    Até o próximo post! <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
    MONTESSORI, Maria. Pedagogia científica. São Paulo: Flamboyant, 1965.

    Arquivo digital em formato PDF contendo:

    •  15 cartelas com textos lacunados;
    •  15 fichas com palavras;
    •  1 embalagem;
    •  Sugestão de uso.

    Para você imprimir, montar e jogar.

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  • Desafio da Memória

    Desafio da Memória

    O-lá!!!

    O jogo que eu trouxe como sugestão hoje poderia ser só mais um jogo da memória, popularmente conhecido. Porém, claro que eu coloquei uma pitada a mais! Ai, ai… Por que eu sou assim? Não sei, só sei que sou … Rsrs!  

    Você verá mais detalhes no vídeo que disponibilizei ou na explicação do jogo, mas, para adiantar… Eu coloquei uma Carta Desafio 😉

    Criar um jogo ou fazer a escolha correta pode contribuir muuuito no desenvolvimento de habilidades e/ou potencializar alguma predisposição que a criança já tenha. Sendo assim, os jogos precisam estar presentes no cotidiano escolar. 

    […] há jogos e atividades lúdicas para alcançar objetivos variadíssimos. Só é necessário escolher os mais adequados e colocá-los ao alcance das crianças. […] (BATLLORI, 2009, p. 17).

    O jogo de hoje tem como objetivo contribuir no reconhecimento e diferenciação entre as letras maiúsculas e minúsculas. Estimula a atenção, a percepção, a noção de localização, e, consequentemente, a memória. Ah, leitura e escrita também, claro! 

    Sugestão de uso:

    Distribua para cada jogador duas Cartas Desafio. 

    Espalhe as demais cartas do jogo sobre uma superfície plana. 

    Deixe os jogadores observarem a localização das cartas.

    Vire as cartas com as figuras para baixo. 

    Em seguida, cada jogador em sua vez vira duas cartas e deixa que todos vejam.

    Caso as duas cartas contenham o nome do mesmo alimento, o jogador fica com as duas cartas.

    Caso sejam diferentes, ele pode, se quiser, utilizar a Carta Desafio, porém, precisa escrever o nome da figura sem olhar na carta. Se conseguir, fica com a carta para si. 

    Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    Observação: No transcorrer do jogo, quem encontrar a carta com o nome da figura que o colega escreveu, tira ela fora. 

    É isso! Gostou da adaptação do jogo da memória que eu fiz? Vou amar saber. Então, deixe nos comentários 😉

    Um forte abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 36 cartas (imagens e palavras);
    • 12 cartas Desafio;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Quero Saber

    Quero Saber

    O-lá!!!

    Sabemos que o exercício de ensinar a ler e escrever não pode ficar à mercê de um único método. Precisamos estar abertos às propostas, sem supervalorizar um método e muito menos descartar outro, porque é na subjetividade que cada ser aprendente traz dentro de si que, realmente, vive o jeito no qual ele irá aprender. Ou seja, cabe aos ensinantes aprenderem as diversas teorias para embasar a sua prática, sem jamais deixar de apurar a sua sensibilidade para adequar as propostas a cada sujeito aprendente.

    […] alfabetizar com método: alfabetizar conhecendo e orientando com segurança o processo de alfabetização, o que se diferencia fundamentalmente de alfabetizar trilhando caminhos predeterminados por convencionais métodos de alfabetização. (SOARES, 2016, p. 352, grifo do autor).

    Especificamente no processo de preparar as crianças para estarem aptas à compreensão e interpretação de textos é preciso oferecer diferentes gêneros literários para que elas possam enriquecer o vocabulário e se familiarizar às diversas formas narrativas. Assim, estaremos preparando as crianças para que elas tenham êxito nas práticas sociais de leitura e escrita.

    Sim, estou falando do processo de alfabetização, mas também do letramento.

    Com o jogo que estou propondo hoje, as crianças terão acesso a textos curtos em forma de poema e precisarão encontrar respostas para perguntas… Mas, sinceramente, eu vou ficar aqui na torcida para que, além disso, elas também se divirtam com o embalo e ritmo das rimas!

    Sugestões de uso:   

    Sugestão 1: A criança escolhe uma cartela para ler e depois conta o que entendeu.

    Sugestão 2: Embaralhar as fichas com perguntas. A criança sorteia uma ficha e pega a cartela com o mesmo número. Lê e responde a pergunta da ficha.

    Para concluir este texto quero dizer que eu sou muito feliz com o trabalho que desenvolvo (acredito que isso seja evidente!… Rs) e estou sempre tentando melhorar, mas, por alguns dos jogos, eu tenho um carinho mais especial… No sentido de orgulho mesmo. Às vezes, quando está pronto, eu penso: Nossa, fui eu mesma que criei? Rsrs! Sinto-me assim em relação ao jogo que estou compartilhando hoje. Espero que ele possa contribuir para enriquecer as suas aulas, intervenções, ou que sirva para passatempo e diversão!

    Um forte abraço,

    Sol

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 18 cartelas com textos;
    • 18 fichas com perguntas;
    • 6 fichas em branco para que você possa elaborar perguntas diferentes das que foram propostas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Escreva Quem não Está

    Escreva Quem não Está

    O-lá!

    Há algumas semanas eu compartilhei aqui no site um jogo bem parecido com este de hoje. Foi o jogo Quem não Está! Nele a habilidade principal estimulada era a leitura. Já o jogo que estou sugerindo hoje envolve leitura e escrita.

    A alfabetização é um processo de construção muuuito particular de cada criança e é importante sabermos que, assim como o exercício físico, toda atividade que exige esforço mental precisa de exercício, de prática para ser desenvolvida. É o caso da leitura e da escrita. Obviamente, que eu não estou falando aqui de exercícios enfadonhos… rsrs Mas a prática com jogos e brincadeiras leva a criança a trilhar o caminho da alfabetização com mais prazer, alegria e , consequentemente, à leitura e escrita com mais eficiência.

    Não se deve esquecer que a capacidade mental, da mesma forma que a força física, deve ser desenvolvida com exercícios. […] (BATLLORI, 2009, P. 9)

    Sendo assim, as crianças em processo de alfabetização precisam do nosso olhar atento durante as atividades oferecidas para que possamos identificar o que ela já sabe e, antes de apresentar um novo recurso, verificar se ele realmente irá promover algum tipo de desafio.

    Agora vou apresentar duas maneiras de utilizar o jogo que eu estou indicando hoje, maaas espero que você me conte se aplicar de um jeito diferente 😉

    Sugestão de Uso:

    Comece explorando os alimentos que as crianças gostam, não conhecem, gostariam de experimentar ou não comeriam de jeito nenhum 😉

    Depois a criança escolhe uma carta, observa as imagens, lê a palavra que está escrita e escreve o nome do alimento que está faltando.

    Outra opção de uso: Brincadeira Fui à feira e comprei…

    Coloque as cartas dentro de uma caixa.

    Um jogador retira uma carta da caixa e, por exemplo, diz: “Fui à feira e comprei jaca, jabuticaba”. Esconde a carta. Um outro jogador retira uma carta da caixa e diz: “Fui à feira e comprei jaca, jabuticaba, banana e morango”. Ou seja, cada jogador repete o que já foi dito e acrescenta os alimentos da carta que ele tirou. O jogo termina quando um dos jogadores errar a sequência ou não lembrar os alimentos que já foram ditos.   

    Finalizo este texto deixando um forte abraço! Até o próximo post <3

    p.s. você está gostando dos vídeos que estou deixando aqui no site com a explicação dos jogos? Conta pra mim 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 18 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

     

  • Fichas com Alfabeto

    Fichas com Alfabeto

    O-lá!!!

    Tenho trabalhado divertidamente hehe (para não dizer arduamente) no desenvolvimento de ideias que possam contribuir para deixar o processo de alfabetização mais prazeroso para quem aprende e também para quem ensina. Digo com muita certeza: precisamos explorar mais o desejo das crianças pelo lúdico para promover aprendizagem! Isso pode impedir muitas histórias tristes de fracasso escolar! Cada vez que alfabetizamos uma criança estamos investindo um pedacinho no futuro dela.

    Precisamente, é esse entusiasmo que as crianças demonstram pelo jogo que pode ser aproveitado para que adquiram novos conhecimentos, capacidades ou atitudes, ou para consolidar os que já possuem. (BATLLORI, 2009, p. 16)

    Vamos nessa? Conto com você que está lendo este texto e irá baixar o arquivo GRÁTIS para espalhar diversão+aprendizagem em todo lugar que puder <3

    Sugestões de Uso:

    Sugestão 1: Passar canetinha sobre o traçado das letras.

    Sugestão 2: Procurar figuras que começam com cada letra do alfabeto e escrever os nomes nas fichas.

    Sugestão 3: Organizar as letras em ordem alfabética dizendo os nomes e sons de cada uma delas.

    Sugestão 4: Você coloca uma ou duas cartas fora da ordem alfabética para que as crianças descubram “o erro”.

    Sugestão 5: Você tira secretamente uma letra da pilha para que as crianças descubram “qual não está?”.

    Sugestão 6: Escrever palavras com as fichas.

    Sugestão 7: Você pode cortar as fichas de várias maneiras (na diagonal, horizontal, vertical) para formar um quebra-cabeça.

    Por hoje é isso! Espero que você possa ampliar as sugestões que deixei.
    Deixo o meu abraço afetuoso.

    Até o próximo post 🙂

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009


    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 26 fichas com alfabeto maiúsculo;
    • 26 fichas com alfabeto maiúsculo/minúsculo;
    • Instruções de uso.

    É GRÁTIS!!! Enviado por e-mail.

  • Complete as sílabas

    Complete as sílabas

    O-lá!

    Estamos enfrentando um período muito crítico na educação, não é mesmo? Para crianças em processo de alfabetização então… está complicado! Para não dificultar ainda mais é preciso que nós, os “adultos”, não sobrecarreguemos as crianças com a nossa ansiedade e talvez desespero.

    Por falar em ansiedade e desespero…. também precisamos avaliar com cuidado e separar o que é decorrente da situação de pandemia, que acabou afetando a todos, do que já vem acontecendo há muito tempo. Porque “euzinha” aqui, a Sol, vejo constantemente uma busca acelerada por alfabetizar cada vez mais cedo as nossas crianças. Isso não significa que devemos ficar de braços cruzados. No entanto, é preciso respirar, aquietar o coração e fazer o possível para cada dia porque não podemos de maneira nenhuma queimar etapas.

    O mundo do instantâneo espera que as crianças amadureçam bem antes do esperado em outras épocas. […] (BARBOSA, 2002, p. 114)

    Sendo assim, desejo que possamos seguir sem atropelos. Nosso trabalho pode transformar vidas, mas para isso precisamos um passo ou passinho de cada vez.

    O jogo que eu trouxe hoje tem objetivo de estimular a alfabetização, a atenção, a tolerância a frustração. Ah, a frustração… Precisamos lidar com esta “danadinha” constantemente. As crianças também precisam desenvolver essa habilidade.

    Sugestão de Uso:

    Coloque as fichas com sílabas dentro de uma caixa/sacola.

    Entregue para cada jogador/dupla uma cartela e um lápis/canetinha.

    Tire da caixa uma ficha. Os jogadores que tiverem em suas cartelas uma palavra que esteja faltando a sílaba sorteada devem completar.

    Ganha o jogo quem completar primeiro toda a cartela.

    Dica: Os jogadores podem primeiro escrever as sílabas que estão faltando nas cartelas e, conforme você for sorteando, eles riscam.

    Encerro este texto deixando o meu mais sincero abraço a você que trabalha na área da educação, especialmente, com alfabetização. Espero que, de alguma forma, eu também esteja contribuindo. Você e as crianças são a razão deste site existir.

    Até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BARBOSA, Laura Monte Serrat. PCN: parâmetros curriculares nacionais: o papel da escola no século XXI. Curitiba: Bella Escola, 2002.

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    • 20 cartelas;
    • 20 fichas com sílabas;
    • Instruções de uso.

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