Tag: compreensão de texto

  • Complete o diálogo

    Complete o diálogo

    Oie!!! Hoje tem PDF GRÁTIS!! Uhuuu!!!

    Exercitar a imaginação é essencial para obtermos uma boa competência criativa. E, esta habilidade, é importante na nossa vida porque, muitas vezes, conseguir lidar bem com os perrengues que a vida nos traz é uma questão de ter criatividade, não é mesmo?

    Todos seríamos beneficiados por conservar a inventividade da infância por meio de jogos criativos, a fim de desenvolver nossa capacidade de encontrar respostas originais para novos problemas. É por meio da criatividade que a sociedade evolui, desenvolve-se e progride. (IMAGINAÇÃO, 2006, p.58)

    Sendo assim, vamos estimular a criatividade da criançada? O recurso que trouxemos para vocês hoje tem este objetivo, além disso, estimula o letramento.

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma ficha e completa as frases de uma maneira a produzir um diálogo com algum significado.
    O diálogo que for desenvolvido pode ser utilizado para a construção de uma história. Vai ser show !

    Esperamos que vocês tenham curtido o nosso presente. Vamos ficar muito felizes se vocês nos contarem se contribuímos.
    Um forte abraço e até o próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    IMAGINAÇÃO. In101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • 10 fichas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • O que você faria?

    O que você faria?

    Oie!

    Vou começar o nosso papo de hoje provocando um questionamento… Por que, frequentemente, vemos adultos resolvendo os conflitos entre as crianças? Penso que, quando tomamos essa atitude, de certa forma, destruímos a iniciativa delas e, o que é pior (!),  fazemos com duvidem da sua própria capacidade em pensar. Óbvio que, precisamos estar atentos e não estou aqui dizendo para deixar as crianças em situações de risco, o que sugiro é, quando elas vêm nos relatar algum conflito, ao invés de imediatamente nos colocarmos a disposição para resolver, podemos mediar a situação de uma maneira que, na medida do possível, elas cheguem a uma estratégia de resolução.

    Lapierre e Lapierre (2010, p. 70) afirmam que:

    A procura sistemática da proteção do adulto mantém a dependência e não permite que a criança afirme sua identidade.  A criança que se beneficia constantemente da proteção do adulto se faz cada vez mais de fraca para manipular este último em seu proveito e em detrimento dos outros.

    Ou seja, ao invés de ajudar, estaremos impedindo o desenvolvimento da criança.

    KAMII e DECLARK (1997, p. 60) explicam que:

    Situações da vida diária e jogos em grupo oferecem oportunidades para as crianças pensarem.

    Então podemos aproveitar as situações do cotidiano porque as crianças estão emocionalmente envolvidas e isso contribui para que tenham interesse e pensem em estratégias para resolver com autonomia os seus conflitos.

    O jogo que eu trouxe como sugestão hoje é excelente para estimular a criança a pensar em estratégias de lidar com situações hipotéticas de problemas, conflitos ou de imensa alegria. A ideia não é culpabilizar as respostas, mas refletir sobre elas. Será que diante de um problema todos resolveriam da mesma forma? Será  que existem maneiras diferentes de lidar e resolver? Por ter textos curtos este jogo é também um excelente recurso para utilizar com crianças em processo de alfabetização.

    Sugestão de uso:

    Coloquem as cartas dentro de uma caixa ou sacola e o tabuleiro sobre uma superfície plana. Entreguem para cada criança um peão para que elas coloquem em uma das casas do tabuleiro. Combinem com as crianças que vence o jogo quem chegar à casa do colega primeiro.

    Cada criança, na sua vez, retira uma carta da caixa, lê e verbaliza o que faria naquela situação. Outras crianças podem também dizer se pensam da mesma maneira ou não. Em seguida, a criança avança (em sentido horário) com seu peão o número de casas indicado na carta. O jogo segue até ter um(a) vencedor(a).

    Por hoje é isso! Falem pra mim se esta sugestão foi útil para vocês 😉

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. Campinas: Papirus, 1997.

    LAPIERRE, Andre; LAPIERRE, Anne. O adulto diante da criança de 0 a 3 anos: psicomotricidade relacional e firmação da personalidade. Curitiba: UFPR, 2010.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 20 cartas;
    • 01 tabuleiro;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Combine texto com imagem

    Combine texto com imagem

    Oie!!!

    No post da semana passada falei do quão incrível é acompanhar o processo de alfabetização de uma criança. As primeiras palavras que escreve, a expressão de satisfação que acompanha a compreensão do código escrito. No entanto, não falei sobre o quanto pode ser difícil e carregado de sofrimento esse momento para algumas crianças, jovens e suas famílias. Para estes, em especial, mais do que ensinar a ler a escrever precisamos acolher e demonstrar que estamos juntos. Que nos importamos! Empatia é, sem dúvida nenhuma, imprescindível porque talvez tenhamos que lidar com feridas que ainda podem estar sangrando. É isso mesmo! Nem tudo é um mar de rosas(!), mas, com afeto, paciência, persistência, vamos espalhando nossas marcas positivas pelo mundo.  Barnett (2013, p. 173) nos diz:

    “[…] ajudar os outros significa nunca estar sozinho.”

    Na vida sempre precisamos dar as mãos para acolher ou ser acolhido. Alguns podem ter dificuldade em se doar e outros em receber. Que não sejamos nenhum desses. Desejo que saibamos estender a mão para quem precisa e também humilde o suficiente para aceitar ajuda.

    Esse assunto pode ir longe! Deixa eu ir para a atividade de hoje…rs

    Elaborei este material pensando na alfabetização de crianças e adolescentes. Supondo que estejam apresentando leitura silabada, precisaremos em primeiro lugar avaliar o motivo. Mas, como tudo na vida, a melhor maneira de aprender algo é praticando. No caso em questão, é lendo! Uma boa estratégia de intervenção é dispor para essas crianças e adolescentes textos curtos porque do contrário pode exigir um nível de esforço mental tão alto que eles acabam desistindo. E a gente não quer isso, não é mesmo?

    Tem arquivo PDF com as cartas para esta atividade na nossa loja. Para adquirir clique no link no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Coloque três textos e três imagens sobre uma superfície plana. A criança/adolescente deverá descobrir com qual imagem cada texto combina.

    Após, se você verificar que há possibilidade, pode ser escrito uma história utilizando como referência as imagens e textos.

    É isso!

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BARNETT, Kristine. Brilhante: A inspiradora história de uma mãe e seu filho autista. Rio de Janeiro: Zahar, 2013.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 16 cartas de imagens;
    • 16 cartas com frases para esta atividade;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Execute o movimento

    Execute o movimento

    Oieee!

    Gente, a alfabetização não espera o período escolar para iniciar. Isso quer dizer que quando a criança inicia o período “formal” de alfabetização ela não é uma inexperiente total nesta área. Pode até não ler e escrever convencionalmente, mas, já formula hipóteses. Agora, além da aprendizagem das letras, seus sons, codificação, decodificação e o letramento, outros conhecimentos são importantes que a criança desenvolva para que a alfabetização ocorra com mais tranquilidade.

    Estou falando de conhecimentos como: esquema corporal, noções embaixo/em cima, frente/atrás, direita/esquerda, entre outros. E por que é preciso aprender esses conceitos? O que tem a ver com a escrita? Seguem alguns exemplos: Escrevemos em uma folha de cima para baixo, da esquerda para a direita; as letras p/q e b/d se diferenciam – visualmente falando -, por um traço e o lado que fica a “bolinha”: direita/esquerda, em cima/embaixo. São poucos exemplos para evitar que este post fique muito extenso. Mas primeiro a criança precisa reconhecer esses conceitos em seu próprio corpo para poder utilizá-lo como referência e ter, inclusive, noções de espaço e delimitações no caderno. É através do corpo que as crianças compreendem o mundo.

    Agora, vale estarmos atentos ao que Rotta, Ohlweiler, Riesgo (2007, p. 78) nos dizem:

    “Aos seis anos a criança reconhece direita e esquerda em si mesma. Aos sete anos consegue mostrar direita e esquerda em si mesma de forma cruzada e é capaz de responder a posição de um objeto em relação a si mesma. Aos oito anos conhece direita e esquerda no examinador […]”.

    Essas informações são importantes para não cobrarmos da criança algo que ela pode não ter possibilidade maturacional para responder. Agora, isso não nos impossibilita de utilizar um jogo ou brincadeira para ajudá-la na construção deste aprendizado.

    Então, vamos ao jogo que eu trouxe como sugestão. Tem arquivo PDF com este jogo disponível na nossa loja. Para adquirir cliquem no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizar duas fitas/barbante (60 cm), duas garrafas PET pequenas, uma cor de tinta facial e, para cada criança, um peão/marcador colorido.

    Colocar as cartas dentro de uma caixa ou sacola e o tabuleiro sobre uma superfície plana. Cada criança, na sua vez, retira uma carta da sacola, lê, executa o movimento e anda com seu peão no tabuleiro a quantidade de casas que consta na carta.

    Atenção! Alguns movimentos são acumulativos. Eles estão sinalizados com uma estrela nas cartas. Portanto, se uma carta com estrela estiver escrito: “levante a mão direita”, a criança deve ficar nesta posição até o final da partida. Na próxima rodada se ela tirar outra carta com estrela e que estiver escrito: “Segure uma garrafa PET embaixo do braço esquerdo”, a criança ficará com a mão direita levantada e com a garrafa PET embaixo do braço esquerdo.

    Obs.: Colocamos poucas casas na trilha porque, para algumas crianças, pode ser difícil ficar na mesma posição por muito tempo. Se você perceber que é possível, combine que tem que dar duas voltas na trilha.

    Ainnn, ficou maravilhoso este jogooooo!!! Pelo menos na minha singela opinião. Quero saber o que vocês acharam. Então falem pra mim nos comentários, please! 🥰

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Clique abaixo para adquirir:

    • 01 tabuleiro;
    • 26 cartas;
    • Instruções de uso.

    São enviados por e-mail dois arquivos: Um para impressão do jogo em folha tamanho A4 e outro para impressão em folha tamanho A3 (tabuleiro está ampliado).

  • Siga as instruções

    Siga as instruções

    Olá! O objetivo deste jogo é estimular o desenvolvimento da leitura e escrita. No entanto, também será trabalhado percepção, atenção,…

    Você vai precisar:

    – Um tabuleiro com várias imagens;

    – 20 cartas com instruções;

    – papel;

    – lápis;

    – cronômetro ou ampulheta.

    Procedimento:

    As cartas devem ficar em um monte e o tabuleiro ao lado. Combine com as crianças um tempo para realizar a tarefa que constar nas cartas. A criança pega a primeira carta do monte, lê e executa a tarefa no tempo estipulado previamente.

    Exemplo: “Escreva o nome do animal que está próximo ao macaco”. A criança deverá procurar no tabuleiro um animal que esteja próximo ao macaco e escrever o seu nome.

    Se conseguir fica com a carta. Do contrário, deverá colocar a carta embaixo do monte.

    Ganha o jogo a criança que conquistar cinco cartas por primeiro.

    Em nossa loja há um arquivo em PDF que é enviado por e-mail com as cartas e o tabuleiro para este jogo. Você só precisará imprimir!

    Confira!