Tag: letramento

  • Deu Frase

    Deu Frase

    O-lá!

    Os jogos são recursos potentes no processo de ensino e aprendizagem. Quando bem escolhidos e intencionalmente utilizados, eles despertam o interesse, promovem envolvimento e criam situações que exigem da criança observação, tomada de decisão, antecipação, argumentação e reflexão. A ludicidade, portanto, não é apenas um atrativo: é uma aliada no desenvolvimento cognitivo, emocional e social.

    No entanto, para que o jogo cumpra seu papel educativo, é essencial que o professor vá além do momento lúdico. A escolha do jogo deve estar alinhada aos objetivos pedagógicos e às necessidades do grupo. Um mesmo jogo pode exigir mediações diferentes a depender do nível de compreensão, das hipóteses de escrita ou das características individuais das crianças. Como lembram Artur Gomes de Morais e Tarciana Pereira da Silva Almeida (2022, p. 149):

    Sim, é preciso que você esteja sempre atenta/o para ajustar o emprego dos jogos às necessidades dos seus alunos e às circunstâncias do funcionamento da aula, da turma, no cotidiano escolar. […]

    Essa atenção à mediação é o que transforma o jogo em ferramenta de aprendizagem significativa. Jogar, por si só, não garante avanço. O que realmente faz diferença é a forma como o professor observa, questiona, orienta e amplia as possibilidades de reflexão durante e após a atividade.

    Outro aspecto fundamental é o registro. Após o jogo, é importante avaliar o que a criança aprendeu, quais estratégias utilizou, de que maneira evoluiu e que novas intervenções podem ser planejadas. Esse acompanhamento dá sentido à prática.

    Em síntese, o jogo é um meio. Um meio prazeroso, potente e cheio de possibilidades, mas que ganha verdadeiro valor educativo quando o professor o utiliza de forma intencional, reflexiva e sensível às singularidades de cada criança.

    Hoje eu trouxe o jogo “Deu Frase!”. Uma maneira lúdica de estimular a construção de frases. Veja abaixo algumas habilidades estimuladas com o jogo.

    Habilidades estimuladas:

    • Construção de frases;
    • compreensão da estrutura sujeito–verbo–complemento;
    • ampliação do vocabulário;
    • leitura e escrita de palavras;
    • desenvolvimento do pensamento lógico e da coerência textual;
    • criatividade e expressão escrita;
    • atenção e concentração;
    • interação e troca com os colegas.

    Gostou? Está alinhado ao que você busca desenvolver nas crianças? Então, bora ver como utilizar?

    Sugestão de uso:

    1. Organize três pilhas de cartas: uma de personagens, outra de verbos e outra de complementos.
    2. A criança escolhe uma carta de cada pilha de modo que, juntas, formem uma frase coerente.
    3. Depois de algumas rodadas, proponha um novo desafio: registrar no caderno a frase de que mais gostou e, a partir dela, criar uma pequena história.

    É isso, gostou do que viu por aqui? Brincar é maravilhoso, mas ensinar por meio do brincar é ainda mais. Que cada jogo seja também uma ponte para o aprendizado, para o encantamento e para o desenvolvimento de cada criança que cruza o nosso caminho.

    Um abraço e até o próximo post!

    Referência Bibliográfica:

    MORAIS, Artur Gomes de. Jogos para ensinar ortografia: ludicidade e reflexão. Belo Horizonte: Autêntica, 2022.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 81 fichas (27 personagens, 27 verbos, 27 complementos);
    • 03 embalagens;
    • instruções de uso.

    Para você imprimir, montar e jogar!

    Talvez você queira saber:

    1. O jogo “Deu Frase!” pode ser utilizado em qual fase da alfabetização?

    É especialmente indicado para aquelas que estão avançando da hipótese silábica para a silábico-alfabética e alfabética, pois permite observar como as palavras se organizam para formar um enunciado com sentido. A atividade favorece tanto o reconhecimento da estrutura sujeito–verbo–complemento quanto o desenvolvimento da escrita espontânea e da coerência textual.

    2. Como o jogo pode auxiliar crianças que apresentam dificuldade na produção de frases?

    Para crianças que ainda têm dificuldade em produzir frases completas, o jogo funciona como um apoio visual e estruturador. Ao ver as palavras distribuídas em categorias (personagem, verbo e complemento), a criança consegue compreender melhor a lógica da organização da frase e passa a experimentar combinações de forma mais autônoma e segura. Além disso, o caráter lúdico reduz a ansiedade e cria um ambiente favorável à aprendizagem, permitindo que o professor observe e intervenha de maneira mais sensível às necessidades de cada uma.

    3. De que maneira o professor pode tornar a atividade mais desafiadora para as crianças que já dominam a construção de frases simples?

    Para ampliar o desafio, o professor pode propor a reescrita, modificando tempos verbais, pronomes ou complementos, o que favorece a consciência sintática e amplia o repertório linguístico. Essas variações mantêm o interesse das crianças, estimulam a criatividade e aprofundam o aprendizado da estrutura da língua.

  • Gêneros Textuais

    Gêneros Textuais

    O-lá!

    A leitura e a escrita só ganham sentido para a criança quando ela percebe para que servem os textos. E isso só acontece a partir do contato com diferentes gêneros desde cedo. Listas, convites, avisos, anúncios, receitas, histórias, poemas, mensagens, manuais… cada gênero traz uma intenção diferente e uma forma própria de se organizar, de comunicar e de existir no dia a dia.

    A criança precisa perceber que a escrita está por toda parte e que ela pode ser usada para brincar, informar, planejar, emocionar, orientar, organizar e muito mais. Como afirma Ana Albuquerque (2022, p. 79):

    Para a compreensão da funcionalidade, é importante a familiarização com diferentes suportes de escrita, que remetam para múltiplas utilizações, como o lazer, a comunicação, o caráter informativo, a gestão de rotinas do dia a dia, etc.

    Quando apresentamos às crianças diferentes gêneros textuais, estamos oferecendo muito mais do que leitura. Estamos abrindo portas para que elas se apropriem da linguagem escrita como ferramenta de ação no mundo, compreendendo sua função, estrutura e contexto.

    Por isso, ao pensar em recursos pedagógicos, é fundamental garantir que o trabalho com textos vá além do “aprender a ler” e inclua também o “aprender a ler com sentido”.

    Hoje eu trouxe como sugestão o jogo “Gêneros Textuais”. Vamos ver como utilizar?

    Sugestão de uso:

    Deixe que a criança escolha uma ficha, leia o texto com atenção e, depois, peça que sinalize a qual gênero textual aquele texto pertence.

    Você pode adaptar a dinâmica de várias formas:

    • Jogar em dupla ou em grupo;
    • Usar como uma atividade de rodízio em estações de aprendizagem;
    • Criar um mural coletivo com os gêneros já identificados;
    • Ou utilizar como recurso diagnóstico, observando como a criança lê, compreende e classifica os textos.

    Mais do que acertar ou errar, o objetivo é permitir que a criança reflita sobre a função do texto, relacione com situações da vida real e perceba o valor da leitura como prática social.

    Gostou?

    Um abraço, e até outro post…Hehe!

    Referência Bibliográfica:

    ALBUQUERQUE, Ana. Linguagem escrita na educação infantil: práticas pedagógicas promotoras da aprendizagem em sala de aula. In: SARGIANI, Renan (org.). Alfabetização baseada em evidências: da ciência à sala de aula. Porto Alegre: Penso, 2022

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 27 cartelas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de Uso.

    Para você imprimir, montar e jogar.

    Talvez você queira saber:

    1. Devo fazer um trabalho prévio com os gêneros antes de utilizar o jogo? Ou ele pode ser usado como introdução ao tema?

    O jogo pode ser utilizado das duas formas, mas seu potencial é ampliado quando vem após uma vivência prática com textos reais.

    Como o próprio texto do site sugere, apresentar previamente uma variedade de gêneros em seu suporte real (receitas, avisos, panfletos…) permite que a criança tenha referências mais concretas para compreender os textos do jogo. Isso favorece uma leitura mais significativa e uma melhor argumentação ao classificar os textos.

    2. Como garantir que a criança esteja realmente compreendendo o texto e não apenas “chutando” o gênero?

    A chave está em conversar com a criança após a escolha.

    Depois que ela sinaliza o gênero textual da ficha, pergunte algo como:
    — O que te fez pensar que esse texto é uma receita?
    — O que tem nesse texto que lembra um aviso?

    Essas perguntas estimulam a metacognição: a criança reflete sobre o próprio pensamento e passa a justificar com base em pistas do texto (formato, vocabulário, estrutura, intenção comunicativa…).

    Além disso, quando o jogo é feito em dupla ou grupo, ouvir os colegas justificando também amplia o repertório argumentativo.

    3. Quais estratégias posso usar para aprofundar a discussão sobre função social do texto após o jogo?

    Depois do jogo, você pode propor uma roda de conversa com perguntas como:

    • Em que situações do dia a dia você já viu um texto assim?
    • Para que serve esse tipo de texto? Quem costuma escrever ou ler isso?

    Outra possibilidade é propor pequenas produções textuais com propósito real:

    • Fazer um convite para um evento fictício na escola,
    • Criar um aviso para ser colado na porta da sala,
    • Escrever uma lista de compras de faz de conta,
    • Produzir uma receita com base em um lanche que fizeram.

    Essas práticas ampliam o entendimento de que o texto não é apenas um conteúdo escolar, mas algo que existe para agir no mundo — e que a criança também pode produzir.

    Aqui no nosso site temos um jogo no qual as crianças são desafiadas a escrever textos de diversos gêneros: o “Missão Literária“.

  • Charadinhas

    Charadinhas

    O-lá!

    Hoje vamos falar um pouco sobre a separação frequente que é feita entre alfabetização e letramento. Topa?

    A alfabetização e o letramento são frequentemente discutidos como se fossem processos distintos. No entanto, para promover uma compreensão plena e funcional da linguagem escrita, é fundamental que esses processos sejam integrados desde o início da vida escolar das crianças.

    Conforme Magda Soares (2021, p. 144):

    A discussão de alfabetização e letramento em dois tópicos […], pode suscitar a ideia de que são componentes da introdução da criança no mundo da escrita a serem desenvolvidos separadamente. Mas não deve ser assim.

    Separar alfabetização e letramento pode resultar em uma educação fragmentada, em que as crianças desenvolvem habilidades técnicas de leitura e escrita sem entender seu uso prático e social, ou vice-versa. Por isso, é importante abordar esses processos de forma integrada. As crianças devem aprender a ler e a escrever ao mesmo tempo em que são expostas a práticas de letramento, que lhes mostram de que maneira essas habilidades são aplicadas no mundo real.

    Um ambiente de aprendizagem rico em letramento proporciona às crianças inúmeras oportunidades de interação com a linguagem escrita. Contar histórias, ler livros, escrever e-mails, mensagens, e explorar diferentes tipos de textos são atividades que não apenas ensinam a leitura e a escrita, mas também demonstram sua relevância e funcionalidade. Assim, as crianças percebem que ler e escrever não são apenas tarefas escolares, mas ferramentas essenciais para a comunicação e a expressão pessoal.

    O jogo que eu trouxe hoje, “Charadinhas”, é uma excelente forma de integrar alfabetização e letramento. As charadinhas incentivam as crianças a pensar de forma criativa e crítica, além de explorar a linguagem de uma maneira divertida e envolvente.

    Sugestão de Uso:

    Disponibilize uma tabela gabarito.

    1. Peça que a criança escolha uma carta e leia a charadinha;
    2. Ela tenta responder a charadinha. Caso ela não consiga, entregue uma pista, que é uma carta que tem o mesmo número. Na imagem, está a resposta, mas não está explícita. Ela precisa identificar e escrever o nome da figura que é condizente com a resposta;
    3. Após, confere a resposta com a pista 2 – deixada na margem inferior da carta. Ou seja, procura na tabela os números que estão nas cartas e escrevem as letras que estão nos respectivos quadros;
    4. Lê a palavra que formou.

    É isso! Gostou da ideia?

    Um abraço e até a próxima!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2021.


    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 24 cartas com charadas;
    • 24 cartas com imagens;
    • 01 gabarito;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM.

    Qualquer dúvida , entre em contato.

  • Missão Literária

    Missão Literária

    O-lá!

    A escola desempenha um papel fundamental na construção dos alicerces do conhecimento e habilidades que acompanharão as crianças ao longo de suas vidas. Nesse contexto, a promoção da leitura e escrita de diversos gêneros textuais emerge como um elemento fundamental para o desenvolvimento integral das crianças. Como Magda Soares (2022, p. 254) destaca:

    O desafio para as escolas reside em criar situações que se aproximem ao máximo das interações reais que envolvem a escrita, proporcionando às crianças a oportunidade de produzirem textos com propósito, direcionados a públicos específicos.

    Neste contexto, é essencial compreender que tudo que nos rodeia e nos passa informação, de uma maneira ou de outra, pode ser considerado um veículo de letramento. É de suma importância criar situações de aprendizado que reproduzam, na medida do possível, os contextos sociais nos quais a escrita é inserida para além dos muros escolares. Isso implica não apenas ensinar a mecânica da escrita (codificar e decodificar), mas em proporcionar experiências que permitam às crianças expressar suas ideias, opiniões e emoções de maneira autêntica. Ao produzir textos com um propósito específico, dirigidos a determinados leitores, as crianças não apenas desenvolvem suas habilidades de escrita, mas também compreendem a função social e comunicativa da linguagem escrita.

    E é justamente com o objetivo de contribuir para que a criança tenha uma experiência com diversos gêneros textuais que o jogo “Missão Literária” foi desenvolvido. Vamos ver como utilizar?

    Sugestão de uso:

    1. Coloque o tabuleiro no centro da mesa ou no chão.
    2. Entregue aos jogadores uma folha em branco e um dado.
    3. Disponibilize para cada jogador um peão, um lápis e uma borracha.
    4. Um dos jogadores deve sortear uma “carta missão” e lê-la para os demais jogadores. Caso não saibam do que se trata o gênero textual, podem ler as informações que constam nas “Dicas”.
    5. Após isso, o jogador que sorteou a missão deve dar início à escrita do texto. Enquanto ele escreve, os jogadores que estiverem à sua esquerda, cada um na sua vez, lançam o dado e avançam com os seus peões no tabuleiro o número de casas correspondente. Quando chegar a vez do jogador que estiver escrevendo, ele deve entregar o texto para o seu colega à esquerda, que deve dar continuidade ao texto. E assim sucessivamente.
    6. Se um jogador chegar ao final da trilha sem que o texto tenha sido concluído, ele deve retornar 10 casas.
    7. Portanto, ganha o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro, porém, a missão deve ter sido concluída.

    Observação: Caso haja apenas dois jogadores, talvez seja melhor determinar um tempo para cada jogador escrever antes de ocorrer a troca.

    É isso! Espero que este jogo contribua para a formação de leitores críticos e reflexivos. Afinal, sabemos que ao entrar em contato com diferentes formas de expressão escrita, as crianças aprendem a interpretar e analisar textos de maneira mais abrangente. Isso as capacita a compreender melhor o mundo ao seu redor, a questionar informações e a desenvolver um pensamento crítico desde cedo. Essa abordagem não só prepara as crianças para os desafios acadêmicos, mas também as equipa com ferramentas essenciais para enfrentar os desafios da vida adulta. E é justamente o que almejamos, não é mesmo?

    Um abraço e até o próximo jogo… Hehe!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    SOARES, Magda. Alfaletrar: toda criança pode aprender a ler e a escrever. São Paulo: Contexto, 2022.  

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 21 cartas;
    • 01 dado;
    • 04 peões;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Gêneros textuais que as crianças serão desafiadas a construir: história, história em quadrinhos, anúncio, lista, receita, mensagem, charadinha, piada, aviso, convite, mapa, notícia, música, poema, roteiro para peça de teatro. 

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta‘ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail.

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  • Tá Estranho!

    Tá Estranho!

    O-lá!

    Em cada etapa do desenvolvimento,  a criança requer estímulos e mediação adequada para desenvolver habilidades. A própria evolução humana impulsiona o seu desenvolvimento corporal e mental. Quando a criança recebe os estímulos adequados, é perceptível o seu progresso.

    “Toda criança vive agitada e em intenso processo de desenvolvimento corporal e mental. Nesse desenvolvimento se expressa a própria natureza da evolução e esta exige a cada instante uma nova função e a exploração de uma nova habilidade. […]” (ANTUNES, 1998, p. 37)   

    Aqui não estou falando de padronização, com tempo e forma final já programada, ok?! Estamos falando de um ”SER”, não de uma máquina. Porém, um meio acolhedor e rico em estímulos dará mais chance ao desenvolvimento da criança. Esse é um ponto que não temos como negar, não é mesmo?  

    O jogo “Tá Estranho!” tem como objetivo estimular a leitura, a compreensão de texto, o pensamento lógico e, também, a atenção. 

    Sugestão de Uso:

    A criança lê uma cartela, observa a imagem e tenta descobrir o que está fora de ordem na frase. Ou seja, o que está deixando o texto sem sentido, “estranho”.

    Após, escreve a frase de uma forma que considere ficar coerente, mas usando somente as mesmas palavras. Sem acrescentar ou tirar nenhuma delas.

    Por fim, pega uma carta com o mesmo número para conferir.

    É isso! Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 18 cartelas;
    • 18 cartas gabarito;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.  

  • Desvende o Enigma

    Desvende o Enigma

    O-lá!

    O jogo “Desvende o Enigma” já traz em seu nome o que se propõe com ele, não é mesmo?…Rsrs! Descobrir um enigma… Claro, este nome, e a forma que ele foi pensado, é para deixar as nossas verdadeiras intenções mais lúdicas. E quais são nossas intenções? Hummm…Não sei se conto!… Rsrs

    Brincadeiras à parte, nós já sabemos que os estímulos são importantes para o bom desenvolvimento das crianças (E nosso também! Nesse post, nosso foco são as crianças, mas quem foi que disse que há uma idade limite?).

    “Os estímulos são o alimento das inteligências. Sem esses estímulos a criança cresce com limitações e seu desenvolvimento cerebral fica extremamente comprometido.” (ANTUNES, 1998, p.18)

    No caso do jogo Desvende o Enigma o objetivo é estimular a alfabetização, o letramento, o pensamento hipótetico e lógico. Pronto, segredo revelado!… Hehe (hoje estou engraçadinha).

    Sendo assim, vamos ao jogo? Ah, mas antes quero sugerir que você leia nossa sugestão de uso e, após, faça a mediação de acordo com as reais necessidades de cada criança, ok?! Isso é muito importante 😉

    Sugestão de uso:

    Coloque as cartas com figuras de animais dentro de um saco.

    Você sorteia uma carta, mas não revela a figura para as crianças. Apenas diz que é um animal e entrega uma cartela com o mesmo número que traz pistas para ajudar as crianças a descobrirem o nome dele.

    As crianças (ou você) leem cada pista e tentam, utilizando as dicas, escrever o nome do animal.

    Após, você revela a figura.  

    O que você achou deste jogo, hein?! Tô curiosa para saber!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital formato PDF contendo:

    • 15 cartas com imagens de animais;
    • 15 cartelas com enigmas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

     

  • Descubra a Mentira

    Descubra a Mentira

    O-lá!

    É sabido que, ao contrário da linguagem oral, a linguagem escrita precisa de instrução para se desenvolver. Veja como é interessante: mesmo sendo um processo mais complexo do que o desenvolvimento da fala (porque não é inato), quando um bebê balbucia as primeiras tentativas de fala os adultos demonstram alegria, entusiasmo e, inclusive, imitam a fala deles; já quando se trata de leitura e escrita as primeiras palavras são consideradas erros e é comum a criança perceber os olhares tortos dos adultos.

    […] a aprendizagem da escrita não é um processo natural, como é a aquisição da fala: a fala é inata, é um instintor; sendo inata, instintiva, é naturalmente adquirida, bastando para isso que a criança esteja imersa em ambiente em que ouve e fala a língua materna. A escrita, ao contrário, é uma invenção cultural, a construção de uma visualização dos sons da fala, não um instinto. (SOARES, 2016, p.45, grifo do autor).  

    Estar preparado para alfabetizar e promover o letramento exige do profissional conhecimento dos processos cognitivos que levam um indivíduo a compreender como o código escrito funciona, a saber e fazer uso social da leitura e escrita, mas, também, exige sensibilidade. Entender que os “erros” fazem parte da caminhada. A criança precisa se sentir segura de que pode se expressar tanto na escrita, quanto na leitura e não sofrerá penalidade por seus “erros” da mesma forma que isso não aconteceu quando ela pronunciou suas primeiras palavras ou deu seus primeiros passos e caiu. Naquelas vezes ela foi acolhida, incentivada a continuar e isso também precisa acontecer na alfabetização.

    O jogo que eu trouxe como sugestão hoje pode contribuir no trecho do caminho em que a criança já lê, porém silabicamente. Para essa, os textos precisam ser curtos. Do contrário, quando chega no final do texto ela já nem lembra mais o que leu no início.

    Vamos ver então?

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma carta. Observa a imagem e pode verbalizar o que vê.

    Depois lê e tenta identificar qual parte do texto não combina com a imagem. No caso é “mentira”.

    Ah, eu amei este jogo! E você?!

    Abaixo tem um vídeo para você visualizar melhor o jogo.

    Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital formato PDF contendo:

    • 18 cartas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e usar 😉

  • Texto Misterioso

    Texto Misterioso

    O-lá!

    O jogo de hoje traz textos curtos em forma de poema e, também, em cada cartela há duas palavras que estão com as letras fora de ordem. Considero importante salientar que desafios, dentro das possibilidades de resolução de cada fase de desenvolvimento, são importantíssimos para as crianças. O jogo de hoje é mais adequado para crianças que já escrevem alfabeticamente, mas cuja leitura ainda é silabada e precisam que os textos sejam curtos para que não cause um nível de esforço mental tão alto que elas desistam no meio da leitura.

    Inclusive, precisamos alertar que a postura do mediador, seja ele professor, psicopedagogo, ou até mesmo os pais, diante das tentativas de leitura e escrita das crianças deve ser sempre a mais confiante e tranquila possível. Digo isso porque as crianças sentem quando seus erros causam frustração nos mediadores. E isso compromete o seu desenvolvimento porque, afinal, elas querem ser aceitas.

    O que faz com que a criança perceba dificuldades em seu desenvolvimento não são o atraso ou algumas tentativas infrutíferas, mas o fato de não ser bem aceita pelo meio. Para a criança, a não aceitação do seu ritmo pessoal se traduz em uma não aceitação da sua pessoa. (FALK, p. 50, 2010).

    A postura dos adultos influencia diretamente no transcorrer das atividades, por isso é preciso demonstrar confiança na capacidade de desenvolvimento da criança e segurança para que nos momentos de dúvidas e/ou dificuldades ela se sinta tranquila em pedir ajuda.

    O jogo é apropriado para estimular a alfabetização, letramento e pensamento lógico. Vamos ver?

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma cartela. Lê e tenta descobrir o que está escrito nas palavras que estão com as letras embaralhadas. Após ela dar seu palpite pode pegar a ficha que tem o mesmo número para verificar se o palpite dela estava correto.

    Ah, eu amo tanto jogos assim! E você?

    Abaixo segue um vídeo para contribuir na compreensão da utilização do jogo. Se você utilizá-lo de alguma forma diferente, vou amar saber!

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FALK, Judit. Abordagem Pikler: educação infantil. São Paulo: Omnisciência, 2010.

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    • 15 cartelas;
    • 15 cartas de gabarito;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Dito Revirado

    Dito Revirado

    O-lá!

    Há muitas maneiras de estimularmos o letramento das nossas crianças, mas a sugestão que eu trouxe hoje é encantadora. Digo isso porque os provérbios e ditados populares despertam a curiosidade das crianças por serem, de certa forma, engraçados. Além disso, podem trazer ensinamentos. Ou seja, é um combo maravilhoso, não é mesmo?

    Quando estamos alfabetizando uma criança, precisamos estar cientes de que o letramento deve caminhar lado a lado. Afinal, sabemos da importância que é uma criança conseguir codificar (escrever) e decodificar (ler) as letras, mas fazer uso social desta aprendizagem é fundamental para o seu desenvolvimento como cidadão autônomo.

    […] a leitura é um processo de relacionar símbolos escritos a unidades de som e é também o processo de construir uma interpretação de textos escritos. (SOARES, p. 68-69, 2017, grifo do autor).

    Os provérbios e ditados populares são excelentes para colocar as crianças em uma prática de leitura e interpretação de texto. Afinal, qual o significado deles? Geralmente, fazem sentido dentro de algum contexto. É preciso ir além do sentido literal 😉

    Sugestão de Uso:

    Comece explorando com as crianças provérbios e ditados populares. 

    Depois, embaralhe as cartas (com textos e sem imagens) e peça para a criança sortear uma delas. 

    Em seguida, ela lê e vira a carta com o texto para baixo. Após, pega uma cartela com o mesmo texto, mas “revirado” (elas têm o mesmo número). O desafio da criança será colocar o texto na sequência correta, ou seja, reescrever. A palavra que está escrita em verde serve de pista para o início. 

    Quando concluir, confere!

    Por fim, que tal escrever uma história na qual seja utilizado o provérbio/ditado popular? 

    Espero que este post tenha contribuído de alguma forma.

    Um forte abraço e até a próxima semana.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2001

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    • 15 cartas com textos em ordem para gabarito;
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  • Frase sob Encomenda

    Frase sob Encomenda

    O-lá!

    Hoje vamos falar sobre criatividade

    O que seria da evolução humana se não fosse a incrível capacidade criativa presente em todos os campos do saber? Afinal, é através dela que nossa sociedade se desenvolve e progride.

    Essa é uma habilidade comum e muito fértil nas crianças. É também nesta fase da nossa evolução que a criatividade é estimulada ou, infelizmente, desvalorizada, e o que pode ser ainda pior: culpabilizada. Talvez você mesmo(a) já tenha ouvido frases do tipo: “para de inventar coisas, menino(a)!”.

    A escrita empobrecida pode ser um reflexo disso! 

    É importante que saibamos o quanto é saudável usar a imaginação.

    Quanto mais você escrever usando sua imaginação, mais facilmente ela será condicionada e funcionará quando houver necessidade. Isso ficará claro em sua escrita: seus pensamentos fluirão melhor e você desenvolverá sua habilidade verbal. (IMAGINAÇÃO, p. 59, 2006)

    A proposta de hoje é para libertar, dar asas à imaginação. 

    Ah, o arquivo PDF com este jogo é GRÁTIS!!! Mais um presente para você que acompanha e incentiva o meu trabalho. #todospelaeducação

    Bom, vamos nessa?

    Sugestão de uso:

    Embaralhe separadamente as fichas com imagens e as fichas com números.

    O jogador sorteia uma ficha com imagem e uma ficha com número.  

    Ele deverá escrever uma frase dentro do tema sorteado (de acordo com a imagem), com a quantidade de palavras correspondente ao número sorteado. 

    Variação: se você quiser ampliar a proposta para uma história, o número sorteado pode ser correspondente à quantidade de parágrafos ou linhas 😉

    É isso! Fico por aqui na torcida para que as crianças amem este jogo e que você faça muito sucesso!!!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    IMAGINAÇÃO a fonte da memória. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

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