Autor: Solange Moll

  • Leitura ou Cor

    Leitura ou Cor

    O-lá!

    A atenção e a concentração são fundamentais para o sucesso na aprendizagem. Quem já se pegou tendo que recomeçar uma atividade porque no meio do caminho se desconcentrou? Algumas pessoas têm uma dificuldade maior em manter a atenção e concentração. O motivo pode ser de ordem biológica, do interesse no assunto, do estado emocional, enfim, há variáveis pessoais que interferem. Agora, o ambiente também influencia muito no desempenho, tanto por ser barulhento, com muitas distrações ou por gerar estresse e/ou pressão além do que o indivíduo tem condições maturacionais para lidar. Pesquisas no campo da plasticidade cerebral indicam que é possível melhorar o desempenho e, algumas vezes, modificações no espaço podem gerar um ganho significativo na aprendizagem.

    […] mudanças ambientais interferem na plasticidade cerebral e, consequentemente, na aprendizagem. […] (ROTTA, p. 453, 2006) .

    Sendo assim, antes de levantar a hipótese de que a criança tem falta de atenção, concentração, dificuldade de aprendizagem, verifique se o desafio proposto é adequado e também observe o ambiente 😉  

    O jogo de hoje tem o objetivo de estimular a atenção, a concentração, a flexibilidade cognitiva e também a alfabetização. Vamos ver?

    Sugestão de uso:

    Coloque as cartas com palavras em um saco.

    Disponha em sua mão, no formato de leque, as fichas de leitura (desenho de um livro) e fichas de cor (desenho de uma paleta de pintura). Cada jogador, na sua vez, seleciona uma ficha.

    Se ele selecionar uma “ficha de leitura” deve ler as palavras da carta que irá pegar no saco (dependendo do nível de leitura dos jogadores você pode combinar de que eles devem ler somente uma palavra da ficha).

    Se ele selecionar “ficha de cor” deve falar o nome das cores das palavras que irá sortear.   

    Se concluir o desafio com êxito, o jogador fica com a ficha.

    Ganha o jogo quem chegar a três fichas primeiro.

    É isso! Gostou do jogo? Abaixo tem um vídeo que o explica mais detalhadamente. Espero que contribua 😉

    Um forte abraço.

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 24 fichas com palavras;
    • 06 fichas cor;
    • 06 fichas leitura;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Para você imprimir, montar e jogar.

    É enviado por e-mail.

  • Acerte o Tamanho

    Acerte o Tamanho

    O-lá!

    O jogo que eu trouxe hoje é bacana para estimular o pensamento lógico das crianças. E o melhor: está gratuito!!! Uhuuu!!! Eu sei que você ficou feliz!

    Por que eu sou tão fofa, né?! Também não sei…Rsrs, mas uma coisa eu sei: os jogos lúdicos são verdadeiros desencadeadores de inteligência e este que eu trouxe como sugestão hoje é ideal para instigar a percepção visual das crianças, estimular que elas estabeleçam relações e também contribuir na construção do número.

    É comum ouvirmos que a criança é como uma esponja que absorve tudo que está em seu meio. Em partes isso é verdade, no sentido de que ela capta muito do meio que está inserida, mas é também pertinente dizer que existe algo muito pessoal em como cada uma reage aos estímulos que recebe.

    […] todo jogo pode ser usado para muitas crianças, mas seu efeito sobre a inteligência será sempre pessoal e impossível de ser generalizado. (ANTUNES, 2003, p. 16, grifo do autor).

    Sendo assim, é sempre importante salientar que um jogo pode ser muito bom para uma criança e promover modificações cognitivas, mas para outra criança pode não ter o efeito desejado. Sabendo disso, devemos ficar atentos para compreender e não desanimar jamais! Um outro dia, um outro jogo e assim seguir!

    Vamos ao jogo de hoje?

    Sugestão de uso:

    Coloque uma carta no centro da mesa. As demais cartas dentro de uma sacola.

    É preciso sortear quem vai iniciar a rodada.

    O jogador pega uma carta da sacola.

    Se o peixe for do mesmo tamanho (pequeno ou grande) que a carta deixada sobre a mesa, ele fica com as duas cartas. É importante deixar claro para as crianças que o peixe pode até ser da mesma espécie, mas se o tamanho for diferente, não vale!

    Se for de tamanho diferente, ele devolve a carta para a sacola.

    Ganha o jogo quem conquistar 6 cartas primeiro.

    No vídeo logo abaixo tem o passo a passo de como utilizar este jogo. Acredito que possa contribuir na compreensão.

    Termino este post deixando um forte abraço. Espero que este jogo promova aprendizagem e muitos sorrisos por aí!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

    Clique no link abaixo para adquirir o jogo GRÁTIS disponível em arquivo digital formato PDF contendo:

    • 12 cartas com figuras (será preciso imprimir 3 cópias);
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

  • Som = ou ≠

    Som = ou ≠

    O-lá!

    Em países com língua alfabética pesquisas no campo da consciência fonológica têm sido intensificadas. O motivo é muito simples: nessas línguas, como é o caso do português, a consciência fonológica exerce papel importante no processo de aprendizagem da leitura e da escrita.

    Os educadores que ensinam consciência fonológica descobriram que, fazendo isso, aceleram o crescimento de toda a turma em termos de leitura e de escrita, ao mesmo tempo em que reduzem a incidência de crianças com atraso na leitura. (ADAMS, et al., 2012, p.17)

    Um fato interessante e de que eu gosto muito, é que não se fala em treinamento puro e simples; pelo contrário: a consciência fonológica é geralmente apresentada de maneira lúdica às crianças. Isso é fundamental! Também é pertinente dizer que este trabalho lúdico com os sons pode ser iniciado na pré-escola. Vejam, não se trata de alfabetizar aos quatro, cinco anos, mas, estimular, de maneira lúdica, as crianças a prestarem atenção aos sons. Brincadeiras que envolvam rima, ritmo, escuta de sons, são excelentes para isso! 15 a 20 minutos diários de prática produzirão efeitos benéficos para a construção da escrita.

    O jogo que eu trouxe hoje como sugestão é também instigante porque as crianças são levadas a perceber sons iniciais iguais e diferentes e, além da consciência fonológica, possibilita que as crianças comecem a relacionar os sons iniciais com as letras que aparecem em destaque. Obviamente, se o seu objetivo for somente estimular a consciência fonológica, pode cobrir com alguma etiqueta as palavras para que a criança preste atenção somente ao som.

    Sugestão de uso:

    Coloque as cartas em uma pilha com as figuras voltadas para cima.

    As fichas com símbolos de = e ≠ coloque em uma sacola.

    Cada criança, em sua vez, observa a figura que está no topo da pilha, fala o nome e presta atenção ao som inicial. Depois tira uma ficha com o símbolo da sacola.

    Se for sorteada uma ficha com o símbolo de “=”, a segunda carta da pilha deve ter o mesmo som inicial da primeira carta.

    Se for sorteada uma ficha com o símbolo de “≠”, a segunda carta da pilha deve ter som inicial diferente da primeira carta.

    Se coincidir, o jogador fica com a ficha símbolo.

    Obs. 1: Enfatize os sons iniciais das palavras. Exemplo: /RRRREEEE-GA-DOR/

    Obs. 2: As cartas são embaralhadas a cada partida.

    Ganha o jogo quem conquistar mais fichas-símbolo.

    É isso! Gostou deste jogo? Conte pra mim! 😉

    Ah, logo aqui abaixo eu deixei um vídeo com sugestão de uso deste jogo!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ADAMS, Marilyn Jager; et al. Consciência fonológica: em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 24 cartas com figuras;
    • 06 fichas com símbolo de igual;
    • 06 fichas com símbolo de diferente;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Para você imprimir, montar e jogar.

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  • Texto Misterioso

    Texto Misterioso

    O-lá!

    O jogo de hoje traz textos curtos em forma de poema e, também, em cada cartela há duas palavras que estão com as letras fora de ordem. Considero importante salientar que desafios, dentro das possibilidades de resolução de cada fase de desenvolvimento, são importantíssimos para as crianças. O jogo de hoje é mais adequado para crianças que já escrevem alfabeticamente, mas cuja leitura ainda é silabada e precisam que os textos sejam curtos para que não cause um nível de esforço mental tão alto que elas desistam no meio da leitura.

    Inclusive, precisamos alertar que a postura do mediador, seja ele professor, psicopedagogo, ou até mesmo os pais, diante das tentativas de leitura e escrita das crianças deve ser sempre a mais confiante e tranquila possível. Digo isso porque as crianças sentem quando seus erros causam frustração nos mediadores. E isso compromete o seu desenvolvimento porque, afinal, elas querem ser aceitas.

    O que faz com que a criança perceba dificuldades em seu desenvolvimento não são o atraso ou algumas tentativas infrutíferas, mas o fato de não ser bem aceita pelo meio. Para a criança, a não aceitação do seu ritmo pessoal se traduz em uma não aceitação da sua pessoa. (FALK, p. 50, 2010).

    A postura dos adultos influencia diretamente no transcorrer das atividades, por isso é preciso demonstrar confiança na capacidade de desenvolvimento da criança e segurança para que nos momentos de dúvidas e/ou dificuldades ela se sinta tranquila em pedir ajuda.

    O jogo é apropriado para estimular a alfabetização, letramento e pensamento lógico. Vamos ver?

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma cartela. Lê e tenta descobrir o que está escrito nas palavras que estão com as letras embaralhadas. Após ela dar seu palpite pode pegar a ficha que tem o mesmo número para verificar se o palpite dela estava correto.

    Ah, eu amo tanto jogos assim! E você?

    Abaixo segue um vídeo para contribuir na compreensão da utilização do jogo. Se você utilizá-lo de alguma forma diferente, vou amar saber!

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FALK, Judit. Abordagem Pikler: educação infantil. São Paulo: Omnisciência, 2010.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 15 cartelas;
    • 15 cartas de gabarito;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Peleja Lógica

    Peleja Lógica

    O-lá!

    Sabemos que estimular a atenção, a percepção, a orientação espacial, a concentração tem grande importância para o desenvolvimento cognitivo das crianças. Estas habilidades serão fundamentais para o seu bom desempenho em todas as áreas do conhecimento. Quanto mais cedo forem estimuladas, melhor. Obviamente não estou me referindo a estimulá-las a fim de que deem conta de atividades as quais ainda não têm maturidade para compreender, mas, por exemplo, quando mostramos para uma criança de três anos algumas flores e pedimos para ela observar atentamente os detalhes de cada uma delas: formato de pétalas, textura, miolo, cores, perfume, estamos mostrando para ela a possibilidade de colocar as coisas em uma relação, ou seja, verificar semelhanças e diferenças. Isso é estimular o pensamento lógico 😉

    Uma pessoa com desenvolvimento cognitivo bem organizado tem um bom desempenho em atividades intelectuais, mas, sobretudo, consegue encontrar soluções para os seus problemas do dia a dia de maneira mais fácil.

    […]  Se você exercitar a sua capacidade lógica e de raciocínio, o seu cérebro bem treinado vai lhe ser útil não só em operações intelectuais, mas também no dia a dia […].  (LÓGICA, p. 216, 2006).

    Isso precisa acontecer de maneira gradativa, de acordo com o que a criança dá conta e, principalmente, de forma lúdica, pois dependendo de como os assuntos são apresentados, podem gerar aquelas falas: “eu não gosto de matemática”, ou então “pensar é difícil”. Depois de um bloqueio gerado, ou seja, a criança achar que é incapaz de resolver uma determinada atividade, ficará muuuito mais difícil convencê-la do contrário!

    Vamos ao jogo que eu trouxe como indicação hoje?

    Sugestão de uso:

    O jogador precisa escolher uma ficha com um quadrado.

    Depois pega uma cartela com o mesmo número e deverá apontar quais das peças  disponíveis ele acha que formarão o quadrado da ficha. Este é um exercício de comparação feito mentalmente, mas você pode, por exemplo, sugerir que ele conte os quadradinhos.

    Em seguida, o jogador pega as peças iguais às que ele sinalizou que formam o quadrado e tenta montar para verificar se o palpite dele estava correto.

    Se você tiver peças de Lego pode pedir para ele representar a figura em 3D.

    É isso! Simples e maravilhoso este jogo, você não acha?!

    Abaixo tem um vídeo explicando o passo a passo. Espero que contribua.

    Um forte abraço e até a próxima semana.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LÓGICA, estrutura e memória. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 12 cartelas;
    • 12 fichas;
    • 15 peças;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Escalando

    Escalando

    O-lá!

    Apesar de eu ter consciência de que não existe pó de pirlimpimpim, ou seja, não há mágica ou até mesmo um método capaz de alfabetizar todas as crianças instantaneamente, tenho a convicção de que nem por isso este caminho precisa ser de sofrimento. E é com o objetivo de tornar o processo de alfabetização mais divertido para o maior número possível de crianças que cada jogo compartilhado neste site é pensado e desenvolvido.

    Na verdade, utilizar jogos lúdicos é uma questão de sensatez. Digo isto porque jogar é do interesse da criança. Sendo assim, podemos aproveitar este “apetite” para proporcionar aprendizado de qualidade. E ainda mais! Estou me referindo, por exemplo, à oportunidade de vivenciar a socialização, de lidar com conquistas e frustrações.

    Para a criança tudo é jogo, mas se quisermos que ela aprenda coisas novas ou reforce conhecimentos, capacidades ou habilidades que já possuía, parece que a única via possível é o jogo. (BATLLORI, 2009, p. 14)

    O jogo que estou propondo hoje tem como objetivo contribuir na alfabetização, no pensamento lógico, na coordenação motora fina, além de outras habilidades já mencionadas nos parágrafos anteriores.

    Sugestão de Uso:
    Para cada jogador pendure em uma parede um barbante de 1m de comprimento. Faça um nó em uma das pontas do barbante e também a cada 30cm, totalizando 4 nós.
    Os jogadores devem pendurar os seus peões na ponta inferior do barbante, ou seja, no primeiro nó.
    Para isso, previamente, fixe cada ficha com imagem de um escalador em um prendedor.
    Coloque as fichas com imagens em uma sacola. Deixe de lado as fichas com dicas.
    É hora de começar o jogo!
    É preciso sortear quem vai iniciar.
    Cada jogador, em sua vez, pega uma ficha da sacola. Escreve o nome da figura. Se acertar, escala até o nó seguinte do barbante.
    Em seguida, ele deve “encaixar” a letra que aparece em destaque na ficha em algum lugar da palavra que ele escreveu para descobrir uma outra palavra.

    Exemplo: Como na carta que aparece a imagem da UVA e se pede para encaixar o L: Luva.

    Caso ele não saiba, pode pedir uma “ajuda” e você entregará a “ficha dica” (ela tem o mesmo número). Se ele descobrir, escala até o próximo nó.
    Ganha o jogo quem chegar ao topo primeiro.

    Veja o vídeo para ter uma melhor compreensão do jogo.

    Observação: Cada jogador poderá estar representando uma equipe e, se precisar, pede ajuda para eles.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 16 cartas com figuras;
    • 16 cartas com dicas;
    • 04 cartas com bandeiras;
    • 04 cartas com setas de início;
    • 04 cartas escaladores (peões);
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Para você imprimir montar e jogar 😉

     

  • Acerte a Cor

    Acerte a Cor

    O-lá!

    Um jogo valioso é aquele que desperta a curiosidade da criança e que, de alguma forma, estimula o seu desenvolvimento emocional, físico e intelectual. Para isso, é importante que ele esteja alinhado com os interesses e possibilidades de compreensão das crianças.

    Os desafios devem ser ampliados conforme percebemos seu desenvolvimento.

    De acordo com Antunes, 2003, p. 18:

    As inteligências em um ser humano são mais ou menos como janelas de um quarto. Abrem-se aos poucos, sem pressa, e para cada etapa dessa abertura existem múltiplos estímulos.

    O jogo que eu trouxe como sugestão hoje aborda o conhecimento de cores, porém, o propósito dele vai além de instigar que as crianças digam os nomes das cores.

    O objetivo é contribuir para que elas possam desenvolver de maneira lúdica o conhecimento de igual e diferente. Ou seja, estimular o pensamento lógico.

    Sabemos que, se desde a mais tenra idade as crianças vivenciarem conteúdos que envolvam lógica de forma divertida, a possibilidade que elas considerem este conhecimento como algo prazeroso é ampliada.

    Então, vamos fazer nossa parte?

    Abaixo segue a explicação do jogo.

    Ah, ele está disponível gratuito em arquivo formato PDF!!! É para começarmos este ano com muito amor…Rs

    Sugestão de Uso:

    As crianças começam sorteando uma ficha com cor.

    Coloque as fichas com ursos dentro de uma sacola. Depois, cada criança, em sua vez, retira uma ficha da sacola.

    Se ela encontrou um urso que tenha uma cor igual à previamente sorteada, ela fica com a ficha. Se for uma cor diferente, ela descarta a ficha sobre a mesa.

    Outra criança pega uma nova ficha da sacola. Se for uma ficha com cor igual a que foi sorteada, ela fica com a ficha que pegou e a(s) que foi(ram) descartada(s) sobre a mesa pela outra criança.

    Ganha o jogo quem conquistar mais fichas.

    Abaixo segue um vídeo que contribuirá para um melhor entendimento do funcionamento do jogo.

    Agora que eu expliquei o jogo, me diga: você gostou? Foi tudo feito com muuuito carinho!

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF GRÁTIS contendo:

    • 12 cartas com figuras de urso;
    • 6 cartas com cores diferentes.
    • 01 embalagem
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Para você imprimir, montar e jogar 😉

  • Marque a Sequência

    Marque a Sequência

    O-lá!

    Você sabia que os materiais que estruturam o pensamento lógico são, basicamente, lúdicos? Sim, e esta informação precisa ficar clara para os profissionais da educação e também para os pais. Já vi alguns colegas constrangidos quando abordados por pais que questionavam sobre os conteúdos aprendidos no dia. A criança não brinca por brincar! As situações vividas por ela durante as brincadeiras irão ajudá-la a compreender aprendizagens futuras.

    Especialmente falando de pensamento lógico, são as experiências no concreto que farão a criança entender posteriormente processos abstratos e, inclusive, podem evitar situações negativas de aprendizagem. Se existe algo que prejudica qualquer aprendiz é esperar que ele dê conta de desafios que ainda não tem condições maturacionais para resolver. Sendo assim, o lúdico é essencial para a construção emocional e também intelectual de qualquer sujeito.

    “[…] Quantas inteligências se perdem porque se cria um vínculo negativo entre o sujeito e a situação de aprendizagem […].” (VISCA, p. 9, 2008).

     O jogo que eu trouxe hoje como sugestão está disponível em arquivo PDF grátis. Logo abaixo eu deixo a sugestão de uso, mas é interessante você assistir ao vídeo também porque ele traz formas lúdicas para a criança compreender no concreto a sequência numérica. É importante que você esteja ciente que será muito difícil a criança compreender números que representam quantidades maiores sem ter vivenciado situações no concreto com números menores. Ou seja, promova experiências lúdicas com quantidades menores antes de partir para só mostrar as fichas e esperar que a criança dê conta do desafio ;).

    Sugestão de Uso:

    A criança escolhe uma cartela, tenta descobrir qual o “segredo” da sequência e marca o número correspondente.

    Para descobrir ela pode utilizar palitos de picolé, tampinhas de garrafa PET, peças de Lego, etc.

    Por hoje é isso! 

    As informações que você viu aqui foram úteis? 

    Vou amar saber!

    Um forte abraço <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    VISCA, Jorge. O diagnóstico operatório da prática psicopedagógica. São José dos Campos: Pulso, 2008.

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    • 18 fichas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Dito Revirado

    Dito Revirado

    O-lá!

    Há muitas maneiras de estimularmos o letramento das nossas crianças, mas a sugestão que eu trouxe hoje é encantadora. Digo isso porque os provérbios e ditados populares despertam a curiosidade das crianças por serem, de certa forma, engraçados. Além disso, podem trazer ensinamentos. Ou seja, é um combo maravilhoso, não é mesmo?

    Quando estamos alfabetizando uma criança, precisamos estar cientes de que o letramento deve caminhar lado a lado. Afinal, sabemos da importância que é uma criança conseguir codificar (escrever) e decodificar (ler) as letras, mas fazer uso social desta aprendizagem é fundamental para o seu desenvolvimento como cidadão autônomo.

    […] a leitura é um processo de relacionar símbolos escritos a unidades de som e é também o processo de construir uma interpretação de textos escritos. (SOARES, p. 68-69, 2017, grifo do autor).

    Os provérbios e ditados populares são excelentes para colocar as crianças em uma prática de leitura e interpretação de texto. Afinal, qual o significado deles? Geralmente, fazem sentido dentro de algum contexto. É preciso ir além do sentido literal 😉

    Sugestão de Uso:

    Comece explorando com as crianças provérbios e ditados populares. 

    Depois, embaralhe as cartas (com textos e sem imagens) e peça para a criança sortear uma delas. 

    Em seguida, ela lê e vira a carta com o texto para baixo. Após, pega uma cartela com o mesmo texto, mas “revirado” (elas têm o mesmo número). O desafio da criança será colocar o texto na sequência correta, ou seja, reescrever. A palavra que está escrita em verde serve de pista para o início. 

    Quando concluir, confere!

    Por fim, que tal escrever uma história na qual seja utilizado o provérbio/ditado popular? 

    Espero que este post tenha contribuído de alguma forma.

    Um forte abraço e até a próxima semana.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2001

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 15 cartelas com imagens e textos fora de ordem;
    • 15 cartas com textos em ordem para gabarito;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Palavras Misturadas

    Palavras Misturadas

    O-lá!

    Certamente uma preocupação frequente dos profissionais da área da Educação é fazer com que as crianças tenham mais autonomia e é uma alegria muito grande quando elas já conseguem, por exemplo, ir ao banheiro sem precisar de ajuda. Porém, estou querendo falar de uma aprendizagem diferente dos cuidados com a higiene pessoal. Refiro-me a desenvolver pessoas com opinião, que não se deixem enganar e, principalmente, não esperem por respostas prontas 😉 Se soubermos conduzir, os jogos lúdicos são excelentes para isso, porque as crianças, geralmente, estão mais engajadas e defendem suas opiniões. É importante que durante uma divergência, o professor incentive que cada um exponha seu ponto de vista e, de maneira tranquila, conduza a discussão para um entendimento. 

    […] A ciência não foi dada aos cientistas de fora para dentro. Ela foi, e continua sendo, criada pelos cientistas através da troca de ponto de vista entre eles. (KAMII e DECLARK, p. 81, 1997)

     

    O jogo que eu trouxe hoje tem como objetivo estimular o processo de construção da escrita. Como o próprio nome diz, tem palavras misturadas. O desafio para as crianças é descobrir quais são as palavras. Por não ter imagens o desafio é maior (e isso é de propósito), porém, tem algumas pistas que podem servir de apoio para que elas consigam descobrir as palavras. Em cada carta informa se a criança precisa procurar nomes de animais ou frutas. Além disso, as letras da mesma cor formam uma palavra.

    Se, durante o jogo, uma criança divergir de outra sobre a escrita de alguma palavra, você já sabe que isso é positivo, não é mesmo?  Então aproveite a situação e medeie para que cheguem a resposta correta.

    O jogo está disponível gratuito em arquivo digital formato PDF. <3

    Sugestão de Uso:

    Faça duas pilhas de cartas com as letras voltadas para baixo.

    Os jogadores sorteiam quem ficará com cada pilha.

    Após, cada um vira uma carta da sua pilha. Lê se na carta ele encontrará nomes de frutas ou animais. Depois observa atentamente as letras. As da mesma cor formam uma palavra.

    Se você puder disponibilizar letras em EVA ou fichas para as crianças manipularem e fazerem suas tentativas de ordem para escrever as palavras, será excelente.

    Gostou da ideia de hoje? Só vou ficar sabendo se você me contar. Então que tal deixar um comentário?

    bjuuuu e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 16 cartas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Está gratuito e é enviado por e-mail.