Autor: Solange Moll

  • Dominó de Atenção

    Dominó de Atenção

    O-lá!

    Para uma boa qualidade da atenção e percepção visual é necessária tanto uma boa visão, como também uma habilidade de se orientar visualmente no espaço. Quando temos esta capacidade bem desenvolvida, e estamos olhando para uma figura, por exemplo, fazemos uma varredura com o nosso olhar. Evidentemente, esta habilidade pode sempre melhorar. É uma questão de estímulo.

    Agora, claro (!), é bem difícil prestar atenção em algo que não nos cativa de alguma forma ou que não vemos necessidade real de saber, ou seja, quando não estamos precisando daquele conhecimento para fazer alguma coisa. Sentir necessidade é fator importante no desejo de aprender.

    É importante entender bem o fato de a criança prestar atenção e se dedicar apenas àquilo que a interessa ou a motiva. (MATTOS, p. 110, 2008).

    O jogo que eu trouxe hoje tem como objetivo auxiliar no desenvolvimento da atenção, da percepção, da orientação espacial. As crianças serão estimuladas a focar nos detalhes.  

    O arquivo digital em formato PDF está gratuito na nossa loja. Maravilha, hein?! Rsrs! Para adquirir, clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Distribuir a mesma quantidade de peças entre os jogadores.

    Os jogadores deverão unir as figuras que tenham as mesmas sequências de cores.

    Ganha o jogo quem for o primeiro a ficar sem nenhuma peça.

    É isso! Este jogo é suuuper divertido! Depois me conta como foi sua experiência com as crianças que jogaram.

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MATTOS, Paulo. No mundo da lua. São Paulo: Casa Leitura Médica, 2008.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 18 cartas;
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  • Sílaba Faltante

    Sílaba Faltante

    O-lá!

    Aprender algo novo sempre promove modificações no sistema nervoso central e faz com que o aprendiz tenha uma melhor adaptabilidade com o mundo que o cerca.

    […] quando um estímulo é conhecido do sistema nervoso central (SNC), desencadeia uma lembrança; quando o estímulo é novo, desencadeia uma mudança. […] (ROTTA; OHLWEILER e RIESGO, p. 65, 2006).

    Quando falamos do processo de construção de escrita isso também acontece, porém, pode não ser percebido de imediato. Algumas mudanças acontecem tão lentamente que pode parecer que a criança não evolui. No entanto, as crianças em processo de alfabetização vão realizando suas tentativas de acordo com o que pensam sobre a escrita. Cada intervenção que fazemos pode promover significativas transformações. Por isso precisamos estar atentos ao que a criança nos diz através de suas tentativas.

    O jogo que eu trouxe como sugestão traz duas maneiras iniciais de utilizá-lo. A primeira sugestão é mais indicada para crianças que estejam apresentando hipótese de escrita pré-silabica.   Veja a seguir.

    Sugestão de Uso 1:

    Embaralhar as cartas com figuras. A criança sorteia uma delas e observa as sílabas que formam o nome da figura.

    Depois pega uma carta com sílabas que tenha o mesmo número. Procura e marca as sílabas que pertençam ao nome da figura. A sílaba que não constar na cartela é a “sílaba faltante”.

    Sugestão de Uso 2:

    Embaralhar as cartas com figuras. A criança sorteia uma delas, porém, ao mostrar a carta, você cobre o nome da figura.

    Em seguida, a criança pega uma carta com sílabas que tenha o mesmo número para procurar quais são as sílabas que servem para escrever o nome da figura. Além disso, diz e escreve qual está faltando. Por último, você mostra o nome da figura para ela conferir.

    É isso! Pensaram em uma maneira diferente para utilizar este jogo? Vou amar saber.

    Um forte abraço,

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    • 18 cartas com figuras;
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  • Dominó Esperto

    Dominó Esperto

    O-lá!

    Estimular o pensamento lógico para algumas pessoas é sempre acompanhado de nariz torcido. E o porquê disso, muitas vezes, está nas primeiras experiências com desafios lógicos. 

    Se lançarmos uma pessoa em uma piscina profunda, sem ela ter conhecimento básico para nadar, talvez ela até consiga se salvar, mas o processo deixará nela marcas desagradáveis e ela evitará a todo custo chegar perto de qualquer lugar que lembre uma piscina.

    Estou escrevendo isso porque um jogo precisa ser oferecido de acordo com as condições de resolução de cada aprendente. A melhor forma de adequar é fazendo uma sondagem dos conhecimentos prévios.

    O que almejamos é que o aprendiz vivencie a experiência de satisfação ao conseguir concluir um desafio.  

    […] os resultados obtidos por meio de esforço, cautelosamente dosados, são uma fonte de satisfação que não há por que evitar. (GONZÁLEZ, 2009 apud BATLLORI, 2009, p. 9)

    Quando um aprendente sente aquele gostinho de “sou capaz” dificilmente recusará um desafio.

    O jogo que eu trouxe hoje pode lembrar um jogo que compartilhei há muito tempo aqui no site, o “Dominó de Formas Geométricas”, porém, há algumas diferenças. A principal delas é que este tem um nível mais, digamos assim, fácil. Porém, claro, irá depender do conhecimento prévio de cada criança.

    O objetivo do jogo é estimular a atenção, a percepção, o pensamento lógico. As crianças precisarão observar as partes de um todo. Isso pode ser complexo considerando que será preciso realizar mentalmente uma decomposição. Além disso, algumas figuras são parecidas. Sendo assim, é preciso atenção aos detalhes.

    Vou explicar o jogo, mas façam as adaptações necessárias, ok?!

    Sugestão de uso:

    Distribuir a mesma quantidade de peças entre os jogadores.

    Os jogadores deverão unir uma figura com as partes que foram necessárias para formá-la.

    Ganha o jogo quem for o primeiro a ficar sem nenhuma peça.

    Diferente e maravilhoso este jogo, vocês não acham? Eu sendo modesta novamente…Rsrs! Ah, o arquivo digital está gratuito na nossa loja. <3

    Um forte abraço e até o próximo post.     

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    GONZÁLEZ, Roberto Navarro. Prólogo. In: BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

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    • 18 peças de dominó;
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  • Bate Certo

    Bate Certo

    O-lá!

    Tenho a leve impressão de que se você utiliza os recursos que disponibilizo aqui no site é porque, assim como eu, preocupa-se em ser um mediador da aprendizagem e não um detentor do conhecimento. A autonomia dos aprendentes é algo importante e valorizado por você! Estou certa ou será que é um equívoco? Rsrs!

    Se estou certa, então você é daquelas pessoas acessíveis às dúvidas dos aprendentes, mas, na medida do possível, incentiva discussões saudáveis e os instiga a procurarem as respostas para seus questionamentos. Também, possivelmente, você já sabe que os jogos lúdicos são excelentes ferramentas para promover tudo isso.  

    A utilização do jogo na proposta curricular da escola é capaz de despertar interesses […] desenvolver a autonomia moral e intelectual, aprimorar a convivência e objetivar a liberdade. (BARBOSA, 2002,p. 42).

    O recurso que eu trouxe como sugestão hoje tem tudo a ver com o que eu disse anteriormente, pois, além de ser riquíssimo para crianças em processo de alfabetização, no transcorrer do jogo, podem surgir debates, dúvidas de quem está certo e, ao invés de dizermos a resposta correta, os jogadores poderão pesquisar em um gabarito. Isso é muito positivo para estimular a autonomia das crianças na construção da escrita.

    Veja a seguir 😉

    Sugestão de uso:

    Embaralhe as cartas com figuras de animais e coloque-as no centro da mesa.

    Distribua para cada jogador três fichas verdes e três fichas laranja.

    Cada jogador, em sua vez, observa em uma carta as duas palavras com o nome do animal.  Se a palavra correta estiver escrita em verde, ele deve bater com a palma da mão sobre a pilha de fichas verdes. Se for a laranja, deve bater sobre a pilha de fichas laranja.

    Caso acerte o palpite, deve tirar uma ficha da pilha.

    Após a criança ter dado seu palpite, se um dos jogadores tiver dúvida podem conferir no gabarito.

    Vence o jogo quem primeiro ficar sem nenhuma das fichas verdes ou laranja.  

    Gostou? 

    Amo quando recebo feedback através de comentários e mensagens. 

    São importantes para eu melhorar cada vez mais o meu trabalho, ok?!

    Boa diversão!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BARBOSA, Laura Monte Serrat. Parâmetros Curriculares Nacionais: o papel da escola no século XXI. Curitiba: Bella Escola, 2002.

     

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    • 24 cartas com figuras de animais;
    • 12 fichas;
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    • 01 gabarito;
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  • Frase sob Encomenda

    Frase sob Encomenda

    O-lá!

    Hoje vamos falar sobre criatividade

    O que seria da evolução humana se não fosse a incrível capacidade criativa presente em todos os campos do saber? Afinal, é através dela que nossa sociedade se desenvolve e progride.

    Essa é uma habilidade comum e muito fértil nas crianças. É também nesta fase da nossa evolução que a criatividade é estimulada ou, infelizmente, desvalorizada, e o que pode ser ainda pior: culpabilizada. Talvez você mesmo(a) já tenha ouvido frases do tipo: “para de inventar coisas, menino(a)!”.

    A escrita empobrecida pode ser um reflexo disso! 

    É importante que saibamos o quanto é saudável usar a imaginação.

    Quanto mais você escrever usando sua imaginação, mais facilmente ela será condicionada e funcionará quando houver necessidade. Isso ficará claro em sua escrita: seus pensamentos fluirão melhor e você desenvolverá sua habilidade verbal. (IMAGINAÇÃO, p. 59, 2006)

    A proposta de hoje é para libertar, dar asas à imaginação. 

    Ah, o arquivo PDF com este jogo é GRÁTIS!!! Mais um presente para você que acompanha e incentiva o meu trabalho. #todospelaeducação

    Bom, vamos nessa?

    Sugestão de uso:

    Embaralhe separadamente as fichas com imagens e as fichas com números.

    O jogador sorteia uma ficha com imagem e uma ficha com número.  

    Ele deverá escrever uma frase dentro do tema sorteado (de acordo com a imagem), com a quantidade de palavras correspondente ao número sorteado. 

    Variação: se você quiser ampliar a proposta para uma história, o número sorteado pode ser correspondente à quantidade de parágrafos ou linhas 😉

    É isso! Fico por aqui na torcida para que as crianças amem este jogo e que você faça muito sucesso!!!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    IMAGINAÇÃO a fonte da memória. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

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    • 20 fichas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

    Este é GRÁTIS!

     

     

  • Texto Lacunado

    Texto Lacunado

    O-lá!

    Então chegou aquele esperado dia em que a criança já escreve e lê! Uhuuu! É festaaaa! Já presenciei muitos momentos assim e, confesso, é sempre emocionante!

    “Assistimos, assim, à experiência dos primeiros progressos da linguagem gráfica em nossas crianças. […], ficávamos como que estupefatas; parecia-nos assistir a um milagre… […]”. (MONTESSORI, 1965, p. 208).

    São meses, na verdade, anos – se levarmos em consideração que o processo de alfabetização inicia desde o ventre, quando o bebê ouve, a partir da 20a semana ou 5o mês de gestação, o som da voz da mãe; este é o primeiro contato do bebê com a linguagem que conhecemos – porém, os desafios no caminho da escrita e leitura continuam. São palavras novas e gêneros de leitura diferentes com que a criança precisa estar familiarizada para compreender com mais facilidade um texto. E, assim como andar de bicicleta, a melhor maneira de aprender é praticar! De preferência, claro, buscando caminhos (leituras) que sejam de interesse da criança.

    O recurso que eu trouxe como sugestão hoje tem como objetivo estimular a compreensão e interpretação de texto. Escrevi textos curtos em forma de poema (estou tão escritora… Rsrs) pensando em adequar o vocabulário ao universo infantil, mas também acrescentei uma palavra diferente aqui e outra acolá, para ampliar o vocabulário.

    Sugestão de uso:
    Embaralhar as fichas com palavras.
    A criança sorteia uma ficha e pega a cartela de Texto Lacunado com o mesmo número. Lê e reescreve o texto, colocando as palavras da ficha que sorteou de uma maneira que o mesmo fique coerente.
    Outra opção é completar as palavras faltantes no próprio texto! Em virtude dos espaços lacunados, para crianças que tenham letra bem grande esse pode ser um desafio bacana. Trabalha noção de espaço, coordenação motora fina 😉

    É isso! Encerro o texto deixando um forte abraço!

    Até o próximo post! <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
    MONTESSORI, Maria. Pedagogia científica. São Paulo: Flamboyant, 1965.

    Arquivo digital em formato PDF contendo:

    •  15 cartelas com textos lacunados;
    •  15 fichas com palavras;
    •  1 embalagem;
    •  Sugestão de uso.

    Para você imprimir, montar e jogar.

    É enviado por e-mail.

  • Memorize a Organização

    Memorize a Organização

    O-lá!
    Desde o momento em que nascemos, as experiências pelas quais passamos influenciam de alguma forma sobre os acontecimentos de nossa vida. Obviamente, algumas experiências marcam mais que outras e o motivo é muito subjetivo, está na constituição de cada sujeito. Porém, tudo é aprendizado, e, geralmente, a primeira vez que fazemos alguma coisa é mais significativa: as primeiras palavras, os primeiros passos, o primeiro amor, o primeiro ano de estudo, as primeiras derrotas.

    Há muitos estudos sobre o funcionamento da memória, no entanto, diversos aspectos – apesar dos avanços da ciência – ainda são enigmas.

    Embora os pesquisadores tenham conseguido decifrar os aspectos mais importantes do mecanismo da memória e produzido uma espécie de mapa das suas diferentes formas, a ciência permanece distante da compreensão de toda a sua complexidade. (FORMAS, 2006, p. 114)

    Uma coisa é certa: novos aprendizados tendem a melhorar o desempenho cognitivo de alguma forma. Sendo assim, vamos enriquecer o dia a dia das nossas crianças com bons estímulos? O jogo que estou sugerindo está disponível em arquivo PDF grátis! Uhuuu!!!

    O objetivo do jogo é estimular a atenção, percepção, orientação espacial, organização e planejamento. Ah, e todas estas habilidades contribuem para o bom desempenho da memória de trabalho 😉 

    Sugestão de uso:

    O jogador deve observar atentamente uma carta.

    Depois de observar, tira a mesma de seu campo de visão.

    Em seguida, coloca (de acordo com sua memória) as fichas de círculos na mesma posição que estavam dispostas na carta.

    Após, confere.

    Se acertou, fica com a carta.

    Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    Quer ampliar o desafio?

    Coloque duas cartas para o jogador observar 😉

    Obs.: Se você imprimir duas cópias do jogo, também poderá utilizar as cartas para um jogo de memória.

    Encerro este texto deixando um forte abraço.

    Boa diversão e até o próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

     FORMAS de memória. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF GRÁTIS contendo:

    • 26 cartas;
    • Instruções de uso.

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  • Desafio da Memória

    Desafio da Memória

    O-lá!!!

    O jogo que eu trouxe como sugestão hoje poderia ser só mais um jogo da memória, popularmente conhecido. Porém, claro que eu coloquei uma pitada a mais! Ai, ai… Por que eu sou assim? Não sei, só sei que sou … Rsrs!  

    Você verá mais detalhes no vídeo que disponibilizei ou na explicação do jogo, mas, para adiantar… Eu coloquei uma Carta Desafio 😉

    Criar um jogo ou fazer a escolha correta pode contribuir muuuito no desenvolvimento de habilidades e/ou potencializar alguma predisposição que a criança já tenha. Sendo assim, os jogos precisam estar presentes no cotidiano escolar. 

    […] há jogos e atividades lúdicas para alcançar objetivos variadíssimos. Só é necessário escolher os mais adequados e colocá-los ao alcance das crianças. […] (BATLLORI, 2009, p. 17).

    O jogo de hoje tem como objetivo contribuir no reconhecimento e diferenciação entre as letras maiúsculas e minúsculas. Estimula a atenção, a percepção, a noção de localização, e, consequentemente, a memória. Ah, leitura e escrita também, claro! 

    Sugestão de uso:

    Distribua para cada jogador duas Cartas Desafio. 

    Espalhe as demais cartas do jogo sobre uma superfície plana. 

    Deixe os jogadores observarem a localização das cartas.

    Vire as cartas com as figuras para baixo. 

    Em seguida, cada jogador em sua vez vira duas cartas e deixa que todos vejam.

    Caso as duas cartas contenham o nome do mesmo alimento, o jogador fica com as duas cartas.

    Caso sejam diferentes, ele pode, se quiser, utilizar a Carta Desafio, porém, precisa escrever o nome da figura sem olhar na carta. Se conseguir, fica com a carta para si. 

    Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    Observação: No transcorrer do jogo, quem encontrar a carta com o nome da figura que o colega escreveu, tira ela fora. 

    É isso! Gostou da adaptação do jogo da memória que eu fiz? Vou amar saber. Então, deixe nos comentários 😉

    Um forte abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 36 cartas (imagens e palavras);
    • 12 cartas Desafio;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Risque os Iguais

    Risque os Iguais

    O-lá!

    Nossa memória é um bem precioso! Indiscutivelmente, ela é fator determinante para termos um desempenho eficiente na aprendizagem. Sempre que estamos diante de um assunto aparentemente novo é automático recorrermos à nossa memória para verificarmos se já temos alguma informação com a qual possamos fazer conexões. Quando já existe conhecimento prévio, a assimilação é mais rápida.

    Porém, um detalhe que muitas vezes não é levado em consideração, é que para termos uma boa memória é essencial que nossos canais de atenção e percepção estejam funcionando eficientemente. Ou seja, os nossos cinco sentidos (tradicionalmente conhecidos olfato, audição, visão, tato e paladar) são fundamentais nesse processo, afinal, não há como lembrar de algo que não foi visto, ouvido ou percebido de alguma forma.

    Ao invés de culpar a sua memória, você precisa treinar o seu aparato sensorial. (MEMORIZANDO informações, 2006, p. 28).

    É importante estimularmos habilidades de atenção e percepção desde a mais tenra idade. Isso refletirá muito na aprendizagem ao longo da vida.

    O jogo que estou compartilhando hoje tem o objetivo de aguçar a atenção e a percepção visual de detalhes (partes de um todo). Além disso, também estimula a coordenação motora fina e a tolerância à frustração. O arquivo digital está gratuito na nossa loja. Gostou, né?! Rsrs!

    Sugestão de Uso:

    Cada jogador precisa ter um tabuleiro e uma canetinha (individualmente).

    Cada um em sua vez joga o dado e observa a figura que foi sorteada, identificando a cor do corpo, mãos, pés e também a posição do olho. Depois, procura e risca uma figura igual lá no seu tabuleiro.

    Se for sorteada uma figura que ele já não tenha mais disponível para riscar, passa a vez para outro jogador. 

    Ganha o jogo quem riscar primeiro todo o seu tabuleiro.

    Finalizo este post manifestando o meu desejo de que você aproveite muuuuito o presente que estou deixando. 

    Um forte abraço e até a próxima quarta 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MEMORIZANDO INFORMAÇÕES. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital GRÁTIS em formato PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Quero Saber

    Quero Saber

    O-lá!!!

    Sabemos que o exercício de ensinar a ler e escrever não pode ficar à mercê de um único método. Precisamos estar abertos às propostas, sem supervalorizar um método e muito menos descartar outro, porque é na subjetividade que cada ser aprendente traz dentro de si que, realmente, vive o jeito no qual ele irá aprender. Ou seja, cabe aos ensinantes aprenderem as diversas teorias para embasar a sua prática, sem jamais deixar de apurar a sua sensibilidade para adequar as propostas a cada sujeito aprendente.

    […] alfabetizar com método: alfabetizar conhecendo e orientando com segurança o processo de alfabetização, o que se diferencia fundamentalmente de alfabetizar trilhando caminhos predeterminados por convencionais métodos de alfabetização. (SOARES, 2016, p. 352, grifo do autor).

    Especificamente no processo de preparar as crianças para estarem aptas à compreensão e interpretação de textos é preciso oferecer diferentes gêneros literários para que elas possam enriquecer o vocabulário e se familiarizar às diversas formas narrativas. Assim, estaremos preparando as crianças para que elas tenham êxito nas práticas sociais de leitura e escrita.

    Sim, estou falando do processo de alfabetização, mas também do letramento.

    Com o jogo que estou propondo hoje, as crianças terão acesso a textos curtos em forma de poema e precisarão encontrar respostas para perguntas… Mas, sinceramente, eu vou ficar aqui na torcida para que, além disso, elas também se divirtam com o embalo e ritmo das rimas!

    Sugestões de uso:   

    Sugestão 1: A criança escolhe uma cartela para ler e depois conta o que entendeu.

    Sugestão 2: Embaralhar as fichas com perguntas. A criança sorteia uma ficha e pega a cartela com o mesmo número. Lê e responde a pergunta da ficha.

    Para concluir este texto quero dizer que eu sou muito feliz com o trabalho que desenvolvo (acredito que isso seja evidente!… Rs) e estou sempre tentando melhorar, mas, por alguns dos jogos, eu tenho um carinho mais especial… No sentido de orgulho mesmo. Às vezes, quando está pronto, eu penso: Nossa, fui eu mesma que criei? Rsrs! Sinto-me assim em relação ao jogo que estou compartilhando hoje. Espero que ele possa contribuir para enriquecer as suas aulas, intervenções, ou que sirva para passatempo e diversão!

    Um forte abraço,

    Sol

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 18 cartelas com textos;
    • 18 fichas com perguntas;
    • 6 fichas em branco para que você possa elaborar perguntas diferentes das que foram propostas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.