Tag: alfabetização lúdica

  • Bate-Bate!

    Bate-Bate!

    O-lá!

    Muitas vezes, quando vemos uma criança fazendo seus primeiros rabiscos, podemos pensar que ela está apenas desenhando formas aleatórias. No entanto, o que parece desorganizado aos nossos olhos pode ser, para a criança, uma tentativa de escrita. Ao segurar o lápis e traçar linhas desordenadas, ela pode acreditar estar escrevendo, transformando aquilo que vê e ouve em símbolos. Esses primeiros rabiscos não são apenas um processo mecânico, mas uma poderosa forma de expressão que conecta a criança ao universo da linguagem.

    Segundo Magda Soares (2022, p. 61, grifo do autor):

    […] as crianças, desde muito pequenas, desenham supondo que estão, assim, ‘escrevendo’. […]

    Este momento, aparentemente simples, revela a fase inicial da alfabetização, na qual o foco não deve estar apenas em formar letras corretas, mas sim em permitir que a criança explore o significado por trás de cada rabisco, de cada tentativa. Durante esse processo, elas se apropriam da ideia de que a escrita é uma forma de expressar o que sentem e pensam. Isso mostra que, muito antes de dominarem as convenções da escrita, as crianças já estão imersas no universo da linguagem.

    Assim, o papel do educador é mediar esse processo de forma sensível, criando oportunidades para que a criança experimente e descubra o ato de escrever, sem a pressão imediata de resultados perfeitos. A alfabetização, afinal, é muito mais sobre abrir portas para o pensamento e a expressão do que apenas ensinar letras.

    Hoje eu trouxe o jogo Bate-bate que pode ser uma excelente ferramenta para os professores, psicopedagogos, enfim todos aqueles que tem como objetivo estimular a alfabetização de uma criança, jovem ou adulto. Vamos ver como utilizar?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as cartas com figuras e as cartas de desafio no centro da mesa, com as imagens e textos virados para baixo;
    2. Se puder, disponibilize uma sineta;
    3. Cada jogador deve receber 5 dados com letras;
    4. Um dos jogadores vira uma carta;
    5. Se for uma carta com figura, os dois jogadores devem, ao mesmo tempo, girar os dados para formar o nome da figura. Se for uma carta de desafio, os jogadores devem formar uma palavra que corresponda ao que foi solicitado;
    6. Aquele que conseguir primeiro bate a sineta;
    7. Se acertou, fica com a carta;
    8. Ganha o jogo quem conquistar mais cartas;
    9. Você ainda pode propor que eles escrevam frases utilizando as palavras formadas.

    É isso! Gostou do que viu por aqui? Vou amar saber 😀

    Um abraço e até mais!

    Referência Bibliográfica:

    SOARES, Magda. Alfaletrar: toda criança pode aprender a ler a a escrever. São Paulo: Contexto, 2022.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 10 dados;
    • 24 cartas com imagens;
    • 12 cartas com desafios;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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    Talvez você queira saber:

    1) É possível utilizar o jogo com crianças que estejam apresentando escrita pré-silábica?
    Sim, é possível. O jogo pode ser adaptado para crianças que estão no início do processo de alfabetização. Para essas crianças, sugiro disponibilizar um banco de palavras, ou seja, uma lista com opções de palavras correspondentes às figuras do jogo. Assim, a tarefa inicial delas será identificar qual das palavras se refere à imagem, utilizando a letra inicial como uma pista. Depois escrevem a palavra usando os dados. Essa abordagem facilita o aprendizado e permite que, com mediação mais próxima, elas associem som, letra e palavra de forma gradual, sem se sentirem sobrecarregadas.

    2) Quais habilidades, além da alfabetização, o jogo ajuda a desenvolver?
    Além de estimular a alfabetização, o jogo também promove o desenvolvimento de várias outras habilidades importantes. Ele trabalha o pensamento lógico, já que traz cartas com desafios. A coordenação motora fina também é desenvolvida à medida que os jogadores manipulam os dados para formar palavras. O jogo incentiva a atenção e concentração, uma vez que as crianças precisam observar as cartas e os dados com rapidez e precisão. Além disso, o formato competitivo e colaborativo do jogo ajuda a desenvolver a resolução de problemas e o trabalho em equipe, se jogado em grupos.

    3) O jogo pode ser utilizado em sala de aula com grandes grupos de crianças?
    Sim, o jogo pode ser utilizado em sala de aula com grupos maiores, mas pode ser necessário fazer algumas adaptações. Uma opção é dividir a turma em pequenos grupos ou duplas para que o jogo flua melhor e todas as crianças possam participar ativamente. Outra possibilidade é utilizar o jogo como uma atividade em estações, onde cada grupo de crianças participa em momentos diferentes, enquanto outras fazem atividades complementares. Assim, todos têm a chance de jogar sem que o grupo fique muito grande, o que pode dificultar a organização e a sua mediação.

  • Trinca de Sílabas

    Trinca de Sílabas

    O-lá!

    A construção da leitura e da escrita é um processo gradual e profundo, que vai além da simples memorização de letras e palavras. Quando uma criança começa a aprender a ler e escrever, ela está desenvolvendo uma série de habilidades cognitivas que lhe permitirão não apenas reconhecer e reproduzir símbolos, mas também compreendê-los e utilizá-los de forma criativa e autônoma.

    Um dos aspectos mais importantes desse processo é a compreensão verdadeira do que se está aprendendo. Quando uma criança compreende o conceito por trás de uma palavra ou de uma regra gramatical, ela está construindo uma base sólida que lhe permitirá resgatar esse conhecimento, mesmo que, em algum momento, ela esqueça o conteúdo específico. Como destacado por Ferreiro e Teberosky (1999, p. 34):

    O importante não é o esquecimento, e sim a incapacidade para restituir o conteúdo esquecido.

    Isso significa que, ao entender profundamente um conceito, a criança pode recuperar esse conhecimento por si mesma, ao invés de depender exclusivamente da memória imediata.

    Esse princípio é fundamental para a prática pedagógica, pois mostra que o objetivo não deve ser a simples memorização de informações, mas sim a internalização dos conceitos, de modo que eles possam ser recuperados e aplicados em diferentes contextos. A ênfase deve estar no desenvolvimento de uma compreensão que permita à criança navegar pelos desafios do aprendizado com confiança e autonomia.

    A alfabetização envolve o aprendizado técnico da leitura e da escrita (codificação e decodificação), mas também o desenvolvimento da capacidade de pensar criticamente, resolver problemas e expressar ideias de maneira clara e coesa. Esses são os pilares que sustentam a educação como um todo e garantem que o aprendizado seja duradouro e significativo.

    Ao proporcionar às crianças experiências de aprendizagem ricas e significativas, que vão além da memorização, estamos não apenas ensinando-as a ler e escrever, mas também a pensar, compreender e criar. Dessa forma, a leitura e a escrita se tornam ferramentas poderosas para a construção de conhecimento e para o desenvolvimento pessoal ao longo de toda a vida.

    Hoje eu trouxe como sugestão o jogo Trinca de Sílabas. E antes que você me pergunte… rsrs, sim, me inspirei no jogo de Trinca, aquele clássico de baralho! Joguei muito com minha mãe… boas lembranças! Mas, claro, adaptei ele para ser um jogo que contribua para a construção da leitura e da escrita, alinhado com tudo o que falei nos parágrafos anteriores.

    Vamos ver como jogar?

    Sugestão de Uso:

    1. Cada jogador recebe três cartas. As cartas restantes devem ser colocadas em uma pilha com as imagens viradas para baixo;
    2. O primeiro jogador começa comprando uma carta da pilha;
    3. Se a carta for útil, ou seja, se puder ser combinada com alguma (ou algumas) das suas cartas, o jogador fica com
      ela e descarta na mesa uma de suas cartas que não precisa;
    4. O próximo jogador pode escolher entre pegar a carta descartada na mesa ou “comprar” uma nova carta da
      pilha;
    5. Caso o jogador “compre” uma carta com imagens de estrelas, ela funciona como uma espécie de coringa. O
      jogador pode utilizá-la para escrever a sílaba que falta e, assim, completar o nome de um animal;
    6. O jogo continua até que um jogador consiga formar o nome de um animal. Esse jogador será o vencedor.

    Gostou do que viu por aqui? Que tal me contar?

    Referência Bibliográfica:

    FERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999

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    • 42 cartas com imagens;
    • 06 cartas coringa;
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    • Instruções de uso.

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    Talvez você queira saber:

    Qual é o número ideal de participantes para jogar “Trinca de Sílabas”?

    O “Trinca de Sílabas” foi pensado para ser jogado por dois ou quatro participantes, proporcionando uma experiência focada e competitiva.

    Quais são as possíveis variações ou adaptações do jogo “Trinca de Sílabas” que podem ser feitas para trabalhar com crianças com necessidades educacionais especiais?

    Uma sugestão é começar explorando as cartas de forma mais acessível. Por exemplo, misture as cartas e coloque-as sobre uma mesa. Em seguida, peça que as crianças, trabalhando em duplas, agrupem as cartas para formar os nomes dos animais. Esse processo de manipulação e exploração inicial das cartas permite que as crianças se familiarizem com as sílabas e as figuras de maneira mais lúdica e colaborativa, facilitando a compreensão e o aprendizado antes de entrarem na dinâmica completa do jogo.

    Quais são os desafios que os educadores podem enfrentar ao introduzir o jogo em sala de aula e como superá-los para garantir a participação ativa de todas as crianças?

    Ao introduzir o Trinca de Sílabas – na verdade, qualquer jogo – na sala de aula, os educadores podem enfrentar alguns desafios, como diferenças nas habilidades dos alunos, distrações durante o jogo ou dificuldades em seguir as regras. Para superar esses obstáculos, é essencial fornecer instruções claras e fazer demonstrações práticas antes de começar, garantindo que todos entendam o funcionamento do jogo. Formar grupos equilibrados em termos de habilidades também pode ser uma estratégia eficaz para promover a participação ativa de todos os alunos.

    Outro ponto importante é incentivar a colaboração e a ajuda mútua entre os estudantes, criando um ambiente de aprendizado mais inclusivo e cooperativo. Monitorar o envolvimento de cada aluno durante o jogo é importante para garantir que todos estejam engajados e se beneficiem da atividade.

    É comum que algumas crianças, especialmente aquelas que não têm muita experiência com jogos, sintam frustração no início, o que pode resultar em reações emocionais, como choro ou desavenças. No entanto, à medida que vão se familiarizando com a dinâmica, elas começam a lidar melhor com essas situações e a participar de forma mais positiva. Esse processo é valioso, pois, além de aprenderem as regras e estratégias do jogo, as crianças também desenvolvem importantes habilidades sociais e emocionais, como paciência, resiliência e cooperação.

    O jogo “Trinca de Sílabas” pode ser utilizado para reforçar o conhecimento prévio das crianças, conectando o conteúdo de alfabetização com outros temas?

    Sim. O jogo pode ser uma ferramenta eficaz para conectar a alfabetização com outros conhecimentos. Por exemplo, ao formar nomes de animais, as crianças podem ser incentivadas a compartilhar o que sabem sobre esses animais, como seus habitats, dietas e características. Essa abordagem interdisciplinar reforça o conhecimento prévio e expande o aprendizado, tornando o jogo uma experiência educativa rica e abrangente.

  • Aplicativo Forme Palavras

    Aplicativo Forme Palavras

    O-láaaa!

    É com muita alegria que compartilho com vocês o lançamento do nosso mais novo app: o “Forme Palavras”!

    A alfabetização é um dos processos mais importantes no desenvolvimento de uma criança, e as ferramentas que utilizamos nesse percurso podem fazer toda a diferença. Com o avanço da tecnologia, temos à nossa disposição recursos que potencializam o aprendizado de forma lúdica e interativa. O “app Forme Palavras” foi desenvolvido exatamente com esse propósito: ser uma ferramenta prática e acessível, que apoia o processo de alfabetização ao aliar tecnologia ao ensino de palavras de maneira envolvente e direta.

    Sabemos que o uso adequado de recursos digitais pode ser um grande aliado no processo educativo, despertando o interesse das crianças e oferecendo novas formas de aprender. No entanto, o aprendizado se torna mais completo quando associado a práticas essenciais, como a escrita manual, que não só desenvolve habilidades motoras, mas também ativa áreas específicas do cérebro, promovendo uma internalização mais profunda do conhecimento

    Como destacou Celso Antunes (2003, p. 18):

    Os estímulos são o alimento das inteligências. Sem esses estímulos, a criança cresce com limitações e seu desenvolvimento cerebral fica extremamente comprometido.

    Por isso, ao combinar o uso de aplicativos educativos com atividades de escrita manual, proporcionamos à criança um aprendizado mais equilibrado e eficaz.

    Sugestões de Uso:

    O app é simples e intuitivo, com dois níveis que se adaptam à progressão da criança no processo de alfabetização:

    • Nível 1: A criança forma palavras de duas ou três sílabas, proporcionando uma base sólida no reconhecimento e formação de palavras simples.
    • Nível 2: O desafio aumenta com palavras que envolvem sílabas simples e complexas, ajudando a criança a avançar de forma gradual e eficaz.

    Após jogar com o app, sugerimos um exercício complementar: peça à criança para lembrar e escrever o nome de objetos ou animais que viu no jogo. Esse exercício ajuda a reforçar a memória, o aprendizado das palavras e a prática da escrita.

    Estamos muito felizes com essa novidade e mal podemos esperar para saber o que você achou do nosso app! Ele já está disponível na Google Play Store e pode ser utilizado tanto em celulares quanto em tablets Android.

    Referência Bibliográfica:

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

     

    Clique no link abaixo para adquirir o “Aplicativo Forme Palavras” para celulares e tablets Android na loja Google Play.

    O app apresenta 120 figuras diferentes (60 em cada nível), distribuídas aleatoriamente em cada jogada, garantindo variedade e mantendo o interesse da criança.

    • Nível 1: A criança forma palavras de duas ou três sílabas simples.
    • Nível 2: O desafio aumenta com palavras que envolvem sílabas simples e complexas.

    Qualquer dúvida , entre em contato.

    Talvez você queira saber:

    O app oferece algum tipo de feedback para as crianças durante o jogo?
    Sim, o app oferece feedback visual e sonoro. Quando a criança acerta a sílaba, um círculo na parte superior da tela fica verde; se erra, o círculo fica vermelho. Além disso, a palavra correta é exibida na tela.

    Existe uma versão para iOS ou está disponível apenas para dispositivos Android?
    No momento, o app está disponível apenas para dispositivos Android. Se você gostaria de uma versão para iOS, por favor, manifeste seu interesse nos comentários abaixo.

    O “Forme Palavras” pode ser usado por crianças com necessidades educacionais especiais? Se sim, como o app atende a essas necessidades?
    Com certeza! O app foi projetado com botões grandes e utiliza imagens reais, evitando estereótipos, justamente para atender às necessidades de todas as crianças.

    O app exige conexão à internet para funcionar ou pode ser usado offline?
    Após baixar o jogo, ele pode ser usado offline.

    O pagamento do app “Forme Palavras” é único ou há uma mensalidade?
    O pagamento é único.

    Há alguma recomendação de idade ou série escolar específica para o uso do app?
    Prefiro não sugerir uma idade ou série específica. O app é indicado para qualquer criança, jovem ou adulto em processo de alfabetização. O ideal é que o profissional ou responsável assista ao vídeo e leia as informações disponíveis para verificar se o jogo é suficientemente desafiador para o aprendente.

    Se ficou com alguma dúvida, você pode deixar um comentário ou entrar em contato.

     

  • Combine os Sons

    Combine os Sons

    O-lá!

    A consciência fonológica é um dos principais alicerces para o desenvolvimento eficiente da leitura e escrita. Trata-se da habilidade de perceber, identificar e manipular os sons que compõem as palavras. É essencial para o domínio do princípio alfabético.

    O desenvolvimento da consciência fonológica inclui várias habilidades. Dentre elas estão: reconhecer rimas, segmentar palavras em sílabas, identificar sons iniciais e finais, e, também, entender que as palavras são compostas por sons menores , os fonemas.

    A importância desse desenvolvimento não pode ser subestimada. Quando as crianças compreendem que os sons da fala são representados por letras, elas dão um passo fundamental para a alfabetização. Como destacado por ADAMS et al. (2006, p. 18):

    Antes que possam ter qualquer compreensão do princípio alfabético, as crianças devem entender que aqueles sons associados às letras são precisamente os mesmos sons da fala.

    Sem essa compreensão, o aprendizado da leitura e escrita torna-se um desafio muito maior. Além disso, uma instrução adequada que fomente a consciência fonológica pode prevenir possíveis dificuldades de aprendizagem. Crianças que não desenvolvem essa habilidade de forma eficaz podem enfrentar obstáculos significativos na alfabetização, o que pode levar a frustrações e dificuldades acadêmicas persistentes que poderiam ser evitadas.

    Ao promover atividades que incentivem a consciência fonológica desde cedo, estamos preparando as crianças para um caminho mais tranquilo e eficiente na jornada da leitura e da escrita. O bacana é que podemos fazer isso de forma lúdica. O recurso “Combine os Sons” é uma ótima opção. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestões de Uso:
    1. Comece instigando a criança a descobrir qual figura está escondida.
    2. Como pista, peça para a criança dizer o nome das duas figuras que aparecem em destaque, segmentando-as em partes/sílabas. Logo abaixo de cada figura, há círculos. O círculo preenchido embaixo de cada figura indica qual parte/sílaba ela deve usar para tentar descobrir o nome da figura escondida. Por exemplo: na figura da LUVA, o primeiro círculo está preenchido; na figura do PATO, o primeiro círculo também está preenchido. Portanto, se a criança unir a sílaba LU com a sílaba PA, formará a palavra LUPA.
    3. Depois que a criança der seu palpite oralmente, revele a figura escondida.
    4. Por fim, peça para ela escrever o nome da figura. Dessa forma, você estimula primeiro a consciência fonológica e, em seguida, a prática da escrita.

    Gostou do que viu por aqui? Que tal me contar?

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ADAMS, Marilyn Jager; et al. Consciência fonológica: em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    • 24 desafios (veja o vídeo para entender melhor);
    • Instruções de uso.

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    Talvez você queira saber:

    Quais estratégias você utilizaria para adaptar o jogo a diferentes níveis de habilidades das crianças?

    Para adaptar o jogo “Combine os Sons” a diferentes níveis de habilidades, começaria com palavras de duas sílabas, focando na combinação de sons iniciais. Após a criança demonstrar sucesso, avançaria para sons finais e, em seguida, introduziria palavras com três sílabas ou mais, trabalhando a percepção dos sons mediais, que são mais complexos de serem identificados. Essa abordagem gradual não só desenvolve a confiança da criança, mas também aprimora a compreensão fonológica, ajustando o desafio conforme a capacidade individual. Essa progressão é essencial para garantir um aprendizado eficaz em alfabetização infantil.

    Quais desafios você encontrou ao utilizar o jogo e como os superou?

    Um dos desafios foi garantir que todas as crianças compreendessem o conceito de segmentação de sílabas. Para superar isso, comecei a usar exemplos mais simples e atividades de preparação antes de introduzir o jogo, como pedir que a criança colocasse o dedo sobre os círculos para cada emissão de uma parte/sílaba da palavra. Também brincamos de bater uma palma para cada parte/sílaba das palavras.

    Quais outras atividades poderiam complementar o uso do jogo “Combine os Sons” para fortalecer a consciência fonológica?

    Para complementar o jogo “Combine os Sons” e fortalecer a consciência fonológica, considere incluir brincadeiras com rimas, jogos de segmentação de palavras em sílabas e fonemas, e leitura de livros infantis com ênfase na sonoridade das palavras. Essas atividades, combinadas, oferecem uma abordagem integrada para o desenvolvimento fonológico infantil.

    Este jogo pode ser utilizado por adolescentes e adultos em processo de alfabetização?

    Sim, o jogo “Combine os Sons” também pode ser uma ferramenta eficaz para adolescentes e adultos em processo de alfabetização. Embora tenha sido inicialmente desenvolvido para crianças, as atividades de segmentação e manipulação de sílabas que ele promove são essenciais para qualquer pessoa que esteja em processo de alfabetização. Além disso, não há imagens infantilizadas ou estereotipadas. Isso torna o jogo uma opção versátil para trabalhar a consciência fonológica em diferentes idades, ajudando tanto crianças quanto adolescentes e adultos a fortalecerem suas habilidades de alfabetização de maneira lúdica e envolvente.

    Ficou com alguma dúvida? Deixei comentário ou entre em contato.

  • Charadinhas

    Charadinhas

    O-lá!

    Hoje vamos falar um pouco sobre a separação frequente que é feita entre alfabetização e letramento. Topa?

    A alfabetização e o letramento são frequentemente discutidos como se fossem processos distintos. No entanto, para promover uma compreensão plena e funcional da linguagem escrita, é fundamental que esses processos sejam integrados desde o início da vida escolar das crianças.

    Conforme Magda Soares (2021, p. 144):

    A discussão de alfabetização e letramento em dois tópicos […], pode suscitar a ideia de que são componentes da introdução da criança no mundo da escrita a serem desenvolvidos separadamente. Mas não deve ser assim.

    Separar alfabetização e letramento pode resultar em uma educação fragmentada, em que as crianças desenvolvem habilidades técnicas de leitura e escrita sem entender seu uso prático e social, ou vice-versa. Por isso, é importante abordar esses processos de forma integrada. As crianças devem aprender a ler e a escrever ao mesmo tempo em que são expostas a práticas de letramento, que lhes mostram de que maneira essas habilidades são aplicadas no mundo real.

    Um ambiente de aprendizagem rico em letramento proporciona às crianças inúmeras oportunidades de interação com a linguagem escrita. Contar histórias, ler livros, escrever e-mails, mensagens, e explorar diferentes tipos de textos são atividades que não apenas ensinam a leitura e a escrita, mas também demonstram sua relevância e funcionalidade. Assim, as crianças percebem que ler e escrever não são apenas tarefas escolares, mas ferramentas essenciais para a comunicação e a expressão pessoal.

    O jogo que eu trouxe hoje, “Charadinhas”, é uma excelente forma de integrar alfabetização e letramento. As charadinhas incentivam as crianças a pensar de forma criativa e crítica, além de explorar a linguagem de uma maneira divertida e envolvente.

    Sugestão de Uso:

    Disponibilize uma tabela gabarito.

    1. Peça que a criança escolha uma carta e leia a charadinha;
    2. Ela tenta responder a charadinha. Caso ela não consiga, entregue uma pista, que é uma carta que tem o mesmo número. Na imagem, está a resposta, mas não está explícita. Ela precisa identificar e escrever o nome da figura que é condizente com a resposta;
    3. Após, confere a resposta com a pista 2 – deixada na margem inferior da carta. Ou seja, procura na tabela os números que estão nas cartas e escrevem as letras que estão nos respectivos quadros;
    4. Lê a palavra que formou.

    É isso! Gostou da ideia?

    Um abraço e até a próxima!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2021.


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    • 24 cartas com charadas;
    • 24 cartas com imagens;
    • 01 gabarito;
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  • Álbum de Palavras

    Álbum de Palavras

    O-lá!

    No processo de alfabetização, os erros ortográficos são uma parte natural do aprendizado. A maneira como lidamos com esses equívocos é que pode afetar positiva ou negativamente a autoconfiança e o interesse das crianças pela escrita.

    Carraher (1986) apud Zorzi (1998, p. 22) ressalta que:

    Chama a atenção para os perigos da insistência exagerada na correção ortográfica quando a criança está iniciando a aprendizagem, uma vez que dominar a escrita não se limita a saber escrever palavras corretamente.

    Essa observação é importante para entendermos que a insistência excessiva na correção pode gerar ansiedade e desmotivação.

    Uma estratégia eficaz é proporcionar às crianças oportunidades de escrever livremente e, posteriormente, revisar seus trabalhos utilizando um gabarito. Isso permite que elas identifiquem e corrijam seus próprios erros, promovendo a autoavaliação e evitando o constrangimento de serem corrigidas a todo momento. Por exemplo, após uma atividade de escrita, ofereça um gabarito com a ortografia correta das palavras utilizadas. A criança pode, então, revisar seu texto de forma independente, refletindo sobre sua hipótese de escrita. Você pode intervir de acordo com as dúvidas que surgirem.

    Além disso, é importante criar um ambiente acolhedor e encorajador, onde as crianças se sintam seguras para explorar e experimentar a escrita. Evitar a correção imediata e constante ajuda a construir um relacionamento positivo com a aprendizagem, incentivando a criatividade e a expressão pessoal.

    O Álbum de Palavras, que trago hoje, é excelente para isso. Veja abaixo a sugestão de uso:

    Sugestão de Uso:

    1. A criança escolhe uma figura.
    2. Forma a palavra conforme sua hipótese de escrita.
    3. Em seguida, confere no gabarito.

    Viu que bacana? Desta forma, trabalhamos confiança e autonomia, transformando erros em oportunidades de crescimento e aprendizado.

    Um abraço e até a próxima! 😉

    P.S. Este recurso foi desenvolvido porque recebemos muitas mensagens pedindo uma versão de “palavras” do nosso Álbum de Frases. Espero que vocês gostem. 🙂

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ZORZI, Jaime Luiz. Aprender a escrever: a apropriação do sistema ortográfico. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

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    • 25 figuras e letras;
    • 01 embalagem;
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  • Álbum de frases

    Álbum de frases

    O-lá!

    Durante o processo de alfabetização, as crianças enfrentam diversos desafios, e um deles é a segmentação das palavras, ou seja, aprender a escrever frases e textos colocando os devidos espaços entre as palavras. Muitas vezes, elas acabam juntando palavras que deveriam estar separadas ou separando o que deveria estar junto. Essas confusões são comuns e fazem parte do aprendizado. Então, vamos entender por que isso acontece e como podemos ajudar as crianças a superarem esses desafios?

    Segundo Jaime Luiz Zorzi (1998, p. 60):

    Na escrita alfabética, a separação das palavras por meio de espaços em branco implica o conhecimento convencional da grafia das mesmas e também de alguma noção do que possa ser uma palavra.

    Isso significa que, além de aprender a grafia correta, a criança precisa desenvolver uma compreensão clara do que constitui uma palavra distinta.

    Por isso, uma habilidade fundamental no desenvolvimento da escrita é a consciência de palavras, que é a capacidade de reconhecer que as frases são compostas por unidades menores chamadas palavras. Esta habilidade é importante para que as crianças aprendam a segmentar as palavras corretamente durante a escrita e pode ser iniciada já na educação infantil, por volta dos 4,5 anos. Estudos mostram que trabalhar a consciência fonológica, incluindo a consciência de palavras, desde cedo contribui significativamente para o sucesso na alfabetização. Atividades lúdicas e interativas que envolvem rimas, canções e jogos de palavras são eficazes para promover essa habilidade nas crianças. 

    Quando a criança ainda não tem bem desenvolvida a consciência de palavras, podem ocorrer:

    • Hipersegmentação: quando a criança separa indevidamente uma palavra em partes menores. Por exemplo, a palavra “naquele” pode ser escrita como “na quele”.
    • Hiposegmentação: quando a criança escreve menos separações do que o necessário. Por exemplo, “ele estava ali” pode ser escrito como “eleestava ali”.

    Com o desenvolvimento da consciência de palavras e a prática na escrita de frases e textos, essas dúvidas são resolvidas. A leitura regular e a prática da escrita ajudam as crianças a internalizarem as regras de segmentação das palavras.

    É importante lembrar que cada “equívoco” é uma oportunidade de aprendizagem e uma parte essencial do caminho para a alfabetização completa.

    Hoje eu trouxe o jogo Álbum de Frases. Ele é interessante porque já contribui para que a criança perceba que cada palavra foi escrita em um quadro do álbum. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestão de uso:

    1. A criança escolhe uma personagem e precisa virar as demais cartas do álbum para formar uma frase coerente.
    2. Após isso, para contribuir na internalização dos espaços entre as palavras, é importante transcrever a frase para um caderno.

    Importante: O arquivo PDF com o recurso “Álbum de Frases” estará disponível gratuitamente no nosso site até esta quinta-feira (11/07/2024). Uhuuu!

    É isso! Espero que você goste!

    Um abraço e até o próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ZORZI, Jaime Luiz. Aprender a escrever: a apropriação do sistema ortográfico. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 10 personagens com possibilidade de formar diversas frases (veja o vídeo para uma melhor compreensão);
    • Instruções de uso.

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  • Descubra e Desenhe

    Descubra e Desenhe

    O-lá!

    A aprendizagem é um processo complexo que exige, claro, interesse, necessidade e vontade de aprender. No entanto, para que o aprendizado seja efetivo, é importante que o aprendiz tenha acesso a situações adequadas –  tanto internas quanto externas. A integridade do corpo e da mente, junto com uma exposição rica e organizada de estímulos, é fundamental para que a criança desenvolva habilidades cognitivas, motoras e sociais de maneira equilibrada.

    Conforme destacado por Sara Pain (1973) apud Newra Tellechea Rotta (2007, p. 115),

    […] para o estabelecimento da situação de aprendizagem, é necessário que se encontrem situações adequadas internas e externas. As primeiras relacionadas com o próprio corpo, com a integridade anatomofuncional, cognitiva com a estruturação e organização dos estímulos. Já as situações externas estão relacionadas com o campo dos estímulos.

    Nesse contexto, eu trouxe como sugestão o jogo “Descubra e Desenhe”, especialmente desenvolvido para estimular a alfabetização, atenção, percepção, coordenação motora fina e a criatividade das crianças. Este jogo proporciona uma experiência lúdica e interativa, que engaja as crianças de forma divertida enquanto elas aprendem.

    Durante o jogo, as crianças são desafiadas a prestar atenção a detalhes específicos, identificar padrões e seguir instruções. Isso melhora a capacidade de concentração e foco, habilidades essenciais para o sucesso acadêmico e pessoal. Ele também envolve tarefas que estimulam a percepção visual, como identificar diferenças entre imagens. Essas atividades ajudam a refinar as habilidades sensoriais e perceptivas, contribuindo para um desenvolvimento cognitivo mais completo.

    Ao combinar elementos que estimulam a alfabetização, atenção, percepção, coordenação motora fina e criatividade, o jogo cria um ambiente rico em estímulos que favorece o aprendizado de maneira natural e prazerosa.

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico);
    2. A criança deve observar com atenção a primeira figura na margem inferior da página;
    3. Em seguida, oriente a criança a procurar qual sílaba está escrita nesta mesma figura que está na tabela acima e escrevê-la (sobre o plástico) com uma canetinha;
    4. Repita isso com as demais figuras;
    5. Após formar a palavra, a criança deve lê-la e desenhar o objeto que formou;
    6. Após o uso, pode apagar as marcações feitas sobre o plástico com uma flanela.

    É isso! Estimular a aprendizagem de forma lúdica é essencial para o desenvolvimento integral das crianças. Você gostou do jogo?

    Um abraço e até a próxima… Hehe!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea. Dificuldades para a aprendizagem. In: ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2007.

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    • 30 páginas;
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  • Bingolavras

    Bingolavras

    O-lá!

    A alfabetização é um dos pilares fundamentais na formação integral de uma criança. Não se trata apenas de ensinar a ler e a escrever, mas de abrir portas para um universo de conhecimentos, habilidades e competências que serão essenciais ao longo de toda a vida.

    Conforme Magda Soares (2003):

    Alfabetizar não é apenas ensinar a ler e a escrever, é ensinar a pensar, refletir, criticar e intervir.

    Essa visão amplia nosso entendimento sobre o papel da alfabetização na educação. Através da alfabetização, as crianças desenvolvem a capacidade de compreensão e expressão, o que lhes permite participar de forma ativa e crítica na sociedade. Esse processo é essencial não apenas para o sucesso acadêmico, mas também para a formação de indivíduos conscientes e engajados com o mundo ao seu redor.

    Além disso, a alfabetização fortalece o vínculo com a cultura e a identidade, já que a leitura e a escrita são formas de preservar e transmitir conhecimentos e valores culturais.

    Portanto, investir na alfabetização é investir no futuro das nossas crianças e, consequentemente, no futuro da nossa sociedade. É necessário garantir que todas as crianças tenham acesso a uma educação de qualidade, que valorize o processo de alfabetização como um todo, respeitando as particularidades e ritmos de aprendizagem de cada uma.

    Uma excelente maneira de contribuir para o processo de alfabetização das crianças é através de jogos educativos, como o Bingolavras, que tornam o aprendizado lúdico e atendem à necessidade das crianças de aprender de forma divertida e envolvente.

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as cartas com figuras em um saco.
    2. Cada criança deve ter sua cartela e marcadores (bolinhas de papel reciclável, pedrinhas, miçangas, botões…).
    3. Sorteie uma figura. As crianças precisam procurar e marcar, caso tenham, o nome da figura em suas cartelas.
    4. Ganha o jogo quem completar primeiro toda uma cartela.

    Este jogo não só torna o processo de aprendizagem divertido e interativo, mas também ajuda a fixar o conhecimento de uma forma lúdica e agradável.

    É isso, gente! A alfabetização, como bem ressaltou Magda Soares (2003), é um processo complexo e contínuo que requer dedicação, paciência e, acima de tudo, amor. É por meio desse processo que construímos uma base sólida para o desenvolvimento integral das nossas crianças, preparando-as para os desafios e oportunidades que encontrarão ao longo de suas vidas. Se conseguirmos deixar este processo mais lúdico, com certeza, será mais suave e as crianças levarão para a sua vida boas lembranças destes momentos.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    SOARES, Magda. Alfabetização e Letramento. São Paulo: Contexto, 2003.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 30 cartelas com palavras;
    • 24 cartas com imagens;
    • 01 embalagem;
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  • Bingossílabas

    Bingossílabas

    O-lá!

    A alfabetização é um processo complexo que se constrói sobre a base de múltiplas habilidades. Para um adulto alfabetizado, pode parecer uma tarefa simples, mas a jornada de aprendizado de uma criança é construída através de várias etapas importantes.

    Como destacado por Artur Gomes de Morais (2022, p. 77):

    Os educadores necessitam ter acesso às evidências de pesquisas que investigam como as crianças e os jovens aprendem.

    Algumas das habilidades importantes no processo de alfabetização incluem:

    • Linguagem Oral: Desenvolvimento da capacidade de comunicar e entender a linguagem falada.
    • Orientação Espacial: Habilidade de entender conceitos como em cima, embaixo, à direita e à esquerda, essencial para a orientação correta da leitura e para diferenciar letras visualmente similares (b/d/, p/q).
    • Coordenação Motora Fina: Habilidade necessária para a escrita, envolvendo o uso preciso dos músculos das mãos.
    • Organização Espacial e Sequencial: Importante para entender a ordem das letras, palavras e a disposição visual do texto.
    • Percepção Visual: Capacidade de reconhecer e diferenciar letras e outros símbolos visuais.
    • Atenção: Permite que a criança se concentre nas letras, palavras e frases durante a leitura e a escrita, facilitando o reconhecimento e a memorização.
    • Noção Temporal: Compreensão de sequências temporais, crucial para entender histórias e eventos em textos.
    • Memória de Trabalho: Capacidade de reter e manipular informações de forma breve durante tarefas cognitivas.
    • Consciência Fonológica: Habilidade de manipular conscientemente os sons da fala.

    Dentro desse contexto educativo multifacetado, o Bingossílabas emerge como uma ferramenta valiosa. Este jogo incentiva as crianças a praticarem a escuta ativa dos sons das palavras e a identificarem sílabas simples, tornando a aprendizagem uma experiência divertida e enriquecedora. Além, claro, de estimular algumas habilidades destacadas anteriormente, tais como: a orientação espacial, a atenção, a percepção, a memória de trabalho, a coordenação motora fina e a consciência fonológica. Então vamos logo saber como utilizar?

    Sugestão de uso:

    1. Coloque as cartas com figuras em um saco.
    2. Cada criança deve ter sua cartela e marcadores (bolinhas de papel reciclável, pedrinhas, miçangas, botões…).
    3. Sorteie uma figura e fale seu nome. Peça que as crianças separem a palavra em sílabas/pedaços.
    4. O círculo preenchido, localizado logo abaixo da figura, indica qual sílaba/pedaço deve ser procurado nas cartelas. Exemplo: Na carta que tem a figura de uma Berinjela, o terceiro círculo está preenchido. Isso indica que, aquele que tiver a sílaba “JE” em sua cartela, deve marcá-la.
    5. Ganha o jogo quem completar primeiro toda uma cartela.

    É isso! Gostou do que viu por aqui hoje? Vou ficar muito feliz em saber sua opinião. 

    Um abraço e até o próximo jogo… Hehe!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MORAIS, Artur Gomes de. Consciência fonológica na educação infantil e no ciclo de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2022

     

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    • 24 cartas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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