Tag: consciência fonológica

  • Par Sonoro

    Par Sonoro

    O-lá!

    Toda palavra tem um som, um ritmo e uma forma de se mover na boca. Quando as crianças escutam, repetem e brincam com as palavras, elas estão descobrindo como a língua funciona. É nesse jogo entre o som e o sentido que começa a nascer a consciência fonológica, uma habilidade essencial para compreender que a fala pode ser representada pela escrita.

    Ao brincar com sílabas, rimas e sons iniciais, as crianças aprendem a perceber que as palavras são formadas por partes menores e que esses pedaços sonoros se organizam de maneira significativa. Essa percepção, construída de forma lúdica e espontânea, cria as bases para o desenvolvimento da leitura e da escrita.

    Como explica Artur Gomes de Morais (2022, p. 23):

    […] a escola pode direcionar a reflexão das crianças, ajudando-as, por exemplo, a ver que palavras que começam (ou terminam) de modo parecido quando falamos tendem a ser escritas com as mesmas letras. Não vemos ganho em deixar nossos alunos terem que descobrir isso sozinhos.

    E é justamente nessa direção que entra o olhar do educador e, de modo muito especial, o olhar do psicopedagogo. Afinal, algumas crianças precisam de um acompanhamento mais individualizado para desenvolver essa escuta atenta e compreender melhor a relação entre som e escrita.

    Pensando nisso, nasceu o jogo “Par Sonoro”. Um recurso lúdico que estimula a consciência fonológica por meio da brincadeira com sílabas, rimas e sons iniciais.

    Veja algumas habilidades estimuladas:

    • Consciência fonológica, envolvendo diferentes níveis, como: Consciência de aliteração, ao identificar palavras que começam com o mesmo som. Consciência de rima, ao perceber palavras que terminam de modo semelhante. Consciência de quantidade silábica, ao comparar e identificar palavras com o mesmo número de sílabas;
    • Percepção auditiva: ao discriminar sons semelhantes e diferentes nas palavras;
    • Atenção e concentração: ao ouvir atentamente para perceber o som inicial, final ou a estrutura sonora das palavras;
    • Memória de trabalho: ao reter informações sonoras para realizar as associações corretas;
    • Pensamento lógico e flexibilidade cognitiva: ao refletir sobre as relações entre fala e escrita e adaptar estratégias conforme o desafio;
    • Reconhecimento das correspondências entre sons e letras: passo fundamental no processo de alfabetização.Reconhecimento das correspondências entre sons e letras: passo fundamental no processo de alfabetização.

    Sugestão de uso:

    1. Coloque o tabuleiro no centro da mesa e espalhe as cartas com as figuras viradas para baixo.
    2. Cada criança, na sua vez, joga o dado e avança com o seu peão até a próxima casa da mesma cor sorteada. Ao chegar, diz em voz alta o nome da figura indicada no tabuleiro e vira uma carta da mesa, seguindo a regra correspondente à cor da casa:
    • Casa rosa: deve procurar outra carta cujo nome comece com o mesmo som inicial da figura de referência (aliteração);
    • Casa amarela: deve procurar uma carta cujo nome rime com o nome da figura de referência;
    • Casa azul: deve procurar uma carta cujo nome tenha a mesma quantidade de sílabas da figura de referência.
    1. Se a criança virar uma carta que não forme o par sonoro esperado, ela retorna o peão para a casa em que estava antes da jogada.
    2. Ganha o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro.

    Observação:
    O jogo pode ser realizado de forma totalmente oral ou, conforme o nível das crianças, incluir o registro escrito. À medida que os pares forem formados, as crianças podem escrever os nomes das figuras, favorecendo a reflexão sobre a relação entre som e escrita. Ah, o arquivo PDF com este jogo está gratuito na nossa loja. Bom demais, né?

    É isso! Ah, o arquivo PDF com este jogo está gratuitoooo! Gostou?

    Espero que o “Par Sonoro” desperte muitas descobertas, risadas e bons momentos de aprendizagem. Que ele contribua não apenas para desenvolver habilidades importantes, mas também para aproximar ainda mais as crianças do prazer de ouvir, pensar e brincar com os sons das palavras.

    Referência Bibliográfica:

    MORAIS, Artur Gomes de. Consciência fonológica na educação infantil e no ciclo de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2022

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    • 15 cartas com figuras;
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  • Trilha das Vogais

    Trilha das Vogais

    O-lá!

    Quando a gente já sabe ler e escrever, parece tudo tão simples…
    A letra representa o som, o som vira palavra, a palavra vira texto. Pronto.

    Mas, para a criança, esse caminho não é nada óbvio.

    A nossa fala é contínua, rápida e automática. Quando conversamos, não pensamos: “Agora falei um som, depois outro, depois outro…” Nós pensamos no significado, na ideia, na emoção.

    Por isso, perceber que as palavras são formadas por pequenos sons é um grande desafio. Esses pequenos sons são chamados de fonemas. E a capacidade de percebê-los, identificá-los e separá-los recebe o nome de consciência fonêmica.

    As pesquisas mostram que muitas crianças não desenvolvem essa habilidade sozinhas. Sem uma mediação intencional, uma parte significativa delas encontra dificuldades para aprender a ler e escrever.

    Não é falta de esforço.
    Não é desinteresse.
    Não é falta de inteligência.
    É falta de oportunidade de olhar para a língua “por dentro”.

    A criança precisa aprender a ouvir o que antes passava despercebido. Ela precisa descobrir que “casa” tem partes sonoras, que “bola” começa com um som específico, que “mala” e “mapa” têm algo em comum. E isso se constrói aos poucos.

    Do simples ao complexo! Uma boa ideia é começar pelas vogais. Como já afirmava Maria Montessori:

    […] começamos pelas vogais, apresentando, em seguida, as consoantes […] (MONTESSORI, 1965, p. 198)

    Explico o motivo… Elas são:

    ✔ mais fáceis de perceber;
    ✔ mais presentes nas palavras;
    ✔ mais prolongáveis na fala;
    ✔ mais acessíveis para a criança ouvir e reproduzir.

    Quando trabalhamos as vogais, estamos abrindo a porta para que a criança comece a escutar os sons com atenção.

    Alfabetizar inclui ensinar a escutar.

    Muito antes de pedir que a criança escreva, leia ou copie, precisamos ajudá-la a desenvolver um olhar (e um ouvido) atento para a língua. E, quando respeitamos esse processo, a alfabetização deixa de ser um sofrimento e passa a ser uma construção segura, leve e possível.

    Pensando em tudo isso, hoje eu trago uma sugestão muito especial: o jogo Trilha das Vogais.

    Ele foi pensado justamente para contribuir com esse momento tão importante da alfabetização: ajudar a criança a perceber os sons das vogais e relacioná-los às palavras.

    Durante o jogo, a criança é convidada a:

    • Ouvir com atenção;
    • identificar o som inicial das palavras;
    • relacionar figuras, sons e letras;
    • refletir sobre as vogais de forma natural e divertida.

    Sem pressão.
    Sem excesso de cobrança.
    Com brincadeira, envolvimento e significado.

    Vamos ver como utilizar?

    Sugestão de uso:

    1. Coloque o tabuleiro sobre uma superfície plana e as cartas dentro de uma sacola.
    2. Cada criança, na sua vez, pega uma carta da sacola, diz com qual som inicia o nome da figura e, em seguida, coloca a carta na vogal correspondente.
    3. Após isso, anda com seu peão no tabuleiro a quantidade de casas que consta na carta.
    4. Ganha o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro.

    💡 Dica

    Para contribuir na aprendizagem, peça que as crianças escrevam os nomes das figuras após o jogo. Pesquisas apontam a importância da escrita à mão para a aprendizagem, pois ela ativa áreas importantes do cérebro.

    É isso! Gostou do que viu por aqui?

    A Trilha das Vogais transforma o treino auditivo em experiência lúdica. E, aos poucos, aquilo que antes passava despercebido começa a fazer sentido. Porque, quando a criança aprende brincando, ela aprende de verdade.

    E nós, educadores e famílias, seguimos fazendo o melhor com o conhecimento que temos, oferecendo caminhos seguros para que cada criança construa sua relação com a leitura e a escrita no seu tempo.

    Vou ficando por aqui.
    Até o próximo post! 💛

    Referência Bibliográfica:

    MONTESSORI, Maria. Pedagogia científica. São Paulo: Flamboyant, 1965.

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  • Qual Palavra Dá?

    Qual Palavra Dá?

    O-lá!

    Já não é mais possível negar que uma consciência fonológica bem desenvolvida contribui de forma significativa para a aprendizagem da leitura, não é mesmo? Diversas pesquisas corroboram com esta afirmação: quanto mais à vontade a criança manipula conscientemente os fonemas, mais rapidamente aprende a ler e a escrever.

    Segundo Artur Gomes de Morais (2022, p. 125, grifo do autor):

    […]Para sair de uma hipótese pré-silábica e começar a ‘fonetizar a escrita’ (desde o início da etapa silábica até a alfabética), a criança lança mão de várias habilidades de consciência fonológica que vai desenvolvendo.

    Hoje eu trouxe um jogo que dialoga diretamente com essas pesquisas. O “Que Palavra Dá?” foi elaborado com base em princípios da alfabetização que valorizam a consciência fonológica, a correspondência fonema-grafema e a construção significativa da leitura e da escrita.

    Este jogo estimula:

    • Consciência silábica e fonema-grafema: ao identificar e combinar sílabas iniciais para formar palavras.
    • Atenção, memória e pensamento lógico: ao selecionar e organizar as sílabas na ordem correta.
    • Expressão oral e interação social: ao ler em voz alta as palavras formadas e compartilhar com colegas em situações de jogo.

    Sugestão de uso:

    1. Coloque o tabuleiro em uma superfície plana.
    2. As cartas devem ficar em uma pilha.
    3. Se possível, disponibilize uma ampulheta (30 segundos ou 1 minuto, conforme a realidade do grupo). Se não houver, utilize um cronômetro.
    4. Cada criança, na sua vez, vira uma carta da pilha, fala em voz alta os nomes dos animais e, a partir de suas sílabas iniciais, tenta descobrir qual palavra pode formar. Em seguida, dentro do tempo estipulado, procura essa palavra no tabuleiro.
    5. Se conseguir, fica com a carta; caso contrário, coloca de volta na pilha.
    6. Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    É isso! Gostou do que viu por aqui? Vou ficar muito feliz se você me contar suas impressões.

    Um abraço e até o próximo post.

    Referência Bibliográfica:

    MORAIS, Artur Gomes de. Consciência fonológica na educação infantil e no ciclo de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2022

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    Talvez você queira saber:

    1. Quantas crianças podem jogar ao mesmo tempo sem que a atividade perca o foco pedagógico?
    O ideal é jogar em duplas. Assim, cada uma tem oportunidade de participar, esperar a sua vez e manter a atenção no processo. Grupos muito grandes podem dispersar e dificultar o acompanhamento do adulto.

    2. O jogo pode ser utilizado em casa pelos pais ou é mais indicado para contextos escolares?
    Pode ser utilizado em ambos! Em casa, os pais encontram no jogo uma forma lúdica de apoiar a alfabetização, tornando o momento leve e divertido. Na escola, o professor pode usar o recurso de forma planejada, dentro de atividades coletivas ou em atendimento a pequenos grupos.

    3. De que forma posso avaliar se a criança está realmente aprendendo com o jogo?

    A observação é a principal ferramenta: notar se a criança identifica mais facilmente as sílabas iniciais, se consegue combinar e formar palavras com autonomia  e se participa de forma mais ativa. A evolução aparece tanto na rapidez com que encontra as palavras quanto na segurança ao falar e ler em voz alta.

  • Misturinha de Sons

    Misturinha de Sons

    O-lá!

    Quando as crianças chegam à pré-escola, muitas já demonstram grande domínio da linguagem oral. Falam com fluência, usam estruturas gramaticais complexas e conseguem se comunicar com clareza nas mais diversas situações do cotidiano (ou, pelo menos, deveriam). No entanto, ao iniciar o processo de alfabetização, é comum que encontrem dificuldades que não estavam presentes na linguagem falada.

    Isso acontece porque a leitura e a escrita exigem mais do que saber falar bem. Elas envolvem a habilidade de refletir conscientemente sobre os sons da fala, identificar as unidades menores que compõem as palavras e compreender como esses sons se combinam. Essa habilidade recebe o nome de consciência fonológica.

    Segundo Adams et al. (2006, p. 31):

    Sendo assim, apesar das suas habilidades impressionantes para falar e para ouvir, elas geralmente não têm qualquer compreensão consciente e reflexivo das partes das palavras ou de como elas se combinam e se organizam na linguagem oral.

    Ou seja, embora a criança compreenda e produza a linguagem de forma funcional, ela ainda não desenvolveu a capacidade de analisar os sons de maneira intencional — algo fundamental para aprender a ler e escrever.

    Desenvolver a consciência fonológica significa ajudar a criança a perceber, por exemplo, que a palavra cavalo começa com o som /k/, que ela é composta por três sílabas (ca-va-lo), e que o final de pato rima com gato. Essa percepção é essencial para estabelecer a ponte entre a linguagem oral e a linguagem escrita.

    Jogos e brincadeiras podem ser utilizados para fortalecer essa habilidade de forma lúdica e eficaz. Quanto mais desenvolvida estiver a consciência fonológica, maiores são as chances de a criança ter sucesso no processo de alfabetização.

    Hoje eu trouxe como sugestão o jogo: Misturinha de Sons, justamente com o intuito de contribuir no desenvolvimento da consciência fonológica. Vamos ver como utilizar?

    Sugestão de uso:

    1. Coloque o tabuleiro sobre uma superfície plana e deixe as cartas organizadas em uma pilha.
    2. A criança sorteia uma carta, e o primeiro desafio é localizar, no tabuleiro, as figuras indicadas pelos códigos (como A2, C3, E4…). Cada código é formado por uma letra e um número: a letra indica a coluna e o número corresponde à linha do tabuleiro. Ao cruzar essas informações, a criança encontra a figura que precisa usar.
    3. Abaixo de cada código há um conjunto de círculos — e apenas um deles está preenchido. Esse detalhe indica qual parte do nome da figura deve ser utilizada: o início, o meio ou o final da palavra.
    4. Depois de identificar as partes indicadas, a criança deve combiná-las para formar uma nova palavra.
    5. O jogo pode ser realizado de forma totalmente oral, com foco exclusivo na consciência fonológica. Mas, se preferir, também é possível utilizar fichas de EVA ou letras móveis para que a criança registre a palavra formada — ampliando o trabalho com leitura e escrita.

    Bacana, né?

    “Misturinha de Sons” é daquelas propostas simples, mas cheias de possibilidades. Além de estimular a percepção dos sons das palavras, o jogo convida a criança a pensar, comparar, combinar e descobrir — tudo isso enquanto se diverte.

    Uma ótima pedida para quem busca desenvolver a consciência fonológica de forma criativa, afetiva e significativa.

    Experimente e depois me conta como foi a experiência por aí!

    Referência Bibliográfica:

    ADAMS, Marilyn Jager; et al. Consciência fonológica: em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    Talvez você queira saber:

    1. A partir de que idade o jogo Misturinha de Sons pode ser utilizado?
    O jogo pode ser utilizado, em média, a partir dos 5 anos de idade — ou sempre que a criança já demonstrar interesse por sons, rimas e brincadeiras com palavras.

    2. Pode ser usado em contextos de reforço escolar ou intervenção psicopedagógica?
    Sim, o Misturinha de Sons é uma excelente ferramenta tanto para o reforço escolar quanto para o atendimento psicopedagógico. Ele permite trabalhar de forma lúdica habilidades importantes para a leitura e escrita.

  • Som a Som

    Som a Som

    O-lá!

    A aprendizagem da leitura e da escrita é um processo complexo, que exige a articulação de diversas habilidades cognitivas e linguísticas. Diferente da aquisição da fala, que ocorre de forma natural na interação cotidiana, a alfabetização requer um ensino sistemático, no qual a criança precisa compreender, dentre outras competências, que a escrita representa os sons da fala por meio de um sistema de correspondências fonema-grafema. Como destaca Ana Albuquerque (2022, p. 78):

    A alfabetização é um processo não natural, e a tarefa de aprender a ler em um sistema alfabético, como é o caso da língua portuguesa, implica um elevado nível de capacidade para refletir de forma consciente sobre a oralidade e a relação com a escrita […].

    Nesse contexto, a consciência fonológica assume um papel central. Trata-se da habilidade de perceber, identificar e manipular os sons da fala, um requisito essencial para a compreensão do princípio alfabético. Pesquisas demonstram que crianças que desenvolvem uma boa consciência fonológica têm mais facilidade na aquisição da leitura e escrita, pois conseguem segmentar palavras em sílabas, identificar rimas, perceber sons iniciais e finais, entre outras operações mentais fundamentais para a alfabetização.

    Para estimular essa habilidade de forma lúdica e interativa, desenvolvemos o jogo “Som a Som“. Através de desafios variados, a criança é incentivada a refletir sobre os sons das palavras, praticando habilidades como a segmentação silábica, a identificação de rimas e a manipulação fonêmica. O jogo proporciona uma experiência engajadora e ao mesmo tempo estruturada, auxiliando na construção de um conhecimento sólido sobre o funcionamento da língua escrita.

    Vamos ver como utilizar?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque o tabuleiro em uma superfície plana e insira as cartas com figuras dentro de um saco.
    2. Entregue a cada jogador peões ou marcadores.
    3. Na sua vez, o jogador pega uma carta do saco e joga os dois dados. O dado com letras determina a coluna. O dado com números determina a linha.
    4. O jogador cruza essas informações para localizar o quadro com o desafio correspondente. Após, executa a tarefa indicada no quadro.
    5. Caso um dos dados sorteados tenha a palavra “ops”, o jogador perde a vez.
    6. Se um dos dados trouxer a informação “você escolhe”, o jogador pode escolher a linha.
    7. O jogo continua até acabarem as cartas.
    8. Ganha o jogador que tiver conquistado mais cartas ao final da partida.

    Ao incorporar atividades que promovem a consciência fonológica no processo de alfabetização, garantimos um ensino mais eficiente, respeitando a necessidade de mediação ativa para que a criança compreenda os princípios que regem o sistema alfabético. Dessa forma, “Som a Som” não apenas torna o aprendizado mais dinâmico, mas também contribui para uma alfabetização mais consistente e significativa.

    Detalhe que ainda não falei… O PDF está gratuito! Aproveite 🙂

    Referência Bibliográfica:

    ALBUQUERQUE, Ana. Linguagem escrita na educação infantil: práticas pedagógicas promotoras da aprendizagem em sala de aula. In: SARGIANI, Renan (org.). Alfabetização baseada em evidências: da ciência à sala de aula. Porto Alegre: Penso, 2022

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    Talvez você queira saber:

    1) Qual é a idade ideal para começar a estimular a consciência fonológica?

    A consciência fonológica pode começar a ser estimulada desde cedo, por volta dos 3 a 4 anos, por meio de brincadeiras com rimas, cantigas e jogos sonoros. No entanto, o desenvolvimento mais estruturado dessa habilidade geralmente ocorre entre os 4 e 6 anos, sendo fundamental para a alfabetização.

    2) Crianças com dislexia ou outras dificuldades no processo de alfabetização podem utilizar o jogo “Som a Som”?

    Sim! O jogo pode ser uma excelente ferramenta para crianças com dislexia ou outras dificuldades na alfabetização, pois trabalha a consciência fonológica de forma lúdica e estruturada.

    3) Adultos em processo de alfabetização também precisam desenvolver a consciência fonológica?

    Sim! Trabalhar essa habilidade auxilia na compreensão do princípio alfabético, facilitando a leitura e a escrita. Jogos e atividades focadas na percepção e manipulação dos sons podem tornar esse aprendizado mais acessível e significativo. Independentemente da idade.

  • Dominó Troca Letra

    Dominó Troca Letra

    O-lá!

    No processo de alfabetização, a leitura fluente não surge de forma automática. Na verdade, a criança percorre um longo caminho até alcançar essa habilidade. Uma das etapas essenciais desse percurso é compreender que as palavras são compostas por unidades menores de som, os fonemas, e que pequenas alterações nesses sons podem gerar palavras completamente diferentes.

    É importante salientar que esse entendimento não acontece ao aprender o nome das letras. Saber que a letra F se chama “efe” ou que a letra V se chama “vê” não faz com que a criança consiga ler. O que realmente importa é que ela compreenda os fonemas, ou seja, os sons que as letras representam.

    Stanislas Dehaene (2018, p. 218) explica isso da seguinte forma:

    O que reunimos no curso da leitura não são os nomes das letras, mas os fonemas que elas representam – as unidades da fala abstratas e escondidas que a criança deve descobrir.

    Quando a criança percebe que pode manipular os sons, trocando, retirando ou acrescentando fonemas para formar novas palavras, ela ganha autonomia na leitura e na escrita. Mas essa habilidade não se desenvolve espontaneamente. Atividades estruturadas são fundamentais para fortalecer essa competência e tornar o aprendizado mais eficiente e prazeroso.

    Sabe, não dá para ficar esperando que a criança “adivinhe” isso. Vamos poupar um bom tempo dela se explicitarmos esse conhecimento!

    Pensando nisso, desenvolvi o jogo Dominó Troca Letra, que propõe uma abordagem lúdica para estimular essa habilidade essencial.

    Sugestão de Uso:
    1. Distribua as peças igualmente entre os jogadores;
    2. Se sobrar alguma peça, reserve para uma eventual “compra”;
    3. Sorteiem quem começará colocando a primeira peça no centro da mesa;
    4. Cada jogador, em sua vez, deve colocar uma peça que seja o complemento de um dos lados do dominó. Por exemplo, uma peça pode apresentar a palavra “faca”, mas com o F sublinhado, sugerindo que seja substituído por V. A criança, então, precisa encontrar a peça que tenha a imagem de uma vaca.
    5. Vence quem primeiro ficar sem nenhuma peça.
    Por que jogar?

    Esse jogo auxilia no reconhecimento e na manipulação dos fonemas de forma intuitiva e divertida. Ao brincar, a criança percebe os padrões da escrita, fortalece a relação fonema x grafema e sua consciência fonêmica.

    Gostou? Então vale a pena experimentar essa ideia e explorar os sons das palavras com as crianças!

    É isso! Um abraço, e até mais!

    Referência Bibliográfica

    DEHAENE, Stanislas. Os neurônios da leitura: Como a ciência explica a nossa capacidade de ler. 2. ed. Porto Alegre: Penso, 2018.

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    • 30 peças;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Para você imprimir e montar e jogar.

    Talvez você queira saber:

    1) Para qual faixa etária o jogo “Dominó Troca Letra” é mais indicado?

    É mais indicado para crianças em fase de alfabetização, geralmente entre 5 e 8 anos, período em que estão desenvolvendo a consciência fonêmica e aprendendo a relação entre fonemas e grafemas. No entanto, o jogo pode ser utilizado com crianças que ainda apresentam dificuldades na leitura e escrita, independentemente da idade, pois a habilidade de manipular fonemas é essencial para o avanço na alfabetização. Ele também pode ser um recurso útil para educação inclusiva, ajudando alunos com dificuldades específicas, como dislexia, a compreender melhor as estruturas sonoras das palavras.

    2) Além da alfabetização, o jogo trabalha outras habilidades?

    Sim! Embora o foco principal do jogo “Dominó Troca Letra” seja contribuir no desenvolvimento da alfabetização, ele também estimula várias outras habilidades essenciais para qualquer aprendizado. Entre elas:

    • Atenção e Concentração – A criança precisa focar nas palavras e imagens para encontrar as correspondências corretas, fortalecendo a atenção seletiva e a concentração durante a atividade.
    • Memória de Trabalho – Ao manipular os sons e formar novas palavras, a criança ativa a memória de curto prazo, que é essencial para processar informações e realizar conexões entre sons e grafias.
    • Pensamento Lógico e Estratégia – Como o jogo segue uma dinâmica de dominó, os jogadores precisam planejar seus movimentos e decidir qual peça usar para dar continuidade ao jogo, desenvolvendo pensamento lógico e estratégias de jogo.
    • Discriminação Auditiva – O jogo exige que a criança perceba pequenas diferenças entre os sons das palavras (por exemplo, “faca” e “vaca”), aprimorando a habilidade de distinguir fonemas semelhantes, algo essencial para a leitura e escrita precisa.
    • Habilidades Sociais e Trabalho em Equipe – Se jogado em duplas ou grupos, a criança aprende a respeitar turnos, seguir regras e interagir com colegas, desenvolvendo a comunicação e habilidades sociais importantes para o ambiente escolar.
  • Combine os Sons

    Combine os Sons

    O-lá!

    A consciência fonológica é um dos principais alicerces para o desenvolvimento eficiente da leitura e escrita. Trata-se da habilidade de perceber, identificar e manipular os sons que compõem as palavras. É essencial para o domínio do princípio alfabético.

    O desenvolvimento da consciência fonológica inclui várias habilidades. Dentre elas estão: reconhecer rimas, segmentar palavras em sílabas, identificar sons iniciais e finais, e, também, entender que as palavras são compostas por sons menores , os fonemas.

    A importância desse desenvolvimento não pode ser subestimada. Quando as crianças compreendem que os sons da fala são representados por letras, elas dão um passo fundamental para a alfabetização. Como destacado por ADAMS et al. (2006, p. 18):

    Antes que possam ter qualquer compreensão do princípio alfabético, as crianças devem entender que aqueles sons associados às letras são precisamente os mesmos sons da fala.

    Sem essa compreensão, o aprendizado da leitura e escrita torna-se um desafio muito maior. Além disso, uma instrução adequada que fomente a consciência fonológica pode prevenir possíveis dificuldades de aprendizagem. Crianças que não desenvolvem essa habilidade de forma eficaz podem enfrentar obstáculos significativos na alfabetização, o que pode levar a frustrações e dificuldades acadêmicas persistentes que poderiam ser evitadas.

    Ao promover atividades que incentivem a consciência fonológica desde cedo, estamos preparando as crianças para um caminho mais tranquilo e eficiente na jornada da leitura e da escrita. O bacana é que podemos fazer isso de forma lúdica. O recurso “Combine os Sons” é uma ótima opção. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestões de Uso:
    1. Comece instigando a criança a descobrir qual figura está escondida.
    2. Como pista, peça para a criança dizer o nome das duas figuras que aparecem em destaque, segmentando-as em partes/sílabas. Logo abaixo de cada figura, há círculos. O círculo preenchido embaixo de cada figura indica qual parte/sílaba ela deve usar para tentar descobrir o nome da figura escondida. Por exemplo: na figura da LUVA, o primeiro círculo está preenchido; na figura do PATO, o primeiro círculo também está preenchido. Portanto, se a criança unir a sílaba LU com a sílaba PA, formará a palavra LUPA.
    3. Depois que a criança der seu palpite oralmente, revele a figura escondida.
    4. Por fim, peça para ela escrever o nome da figura. Dessa forma, você estimula primeiro a consciência fonológica e, em seguida, a prática da escrita.

    Gostou do que viu por aqui? Que tal me contar?

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ADAMS, Marilyn Jager; et al. Consciência fonológica: em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    • 24 desafios (veja o vídeo para entender melhor);
    • Instruções de uso.

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    Qualquer dúvida , entre em contato.

    Talvez você queira saber:

    Quais estratégias você utilizaria para adaptar o jogo a diferentes níveis de habilidades das crianças?

    Para adaptar o jogo “Combine os Sons” a diferentes níveis de habilidades, começaria com palavras de duas sílabas, focando na combinação de sons iniciais. Após a criança demonstrar sucesso, avançaria para sons finais e, em seguida, introduziria palavras com três sílabas ou mais, trabalhando a percepção dos sons mediais, que são mais complexos de serem identificados. Essa abordagem gradual não só desenvolve a confiança da criança, mas também aprimora a compreensão fonológica, ajustando o desafio conforme a capacidade individual. Essa progressão é essencial para garantir um aprendizado eficaz em alfabetização infantil.

    Quais desafios você encontrou ao utilizar o jogo e como os superou?

    Um dos desafios foi garantir que todas as crianças compreendessem o conceito de segmentação de sílabas. Para superar isso, comecei a usar exemplos mais simples e atividades de preparação antes de introduzir o jogo, como pedir que a criança colocasse o dedo sobre os círculos para cada emissão de uma parte/sílaba da palavra. Também brincamos de bater uma palma para cada parte/sílaba das palavras.

    Quais outras atividades poderiam complementar o uso do jogo “Combine os Sons” para fortalecer a consciência fonológica?

    Para complementar o jogo “Combine os Sons” e fortalecer a consciência fonológica, considere incluir brincadeiras com rimas, jogos de segmentação de palavras em sílabas e fonemas, e leitura de livros infantis com ênfase na sonoridade das palavras. Essas atividades, combinadas, oferecem uma abordagem integrada para o desenvolvimento fonológico infantil.

    Este jogo pode ser utilizado por adolescentes e adultos em processo de alfabetização?

    Sim, o jogo “Combine os Sons” também pode ser uma ferramenta eficaz para adolescentes e adultos em processo de alfabetização. Embora tenha sido inicialmente desenvolvido para crianças, as atividades de segmentação e manipulação de sílabas que ele promove são essenciais para qualquer pessoa que esteja em processo de alfabetização. Além disso, não há imagens infantilizadas ou estereotipadas. Isso torna o jogo uma opção versátil para trabalhar a consciência fonológica em diferentes idades, ajudando tanto crianças quanto adolescentes e adultos a fortalecerem suas habilidades de alfabetização de maneira lúdica e envolvente.

    Ficou com alguma dúvida? Deixei comentário ou entre em contato.

  • Bingossílabas

    Bingossílabas

    O-lá!

    A alfabetização é um processo complexo que se constrói sobre a base de múltiplas habilidades. Para um adulto alfabetizado, pode parecer uma tarefa simples, mas a jornada de aprendizado de uma criança é construída através de várias etapas importantes.

    Como destacado por Artur Gomes de Morais (2022, p. 77):

    Os educadores necessitam ter acesso às evidências de pesquisas que investigam como as crianças e os jovens aprendem.

    Algumas das habilidades importantes no processo de alfabetização incluem:

    • Linguagem Oral: Desenvolvimento da capacidade de comunicar e entender a linguagem falada.
    • Orientação Espacial: Habilidade de entender conceitos como em cima, embaixo, à direita e à esquerda, essencial para a orientação correta da leitura e para diferenciar letras visualmente similares (b/d/, p/q).
    • Coordenação Motora Fina: Habilidade necessária para a escrita, envolvendo o uso preciso dos músculos das mãos.
    • Organização Espacial e Sequencial: Importante para entender a ordem das letras, palavras e a disposição visual do texto.
    • Percepção Visual: Capacidade de reconhecer e diferenciar letras e outros símbolos visuais.
    • Atenção: Permite que a criança se concentre nas letras, palavras e frases durante a leitura e a escrita, facilitando o reconhecimento e a memorização.
    • Noção Temporal: Compreensão de sequências temporais, crucial para entender histórias e eventos em textos.
    • Memória de Trabalho: Capacidade de reter e manipular informações de forma breve durante tarefas cognitivas.
    • Consciência Fonológica: Habilidade de manipular conscientemente os sons da fala.

    Dentro desse contexto educativo multifacetado, o Bingossílabas emerge como uma ferramenta valiosa. Este jogo incentiva as crianças a praticarem a escuta ativa dos sons das palavras e a identificarem sílabas simples, tornando a aprendizagem uma experiência divertida e enriquecedora. Além, claro, de estimular algumas habilidades destacadas anteriormente, tais como: a orientação espacial, a atenção, a percepção, a memória de trabalho, a coordenação motora fina e a consciência fonológica. Então vamos logo saber como utilizar?

    Sugestão de uso:

    1. Coloque as cartas com figuras em um saco.
    2. Cada criança deve ter sua cartela e marcadores (bolinhas de papel reciclável, pedrinhas, miçangas, botões…).
    3. Sorteie uma figura e fale seu nome. Peça que as crianças separem a palavra em sílabas/pedaços.
    4. O círculo preenchido, localizado logo abaixo da figura, indica qual sílaba/pedaço deve ser procurado nas cartelas. Exemplo: Na carta que tem a figura de uma Berinjela, o terceiro círculo está preenchido. Isso indica que, aquele que tiver a sílaba “JE” em sua cartela, deve marcá-la.
    5. Ganha o jogo quem completar primeiro toda uma cartela.

    É isso! Gostou do que viu por aqui hoje? Vou ficar muito feliz em saber sua opinião. 

    Um abraço e até o próximo jogo… Hehe!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MORAIS, Artur Gomes de. Consciência fonológica na educação infantil e no ciclo de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2022

     

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 30 cartelas;
    • 24 cartas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail. Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM. Qualquer dúvida , entre em contato.

  • Ache!

    Ache!

    O-lá!

    Sabemos que identificar palavras que começam com uma determinada sílaba é uma habilidade que precisa ser desenvolvida nas crianças que estão em processo de alfabetização. O jogo “Ache” foi construído pensando exatamente nisso.

    Veja-nos aqui, mais uma vez, pensando em desenvolver habilidades de maneira lúdica. Se você acompanha as nossas publicações, já sabe que a ludicidade norteia todo o nosso trabalho. E fazemos isso porque nosso conhecimento teórico e prático cada vez mais nos leva a ter certeza de que estamos no caminho certo. Os jogos são ferramentas que promovem aprendizagem porque estimulam o interesse das crianças.

    “[…] o jogo ganha um espaço como a ferramenta ideal da aprendizagem, na medida em que propõe estímulo ao interesse do aluno, que como todo pequeno animal adora jogar […].” (ANTUNES, 1998, p. 36)

    Sem mais delongas, vamos à explicação do jogo?

    Sugestão de uso:

    Coloque as fichas com sílabas em um saco.

    Deixe o tabuleiro no centro da mesa.

    Cada jogador, na sua vez, tira uma ficha do saco.

    Em seguida, procura no tabuleiro uma figura que começa com aquela(e) sílaba/som.

    Ao encontrar, deve circulá-la.

    Se sortear uma ficha escrito “PARE”, passa a vez.

    Ganha o jogo quem primeiro conquistar cinco cartas. 

    Para deixar o jogo ainda mais desafiador, você pode combinar um determinado tempo (por exemplo, 30 segundos) para localizar a figura.

    É isso! Espero que você possa aproveitar as informações compartilhadas aqui.

    Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital formato PDF contendo:

    • 32 cartas com sílabas;
    • 04 cartas “PARE”;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

  • Sabe Essa?

    Sabe Essa?

    O-lá!

    Já começo dizendo que este recurso que eu trouxe hoje como sugestão é um daqueles simples, mas que pode contribuir muuuito para a alfabetização das crianças.

    O “Sabe Essa?” tem como objetivo estimular diversos níveis da consciência fonológica: rima, aliteração, consciência de sílabas, além de relação fonema x grafema, escrita de palavras e também leitura de frases curtas.

    É importante estarmos sempre cientes de que, como mediadores do processo de alfabetização, precisamos propor às crianças atividades que contribuam para que elas reflitam sobre as partes orais das palavras e confrontem com suas partes escritas. Além disso, a compreensão leitora passa primeiro por compreender textos curtos (ou até mesmo compreender o que você lê para ela!). Este material é uma boa ferramenta de auxílio para isso. Sabe, não é um recurso para treino. O objetivo é fazer a criança pensar, refletir e fazer descobertas.  

    “Diferentes estudiosos nos ajudam a propor uma abordagem […] na qual defendemos que as crianças sejam, sempre que possível, chamadas a refletir sobre as partes orais das palavras, confrontando-as com suas formas escritas.” (MORAIS, 2022, p. 145)

    Bora então descobrir como utilizar este recurso?

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe um conjunto de cartas.

    Após, vai virando uma a uma e respondendo ao que foi perguntado.

    No vídeo há mais detalhes e o passo a passo de como utilizar esse material com as crianças. Acredito que será muito útil você assistir. Depois me conte se você gostou 😉

    É isso! Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MORAIS, Artur Gomes de. Consciência fonológica na educação infantil e no ciclo de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2022

    Clique no link abaixo para adquirir o o arquivo PDF contendo:

    • 90 cartas (para formar 10 jogos de cartas, veja o vídeo);
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.