Tag: dislexia

  • Letra por Letra | Jogo de alfabetização para escrita de palavras

    Letra por Letra | Jogo de alfabetização para escrita de palavras

    O-lá!

    Aprender o sistema de escrita — compreender como as letras representam os sons da fala, como se organizam nas palavras e como essas palavras ganham sentido — é uma conquista central no processo de alfabetização. Mais do que uma habilidade isolada, trata-se de uma aprendizagem que sustenta e impulsiona outras tantas. Como nos lembra Tolchinsky (2003: xxiii), citada por Soares (2016, p. 36):

    […] aprender o sistema de escrita é apenas um fio na teia de conhecimentos pragmáticos e gramaticais que as crianças precisam dominar a fim de tornarem-se competentes no uso da escrita, mas é uma aprendizagem imperativa, e promove as outras.

    Ou seja: dominar o sistema alfabético-ortográfico não esgota o processo de alfabetização, mas é um passo imprescindível, que sustenta e impulsiona o desenvolvimento das demais competências que envolvem o uso pleno e competente da linguagem escrita — como a compreensão textual, a produção de textos, o uso adequado da linguagem em diferentes contextos comunicativos e a reflexão sobre o funcionamento da própria língua.

    Pensando nisso, o jogo Letra por Letra foi desenvolvido justamente para estimular essa interação entre o conhecimento do sistema de escrita e o desenvolvimento da autonomia na escrita de palavras.

    Um detalhe: O fato de haver a quantidade de quadros correspondente ao número de letras necessárias para escrever o nome da figura em destaque já serve de pista para a criança. Isso é especialmente relevante para aquelas que estejam apresentando hipótese de escrita silábica, pois, ao escrever, poderão perceber de imediato que faltaram letras. Essa constatação desestabiliza sua hipótese de escrita, instigando a criança a afinar e apurar sua escuta aos sons da palavra. Dessa forma, o jogo também estimula a consciência fonêmica. Vamos ver como utilizar o jogo?

    Sugestão de Uso:

    1. Deixe a criança escrever o nome da figura utilizando as fichas de letras.

    2. Em seguida, ela pode levantar a aba que está com “?” para verificar se escreveu corretamente. Assim, além de exercitar a formação de palavras, a criança tem a oportunidade de comparar sua hipótese de escrita com a grafia convencional, refletindo e ajustando seu conhecimento.

    Gostou?

    Letra por Letra propõe uma atividade de escrita ativa, reflexiva e autônoma, respeitando o processo de construção da linguagem escrita de cada criança. Eu amo jogos assim! E você?

    Um abraço e até o próximo post.

    Referência Bibliográfica:

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

     

    VALOR PROMOCIONAL DE LANÇAMENTO SOMENTE HOJE, 02/07/2025

    Arquivo digital formato PDF contendo:

    • 36 fichas com imagens;
    • Fichas com alfabeto;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Para você imprimir, montar e jogar.

    Talvez você queira saber:

    1) O Letra por Letra pode ser utilizado em atendimentos psicopedagógicos individualizados?

    Sim. O jogo é um excelente recurso para o trabalho psicopedagógico individual, pois permite observar de forma lúdica e concreta o modo como a criança está organizando o conhecimento da escrita e mediar o processo de construção da escrita de forma mais assertiva.

    2) Ele também pode ser usado como um instrumento de avaliação diagnóstica do nível de escrita da criança?

    O Letra por Letra pode fornecer indícios valiosos sobre as hipóteses de escrita da criança, já que permite observar como ela organiza os sons e as letras ao tentar escrever. No entanto, como o próprio jogo oferece pistas visuais (a quantidade de quadros indica o número de letras da palavra), essas pistas acabam, de certa forma, mediando a produção da criança e podem influenciar suas escolhas. Por isso, o jogo pode auxiliar na observação e no acompanhamento do desenvolvimento, mas não substitui avaliações diagnósticas mais formais, nas quais a criança escreve livremente, sem apoios visuais.

    3) Qual o papel do adulto durante a atividade? Deve orientar ou deixar a criança explorar sozinha?

    O papel do adulto é de mediador. Inicialmente, pode ser necessário apresentar a dinâmica, esclarecer o funcionamento do jogo e modelar o raciocínio. Conforme a criança se familiariza com a proposta, o ideal é que ela tenha espaço para experimentar e testar suas hipóteses. Quando necessário, o adulto pode intervir com perguntas ou estratégias que favoreçam a reflexão, sem oferecer respostas prontas.

    Por exemplo: se a criança escreve AIA para representar SAIA, o adulto pode alongar os sons:
    “Vamos falar devagar: SSSSS-AAAAA-IIIII-AAA… Qual som você ouviu primeiro?”
    Essa mediação apoia a percepção auditiva dos sons da palavra e ajuda a criança a segmentar com mais precisão, favorecendo o avanço nas hipóteses de escrita e o desenvolvimento da consciência fonêmica.

  • Som a Som | Jogo de alfabetização para estimular consciência fonológica

    Som a Som | Jogo de alfabetização para estimular consciência fonológica

    O-lá!

    A aprendizagem da leitura e da escrita é um processo complexo, que exige a articulação de diversas habilidades cognitivas e linguísticas. Diferente da aquisição da fala, que ocorre de forma natural na interação cotidiana, a alfabetização requer um ensino sistemático, no qual a criança precisa compreender, dentre outras competências, que a escrita representa os sons da fala por meio de um sistema de correspondências fonema-grafema. Como destaca Ana Albuquerque (2022, p. 78):

    A alfabetização é um processo não natural, e a tarefa de aprender a ler em um sistema alfabético, como é o caso da língua portuguesa, implica um elevado nível de capacidade para refletir de forma consciente sobre a oralidade e a relação com a escrita […].

    Nesse contexto, a consciência fonológica assume um papel central. Trata-se da habilidade de perceber, identificar e manipular os sons da fala, um requisito essencial para a compreensão do princípio alfabético. Pesquisas demonstram que crianças que desenvolvem uma boa consciência fonológica têm mais facilidade na aquisição da leitura e escrita, pois conseguem segmentar palavras em sílabas, identificar rimas, perceber sons iniciais e finais, entre outras operações mentais fundamentais para a alfabetização.

    Para estimular essa habilidade de forma lúdica e interativa, desenvolvemos o jogo “Som a Som“. Através de desafios variados, a criança é incentivada a refletir sobre os sons das palavras, praticando habilidades como a segmentação silábica, a identificação de rimas e a manipulação fonêmica. O jogo proporciona uma experiência engajadora e ao mesmo tempo estruturada, auxiliando na construção de um conhecimento sólido sobre o funcionamento da língua escrita.

    Vamos ver como utilizar?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque o tabuleiro em uma superfície plana e insira as cartas com figuras dentro de um saco.
    2. Entregue a cada jogador peões ou marcadores.
    3. Na sua vez, o jogador pega uma carta do saco e joga os dois dados. O dado com letras determina a coluna. O dado com números determina a linha.
    4. O jogador cruza essas informações para localizar o quadro com o desafio correspondente. Após, executa a tarefa indicada no quadro.
    5. Caso um dos dados sorteados tenha a palavra “ops”, o jogador perde a vez.
    6. Se um dos dados trouxer a informação “você escolhe”, o jogador pode escolher a linha.
    7. O jogo continua até acabarem as cartas.
    8. Ganha o jogador que tiver conquistado mais cartas ao final da partida.

    Ao incorporar atividades que promovem a consciência fonológica no processo de alfabetização, garantimos um ensino mais eficiente, respeitando a necessidade de mediação ativa para que a criança compreenda os princípios que regem o sistema alfabético. Dessa forma, “Som a Som” não apenas torna o aprendizado mais dinâmico, mas também contribui para uma alfabetização mais consistente e significativa.

    Detalhe que ainda não falei… O PDF está gratuito! Aproveite 🙂

    Referência Bibliográfica:

    ALBUQUERQUE, Ana. Linguagem escrita na educação infantil: práticas pedagógicas promotoras da aprendizagem em sala de aula. In: SARGIANI, Renan (org.). Alfabetização baseada em evidências: da ciência à sala de aula. Porto Alegre: Penso, 2022

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • 24 cartas;
    • 02 dados;
    • 01 tabuleiro
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Para você imprimir, montar e usar 🙂

    Talvez você queira saber:

    1) Qual é a idade ideal para começar a estimular a consciência fonológica?

    A consciência fonológica pode começar a ser estimulada desde cedo, por volta dos 3 a 4 anos, por meio de brincadeiras com rimas, cantigas e jogos sonoros. No entanto, o desenvolvimento mais estruturado dessa habilidade geralmente ocorre entre os 4 e 6 anos, sendo fundamental para a alfabetização.

    2) Crianças com dislexia ou outras dificuldades no processo de alfabetização podem utilizar o jogo “Som a Som”?

    Sim! O jogo pode ser uma excelente ferramenta para crianças com dislexia ou outras dificuldades na alfabetização, pois trabalha a consciência fonológica de forma lúdica e estruturada.

    3) Adultos em processo de alfabetização também precisam desenvolver a consciência fonológica?

    Sim! Trabalhar essa habilidade auxilia na compreensão do princípio alfabético, facilitando a leitura e a escrita. Jogos e atividades focadas na percepção e manipulação dos sons podem tornar esse aprendizado mais acessível e significativo. Independentemente da idade.

  • Dominó Troca Letra | Jogo de alfabetização, trocar letra e formar outra palavra

    Dominó Troca Letra | Jogo de alfabetização, trocar letra e formar outra palavra

    O-lá!

    No processo de alfabetização, a leitura fluente não surge de forma automática. Na verdade, a criança percorre um longo caminho até alcançar essa habilidade. Uma das etapas essenciais desse percurso é compreender que as palavras são compostas por unidades menores de som, os fonemas, e que pequenas alterações nesses sons podem gerar palavras completamente diferentes.

    É importante salientar que esse entendimento não acontece ao aprender o nome das letras. Saber que a letra F se chama “efe” ou que a letra V se chama “vê” não faz com que a criança consiga ler. O que realmente importa é que ela compreenda os fonemas, ou seja, os sons que as letras representam.

    Stanislas Dehaene (2018, p. 218) explica isso da seguinte forma:

    O que reunimos no curso da leitura não são os nomes das letras, mas os fonemas que elas representam – as unidades da fala abstratas e escondidas que a criança deve descobrir.

    Quando a criança percebe que pode manipular os sons, trocando, retirando ou acrescentando fonemas para formar novas palavras, ela ganha autonomia na leitura e na escrita. Mas essa habilidade não se desenvolve espontaneamente. Atividades estruturadas são fundamentais para fortalecer essa competência e tornar o aprendizado mais eficiente e prazeroso.

    Sabe, não dá para ficar esperando que a criança “adivinhe” isso. Vamos poupar um bom tempo dela se explicitarmos esse conhecimento!

    Pensando nisso, desenvolvi o jogo Dominó Troca Letra, que propõe uma abordagem lúdica para estimular essa habilidade essencial.

    Sugestão de Uso:
    1. Distribua as peças igualmente entre os jogadores;
    2. Se sobrar alguma peça, reserve para uma eventual “compra”;
    3. Sorteiem quem começará colocando a primeira peça no centro da mesa;
    4. Cada jogador, em sua vez, deve colocar uma peça que seja o complemento de um dos lados do dominó. Por exemplo, uma peça pode apresentar a palavra “faca”, mas com o F sublinhado, sugerindo que seja substituído por V. A criança, então, precisa encontrar a peça que tenha a imagem de uma vaca.
    5. Vence quem primeiro ficar sem nenhuma peça.
    Por que jogar?

    Esse jogo auxilia no reconhecimento e na manipulação dos fonemas de forma intuitiva e divertida. Ao brincar, a criança percebe os padrões da escrita, fortalece a relação fonema x grafema e sua consciência fonêmica.

    Gostou? Então vale a pena experimentar essa ideia e explorar os sons das palavras com as crianças!

    É isso! Um abraço, e até mais!

    Referência Bibliográfica

    DEHAENE, Stanislas. Os neurônios da leitura: Como a ciência explica a nossa capacidade de ler. 2. ed. Porto Alegre: Penso, 2018.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 30 peças;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Para você imprimir e montar e jogar.

    Talvez você queira saber:

    1) Para qual faixa etária o jogo “Dominó Troca Letra” é mais indicado?

    É mais indicado para crianças em fase de alfabetização, geralmente entre 5 e 8 anos, período em que estão desenvolvendo a consciência fonêmica e aprendendo a relação entre fonemas e grafemas. No entanto, o jogo pode ser utilizado com crianças que ainda apresentam dificuldades na leitura e escrita, independentemente da idade, pois a habilidade de manipular fonemas é essencial para o avanço na alfabetização. Ele também pode ser um recurso útil para educação inclusiva, ajudando alunos com dificuldades específicas, como dislexia, a compreender melhor as estruturas sonoras das palavras.

    2) Além da alfabetização, o jogo trabalha outras habilidades?

    Sim! Embora o foco principal do jogo “Dominó Troca Letra” seja contribuir no desenvolvimento da alfabetização, ele também estimula várias outras habilidades essenciais para qualquer aprendizado. Entre elas:

    • Atenção e Concentração – A criança precisa focar nas palavras e imagens para encontrar as correspondências corretas, fortalecendo a atenção seletiva e a concentração durante a atividade.
    • Memória de Trabalho – Ao manipular os sons e formar novas palavras, a criança ativa a memória de curto prazo, que é essencial para processar informações e realizar conexões entre sons e grafias.
    • Pensamento Lógico e Estratégia – Como o jogo segue uma dinâmica de dominó, os jogadores precisam planejar seus movimentos e decidir qual peça usar para dar continuidade ao jogo, desenvolvendo pensamento lógico e estratégias de jogo.
    • Discriminação Auditiva – O jogo exige que a criança perceba pequenas diferenças entre os sons das palavras (por exemplo, “faca” e “vaca”), aprimorando a habilidade de distinguir fonemas semelhantes, algo essencial para a leitura e escrita precisa.
    • Habilidades Sociais e Trabalho em Equipe – Se jogado em duplas ou grupos, a criança aprende a respeitar turnos, seguir regras e interagir com colegas, desenvolvendo a comunicação e habilidades sociais importantes para o ambiente escolar.
  • Frases Fatiadas | Jogo de alfabetização para leitura e organização de texto

    Frases Fatiadas | Jogo de alfabetização para leitura e organização de texto

    O-lá!

    Aprender a ler e a escrever é uma jornada única para cada criança, mas para algumas, esse caminho pode ser repleto de muitos obstáculos. Quem enfrenta dificuldades de aprendizagem passa por desafios intensos e muitas vezes invisíveis. Sofrem os pais, que muitas vezes não sabem como ajudar. Sofrem os professores, que desejam fazer a diferença, mas nem sempre encontram recursos ou estratégias eficazes. E, acima de tudo, sofre a criança, que, ao não conseguir atender às expectativas dos adultos, pode se sentir incapaz ou desmotivada. Esse sofrimento, embora real, pode ser minimizado com acolhimento, paciência e intervenções adequadas.

    E acima de tudo, é essencial lembrar: desanimar não é uma opção, assim como também não basta apenas esperar que as dificuldades se resolvam sozinhas. É preciso agir, buscar conhecimento e aplicar estratégias que tornem essa caminhada menos dolorosa e mais significativa.

    Stanislas Dehaene (2012, p. 250), em sua obra, nos lembra da incrível plasticidade do cérebro durante o processo de aprendizagem:

    Cada dia passado na escola modifica um número vertiginoso de sinapses. Preferências balançam, estratégias novas emergem, automatismos se estabelecem, redes novas se falam.

    Esse é um lembrete poderoso de que a aprendizagem, mesmo diante de desafios, é sempre um processo dinâmico e transformador. Mesmo os pequenos avanços, que às vezes passam despercebidos, representam mudanças no cérebro da criança.

    Entre as habilidades essenciais para a alfabetização, a consciência sintática desempenha um papel fundamental. Trata-se da capacidade de compreender e manipular a estrutura das frases, reconhecendo como as palavras se organizam para formar sentenças com sentido. Isso permite que a criança:

    • Identifique erros e faça correções;
    • Reorganize palavras para formar frases coerentes;
    • Compreenda nuances de significado dentro dos textos.

    Para estimular essa habilidade de forma interativa é que o jogo Frases Fatiadas foi desenvolvido! Ele ajuda a fortalecer a construção de frases e a compreensão textual, além de estimular o pensamento lógico e a coordenação motora fina. Pequenos avanços na consciência sintática podem fazer uma grande diferença no desenvolvimento da leitura e da escrita. Vamos ver como utilizar? 🙂

    Sugestão de Uso:
    1. Comece deixando a criança escolher uma carta com uma imagem.
    2. Após, entregue para a criança uma ficha que tem o mesmo número. Essa ficha contém uma frase relacionada à imagem escolhida, mas as palavras estão embaralhadas.
    3. Peça à criança que recorte as palavras da ficha e, em seguida, organize-as para formar uma frase coerente.

    É isso! Gostou do que viu por aqui? Que tal me contar 🙂

    Espero que pais, professores e crianças possam enxergar nesse processo não um fardo, mas uma oportunidade de crescimento compartilhado. Afinal, cada pequeno passo dado nessa jornada é uma vitória que merece ser celebrada.

    Um abraço e até mais!

    Referência Bibliográfica:

    DEHAENE, Stanislas. Os neurônios da leitura: como a ciência explica a nossa capacidade de ler. Tradução de Leonor Scliar-Cabral. Porto Alegre: Penso, 2012.


    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 24 cartas com imagens;
    • 24 fichas com palavras (frases embaralhas);
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Para você imprimir e montar e jogar.

    Talvez você queira saber

    1) O “Frases Fatiadas” pode ser útil para crianças com transtornos de aprendizagem, como dislexia? 

    Sim! O Frases Fatiadas é um excelente recurso para crianças com dislexia e outras dificuldades de aprendizagem, pois trabalha a leitura e a escrita de forma lúdica e estruturada. Veja:

    • Redução da sobrecarga cognitiva: A criança manipula fisicamente as palavras, reduzindo a necessidade de manter toda a estrutura da frase na memória de trabalho.
    • Segmentação e reestruturação da frase: Facilita a visualização da organização das palavras e o reconhecimento de padrões sintáticos.
    • Foco na percepção visual e consciência sintática: Como as palavras estão separadas, a criança tem mais tempo para processar cada termo e entender sua posição na frase.
    • Atividade multisensorial: O ato de recortar, manipular e organizar fortalece a aprendizagem por meio do envolvimento motor, visual e cognitivo.

    2) O jogo pode ser associado a práticas de reescrita de textos para aprofundar o aprendizado? Como fazer essa transição?

    Sim! O “Frases Fatiadas” é um ótimo ponto de partida para reescrita e produção textual, ajudando a criança a compreender a estrutura das frases. Algumas formas de fazer essa transição:

    Expansão da frase: Após organizar a frase corretamente, peça para a criança ampliá-la adicionando detalhes.

    Frase original: “Juca já sabe a resposta.”

    Expansão: “Juca levantou a mão porque já sabe a resposta.”

    Reescrita a partir de uma história: Depois de organizar as frases, a criança pode utilizá-las para escrever uma história completa, conectando-as de maneira coerente.

    Atenção! Estudos mostram que escrever à mão contribui para a internalização dos conteúdos. Portanto, incentivar a criança a reescrever as frases pode ser um passo importante para consolidar o aprendizado.

  • Álbum de frases | Jogo de alfabetização para leitura e formação de frases

    Álbum de frases | Jogo de alfabetização para leitura e formação de frases

    O-lá!

    Durante o processo de alfabetização, as crianças enfrentam diversos desafios, e um deles é a segmentação das palavras, ou seja, aprender a escrever frases e textos colocando os devidos espaços entre as palavras. Muitas vezes, elas acabam juntando palavras que deveriam estar separadas ou separando o que deveria estar junto. Essas confusões são comuns e fazem parte do aprendizado. Então, vamos entender por que isso acontece e como podemos ajudar as crianças a superarem esses desafios?

    Segundo Jaime Luiz Zorzi (1998, p. 60):

    Na escrita alfabética, a separação das palavras por meio de espaços em branco implica o conhecimento convencional da grafia das mesmas e também de alguma noção do que possa ser uma palavra.

    Isso significa que, além de aprender a grafia correta, a criança precisa desenvolver uma compreensão clara do que constitui uma palavra distinta.

    Por isso, uma habilidade fundamental no desenvolvimento da escrita é a consciência de palavras, que é a capacidade de reconhecer que as frases são compostas por unidades menores chamadas palavras. Esta habilidade é importante para que as crianças aprendam a segmentar as palavras corretamente durante a escrita e pode ser iniciada já na educação infantil, por volta dos 4,5 anos. Estudos mostram que trabalhar a consciência fonológica, incluindo a consciência de palavras, desde cedo contribui significativamente para o sucesso na alfabetização. Atividades lúdicas e interativas que envolvem rimas, canções e jogos de palavras são eficazes para promover essa habilidade nas crianças. 

    Quando a criança ainda não tem bem desenvolvida a consciência de palavras, podem ocorrer:

    • Hipersegmentação: quando a criança separa indevidamente uma palavra em partes menores. Por exemplo, a palavra “naquele” pode ser escrita como “na quele”.
    • Hiposegmentação: quando a criança escreve menos separações do que o necessário. Por exemplo, “ele estava ali” pode ser escrito como “eleestava ali”.

    Com o desenvolvimento da consciência de palavras e a prática na escrita de frases e textos, essas dúvidas são resolvidas. A leitura regular e a prática da escrita ajudam as crianças a internalizarem as regras de segmentação das palavras.

    É importante lembrar que cada “equívoco” é uma oportunidade de aprendizagem e uma parte essencial do caminho para a alfabetização completa.

    Hoje eu trouxe o jogo Álbum de Frases. Ele é interessante porque já contribui para que a criança perceba que cada palavra foi escrita em um quadro do álbum. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestão de uso:

    1. A criança escolhe uma personagem e precisa virar as demais cartas do álbum para formar uma frase coerente.
    2. Após isso, para contribuir na internalização dos espaços entre as palavras, é importante transcrever a frase para um caderno.

    Importante: O arquivo PDF com o recurso “Álbum de Frases” estará disponível gratuitamente no nosso site até esta quinta-feira (11/07/2024). Uhuuu!

    É isso! Espero que você goste!

    Um abraço e até o próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ZORZI, Jaime Luiz. Aprender a escrever: a apropriação do sistema ortográfico. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 10 personagens com possibilidade de formar diversas frases (veja o vídeo para uma melhor compreensão);
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM.

    Qualquer dúvida , entre em contato.

  • Maratona F-V | Jogo de alfabetização para trabalhar troca de letras

    Maratona F-V | Jogo de alfabetização para trabalhar troca de letras

    O-lá!

    Durante a jornada de alfabetização, é comum nos depararmos com um fenômeno intrigante: a troca de letras surdas x sonoras. Crianças que estão começando a se aventurar pelo universo da escrita frequentemente fazem trocas entre letras como F/ V, P/B, T/D, C /G… Essas trocas, embora possam parecer motivo de preocupação, são um sinal natural do desenvolvimento linguístico e representam uma etapa importante na hipótese alfabética da escrita.

    Como nos ensina Artur Gomes de Morais (2022, p. 15):

    As trocas (por exemplo, de P por B ou de F por V) são naturais quando as crianças alcançam uma hipótese alfabética e se devem a uma dificuldade de distinção fonológica, já que os fonemas a que essas letras se referem são muito parecidos.

    Esta fase é marcada pela tentativa da criança de mapear os sons da fala aos símbolos escritos, um processo que pode ser desafiador devido ao parecido acústico entre certos fonemas.

    Diante deste cenário, a introdução de atividades lúdicas é super importante. Jogos, brincadeiras e outras ferramentas pedagógicas divertidas podem desempenhar um papel fundamental no aprimoramento da capacidade de distinção fonológica. Por meio do lúdico, as crianças engajam de maneira mais profunda e natural, o que facilita a aprendizagem e a fixação dos fonemas de maneira correta.

    Hoje, eu trouxe como sugestão o jogo Maratona F/V, que está disponível em arquivo digital formato PDF na nossa loja. Temos outros recursos para contribuir, como por exemplo, o app Surdas x Sonoras (disponível na loja Google Play para celulares e tablets Android).

    Vamos à explicação do jogo Maratona F/V?

    Sugestão de Uso:

    1. Um jogador escolhe a “trilha do F” e usa o peão com a figura de uma formiga. O outro jogador escolhe a “trilha do V” e usa o peão com a figura de uma vaca.
    2. Organize duas pilhas de cartas. Em uma pilha, as frases devem ser completadas com palavras que começam com a letra F; na outra, com palavras que começam com V.
    3. Em sua vez, cada jogador joga o dado e pega uma carta da pilha correspondente à sua trilha. O desafio é encontrar uma palavra que complete a frase da carta, iniciando com a letra F ou V, conforme a trilha. Por exemplo, na trilha F, o jogador pode precisar completar a frase: “A prova de Paulo foi mais ______ do que ele imaginou”. Uma resposta possível seria “fácil”.
    4. Após completar a frase corretamente, o jogador avança o número de casas indicado pelo dado.
    5. Se parar em uma casa de cor laranja, o jogador deverá ficar parado uma rodada. Se parar em uma casa verde avança mais 3 casas, acelerando sua jornada.
    6. O primeiro jogador a chegar ao final de sua trilha é o vencedor!

    Dica: Para contribuir na diferenciação entre os fonemas, você pode pedir para que a criança coloque uma das mãos em torno do pescoço e fale algumas palavras que começam com V ou F. Enfatize o som inicial das palavras, exemplo: /ffffff-aca/ ou /vvvvvolume/. Ela sentirá que, ao pronunciar uma palavra que começa com o som V, há uma vibração maior na garganta em comparação com o fonema F. Esta técnica simples ajuda a criança a perceber fisicamente a diferença entre os sons, tornando o aprendizado mais interativo e eficaz. 

    Para uma melhor internalização das palavras, encoraje as crianças a escrevê-las usando letras em EVA, massinha de modelar ou até mesmo no quadro.

    Obs.: Se essas trocas de letras persistirem além do processo normal de alfabetização, é importante uma avaliação psicopedagógica.

    É isso! Gostou do jogo? Após jogar, conta pra mim como foi?

    Um abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MORAIS, Artur Gomes de. Jogos para ensinar ortografia: ludicidade e reflexão. Belo Horizonte: Autêntica, 2022.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 42 cartas com frases;
    • 01 peão/formiga;
    • 01 peão/vaca;
    • 01 dado;
    • 02 trilhas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM.

    Qualquer dúvida , entre em contato.

  • Tap Tap Letras | Jogo de alfabetização com letra script e cursiva

    Tap Tap Letras | Jogo de alfabetização com letra script e cursiva

    O-lá!

    A jornada rumo à alfabetização é uma aventura fascinante e complexa, repleta de etapas significativas. Para nós, alfabetizados, nem sempre nos damos conta de tudo que uma criança precisa aprender até compreender o princípio alfabético.

    Durante a caminhada rumo à alfabetização, as crianças adquirem uma série de habilidades e conhecimentos fundamentais que as habilitam a ler e escrever de forma eficaz.

    Meninos e meninas vão, aos poucos, desvendando questões que para nós podem parecer bizarras, mas que são bem reais e que as pesquisas psicogenéticas e os professores de crianças pequenas reiteram todo ano. (MORAIS, 2022, p. 17)

    • Inicialmente, é importante que as crianças entendam que as palavras são representações de objetos, ações e sentimentos, mas que o tamanho físico de um objeto não está relacionado ao comprimento da palavra que o representa. Por exemplo, a palavra “elefante” tem mais letras do que “sol”, embora o sol seja muito maior em tamanho real.
    • Além disso, as crianças precisam aprender que as letras são símbolos estáveis que não podem ser inventados ou arbitrariamente rearranjados. A ordem das letras em uma palavra é fixa e essencial para o seu significado. Mudanças na ordem podem transformar completamente a palavra, alterando o significado ou tornando-a ininteligível.
    • Outro aspecto importante é o reconhecimento de que uma mesma letra pode ser repetida dentro de uma palavra e que certas combinações de letras frequentemente aparecem juntas, como “ch”, “lh” e “qu”. Este entendimento ajuda as crianças a decodificar palavras de maneira mais eficiente.
    • As crianças também são introduzidas à variedade de formas que uma letra pode assumir. Elas aprendem que, independentemente de uma letra ser maiúscula, minúscula ou cursiva, ela representa o mesmo som. Essa flexibilidade na representação gráfica é fundamental para a leitura em diferentes contextos e estilos de texto.

    Enfim, a alfabetização é um processo que exige tempo, paciência e prática. Portanto, é essencial que educadores e pais apoiem as crianças com encorajamento contínuo e recursos adequados que atendam às suas necessidades individuais de aprendizado.

    Hoje, eu trouxe como sugestão para ajudar nesta caminhada o jogo Tap Tap Letras. Ele tem como objetivo contribuir para que as crianças percebam que uma letra tem variações na sua forma; além disso, ele pode estimular as crianças a prestarem atenção aos sons iniciais das palavras e a relacioná-los às letras que os representam. Vamos ver?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as cartas com letras em uma pilha.
    2. Espalhe as cartas com figuras sobre uma mesa.
    3. Entregue para cada jogador uma pá (pode ser aquelas de matar insetos).
    4. Vire uma carta da pilha e mostre para as crianças. Diga o nome da letra e o som que ela representa de forma clara. Exemplo: /ffffff/ para a letra /F/.
    5. Os jogadores precisam localizar uma figura que comece com aquele som. Ao encontrar, bate com a pá sobre a carta.
    6. O primeiro a bater fica com a carta.
    7. Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    É isso! Gostou do jogo? Ao entendermos a complexidade e os desafios envolvidos na alfabetização, podemos proporcionar um ambiente mais empático e eficaz para o desenvolvimento de habilidades de leitura e escrita nas crianças.

    Espero que este jogo contribua muito. Ficarei imensamente feliz se receber notícias de que contribuímos.

    Um abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MORAIS, Artur Gomes de. Consciência fonológica na educação infantil e no ciclo de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2022

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 26 cartas com letras;
    • 26 cartas com imagens;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM.

    Qualquer dúvida , entre em contato.

  • Caça-Rimas | Jogo de alfabetização para trabalhar rimas

    Caça-Rimas | Jogo de alfabetização para trabalhar rimas

    O-lá!

    A consciência fonológica é a habilidade de reconhecer e manipular os sons da fala, sendo fundamental para o desenvolvimento da leitura e da escrita. Existem diferentes níveis de consciência fonológica, que incluem a consciência de palavra, consciência de rima,  a consciência silábica, a consciência intra-silábica e a consciência fonêmica. Cada nível representa um grau crescente de sensibilidade aos segmentos sonoros da fala.

    O jogo “Caça-Rimas” que estou prestes a compartilhar foi projetado para estimular a consciência de rima, um aspecto importante da consciência fonológica. Através deste jogo, que traz frases curtas em forma de poema, as crianças são incentivadas a identificar e formar palavras que rimam. As imagens irão facilitar o reconhecimento das palavras que precisam ser usadas.

    Estimular a identificação de rimas contribui para que as crianças superem o realismo nominal. Ou seja, que passem a compreender que as palavras são mais do que apenas seus significados; elas também são feitas de sons que podem ser analisados e manipulados. Essa compreensão é importante para o desenvolvimento da consciência fonológica e, consequentemente, para a aquisição da leitura e da escrita.

    Artur Gomes de Morais (2022, p. 148) destaca a importância dessa habilidade ao afirmar: “A superação do realismo nominal e a descoberta de que as palavras que soam parecido tendem a ser escritas com as mesmas letras, […], exigem que o aprendiz se desprenda dos significados e se atenha a analisar os significantes orais das palavras que falamos.” Esse processo de análise dos sons, independentemente de seus significados, é crucial para o sucesso na aquisição da linguagem escrita.

    Portanto, o jogo “Caça-Rimas” não apenas proporciona uma atividade lúdica e divertida, mas também desempenha um papel fundamental no desenvolvimento das habilidades fonológicas essenciais para a alfabetização. Vamos ver como utilizá-lo?

    Sugestão de Uso:

    1. Coloque as cartas em uma pilha com as imagens viradas para baixo.
    2. Posicione o tabuleiro no centro da mesa ou no chão.
    3. Uma criança vira uma carta, observa a imagem e lê a frase, ou você lê para ela.
    4. A criança escreve a palavra que completa a rima na frase.
    5. Em seguida, ela procura essa palavra no tabuleiro (estará com as letras embaralhadas). Para ampliar o desafio você pode determinar um tempo para a criança localizar a palavra.
    6. Se a criança virar uma carta que estiver escrito “Pare”, passa a vez.
    7. O jogo continua até que alguém conquiste 3 cartas, tornando-se o vencedor.

    E aí, o que achou do jogo “Caça-Rimas”? Sua opinião é muito importante para mim e eu adoraria saber o que você pensa. Compartilhe seus comentários e experiências; juntos, podemos promover diversão e aprendizado!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    MORAIS, Artur Gomes de. Consciência fonológica na educação infantil e no ciclo de alfabetização. Belo Horizonte: Autêntica, 2022

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 24 cartas;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    ATENÇÃO! Antes de finalizar o pedido confira se você cadastrou corretamente o seu e-mail.

    Após a finalização, o arquivo estará disponível para download acessando ‘Minha Conta’ no canto superior direito da tela, na seção Downloads, e também é enviado para o seu e-mail. Verifique a caixa de SPAM.

    Qualquer dúvida , entre em contato.

  • Figura Faltante  | Jogo para estimular memória e alfabetização

    Figura Faltante | Jogo para estimular memória e alfabetização

    O-lá!

    Que tal um jogo para estimular a alfabetização e, de quebra, exercitar a memória?! Eu acho maravilhoso, e você? Conte pra mim nos comentários 😉

    Já que eu comecei o post de hoje falando sobre memória, você sabia que houve um tempo em que se acreditou que ela estava localizada em uma única parte do nosso cérebro? Hoje sabemos que, na verdade, ela funciona por meio de uma rede de neurônios que processam e preservam diferentes tipos de informações distribuídas em diversas áreas de nosso cérebro. Ou seja, assim que uma informação chega, diversas conexões são ativadas simultaneamente e uma parte extensa do cérebro é envolvida no processamento das lembranças.

    Agora, o primeiro passo para uma pessoa acessar uma informação e depois tê-la registrada em suas lembranças, é o interesse. Do contrário, é como se o cérebro estivesse desligado.  

    O jogo que eu trouxe hoje tem como pano de fundo o objetivo de estimular a alfabetização, porém, a criança é envolvida em uma brincadeira de tentar descobrir uma figura faltante. Isso é super bacana para “ligar” o sistema de interesse/motivação da criança. E uma criança engajada, motivada, com certeza aprende mais fácil 😉

    […] Não tendo motivação, não tem atenção, não tem boa aquisição de novas informações, não tem formação de memórias, e pode não ter um bom aprendizado. (RIESGO, 2007, p.270)

    Sendo assim, “bora ligar” o sistema de interesse/motivação da criançada?

    Sugestão de Uso:

    Comece mostrando para a criança uma cartela que tem duas imagens. Dê um tempinho para ela observar e, depois, tire a cartela do campo de visão dela. Entregue para a criança outra cartela que contenha somente uma das figuras que ela viu na cartela anterior.

    Ela deve escrever o nome da imagem que está faltando.

    Por fim, você revela a primeira cartela para ela conferir.

    Para ampliar o desafio, aumente o número de cartelas. Ou seja, apresente duas, três, quatro cartelas para a crianças observar e depois descobrir as imagens que estão faltando.

    É isso! De maneira divertida você promoverá aprendizagem!

    Um abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtorno da memória. In ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2007.

    REFERÊNCIA

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital formato PDF contendo:

    • 18 fichas com duas figuras;
    • 18 fichas faltando uma figura;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

     

  • Pegando Carona  | Jogo de alfabetização para estimular a consciência silábica

    Pegando Carona | Jogo de alfabetização para estimular a consciência silábica

     O-lá!

    Este jogo ficou demais de “bão”… Hehe! Aprender com um jogo assim é muito mais divertido! E, por falar em diversão, não sei se você que está lendo este texto já acompanha o nosso trabalho há muito tempo ou se é a primeira vez que está passando por aqui, mas, de qualquer forma, saiba que levamos bem a sério a questão do lúdico na aprendizagem!

    O jogo “Pegando Carona” é mais um dos muitos jogos que temos disponíveis aqui no site com este intuito: promover aprendizagem com diversão. Nele, a criança é instigada a fazer análise das palavras para perceber seus sons e, ao mesmo tempo, as sílabas que representam esses sons são apresentadas a ela. É importante sabermos que nem todas as crianças vão entender de imediato o jogo e que isso faz parte do processo de cada aprendiz. Ou seja, é preciso persistir e mediar até que nossa presença não seja mais necessária.

    […] a expectativa não deve ser de que todas as crianças tenham sucesso imediato em cada atividade. Se fosse assim, não haveria razão para o ensino. (ADAMS, et al., p. 32, 2006)

    Vamos então à explicação do jogo?

    Sugestão de Uso:

    Coloque em um saco todas as cartas que tem os nomes das imagens.

    Organize uma pilha com as demais cartas (embaralhadas e com as imagens viradas para baixo).

    Um jogador pega uma carta do saco e observa nos círculos que estão abaixo do nome da figura para verificar qual deles está preenchido. Ele indica qual parte do nome da figura o jogador deve encontrar igual em outra carta (começo, meio ou final).

    Então, cada jogador, na sua vez, vira uma carta da pilha. Como nestas cartas não estão escritos os nomes das figuras, o jogador poderá utilizar os círculos como pista. Porém, isso não quer dizer que qualquer figura que tenha o mesmo círculo preenchido será o correto. O jogador precisará segmentar o nome da figura em pedaços/sílabas e prestar atenção ao som para verificar se nele a sílaba/som se repete no mesmo lugar (começo, meio ou final) da outra carta.

    O jogador que encontrar, fica com a carta que tem o nome da figura. As demais devem ser devolvidas à pilha.

    Se um jogador virar uma carta que tiver a figura de um carro, pega para si todas as cartas acumuladas pelo outro jogador.

    Vence o jogo quem acumular primeiro três cartas.

    Encerro este post deixando um forte abraço e desejando que você possa aproveitar muito com as crianças o jogo “Pegando Carona”!

    No vídeo que tem logo abaixo você poderá ver o jogo com mais detalhes 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ADAMS, Marilyn Jager; et al. Consciência fonológica em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 18 cartas com imagens e palavras;
    • 18 cartas com imagens;
    • 04 cartas com figura de um carro;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Para você imprimir, montar e jogar.