Tag: dislexia

  • Som = ou ≠

    Som = ou ≠

    O-lá!

    Em países com língua alfabética pesquisas no campo da consciência fonológica têm sido intensificadas. O motivo é muito simples: nessas línguas, como é o caso do português, a consciência fonológica exerce papel importante no processo de aprendizagem da leitura e da escrita.

    Os educadores que ensinam consciência fonológica descobriram que, fazendo isso, aceleram o crescimento de toda a turma em termos de leitura e de escrita, ao mesmo tempo em que reduzem a incidência de crianças com atraso na leitura. (ADAMS, et al., 2012, p.17)

    Um fato interessante e de que eu gosto muito, é que não se fala em treinamento puro e simples; pelo contrário: a consciência fonológica é geralmente apresentada de maneira lúdica às crianças. Isso é fundamental! Também é pertinente dizer que este trabalho lúdico com os sons pode ser iniciado na pré-escola. Vejam, não se trata de alfabetizar aos quatro, cinco anos, mas, estimular, de maneira lúdica, as crianças a prestarem atenção aos sons. Brincadeiras que envolvam rima, ritmo, escuta de sons, são excelentes para isso! 15 a 20 minutos diários de prática produzirão efeitos benéficos para a construção da escrita.

    O jogo que eu trouxe hoje como sugestão é também instigante porque as crianças são levadas a perceber sons iniciais iguais e diferentes e, além da consciência fonológica, possibilita que as crianças comecem a relacionar os sons iniciais com as letras que aparecem em destaque. Obviamente, se o seu objetivo for somente estimular a consciência fonológica, pode cobrir com alguma etiqueta as palavras para que a criança preste atenção somente ao som.

    Sugestão de uso:

    Coloque as cartas em uma pilha com as figuras voltadas para cima.

    As fichas com símbolos de = e ≠ coloque em uma sacola.

    Cada criança, em sua vez, observa a figura que está no topo da pilha, fala o nome e presta atenção ao som inicial. Depois tira uma ficha com o símbolo da sacola.

    Se for sorteada uma ficha com o símbolo de “=”, a segunda carta da pilha deve ter o mesmo som inicial da primeira carta.

    Se for sorteada uma ficha com o símbolo de “≠”, a segunda carta da pilha deve ter som inicial diferente da primeira carta.

    Se coincidir, o jogador fica com a ficha símbolo.

    Obs. 1: Enfatize os sons iniciais das palavras. Exemplo: /RRRREEEE-GA-DOR/

    Obs. 2: As cartas são embaralhadas a cada partida.

    Ganha o jogo quem conquistar mais fichas-símbolo.

    É isso! Gostou deste jogo? Conte pra mim! 😉

    Ah, logo aqui abaixo eu deixei um vídeo com sugestão de uso deste jogo!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ADAMS, Marilyn Jager; et al. Consciência fonológica: em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 24 cartas com figuras;
    • 06 fichas com símbolo de igual;
    • 06 fichas com símbolo de diferente;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    Para você imprimir, montar e jogar.

    É enviado por e-mail.

  • Cria+: Desvendando Palavras

    Cria+: Desvendando Palavras

    O-laaaaá!!!

    Hoje estou escrevendo este texto para compartilhar uma sugestão de um jogo muito especial. Ele foi desenvolvido por mim e pela equipe da Imagine-me. Ops, espere! Você já ouviu falar na Imagine-me? Assim como eu, o Herinque, o Guilherme e o Pablo (equipe Imagine-me) também gostam muito de desenvolver jogos. Considero eles incríveis!

    Para criar este jogo fizemos mais ou menos assim: pegamos os nossos conhecimentos e colocamos tudo dentro de um caldeirão, mexemos, mexemos, … brincadeira…rsrs Ninguém é bruxo, mas juntos desenvolvemos o jogo: Cria+ Desvendando palavras.

    Dentre outras habilidades, o jogo estimula a alfabetização, o letramento, o pensamento lógico, a coordenação motora fina, a criatividade, a inteligência pictórica. Sim, inteligência pictórica!

    Você sabia que, apesar de muitos considerarem pessoas inteligentes aquelas que se destacam por ter um bom desempenho em pensamento lógico e linguístico, o ser humano é dotado de várias inteligências? Certamente você que está lendo este texto tem uma área do conhecimento mais desenvolvida que outra, mas isso não lhe faz mais ou menos inteligente que ninguém. No entanto, faz parte da pessoa que você é! A Inteligência Pictórica é muito forte em desenhistas, ilustradores e especialistas em computação gráfica.

    Evidentemente, sabemos que nem todos serão do time do Walt Disney (que tinha a inteligência pictórica muito bem desenvolvida), porém, é muito importante que sejam valorizados os desenhos das crianças porque através deles elas podem se comunicar, falar de seus desejos, medos, alegrias e dificuldades. É uma forma de comunicação incrível e nem sempre recebe o olhar ou a “escuta” necessária para entender o que a criança está dizendo.

    […] antes mesmo que a linguagem escrita lhe seja acessível, os recursos pictóricos tornam-se elementos fundamentais na comunicação e na expressão de sentimentos, funcionando como um canal muito especial, através do qual as individualidades se revelam – ou são construídas – expressando ainda, muitas vezes características gerais da personalidade […]. (MACHADO, apud ANTUNES, 2003, p. 217)

    Sendo assim, precisamos explorar e valorizar mais as expressões sobre o mundo que as crianças registram nos desenhos. Bora fazer isso?!

    Sugestão de Uso:

    Separar as cartas em três montes, por cor.

    Embaralhar e pedir para a criança pegar uma carta de cada cor (cabeça, corpo, pernas), ler e completar as palavras faltantes para depois representar o personagem descrito.

    Exemplo:

    Carta cabeça: formato de um brinquedo com a sílaba BO.
    A criança pode escrever /BOla/ e desenhar a cabeça do personagem em formato de uma bola.

    Carta Corpo: Forma de um eletrodoméstico com a sílaba DOR.

    A criança pode escrever /computaDOR/ e desenhar o corpo do personagem em formato de um computador.

    Carta Pernas: com o formato de uma ferramenta com a sílaba TE.

    A criança pode escrever /alicaTE/ e desenhar as pernas do personagem em formato de alicate.

    Depois, ela pode criar um nome para o personagem unindo as sílabas das cartas que o/a originaram.
    Neste caso o nome do personagem seria: BODORTE.

    Eu sei, fica meio maluco! Esta é a ideia, brincar com a possibilidade de criar personagens diferentes.

    Em seguida, que tal inventar uma história sobre o personagem? Por exemplo: a idade que ele tem, onde mora, a profissão, o que gosta e o que não gosta de fazer, se tem medo de alguma coisa… Enfim, pode ser explorado o personagem para construção de uma história.

    Para finalizar este texto, quero dizer que eu e a equipe da Imagine-me estamos curiosos para saber a sua impressão sobre o jogo. Aproveite e deixe registrado nos comentários.

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

    ATENÇÃO! Este jogo está disponível em arquivo PDF (para você imprimir, montar e jogar) no site Imagine-me. Para adquirir clique aqui para ser direcionado(a) para lá 🙂

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    Inclusive

  • Revele a palavra (som final)

    Revele a palavra (som final)

    O-lá!
    Há duas semanas compartilhamos com vocês o jogo Revele a palavra (som inicial). O jogo que trouxemos hoje é semelhante. A diferença é que neste a criança será estimulada a prestar atenção aos sons finais das palavras.

    Os dois jogos têm objetivo de estimular a consciência fonológica, habilidade que contribui muito para o sucesso da construção da escrita. Vejam na citação a seguir o que dizem alguns autores.

    […] diante de uma escrita alfabética, o nível de consciência fonológica de uma criança ao entrar na escola é considerado o indicador mais forte de êxito que ela terá ao aprender a ler ou, ao contrário, da probabilidade de que não o consiga (ADAMS, 1990; STANOVICH, 1986 apud ADAMS et al., 2012, p. 20).

    O jogo também contribui fortemente para estimular a atenção 😉 A gente ama isso, não é mesmo?! <3

    Sugestão de Uso:

    Colocar o tabuleiro sobre uma superfície plana e as fichas em uma sacola ou caixa. Verificar se os jogadores sabem os nomes de todas as figuras.

    Cada jogador, na sua vez, retira uma ficha da caixa. Localiza as figuras no tabuleiro que correspondem aos números que estão na ficha. Fala em voz alta os nomes delas e presta atenção aos sons das sílabas finais. O jogador precisa descobrir qual palavra é possível formar com esses sons.

    Exemplo: no tabuleiro 13 é = manGA e 10 é = gaiTA. Portanto, formamos “GATA”.

    O jogador fica com a ficha se conseguir revelar a palavra. Se não conseguir, devolve a ficha para a caixa.

    Ganha o jogo quem conseguir mais fichas.

    Para aumentar o desafio vocês podem determinar um tempo para os jogadores revelarem a palavra.

    Atenção! Este é um jogo de consciência fonológica. Portanto, a correspondência é fonológica e não necessariamente gráfica. Sendo assim, desconsiderem, por exemplo, acentuação.

    Concluímos este texto com o desejo que as informações aqui escritas tenham sido úteis.

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ADAMS, Marilyn Jager; et al. Consciência fonológica: em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF (enviado por e-mail) contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 20 fichas;
    • Instruções de uso.
  • Revele a palavra (som inicial)

    Revele a palavra (som inicial)

    Oie!!!

    Quem acompanha o nosso trabalho há bastante tempo já sabe que estamos sempre batendo na mesma tecla:  a consciência fonológica é uma das habilidades que precisamos estimular nas crianças para facilitar o processo de alfabetização. Há diversos estudos que demonstram isso. Ou seja, é evidência científica! Sendo assim, jogos lúdicos com o objetivo de promover essa habilidade devem estar presentes em ambientes que pretendem estimular a construção da escrita.

    […] procedimentos para desenvolver consciência fonológica que incluam tanto a segmentação quanto a combinação de fonemas podem promover ganhos significativos, facilitando a aquisição da leitura e da escrita alfabética. […] (SHARE, 1995 apud CAPOVILLA e CAPOVILLA, 2007, p. 34-35).

    O jogo que trouxemos hoje como sugestão é excelente para que a criança seja estimulada a prestar atenção aos sons iniciais das palavras e, também, chegar à conclusão que há palavras diferentes que têm estes mesmos sons. Ou seja, excelente para o desenvolvimento da consciência fonológica.

    A seguir deixamos a forma que pensamos para a sua utilização, porém, façam as adaptações necessárias para atender da melhor forma possível os aprendentes que irão utilizá-lo, ok? Contamos com vocês para isso 😉

    Sugestão de Uso:

    Colocar o tabuleiro sobre uma superfície plana e as fichas em uma sacola ou caixa. Verificar se os jogadores sabem os nomes de todas as figuras.

    Cada jogador, na sua vez, retira uma ficha da caixa. Localiza as figuras no tabuleiro que correspondem aos números que estão na ficha. Fala em voz alta os nomes delas e presta atenção aos sons das sílabas inicias. O jogador precisa descobrir qual palavra é possível formar com esses sons.

    Exemplo: 9 + 3 correspondem a MOto + LAta = MOLA

    O jogador fica com a ficha se conseguir revelar a palavra. Se não conseguir, devolve a ficha para a caixa.

    Ganha o jogo quem conseguir mais fichas,

    Para aumentar o desafio vocês podem determinar um tempo para os jogadores revelarem a palavra.

    Atenção! Este é um jogo de consciência fonológica. Portanto, a correspondência é fonológica e não necessariamente gráfica. Sendo assim, desconsiderem, por exemplo, acentuação.

    Variação: Os jogadores podem também ser desafiados a resolver os cálculos das fichas.

    Finalizamos este post com o desejo de termos contribuído.

    Um forte abraço e até o próximo post. <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CAPOVILLA, Alessandra Gotuzo Seabra; CAPOVILLA, Fernando César. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. 5. ed. São Paulo: Memnon, 2007

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 20 fichas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Risque e Forme uma Palavra

    Risque e Forme uma Palavra

    Oie!!!

    Lembram do jogo Risca Sílabas que compartilhamos com vocês? O recurso que trouxemos hoje é parecido, porém, traz algumas diferenças. O “Risca Sílabas” tem uma variedade de sílabas maior. No entanto, o “Risque e Forme uma Palavra” traz possibilidade de construção de várias palavras. Cada quadro é possível formar no mínimo duas palavras. Maravilha isso, não é mesmo?

    Bom, a semelhança que há entre o Risca Sílabas e o jogo de hoje é que os dois têm sílabas, pretendem estimular o processo de construção da escrita e também podem servir para uma avaliação. Muitas vezes buscamos uma ferramenta que nos ajude a verificar o nível de conhecimento da criança quando ela já está ali na nossa frente. Sim, um jogo pode ser muito útil para conseguirmos identificar aspectos cognitivos da criança, o que ela já sabe, o que precisa aprender e , especialmente, o seu modelo de aprendizagem.

    Por ser o jogo inerente ao homem, e por revelar sua personalidade integral de forma espontânea, é que se pode obter dados específicos e diferenciados em relação ao Modelo de Aprendizagem do paciente. […] (WEISS, 2007, p. 79)

    Sendo assim, vocês podem utilizar este jogo como uma forma lúdica de estimular a alfabetização, maaaas também é possível aproveitá-lo para observar as escolhas que a criança faz, a maneira que lida com a frustração, se faz tentativas, a coordenação motora fina no lançar do dado e segurar o lápis, o olhar, a posição do corpo, se permanece concentrada durante o jogo, além de identificar algumas sílabas que ela já conhece. Enfim, aproveitem o momento do jogo para conhecer mais sobre a criança. Certamente, isso irá contribuir muito na escolha da mediação e recursos mais assertivos. OK? #partiujogar

    Sugestão de Uso:

    Distribuir um tabuleiro para cada jogador e canetinhas ou lápis.
    Cada jogador, na sua vez, joga o dado, procura em seu tabuleiro um quadro que tenha a mesma cor que foi sorteada. Forma uma palavra com as sílabas disponíveis no quadro. Pode ser objeto, animal ou fruta. Em seguida, risca o quadro.
    Ganha o jogo quem riscar primeiro uma linha inteira.

    Encerramos com o desejo que este jogo contribua muuuuito. Amamos receber feedback de vocês.

    Um forte abraço, fiquem bem!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 12. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS (enviado por e-mail) contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.
  • Destrave

    Destrave

    Oie!

    Temos em nosso site várias sugestões para estimular o desenvolvimento da consciência fonológica. Dentre elas: rima, aliteração, sílaba inicial, medial, final. Todos estes jogos são ferramentas essenciais em um ambiente alfabetizador. O jogo que estamos compartilhando hoje também tem como objetivo instigar que as crianças prestem a atenção aos sons da nossa língua. A novidade é que neste recurso elas irão verificar que algumas palavras podem começar com o mesmo som que termina outra 😉

    Ops! Na verdade, há algum tempo eu compartilhei este jogo Destrave com vocês, mas ele não estava em formato de jogo com cartas. Eu usava apenas uma lousa e giz.

    Também achamos pertinente ressaltar que sons de sílabas é, geralmente, mais fácil de perceber do que fonemas isolados. A explicação está na citação a seguir.

    […] os sons de fonemas não são fisicamente separáveis da cadeia da fala, estão inteiramente fundidos uns com os outros no interior da sílaba. Portanto, seja para transformar a fala em escrita ou traduzir a escrita em fala, é com a sílaba que se deve começar. […] (ADAMS, 1990, p. 302 apud SOARES, 2016, p. 193-194)

    Sendo assim, é necessário que este conhecimento chegue a todo aquele que pretende ser um profissional que trabalhe com alfabetização.

    Sugestão se uso:

    Distribuir igualmente as cartas entre dois jogadores.
    Quem tiver a carta com a imagem de uma /LUVA/ começa o jogo.
    O próximo jogador deverá colocar uma carta cujo nome da figura começa com a mesma sílaba que termina /luVA/ .
    Exemplo: luVA – VAca .
    Ganha o jogo quem ficar sem nenhuma carta primeiro.
    Atenção! Se uma carta for trocada de lugar o jogo irá travar e cartas vão sobrar. Se isto acontecer,  juntos devem pensar o que precisam fazer para o jogo destravar! 

    Por hoje é isso! Até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF (enviado por e-mail) contendo:

    • 18 cartas;
    • Instruções de uso.
  • Dominó Aliteração

    Dominó Aliteração

    Oie!!!

    Já abordamos em várias publicações a importância da consciência fonológica para a alfabetização. Neste post estamos trazendo uma sugestão para instigar a aliteração que é a habilidade de identificar sons iniciais iguais (sílabas ou fonemas).

    A ideia essencial é a de que a análise explícita das palavras em unidades fonológicas é indispensável para compreender o código alfabético e, através disso, aprender a ler. (ALEGRIA, LEYBAERT e MOUSTY , 1997 apud CAPOVILLA e CAPOVILLA, 2007, p. 25).

    Oferecer jogos e brincadeiras que instiguem essa habilidade são excelentes. Especialmente, se a criança estiver apresentando dificuldade de aprendizagem. Sendo assim, vamos a proposta que trouxemos para vocês hoje. <3

    Sugestão de Uso:

    Distribuir igualmente as peças do dominó entre dois jogadores.

    O jogador que ficar com a peça que tem a imagem de uma /BALANÇA/ dá início ao jogo.

    Os jogadores deverão unir peças do dominó com sons/sílabas iniciais iguais.

    Exemplo: BAlança com BAteria.

    Ganha o jogo quem ficar sem nenhuma peça primeiro.

    Por hoje é isso! Até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CAPOVILLA, Alessandra Gotuzo Seabra; CAPOVILLA, Fernando César. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. 5. ed. São Paulo: Memnon, 2007.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 20 peças;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Teste sua Força com as Palavras

    Teste sua Força com as Palavras

    Oie!!!

    Mais uma vez trouxemos para vocês um jogo super bacana para estimular o processo de construção da escrita. Já temos diversos por aqui com este objetivo porque temos a certeza que a diversão pode contribuir e muito com o processo de alfabetização.

    Há muitos métodos de alfabetização e, inclusive, alguns profissionais defendem mais um do que outro. Sinceramente, nossa experiência sempre demonstrou que cada criança aprende de um jeito. Inclusive, há estudos comprovando que nós seres humanos somos dotados de múltiplas inteligências. Sendo assim, cada um tem mais interesse por algumas áreas do saber que outras e, também, o jeito de absorver o conhecimento é particular.

    […] já se afasta o conceito de uma inteligência única e geral e ganha espaço a convicção de Howard Gardner e de uma grande equipe da Universidade de Harvard de que o ser humano é dotado de inteligências múltiplas […]. (ANTUNES, 2003, p. 13, grifo do autor).

    Agora, aliar diversão com aprendizagem é a mistura perfeita. Então vamos nesta? \o/

    Sugestão de uso:

    Entreguem para cada jogador uma cartela “Teste sua Força com as Palavras”.

    Deixem disponível para todos os jogadores a cartela com figuras. Verifiquem se os jogadores sabem os nomes de todas elas. Inclusive, podem discutir sobre com qual sílaba/som cada uma começa o seu nome.

    Coloquem as fichas com sílabas dentro de uma sacola/caixa.

    Cada jogador, na sua vez, retira uma ficha da sacola. Escreve na cartela “Teste sua Força com as Palavras” uma palavra que começa com a sílaba/som que está em destaque na ficha. Se não souber pode tentar descobrir olhando a cartela com figuras. Em seguida, pode escrever outras palavras que começam com as demais sílabas da ficha (neste caso, não terá figura para servir de pista). Após, devolve a ficha para a sacola.

    Se o jogador retirar uma ficha que ele já tenha pego anteriormente ele pode escrever uma palavra que termina com a sílaba/som que está em destaque. No entanto, neste caso, não pode utilizar a cartela de figuras como ajuda. Ou seja, ficará mais difícil. Após, devolve a ficha para a sacola.

    Ganha o jogo quem completar 10 palavras na cartela “Teste sua Força com as palavras”.

    Por hoje é isso!

    Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 16 fichas de sílabas;
    • 01 cartela de figuras;
    • 01 cartela Teste sua Força com as Palavras;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Siga o caminho

    Siga o caminho

    Oie!!!
    Outro dia recebemos uma mensagem na qual nos perguntavam sobre qual o melhor método de alfabetização. Este é um questionamento que não temos como responder. Nossa experiência nos demonstrou, por diversas vezes, que cada criança aprende de um jeito. Por isso o mais indicado é observar a criança para identificar como ela aprende.
    Um outro ponto importante é que jamais podemos nos referir a uma criança em processo de alfabetização que: “Ela/ele ainda não sabe nada”. Talvez a criança não esteja atendendo a expectativa convencional de escrita dos pais, dos professores, mas isso não significa que a ela não tenha nenhum conhecimento.

    […] nenhum sujeito parte do zero ao ingressar a escola de ensino fundamental, nem sequer as crianças de classe baixa, os desfavorecidos de sempre. […] (FERREIRO, E. ; TEBEROSKY, A., 1999, p. 291).

    Ou seja, é preciso entender que aprender a ler e escrever é um processo de construção e cada criança tem um ritmo e necessidade de mediação particular. O mediador precisa ampliar a escuta, a observação e, realmente, não tem fórmula mágica. A prática e a boa vontade faz com que desenvolvemos nossa sensibilidade para a escuta 😉

    Esperamos que vocês possam aproveitar a sugestão de intervenção que trouxemos hoje. O objetivo é estimular a consciência fonológica, a relação fonema x grafema, o pensamento lógico, a coordenação motora fina para auxiliar no processo de construção da escrita. Ampliem, façam as adaptações necessárias. <3

    Sugestão de uso:

    Comecem pedindo para as crianças observarem a letra que está em destaque na página. Em seguida, tentarem reproduzir a letra com o corpo (podem imitar a figura que aparece na página) e falar nome/som.

    Depois, solicitem que as crianças identifiquem e percorram o caminho das palavras que iniciam com aquela letra/som para chegar ao livro.

    Por fim, digam para as crianças escreverem os nomes das figuras observando que cada uma tem um campo correspondente.

    Dica: Se vocês colocarem as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico), os aprendentes podem escrever sobre o plástico com uma canetinha e, após o uso, é só apagar com uma flanela.

    Encerramos mais um post com o desejo que tenha contribuído.
    Um forte abraço 😘

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FERREIRA, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 22 páginas;
    • Instruções de uso.

    Consta alfabeto de A a Z (exceto H, K, W, Y).

    É enviado por e-mail.

  • Não pertence

    Não pertence

    Oie!!!
    Há um tempo compartilhamos aqui com vocês o jogo Letra x Som. Recebemos muitas mensagens solicitando um jogo parecido, porém, com um nível mais fácil, para crianças que estão bem no começo do processo de alfabetização. No jogo Letra x Som tem várias imagens e a as letras em destaque podem estar em qualquer lugar dos nomes das figuras (começo, meio ou final). Neste jogo que estamos compartilhando hoje tem menos imagens e as letras em destaque devem ser localizadas somente no início dos nomes das figuras. Na sugestão do jogo explicamos melhor! Antes queremos enfatizar a importância de trabalharmos o som das letras.

    Precisamos estar cientes que trabalhar a relação fonema x grafema é essencial no processo de alfabetização. Podemos, inclusive, prevenir diversos atrasos na construção da escrita por estimularmos este conhecimento. Claro que isto de maneira lúdica e sem forçação de barra! Mas todo dia um pouco. 😉 Falar de palavras que começam ou terminam com o mesmo som/letra é sempre uma excelente estratégia de intervenção.

    A ideia essencial é a da que a análise explícita das palavras em unidades fonológicas é indispensável para compreender o código alfabético, e através disso, aprender a ler. (ALEGRIA, LEYBAERT e MOUSTY apud CAPOVILLA e CAPOVILLA, 2007, p. 25).


    Agora vamos à explicação do jogo.

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma cartela e fala letra/som que está em destaque. Em seguida, a criança coloca uma ficha “Não Pertence” na(s) figura(s) cujo(s) nome(s) não começa(m) com essa letra/som.

    Vocês podem contribuir falando o nome de cada figura enfatizando o som inicial. Exemplo: /AAAAABACATE/.

    É isso! Um forte abraço e até o próximo post! <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SEABRA, Alessandra Gotuzo; CAPOVILLA, Fernando César. Teoria e pesquisa em avaliação neuropsicológica. São Paulo: Memnon, 2009.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 23 cartelas (alfabeto A a Z, exceto KWY);
    • Ficha carimbo;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.