Tag: matemática

  • Verdadeiro ou Falso

    Verdadeiro ou Falso

    Oie!!! Hoje trouxemos para vocês uma ideia para contemplar as quatro operações: adição, subtração, multiplicação e divisão. Uhuuu!!! \o/

    Importante: Dependendo dos conhecimentos prévios das crianças é necessário deixar material concreto (palitos de picolé, tampas de garrafa PET, etc.) para auxiliar nos cálculos. Esta é também uma estratégia essencial se a criança apresentar discalculia.

    A intervenção em crianças com discalculia será bem-sucedida quando as noções de números elementares de 0 a 9 (habilidade léxica), a produção de novos números (habilidade sintática), as noções de quantidade, ordem, tamanho, espaço, distância, hierarquia, os cálculos com as quatro operações e o raciocínio matemático forem trabalhados, primeiramente como experiências não-verbais significativas. A criança só irá trabalhar com fatos aritméticos mentalmente quando superar as etapas citadas. (BASTOS, 2007, p. 204).

    Perceberam o quanto é necessário disponibilizarmos atividades significativas? Como diz o velho ditado: “Não adianta querer colocar a carroça na frente dos bois”. As crianças precisam vivenciar no concreto para compreender e construir o conhecimento. Só então terão condições maturacionais para fazer cálculos mentais.

    Segue nossa ideia de hoje!

    Sugestão de uso:

    Coloquem as cartas em uma caixa/sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma carta e faz um palpite colocando um marcador na opção que achar correta: Verdadeiro ou Falso. Depois faz o cálculo para verificar se acertou o palpite. Se a criança acertou, fica com a carta. Do contrário, deve devolver a carta na caixa/sacola.

    No jogo há também duas cartas sem nenhum cálculo. A criança que pegar uma destas cartas deve pensar em uma conta para outro(a) colega resolver. Se ele/ela acertar, fica com a carta. Se errar, a criança que pensou no cálculo fica com a carta.

    Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    É isso! Um forte abraço e até o próximo post!

    P.S. Pensou em uma maneira diferente para utilizar este material? Ah, então conta pra nós, vai!!!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    BASTOS, José Alexandre. Discalculia: transtorno específico da habilidade em matemática. In: ROTTA, N. T.; OHLWEILER, L.; RIESGO, R. S. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2007.

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    • 34 cartas;
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  • Lince de Divisão | Jogo de matemática: divisão

    Lince de Divisão | Jogo de matemática: divisão

    Oie!!!
    Há algum tempo nos pedem jogos para trabalhar a divisão. Bom, apesar da demora, nasceu! hehe

    Antes da explicação do jogo, queremos dizer que é muito importante estarmos atentos ao fato de que, para a criança entender a divisão – assim como qualquer aprendizado -, é preciso que ela tenha condições para isso, que já tenha conhecimento prévio suficiente.

    “[…] as crianças aprendem com instrução só o que elas podem aprender com o conhecimento que já adquiriram.” (KAMII; DECLARK, 1997, p. 168.)

    Ou seja, não adianta querer pular etapas. Às vezes, na ansiedade e preocupação com o conteúdo que precisa ser passado acontecem atropelos. E ensinar algo que esteja muito acima do que a criança tem condições, naquele momento, de aprender pode causar prejuízos muito sérios. Para citar um deles é o sentimento de incapacidade que a criança pode adquirir. E quem é que consegue aprender alguma coisa quando não se sente capaz?

    Após este breve alerta, vamos a explicação do jogo. 😉

    Sugestão de uso:

    Colocar o tabuleiro sobre uma mesa e as fichas em uma sacola/caixa. Cada criança, na sua vez, retira uma das fichas da sacola, resolve o cálculo, procura e circula (com canetinha) o resultado no tabuleiro. Se conseguir, fica com a ficha. Se não conseguir, devolve a ficha para a sacola. Ganha o jogo quem conquistar cinco fichas primeiro.

    Para ampliar o desafio pode ser determinado um tempo para que a criança localize o resultado.

    Obs. 1: Se for aplicado papel Contact ou plastificado o material, após o uso, poderá apagar as marcações de canetinha com uma flanela. 😉

    Obs.2 : Para algumas crianças talvez seja necessário deixar disponível a tabuada para que elas possam consultar em caso de dúvidas.

    Concluímos este texto deixando um forte abraço a todos que o leram até aqui. <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13 ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 01 tabuleiro;
    • 20 fichas;
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  • Calendário

    Calendário

    Oieee!!!
    Primeiro post de 2020 e já começamos com um presente maravilhoso para vocês: tem arquivo PDF GRÁTIS com a atividade que trouxemos como sugestão hoje!!! Uhuuu!!! Esperamos que vocês fiquem tão felizes quanto nós que estamos compartilhando este material.

    Antes de baixar o arquivo acompanhem nossa breve explicação sobre a relevância deste recurso 😉

    Trabalhar a noção de tempo é muito importante e, geralmente, as crianças demonstram interesse em anotar no calendário, por exemplo, a data do aniversário ou outro evento que irá acontecer e ir riscando os dias que faltam para chegar. Além disso, é interessante propiciar às crianças o funcionamento dos números dentro de um contexto. Portanto, utilizar o calendário é um excelente recurso porque a criança terá a oportunidade de aprender algo que tem uma conexão com o seu dia a dia. É muito mais do que simplesmente absorver algo que a professora falou.

    “Nenhuma criança é uma esponja passiva que absorve o que lhe é apresentado.” (ANTUNES, 2003, p. 16)

    Então mãos à obra!!! 🙂

    Sugestão de uso:

    Entreguem o calendário do mês corrente para a criança/adolescente preencher.

    Após, vocês podem complementar a atividade com outros questionamentos. Por exemplo:

    – Qual dia da semana você mais gosta? Por quê?

    – Quantos dias faltam para o aniversário de…?

    – O dia 20 de janeiro será…

    – Quais dias da semana você vai para a escola?

    Vocês perceberão que aos poucos os conhecimentos serão integrados. Também será muito gratificante ver o entusiasmo das crianças quando no início de cada mês vocês entregarem um novo calendário para ser preenchido.

    Um forte abraço!

    Clique abaixo no botão escrito “GRÁTIS” para adquirir dois arquivos em PDF (enviados por e-mail) contendo:

    • 12 fichas;
    • Instruções de uso.

    São enviados dois arquivos em PDF para que, no momento da impressão, você possa escolher dentre eles o tamanho mais adequado (fichas com tamanho de uma página A4 ou 1/2 página A4).

     

  • Decomponha os números

    Decomponha os números

    Oie!

    Há muitas maneiras de demonstrar carinho e gratidão por alguém: com um abraço, um beijo, um olhar, … No entanto, a distância que me separa fisicamente de vocês que acompanham o meu trabalho, impede que eu faça isso pessoalmente. Sendo assim, a maneira que demonstro o meu carinho é procurando dar atenção a todos os comentários que recebo e, de tempos em tempos, dedico algumas horas do meu trabalho para produzir algo que não receberei uma recompensa monetária por ele, mas, tenho a expectativa que vocês se sentirão tocados e acarinhados por mim. Tudo que compartilho tem o intuito de levar muito mais do que informações, almejo que esteja proporcionando experiências positivas.

    Deixei na nossa loja o arquivo PDF com este material. É enviado por e-mail e é gratuito!!! Para receber clique no botão escrito “Grátis” disponível no final deste post.

    Bom, chega de papo … rs, agora vou discorrer sobre a ideia de hoje.

    Os números podem ser apresentados de maneiras diferentes: compostos ou decompostos. Por exemplo: o número 123 está na forma composta, mas eu posso decompor ele e, então, apresentá-lo assim: 100 + 20 + 3. As duas maneiras representam o mesmo valor. E qual a relevância de sabermos isso? É importante para entendermos padrões e relações dentro de um número maior e entre números dentro de uma equação.

    Considero importante salientar que valor posicional não é uma técnica a ser aprendida pela criança. Na verdade, é algo que precisa ser construído por ela e que envolve raciocínio lógico-matemático. Sendo assim, é preciso primeiro que a criança tenha construído a unidade para que possamos apresentar as dezenas. Da mesma forma, ela precisa ter construído o entendimento de dezenas e das unidades para que seja apresentado as centenas e assim por diante.

    […] ‘Dezenas e unidades’ podem ser ensinadas somente depois de as crianças terem construído as ‘unidades’ […] (KAMII e DECLARK, 1997, p. 93.)

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma cartela e, para decompor o número em destaque, deve procurar os grampos que tenham os números necessários e fixá-los na cartela colocando-os em sequência, do maior para o menor.

    Queridos(as), mesmo que eu esteja ciente da riqueza deste material, fico esperando que me digam se contribuiu com o trabalho de vocês.

    Um abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 15 cartelas;
    • 18 fichas;
    • Instruções de uso.

    É GRÁTIS e enviado por e-mail.

  • Combine Relógio com Texto | Jogo para matemática

    Combine Relógio com Texto | Jogo para matemática

    Oie!!! Há muito tempo estou querendo publicar algo que possamos utilizar com as crianças para que elas sejam estimuladas a identificar as horas em relógio analógico. Afinal, apesar de que os relógios digitais estão por toda parte, este conhecimento é também muito importante.

    No entanto, para dar significado a esta aprendizagem podemos construir junto com a criança uma agenda na qual ela irá registrar quanto tempo se dedica aos estudos, às brincadeiras, acesso à Internet, etc. Viu só que ideia bacana para a criança desde cedo aprender sobre a importância da administração do tempo?!

    ANTUNES (2003, p. 74) nos diz:

    Ensine a criança a administrar seu tempo. […] Dê-lhe uma agenda, ensine-a usar e cumprimente-a por sua execução.

    Deixei o arquivo PDF com este material disponível na nossa loja. Para adquirir acesse o link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizar um relógio analógico verdadeiro para que a criança possa manipular, girar os ponteiros e vê-lo funcionando.

    Após, a criança escolhe uma das cartas, lê o texto, acerta o relógio de acordo com o que ela leu. Por fim, procura a carta com o desenho do relógio que registra o mesmo horário descrito no texto.

    Para concluir esta atividade organize com a criança o registro com os horários estabelecidos para as atividades diárias. Ela poderá colar no caderno ou deixar em um local visível.

    Vai ser show!!!

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. Petrópolis: Vozes, 2003.

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    • 10 cartas com texto;
    • 10 cartas com desenhos de relógio;
    • 01 ficha para agenda;
    • Instruções de uso.

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  • Deu Bam!

    Deu Bam!

    Oieee!

    Gente, hoje vamos falar de matemática! Não, vamos falar de jogos! Não, vamos falar de pensamento lógico! Não, vamos falar de diversão! Não, vamos falar de aprendizagem! Não, vamos falar de tudo isso…rs É que, na verdade, tudo pode caminhar junto. E eu me esforço, mas não consigo compreender como brincadeiras e jogos são deixados de lado quando as crianças se encaminham para o Ensino Fundamental. É incrível como é aceitável na educação infantil e, depois, parece que o caderno precisa estar cheio de cópia. Desculpa, isso me incomoda!

    Com isso será que estou dizendo que as cópias devem ser abolidas da escola? Óbvio que não! Agora, a cópia pela cópia não constrói conhecimento. Repetição pela repetição, também não! Fazer as crianças escreverem o número 1 até preencherem uma linha inteira não estará fazendo com que elas compreendam o valor do número. Agora, dizer, por exemplo: “Quantos números 1 vocês acham que conseguem escrever em uma linha?” Isso já é diferente; fará com que as crianças sejam motivadas a pensar, levantar hipóteses e depois escrever para verificar. Entenderam?

    “[…] as crianças aprendem com instrução só o que elas podem aprender com o conhecimento que já construíram” (KAMII, 1997, p. 157).

    Os jogos são excelentes desencadeadores da aprendizagem. Durante um jogo diferentes pontos de vista podem ser expostos e confrontados. Cada criança precisa expor o que pensa e isso exige uma concentração e nível de pensamento muito maior. A criança está ali, inteira.

    Ai, ai! Tanto a ser dito, mas preciso economizar nas palavras porque sei que o meu texto precisa ser curto. Sendo assim, vou explicar o jogo de hoje. Vamos de maneira lúdica trabalhar unidade, dezena, centena e milhar. Uhuu!!!

    Tem arquivo PDF com as cartas e dados para o jogo em nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Colocar as cartas em uma sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma carta, representa o número com os dados sobre o tabuleiro e fica com a carta. Outra criança repete o procedimento anterior. O jogo segue, mas  se a carta sorteada estiver escrito “BAM” é preciso devolver para dentro da sacola todas as cartas acumuladas até o momento pela criança. Ganha o jogo quem conseguir acumular três cartas primeiro.

    As crianças, simplesmente, amam esse jogo. Disponibilizar o material dourado para elas compreenderem no concreto também será excelente.

    Se você sentir que é possível determine um tempo para elas organizarem o número sobre o tabuleiro. 😉

    Um forte abraço e tchau!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 23 cartas;
    • 04 dados;
    • Instruções de uso.

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  • Siga as pistas

    Siga as pistas

    Oieeee!!! Primeiro post de 2019 chegandoooooo!!!

    Que saudade de escrever para vocês! Puxa vida, vocês não têm noção do quanto me faz falta ter este contato. Espero que estejam todos bem e empolgados com o início do ano! Agora, posso confessar um desejo que guardo bem secreto no meu coração? Nossa! Quantas pessoas respondendo: “ – simmmm, conta vai!”. Seus curiosos!…rs Quero que ao longo de todo o ano façamos a diferença na vida de muitas crianças. Topam? Falem nos comentários se vocês estão nesta empreitada comigo!

    Tentei caprichar ao máximo na ideia de hoje para começarmos com o pé direito. 🙂

    A atividade pode ser utilizada com crianças em processo de alfabetização. Porém, dependendo do nível de leitura que as crianças estejam apresentando, talvez seja necessário que vocês a acompanhem na leitura.

    O objetivo desta atividade é estimular o pensamento lógico, a atenção, a percepção, a paciência, a persistência. E, sou ciente (acredito que vocês também!), que da mesma maneira que a força física, a capacidade mental precisa de estímulo para ser desenvolvida. 

    Conforme Macedo, Petty e Passos (2007, p. 37-38):

    “O professor é quem dá o ‘tom’ do desafio proposto, ele deve ser o líder da situação, saber gerenciar o que acontece, tornando o meio o mais favorável possível, desencadeando reflexões e descobertas”

    Desafios lógicos são excelentes para isso e, além de não machucar ninguém (hehe), é uma forma da criança perceber que é capaz. Sentimento este que deve ser experimentado por todos desde sua mais tenra idade. É assim que nasce o desejo de “quero mais”.

    Com mediação apropriada levaremos as crianças a perceberem que podem ir muito mais longe do que acreditam. Por isso é importante selecionarmos com muito critério a atividade. Nem muito demais e nem muito de menos. Nossa sensibilidade precisa estar apurada para olhar/escutar a criança e adequar a atividade para ela. 

    Segundo Antunes (1998, p. 16): 

    “Toda criança é semelhante a inúmeras outras em alguns aspectos e singularíssima em outros.”

    Então, mãos à obra! 

    Tem arquivo PDF com as cartas para esta atividade na nossa loja.  Para adquirir clique no link disponível no final deste post. 

    Como utilizo (façam as adaptações necessárias):

    Apresento as cartas com os desafios para a criança escolher uma delas. Explico que é preciso uma pré-leitura. Isso é importante porque após preencher os campos é necessário ler novamente para ter certeza que foi tudo preenchido corretamente.

    Obs. Plastifico minhas cartas e as crianças podem escrever com canetinha sobre elas. Se vocês aplicarem papel Contact ou fita adesiva o efeito será o mesmo. Após o uso é só apagar com uma flanela e as cartas poderão ser utilizadas com outras crianças. 

    Despeço-me pedindo que vocês contem pra mim se este post foi útil. É com a ajuda de vocês que este espaço existe. Um forte abraço 🤗

    Bju

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estipulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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  • Descubra o segredo do cofre

    Descubra o segredo do cofre

    Oi, genteeee!!!

    Pensem em um jogo ma-ra-vi-lho-so para trabalhar atenção, percepção, pensamento lógico de maneira muuuuito divertida, inclusive, valendo prêmio com cédulas de dinheiro de mentirinha…hehe. É, eu sei, sou suspeita para falar(!), mas esta ideia ficou show!!! 🙂

    Tem arquivo PDF com as cartas para este jogo disponível na nossa loja. Clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Cada criança pega uma carta com um cofre. Ao seu sinal, elas deverão descobrir qual carta tem a mesma sequência de imagens do cofre que ela pegou. Ao descobrir ela poderá resgatar o valor indicado na carta. O jogo continua até não ter mais nenhum segredo para ser descoberto. Ganha quem conseguir o valor maior.

    Observação: Se você achar necessário poderá dizer para as crianças:

    • Observem a localização de uma das figuras do cofre que você pegou;
    • Procurem uma carta que tenha a figura na mesma posição;
    • Verifiquem se as demais figuras estão na mesma posição. Se sim, vocês encontraram!

    Claro que isso somente se for pertinente porque para algumas crianças é necessário deixá-las tentar sem nenhuma intervenção e, depois, questionar quais estratégias adotaram para conseguir descobrir o segredo.

    Viu que bacana?

    bjuuu

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    • 20 cartas;
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  • Dominó de Frações

    Dominó de Frações

    Oi, gente linda, amada, estimada!!!

    O post de hoje foi sugestão de uma pessoa que tenho muito carinho, um ex-aluno: Vitor. Então, se vocês gostaram da ideia, manda um agradecimento para ele…hehe

    Tem arquivo PDF com as peças para o jogo na nossa loja. É enviado por e-mail.

    Sugestão de uso:

    Dividir igualmente as peças entre os jogadores. Eles deverão unir a representação numérica de fração de um lado e a figura de outro. Simples assim 🙂 Bem, na verdade pode parecer simples, mas para quem está aprendendo talvez não seja tão tranquilo. Então, fique atento(a) para uma mediação adequada. Joia?

    Ganha o jogo quem ficar sem nenhuma peça primeiro.

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  • Relacionar número à quantidade

    Relacionar número à quantidade

    Oieee!!!

    Sabemos que a construção do número acontece ao longo dos anos conforme a criança vai vivenciando situações nas quais pode observar, relacionar, criar. Nos momentos lúdicos esta construção acontece com mais eficiência, especialmente, porque os “erros” não recebem a carga negativa que uma atividade comum exerceria.

    Então vamos as sugestões de hoje?

    Tem arquivo PDF com as cartas que utilizo para esta atividade na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão 1:

    A criança escolhe uma carta, conta a quantidade de objetos disponíveis. Coloca um prendedor no número correspondente. Após, faz sua tentativa de escrita do número por extenso.

    Sugestão 2:

    Organizar as cartas em ordem crescente/decrescente.

    Sugestão 3:

    Coloque as cartas em uma caixa ou sacola.

    Cada criança retira, sem olhar, uma carta. Aquela que pegar uma carta com a quantidade maior de objetos fica com ela. Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    Ainnn… eu gosto tanto destas atividades!!! E as crianças, então?! Só alegria!!!

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