Categoria: Jogos

  • Sílaba repetida

    Sílaba repetida

    Oieee!!!
    Estimados e estimadas, vocês que acompanham nosso trabalho já devem estar acostumados(as) a ver nosso material plastificado. É uma forma de aumentar a durabilidade dos jogos e, também, utilizamos como estratégia para a criança poder escrever com canetinha sobre o plástico e, após o uso, apagar com uma flanela. Desta forma podemos reaproveitar o material com muitos aprendentes. Porém, pensamos em uma maneira muito mais prática e também econômica!!! Já perceberam na imagem? Sim, colocamos as cartelas em saquinhos plásticos. Claro, o material plastificado fica mais firme. No entanto, esta ideia do saquinho é uma opção a mais, especialmente, em uma época que precisamos de estratégias para economizar. Gostaram desta sugestão?

    Agora vamos à explicação do jogo que, além de ser um recurso lúdico para aprendentes em processo de alfabetização, também estimula a atenção, a percepção e a concentração. Ah, a gente ama tudo isso!!!

    […] atividades que exigem uma grande precisão manual ou uma análise profunda e cuidadosa requerem a sua total concentração. (ATENÇÃO, p. 48, 2006)

    Durante esta atividade se o jogador perder a concentração, possivelmente, terá que começar a procurar a sílaba novamente. Como é um jogo, a probabilidade que terá um esforço, por parte dele, para se manter concentrado é muito maior. Evidente que é necessário fazer as adaptações necessárias para não ser uma experiência muito difícil e nem muito fácil 😉

    É hora do jogo!

    Sugestão de uso:

    Colocar as cartelas dentro de uma caixa ou sacola escura. Cada jogador pega uma cartela (sem escolher). Quando o mediador disser: “já!”, os jogadores devem procurar e marcar a sílaba repetida em suas cartelas. Em seguida, precisam falar ou escrever uma palavra que tenha a sílaba encontrada. Quem conseguir faz ponto. Ganha o jogo quem chegar a cinco pontos primeiro.

    Observação: Para alguns aprendentes será necessário dar pistas. Por exemplo: “está na segunda e quarta linha” ou “está embaixo da sílaba /CA/”. Para outros, o jogo será mais desafiador se for determinado um tempo para que eles encontrem a sílaba.

    Ficamos por aqui!

    Bju

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ATENÇÃO e concentração. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 20 cartelas (10 cartelas com sílabas simples + 10 cartelas com sílabas simples e complexas);
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Sudoku Expressões

    Sudoku Expressões

    Oie!!! A linguagem verbal é fortemente privilegiada na nossa sociedade. No entanto, há outras maneiras de nos comunicarmos uns com os outros. A expressão facial é um exemplo. Muitas vezes, basta um olhar para entendermos o que um amigo está querendo, precisando ou sentindo, não é mesmo?!

    […] o encontro de olhares é um dos tipos de comunicação mais profunda que se pode estabelecer, uma vez que “o intercâmbio de olhares é uma captação recíproca” (LAPIERRE, 2010, p. 23).

    O jogo que trouxemos como sugestão hoje tem o intuito de colocarmos a expressão facial em discussão, ou seja, brincar com elas e identificar seus significados. Escolhemos o jogo Sudoku porque com ele, de quebra, estimulamos o pensamento lógico das crianças. \o/ Uhuuu!!!

    Gostaram? Tem arquivo PDF com este jogo disponível na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizem um espelho para a criança. Após, ela escolhe uma cartela, observa as expressões faciais que os personagens apresentam e imita-os no espelho dizendo se estão tristes, contentes, zangados, etc. O adulto que estiver mediando este jogo deve entrar na brincadeira, ok?! 😉

    Por fim, a criança deve pegar as fichas com personagens iguais aos que estão disponíveis na cartela e preencher os quadrados seguindo as regras do Sudoku: Não repetir personagens na mesma linha, na mesma coluna e nem na mesma grade.

    Ficamos por aqui! Esperamos que tenha sido útil.

    Um forte abraço

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LAPIERRE, A. Da psicomotricidade relacional à análise corporal da relação. Curitiba: UFPR, 2010.

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    • 16 cartelas;
    • 21 fichas de personagens;
    • Instruções de uso.

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  • Acerte a rima

    Acerte a rima

    Oie!!! A sugestão que trouxemos para vocês hoje é muito interessante para crianças que estejam apresentando leitura silábica e ficam cansadas com textos muito longos. Nestes casos, precisamos pensar em estratégias para que as crianças continuem praticando a leitura. Sim, praticando, não tem jeito! Só assim, pouco a pouco, irão construir novas conexões e a formação da rede neural da leitura vai acontecendo e tornando este processo mais eficiente. Obviamente que praticar de uma maneira que seja o mais prazerosa possível. Partir de textos curtos, engraçados, com rimas, pode ser uma boa estratégia.

    […] O uso faz aumentar o número de conexões, enquanto que o desuso faz diminuir a quantidade de botões sinápticos. (RIESGO, p.24, 2006)

    Vamos por a mão na massa, então?

    Deixamos o arquivo PDF GRÁTIS com esta atividade disponível na nossa loja. É, estamos bem queridos por aqui ultimamente!!! rsrs <3

    Ah, esta atividade também estimula o desenvolvimento da consciência fonológica! Show, não é mesmo?!

    Sugestão de uso:

    A criança lê uma carta e coloca um marcador (prendedor de roupa, clips) na figura cujo nome rima com a frase do texto. Em seguida escreve o nome da figura com letras de EVA. Após, pode ser escrito uma história na qual a frase do texto é utilizada.

    Encerramos este post deixando registrado o nosso desejo que o material que estamos compartilhando seja muito, muito útil! <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    • 12 cartas;
    • Instruções de uso.

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  • Procure a sílaba

    Procure a sílaba

    Oie!!!

    Gente, sabemos que, quando estamos diante de um conhecimento novo, muitas vezes, para conseguir aprender será importante a repetição. Obviamente que não estamos aqui falando de fazer exercícios monótonos e enfadonhos. Mas, por exemplo, uma sílaba precisa ser vista, pronunciada e escrita várias vezes até que a criança a reconheça, certo? Então, precisamos que esta sílaba chegue até à criança de várias formas e, de preferência, lúdica.

    O jogo que eu trouxe como sugestão para vocês hoje fará com que as crianças sejam estimuladas a procurar e a pronunciar algumas sílabas várias vezes. No entanto, da maneira que foi organizado, possivelmente, as crianças nem se darão conta disso! Para elas será apenas um jogo e nós estaremos disponíveis para mediar conforme a necessidade delas e, inclusive, repetindo o nome da sílaba quando a criança não souber ou lembrar. Vão nos dizer que isso não é o máximo do máximo…rsrs

    Para identificar quais sílabas precisarão ser procuradas as crianças deverão estar atentar aos sons iniciais das palavras.

    A capacidade auditiva da criança, sua capacidade de ouvir e discriminar sons diferentes constitui fator indispensável à aprendizagem da leitura e da escrita […]. (ANTUNES, p. 46, 2003).

    Sugestão de uso:

    Os jogadores devem receber botões de cores diferentes (pode ser bolinhas de papel ou massinha de modelar). O tabuleiro deve ser colocado sobre uma superfície plana (mesa, chão) e as fichas com figuras dentro de uma sacola/caixa. Cada jogador, na sua vez, retira uma ficha da sacola e diz qual sílaba inicia o nome da figura. Em seguida, todos os jogadores devem procurar no tabuleiro o maior número possível da sílaba. Ou seja, a mesma sílaba aparece mais de uma vez no tabuleiro. Quando encontrar diz, por exemplo: “achei o BA” e coloca um botão sobre a sílaba. Faz um ponto quem conseguir encontrar mais da mesma sílaba. O jogo continua e ganha quem chegar a cinco pontos primeiro.

    Observação: Pode ser um facilitador da localização das sílabas se, cada jogador, receber um tabuleiro.

    Variação: Para deixar o jogo mais desafiador pode ser determinado um tempo para localização das sílabas.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

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    • 01 tabuleiro;
    • 16 fichas;
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  • Trilha da sílaba inicial, medial ou final | Jogo de alfabetização para estimular consciência fonológica

    Trilha da sílaba inicial, medial ou final | Jogo de alfabetização para estimular consciência fonológica

    Oie!!! Queridos, em virtude da necessidade de nos recolhermos em casa para evitar o contágio com Coronavírus ficamos aqui pensando em uma maneira de contribuir para que esta fase passe de uma maneira mais suave sem deixar de lado a aprendizagem das crianças em processo de alfabetização. Então desenvolvemos este jogo que estimula consciência de sílaba inicial, medial e final. Este recurso, assim como outros disponíveis no nosso site, pode ser utilizado em família. O que é maravilhoso!!!

    Recado importante!!! Se você que está lendo este post é pai ou mãe, precisamos alertar: durante o jogo é mais importante que o momento seja de diversão do que propriamente se preocupar em ensinar seu(ua) filho(a). Por isso vá com calma na estimulação, Ok?!

    Estimulações excessivas, […] possuem o mesmo sentido que alimentação acima da necessidade. […] (ANTUNES, p.18, 1998).

    Geralmente, as crianças manifestam mais interesse quando lhes é permitido sentir fome de aprender. Sendo assim, jogue, brinque, coloque-se disponível, mas sem preocupação exagerada em ver resultado na aprendizagem. Se a criança se divertir a probabilidade é ela querer repetir o jogo ou estar aberta para outros com o mesmo objetivo (alfabetização). Outra coisa, o chão é um excelente local para favorecer momentos de descontração! #ficaadica! 😉

    Ah, deixamos o jogo em arquivo PDF GRÁTIS na nossa loja!!! Será que vimos um sorriso aí?!! rsrs

    Sugestão de uso:

    Disponibilizem peões para cada jogador.

    Coloquem o tabuleiro sobre uma superfície plana (mesa, chão). Cada jogador, na sua vez, joga os dois dados. O dado com números determina a quantidade de casas que o jogador deve andar com o seu peão no tabuleiro. Já o dado com círculos, determina qual sílaba ele deve escrever. Se estiver com o primeiro círculo colorido, deve escrever a primeira sílaba do nome da figura que chegou com o seu peão. Se for o segundo círculo, deve escrever a sílaba do meio. E, se for o terceiro círculo que estiver colorido, o jogador deve escrever a última sílaba do nome da figura. Depois pode conferir no Gabarito se escreveu corretamente.

    Se o jogador chegar a uma casa que está escrito “+ 3”, deve avançar três casas. Se estiver escrito “-2”, deve voltar duas casas.   

    Supondo que chegue a uma casa que outro jogador já tenha escrito a sílaba que ele deveria escrever pode escolher outra sílaba da palavra.

    Ganha o jogo quem conseguir chegar ao final da trilha primeiro.

    É isso, amados e estimados!!! Falem pra gente se este material vai ser útil para vocês! Os comentários que recebemos nos ajudam muito para sabermos se estamos contribuindo com o nosso trabalho e, inclusive, até melhorarmos.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências . 12. ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

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    • 01 tabuleiro;
    • 01 gabarito;
    • 02 dados;
    • Instruções de uso.

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  • Letra x Som | Jogo de alfabetização para relacionar sons e letras

    Letra x Som | Jogo de alfabetização para relacionar sons e letras

    Oie!!! Hoje a sugestão é para estimularmos a percepção da relação fonema x grafema. Recursos com este objetivo é fundamental para crianças que estejam em processo de alfabetização e, ainda mais recomendável, se elas estiverem apresentando escrita com hipótese pré-silábica ou silábica. As crianças serão encorajadas a perceberem os sons das palavras e relacioná-las as letras, facilitando, desta maneira, a construção da escrita.

    […] são pesquisas na perspectiva psicogenética que esclarecem as hipóteses que a criança vai formulando em seu processo de conceitualização da escrita; mas, para avançar em suas hipóteses, atingindo o processo de fonetização da escrita, a criança se baseia na cadeia sonora da fala e suas relações com os grafemas.[…] (SOARES, 2016, p. 234)

    No nosso site temos outros jogos com este mesmo objetivo, o que é muito bom porque precisamos repetir os estímulos de maneiras diferentes para promovermos o conhecimento, não é mesmo? Como sugestão, para quem ainda não conhece, fica o jogo: Bingo Fonema x Grafema.

    Agora vamos a explicação do recurso que trouxemos hoje. 🙂

    Sugestão de uso:

    Promovam uma discussão sobre o nome da letra/som que aparece em destaque na margem superior de todas as cartelas.

    Em seguida a criança deve escolher uma cartela, procurar e circular/apontar todas as figuras que tenham em seu nome a letra/som que está em destaque. Pode estar no começo, meio ou final da palavra. Uma boa estratégia é dar ênfase ao som que precisa ser localizado. Exemplo: /AAAAA/.

    Variação: Colocar as cartelas em uma caixa. Cada criança pega uma cartela e começa a procurar as figuras que tenham em seu nome a letra/som que está em destaque. Nas cartelas podem ter de 2 a 7 figuras para serem encontradas. Sendo assim, a criança que pegar uma cartela que tenha mais figuras com a letra/som que está em destaque e, também, conseguir encontrá-las, faz 1 ponto.

    Ganha o jogo quem chegar a 5 pontos primeiro.

    É isso! Bjs

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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    • 26 cartelas;
    • Instruções de uso.

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  • Verdadeiro ou Falso

    Verdadeiro ou Falso

    Oie!!! Hoje trouxemos para vocês uma ideia para contemplar as quatro operações: adição, subtração, multiplicação e divisão. Uhuuu!!! \o/

    Importante: Dependendo dos conhecimentos prévios das crianças é necessário deixar material concreto (palitos de picolé, tampas de garrafa PET, etc.) para auxiliar nos cálculos. Esta é também uma estratégia essencial se a criança apresentar discalculia.

    A intervenção em crianças com discalculia será bem-sucedida quando as noções de números elementares de 0 a 9 (habilidade léxica), a produção de novos números (habilidade sintática), as noções de quantidade, ordem, tamanho, espaço, distância, hierarquia, os cálculos com as quatro operações e o raciocínio matemático forem trabalhados, primeiramente como experiências não-verbais significativas. A criança só irá trabalhar com fatos aritméticos mentalmente quando superar as etapas citadas. (BASTOS, 2007, p. 204).

    Perceberam o quanto é necessário disponibilizarmos atividades significativas? Como diz o velho ditado: “Não adianta querer colocar a carroça na frente dos bois”. As crianças precisam vivenciar no concreto para compreender e construir o conhecimento. Só então terão condições maturacionais para fazer cálculos mentais.

    Segue nossa ideia de hoje!

    Sugestão de uso:

    Coloquem as cartas em uma caixa/sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma carta e faz um palpite colocando um marcador na opção que achar correta: Verdadeiro ou Falso. Depois faz o cálculo para verificar se acertou o palpite. Se a criança acertou, fica com a carta. Do contrário, deve devolver a carta na caixa/sacola.

    No jogo há também duas cartas sem nenhum cálculo. A criança que pegar uma destas cartas deve pensar em uma conta para outro(a) colega resolver. Se ele/ela acertar, fica com a carta. Se errar, a criança que pensou no cálculo fica com a carta.

    Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    É isso! Um forte abraço e até o próximo post!

    P.S. Pensou em uma maneira diferente para utilizar este material? Ah, então conta pra nós, vai!!!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    BASTOS, José Alexandre. Discalculia: transtorno específico da habilidade em matemática. In: ROTTA, N. T.; OHLWEILER, L.; RIESGO, R. S. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2007.

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    • 34 cartas;
    • Instruções de uso.

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  • Cartelas de caça-palavras

    Cartelas de caça-palavras

    Oie!!!
    Gente, talvez vocês conheçam alguma criança/adolescente em processo de alfabetização que, diante da menor dificuldade, já se sinta incapaz e desiste da atividade. Na verdade, pra gente pode parecer um desafio pequeno, mas, geralmente, não temos a dimensão do sofrimento interno pelo qual ela/ele está tendo que lidar. Isso também não quer dizer que precisamos desistir porque a criança fez cara feia!…rsrs

    Lembro-me que, um dia apresentei para uma criança uma atividade que tinham figuras de alguns objetos para ela localizar o nome deles em um caça-palavras e percebi o desânimo dela. Perguntei o motivo e ela me disse: “são muitas!”. Então combinamos de procurar juntas até ela se sentir segura para fazer sozinha. Ou seja, precisamos adaptar, mas jamais(!) desistir.

    Foi pensando em crianças/adolescentes com necessidades assim que este material foi organizado. Alguns podem ter muita dificuldade em localizar várias palavras em um caça-palavras. Especialmente, crianças com dislexia, deficit de atenção, … Sendo assim, organizamos este material com apenas uma palavra para ser encontrada em cada cartela e vamos apresentando outras à medida que percebemos a motivação da criança/adolescente. E, assim, pouco a pouco, vamos fortalecendo sua autoestima e preparando-os para lidar com desafios maiores.

    Pensar, treinar o cérebro, não só não machuca […] como, ao contrário, é uma atividade que pode encher de satisfação a quem a ela se entregar. […] (BATLLORI, 2009, p. 9).

    Gostaram desta ideia? Falem nos comentários!!!

    Sugestão de uso:

    Entreguem uma cartela para a criança/adolescente localizar uma palavra. Na margem superior da cartela tem uma pista do que é preciso procurar (nome de uma ferramenta, uma fruta, um animal, …). Vocês podem cobrir esta pista se acharem que a atividade está muito fácil ou ler para ela/ele se for necessário. As palavras podem estar na horizontal ou vertical. Após, podem falar/escrever frases utilizando as palavras encontradas. Vai ser show de bola!

    Ah, também pode ser feito um ditado no qual a criança confere nas cartelas se escreveu corretamente.

    Queridos, por hoje foi isso! Um forte abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009.

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    • 20 cartelas;
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  • Marque a Igual | Jogo para estimular atenção, percepção e orientação espacial

    Marque a Igual | Jogo para estimular atenção, percepção e orientação espacial

    Quem acompanha a Psicosol talvez já conheça este jogo. Sempre que ele aparece nas redes sociais, desperta muito interesse entre professores e costuma estar entre os materiais mais baixados do site. E não é por acaso. Embora tenha regras simples, ele mobiliza habilidades cognitivas fundamentais para a aprendizagem.

    O Marque a Igual foi desenvolvido a partir dos princípios estudados durante minha formação no Programa de Enriquecimento Instrumental (PEI), criado por Reuven Feuerstein. Não se trata de um instrumento oficial do programa, mas de um recurso pedagógico inspirado em sua proposta de promover o desenvolvimento das funções cognitivas por meio da mediação.

    Muito mais do que encontrar figuras iguais, este jogo desafia o cérebro a observar cuidadosamente, comparar informações, controlar respostas impulsivas e localizar estímulos considerando sua orientação espacial.

    Por que trabalhar atenção, percepção e orientação espacial?

    Aprender a ler, escrever, interpretar textos ou resolver problemas matemáticos depende de muito mais do que conhecer letras e números.

    Para identificar uma letra, por exemplo, a criança precisa perceber detalhes visuais muito pequenos. Basta modificar a posição de um traço para que uma letra deixe de ser b e passe a ser d, p ou q. Da mesma forma, durante a leitura, é necessário localizar rapidamente informações, acompanhar a direção correta do olhar, comparar símbolos e identificar diferenças quase imperceptíveis.

    Esses processos envolvem diferentes funções cognitivas, entre elas:

    • atenção concentrada;
    • atenção seletiva;
    • percepção visual;
    • discriminação de detalhes;
    • comparação;
    • orientação espacial;
    • controle da impulsividade.

    Quando essas habilidades são pouco desenvolvidas, é comum que a criança apresente dificuldades para localizar informações, copie elementos de forma inadequada, confunda posições espaciais, deixe escapar detalhes importantes ou responda antes mesmo de analisar o problema.

    Por isso, estimular essas funções cognitivas desde cedo contribui para tornar futuras aprendizagens mais eficientes.

    A importância da mediação

    Um dos princípios centrais da teoria de Reuven Feuerstein é que o desenvolvimento cognitivo não acontece apenas porque a criança realiza atividades. O progresso depende, principalmente, da qualidade da mediação realizada pelo adulto.

    Isso significa que simplesmente entregar o jogo não é suficiente.

    Antes mesmo de iniciar a partida, reserve alguns minutos para explorar o material com os jogadores.

    Convide-os a observar cuidadosamente as peças.

    Pergunte:

    • O que vocês percebem de diferente entre estas figuras?
    • O que muda de uma peça para outra?
    • As setas apontam sempre para a mesma direção?
    • O círculo permanece na mesma posição?
    • Como podemos ter certeza de que encontramos exatamente a figura correspondente?

    Esses questionamentos levam a criança a dirigir voluntariamente sua atenção para os aspectos realmente importantes da tarefa, favorecendo uma observação mais consciente.

    Como afirmam Macedo, Petty e Passos (2000), apresentar o material é um momento que deve ser valorizado pelo profissional. É durante essa exploração inicial que muitas estratégias de pensamento começam a ser construídas.

    Como jogar

    Cada participante recebe um tabuleiro.

    Na sua vez, o jogador lança o dado e observa cuidadosamente dois aspectos:

    • a direção da seta;
    • a posição do círculo.

    Em seguida, procura em seu tabuleiro um quadro exatamente igual e o marca.

    Vence quem completar primeiro uma coluna inteira.

    Variação

    Para aumentar o desafio, o vencedor será aquele que completar todo o tabuleiro.

    Essa versão exige maior tempo de permanência na atividade, aumentando a necessidade de manter a atenção durante toda a partida.

    Dica importante

    Observe a linha azul presente no dado. Ela indica sua margem inferior e serve como referência para a orientação espacial.

    Ignorar essa referência pode levar a respostas incorretas, tornando a atividade ainda mais interessante para discutir estratégias de observação e comparação.

    Muito além de um jogo

    Embora seja simples de aplicar, o Marque a Igual oferece inúmeras oportunidades de intervenção pedagógica.

    Durante a atividade, o professor pode incentivar os participantes a explicar como encontraram a resposta, justificar suas escolhas, revisar erros, comparar estratégias e desenvolver formas mais eficientes de observar os estímulos.

    Essa mediação transforma um jogo aparentemente simples em uma rica experiência de desenvolvimento cognitivo, favorecendo habilidades que serão utilizadas em inúmeras situações de aprendizagem dentro e fora da escola.

    Referências

    FEUERSTEIN, Reuven; FEUERSTEIN, Rafael S.; FALIK, Louis H. Beyond Smarter: Mediated Learning and the Brain’s Capacity for Change. New York: Teachers College Press, 2010.

    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sícoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
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  • Lince de Divisão | Jogo de matemática: divisão

    Lince de Divisão | Jogo de matemática: divisão

    Oie!!!
    Há algum tempo nos pedem jogos para trabalhar a divisão. Bom, apesar da demora, nasceu! hehe

    Antes da explicação do jogo, queremos dizer que é muito importante estarmos atentos ao fato de que, para a criança entender a divisão – assim como qualquer aprendizado -, é preciso que ela tenha condições para isso, que já tenha conhecimento prévio suficiente.

    “[…] as crianças aprendem com instrução só o que elas podem aprender com o conhecimento que já adquiriram.” (KAMII; DECLARK, 1997, p. 168.)

    Ou seja, não adianta querer pular etapas. Às vezes, na ansiedade e preocupação com o conteúdo que precisa ser passado acontecem atropelos. E ensinar algo que esteja muito acima do que a criança tem condições, naquele momento, de aprender pode causar prejuízos muito sérios. Para citar um deles é o sentimento de incapacidade que a criança pode adquirir. E quem é que consegue aprender alguma coisa quando não se sente capaz?

    Após este breve alerta, vamos a explicação do jogo. 😉

    Sugestão de uso:

    Colocar o tabuleiro sobre uma mesa e as fichas em uma sacola/caixa. Cada criança, na sua vez, retira uma das fichas da sacola, resolve o cálculo, procura e circula (com canetinha) o resultado no tabuleiro. Se conseguir, fica com a ficha. Se não conseguir, devolve a ficha para a sacola. Ganha o jogo quem conquistar cinco fichas primeiro.

    Para ampliar o desafio pode ser determinado um tempo para que a criança localize o resultado.

    Obs. 1: Se for aplicado papel Contact ou plastificado o material, após o uso, poderá apagar as marcações de canetinha com uma flanela. 😉

    Obs.2 : Para algumas crianças talvez seja necessário deixar disponível a tabuada para que elas possam consultar em caso de dúvidas.

    Concluímos este texto deixando um forte abraço a todos que o leram até aqui. <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13 ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 01 tabuleiro;
    • 20 fichas;
    • Instruções de uso.

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