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  • Memorize a Organização

    Memorize a Organização

    O-lá!
    Desde o momento em que nascemos, as experiências pelas quais passamos influenciam de alguma forma sobre os acontecimentos de nossa vida. Obviamente, algumas experiências marcam mais que outras e o motivo é muito subjetivo, está na constituição de cada sujeito. Porém, tudo é aprendizado, e, geralmente, a primeira vez que fazemos alguma coisa é mais significativa: as primeiras palavras, os primeiros passos, o primeiro amor, o primeiro ano de estudo, as primeiras derrotas.

    Há muitos estudos sobre o funcionamento da memória, no entanto, diversos aspectos – apesar dos avanços da ciência – ainda são enigmas.

    Embora os pesquisadores tenham conseguido decifrar os aspectos mais importantes do mecanismo da memória e produzido uma espécie de mapa das suas diferentes formas, a ciência permanece distante da compreensão de toda a sua complexidade. (FORMAS, 2006, p. 114)

    Uma coisa é certa: novos aprendizados tendem a melhorar o desempenho cognitivo de alguma forma. Sendo assim, vamos enriquecer o dia a dia das nossas crianças com bons estímulos? O jogo que estou sugerindo está disponível em arquivo PDF grátis! Uhuuu!!!

    O objetivo do jogo é estimular a atenção, percepção, orientação espacial, organização e planejamento. Ah, e todas estas habilidades contribuem para o bom desempenho da memória de trabalho 😉 

    Sugestão de uso:

    O jogador deve observar atentamente uma carta.

    Depois de observar, tira a mesma de seu campo de visão.

    Em seguida, coloca (de acordo com sua memória) as fichas de círculos na mesma posição que estavam dispostas na carta.

    Após, confere.

    Se acertou, fica com a carta.

    Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    Quer ampliar o desafio?

    Coloque duas cartas para o jogador observar 😉

    Obs.: Se você imprimir duas cópias do jogo, também poderá utilizar as cartas para um jogo de memória.

    Encerro este texto deixando um forte abraço.

    Boa diversão e até o próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

     FORMAS de memória. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF GRÁTIS contendo:

    • 26 cartas;
    • Instruções de uso.

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  • Desafio da Memória

    Desafio da Memória

    O-lá!!!

    O jogo que eu trouxe como sugestão hoje poderia ser só mais um jogo da memória, popularmente conhecido. Porém, claro que eu coloquei uma pitada a mais! Ai, ai… Por que eu sou assim? Não sei, só sei que sou … Rsrs!  

    Você verá mais detalhes no vídeo que disponibilizei ou na explicação do jogo, mas, para adiantar… Eu coloquei uma Carta Desafio 😉

    Criar um jogo ou fazer a escolha correta pode contribuir muuuito no desenvolvimento de habilidades e/ou potencializar alguma predisposição que a criança já tenha. Sendo assim, os jogos precisam estar presentes no cotidiano escolar. 

    […] há jogos e atividades lúdicas para alcançar objetivos variadíssimos. Só é necessário escolher os mais adequados e colocá-los ao alcance das crianças. […] (BATLLORI, 2009, p. 17).

    O jogo de hoje tem como objetivo contribuir no reconhecimento e diferenciação entre as letras maiúsculas e minúsculas. Estimula a atenção, a percepção, a noção de localização, e, consequentemente, a memória. Ah, leitura e escrita também, claro! 

    Sugestão de uso:

    Distribua para cada jogador duas Cartas Desafio. 

    Espalhe as demais cartas do jogo sobre uma superfície plana. 

    Deixe os jogadores observarem a localização das cartas.

    Vire as cartas com as figuras para baixo. 

    Em seguida, cada jogador em sua vez vira duas cartas e deixa que todos vejam.

    Caso as duas cartas contenham o nome do mesmo alimento, o jogador fica com as duas cartas.

    Caso sejam diferentes, ele pode, se quiser, utilizar a Carta Desafio, porém, precisa escrever o nome da figura sem olhar na carta. Se conseguir, fica com a carta para si. 

    Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    Observação: No transcorrer do jogo, quem encontrar a carta com o nome da figura que o colega escreveu, tira ela fora. 

    É isso! Gostou da adaptação do jogo da memória que eu fiz? Vou amar saber. Então, deixe nos comentários 😉

    Um forte abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 36 cartas (imagens e palavras);
    • 12 cartas Desafio;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Risque os Iguais

    Risque os Iguais

    O-lá!

    Nossa memória é um bem precioso! Indiscutivelmente, ela é fator determinante para termos um desempenho eficiente na aprendizagem. Sempre que estamos diante de um assunto aparentemente novo é automático recorrermos à nossa memória para verificarmos se já temos alguma informação com a qual possamos fazer conexões. Quando já existe conhecimento prévio, a assimilação é mais rápida.

    Porém, um detalhe que muitas vezes não é levado em consideração, é que para termos uma boa memória é essencial que nossos canais de atenção e percepção estejam funcionando eficientemente. Ou seja, os nossos cinco sentidos (tradicionalmente conhecidos olfato, audição, visão, tato e paladar) são fundamentais nesse processo, afinal, não há como lembrar de algo que não foi visto, ouvido ou percebido de alguma forma.

    Ao invés de culpar a sua memória, você precisa treinar o seu aparato sensorial. (MEMORIZANDO informações, 2006, p. 28).

    É importante estimularmos habilidades de atenção e percepção desde a mais tenra idade. Isso refletirá muito na aprendizagem ao longo da vida.

    O jogo que estou compartilhando hoje tem o objetivo de aguçar a atenção e a percepção visual de detalhes (partes de um todo). Além disso, também estimula a coordenação motora fina e a tolerância à frustração. O arquivo digital está gratuito na nossa loja. Gostou, né?! Rsrs!

    Sugestão de Uso:

    Cada jogador precisa ter um tabuleiro e uma canetinha (individualmente).

    Cada um em sua vez joga o dado e observa a figura que foi sorteada, identificando a cor do corpo, mãos, pés e também a posição do olho. Depois, procura e risca uma figura igual lá no seu tabuleiro.

    Se for sorteada uma figura que ele já não tenha mais disponível para riscar, passa a vez para outro jogador. 

    Ganha o jogo quem riscar primeiro todo o seu tabuleiro.

    Finalizo este post manifestando o meu desejo de que você aproveite muuuuito o presente que estou deixando. 

    Um forte abraço e até a próxima quarta 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MEMORIZANDO INFORMAÇÕES. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital GRÁTIS em formato PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Quero Saber

    Quero Saber

    O-lá!!!

    Sabemos que o exercício de ensinar a ler e escrever não pode ficar à mercê de um único método. Precisamos estar abertos às propostas, sem supervalorizar um método e muito menos descartar outro, porque é na subjetividade que cada ser aprendente traz dentro de si que, realmente, vive o jeito no qual ele irá aprender. Ou seja, cabe aos ensinantes aprenderem as diversas teorias para embasar a sua prática, sem jamais deixar de apurar a sua sensibilidade para adequar as propostas a cada sujeito aprendente.

    […] alfabetizar com método: alfabetizar conhecendo e orientando com segurança o processo de alfabetização, o que se diferencia fundamentalmente de alfabetizar trilhando caminhos predeterminados por convencionais métodos de alfabetização. (SOARES, 2016, p. 352, grifo do autor).

    Especificamente no processo de preparar as crianças para estarem aptas à compreensão e interpretação de textos é preciso oferecer diferentes gêneros literários para que elas possam enriquecer o vocabulário e se familiarizar às diversas formas narrativas. Assim, estaremos preparando as crianças para que elas tenham êxito nas práticas sociais de leitura e escrita.

    Sim, estou falando do processo de alfabetização, mas também do letramento.

    Com o jogo que estou propondo hoje, as crianças terão acesso a textos curtos em forma de poema e precisarão encontrar respostas para perguntas… Mas, sinceramente, eu vou ficar aqui na torcida para que, além disso, elas também se divirtam com o embalo e ritmo das rimas!

    Sugestões de uso:   

    Sugestão 1: A criança escolhe uma cartela para ler e depois conta o que entendeu.

    Sugestão 2: Embaralhar as fichas com perguntas. A criança sorteia uma ficha e pega a cartela com o mesmo número. Lê e responde a pergunta da ficha.

    Para concluir este texto quero dizer que eu sou muito feliz com o trabalho que desenvolvo (acredito que isso seja evidente!… Rs) e estou sempre tentando melhorar, mas, por alguns dos jogos, eu tenho um carinho mais especial… No sentido de orgulho mesmo. Às vezes, quando está pronto, eu penso: Nossa, fui eu mesma que criei? Rsrs! Sinto-me assim em relação ao jogo que estou compartilhando hoje. Espero que ele possa contribuir para enriquecer as suas aulas, intervenções, ou que sirva para passatempo e diversão!

    Um forte abraço,

    Sol

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 18 cartelas com textos;
    • 18 fichas com perguntas;
    • 6 fichas em branco para que você possa elaborar perguntas diferentes das que foram propostas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Figura Repetida

    Figura Repetida

    O-lá!!!

    A motivação, assim como dormir bem e ter boa alimentação, é condição importante para o aprendizado. Sabemos que, com os diversos estímulos disponíveis no nosso meio, é um verdadeiro desafio conseguir a atenção dos nossos aprendentes. No entanto, temos a nosso favor o fato que as crianças gostam de brincar, jogar. Sendo assim, jogos lúdicos podem e devem estar presentes em ambientes que almejam ser mais motivadores para o aprendizado.

    […] crianças com um bom potencial cognitivo também podem ser reprovadas por uma série de motivos, entre eles a desmotivação.[…] (RIESGO, 2006, p. 276)

    O jogo mobiliza a criança de maneira integral. É preciso levar isso a sério! Se estudarmos a evolução humana veremos que o jogo sempre esteve presente. Porém, no meio educaciona,l isso nem sempre foi muito aproveitado. Parece que cópias ocuparam e ainda ocupam tempo demais. Vale uma reflexão!

    A sugestão de jogo que eu trouxe hoje é excelente para estimular a atenção, a percepção. Além disso, podemos trabalhar com ele o aprendizado das formas geométricas. Isso é maravilhoso, não é mesmo?

    Bom, vamos a explicação do jogo 😉

    Sugestões de Uso:

    Colocar as cartas em uma pilha com as imagens para baixo.

    Um dos jogadores vira uma carta da pilha e, todos ao mesmo tempo, devem procurar uma figura repetida. Quem encontrar bate com a palma da mão sobre a carta e, em seguida, mostra a figura. É importante o jogador verbalizar o nome da figura geométrica.

    Se acertou, fica com a carta.

    Se errou, devolve a carta para a pilha.

    Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    Variação:

    Espalhar as cartas com as imagens voltadas para cima sobre uma mesa. Cada jogador, na sua vez, pega uma carta.

    Ele deve, dentro de um tempo determinado previamente, conseguir localizar outra carta igual. Ou seja, com as figuras geométricas nas mesmas posições.

    Se conseguir encontrar dentro do tempo estipulado ele faz ponto.

    Depois mistura novamente todas as cartas e será a vez de outro jogador fazer uma tentativa.

    Ganha o jogo quem fizer mais pontos.

    Por hoje é isso! Espero que você aproveite o material que estou compartilhando <3

    Um forte abraço e até o próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital GRÁTIS em formato PDF contendo:

    • 9 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Escreva Quem não Está

    Escreva Quem não Está

    O-lá!

    Há algumas semanas eu compartilhei aqui no site um jogo bem parecido com este de hoje. Foi o jogo Quem não Está! Nele a habilidade principal estimulada era a leitura. Já o jogo que estou sugerindo hoje envolve leitura e escrita.

    A alfabetização é um processo de construção muuuito particular de cada criança e é importante sabermos que, assim como o exercício físico, toda atividade que exige esforço mental precisa de exercício, de prática para ser desenvolvida. É o caso da leitura e da escrita. Obviamente, que eu não estou falando aqui de exercícios enfadonhos… rsrs Mas a prática com jogos e brincadeiras leva a criança a trilhar o caminho da alfabetização com mais prazer, alegria e , consequentemente, à leitura e escrita com mais eficiência.

    Não se deve esquecer que a capacidade mental, da mesma forma que a força física, deve ser desenvolvida com exercícios. […] (BATLLORI, 2009, P. 9)

    Sendo assim, as crianças em processo de alfabetização precisam do nosso olhar atento durante as atividades oferecidas para que possamos identificar o que ela já sabe e, antes de apresentar um novo recurso, verificar se ele realmente irá promover algum tipo de desafio.

    Agora vou apresentar duas maneiras de utilizar o jogo que eu estou indicando hoje, maaas espero que você me conte se aplicar de um jeito diferente 😉

    Sugestão de Uso:

    Comece explorando os alimentos que as crianças gostam, não conhecem, gostariam de experimentar ou não comeriam de jeito nenhum 😉

    Depois a criança escolhe uma carta, observa as imagens, lê a palavra que está escrita e escreve o nome do alimento que está faltando.

    Outra opção de uso: Brincadeira Fui à feira e comprei…

    Coloque as cartas dentro de uma caixa.

    Um jogador retira uma carta da caixa e, por exemplo, diz: “Fui à feira e comprei jaca, jabuticaba”. Esconde a carta. Um outro jogador retira uma carta da caixa e diz: “Fui à feira e comprei jaca, jabuticaba, banana e morango”. Ou seja, cada jogador repete o que já foi dito e acrescenta os alimentos da carta que ele tirou. O jogo termina quando um dos jogadores errar a sequência ou não lembrar os alimentos que já foram ditos.   

    Finalizo este texto deixando um forte abraço! Até o próximo post <3

    p.s. você está gostando dos vídeos que estou deixando aqui no site com a explicação dos jogos? Conta pra mim 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 18 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

     

  • Fichas com Alfabeto

    Fichas com Alfabeto

    O-lá!!!

    Tenho trabalhado divertidamente hehe (para não dizer arduamente) no desenvolvimento de ideias que possam contribuir para deixar o processo de alfabetização mais prazeroso para quem aprende e também para quem ensina. Digo com muita certeza: precisamos explorar mais o desejo das crianças pelo lúdico para promover aprendizagem! Isso pode impedir muitas histórias tristes de fracasso escolar! Cada vez que alfabetizamos uma criança estamos investindo um pedacinho no futuro dela.

    Precisamente, é esse entusiasmo que as crianças demonstram pelo jogo que pode ser aproveitado para que adquiram novos conhecimentos, capacidades ou atitudes, ou para consolidar os que já possuem. (BATLLORI, 2009, p. 16)

    Vamos nessa? Conto com você que está lendo este texto e irá baixar o arquivo GRÁTIS para espalhar diversão+aprendizagem em todo lugar que puder <3

    Sugestões de Uso:

    Sugestão 1: Passar canetinha sobre o traçado das letras.

    Sugestão 2: Procurar figuras que começam com cada letra do alfabeto e escrever os nomes nas fichas.

    Sugestão 3: Organizar as letras em ordem alfabética dizendo os nomes e sons de cada uma delas.

    Sugestão 4: Você coloca uma ou duas cartas fora da ordem alfabética para que as crianças descubram “o erro”.

    Sugestão 5: Você tira secretamente uma letra da pilha para que as crianças descubram “qual não está?”.

    Sugestão 6: Escrever palavras com as fichas.

    Sugestão 7: Você pode cortar as fichas de várias maneiras (na diagonal, horizontal, vertical) para formar um quebra-cabeça.

    Por hoje é isso! Espero que você possa ampliar as sugestões que deixei.
    Deixo o meu abraço afetuoso.

    Até o próximo post 🙂

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009


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    • 26 fichas com alfabeto maiúsculo;
    • 26 fichas com alfabeto maiúsculo/minúsculo;
    • Instruções de uso.

    É GRÁTIS!!! Enviado por e-mail.

  • Complete as sílabas

    Complete as sílabas

    O-lá!

    Estamos enfrentando um período muito crítico na educação, não é mesmo? Para crianças em processo de alfabetização então… está complicado! Para não dificultar ainda mais é preciso que nós, os “adultos”, não sobrecarreguemos as crianças com a nossa ansiedade e talvez desespero.

    Por falar em ansiedade e desespero…. também precisamos avaliar com cuidado e separar o que é decorrente da situação de pandemia, que acabou afetando a todos, do que já vem acontecendo há muito tempo. Porque “euzinha” aqui, a Sol, vejo constantemente uma busca acelerada por alfabetizar cada vez mais cedo as nossas crianças. Isso não significa que devemos ficar de braços cruzados. No entanto, é preciso respirar, aquietar o coração e fazer o possível para cada dia porque não podemos de maneira nenhuma queimar etapas.

    O mundo do instantâneo espera que as crianças amadureçam bem antes do esperado em outras épocas. […] (BARBOSA, 2002, p. 114)

    Sendo assim, desejo que possamos seguir sem atropelos. Nosso trabalho pode transformar vidas, mas para isso precisamos um passo ou passinho de cada vez.

    O jogo que eu trouxe hoje tem objetivo de estimular a alfabetização, a atenção, a tolerância a frustração. Ah, a frustração… Precisamos lidar com esta “danadinha” constantemente. As crianças também precisam desenvolver essa habilidade.

    Sugestão de Uso:

    Coloque as fichas com sílabas dentro de uma caixa/sacola.

    Entregue para cada jogador/dupla uma cartela e um lápis/canetinha.

    Tire da caixa uma ficha. Os jogadores que tiverem em suas cartelas uma palavra que esteja faltando a sílaba sorteada devem completar.

    Ganha o jogo quem completar primeiro toda a cartela.

    Dica: Os jogadores podem primeiro escrever as sílabas que estão faltando nas cartelas e, conforme você for sorteando, eles riscam.

    Encerro este texto deixando o meu mais sincero abraço a você que trabalha na área da educação, especialmente, com alfabetização. Espero que, de alguma forma, eu também esteja contribuindo. Você e as crianças são a razão deste site existir.

    Até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BARBOSA, Laura Monte Serrat. PCN: parâmetros curriculares nacionais: o papel da escola no século XXI. Curitiba: Bella Escola, 2002.

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    • 20 cartelas;
    • 20 fichas com sílabas;
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    É enviado por e-mail.

  • Número Faltante

    Número Faltante

    O-lá!!!

    Vamos trabalhar a atenção, a percepção, a coordenação motora fina, a construção do número de maneira beeem divertida com as crianças?

    Sempre percebi que quando utilizamos recursos lúdicos conseguimos extrair com mais facilidade informações sobre as crianças: o que sabem, o que têm dificuldade, dentre outros aspectos importantes, mas também nos conectamos melhor com o mundo delas. E isso é fundamental para o processo de aprendizagem 😉

    Todo profissional que trabalha com crianças sente que é indispensável haver um espaço e tempo para a criança brincar e assim melhor se comunicar, se revelar […] (WEISS, 2007, p. 73)

    Sendo assim, vamos aproveitar estes momentos lúdicos para deixar registrado na memória das crianças que aprender pode ser muito divertido. Conseguindo isso será muito mais fácil acessar as dificuldades e intervir com assertividade.

    Espero que o jogo que estou compartilhando seja muito útil para isso.

    Sugestão de Uso:

    Coloque as cartas dentro de uma lata ou sacola.

    Entregue para cada jogador 9 peças de lego (pode ser tampas de garrafa PET, pedrinhas, escala de cuisenaire)

    Cada jogador deve pegar uma carta da lata e deixar com os números voltados para baixo. Ao seu sinal eles devem virar a carta, procurar o número de 0 a 9 que está faltando e representar a quantidade correspondente com as peças de lego.

    O primeiro que concluir bate uma palma e diz” : “Terminei!”. Se ele acertou , fica com a carta.

    Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    Observação: Pode ser utilizado uma sineta para o jogador bater quando terminar.

    Fala sério, este jogo é maravilhoso ou não é?! Modesta parte …hehe

    Deixo um abraço e espero você por aqui no próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 12. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007

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    • 9 cartas;
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    É enviado por e-mail.

  • Quem Não Está?

    Quem Não Está?

    O-lá

    O recurso que eu trouxe como sugestão hoje traz um desafio para as crianças em processo de alfabetização resolverem. Hummm … e desafio, se for dentro do que a criança já tem algum conhecimento prévio para conseguir decifrar, é muito bom.

    Em termos práticos, não se trata de continuamente introduzir o sujeito em situações conflitivas dificilmente suportáveis, e sim de tratar de detectar quais são os momentos cruciais nos quais o sujeito é sensível às perturbações e às suas próprias contradições, para ajudá-lo a avançar […]. (FERREIRO e TEBEROSKY, 1999, p. 34).

    Portanto, jogos, brincadeiras e atividades nas quais as crianças são expostas a situações conflitivas são de extrema importância para o seu desenvolvimento.

    O jogo que compartilho hoje tem o objetivo estimular o processo de leitura e escrita, mas também desenvolve a coordenação motora fina e o pensamento lógico.

    Sugestão de Uso:

    A criança escolhe uma carta, observa as imagens, lê as palavras e coloca um marcador (prendedor de roupa, clips) na palavra que corresponde ao nome do animal que não consta entre as imagens disponíveis.

    Outras opções de uso das cartas:

    • Deixe a criança observar por um tempo os nomes dos animais (letra inicial, final…). Em seguida você retira a carta e peça para ela escrever os nomes dos animais. Depois você devolve a carta para ela conferir.
    • Colocar em ordem alfabética os nomes dos animais. Observação: como a criança está em processo de construção da escrita deixe ela levar em consideração apenas a primeira letra das palavras;
    • Escrita de frases e histórias.

    Finalizo este texto deixando um abraço beeem recheado de afeto. Espero você no próximo post. T+

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999

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    • Instruções de uso.