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  • Complete as sílabas

    Complete as sílabas

    O-lá!

    Estamos enfrentando um período muito crítico na educação, não é mesmo? Para crianças em processo de alfabetização então… está complicado! Para não dificultar ainda mais é preciso que nós, os “adultos”, não sobrecarreguemos as crianças com a nossa ansiedade e talvez desespero.

    Por falar em ansiedade e desespero…. também precisamos avaliar com cuidado e separar o que é decorrente da situação de pandemia, que acabou afetando a todos, do que já vem acontecendo há muito tempo. Porque “euzinha” aqui, a Sol, vejo constantemente uma busca acelerada por alfabetizar cada vez mais cedo as nossas crianças. Isso não significa que devemos ficar de braços cruzados. No entanto, é preciso respirar, aquietar o coração e fazer o possível para cada dia porque não podemos de maneira nenhuma queimar etapas.

    O mundo do instantâneo espera que as crianças amadureçam bem antes do esperado em outras épocas. […] (BARBOSA, 2002, p. 114)

    Sendo assim, desejo que possamos seguir sem atropelos. Nosso trabalho pode transformar vidas, mas para isso precisamos um passo ou passinho de cada vez.

    O jogo que eu trouxe hoje tem objetivo de estimular a alfabetização, a atenção, a tolerância a frustração. Ah, a frustração… Precisamos lidar com esta “danadinha” constantemente. As crianças também precisam desenvolver essa habilidade.

    Sugestão de Uso:

    Coloque as fichas com sílabas dentro de uma caixa/sacola.

    Entregue para cada jogador/dupla uma cartela e um lápis/canetinha.

    Tire da caixa uma ficha. Os jogadores que tiverem em suas cartelas uma palavra que esteja faltando a sílaba sorteada devem completar.

    Ganha o jogo quem completar primeiro toda a cartela.

    Dica: Os jogadores podem primeiro escrever as sílabas que estão faltando nas cartelas e, conforme você for sorteando, eles riscam.

    Encerro este texto deixando o meu mais sincero abraço a você que trabalha na área da educação, especialmente, com alfabetização. Espero que, de alguma forma, eu também esteja contribuindo. Você e as crianças são a razão deste site existir.

    Até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BARBOSA, Laura Monte Serrat. PCN: parâmetros curriculares nacionais: o papel da escola no século XXI. Curitiba: Bella Escola, 2002.

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    • 20 cartelas;
    • 20 fichas com sílabas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Número Faltante

    Número Faltante

    O-lá!!!

    Vamos trabalhar a atenção, a percepção, a coordenação motora fina, a construção do número de maneira beeem divertida com as crianças?

    Sempre percebi que quando utilizamos recursos lúdicos conseguimos extrair com mais facilidade informações sobre as crianças: o que sabem, o que têm dificuldade, dentre outros aspectos importantes, mas também nos conectamos melhor com o mundo delas. E isso é fundamental para o processo de aprendizagem 😉

    Todo profissional que trabalha com crianças sente que é indispensável haver um espaço e tempo para a criança brincar e assim melhor se comunicar, se revelar […] (WEISS, 2007, p. 73)

    Sendo assim, vamos aproveitar estes momentos lúdicos para deixar registrado na memória das crianças que aprender pode ser muito divertido. Conseguindo isso será muito mais fácil acessar as dificuldades e intervir com assertividade.

    Espero que o jogo que estou compartilhando seja muito útil para isso.

    Sugestão de Uso:

    Coloque as cartas dentro de uma lata ou sacola.

    Entregue para cada jogador 9 peças de lego (pode ser tampas de garrafa PET, pedrinhas, escala de cuisenaire)

    Cada jogador deve pegar uma carta da lata e deixar com os números voltados para baixo. Ao seu sinal eles devem virar a carta, procurar o número de 0 a 9 que está faltando e representar a quantidade correspondente com as peças de lego.

    O primeiro que concluir bate uma palma e diz” : “Terminei!”. Se ele acertou , fica com a carta.

    Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    Observação: Pode ser utilizado uma sineta para o jogador bater quando terminar.

    Fala sério, este jogo é maravilhoso ou não é?! Modesta parte …hehe

    Deixo um abraço e espero você por aqui no próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 12. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007

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    • 9 cartas;
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  • Quem Não Está?

    Quem Não Está?

    O-lá

    O recurso que eu trouxe como sugestão hoje traz um desafio para as crianças em processo de alfabetização resolverem. Hummm … e desafio, se for dentro do que a criança já tem algum conhecimento prévio para conseguir decifrar, é muito bom.

    Em termos práticos, não se trata de continuamente introduzir o sujeito em situações conflitivas dificilmente suportáveis, e sim de tratar de detectar quais são os momentos cruciais nos quais o sujeito é sensível às perturbações e às suas próprias contradições, para ajudá-lo a avançar […]. (FERREIRO e TEBEROSKY, 1999, p. 34).

    Portanto, jogos, brincadeiras e atividades nas quais as crianças são expostas a situações conflitivas são de extrema importância para o seu desenvolvimento.

    O jogo que compartilho hoje tem o objetivo estimular o processo de leitura e escrita, mas também desenvolve a coordenação motora fina e o pensamento lógico.

    Sugestão de Uso:

    A criança escolhe uma carta, observa as imagens, lê as palavras e coloca um marcador (prendedor de roupa, clips) na palavra que corresponde ao nome do animal que não consta entre as imagens disponíveis.

    Outras opções de uso das cartas:

    • Deixe a criança observar por um tempo os nomes dos animais (letra inicial, final…). Em seguida você retira a carta e peça para ela escrever os nomes dos animais. Depois você devolve a carta para ela conferir.
    • Colocar em ordem alfabética os nomes dos animais. Observação: como a criança está em processo de construção da escrita deixe ela levar em consideração apenas a primeira letra das palavras;
    • Escrita de frases e histórias.

    Finalizo este texto deixando um abraço beeem recheado de afeto. Espero você no próximo post. T+

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999

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    • 18 cartas;
    • Instruções de uso.
  • Cria+: Desvendando Palavras

    Cria+: Desvendando Palavras

    O-laaaaá!!!

    Hoje estou escrevendo este texto para compartilhar uma sugestão de um jogo muito especial. Ele foi desenvolvido por mim e pela equipe da Imagine-me. Ops, espere! Você já ouviu falar na Imagine-me? Assim como eu, o Herinque, o Guilherme e o Pablo (equipe Imagine-me) também gostam muito de desenvolver jogos. Considero eles incríveis!

    Para criar este jogo fizemos mais ou menos assim: pegamos os nossos conhecimentos e colocamos tudo dentro de um caldeirão, mexemos, mexemos, … brincadeira…rsrs Ninguém é bruxo, mas juntos desenvolvemos o jogo: Cria+ Desvendando palavras.

    Dentre outras habilidades, o jogo estimula a alfabetização, o letramento, o pensamento lógico, a coordenação motora fina, a criatividade, a inteligência pictórica. Sim, inteligência pictórica!

    Você sabia que, apesar de muitos considerarem pessoas inteligentes aquelas que se destacam por ter um bom desempenho em pensamento lógico e linguístico, o ser humano é dotado de várias inteligências? Certamente você que está lendo este texto tem uma área do conhecimento mais desenvolvida que outra, mas isso não lhe faz mais ou menos inteligente que ninguém. No entanto, faz parte da pessoa que você é! A Inteligência Pictórica é muito forte em desenhistas, ilustradores e especialistas em computação gráfica.

    Evidentemente, sabemos que nem todos serão do time do Walt Disney (que tinha a inteligência pictórica muito bem desenvolvida), porém, é muito importante que sejam valorizados os desenhos das crianças porque através deles elas podem se comunicar, falar de seus desejos, medos, alegrias e dificuldades. É uma forma de comunicação incrível e nem sempre recebe o olhar ou a “escuta” necessária para entender o que a criança está dizendo.

    […] antes mesmo que a linguagem escrita lhe seja acessível, os recursos pictóricos tornam-se elementos fundamentais na comunicação e na expressão de sentimentos, funcionando como um canal muito especial, através do qual as individualidades se revelam – ou são construídas – expressando ainda, muitas vezes características gerais da personalidade […]. (MACHADO, apud ANTUNES, 2003, p. 217)

    Sendo assim, precisamos explorar e valorizar mais as expressões sobre o mundo que as crianças registram nos desenhos. Bora fazer isso?!

    Sugestão de Uso:

    Separar as cartas em três montes, por cor.

    Embaralhar e pedir para a criança pegar uma carta de cada cor (cabeça, corpo, pernas), ler e completar as palavras faltantes para depois representar o personagem descrito.

    Exemplo:

    Carta cabeça: formato de um brinquedo com a sílaba BO.
    A criança pode escrever /BOla/ e desenhar a cabeça do personagem em formato de uma bola.

    Carta Corpo: Forma de um eletrodoméstico com a sílaba DOR.

    A criança pode escrever /computaDOR/ e desenhar o corpo do personagem em formato de um computador.

    Carta Pernas: com o formato de uma ferramenta com a sílaba TE.

    A criança pode escrever /alicaTE/ e desenhar as pernas do personagem em formato de alicate.

    Depois, ela pode criar um nome para o personagem unindo as sílabas das cartas que o/a originaram.
    Neste caso o nome do personagem seria: BODORTE.

    Eu sei, fica meio maluco! Esta é a ideia, brincar com a possibilidade de criar personagens diferentes.

    Em seguida, que tal inventar uma história sobre o personagem? Por exemplo: a idade que ele tem, onde mora, a profissão, o que gosta e o que não gosta de fazer, se tem medo de alguma coisa… Enfim, pode ser explorado o personagem para construção de uma história.

    Para finalizar este texto, quero dizer que eu e a equipe da Imagine-me estamos curiosos para saber a sua impressão sobre o jogo. Aproveite e deixe registrado nos comentários.

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

    ATENÇÃO! Este jogo está disponível em arquivo PDF (para você imprimir, montar e jogar) no site Imagine-me. Para adquirir clique aqui para ser direcionado(a) para lá 🙂

    img 0358

    Inclusive

  • Associe e Forme Palavras

    Associe e Forme Palavras

    O-lá!!!

    Você já percebeu que quando está diante de uma informação aparentemente nova, busca em sua memória algo que possa associá-la, ou seja, verifica se o conhecimento é totalmente novo mesmo ou se pode fazer uma conexão com qualquer outra coisa que já tenha visto? Então, talvez até tenha percebido, mas, possivelmente, não. Isso porque esse processo é automático e, quanto mais conhecimentos adquirimos, mais associações fazemos! Ou seja, turbinamos nossa capacidade de aprendizagem porque não precisamos partir do zero, entende?

    “[…] cada vez que você encontra algo novo, seja um objeto material ou uma ideia, vai associá-lo automaticamente com o que já conhece. A associação é um processo mental automático. (MEMORIZAÇÃO, 2006, p. 228, grifo do autor)

    O jogo que trouxemos hoje é uma brincadeira de associação. No entanto, aqui será intencional…hehe e além de estimular a alfabetização, tem o objetivo de instigar a flexibilidade cognitiva, pensar em uma maneira diferente de escrever através de códigos que não são letras (mas as representam), como também, despertar a atenção, a percepção.

    Ops! Uma pequena, mas necessária pausa, para explorar um pouco mais o significado e importância da flexibilidade cognitiva. Esta é uma habilidade desenvolvida no lobo frontal do nosso cérebro e ela amadure ao longo dos anos chegando ao ápice lá pelos 35, 40 anos. Porém, entretanto, todavia (rsrsrs), é sempre bom estimular. Afinal, ela contribui para que sejamos capazes de pensar “fora da caixa” e resolver situações simples ou complexas do nosso dia a dia de maneiras diferentes e até criativas 😉

    Pausa feita, agora vamos à utilização do jogo que trouxemos como indicação.

    Sugestão de Uso:

    A criança escolhe uma carta e observa a legenda de associação (cores x letras) para escrever o nome da figura utilizando somente as fichas coloridas.

    Verifique se está correto 😉

    Depois peça para a criança escrever embaixo das fichas coloridas o nome da figura (agora com letras). Em seguida você cobre a legenda da carta, embaralha as fichas coloridas e solicita que a criança tente lembrar a cor que representava cada letra.

    Dica: O registro é sempre importante para apropriação do conhecimento. Sendo assim, após a brincadeira, peça para a criança escrever uma frase com o nome da figura.

    Por hoje é isso! Esperamos que você tenha aproveitado as informações aqui compartilhadas. Conte-nos se você pensou em uma maneira diferente de utilizar este jogo. Vamos amar saber ; )

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MEMORIZAÇÃO POR ASSOCIAÇÃO. In101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

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    • 5 fichas com cores;
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  • Some e Ganhe

    Some e Ganhe

    O-lá!

    Estimular funções cognitivas é sempre importante quando queremos ampliar a capacidade de aprendizagem de nossos aprendentes. Mesmo sabendo que o nível que cada um chegará é muito subjetivo – individual e não temos como quantificar -, sempre é possível melhorar e, quanto antes iniciarmos, obviamente teremos resultados mais satisfatórios. Mas o que quer dizer o termo “função cognitiva”? Abaixo segue explicação.

    Função cognitiva pode ser entendida como fase do processamento de informação, como percepção, aprendizagem, memória, atenção, raciocínio e solução de problemas. (IZQUIERDO, 2005 apud AMARAL e NASCIMENTO, 2020, p. 19):

    Sendo assim, há muitas maneiras para fomentar o desenvolvimento das funções cognitivas e elas interagem entre si, mas sempre que oferecermos recursos que estimulem a atenção, a percepção, o pensamento lógico, a leitura, a escrita, novos conhecimentos… estaremos colocando “óleo” (vamos assim dizer) nas funções cognitivas dos aprendentes…hehe

    O jogo que trouxemos como sugestão hoje é formidável para aprendentes que estejam na fase de construção do número. Será ainda mais valioso se vocês utilizarem material concreto que possa auxiliar na compreensão 😉

    Sugestão de uso:

    Colocar as fichas dentro de uma sacola ou caixa.

    Cada jogador pega uma ficha da caixa e soma a pontuação que fez observando quanto vale cada figura (azul=1, verde=2, vermelha=3)

    Quem tiver feito a pontuação maior fica com as fichas de todos os jogadores.

    Se obtiverem a mesma pontuação, cada um fica com a sua ficha.

    Ganha o jogo quem conquistar mais fichas.

    Dica: Se você tiver disponível tampas de garrafa PET nas cores das figuras é interessante utilizar para que a criança compreenda no concreto 😉

    Querem um jogo diferente com estas mesmas fichas para estimular a atenção e a percepção? Então veja a seguir!

    Espalhe 20 fichas sobre uma mesa.

    Combine de cronometrar o tempo que cada jogador agrupa corretamente as fichas iguais.

    Ganha quem conseguir em menor tempo.

    Encerramos este texto deixando o nosso abraço e votos de que as informações aqui compartilhadas tenham sido úteis.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    AMARAL, Anderson; NASCIMENTO, Adriana Limeira do. Jogos de estimulação cognitiva e motora. Rio de Janeiro: Wak, 2020.

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  • Revele a palavra (som final)

    Revele a palavra (som final)

    O-lá!
    Há duas semanas compartilhamos com vocês o jogo Revele a palavra (som inicial). O jogo que trouxemos hoje é semelhante. A diferença é que neste a criança será estimulada a prestar atenção aos sons finais das palavras.

    Os dois jogos têm objetivo de estimular a consciência fonológica, habilidade que contribui muito para o sucesso da construção da escrita. Vejam na citação a seguir o que dizem alguns autores.

    […] diante de uma escrita alfabética, o nível de consciência fonológica de uma criança ao entrar na escola é considerado o indicador mais forte de êxito que ela terá ao aprender a ler ou, ao contrário, da probabilidade de que não o consiga (ADAMS, 1990; STANOVICH, 1986 apud ADAMS et al., 2012, p. 20).

    O jogo também contribui fortemente para estimular a atenção 😉 A gente ama isso, não é mesmo?! <3

    Sugestão de Uso:

    Colocar o tabuleiro sobre uma superfície plana e as fichas em uma sacola ou caixa. Verificar se os jogadores sabem os nomes de todas as figuras.

    Cada jogador, na sua vez, retira uma ficha da caixa. Localiza as figuras no tabuleiro que correspondem aos números que estão na ficha. Fala em voz alta os nomes delas e presta atenção aos sons das sílabas finais. O jogador precisa descobrir qual palavra é possível formar com esses sons.

    Exemplo: no tabuleiro 13 é = manGA e 10 é = gaiTA. Portanto, formamos “GATA”.

    O jogador fica com a ficha se conseguir revelar a palavra. Se não conseguir, devolve a ficha para a caixa.

    Ganha o jogo quem conseguir mais fichas.

    Para aumentar o desafio vocês podem determinar um tempo para os jogadores revelarem a palavra.

    Atenção! Este é um jogo de consciência fonológica. Portanto, a correspondência é fonológica e não necessariamente gráfica. Sendo assim, desconsiderem, por exemplo, acentuação.

    Concluímos este texto com o desejo que as informações aqui escritas tenham sido úteis.

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ADAMS, Marilyn Jager; et al. Consciência fonológica: em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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  • Risque o Número Correspondente

    Risque o Número Correspondente

    Oie!

    Queremos começar este texto expressando nossa opinião de que os jogos lúdicos devem estar mais presentes no dia a dia escolar. Às vezes ouvimos relatos que eles são utilizados após as crianças completarem suas atividades como um complemento do que foi aprendido. Precisamos mudar isso!

    Talvez uma maneira para promover mudanças é deixando claro aos profissionais da educação e pais (aqueles que gostam de cadernos cheios no final do dia…rs) que estimulação cognitiva envolve mais atos mentais do que é necessário para fazer cópias 😉

    Também sabemos, por experiência própria, que os jogos geram um certo alvoroço em sala de aula. Porém, isso tem intensidade maior quando as crianças ainda não estão acostumadas a jogar. Ou seja, não estão familiarizadas com as regras do jogo. Quando já compreendem é frequente vermos saudáveis discussões por pontos de vista diferentes.

    […] Quando as crianças discutem quais respostas estão certas, elas se tornam fontes da verdade, e as crianças desenvolvem confiança em suas próprias habilidades para descobrir as coisas. […] ( KAMII e DECLARK, 1997, p. 172)

    Isso é diferente de receber os exercícios já corrigidos pela professora. Entendem?

    Agora que já expressamos nossa opinião vamos à explicação do jogo que estamos compartilhando com vocês hoje. O objetivo é estimular a construção do número, o pensamento lógico, a correspondência entre número x quantidade, dentre outras habilidades.

    Sugestão de Uso:

    Distribuir para cada jogador um tabuleiro e canetinhas.

    Colocar as fichas dentro de uma sacola ou caixa.

    Cada jogador, na sua vez, pega uma ficha da caixa. Procura e risca no seu tabuleiro um número que seja correspondente à quantidade de dedos levantados que tem na ficha que ele pegou. Depois devolve a ficha para a caixa.

    Se o jogador pegar uma ficha que ele não tem mais disponível para riscar em seu tabuleiro passa a vez para outro jogador.

    Ganha o jogo quem riscar primeiro todos os números do tabuleiro.

    Encerramos este post deixando um forte abraço!

    Boa diversão!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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  • Revele a palavra (som inicial)

    Revele a palavra (som inicial)

    Oie!!!

    Quem acompanha o nosso trabalho há bastante tempo já sabe que estamos sempre batendo na mesma tecla:  a consciência fonológica é uma das habilidades que precisamos estimular nas crianças para facilitar o processo de alfabetização. Há diversos estudos que demonstram isso. Ou seja, é evidência científica! Sendo assim, jogos lúdicos com o objetivo de promover essa habilidade devem estar presentes em ambientes que pretendem estimular a construção da escrita.

    […] procedimentos para desenvolver consciência fonológica que incluam tanto a segmentação quanto a combinação de fonemas podem promover ganhos significativos, facilitando a aquisição da leitura e da escrita alfabética. […] (SHARE, 1995 apud CAPOVILLA e CAPOVILLA, 2007, p. 34-35).

    O jogo que trouxemos hoje como sugestão é excelente para que a criança seja estimulada a prestar atenção aos sons iniciais das palavras e, também, chegar à conclusão que há palavras diferentes que têm estes mesmos sons. Ou seja, excelente para o desenvolvimento da consciência fonológica.

    A seguir deixamos a forma que pensamos para a sua utilização, porém, façam as adaptações necessárias para atender da melhor forma possível os aprendentes que irão utilizá-lo, ok? Contamos com vocês para isso 😉

    Sugestão de Uso:

    Colocar o tabuleiro sobre uma superfície plana e as fichas em uma sacola ou caixa. Verificar se os jogadores sabem os nomes de todas as figuras.

    Cada jogador, na sua vez, retira uma ficha da caixa. Localiza as figuras no tabuleiro que correspondem aos números que estão na ficha. Fala em voz alta os nomes delas e presta atenção aos sons das sílabas inicias. O jogador precisa descobrir qual palavra é possível formar com esses sons.

    Exemplo: 9 + 3 correspondem a MOto + LAta = MOLA

    O jogador fica com a ficha se conseguir revelar a palavra. Se não conseguir, devolve a ficha para a caixa.

    Ganha o jogo quem conseguir mais fichas,

    Para aumentar o desafio vocês podem determinar um tempo para os jogadores revelarem a palavra.

    Atenção! Este é um jogo de consciência fonológica. Portanto, a correspondência é fonológica e não necessariamente gráfica. Sendo assim, desconsiderem, por exemplo, acentuação.

    Variação: Os jogadores podem também ser desafiados a resolver os cálculos das fichas.

    Finalizamos este post com o desejo de termos contribuído.

    Um forte abraço e até o próximo post. <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CAPOVILLA, Alessandra Gotuzo Seabra; CAPOVILLA, Fernando César. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. 5. ed. São Paulo: Memnon, 2007

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  • Risque, Leia, construa frases e histórias

    Risque, Leia, construa frases e histórias

    Oie!!!

    O jogo que trouxemos como sugestão hoje tem por objetivo estimular leitura, escrita, criatividade, coordenação motora fina, oralidade, tolerância à frustração. Porém, queremos ir além destas e outras habilidades cognitivas que o jogo possa desenvolver. Desejamos que ele promova sorrisos, laços afetivos entre crianças e entre adultos e crianças.

    Sim, laços afetivos! Sabemos que estamos vivendo um momento de pandemia. Porém, além de olharmos para o futuro, refletimos sobre o que podemos hoje, na medida do possível, fazer! Se você que está lendo este texto for um profissional que está trabalhando somente on-line pode, por exemplo, sugerir este jogo para as famílias. Ele é gratuito! A família pode junto com a criança acessar nosso site, baixar o jogo, imprimir e utilizar. É uma alternativa maravilhosa para tirar as crianças da tela do computador, celular. E, conforme falamos no início do texto, tem diversos objetivos de estímulos cognitivos. Agora, os laços afetivos, estes são essenciais para o desenvolvimento de qualquer ser humano. Nenhuma máquina é capaz de sentir e transmitir afeto. Precisamos de um Outro humano para nos conectarmos. Um humano presente! Ou seja, não podemos deixar nossas crianças a mercê de máquinas.

    […] Há casos em que as crianças estão referidas a esses aparelhos, em que esse é o Outro da criança, e isso não é sem consequências para a constituição psíquica. (JERUSALINSKY, 2017, p. 44)

    Sendo assim, deixamos nossa contribuição e esperamos poder contar com vocês para espalhar nossas sementes de afeto para o planeta. Bora?!

    Agora vamos à explicação do jogo.

    Sugestões de Uso:

    Distribuir tabuleiros e canetinhas para os jogadores (individual).

    Sugestão 1:

    Cada jogador, na sua vez, lança o dado. Procura no seu tabuleiro um quadro com a cor sorteada, lê e risca as palavras.

    Ganha o jogo quem completar primeiro uma linha inteira.

    Obs.: Se for sorteada uma cor que não tenha mais disponível no tabuleiro, passa a vez para outro jogador.

    Sugestão 2:

    Cada jogador, na sua vez, lança o dado. Procura no seu tabuleiro um quadro com a cor sorteada, lê as palavras, forma uma frase oralmente com elas e risca.

    Ganha o jogo quem completar primeiro uma linha inteira.

    Obs.: Se for possível, grave as frases que os jogadores forem falando. Após o jogo, cada jogador, poderá escolher e escrever a sua frase que mais gostou.

    Sugestão 3:

    Cada jogador, na sua vez, lança o dado. Procura no seu tabuleiro um quadro com a cor sorteada, lê e constrói oralmente ou por escrito uma história com as palavras. Risca o quadro.

    Os jogadores guardam o tabuleiro riscado para continuar o jogo outro dia/aula/sessão.

    Um outro dia repetem o jogo. Ou seja, cada um constrói uma nova história com outras palavras sorteadas. Assim sucessivamente até um dos jogadores riscar primeiro uma linha inteira de palavras. Este será o ganhador.

    Perceberam que nossas sugestões irão incentivar bastante a oralidade? Isso também é importante para a criança conseguir produzir um texto com começo, meio e fim. Algumas vezes as crianças e até mesmo adolescentes apresentam dificuldade em escrever porque ainda não construíram na oralidade este processo.

    Encerramos deixando o nosso abraço cheio de afeto.

    Até o próximo post! <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    JERUSALINSKY, Julieta. et all. Intoxicações eletrônicas: o sujeito na era das relações virtuais. Salvador: Ágalma, 2017.

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    • Instruções de uso.