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  • Marque a igual

    Marque a igual

    Oieee!!!
    Que alegria compartilhar este material! Seria muito bom se pudéssemos ver as expressões nos rostos de vocês ao saberem que o arquivo PDF com o jogo é GRÁTIS!!! Já que isso não é possível, vocês poderiam ser bem fofos, amados, estimados e deixar nos comentários se contribuímos com este presente e, também, as impressões que tiverem sobre o jogo. 😉

    O objetivo deste recurso é estimular a atenção, a percepção, a orientação espacial. Sendo assim, pode ser excelente para crianças, adolescentes, adultos que apresentam déficit de atenção e precisam de estímulos lúdicos para ampliar essas habilidades. Antes de iniciar o jogo, propriamente dito, deem um tempo para os jogadores explorarem o material. Observar semelhanças e diferenças nas direções das setas e posições dos círculos. Isso já é uma intervenção 😉

    Apresentar o material é um momento que deve ser valorizado pelo profissional. […] (MACEDO; PETTY; PASSOS, 2000, p. 19)

    Sugestão de uso:

    Cada jogador, em sua vez, joga o dado e observa: direção da seta e a posição do círculo. Em seguida, procura e marca no seu tabuleiro um quadro igual. Ganha o jogo quem completar primeiro uma coluna inteira.

    Variação: Ganha o jogo quem completar primeiro todo o tabuleiro. Neste caso, o tempo do jogo será maior.

    Observação: A linha azul indica a margem inferior do dado. É importante observar esta indicação durante o jogo.

    É isso, gente! Aproveitem muito este material! Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MACEDO; Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sícoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

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  • Lince de Divisão

    Lince de Divisão

    Oie!!!
    Há algum tempo nos pedem jogos para trabalhar a divisão. Bom, apesar da demora, nasceu! hehe

    Antes da explicação do jogo, queremos dizer que é muito importante estarmos atentos ao fato de que, para a criança entender a divisão – assim como qualquer aprendizado -, é preciso que ela tenha condições para isso, que já tenha conhecimento prévio suficiente.

    “[…] as crianças aprendem com instrução só o que elas podem aprender com o conhecimento que já adquiriram.” (KAMII; DECLARK, 1997, p. 168.)

    Ou seja, não adianta querer pular etapas. Às vezes, na ansiedade e preocupação com o conteúdo que precisa ser passado acontecem atropelos. E ensinar algo que esteja muito acima do que a criança tem condições, naquele momento, de aprender pode causar prejuízos muito sérios. Para citar um deles é o sentimento de incapacidade que a criança pode adquirir. E quem é que consegue aprender alguma coisa quando não se sente capaz?

    Após este breve alerta, vamos a explicação do jogo. 😉

    Sugestão de uso:

    Colocar o tabuleiro sobre uma mesa e as fichas em uma sacola/caixa. Cada criança, na sua vez, retira uma das fichas da sacola, resolve o cálculo, procura e circula (com canetinha) o resultado no tabuleiro. Se conseguir, fica com a ficha. Se não conseguir, devolve a ficha para a sacola. Ganha o jogo quem conquistar cinco fichas primeiro.

    Para ampliar o desafio pode ser determinado um tempo para que a criança localize o resultado.

    Obs. 1: Se for aplicado papel Contact ou plastificado o material, após o uso, poderá apagar as marcações de canetinha com uma flanela. 😉

    Obs.2 : Para algumas crianças talvez seja necessário deixar disponível a tabuada para que elas possam consultar em caso de dúvidas.

    Concluímos este texto deixando um forte abraço a todos que o leram até aqui. <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13 ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 20 fichas;
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  • Qual é a palavra?

    Qual é a palavra?

    Oie!!! Estimados e estimadas, não sabemos se vocês já perceberam que temos muito orgulho do nosso trabalho, agora, o jogo que estamos compartilhando com vocês hoje é simplesmente maravilhosooo!!! (Nem sempre conseguimos segurar nossa modéstia! 🤭 rsrs).

    Este jogo tem o objetivo de estimular a leitura, a escrita, a atenção, a percepção, mas, também, podemos aproveitar a situação lúdica que ele proporciona para saber mais sobre a criança.

    […] o uso de situações lúdicas é mais uma possibilidade de se compreender, basicamente, o funcionamento dos processos cognitivos e afetivo-sociais em suas interferências mútuas, no Modelo de Aprendizagem do paciente. […] (WEISS, 2007, p. 74).


    Quando compreendemos a maneira que a criança aprende facilita muuuito nossa intervenção. Então precisamos estar atentos nos momentos lúdicos porque, nessas situações, a criança mostra muito de si.

    Sendo assim, vamos arregaçar as mangas e ao trabalho! Ops, ao jogo! 😉

    Sugestão de uso:

    Coloquem o tabuleiro sobre uma superfície plana e as fichas com figuras dentro de uma sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma das fichas da sacola e procura no tabuleiro todas as figuras iguais. Anota as sílabas que estão imediatamente abaixo das figuras e tenta formar uma palavra com elas. Se conseguir, fica com a carta. Se não conseguir, devolve a carta para a sacola. Ganha o jogo quem conquistar cinco cartas primeiro.
    Variação: Se vocês quiserem ampliar o desafio podem determinar um tempo para a criança localizar as figuras e formar a palavra.

    Bom, é isso! Ficamos na expectativa que este material seja muito útil para vocês.
    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
    WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 12. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

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  • Complete com as vogais

    Complete com as vogais

    Oie!!!
    Sabemos que, como em qualquer aprendizagem, o processo de construção de escrita será facilitado se apresentarmos desafios partindo do simples. Foi pensando nisso que elaboramos este material. Obviamente que, o que irá determinar a complexidade de uma atividade, são os conhecimentos prévios da criança e a nossa intervenção adequada.
    Uma dica importante é levar a criança a compreender que a escrita representa a fala. É o que nos afirmam Nagy e Anderson (1999, p. 155) apud Soares (2016, p. 125):


    “[…] a criança precisa, antes de tudo, perceber que a escrita representa a fala, e em seguida identificar os detalhes de como a escrita representa a fala.”

    Sendo assim, vamos mediar este processo da melhor forma possível?! Segue agora um recurso para intervenção. 

    Sugestão de uso:
    Entreguem as fichas e os prendedores com as vogais para a criança. O desafio dela será identificar as vogais que estão faltando para completar a palavra e colocar o prendedor com a letra correspondente no local correto.Vocês podem contribuir, caso seja necessário, enfatizando o som da vogal para que a criança consiga identificar. Exemplo: /uuuuuursoooooo/. Peçam para a criança repetir os sons da palavra com vocês. 😉
    Após a criança completar a palavra pode ser formulado frases tanto oral quanto por escrito. 😉

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.


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    • 12 fichas com palavras faltando vogais;
    • Fichas com vogais;
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  • Calendário

    Calendário

    Oieee!!!
    Primeiro post de 2020 e já começamos com um presente maravilhoso para vocês: tem arquivo PDF GRÁTIS com a atividade que trouxemos como sugestão hoje!!! Uhuuu!!! Esperamos que vocês fiquem tão felizes quanto nós que estamos compartilhando este material.

    Antes de baixar o arquivo acompanhem nossa breve explicação sobre a relevância deste recurso 😉

    Trabalhar a noção de tempo é muito importante e, geralmente, as crianças demonstram interesse em anotar no calendário, por exemplo, a data do aniversário ou outro evento que irá acontecer e ir riscando os dias que faltam para chegar. Além disso, é interessante propiciar às crianças o funcionamento dos números dentro de um contexto. Portanto, utilizar o calendário é um excelente recurso porque a criança terá a oportunidade de aprender algo que tem uma conexão com o seu dia a dia. É muito mais do que simplesmente absorver algo que a professora falou.

    “Nenhuma criança é uma esponja passiva que absorve o que lhe é apresentado.” (ANTUNES, 2003, p. 16)

    Então mãos à obra!!! 🙂

    Sugestão de uso:

    Entreguem o calendário do mês corrente para a criança/adolescente preencher.

    Após, vocês podem complementar a atividade com outros questionamentos. Por exemplo:

    – Qual dia da semana você mais gosta? Por quê?

    – Quantos dias faltam para o aniversário de…?

    – O dia 20 de janeiro será…

    – Quais dias da semana você vai para a escola?

    Vocês perceberão que aos poucos os conhecimentos serão integrados. Também será muito gratificante ver o entusiasmo das crianças quando no início de cada mês vocês entregarem um novo calendário para ser preenchido.

    Um forte abraço!

    Clique abaixo no botão escrito “GRÁTIS” para adquirir dois arquivos em PDF (enviados por e-mail) contendo:

    • 12 fichas;
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    São enviados dois arquivos em PDF para que, no momento da impressão, você possa escolher dentre eles o tamanho mais adequado (fichas com tamanho de uma página A4 ou 1/2 página A4).

     

  • Circule o nome da figura

    Circule o nome da figura

    Oie!!!
    Genteeee, este é o último post de 2019 aqui no site. No entanto, fiquem atentos as nossas publicações no Instagram, Facebook e WhatsApp porque o nosso trabalho continua e estamos pensando em fazer algumas promoções. Vamos manter vocês informados por lá, ok?! Ah, também avisaremos por e-mail (para quem se inscreveu, claro!) <3

    Agora vamos falar do material que trouxemos como sugestão hoje.

    Além de ser útil para a alfabetização é também uma maneira de estimular a atenção, percepção, memória visual. Apesar de não gostarmos de atividade repetitiva, sabemos que ela é importante para a aprendizagem. Então pensamos em uma maneira lúdica da criança acessar algumas palavras várias vezes, mas de uma maneira que não fosse enfadonha, entediante. A criança precisará selecionar palavras corretas (informação relevante) e descartar as incorretas (informação irrelevante).

    Shimamura (2000) apud Seabra et all (2009, p. 79) esclarece que:

    Para resgatar informações pré-estocadas e, para manter determinada informação ativa durante a realização de uma tarefa, são necessárias as habilidades de acessar informação previamente estocada e de manter informação ativa. […] Trata-se de um mecanismo de filtragem dinâmica de informações, que atenta às informações que são relevantes e ignora as irrelevantes.

    Sugestão de uso:

    Colocar as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico).

    A criança deve circular com canetinha (sobre o plástico) todas as palavras da página que correspondam ao nome da figura. Em seguida, você fecha a pasta e pede para ela escrever o nome da figura. Após, ela pode olhar a página para conferir os acertos.

    Observação: Para algumas crianças esta atividade será mais desafiadora se for determinado um tempo para ela executar a tarefa.

    Quando finalizar a atividade basta apagar as anotações com uma flanela.

    É isso! Espero ter contribuído!

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SEABRA, Alessandra Gotuzo; CAPOVILLA, Fernando César. Teoria e pesquisa em avaliação neuropsicológica. São Paulo: Memnon, 2009.

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  • Bingo de Rima

    Bingo de Rima

    Oie!!! Há um tempo eu compartilhei aqui com vocês o Bingo de Aliteração que, assim como o jogo que eu trouxe hoje, tem o objetivo de estimular o desenvolvimento da consciência fonológica. Estes recursos são, dentre outros, imprescindíveis em um ambiente que pretende ser alfabetizador para facilitar o processo de construção da escrita. Inclusive, podem também ser uma ferramenta muito útil para minimizar o sofrimento de crianças que apresentam dificuldade na aprendizagem da escrita e leitura.

    Capovilla e Capovilla (2007, p. 33) afirmam que:

    […] Crianças com dificuldade de escrita frequentemente apresentam atrasos em consciência fonológica […]

    Obviamente que sempre precisamos estar atentos ao “para quem” se destina o jogo, ou seja, fazer as adaptações necessárias. Feito isso teremos crianças mais engajadas, motivadas – o que facilita o nosso trabalho -, e, portanto, o aprendizado acontece com alegria e prazer.

    Sugestão de uso:

    Distribuir para cada criança ou dupla uma cartela e marcadores (pedrinhas, bolinhas de papel, etc). Colocar as fichas com perguntas “rima com…” dobradas em um pote. Verificar se as crianças conhecem todas as figuras disponíveis nas cartelas que receberam. É hora de começar o jogo. Retirar uma ficha do pote, abrir, e, sem mostrar a figura para as crianças, dizer, por exemplo: “rima com joelho”. As crianças devem colocar um marcador sobre a figura de um coelho. Após, é preciso mostrar a ficha com a figura para as crianças conferirem se marcaram corretamente. Ganha o jogo quem marcar toda a cartela primeiro.

    Para finalizar, podemos sugerir que cada criança escreva os nomes das figuras das cartelas que receberam.

    Espero que este material seja útil para vocês. Um forte abraço e até o próximo post. 🙂

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CAPOVILLA, Alessandra G. S.; CAPOVILLA, César Fernando. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. São Paulo: Memnon, 2007

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    • 15 cartelas;
    • 24 fichas;
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  • Descubra d, b, q, p

    Descubra d, b, q, p

    Oieee!

    Gente, eu me formei no magistério em 1989 e, naquela época, jamais imaginei que teria o contato com professores de tantos lugares diferentes. Vocês são feras(!) e , muitas vezes, os relatos que recebo me deixam emocionada. Amooo saber o quanto temos professores engajados em motivar a aprendizagem dos alunos. Sinto que juntos fazemos parte de um batalhão em prol da educação do nosso país, mas nem sempre temos a dimensão do nosso trabalho porque não é possível mensurar e nem ver no agora, é no futuro! Em forma de agradecimento pela companhia organizei um jogo que estará disponível em arquivo PDF gratuitamente. É um presente em comemoração ao Dia do Professor. Espero que vocês gostem <3

    E qual o objetivo deste jogo? Bem, quem é professor(a) alfabetizador(a) sabe que é muito comum, no início do processo de construção da escrita, as trocas com as letras d,b,q,p. Aos poucos as crianças vão compreendendo as diferenças, no entanto, algumas levam um tempo maior nesta compreensão. O jogo que eu trouxe tem o intuito de contribuir neste aprendizado.

    Sugestão de uso:

    Mostrem para as crianças a cartela com imagens d-dedo, b-bebê, q-queijo, p-pera. Isso irá ajudar na associação. Dica: esta cartela pode ser fixada nas carteiras das crianças e deixar lá para pesquisas futuras ;).

    O tabuleiro deve ser colocado sobre uma superfície plana e é preciso cobrir as letras d,b,q,p com tampas de garrafa PET.  ATENÇÃO! É muito importante, para evitar confusões, que as crianças estejam sentadas de frente para o tabuleiro. Por isso, uma criança deve jogar ao lado da outra ou, cada uma, deve ter o seu próprio tabuleiro.

    Uma das crianças joga o dado. O desafio dela será tirar uma tampa do tabuleiro que esteja cobrindo a letra que saiu no dado. Se acertar, fica com a tampa. Se errar, deve colocar a tampa de volta sobre a letra. Se, ao jogar o dado, cair “sua vez”, a criança pode escolher e dizer o nome de uma das letras (d,b,q,p) que deseja descobrir. Da mesma forma que antes, se acertar, fica com a tampa. O jogo segue até uma das crianças conquistar cinco tampas primeiro.

    É isso! Espero que vocês tenham gostado do presente, um forte abraço!!!

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 dado;
    • 01 cartela de imagens;
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    É GRÁTIS e enviado por e-mail.

  • O que você faria?

    O que você faria?

    Oie!

    Vou começar o nosso papo de hoje provocando um questionamento… Por que, frequentemente, vemos adultos resolvendo os conflitos entre as crianças? Penso que, quando tomamos essa atitude, de certa forma, destruímos a iniciativa delas e, o que é pior (!),  fazemos com duvidem da sua própria capacidade em pensar. Óbvio que, precisamos estar atentos e não estou aqui dizendo para deixar as crianças em situações de risco, o que sugiro é, quando elas vêm nos relatar algum conflito, ao invés de imediatamente nos colocarmos a disposição para resolver, podemos mediar a situação de uma maneira que, na medida do possível, elas cheguem a uma estratégia de resolução.

    Lapierre e Lapierre (2010, p. 70) afirmam que:

    A procura sistemática da proteção do adulto mantém a dependência e não permite que a criança afirme sua identidade.  A criança que se beneficia constantemente da proteção do adulto se faz cada vez mais de fraca para manipular este último em seu proveito e em detrimento dos outros.

    Ou seja, ao invés de ajudar, estaremos impedindo o desenvolvimento da criança.

    KAMII e DECLARK (1997, p. 60) explicam que:

    Situações da vida diária e jogos em grupo oferecem oportunidades para as crianças pensarem.

    Então podemos aproveitar as situações do cotidiano porque as crianças estão emocionalmente envolvidas e isso contribui para que tenham interesse e pensem em estratégias para resolver com autonomia os seus conflitos.

    O jogo que eu trouxe como sugestão hoje é excelente para estimular a criança a pensar em estratégias de lidar com situações hipotéticas de problemas, conflitos ou de imensa alegria. A ideia não é culpabilizar as respostas, mas refletir sobre elas. Será que diante de um problema todos resolveriam da mesma forma? Será  que existem maneiras diferentes de lidar e resolver? Por ter textos curtos este jogo é também um excelente recurso para utilizar com crianças em processo de alfabetização.

    Sugestão de uso:

    Coloquem as cartas dentro de uma caixa ou sacola e o tabuleiro sobre uma superfície plana. Entreguem para cada criança um peão para que elas coloquem em uma das casas do tabuleiro. Combinem com as crianças que vence o jogo quem chegar à casa do colega primeiro.

    Cada criança, na sua vez, retira uma carta da caixa, lê e verbaliza o que faria naquela situação. Outras crianças podem também dizer se pensam da mesma maneira ou não. Em seguida, a criança avança (em sentido horário) com seu peão o número de casas indicado na carta. O jogo segue até ter um(a) vencedor(a).

    Por hoje é isso! Falem pra mim se esta sugestão foi útil para vocês 😉

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. Campinas: Papirus, 1997.

    LAPIERRE, Andre; LAPIERRE, Anne. O adulto diante da criança de 0 a 3 anos: psicomotricidade relacional e firmação da personalidade. Curitiba: UFPR, 2010.

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  • Encontre os diferentes

    Encontre os diferentes

    Oie!!!

    Fazendo uma avaliação sobre minha pessoa cheguei à conclusão que ando sendo muito, muito fofa! A prova disso está no post de hoje que, mais uma vez, o material vai estar em arquivo PDF GRÁTIS! Uhuuu!!! Levanta a mão quem está gostando da minha fofurice…hehe

    Esta atividade é excelente para estimular o pensamento lógico porque, dentre outros itens, estimula a comparação. Sim, pode parecer estranho, mas a comparação é um dos processos mentais necessários para um bom desempenho lógico. Para comparar a criança precisa estabelecer relações entre os objetos e perceber o que eles têm de igual e de diferente.

    Kamii (1997, p. 29) afirma que:

    […] A diferença é uma relação criada mentalmente pelo indivíduo que faz o relacionamento entre dois objetos. A diferença não está na ficha vermelha ou na azul, e, se uma pessoa não puser os dois objetos dentro dessa relação, a diferença não existirá para ela.

    Sendo assim, podemos fazer muitos jogos, brincadeiras e atividades com as crianças para incentivar a percepção das diferenças. Uma sugestão é utilizar tampas de diversas cores, tamanhos, formas. Além de servir para contar, podemos sugerir que as crianças agrupem os iguais, separem os diferentes, etc.

    Bom, mas voltando ao material que eu trouxe hoje, vocês poderão adquirir clicando no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Colocar as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico).

    A criança deverá procurar e circular com canetinha (sobre o plástico) as imagens diferentes em cada página. Dependendo dos conhecimentos prévios da criança você pode desafiá-la estipulando um tempo para localizar as figuras.

    Após o uso, as anotações feitas sobre o plástico, podem ser apagadas com uma flanela.

    É isso, meus queridos, estimados!!! Espero que vocês possam fazer bom uso deste material que foi feito com muito carinho.

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. Campinas: Papirus, 1997.

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