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  • Procure a sílaba

    Procure a sílaba

    Oie!!!

    Gente, sabemos que, quando estamos diante de um conhecimento novo, muitas vezes, para conseguir aprender será importante a repetição. Obviamente que não estamos aqui falando de fazer exercícios monótonos e enfadonhos. Mas, por exemplo, uma sílaba precisa ser vista, pronunciada e escrita várias vezes até que a criança a reconheça, certo? Então, precisamos que esta sílaba chegue até à criança de várias formas e, de preferência, lúdica.

    O jogo que eu trouxe como sugestão para vocês hoje fará com que as crianças sejam estimuladas a procurar e a pronunciar algumas sílabas várias vezes. No entanto, da maneira que foi organizado, possivelmente, as crianças nem se darão conta disso! Para elas será apenas um jogo e nós estaremos disponíveis para mediar conforme a necessidade delas e, inclusive, repetindo o nome da sílaba quando a criança não souber ou lembrar. Vão nos dizer que isso não é o máximo do máximo…rsrs

    Para identificar quais sílabas precisarão ser procuradas as crianças deverão estar atentar aos sons iniciais das palavras.

    A capacidade auditiva da criança, sua capacidade de ouvir e discriminar sons diferentes constitui fator indispensável à aprendizagem da leitura e da escrita […]. (ANTUNES, p. 46, 2003).

    Sugestão de uso:

    Os jogadores devem receber botões de cores diferentes (pode ser bolinhas de papel ou massinha de modelar). O tabuleiro deve ser colocado sobre uma superfície plana (mesa, chão) e as fichas com figuras dentro de uma sacola/caixa. Cada jogador, na sua vez, retira uma ficha da sacola e diz qual sílaba inicia o nome da figura. Em seguida, todos os jogadores devem procurar no tabuleiro o maior número possível da sílaba. Ou seja, a mesma sílaba aparece mais de uma vez no tabuleiro. Quando encontrar diz, por exemplo: “achei o BA” e coloca um botão sobre a sílaba. Faz um ponto quem conseguir encontrar mais da mesma sílaba. O jogo continua e ganha quem chegar a cinco pontos primeiro.

    Observação: Pode ser um facilitador da localização das sílabas se, cada jogador, receber um tabuleiro.

    Variação: Para deixar o jogo mais desafiador pode ser determinado um tempo para localização das sílabas.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

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    • 01 tabuleiro;
    • 16 fichas;
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  • Trilha da sílaba inicial, medial ou final

    Trilha da sílaba inicial, medial ou final

    Oie!!! Queridos, em virtude da necessidade de nos recolhermos em casa para evitar o contágio com Coronavírus ficamos aqui pensando em uma maneira de contribuir para que esta fase passe de uma maneira mais suave sem deixar de lado a aprendizagem das crianças em processo de alfabetização. Então desenvolvemos este jogo que estimula consciência de sílaba inicial, medial e final. Este recurso, assim como outros disponíveis no nosso site, pode ser utilizado em família. O que é maravilhoso!!!

    Recado importante!!! Se você que está lendo este post é pai ou mãe, precisamos alertar: durante o jogo é mais importante que o momento seja de diversão do que propriamente se preocupar em ensinar seu(ua) filho(a). Por isso vá com calma na estimulação, Ok?!

    Estimulações excessivas, […] possuem o mesmo sentido que alimentação acima da necessidade. […] (ANTUNES, p.18, 1998).

    Geralmente, as crianças manifestam mais interesse quando lhes é permitido sentir fome de aprender. Sendo assim, jogue, brinque, coloque-se disponível, mas sem preocupação exagerada em ver resultado na aprendizagem. Se a criança se divertir a probabilidade é ela querer repetir o jogo ou estar aberta para outros com o mesmo objetivo (alfabetização). Outra coisa, o chão é um excelente local para favorecer momentos de descontração! #ficaadica! 😉

    Ah, deixamos o jogo em arquivo PDF GRÁTIS na nossa loja!!! Será que vimos um sorriso aí?!! rsrs

    Sugestão de uso:

    Disponibilizem peões para cada jogador.

    Coloquem o tabuleiro sobre uma superfície plana (mesa, chão). Cada jogador, na sua vez, joga os dois dados. O dado com números determina a quantidade de casas que o jogador deve andar com o seu peão no tabuleiro. Já o dado com círculos, determina qual sílaba ele deve escrever. Se estiver com o primeiro círculo colorido, deve escrever a primeira sílaba do nome da figura que chegou com o seu peão. Se for o segundo círculo, deve escrever a sílaba do meio. E, se for o terceiro círculo que estiver colorido, o jogador deve escrever a última sílaba do nome da figura. Depois pode conferir no Gabarito se escreveu corretamente.

    Se o jogador chegar a uma casa que está escrito “+ 3”, deve avançar três casas. Se estiver escrito “-2”, deve voltar duas casas.   

    Supondo que chegue a uma casa que outro jogador já tenha escrito a sílaba que ele deveria escrever pode escolher outra sílaba da palavra.

    Ganha o jogo quem conseguir chegar ao final da trilha primeiro.

    É isso, amados e estimados!!! Falem pra gente se este material vai ser útil para vocês! Os comentários que recebemos nos ajudam muito para sabermos se estamos contribuindo com o nosso trabalho e, inclusive, até melhorarmos.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências . 12. ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

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  • Letra x som

    Letra x som

    Oie!!! Hoje a sugestão é para estimularmos a percepção da relação fonema x grafema. Recursos com este objetivo é fundamental para crianças que estejam em processo de alfabetização e, ainda mais recomendável, se elas estiverem apresentando escrita com hipótese pré-silábica ou silábica. As crianças serão encorajadas a perceberem os sons das palavras e relacioná-las as letras, facilitando, desta maneira, a construção da escrita.

    […] são pesquisas na perspectiva psicogenética que esclarecem as hipóteses que a criança vai formulando em seu processo de conceitualização da escrita; mas, para avançar em suas hipóteses, atingindo o processo de fonetização da escrita, a criança se baseia na cadeia sonora da fala e suas relações com os grafemas.[…] (SOARES, 2016, p. 234)

    No nosso site temos outros jogos com este mesmo objetivo, o que é muito bom porque precisamos repetir os estímulos de maneiras diferentes para promovermos o conhecimento, não é mesmo? Como sugestão, para quem ainda não conhece, fica o jogo: Bingo Fonema x Grafema.

    Agora vamos a explicação do recurso que trouxemos hoje. 🙂

    Sugestão de uso:

    Promovam uma discussão sobre o nome da letra/som que aparece em destaque na margem superior de todas as cartelas.

    Em seguida a criança deve escolher uma cartela, procurar e circular/apontar todas as figuras que tenham em seu nome a letra/som que está em destaque. Pode estar no começo, meio ou final da palavra. Uma boa estratégia é dar ênfase ao som que precisa ser localizado. Exemplo: /AAAAA/.

    Variação: Colocar as cartelas em uma caixa. Cada criança pega uma cartela e começa a procurar as figuras que tenham em seu nome a letra/som que está em destaque. Nas cartelas podem ter de 2 a 7 figuras para serem encontradas. Sendo assim, a criança que pegar uma cartela que tenha mais figuras com a letra/som que está em destaque e, também, conseguir encontrá-las, faz 1 ponto.

    Ganha o jogo quem chegar a 5 pontos primeiro.

    É isso! Bjs

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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    • 26 cartelas;
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  • Verdadeiro ou Falso

    Verdadeiro ou Falso

    Oie!!! Hoje trouxemos para vocês uma ideia para contemplar as quatro operações: adição, subtração, multiplicação e divisão. Uhuuu!!! \o/

    Importante: Dependendo dos conhecimentos prévios das crianças é necessário deixar material concreto (palitos de picolé, tampas de garrafa PET, etc.) para auxiliar nos cálculos. Esta é também uma estratégia essencial se a criança apresentar discalculia.

    A intervenção em crianças com discalculia será bem-sucedida quando as noções de números elementares de 0 a 9 (habilidade léxica), a produção de novos números (habilidade sintática), as noções de quantidade, ordem, tamanho, espaço, distância, hierarquia, os cálculos com as quatro operações e o raciocínio matemático forem trabalhados, primeiramente como experiências não-verbais significativas. A criança só irá trabalhar com fatos aritméticos mentalmente quando superar as etapas citadas. (BASTOS, 2007, p. 204).

    Perceberam o quanto é necessário disponibilizarmos atividades significativas? Como diz o velho ditado: “Não adianta querer colocar a carroça na frente dos bois”. As crianças precisam vivenciar no concreto para compreender e construir o conhecimento. Só então terão condições maturacionais para fazer cálculos mentais.

    Segue nossa ideia de hoje!

    Sugestão de uso:

    Coloquem as cartas em uma caixa/sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma carta e faz um palpite colocando um marcador na opção que achar correta: Verdadeiro ou Falso. Depois faz o cálculo para verificar se acertou o palpite. Se a criança acertou, fica com a carta. Do contrário, deve devolver a carta na caixa/sacola.

    No jogo há também duas cartas sem nenhum cálculo. A criança que pegar uma destas cartas deve pensar em uma conta para outro(a) colega resolver. Se ele/ela acertar, fica com a carta. Se errar, a criança que pensou no cálculo fica com a carta.

    Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    É isso! Um forte abraço e até o próximo post!

    P.S. Pensou em uma maneira diferente para utilizar este material? Ah, então conta pra nós, vai!!!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    BASTOS, José Alexandre. Discalculia: transtorno específico da habilidade em matemática. In: ROTTA, N. T.; OHLWEILER, L.; RIESGO, R. S. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2007.

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    • 34 cartas;
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  • Cartelas de caça-palavras

    Cartelas de caça-palavras

    Oie!!!
    Gente, talvez vocês conheçam alguma criança/adolescente em processo de alfabetização que, diante da menor dificuldade, já se sinta incapaz e desiste da atividade. Na verdade, pra gente pode parecer um desafio pequeno, mas, geralmente, não temos a dimensão do sofrimento interno pelo qual ela/ele está tendo que lidar. Isso também não quer dizer que precisamos desistir porque a criança fez cara feia!…rsrs

    Lembro-me que, um dia apresentei para uma criança uma atividade que tinham figuras de alguns objetos para ela localizar o nome deles em um caça-palavras e percebi o desânimo dela. Perguntei o motivo e ela me disse: “são muitas!”. Então combinamos de procurar juntas até ela se sentir segura para fazer sozinha. Ou seja, precisamos adaptar, mas jamais(!) desistir.

    Foi pensando em crianças/adolescentes com necessidades assim que este material foi organizado. Alguns podem ter muita dificuldade em localizar várias palavras em um caça-palavras. Especialmente, crianças com dislexia, deficit de atenção, … Sendo assim, organizamos este material com apenas uma palavra para ser encontrada em cada cartela e vamos apresentando outras à medida que percebemos a motivação da criança/adolescente. E, assim, pouco a pouco, vamos fortalecendo sua autoestima e preparando-os para lidar com desafios maiores.

    Pensar, treinar o cérebro, não só não machuca […] como, ao contrário, é uma atividade que pode encher de satisfação a quem a ela se entregar. […] (BATLLORI, 2009, p. 9).

    Gostaram desta ideia? Falem nos comentários!!!

    Sugestão de uso:

    Entreguem uma cartela para a criança/adolescente localizar uma palavra. Na margem superior da cartela tem uma pista do que é preciso procurar (nome de uma ferramenta, uma fruta, um animal, …). Vocês podem cobrir esta pista se acharem que a atividade está muito fácil ou ler para ela/ele se for necessário. As palavras podem estar na horizontal ou vertical. Após, podem falar/escrever frases utilizando as palavras encontradas. Vai ser show de bola!

    Ah, também pode ser feito um ditado no qual a criança confere nas cartelas se escreveu corretamente.

    Queridos, por hoje foi isso! Um forte abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009.

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    • 20 cartelas;
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  • Marque a igual

    Marque a igual

    Oieee!!!
    Que alegria compartilhar este material! Seria muito bom se pudéssemos ver as expressões nos rostos de vocês ao saberem que o arquivo PDF com o jogo é GRÁTIS!!! Já que isso não é possível, vocês poderiam ser bem fofos, amados, estimados e deixar nos comentários se contribuímos com este presente e, também, as impressões que tiverem sobre o jogo. 😉

    O objetivo deste recurso é estimular a atenção, a percepção, a orientação espacial. Sendo assim, pode ser excelente para crianças, adolescentes, adultos que apresentam déficit de atenção e precisam de estímulos lúdicos para ampliar essas habilidades. Antes de iniciar o jogo, propriamente dito, deem um tempo para os jogadores explorarem o material. Observar semelhanças e diferenças nas direções das setas e posições dos círculos. Isso já é uma intervenção 😉

    Apresentar o material é um momento que deve ser valorizado pelo profissional. […] (MACEDO; PETTY; PASSOS, 2000, p. 19)

    Sugestão de uso:

    Cada jogador, em sua vez, joga o dado e observa: direção da seta e a posição do círculo. Em seguida, procura e marca no seu tabuleiro um quadro igual. Ganha o jogo quem completar primeiro uma coluna inteira.

    Variação: Ganha o jogo quem completar primeiro todo o tabuleiro. Neste caso, o tempo do jogo será maior.

    Observação: A linha azul indica a margem inferior do dado. É importante observar esta indicação durante o jogo.

    É isso, gente! Aproveitem muito este material! Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MACEDO; Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sícoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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  • Lince de Divisão

    Lince de Divisão

    Oie!!!
    Há algum tempo nos pedem jogos para trabalhar a divisão. Bom, apesar da demora, nasceu! hehe

    Antes da explicação do jogo, queremos dizer que é muito importante estarmos atentos ao fato de que, para a criança entender a divisão – assim como qualquer aprendizado -, é preciso que ela tenha condições para isso, que já tenha conhecimento prévio suficiente.

    “[…] as crianças aprendem com instrução só o que elas podem aprender com o conhecimento que já adquiriram.” (KAMII; DECLARK, 1997, p. 168.)

    Ou seja, não adianta querer pular etapas. Às vezes, na ansiedade e preocupação com o conteúdo que precisa ser passado acontecem atropelos. E ensinar algo que esteja muito acima do que a criança tem condições, naquele momento, de aprender pode causar prejuízos muito sérios. Para citar um deles é o sentimento de incapacidade que a criança pode adquirir. E quem é que consegue aprender alguma coisa quando não se sente capaz?

    Após este breve alerta, vamos a explicação do jogo. 😉

    Sugestão de uso:

    Colocar o tabuleiro sobre uma mesa e as fichas em uma sacola/caixa. Cada criança, na sua vez, retira uma das fichas da sacola, resolve o cálculo, procura e circula (com canetinha) o resultado no tabuleiro. Se conseguir, fica com a ficha. Se não conseguir, devolve a ficha para a sacola. Ganha o jogo quem conquistar cinco fichas primeiro.

    Para ampliar o desafio pode ser determinado um tempo para que a criança localize o resultado.

    Obs. 1: Se for aplicado papel Contact ou plastificado o material, após o uso, poderá apagar as marcações de canetinha com uma flanela. 😉

    Obs.2 : Para algumas crianças talvez seja necessário deixar disponível a tabuada para que elas possam consultar em caso de dúvidas.

    Concluímos este texto deixando um forte abraço a todos que o leram até aqui. <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13 ed. Campinas: Papirus, 1997.

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  • Qual é a palavra?

    Qual é a palavra?

    Oie!!! Estimados e estimadas, não sabemos se vocês já perceberam que temos muito orgulho do nosso trabalho, agora, o jogo que estamos compartilhando com vocês hoje é simplesmente maravilhosooo!!! (Nem sempre conseguimos segurar nossa modéstia! 🤭 rsrs).

    Este jogo tem o objetivo de estimular a leitura, a escrita, a atenção, a percepção, mas, também, podemos aproveitar a situação lúdica que ele proporciona para saber mais sobre a criança.

    […] o uso de situações lúdicas é mais uma possibilidade de se compreender, basicamente, o funcionamento dos processos cognitivos e afetivo-sociais em suas interferências mútuas, no Modelo de Aprendizagem do paciente. […] (WEISS, 2007, p. 74).


    Quando compreendemos a maneira que a criança aprende facilita muuuito nossa intervenção. Então precisamos estar atentos nos momentos lúdicos porque, nessas situações, a criança mostra muito de si.

    Sendo assim, vamos arregaçar as mangas e ao trabalho! Ops, ao jogo! 😉

    Sugestão de uso:

    Coloquem o tabuleiro sobre uma superfície plana e as fichas com figuras dentro de uma sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma das fichas da sacola e procura no tabuleiro todas as figuras iguais. Anota as sílabas que estão imediatamente abaixo das figuras e tenta formar uma palavra com elas. Se conseguir, fica com a carta. Se não conseguir, devolve a carta para a sacola. Ganha o jogo quem conquistar cinco cartas primeiro.
    Variação: Se vocês quiserem ampliar o desafio podem determinar um tempo para a criança localizar as figuras e formar a palavra.

    Bom, é isso! Ficamos na expectativa que este material seja muito útil para vocês.
    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
    WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 12. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

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  • Complete com as vogais

    Complete com as vogais

    Oie!!!
    Sabemos que, como em qualquer aprendizagem, o processo de construção de escrita será facilitado se apresentarmos desafios partindo do simples. Foi pensando nisso que elaboramos este material. Obviamente que, o que irá determinar a complexidade de uma atividade, são os conhecimentos prévios da criança e a nossa intervenção adequada.
    Uma dica importante é levar a criança a compreender que a escrita representa a fala. É o que nos afirmam Nagy e Anderson (1999, p. 155) apud Soares (2016, p. 125):


    “[…] a criança precisa, antes de tudo, perceber que a escrita representa a fala, e em seguida identificar os detalhes de como a escrita representa a fala.”

    Sendo assim, vamos mediar este processo da melhor forma possível?! Segue agora um recurso para intervenção. 

    Sugestão de uso:
    Entreguem as fichas e os prendedores com as vogais para a criança. O desafio dela será identificar as vogais que estão faltando para completar a palavra e colocar o prendedor com a letra correspondente no local correto.Vocês podem contribuir, caso seja necessário, enfatizando o som da vogal para que a criança consiga identificar. Exemplo: /uuuuuursoooooo/. Peçam para a criança repetir os sons da palavra com vocês. 😉
    Após a criança completar a palavra pode ser formulado frases tanto oral quanto por escrito. 😉

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.


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    • 12 fichas com palavras faltando vogais;
    • Fichas com vogais;
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  • Calendário

    Calendário

    Oieee!!!
    Primeiro post de 2020 e já começamos com um presente maravilhoso para vocês: tem arquivo PDF GRÁTIS com a atividade que trouxemos como sugestão hoje!!! Uhuuu!!! Esperamos que vocês fiquem tão felizes quanto nós que estamos compartilhando este material.

    Antes de baixar o arquivo acompanhem nossa breve explicação sobre a relevância deste recurso 😉

    Trabalhar a noção de tempo é muito importante e, geralmente, as crianças demonstram interesse em anotar no calendário, por exemplo, a data do aniversário ou outro evento que irá acontecer e ir riscando os dias que faltam para chegar. Além disso, é interessante propiciar às crianças o funcionamento dos números dentro de um contexto. Portanto, utilizar o calendário é um excelente recurso porque a criança terá a oportunidade de aprender algo que tem uma conexão com o seu dia a dia. É muito mais do que simplesmente absorver algo que a professora falou.

    “Nenhuma criança é uma esponja passiva que absorve o que lhe é apresentado.” (ANTUNES, 2003, p. 16)

    Então mãos à obra!!! 🙂

    Sugestão de uso:

    Entreguem o calendário do mês corrente para a criança/adolescente preencher.

    Após, vocês podem complementar a atividade com outros questionamentos. Por exemplo:

    – Qual dia da semana você mais gosta? Por quê?

    – Quantos dias faltam para o aniversário de…?

    – O dia 20 de janeiro será…

    – Quais dias da semana você vai para a escola?

    Vocês perceberão que aos poucos os conhecimentos serão integrados. Também será muito gratificante ver o entusiasmo das crianças quando no início de cada mês vocês entregarem um novo calendário para ser preenchido.

    Um forte abraço!

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