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  • Risque e Complete a tabuada

    Risque e Complete a tabuada

    Oie!!! Genteeee, vamos de jogo lúdico para estudar a tabuada? Este jogo é mais indicado para os aprendentes que já passaram pela fase de compreender a tabuada. Ou seja, já sabem, por exemplo, que 3 x 1 é 1+1+1. Sendo assim, é o momento adequado de se apropriar da tabuada para facilitar os cálculos.

    É importante ficarmos atentos ao fato de que cada aprendente apresenta um desempenho de acordo com o que já construiu. Ou seja, a idade ou um diagnóstico nos diz muito pouco sobre os conhecimentos e potencial que cada um possui e, muito menos, nos dirá se o jogo vai ser fácil ou difícil. Façam as adaptações que julgarem necessárias. 😉

    Conforme Kamii e Declark (1997, p. 105):

    […] Um jogo pode ser considerado fácil quando a criança pode dar a resposta imediatamente. […]

    O arquivo PDF com este jogo está GRATUITO na nossa loja. Ficaram felizes, não é mesmo?! Estamos sabendo, a gente lê pensamentos por aqui…rsrs Para receber cliquem no botão escrito “GRÁTIS” no final deste post.

    Sugestão de Uso:

    Distribuir para cada jogador os dois tabuleiros: Risque a Tabuada e Complete a Tabuada. Se você colocar os tabuleiros dentro de sacos plásticos transparentes ou plastificar, os jogadores poderão escrever com canetinha e, após o uso, apagar com uma flanela.

    Cada jogador, na sua vez, joga o dado duas vezes.

    Na primeira vez que jogar deve anotar “um” dos dois números que estão na “margem superior” do dado (fundo amarelo).

    Na segunda vez anota “um” dos dois números que estão na “margem inferior” do dado (fundo laranja).

    Procura e risca no tabuleiro “Risque a tabuada” o resultado da multiplicação desses dois números que ele escolheu.

    Em seguida, anota este resultado no tabuleiro “Complete a tabuada”.

    Após, é a vez do outro jogador.

    O jogo segue até que um dos jogadores complete uma linha ou coluna inteira. Este será o ganhador.

    Variação: Com o passar do tempo vocês podem fazer a tentativa de incentivar os aprendentes a primeiro registrar o resultado no tabuleiro “Complete a tabuada” e, só depois, conferir no tabuleiro “Risque a tabuada”.

    Observações importantes:

    Se o jogador chegar a um espaço que já preencheu o resultado da multiplicação em uma jogada anterior, ele pode:

    1) Fazer o cálculo ao contrário. Exemplo: Se já completou o espaço no tabuleiro com o resultado da multiplicação 5 x 8= 40. Pode fazer 8 x 5= 40. O resultado é o mesmo, mas tem posição diferente para ser preenchida no tabuleiro.
    2) Se estes espaços, mencionados no item 1, já estiverem preenchidos, o jogador pode utilizar o outro número que constava no dado na primeira ou segunda jogada para fazer a multiplicação. Exemplo: Na segunda vez que jogou o dado tinham os números “7” e “8″ para escolher. O jogador escolheu o “8”. Então pode tentar multiplicar pelo “7” para obter um resultado diferente.
    3) Se os espaços, mencionados nos itens 1 e 2, também já estiverem preenchidos no tabuleiro, passa a vez para outro jogador.

    Ficamos por aqui! Esperamos que este jogo promova muuuita diversão e aprendizado. Amamos quando vocês nos enviam relatos.

    Um forte abraço!!! Upaaaa! rsrs

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS (enviado por e-mail) contendo:

    • 02 tabuleiros;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.
  • DESVENDE

    DESVENDE

    Oie!

    É muito útil e valioso utilizarmos com nossos aprendentes materiais que despertam a percepção, atenção a detalhes, a comparação (o que tem de igual, o que tem de diferente nas figuras/objetos, qual categoria pertencem). São quesitos essenciais para estimular o pensamento lógico.

    É, no mínimo, fascinante ver o que descobre o aluno quando é estimulado a aprimorar sua capacidade de visualizar. […] (ANTUNES, p. 152, 2003)

    O material que sugerimos hoje pode ser útil para estimular esses aspectos e também o processo de alfabetização, o enriquecimento do vocabulário e a coordenação motora fina.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizar para a criança lápis de cor ou canetinhas nas cores: verde, amarelo e vermelho.

    Oriente a criança a observar a legenda disponível na página. Depois, analisar as figuras, falar suas características, identificar a qual categoria cada uma pertence e cobrir os traçados em torno delas de acordo com as cores indicadas na legenda. Em seguida, procurar as sílabas que formam o nome de cada figura e, também, cobrir os traçados conforme as cores apontadas na legenda.

    Observação: Se você colocar as páginas dentro de sacos plásticos transparentes a criança pode cobrir os traçados com canetinha e, após o uso, é só apagar com uma flanela.

    Ficamos por aqui! Um forte abraço 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12 ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 20 páginas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Fichas de registro

    Fichas de registro

     

    Oie!!! Gente, assim como vocês, com a pandemia do Coronavírus, estamos tendo que nos adaptar nos espaços familiar, social e profissional. Nos adaptar significa também criar estratégias para lidar da melhor forma possível com o momento que estamos vivendo.

    Aproveitar a experiência conhecida e transformá-la através do ato criador faz parte do processo de aprendizagem do(a) profissional que vai mediar o conhecimento. (BARBOSA, 2002, p. 34).

    Pelas mensagens que temos recebido, sabemos que muitos profissionais da educação/saúde estão fazendo atendimentos on-line. Precisamos estar cientes que ter um registro destes momentos é tão importante quanto dos atendimentos presenciais para que as intervenções sejam mais assertivas. Sendo assim, desenvolvemos o material que estamos compartilhando com vocês para auxiliar na organização das informações dos pacientes/aprendentes, bem como no registro das sessões.

    Está disponível GRATUITAMENTE o arquivo PDF com este material na nossa loja. Tem link para adquirir no final deste post. Uhuu!!!

    Sugestões de uso:

    São três fichas diferentes de registro. Vocês podem organizá-las em uma pasta catálogo.

    Primeira ficha: anotar as informações consideradas mais importantes sobre o aprendente. Se você é psicopedagogo(a), são alguns dos dados coletados, geralmente, na anamnese com os pais, responsáveis e escola:

    • Nome do aprendente;
    • Data de nascimento;
    • Interesse(s): o que ele/ela gosta de fazer, aprender;
    • Queixa(s): dificuldade(s) relatada(s) pela família e escola;
    • e outras informações importantes.

    Atenção! Nesta ficha não constam todos os dados coletados em uma anamnese. É apenas um resumo das informações mais importantes que podem contribuir nas intervenções.

    Segunda ficha: anotar números de telefones para contatos:

    • Família, escola e outros profissionais que atendam o paciente/aprendente.

    Terceira ficha: Registrar de maneira sucinta como foi a sessão com o aprendente. Nela constam os seguintes campos:

    • Nome do aprendente;
    • Número da sessão;
    • Síntese da sessão (qual avaliação ou intervenção foi feita naquele dia);
    • Algo que o aprendente disse ou fez que chamou atenção;
    • Lembrete para próxima sessão (exemplo: trabalhar trocas F/V);
    • Combinados (exemplo: “J” vai trazer um brinquedo ou livro que gosta na próxima sessão);
    • Avanços e dificuldades percebidas durante a sessão.
    • Nível de interesse do aprendente. Neste campo sugerimos pintar as estrelas de acordo com o que for percebido ou o próprio aprendente relatar durante a sessão. Uma estrela: pouco interesse, duas estrelas: médio interesse, três estrelas: muito interesse.

    Estas anotações serão muito úteis para, ao longo do trabalho, vocês conhecerem melhor o perfil do aprendente (potencial, dificuldades, atitudes que se repetem, etc.) e, assim, organizar intervenções mais assertivas.

    Gente, acreditamos que o carinho investido na organização deste material é perceptivo em cada detalhe. Esperamos que vocês possam fazer um bom uso! Se ficaram dúvidas, deixem nos comentários que teremos o maior prazer em responder. A dúvida de um pode ser a mesma de outro, então fiquem à vontade para perguntar, ok?!

    Um forte abraço,

    Até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BARBOSA, Laura Monte Serrat. PCN: parâmetros curriculares nacionais: o papel da escola no século XXI. Curitiba: Bella Escola, 2002.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • 03 fichas diferentes de registro;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Você poderá imprimir quantas vezes quiser.

  • Qual figura não pertence?

    Qual figura não pertence?

    Oieee!!!
    A sugestão que trouxemos hoje tem o objetivo de estimular o processo de construção da escrita, o aumento de vocabulário, o pensamento lógico. Calma que ainda tem mais! Os aprendentes são estimulados a prestar mais atenção a detalhes e isso pode ter um efeito benéfico no desempenho da memória, afinal, como lembrar de algo que não foi visto?

    Esta atividade é também muito interessante porque podem surgir pontos de vista diferentes. Se isto acontecer é extremamente positivo e o mais importante é verificar a coerência dos argumentos.

    Um ambiente em que as crianças são livres para dizer o que pensam, para discordar do professor e/ou discutir problemas com ele, é um ambiente que incentiva o desenvolvimento da autonomia. (KAMII e DECLARK, 1997, p. 220)

    Sugestão de uso:

    Oriente a criança a observar as figuras da página, falar suas características e a qual categoria cada uma pertence. Desta maneira ela terá mais possibilidade de identificar três figuras que têm algum elemento em comum entre elas e, também, qual é a única que não tem este mesmo elemento.

    Exemplo: roda, disco, botão, dado. A figura que não pertence é o dado porque é o único que não tem a forma circular. Após, a criança deve escrever o nome da figura.

    Observação: Caso a criança faça uma relação e, quando for escrever o nome da figura, não tenha a quantidade exata de quadros, você deve considerar desde que ela apresente argumentos coerentes. No entanto, estimule a criança a pensar por outra perspectiva para que ela amplie as possibilidades de relações entre os objetos.

    Ficamos por aqui! Até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo pdf (enviado por e-mail) contendo:

    • 20 páginas;
    • Instruções de uso.
  • Separe as palavras

    Separe as palavras

    Oie!!!
    Mediar o processo de alfabetização é, certamente, uma das profissões mais belas. Conforme as crianças (jovens, adultos) vão avançando na construção da leitura e da escrita ficamos com o coração saltitante de alegria. E não é para menos, afinal, sabemos que podemos modificar totalmente a trajetória de vida de uma pessoa através da sua condição leitora.

    […] aprender a ler e a escrever e, além disso, fazer uso da leitura e da escrita transformam o indivíduo, levam o indivíduo a um outro estado ou condição sob vários aspectos: social, cultural, cognitivo, linguístico, entre outros. (SOARES, p. 38, 2001).

    No entanto, este caminho é feito de muitas etapas e traz desafios. Uma coisa é certa(!), conforme vamos adquirindo prática e conhecimento do processo de construção da leitura e escrita, conseguimos compreender, identificar e mediar muito melhor cada uma das etapas.

    O recurso que trouxemos como sugestão hoje é excelente para aguçar a curiosidade e a imaginação das crianças, mas, é também, apropriado para utilizar como ferramenta de intervenção com crianças que estejam apresentando hipótese de escrita alfabética, porém, com dificuldade na segmentação de palavras. Ah, podem comemorar porque o arquivo PDF está GRÁTIS na nossa loja! <3

    Sugestão de uso:

    Colocar as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico) e entregar para a criança. Explicar que, em cada página, há um título de alguma história. Possivelmente, ela já conhece ou ouviu falar. As imagens servirão de pistas. O desafio da criança será separar as palavras do título colocando cada uma delas em um quadro. Ela pode escrever com canetinha sobre o plástico. Após o uso é só apagar com uma flanela.
    Podemos concluir esta atividade com a leitura de alguma história que a criança não conhece ou tem interesse em reler.

    Ficamos por aqui!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2001

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • 10 páginas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Decifre a frase

    Decifre a frase

    Oie!!!

    Sabemos que as crianças aprendem a linguagem oral por estarem envolvidas com a sua utilização. Da mesma forma, elas se esforçam em compreender a linguagem escrita se esta lhes faz sentido, proporciona curiosidade, necessidade e meios para testar hipóteses. Agora, não podemos nos esquecer que, ao contrário da linguagem oral, a linguagem escrita não é um processo natural. Ou seja, é necessário ensino.

    […] a aprendizagem da escrita não é um processo natural, como é a aquisição da fala. […] a escrita precisa ser ensinada por meios de métodos que orientem o processo de aprendizagem do ler e do escrever. […] (SOARES, p. 45, 2016)

    Cada avanço da criança deve ser considerado. Isso vai além de observar a escrita ortograficamente correta. Apesar de que, obviamente, nosso empenho é voltado para este objetivo, precisamos valorizar o processo. O que ela sabia ontem, o que ela sabe hoje após nossa intervenção? Estas observações ajudarão na caminhada. Inclusive, servirão para nos orientar na mediação mais adequada para cada criança.

    O recurso que trouxemos como sugestão hoje pode ser muito útil. Sugerimos duas opções de uso, mas, o recomendável, é que sejam feitas as adaptações de acordo as observações que vocês fizerem das crianças.

    Sugestões de uso:

    Opção 1:

    Cobrimos a imagem e lemos a frase para a criança (caso, neste momento, a leitura esteja em um nível muito complexo para ela), omitindo a palavra que está com as letras embaralhadas. A criança precisará descobrir, de acordo com a leitura que ouviu, qual palavra está faltando na frase. Após o palpite da criança revelamos a imagem. Em seguida, ela deve escrever a palavra já sabendo que será necessário utilizar as letras que estão embaralhadas.

    Opção 2:

    Cobrimos a imagem e as letras da palavra que estão embaralhadas. A criança lê e tenta identificar qual palavra pode estar faltando para que a frase tenha coerência. Após a tentativa de escrita da criança revelamos a imagem e as letras embaralhadas.

    Para finalizar, que tal construir uma história utilizando uma das frases?

    Ficamos por aqui! Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 25 páginas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Pinte a forma igual

    Pinte a forma igual

    Oieee!!! Hoje tem presenteeee!!! O arquivo PDF com o jogo que sugerimos neste post está gratuito na nossa loja. Uhuuu!!! A gente se diverte fazendo vocês felizes 😉

    Pensamos em duas formas de utilizar este recurso e ficaremos muito felizes em saber se vocês pensarem em maneiras diferentes.

    O jogo exige precisão e por isso é super indicado para estimular a atenção, percepção e concentração. A criança precisará ficar atenta à posição do pequeno traço (se ele está para baixo, para cima, para o lado, etc.) e à cor das figuras.

    […] Para definir concentração, poderíamos dizer que é a forma mais intensa de atenção. É necessário prestar atenção para atingir uma verdadeira concentração. […] (ATENÇÃO, p. 48, 2006).

    Então vamos estimular estas habilidades? Sim, podemos desenvolver ou aperfeiçoá-las!!!

    Sugestão de jogo 1:

    Uma criança joga o dado. Observa a cor da figura que caiu no dado e, também, para que lado está o traço. Em seguida, procura e pinta (com a mesma cor) uma figura igual (em qualquer lugar do tabuleiro). Depois é a vez de outra criança.  Se a criança jogar o dado e cair uma figura que ela não tem mais disponível para pintar em seu tabuleiro, passa a vez para outro jogador. O jogo segue assim até uma das crianças completar uma coluna ou linha inteira do seu tabuleiro.

    Sugestão de jogo 2:

    Uma das crianças joga o dado e, todas ao mesmo tempo, procuram e pintam em seus tabuleiros TODAS as figuras iguais a que caiu no dado. Ganha o jogo quem conseguir encontrar e pintar as figuras em menos tempo.

    Observação 1: O traço laranja indica a margem inferior do dado. É importante ficar atento a este detalhe no momento do jogo.

    Observação 2: Se o tabuleiro for colocado dentro de um saco plástico as marcações poderão ser feitas com canetinha sobre ele e, após o uso, apagadas com uma flanela.

    Ficamos por aqui!

    Se vocês têm dúvidas perguntem nos comentários que respondemos!

    Bju

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ATENÇÃO e concentração. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Sílaba repetida

    Sílaba repetida

    Oieee!!!
    Estimados e estimadas, vocês que acompanham nosso trabalho já devem estar acostumados(as) a ver nosso material plastificado. É uma forma de aumentar a durabilidade dos jogos e, também, utilizamos como estratégia para a criança poder escrever com canetinha sobre o plástico e, após o uso, apagar com uma flanela. Desta forma podemos reaproveitar o material com muitos aprendentes. Porém, pensamos em uma maneira muito mais prática e também econômica!!! Já perceberam na imagem? Sim, colocamos as cartelas em saquinhos plásticos. Claro, o material plastificado fica mais firme. No entanto, esta ideia do saquinho é uma opção a mais, especialmente, em uma época que precisamos de estratégias para economizar. Gostaram desta sugestão?

    Agora vamos à explicação do jogo que, além de ser um recurso lúdico para aprendentes em processo de alfabetização, também estimula a atenção, a percepção e a concentração. Ah, a gente ama tudo isso!!!

    […] atividades que exigem uma grande precisão manual ou uma análise profunda e cuidadosa requerem a sua total concentração. (ATENÇÃO, p. 48, 2006)

    Durante esta atividade se o jogador perder a concentração, possivelmente, terá que começar a procurar a sílaba novamente. Como é um jogo, a probabilidade que terá um esforço, por parte dele, para se manter concentrado é muito maior. Evidente que é necessário fazer as adaptações necessárias para não ser uma experiência muito difícil e nem muito fácil 😉

    É hora do jogo!

    Sugestão de uso:

    Colocar as cartelas dentro de uma caixa ou sacola escura. Cada jogador pega uma cartela (sem escolher). Quando o mediador disser: “já!”, os jogadores devem procurar e marcar a sílaba repetida em suas cartelas. Em seguida, precisam falar ou escrever uma palavra que tenha a sílaba encontrada. Quem conseguir faz ponto. Ganha o jogo quem chegar a cinco pontos primeiro.

    Observação: Para alguns aprendentes será necessário dar pistas. Por exemplo: “está na segunda e quarta linha” ou “está embaixo da sílaba /CA/”. Para outros, o jogo será mais desafiador se for determinado um tempo para que eles encontrem a sílaba.

    Ficamos por aqui!

    Bju

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ATENÇÃO e concentração. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 20 cartelas (10 cartelas com sílabas simples + 10 cartelas com sílabas simples e complexas);
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Sudoku Expressões

    Sudoku Expressões

    Oie!!! A linguagem verbal é fortemente privilegiada na nossa sociedade. No entanto, há outras maneiras de nos comunicarmos uns com os outros. A expressão facial é um exemplo. Muitas vezes, basta um olhar para entendermos o que um amigo está querendo, precisando ou sentindo, não é mesmo?!

    […] o encontro de olhares é um dos tipos de comunicação mais profunda que se pode estabelecer, uma vez que “o intercâmbio de olhares é uma captação recíproca” (LAPIERRE, 2010, p. 23).

    O jogo que trouxemos como sugestão hoje tem o intuito de colocarmos a expressão facial em discussão, ou seja, brincar com elas e identificar seus significados. Escolhemos o jogo Sudoku porque com ele, de quebra, estimulamos o pensamento lógico das crianças. \o/ Uhuuu!!!

    Gostaram? Tem arquivo PDF com este jogo disponível na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizem um espelho para a criança. Após, ela escolhe uma cartela, observa as expressões faciais que os personagens apresentam e imita-os no espelho dizendo se estão tristes, contentes, zangados, etc. O adulto que estiver mediando este jogo deve entrar na brincadeira, ok?! 😉

    Por fim, a criança deve pegar as fichas com personagens iguais aos que estão disponíveis na cartela e preencher os quadrados seguindo as regras do Sudoku: Não repetir personagens na mesma linha, na mesma coluna e nem na mesma grade.

    Ficamos por aqui! Esperamos que tenha sido útil.

    Um forte abraço

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LAPIERRE, A. Da psicomotricidade relacional à análise corporal da relação. Curitiba: UFPR, 2010.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 16 cartelas;
    • 21 fichas de personagens;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Acerte a rima

    Acerte a rima

    Oie!!! A sugestão que trouxemos para vocês hoje é muito interessante para crianças que estejam apresentando leitura silábica e ficam cansadas com textos muito longos. Nestes casos, precisamos pensar em estratégias para que as crianças continuem praticando a leitura. Sim, praticando, não tem jeito! Só assim, pouco a pouco, irão construir novas conexões e a formação da rede neural da leitura vai acontecendo e tornando este processo mais eficiente. Obviamente que praticar de uma maneira que seja o mais prazerosa possível. Partir de textos curtos, engraçados, com rimas, pode ser uma boa estratégia.

    […] O uso faz aumentar o número de conexões, enquanto que o desuso faz diminuir a quantidade de botões sinápticos. (RIESGO, p.24, 2006)

    Vamos por a mão na massa, então?

    Deixamos o arquivo PDF GRÁTIS com esta atividade disponível na nossa loja. É, estamos bem queridos por aqui ultimamente!!! rsrs <3

    Ah, esta atividade também estimula o desenvolvimento da consciência fonológica! Show, não é mesmo?!

    Sugestão de uso:

    A criança lê uma carta e coloca um marcador (prendedor de roupa, clips) na figura cujo nome rima com a frase do texto. Em seguida escreve o nome da figura com letras de EVA. Após, pode ser escrito uma história na qual a frase do texto é utilizada.

    Encerramos este post deixando registrado o nosso desejo que o material que estamos compartilhando seja muito, muito útil! <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    • 12 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.