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  • Deu Bam!

    Deu Bam!

    Oieee!

    Gente, hoje vamos falar de matemática! Não, vamos falar de jogos! Não, vamos falar de pensamento lógico! Não, vamos falar de diversão! Não, vamos falar de aprendizagem! Não, vamos falar de tudo isso…rs É que, na verdade, tudo pode caminhar junto. E eu me esforço, mas não consigo compreender como brincadeiras e jogos são deixados de lado quando as crianças se encaminham para o Ensino Fundamental. É incrível como é aceitável na educação infantil e, depois, parece que o caderno precisa estar cheio de cópia. Desculpa, isso me incomoda!

    Com isso será que estou dizendo que as cópias devem ser abolidas da escola? Óbvio que não! Agora, a cópia pela cópia não constrói conhecimento. Repetição pela repetição, também não! Fazer as crianças escreverem o número 1 até preencherem uma linha inteira não estará fazendo com que elas compreendam o valor do número. Agora, dizer, por exemplo: “Quantos números 1 vocês acham que conseguem escrever em uma linha?” Isso já é diferente; fará com que as crianças sejam motivadas a pensar, levantar hipóteses e depois escrever para verificar. Entenderam?

    “[…] as crianças aprendem com instrução só o que elas podem aprender com o conhecimento que já construíram” (KAMII, 1997, p. 157).

    Os jogos são excelentes desencadeadores da aprendizagem. Durante um jogo diferentes pontos de vista podem ser expostos e confrontados. Cada criança precisa expor o que pensa e isso exige uma concentração e nível de pensamento muito maior. A criança está ali, inteira.

    Ai, ai! Tanto a ser dito, mas preciso economizar nas palavras porque sei que o meu texto precisa ser curto. Sendo assim, vou explicar o jogo de hoje. Vamos de maneira lúdica trabalhar unidade, dezena, centena e milhar. Uhuu!!!

    Tem arquivo PDF com as cartas e dados para o jogo em nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Colocar as cartas em uma sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma carta, representa o número com os dados sobre o tabuleiro e fica com a carta. Outra criança repete o procedimento anterior. O jogo segue, mas  se a carta sorteada estiver escrito “BAM” é preciso devolver para dentro da sacola todas as cartas acumuladas até o momento pela criança. Ganha o jogo quem conseguir acumular três cartas primeiro.

    As crianças, simplesmente, amam esse jogo. Disponibilizar o material dourado para elas compreenderem no concreto também será excelente.

    Se você sentir que é possível determine um tempo para elas organizarem o número sobre o tabuleiro. 😉

    Um forte abraço e tchau!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 23 cartas;
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  • Desenhe o ditado popular

    Desenhe o ditado popular

    Oie!!!

    Começo dizendo que hoje tem arquivo PDF GRÁTIS!!! Uhuuu!!!

    Agora é hora de alegria
    Vamos sorrir e cantar …

    Quem lembra desta música…haha

    No final deste post cliquem em “Grátis” para receber o arquivo. Maaaas, antes me acompanhem neste texto!

    Gente, quem já trabalhou na alfabetização de crianças, jovens e adultos, possivelmente vai concordar comigo que cada faixa etária traz consigo elementos que facilitam a construção da escrita, mas, também, desafios. Por exemplo, é comum as crianças não saberem mensurar o quanto será importante para sua vida aprender a ler e escrever. Já um adolescente (um adulto então?!), certamente já sente na pele o quanto a falta dessa aprendizagem dificulta sua vida. Sendo assim, podemos entender que alfabetizar um adolescente pode ser muito mais fácil. Eis a questão, não é bem assim! Um adolescente, dependendo das experiências anteriores, pode já ter criado resistência, sentimento de incapacidade de aprender. Por isso é imprescindível que o alfabetizador se identifique com o público que irá trabalhar porque encontrará alegrias e desafios em todas as faixas etárias

    Agora, independente do aprendiz, as curiosidades e os interesses dele devem ser levados em consideração para selecionarmos o recurso adequado. Ou seja, é preciso nos aproximarmos do mundo, contexto que vivem.

    Freire, (1996, p. 56) diz:

    “Não podemos interpretar um texto se o lemos sem atenção, sem curiosidade”

    A sugestão de trabalho que eu trouxe hoje pode ser utilizado com todos, mas façam as adaptações que julgarem necessárias.

    Sugestão de uso:

    Podemos começar verificando os conhecimentos que as crianças e adolescentes têm sobre os ditados populares.

    Depois disso, colocar as cartas com ditados populares em uma sacola. Cada um, na sua vez, retira uma carta da sacola, faz a leitura e representa através de um desenho o que está escrito. Ao terminar é importante uma discussão, ou melhor, uma apresentação sobre o que cada um entende pelo ditado popular que sorteou e, de que maneira, podemos aproveitá-lo (ou não!) na nossa vida. Ou seja, que ensinamento nos traz.

    Variação:

    Se a criança ou adolescente estiver em um estágio bem inicial de leitura e escrita vocês podem também:

    1) Ler com ele/ela  passando o dedo sobre cada palavra;

    2) após, falar uma das palavras da carta e pedir para ele/ela sinalizar onde acha que está;

    2.1) dizer para observar como é a escrita da palavra (com que letra começa, com qual termina, …);

    2.2) pedir para escrever a palavra com massinha de modelar ou fichas com letras;

    2.3) depois escrever a palavra novamente, mas agora sem olhar, apenas recorrendo à memória. Quando terminar de escrever pode conferir os acertos na carta;

    2.4) escrever outras palavras que começam com a mesma sílaba da palavra selecionada;

    3) Escrever o ditado popular faltando algumas palavras para ele/ela completar.

    É isso, meus queridos. Vou ficar muito feliz em saber se este post contribuiu de alguma forma.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 32 ed. São Paulo: Cortez, 1996. 

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    • 15 cartas;
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  • Sílabas vazadas

    Sílabas vazadas

    Oieee!!

    Gente, um material rico para a alfabetização é aquele que desperta interesse e estimula progressos no desempenho das crianças; para isso, deve partir do simples para o complexo. Assim, cada degrau avançado pela criança dará para ela o conhecimento prévio necessário para subir o próximo. Por isso que crianças carentes de estímulos irão precisar da nossa atenção especial, e é importante sabermos que com paciência e persistência podemos transformar muitas vidas.

    Antunes (1998, p. 16):

    “[…] Um ambiente afetuoso e uma educação rica em estímulos ajudam a superar muitas das privações e atenuar os efeitos de consequências emocionais.”

    Para contribuir com este trabalho vejam o que eu trouxe hoje! Com esta ideia além da alfabetização (traçado das letras, conhecimento de sílabas) estaremos trabalhando a coordenação motora fina. Uhuu!!! Amo tudo isso! E vocês?

    Sílabas vazadas

    Sugestões de uso:

    A criança escolhe uma carta e tenta descobrir qual dos nomes das duas figuras em destaque começa com a sílaba da carta. Cobre com massinha de modelar a nuvem da figura que está incorreta.

    Após, preenche a sílaba com massinha de modelar.

    Escreve o nome da figura.

    Variação: unir cartas que formam palavras.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

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    • 20 cartas;
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  • Combine texto com imagem

    Combine texto com imagem

    Oie!!!

    No post da semana passada falei do quão incrível é acompanhar o processo de alfabetização de uma criança. As primeiras palavras que escreve, a expressão de satisfação que acompanha a compreensão do código escrito. No entanto, não falei sobre o quanto pode ser difícil e carregado de sofrimento esse momento para algumas crianças, jovens e suas famílias. Para estes, em especial, mais do que ensinar a ler a escrever precisamos acolher e demonstrar que estamos juntos. Que nos importamos! Empatia é, sem dúvida nenhuma, imprescindível porque talvez tenhamos que lidar com feridas que ainda podem estar sangrando. É isso mesmo! Nem tudo é um mar de rosas(!), mas, com afeto, paciência, persistência, vamos espalhando nossas marcas positivas pelo mundo.  Barnett (2013, p. 173) nos diz:

    “[…] ajudar os outros significa nunca estar sozinho.”

    Na vida sempre precisamos dar as mãos para acolher ou ser acolhido. Alguns podem ter dificuldade em se doar e outros em receber. Que não sejamos nenhum desses. Desejo que saibamos estender a mão para quem precisa e também humilde o suficiente para aceitar ajuda.

    Esse assunto pode ir longe! Deixa eu ir para a atividade de hoje…rs

    Elaborei este material pensando na alfabetização de crianças e adolescentes. Supondo que estejam apresentando leitura silabada, precisaremos em primeiro lugar avaliar o motivo. Mas, como tudo na vida, a melhor maneira de aprender algo é praticando. No caso em questão, é lendo! Uma boa estratégia de intervenção é dispor para essas crianças e adolescentes textos curtos porque do contrário pode exigir um nível de esforço mental tão alto que eles acabam desistindo. E a gente não quer isso, não é mesmo?

    Tem arquivo PDF com as cartas para esta atividade na nossa loja. Para adquirir clique no link no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Coloque três textos e três imagens sobre uma superfície plana. A criança/adolescente deverá descobrir com qual imagem cada texto combina.

    Após, se você verificar que há possibilidade, pode ser escrito uma história utilizando como referência as imagens e textos.

    É isso!

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BARNETT, Kristine. Brilhante: A inspiradora história de uma mãe e seu filho autista. Rio de Janeiro: Zahar, 2013.

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    • 16 cartas de imagens;
    • 16 cartas com frases para esta atividade;
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  • Execute o movimento

    Execute o movimento

    Oieee!

    Gente, a alfabetização não espera o período escolar para iniciar. Isso quer dizer que quando a criança inicia o período “formal” de alfabetização ela não é uma inexperiente total nesta área. Pode até não ler e escrever convencionalmente, mas, já formula hipóteses. Agora, além da aprendizagem das letras, seus sons, codificação, decodificação e o letramento, outros conhecimentos são importantes que a criança desenvolva para que a alfabetização ocorra com mais tranquilidade.

    Estou falando de conhecimentos como: esquema corporal, noções embaixo/em cima, frente/atrás, direita/esquerda, entre outros. E por que é preciso aprender esses conceitos? O que tem a ver com a escrita? Seguem alguns exemplos: Escrevemos em uma folha de cima para baixo, da esquerda para a direita; as letras p/q e b/d se diferenciam – visualmente falando -, por um traço e o lado que fica a “bolinha”: direita/esquerda, em cima/embaixo. São poucos exemplos para evitar que este post fique muito extenso. Mas primeiro a criança precisa reconhecer esses conceitos em seu próprio corpo para poder utilizá-lo como referência e ter, inclusive, noções de espaço e delimitações no caderno. É através do corpo que as crianças compreendem o mundo.

    Agora, vale estarmos atentos ao que Rotta, Ohlweiler, Riesgo (2007, p. 78) nos dizem:

    “Aos seis anos a criança reconhece direita e esquerda em si mesma. Aos sete anos consegue mostrar direita e esquerda em si mesma de forma cruzada e é capaz de responder a posição de um objeto em relação a si mesma. Aos oito anos conhece direita e esquerda no examinador […]”.

    Essas informações são importantes para não cobrarmos da criança algo que ela pode não ter possibilidade maturacional para responder. Agora, isso não nos impossibilita de utilizar um jogo ou brincadeira para ajudá-la na construção deste aprendizado.

    Então, vamos ao jogo que eu trouxe como sugestão. Tem arquivo PDF com este jogo disponível na nossa loja. Para adquirir cliquem no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizar duas fitas/barbante (60 cm), duas garrafas PET pequenas, uma cor de tinta facial e, para cada criança, um peão/marcador colorido.

    Colocar as cartas dentro de uma caixa ou sacola e o tabuleiro sobre uma superfície plana. Cada criança, na sua vez, retira uma carta da sacola, lê, executa o movimento e anda com seu peão no tabuleiro a quantidade de casas que consta na carta.

    Atenção! Alguns movimentos são acumulativos. Eles estão sinalizados com uma estrela nas cartas. Portanto, se uma carta com estrela estiver escrito: “levante a mão direita”, a criança deve ficar nesta posição até o final da partida. Na próxima rodada se ela tirar outra carta com estrela e que estiver escrito: “Segure uma garrafa PET embaixo do braço esquerdo”, a criança ficará com a mão direita levantada e com a garrafa PET embaixo do braço esquerdo.

    Obs.: Colocamos poucas casas na trilha porque, para algumas crianças, pode ser difícil ficar na mesma posição por muito tempo. Se você perceber que é possível, combine que tem que dar duas voltas na trilha.

    Ainnn, ficou maravilhoso este jogooooo!!! Pelo menos na minha singela opinião. Quero saber o que vocês acharam. Então falem pra mim nos comentários, please! 🥰

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    São enviados por e-mail dois arquivos: Um para impressão do jogo em folha tamanho A4 e outro para impressão em folha tamanho A3 (tabuleiro está ampliado).

  • Caça sílabas e palavras

    Caça sílabas e palavras

    Oie!!!

    Gente, há muitos métodos de alfabetização e não podemos menosprezar nenhum deles porque cada criança tem seu jeito próprio de aprender. E como vamos saber qual método será o mais eficiente com cada criança? É praticamente impossível determinar sem conhecer pessoalmente cada uma delas. É preciso escutá-las, observar expressões, comportamentos e interesses. É, a nossa responsabilidade é grande diante de uma criança em processo de alfabetização. Sempre devemos nos perguntar: “O que posso fazer de diferente?”.

    Soares, (2016, p.52) nos diz: “[…] quem alfabetiza não são os métodos, mas o(a) alfabetizador(a) […]”

    Um coisa é certa, o lúdico precisa ser presença constante em um ambiente alfabetizador e não somente quando a criança já concluiu uma atividade e/ou como prêmio.

    No post de hoje trago uma ideia de um jogo lúdico no qual as palavras são separadas em sílabas para que as crianças visualizem as partes do todo. Inclusive, haverá algumas repetições para deixar evidente que a mesma sílaba poderá se juntar a outras e formar palavras diferentes.

    Vamos à explicação do jogo? Espero que gostem!!! 🙂

    Tem arquivo PDF com esta atividade no nosso site. Para adquirir cliquem no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Coloquem as fichas em uma sacola e o tabuleiro sobre uma superfície plana.

    Combinem com as crianças um tempo para localizar as sílabas e palavras no tabuleiro. Vocês poderão cronometrar ou colocar uma ampulheta.

    Cada criança, na sua vez, retira uma ficha da sacola. Ela deverá localizar a palavra e as sílabas – que formam a palavra -, no tabuleiro, dentro do tempo estipulado. Se conseguir, fica com a carta. Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    É importante salientar que a criança deve ser instigada a ler as palavras e sílabas. Por exemplo, tem uma carta que está escrito “copo”. Como tem a figura pode ser fácil para a criança saber o que está escrito, mas, mesmo assim, peçam para ela ler e passar o dedo sobre as sílabas pronunciando os seus sons. Depois procurar no tabuleiro e, quando encontrar, pronunciar os sons novamente. Isso ajudará na internalização das sílabas e seus respectivos sons.

    Para finalizar pode ser feito um ditado das sílabas/palavras do tabuleiro. Esta é uma boa estratégia de fixação.

    É isso! Um forte abraço,

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

    Bjuuu

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  • Ligue

    Ligue

    Oie!!!

    Tenho certeza que quem trabalha com alfabetização ou tem um(a) filho(a) iniciando este processo vai amar a notícia que tenho para dar… Tem arquivo PDF GRÁTIS com a atividade de hojeee!!! Uhuuu!!!

    Além de incentivarmos a leitura e escrita esta ideia tem por objetivo estimular o desenvolvimento da coordenação motora fina, a atenção, a percepção, …

    Agora, uma atividade não tem muito valor se o mediador não está atento às demandas da criança. Um ambiente rico em desafios e acolhedor nos momentos de frustrações é imprescindível no processo de aprendizagem. A criança aprende com quem ela gosta.

    Cury (2003, p. 112), nos diz:

    “O grau de abertura das janelas da memória depende da emoção.”

    Ou seja; mais uma vez, a mediação adequada é que faz a diferença 🙂

    Então, vamos a explicação da atividade.

    Sugestão de uso:

    Coloquem as folhas impressas em uma pasta arquivo (aquelas com plástico). A criança, utilizando uma canetinha, escreve sobre o plástico as letras que estão faltando para completar os nomes das figuras. Depois passa a canetinha sobre o traçado correto para ligar a palavra à figura correspondente.

    Após ela preencher, por exemplo, umas três páginas, vocês podem fechar a pasta e pedir para a criança falar de memória ou escrever quais figuras ela se lembra de ter visto. Frases e textos também podem ser produzidos oralmente ou por escrito.

    Após o uso é só apagar com uma flanela as marcações que foram feitas com a canetinha sobre o plástico.

    É isso! Espero que tenham gostado do presente. Cliquem abaixo no botão escrito “GRÁTIS” para adquirir o arquivo PDF contendo:

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  • Palpite

    Palpite

    Oie!!!

    Nossa ideia de hoje é para trabalhar alfabetização e coordenação motora fina (habilidade de coordenação das mãos). Vamos, digam que gostaram!!! 🙂

    Lembro-me de quando pequena, na escola, preencher folhas e folhas com exercícios para trabalhar coordenação motora fina. Diziam as professoras que era para ter letra bonita. Sabemos que muitas das nossas crianças hoje em dia, possivelmente, não suportam mais este tipo de atividade (muitos de nós já não aguentávamos também…rs) . A questão é que isso não significa que esses exercícios deixaram de ter sua importância. Então o jeito é tentarmos fazer com que eles sejam feitos de uma maneira mais lúdica possível.

    Dizem que aprendemos pelo amor ou pela dor. Óbvio que o melhor caminho é o do amor. Sendo assim, fazer uma atividade na qual a criança se sinta afetivamente atraída certamente trará frutos maravilhosos.

    Kabarite e Mattos (2014, p. 52) nos dizem:

    “As sensações nos permitem introduzir o meio ambiente em nosso próprio mundo interno.”

    Então, vamos à explicação da atividade? Espero que gostem e deixem comentário se foi útil para vocês.

    Tem arquivo PDF com as cartas para esta atividade na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Como eu utilizo (façam as adaptações necessárias):

    Disponibilizo uma caixa com areia e escondo as fichas pela sala.

    É hora de começar a brincadeira!!!

    A criança procura uma das fichas pela sala e eu vou dizendo : “está frio” (se ela estiver longe da ficha), “está quente” (se ela estiver perto). Quando ela encontra a ficha, joga o dado e, com o dedo indicador, faz o traçado (que caiu no dado) na caixa de areia. Após, ela repete o movimento, com uma canetinha, sobre a ficha, ligando o animal ao seu nome. Neste caso, ela lê e dá um palpite sobre qual das três palavras é a escrita correta. Depois procura outra ficha pela sala e repete o procedimento. Para finalizar, mostro o gabarito das respostas. Assim ela verifica os seus acertos.

    Perceberam que desta maneira a criança irá repetir os traçados várias vezes? A repetição também é um processo de aprendizagem. O detalhe é que da maneira como foi elaborada a atividade, a possibilidade da criança se cansar, é muito menor . 🙂

    Pensaram em uma maneira diferente de utilizar este material? Falem nos comentários. Poderá ser útil para mim ou para outras pessoas que passarem por aqui.

    Bjuuu e até a próxima semana.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KABARITE, Aline; MATTOS, Vera. Psicomotricidade em grupo: o método growing up como recurso de intervenção terapêutica. Rio de Janeiro: Wak, 2014.  

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    • 12 cartas;
    • Arte com os traçados para serem colados em um dado que você já tenha;
    • Instruções de uso.

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  • Siga as pistas

    Siga as pistas

    Oieeee!!! Primeiro post de 2019 chegandoooooo!!!

    Que saudade de escrever para vocês! Puxa vida, vocês não têm noção do quanto me faz falta ter este contato. Espero que estejam todos bem e empolgados com o início do ano! Agora, posso confessar um desejo que guardo bem secreto no meu coração? Nossa! Quantas pessoas respondendo: “ – simmmm, conta vai!”. Seus curiosos!…rs Quero que ao longo de todo o ano façamos a diferença na vida de muitas crianças. Topam? Falem nos comentários se vocês estão nesta empreitada comigo!

    Tentei caprichar ao máximo na ideia de hoje para começarmos com o pé direito. 🙂

    A atividade pode ser utilizada com crianças em processo de alfabetização. Porém, dependendo do nível de leitura que as crianças estejam apresentando, talvez seja necessário que vocês a acompanhem na leitura.

    O objetivo desta atividade é estimular o pensamento lógico, a atenção, a percepção, a paciência, a persistência. E, sou ciente (acredito que vocês também!), que da mesma maneira que a força física, a capacidade mental precisa de estímulo para ser desenvolvida. 

    Conforme Macedo, Petty e Passos (2007, p. 37-38):

    “O professor é quem dá o ‘tom’ do desafio proposto, ele deve ser o líder da situação, saber gerenciar o que acontece, tornando o meio o mais favorável possível, desencadeando reflexões e descobertas”

    Desafios lógicos são excelentes para isso e, além de não machucar ninguém (hehe), é uma forma da criança perceber que é capaz. Sentimento este que deve ser experimentado por todos desde sua mais tenra idade. É assim que nasce o desejo de “quero mais”.

    Com mediação apropriada levaremos as crianças a perceberem que podem ir muito mais longe do que acreditam. Por isso é importante selecionarmos com muito critério a atividade. Nem muito demais e nem muito de menos. Nossa sensibilidade precisa estar apurada para olhar/escutar a criança e adequar a atividade para ela. 

    Segundo Antunes (1998, p. 16): 

    “Toda criança é semelhante a inúmeras outras em alguns aspectos e singularíssima em outros.”

    Então, mãos à obra! 

    Tem arquivo PDF com as cartas para esta atividade na nossa loja.  Para adquirir clique no link disponível no final deste post. 

    Como utilizo (façam as adaptações necessárias):

    Apresento as cartas com os desafios para a criança escolher uma delas. Explico que é preciso uma pré-leitura. Isso é importante porque após preencher os campos é necessário ler novamente para ter certeza que foi tudo preenchido corretamente.

    Obs. Plastifico minhas cartas e as crianças podem escrever com canetinha sobre elas. Se vocês aplicarem papel Contact ou fita adesiva o efeito será o mesmo. Após o uso é só apagar com uma flanela e as cartas poderão ser utilizadas com outras crianças. 

    Despeço-me pedindo que vocês contem pra mim se este post foi útil. É com a ajuda de vocês que este espaço existe. Um forte abraço 🤗

    Bju

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estipulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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  • Rapa tudo

    Rapa tudo

    Oieee!!!

    Gente, antes de falar sobre o jogo de hoje preciso avisar que vocês vão continuar vendo minhas publicações  nas redes sociais, mas este é o último post deste ano aqui no site. Retorno com novidades em 2019, ok?!

    E, para deixá-los(as) com um sorrisão de orelha a orelha, tem na nossa loja o arquivo PDF GRÁTIS com o jogo! Vai, me digam se eu não fui incrivelmente querida este ano?! Nem posso me despedir dizendo: Desculpa pelas brincadeiras!… haha!

    Por falar em brincadeiras, eu sei e vocês também já sabem, que precisamos aprender a aproveitá-las porque promovem momentos de aprendizagem riquíssimos. Porém, existe algo que não costumamos falar que é a necessidade de aprendermos a lidar com os momentos de desânimo e tristeza. Porque eles fazem parte do caminho da maioria dos profissionais que se dedicam à área da educação e saúde. Seria hipocrisia de minha parte dizer o contrário. Especialmente quando trabalhamos com crianças com dificuldade de aprendizagem.

    Nossa, em minha trajetória, quantas lágrimas derramadas e quantas vezes me senti sozinha e em silêncio pensei… Puxa vida, por que esta criança não está aprendendo? Por que não consigo entender como ela aprende? Devo ser péssima profissional, mesmo! É, sinto que, algumas vezes, fui cruel comigo. Menosprezei o meu esforço, a minha dedicação e, acima de tudo, criei expectativas altas demais para um curto prazo de tempo.

    Isso já aconteceu com vocês? Se já passaram, estão sabendo que é um sentimento horroroso!

    Rapa tudo

    O jeito que encontrei para superar esses momentos é traçando objetivos claros para curto, médio e longo prazo. Na minha avaliação, por exemplo, procuro investigar o maior número possível de coisas que a criança tem interesse, tem conhecimento e o que precisa aprender. Além disso, o que considero mais importante: que há um tipo de felicidade diferente e ela mora nas pequenas conquistas. 🙂 Essas medidas fazem o meu caminho mais suave.

    Falem pra mim como vocês lidam com esses momentos!

    Agora vamos ao jogo que eu trouxe como sugestão hoje porque precisamos urgentemente fazer com que o lúdico faça parte do dia a dia. Afinal, como já foi dito, ele sim(!) tem forte impacto na aprendizagem.

    Segundo Kammi e Declark, (1997, p. 16):

    “O uso de jogos para ensinar aritmética não é uma prática nova. Muitos professores já os utilizam há longo tempo. No entanto, eles têm sido usados apenas como complemento, para reforço de aprendizagem, […]. Jogos também são usados como prêmios em atividades extras para as crianças que já acabaram o trabalho. Aqui o que proponho é trazer os jogos de um plano secundário para um plano principal na aprendizagem da aritmética.”

    Acredito que no nosso site há muitas ideias para contribuir.

    Sugestão de uso:

    Coloque o tabuleiro sobre uma mesa ou no chão e distribua sobre ele todas as fichas. Ao invés das fichas você pode utilizar botões.

    Cada criança, na sua vez, joga os dois dados. O número e letra que cair será correspondente à coluna e linha do tabuleiro que deve ser resgatada uma ficha. Se, no transcorrer do jogo, cair em uma coluna/linha que não tenha ficha, passa a vez para outra criança. O jogo continua até não ter mais fichas sobre o tabuleiro ou uma das crianças resgatar 20 fichas.

    É isso, um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 01 tabuleiro;
    • 36 fichas;
    • 02 dados;
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