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  • Varal para formar palavras com sílabas complexas

    Varal para formar palavras com sílabas complexas

    Oieee!!!

    Lembram que há um tempinho eu compartilhei com vocês aqui no site o varal para formar palavras? A ideia que compartilho hoje é semelhante. A diferença é que agora temos sílabas complexas. Isso porque, como falei naquele post, é importante adaptarmos a atividade de acordo com os conhecimentos prévios das crianças e, também, é sempre preciso nos preocuparmos em estipular um desafio.

    Então, supondo que a criança já tenha facilidade com as sílabas simples, é hora de apresentar as sílabas complexas; ou seja, partimos do que a criança já sabe em direção ao que ela precisa se desenvolver. Aliás, aproveitando o gancho, isso é algo que quero há muito tempo falar com vocês. É comum eu receber perguntas, por exemplo, assim: “estou atendendo uma criança que tem dislexia, qual atividade você recomenda?” Gente, um diagnóstico nos diz muito pouco sobre a PESSOA. Para escolher uma intervenção precisamos saber o que a criança/adolescente já sabe e quais interesses tem. E, ne-nhum, diagnóstico de TDAH, Dislexia, Autismo, vai nos dar essas respostas.

    A maioria das dificuldades de aprendizagem escolar são ‘anorexias intelectuais’. Obrigar alguém a empanturrar-se de comida nunca resolveu o problema da anorexia, ao contrário. (LAPIERRE e AUCOUTURIER, 2012, p. 134)

    Sendo assim, a sugestão de hoje pode servir para qualquer criança que esteja em processo de alfabetização, independente do diagnóstico que por acaso apresente. Vocês só precisam observar os conhecimentos prévios dela, para não ser muito difícil e também não muito fácil.

    Para concluir esta fala, precisamos olhar além do invólucro porque muitos talentos podem estar escondidos atrás de um diagnóstico; ou seja, é possível que grandes mentes estejam aprisionadas. Isso sem contar que… espera… preciso tomar fôlego para escrever isso: o diagnóstico pode estar errado. Pronto, falei!

    Partiu fazer a diferença?

    Sugestão de uso:

    Disponibilizem o varal para formar palavras para a criança explorá-lo. Deixem-na olhar as imagens, falar quais conhece ou não, etc. Após, fechem o varal e façam perguntas, por exemplo: quais imagens ela lembra de ter visto? Quantos animais tinha? Qual a cor do trator?

    Se a criança não se lembrar de muita coisa, deixem-na explorar mais uma vez o material. Desta maneira ela irá ficar mais atenta a cada detalhe.

    Depois é hora de escrever os nomes das figuras. Para isso entreguem as fichas com sílabas.

    Uma ideia bacana também é pedir para a criança pensar em outras palavras que tenham as mesmas sílabas das fichas. Isso ajudará na fixação das sílabas estudadas. 🙂

    Um forte abraço

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LAPIERRE, Andre; AUCOUTURIER, Bernard. A simbologia do movimento: psicomotricidade e educação. Fortaleza: RDS, 2012.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 20 fichas com imagens (para organizar o varal);
    • 15 fichas com sílabas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Desafio e treino ortográfico

    Desafio e treino ortográfico

    Oie!!!

    Enfim chegou o dia que a criança compreendeu o princípio alfabético. Agora ela escreve alfabeticamente, maaaas, será que suas dúvidas sobre a escrita acabaram? Sabemos que não! Agora a ouvimos dizer: “pássaro” é com “ç” ou “ss”? É, a busca da criança para encontrar alguma regularidade no sistema de escrita que a ajude resolver seus conflitos vai continuar! Por isso, quando a criança chega nesta fase, dizemos que o seu desafio é ortográfico.

    Ao chegar à escrita alfabética, a criança segue na busca de uma regularidade no sistema de escrita em que para cada som existe uma letra correspondente. Ao confrontar suas hipóteses com a realidade, passa a descobrir, provavelmente, com uma sensação de incômodo ou traição, que a relação som/letra não é suficiente. Dá-se conta de que há letras que representam sons distintos e de que há sons iguais que são representados por letras diferentes. Sendo assim, passa a reconhecer que há uma forma “autorizada” de escrever que não consiste apenas na transcrição da fala e que seus erros não são devidos a falta de competência, de atenção ou de esforço. (MOOJEN, 2009, p. 38)

    Como vamos contribuir com a continuação deste processo? Quem me acompanha por aqui já sabe que minha resposta é: vamos utilizar jogos e brincadeiras! O lúdico é sempre a melhor maneira de deixar o caminho do conhecimento mais significativo e suave.

    Então vamos a ideia que eu trouxe hoje. Deixei o arquivo PDF com este material na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Cada criança deverá receber botões, pedras ou fichas; algo que ela possa usar como marcação (cada criança uma cor). Coloque o tabuleiro sobre uma superfície plana e deixe as crianças lerem as palavras, fazerem suas descobertas e observações por um tempo. Após, é hora do jogo. Cada criança, na sua vez, joga os dois dados. Supondo que caia a quantidade “2” e a letra “S”. A criança deverá procurar no tabuleiro duas palavras que tenham a letra “s”, colocar uma marcação (fichas, pedras, botões) sobre elas e escrevê-las na tabela “Desafio Ortográfico”. Se cair uma letra que não tenha mais nenhuma palavra com ela no tabuleiro passa a vez. O jogo continua até não ter mais nenhuma palavra disponível no tabuleiro. Neste momento é hora de contar as marcações. Ganha o jogo quem fizer pontuação maior.

    Peça para as crianças escreverem frases que tenham as palavras do tabuleiro. Após, para verificar a aprendizagem, que tal fazer um ditado com as palavras estudadas? Detalhe, as crianças fazem o ditado entre elas. Ou seja, deixe as crianças brincarem de professor(a). Os acertos poderão ser verificados no tabuleiro. 🙂

    É muito bom aprender assim, vocês não acham?!

    Desafio e treino ortográfico

    Ahhh!!! Fiquei imaginando aqui que, talvez, as palavras que você esteja precisando trabalhar com as crianças possam não ser as mesmas que coloquei no tabuleiro. Então, deixei também no arquivo PDF um tabuleiro sem palavras escritas. Para utilizar você pode escrever as palavras desejadas em etiquetas e fixar sobre o tabuleiro. Olhe na imagem ao lado. Ainnn, eu sou muito fofa!!! hehe

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MOOJEN, Sônia Maria Pallaoro. A escrita ortográfica na escola e na clínica: teoria avaliação e tratamento. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2009.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro com palavras (S, SS, Ç);
    • 01 tabuleiro sem palavras (que você poderá fixar etiquetas com as palavras que precisa trabalhar);
    • 01 tabela para escrita;
    • 02 dados;
    • Instruções de uso.

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  • Dominó percepção visual

    Dominó percepção visual

    Oie!!!

    Gente, aqui neste site, apresento muitos recursos para a aprendizagem da leitura e escrita e, também, pensamento lógico. Agora, sei muito bem, que estes conhecimentos estão fortemente ligados a uma boa percepção. Portanto, a criança que é estimulada a perceber detalhes, por exemplo, igual/diferente, terá um impacto positivo nessas aprendizagens.

    Os jogos lúdicos que desafiam as crianças a perceberem detalhes é sempre um excelente recurso. Apesar de nunca ser tarde para aprender, quanto mais cedo proporcionarmos estímulos (claro, observando as condições maturacionais de cada criança), mais áreas cerebrais serão desenvolvidas adequadamente e poderão ser melhor aproveitadas ao longo da vida.

    Os cinco primeiros anos de vida de um ser humano são fundamentais para o desenvolvimento de suas inteligências (ANTUNES, 1998, p. 14).

    Este jogo que eu trouxe como sugestão foi utilizado com crianças a partir de 4 anos. Falem pra mim se conseguirem utilizar com crianças menores 😉

    Sugestão de uso:

    Distribuir cinco peças do dominó para cada criança. O que sobrar deixar em uma pilha para “compra”. As crianças deverão unir lados com figuras iguais; para isso, precisam ficar atentas a detalhes como: cor das figuras, cor do fundo, sequência e posição.

    Ganha o jogo quem ficar se nenhuma peça de dominó primeiro.

    É isso , meus queridos! Espero que este post tenha contribuído. Um forte abraço!!!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para as múltiplas inteligências. 12. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1998.

    Cliquem abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 18 peças;
    • Instruções de uso.

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  • Varal para formar palavras

    Varal para formar palavras

    Oie!!!

    Quero começar este post de hoje expressando a imensa felicidade que sinto ao saber – pelas várias mensagens que recebo – que o trabalho que venho desenvolvendo e compartilhando neste site há 10 anos, vem sendo aproveitado em diversos espaços pelo Brasil e mundo; coisas que a internet tornou possível. Minha responsabilidade só cresce com cada pessoa que por aqui passa e lê as minhas tentativas de escrita.

    Acredito e tenho muita fé que juntos, mesmo que por vezes pareça que estamos fazendo pouco, vamos espalhar sementes de uma educação com mais diversão e principalmente afetividade.

    ”Vivemos com nossos sentimentos mais do que com nossa inteligência e nossas decisões apenas parecem racionais. “ (LAPIERRE, 2010, p. 15).

    Então vamos nessa?! Seguimos lembrando de sempre apresentar um material que seja adequado para os conhecimentos prévios da criança e dos desafios que são possíveis e necessários para ela alcançar.

    O material que trouxe como sugestão tem somente sílabas simples. Falem pra mim se querem que eu desenvolva um material semelhante com sílabas complexas, ok? 🙂

    Tem arquivo PDF com este material na nossa loja. Para adquirir cliquem no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizem o varal para formar palavras para a criança explorá-lo. Deixem-na olhar as imagens, falar quais conhece ou não, etc. Após, fechem o varal e façam perguntas, por exemplo: quais imagens ela lembra de ter visto, quantos animais tinha, qual a cor do fone , qual a cor da luva…

    Se a criança não se lembrar de muita coisa, deixem-na explorar mais uma vez o material. Desta maneira ela irá ficar mais atenta a cada detalhe.

    Depois é hora de escrever os nomes das figuras. Para isso entreguem as fichas com sílabas 🙂

    É isso, espero que contribua. Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LAPIERRE, Andre. Da psicomotricidade relacional à análise corporal da relação. Curitiba: UFPR, 2010.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 20 fichas com imagens (para organizar o varal);
    • 15 fichas com sílabas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Ampliar vocabulário

    Ampliar vocabulário

    Oieee!

    É verdade que com o nome que escolhi para este post já deixei evidente que um dos objetivos almejados é ampliar o vocabulário das nossas crianças/adolescentes, mas, podemos ir além! Utilizar este recurso para desencadear aquela conversa gostosa e falar de sentimentos, emoções. Ou seja, uma boa estratégia para promover um melhor conhecimento de si e dos outros. Estou falando da inteligência emocional; que é indispensável para nossa vida pessoal e profissional. Considero importante ressaltar que para que esta vivência seja positiva o mediador precisa se despir de julgamentos. É uma ocasião propícia para aprimorar a escuta do que a criança/adolescente conhece e sente.

    “[…] Parece-nos ingênuo acreditar que esse projeto pretenda ´mudar a emoção´ dos alunos; mais coerente seria acreditar que os jogos poderiam propiciar um melhor conhecimento de si mesmo e de outros e, portanto, construir relações humanas mais serenas e laços de afetividade mais sólidos. […]” (ANTUNES, 1998, p. 245)

    Então, mãos à obra!

    Sugestão de uso:

    Cobrir os quadros que tem palavras, pedir para a criança observar a imagem e nos dizer o que parece que a pessoa está sentindo. Só depois mostrar a palavra do quadro azul e perguntar se ela concorda ou não e por qual motivo. Também podemos explorar se ela já viveu situação semelhante e como foi. Após, pedir para ela tentar descobrir outra palavra, que tem o mesmo significado, mas que está com as sílabas misturadas no quadro amarelo.

    Obs.: Uma boa estratégia, para deixar a atividade mais lúdica, é usar uma lupa e dizer que vamos ter que investigar mais de perto as expressões das pessoas para descobrir o que estão sentindo.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estipulação das múltiplas inteligências. 12 ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 15 fichas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Deu Bam!

    Deu Bam!

    Oieee!

    Gente, hoje vamos falar de matemática! Não, vamos falar de jogos! Não, vamos falar de pensamento lógico! Não, vamos falar de diversão! Não, vamos falar de aprendizagem! Não, vamos falar de tudo isso…rs É que, na verdade, tudo pode caminhar junto. E eu me esforço, mas não consigo compreender como brincadeiras e jogos são deixados de lado quando as crianças se encaminham para o Ensino Fundamental. É incrível como é aceitável na educação infantil e, depois, parece que o caderno precisa estar cheio de cópia. Desculpa, isso me incomoda!

    Com isso será que estou dizendo que as cópias devem ser abolidas da escola? Óbvio que não! Agora, a cópia pela cópia não constrói conhecimento. Repetição pela repetição, também não! Fazer as crianças escreverem o número 1 até preencherem uma linha inteira não estará fazendo com que elas compreendam o valor do número. Agora, dizer, por exemplo: “Quantos números 1 vocês acham que conseguem escrever em uma linha?” Isso já é diferente; fará com que as crianças sejam motivadas a pensar, levantar hipóteses e depois escrever para verificar. Entenderam?

    “[…] as crianças aprendem com instrução só o que elas podem aprender com o conhecimento que já construíram” (KAMII, 1997, p. 157).

    Os jogos são excelentes desencadeadores da aprendizagem. Durante um jogo diferentes pontos de vista podem ser expostos e confrontados. Cada criança precisa expor o que pensa e isso exige uma concentração e nível de pensamento muito maior. A criança está ali, inteira.

    Ai, ai! Tanto a ser dito, mas preciso economizar nas palavras porque sei que o meu texto precisa ser curto. Sendo assim, vou explicar o jogo de hoje. Vamos de maneira lúdica trabalhar unidade, dezena, centena e milhar. Uhuu!!!

    Tem arquivo PDF com as cartas e dados para o jogo em nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Colocar as cartas em uma sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma carta, representa o número com os dados sobre o tabuleiro e fica com a carta. Outra criança repete o procedimento anterior. O jogo segue, mas  se a carta sorteada estiver escrito “BAM” é preciso devolver para dentro da sacola todas as cartas acumuladas até o momento pela criança. Ganha o jogo quem conseguir acumular três cartas primeiro.

    As crianças, simplesmente, amam esse jogo. Disponibilizar o material dourado para elas compreenderem no concreto também será excelente.

    Se você sentir que é possível determine um tempo para elas organizarem o número sobre o tabuleiro. 😉

    Um forte abraço e tchau!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 23 cartas;
    • 04 dados;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Desenhe o ditado popular

    Desenhe o ditado popular

    Oie!!!

    Começo dizendo que hoje tem arquivo PDF GRÁTIS!!! Uhuuu!!!

    Agora é hora de alegria
    Vamos sorrir e cantar …

    Quem lembra desta música…haha

    No final deste post cliquem em “Grátis” para receber o arquivo. Maaaas, antes me acompanhem neste texto!

    Gente, quem já trabalhou na alfabetização de crianças, jovens e adultos, possivelmente vai concordar comigo que cada faixa etária traz consigo elementos que facilitam a construção da escrita, mas, também, desafios. Por exemplo, é comum as crianças não saberem mensurar o quanto será importante para sua vida aprender a ler e escrever. Já um adolescente (um adulto então?!), certamente já sente na pele o quanto a falta dessa aprendizagem dificulta sua vida. Sendo assim, podemos entender que alfabetizar um adolescente pode ser muito mais fácil. Eis a questão, não é bem assim! Um adolescente, dependendo das experiências anteriores, pode já ter criado resistência, sentimento de incapacidade de aprender. Por isso é imprescindível que o alfabetizador se identifique com o público que irá trabalhar porque encontrará alegrias e desafios em todas as faixas etárias

    Agora, independente do aprendiz, as curiosidades e os interesses dele devem ser levados em consideração para selecionarmos o recurso adequado. Ou seja, é preciso nos aproximarmos do mundo, contexto que vivem.

    Freire, (1996, p. 56) diz:

    “Não podemos interpretar um texto se o lemos sem atenção, sem curiosidade”

    A sugestão de trabalho que eu trouxe hoje pode ser utilizado com todos, mas façam as adaptações que julgarem necessárias.

    Sugestão de uso:

    Podemos começar verificando os conhecimentos que as crianças e adolescentes têm sobre os ditados populares.

    Depois disso, colocar as cartas com ditados populares em uma sacola. Cada um, na sua vez, retira uma carta da sacola, faz a leitura e representa através de um desenho o que está escrito. Ao terminar é importante uma discussão, ou melhor, uma apresentação sobre o que cada um entende pelo ditado popular que sorteou e, de que maneira, podemos aproveitá-lo (ou não!) na nossa vida. Ou seja, que ensinamento nos traz.

    Variação:

    Se a criança ou adolescente estiver em um estágio bem inicial de leitura e escrita vocês podem também:

    1) Ler com ele/ela  passando o dedo sobre cada palavra;

    2) após, falar uma das palavras da carta e pedir para ele/ela sinalizar onde acha que está;

    2.1) dizer para observar como é a escrita da palavra (com que letra começa, com qual termina, …);

    2.2) pedir para escrever a palavra com massinha de modelar ou fichas com letras;

    2.3) depois escrever a palavra novamente, mas agora sem olhar, apenas recorrendo à memória. Quando terminar de escrever pode conferir os acertos na carta;

    2.4) escrever outras palavras que começam com a mesma sílaba da palavra selecionada;

    3) Escrever o ditado popular faltando algumas palavras para ele/ela completar.

    É isso, meus queridos. Vou ficar muito feliz em saber se este post contribuiu de alguma forma.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 32 ed. São Paulo: Cortez, 1996. 

    Clique abaixo no botão escrito GRÁTIS para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 15 cartas;
    • Instruções de uso.

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  • Sílabas vazadas

    Sílabas vazadas

    Oieee!!

    Gente, um material rico para a alfabetização é aquele que desperta interesse e estimula progressos no desempenho das crianças; para isso, deve partir do simples para o complexo. Assim, cada degrau avançado pela criança dará para ela o conhecimento prévio necessário para subir o próximo. Por isso que crianças carentes de estímulos irão precisar da nossa atenção especial, e é importante sabermos que com paciência e persistência podemos transformar muitas vidas.

    Antunes (1998, p. 16):

    “[…] Um ambiente afetuoso e uma educação rica em estímulos ajudam a superar muitas das privações e atenuar os efeitos de consequências emocionais.”

    Para contribuir com este trabalho vejam o que eu trouxe hoje! Com esta ideia além da alfabetização (traçado das letras, conhecimento de sílabas) estaremos trabalhando a coordenação motora fina. Uhuu!!! Amo tudo isso! E vocês?

    Sílabas vazadas

    Sugestões de uso:

    A criança escolhe uma carta e tenta descobrir qual dos nomes das duas figuras em destaque começa com a sílaba da carta. Cobre com massinha de modelar a nuvem da figura que está incorreta.

    Após, preenche a sílaba com massinha de modelar.

    Escreve o nome da figura.

    Variação: unir cartas que formam palavras.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 20 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Combine texto com imagem

    Combine texto com imagem

    Oie!!!

    No post da semana passada falei do quão incrível é acompanhar o processo de alfabetização de uma criança. As primeiras palavras que escreve, a expressão de satisfação que acompanha a compreensão do código escrito. No entanto, não falei sobre o quanto pode ser difícil e carregado de sofrimento esse momento para algumas crianças, jovens e suas famílias. Para estes, em especial, mais do que ensinar a ler a escrever precisamos acolher e demonstrar que estamos juntos. Que nos importamos! Empatia é, sem dúvida nenhuma, imprescindível porque talvez tenhamos que lidar com feridas que ainda podem estar sangrando. É isso mesmo! Nem tudo é um mar de rosas(!), mas, com afeto, paciência, persistência, vamos espalhando nossas marcas positivas pelo mundo.  Barnett (2013, p. 173) nos diz:

    “[…] ajudar os outros significa nunca estar sozinho.”

    Na vida sempre precisamos dar as mãos para acolher ou ser acolhido. Alguns podem ter dificuldade em se doar e outros em receber. Que não sejamos nenhum desses. Desejo que saibamos estender a mão para quem precisa e também humilde o suficiente para aceitar ajuda.

    Esse assunto pode ir longe! Deixa eu ir para a atividade de hoje…rs

    Elaborei este material pensando na alfabetização de crianças e adolescentes. Supondo que estejam apresentando leitura silabada, precisaremos em primeiro lugar avaliar o motivo. Mas, como tudo na vida, a melhor maneira de aprender algo é praticando. No caso em questão, é lendo! Uma boa estratégia de intervenção é dispor para essas crianças e adolescentes textos curtos porque do contrário pode exigir um nível de esforço mental tão alto que eles acabam desistindo. E a gente não quer isso, não é mesmo?

    Tem arquivo PDF com as cartas para esta atividade na nossa loja. Para adquirir clique no link no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Coloque três textos e três imagens sobre uma superfície plana. A criança/adolescente deverá descobrir com qual imagem cada texto combina.

    Após, se você verificar que há possibilidade, pode ser escrito uma história utilizando como referência as imagens e textos.

    É isso!

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BARNETT, Kristine. Brilhante: A inspiradora história de uma mãe e seu filho autista. Rio de Janeiro: Zahar, 2013.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 16 cartas de imagens;
    • 16 cartas com frases para esta atividade;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Execute o movimento

    Execute o movimento

    Oieee!

    Gente, a alfabetização não espera o período escolar para iniciar. Isso quer dizer que quando a criança inicia o período “formal” de alfabetização ela não é uma inexperiente total nesta área. Pode até não ler e escrever convencionalmente, mas, já formula hipóteses. Agora, além da aprendizagem das letras, seus sons, codificação, decodificação e o letramento, outros conhecimentos são importantes que a criança desenvolva para que a alfabetização ocorra com mais tranquilidade.

    Estou falando de conhecimentos como: esquema corporal, noções embaixo/em cima, frente/atrás, direita/esquerda, entre outros. E por que é preciso aprender esses conceitos? O que tem a ver com a escrita? Seguem alguns exemplos: Escrevemos em uma folha de cima para baixo, da esquerda para a direita; as letras p/q e b/d se diferenciam – visualmente falando -, por um traço e o lado que fica a “bolinha”: direita/esquerda, em cima/embaixo. São poucos exemplos para evitar que este post fique muito extenso. Mas primeiro a criança precisa reconhecer esses conceitos em seu próprio corpo para poder utilizá-lo como referência e ter, inclusive, noções de espaço e delimitações no caderno. É através do corpo que as crianças compreendem o mundo.

    Agora, vale estarmos atentos ao que Rotta, Ohlweiler, Riesgo (2007, p. 78) nos dizem:

    “Aos seis anos a criança reconhece direita e esquerda em si mesma. Aos sete anos consegue mostrar direita e esquerda em si mesma de forma cruzada e é capaz de responder a posição de um objeto em relação a si mesma. Aos oito anos conhece direita e esquerda no examinador […]”.

    Essas informações são importantes para não cobrarmos da criança algo que ela pode não ter possibilidade maturacional para responder. Agora, isso não nos impossibilita de utilizar um jogo ou brincadeira para ajudá-la na construção deste aprendizado.

    Então, vamos ao jogo que eu trouxe como sugestão. Tem arquivo PDF com este jogo disponível na nossa loja. Para adquirir cliquem no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizar duas fitas/barbante (60 cm), duas garrafas PET pequenas, uma cor de tinta facial e, para cada criança, um peão/marcador colorido.

    Colocar as cartas dentro de uma caixa ou sacola e o tabuleiro sobre uma superfície plana. Cada criança, na sua vez, retira uma carta da sacola, lê, executa o movimento e anda com seu peão no tabuleiro a quantidade de casas que consta na carta.

    Atenção! Alguns movimentos são acumulativos. Eles estão sinalizados com uma estrela nas cartas. Portanto, se uma carta com estrela estiver escrito: “levante a mão direita”, a criança deve ficar nesta posição até o final da partida. Na próxima rodada se ela tirar outra carta com estrela e que estiver escrito: “Segure uma garrafa PET embaixo do braço esquerdo”, a criança ficará com a mão direita levantada e com a garrafa PET embaixo do braço esquerdo.

    Obs.: Colocamos poucas casas na trilha porque, para algumas crianças, pode ser difícil ficar na mesma posição por muito tempo. Se você perceber que é possível, combine que tem que dar duas voltas na trilha.

    Ainnn, ficou maravilhoso este jogooooo!!! Pelo menos na minha singela opinião. Quero saber o que vocês acharam. Então falem pra mim nos comentários, please! 🥰

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Clique abaixo para adquirir:

    • 01 tabuleiro;
    • 26 cartas;
    • Instruções de uso.

    São enviados por e-mail dois arquivos: Um para impressão do jogo em folha tamanho A4 e outro para impressão em folha tamanho A3 (tabuleiro está ampliado).