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  • Decomponha os números

    Decomponha os números

    Oie!

    Há muitas maneiras de demonstrar carinho e gratidão por alguém: com um abraço, um beijo, um olhar, … No entanto, a distância que me separa fisicamente de vocês que acompanham o meu trabalho, impede que eu faça isso pessoalmente. Sendo assim, a maneira que demonstro o meu carinho é procurando dar atenção a todos os comentários que recebo e, de tempos em tempos, dedico algumas horas do meu trabalho para produzir algo que não receberei uma recompensa monetária por ele, mas, tenho a expectativa que vocês se sentirão tocados e acarinhados por mim. Tudo que compartilho tem o intuito de levar muito mais do que informações, almejo que esteja proporcionando experiências positivas.

    Deixei na nossa loja o arquivo PDF com este material. É enviado por e-mail e é gratuito!!! Para receber clique no botão escrito “Grátis” disponível no final deste post.

    Bom, chega de papo … rs, agora vou discorrer sobre a ideia de hoje.

    Os números podem ser apresentados de maneiras diferentes: compostos ou decompostos. Por exemplo: o número 123 está na forma composta, mas eu posso decompor ele e, então, apresentá-lo assim: 100 + 20 + 3. As duas maneiras representam o mesmo valor. E qual a relevância de sabermos isso? É importante para entendermos padrões e relações dentro de um número maior e entre números dentro de uma equação.

    Considero importante salientar que valor posicional não é uma técnica a ser aprendida pela criança. Na verdade, é algo que precisa ser construído por ela e que envolve raciocínio lógico-matemático. Sendo assim, é preciso primeiro que a criança tenha construído a unidade para que possamos apresentar as dezenas. Da mesma forma, ela precisa ter construído o entendimento de dezenas e das unidades para que seja apresentado as centenas e assim por diante.

    […] ‘Dezenas e unidades’ podem ser ensinadas somente depois de as crianças terem construído as ‘unidades’ […] (KAMII e DECLARK, 1997, p. 93.)

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma cartela e, para decompor o número em destaque, deve procurar os grampos que tenham os números necessários e fixá-los na cartela colocando-os em sequência, do maior para o menor.

    Queridos(as), mesmo que eu esteja ciente da riqueza deste material, fico esperando que me digam se contribuiu com o trabalho de vocês.

    Um abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 15 cartelas;
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    É GRÁTIS e enviado por e-mail.

  • Troca letra

    Troca letra

    Oieee!

    Pensem em uma atividade rica para alfabetização, agora pensem em uma atividade simples para alfabetização e… tcham… tcham…tcham… tcham…

    Eu coloquei o nome de “troca letra”, mas poderia muito bem ser “troca som” porque nesta atividade a criança terá a possibilidade de observar que a mudança de apenas uma letra/som em uma palavra pode mudar completamente o seu sentido. Isso é um excelente exercício de percepção e discriminação auditiva. É importante proporcionarmos para as crianças em processo de alfabetização atividades que elas confrontem sons iguais/sons diferentes.

    A capacidade de discriminar sons diferentes constitui fator indispensável à aprendizagem da leitura e escrita. (ANTUNES, 2003, p. 46).

    Sugestão de uso:

    A criança deverá pegar uma cartela, observar o grupo de letras disponível na margem superior. Procurar o grampo que tenha o mesmo grupo de letras e fixá-lo na cartela, junto com a primeira letra que está em destaque, ler a palavra que formou. Para descobrir uma palavra diferente deve mudar a posição do grampo para a outra letra em destaque na cartela.

    Construir frases e histórias com as palavras descobertas será uma excelente maneira de colocá-las em um contexto e, assim, contribuir no aprendizado.

    Gostaram? Quero saber!!!

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências.12 edPetrópolis: Vozes, 2003

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  • Quebra-cabeça de foguetes

    Quebra-cabeça de foguetes

    Oieee!

    Gente, o lúdico é uma ferramenta super poderosa para promover a aprendizagem. Tenho observado, pela procura crescente aqui no site por parte de professores, psicopedagogos , fonoaudiólogos, … que enfim, este recurso vem sendo mais utilizado. Espero que esteja ficando para trás o tempo que se separava jogo, brincadeira de uma atividade séria. O lúdico, além de estimular o desenvolvimento cognitivo da criança, enriquece aspectos sociais e emocionais.

    Antunes (2003, p. 36) reforça que:  […] a maioria dos filósofos, sociólogos, etológos e antropólogos compreendem que o jogo é uma atividade que contém em si mesmo o objetivo de decifrar os enigmas da vida e de construir um momento de entusiasmo e alegria na aridez da caminhada humana.[…]

    Sendo assim, seguimos com passos firmes cientes que estamos na direção certa. Vamos ao jogo de hoje?

    Sugestão de uso:

    Espalhem as peças sobre uma superfície plana. A criança deverá montar os foguetes. Precisa ficar atenta porque alguns foguetes são bem semelhantes. Poderá olhar o gabarito para se certificar se está correto. Quando concluir lê a palavra que formou. 😉

    Eu fico aqui imaginando o montão de olhinhos curiosos e entusiasmados com as descobertas.

    As palavras que coloquei nos foguetes são itens que podem ser necessários em uma viagem. Que tal escrever uma história utilizando essas palavras? Para onde será que as crianças gostariam de viajar de foguete? Levariam itens diferentes?

    Vou amar se vocês me enviarem fotos com textos das crianças.

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências.12 edPetrópolis: Vozes, 2003

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    • 10 imagens de foguetes;
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  • Decifre a mensagem

    Decifre a mensagem

    Oie!!!

    Queridos(as), sabem aquelas crianças que apresentam escrita com hipótese alfabética, mas escrevem palavras sem colocar os devidos espaços?  A ideia que eu trouxe como sugestão hoje foi pensada nelas. É um meio de fazê-las refletir sobre a escrita já sabendo que há algo que precisa ser corrigido e que o erro não foi feito por elas. 😉

    E, o que é ainda mais legal, é que esta atividade proporciona um meio de conhecermos um pouco mais sobre as crianças: o que gostam de fazer, o que não gostam, o que sentem medo, o que as deixam felizes, o que as deixam tristes, o lugar preferido para dormir, etc. Estarmos conectados afetivamente com as crianças é de suma importância para que consigamos êxito no seu desenvolvimento e, uma maneira de criarmos vínculo, é demonstrarmos interesse por elas e o meio em que vivem (sem julgamentos).

    Vygotsky apud Valiati e Antoniuk (1979, p. 37) afirma: “[…] as emoções tem participação ativa no funcionamento mental, concordando com as relações entre afeto e cognição.[…]”

    Sugestão de uso:

    Coloquem as cartas dentro de envelopes para que sejam sorteadas pela criança. Digam que o ET Caramujo (personagem da carta) gosta muito de desenhos e quer ser nosso amigo. Ele enviou uma mensagem solicitando para que desenhássemos algo, mas, como ele está aprendendo a escrever na nossa língua, ainda não sabe colocar os espaços entre as palavras. Então devemos primeiro escrever a frase corretamente para entendermos a mensagem e, depois, fazer o desenho que ele solicitou.

    Enquanto a criança desenha fiquem atentos(as) ao que ela fala porque é comum que um papo bem bacana surja desta atividade. 😉

    É isso! Pensaram em uma maneira diferente de utilizar esta atividade? Deixem nos comentários, além de me deixar feliz poderá ser útil para outras pessoas que passarem por aqui.

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    RIECHI, Tatiana Izabelle Jaworski; et all. Práticas em neurodesenvolvimento infantil: fundamentos e evidências científicas. Curitiba: Íthala, 2017.

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    • 18 cartas;
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  • Pescaria de Aliteração

    Pescaria de Aliteração

    Oieee!!!

    Hoje vou continuar nosso assunto da semana passada sobre consciência fonólogica. Lembram que falei sobre a rima? Naquele post também abordei que um dos itens a ser desenvolvido da consciência fonológica é a aliteração,  que é a habilidade de identificar sons iniciais iguais (sílabas ou fonemas). Antes de tudo é importante estarmos cientes que utilizar a rota fonológica é essencial para o desenvolvimento da leitura e, mesmo nós, leitores fluentes, precisamos recorrer a ela quando estamos diante de uma palavra nova. Estimular a consciência fonológica faz a criança voltar sua atenção para a cadeia sonora das palavras e, se apresentarmos jogos ou brincadeiras que elas possam verificar a representação gráfica fará, consequentemente, que elas encontrem correspondências gráficas.

    Soares (2016, p. 184), afirma: “[…] atividades que levem a criança a confrontar rimas e aliterações com sua representação escrita podem introduzir a compreensão da relação entre os sons e os grafemas que os representam, ou seja, a compressão do princípio alfabético.”

    Agora vamos ao jogo? Deixei o arquivo PDF com este material na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final do post.

    Sugestão de uso:

    Coloquem os peixes em uma bacia com areia e as cartas com figuras em uma sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma carta da sacola e tenta pescar um peixe que tenha uma palavra que inicie com o mesmo som (fonema) da figura da carta. Se conseguir, fica com o peixe. Se não conseguir, deverá devolver a carta para a sacola e o peixe para a bacia (no mesmo lugar que estava).

    Se a criança tirar um peixe que estiver escrito “+ 1 CHANCE”, ela poderá pescar mais uma vez, porém, antes precisará cumprir alguma tarefa. Pode ser dizer uma palavra que começa com o mesmo som que precisa encontrar ou outra tarefa que vocês acharem interessante para a brincadeira.

    Ganha o jogo quem conquistar mais peixes.

    Gente, as crianças amam este jogo. Espero que contribua com o trabalho de vocês e que tenhamos mais alegria no processo de construção da escrita e leitura.

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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    • 14 peixes;
    • 14 cartas;
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  • Marque a rima

    Marque a rima

    Oieee!!!

    Queridos, estimular o desenvolvimento da consciência fonológica é sempre muito importante para o processo de alfabetização.

    Capovilla e Capovilla (2007, p. 214-215) afirmam: “[…] procedimentos para desenvolver consciência fonológica e ensinar correspondências grafo-fonêmicas podem efetivamente auxiliar a aquisição de leitura e escrita. […]“

    Esta estimulação pode ser realizada através de jogos e brincadeiras de rimas, aliterações, consciência das palavras, consciência silábica, consciência fonêmica e relação grafema-fonema.

    A sugestão de jogo que eu trouxe hoje, como o próprio título diz, tem o objetivo de estimular a habilidade de identificar rimas. Mas o que é rima? É a repetição de uma sequência de sons a partir da vogal da última sílaba tônica. A equivalência deve ser sempre sonora e não necessariamente gráfica. Exemplo: caroço e osso. No entanto, no jogo que estou apresentando, há também correspondência gráfica.

    Deixei na nossa loja o arquivo PDF com este jogo (é enviado por e-mail). Para adquirir acesse o link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Coloquem o tabuleiro em uma superfície plana e as cartas com figuras em uma sacola. Cada criança deverá ter uma cor de massinha de modelar e, na sua vez, retira uma das cartas da sacola. Todas as crianças, ao mesmo tempo, deverão procurar no tabuleiro uma palavra que rime com a figura da carta. Quem encontrar coloca uma bolinha de massinha de modelar sobre a palavra. Para cada figura há duas palavras no tabuleiro que rimam com ela. O jogo termina quando não há mais cartas na sacola. Ganha o jogo quem conseguir marcar mais palavras.

    Observação 1: Caso a criança encontre muita dificuldade em ler as palavras do tabuleiro, vocês podem ir lendo com ela porque o objetivo inicial deste jogo é fazer com que a criança consiga identificar a correspondência sonora.

    Observação 2: Já se a criança está em um processo um pouco mais avançando e o jogo estiver muito fácil, vocês podem cobrir as palavras das cartas. Assim ela irá se atentar somente ao som e não a correspondência gráfica.

    Ou seja, façam as adaptações necessárias para que o jogo tenha um desafio, mas que seja possível de ser realizado 😉

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CAPOVILLA, Alessandra Gatuzo Seabra; CAPOVILLA, Fernando César. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. São Paulo: Memnon, 2007.

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    • 01 tabuleiro;
    • 12 cartas;
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  • Leia e responda

    Leia e responda

    Oieee!!!

    Hoje tem arquivo PDF GRÁTIS!!! Uhuuu! Podem comemorar!

    Gente, sabemos que, a melhor maneira de estimular a competência leitora das nossas crianças é proporcionar leitura. Quanto mais gêneros textuais elas tiverem acesso, mais familiarizadas ficarão com o universo da leitura e o letramento vai acontecendo.

    Apresentar textos curtos pode ser uma boa estratégia para as crianças que estão iniciando o processo.  Obviamente que, classificar se o texto é longo ou suficientemente curto, é o educador que poderá fazer, porque a seleção deve ser feita de acordo com os conhecimentos prévios da criança. Digo isso porque para algumas crianças conseguir ler uma palavra representa um desafio, enquanto que para outra, ler uma frase é um desafio mais adequado. Agora, também é bacana deixar a criança escolher. Confesso que prefiro esta última opção. E, supondo que, no transcorrer da leitura eu perceba que a criança esteja apresentando cansaço vou lendo com ela. Ou seja, leio uma parte e ela lê outra. Há muitos métodos de alfabetização, mas é sempre preciso ter flexibilidade para alterar de acordo com as necessidades que irão surgindo.

    “Afinal, quem alfabetiza não são os métodos, mas o(a) alfabetizador(a) […]”. (SOARES, 2016, p. 52).

    Queridos, deixei o arquivo PDF gratuito com este material na nossa loja. Para receber cliquem no link escrito GRÁTIS disponível no final deste post. Espero que aproveitem e, se o material for útil para vocês, ficarei muito feliz em saber.

    Sugestão de uso:

    A criança faz a leitura da parlenda. Após, lê a pergunta que se encontra na margem inferior da carta e assinala a resposta correta.

    Obs.: Eu plastifiquei as minhas cartas. Desta maneira as crianças podem fazer a marcação com canetinha e, depois do uso, apagamos com uma flanela. Se vocês aplicarem papel Contact o efeito será o mesmo.

    É isso!  Espero que contribua muuuito!

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 15 cartas;
    • Instruções de uso.

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  • Descubra a palavra secreta

    Descubra a palavra secreta

    Oieee!

    Quem acompanha há algum tempo o meu trabalho vai perceber que a ideia que estou compartilhando hoje é semelhante ao forme palavras e leia. E é mesmo…rs! Porém, neste material, temos também sílabas complexas.

    Espero que seja útil para vocês e, só vou ficar sabendo, se me falarem!!! Então deixem comentários que vou amar saber. Se tiverem sugestões também podem falar. Na medida do possível, vou atendendo. Saibam que estou sempre pensando a melhor maneira de contribuir com o trabalho de vocês, por isso os feedbacks que recebo me ajudam muito.

    Então vamos lá! Quem quiser adquirir o arquivo PDF com este material deve clicar  no link disponível no final deste post.

    Pretendemos com esta atividade estimular além da alfabetização a atenção, a concentração e a percepção. A criança vai precisar estar atenta aos detalhes de cada imagem para resolver o enigma porque,  alguns deles, possuem cores e formas semelhantes. É importante que façamos isso de maneira tranquila, para que a criança se sinta realmente acolhida e incentivada. Inclusive, estes quesitos são importantes para o desempenho da memória e, assim, fazer com que o aprendizado ocorra com mais eficiência. Vejam o que nos diz Cypel (2006, p. 377) sobre a memória:

    A memória constitui-se em uma capacidade funcional do sistema nervoso para codificar, classificar, armazenar e evocar eventos já acontecidos. […] Necessita, para o seu desempenho, boas condições de atenção, capacidade de concentração, e estado emocional adequado do sujeito.

    Sabendo disso vamos a explicação da ideia de hoje. 😉

    Sugestão de uso:

    • A criança procura na tabela os símbolos solicitados nas páginas da apostila;
    • vê quais sílabas estão nos quadros dos respectivos símbolos;
    • utilizando letras móveis passa para a apostila as sílabas encontradas na tabela;
    • lê a palavra que formou;
    • fala oralmente ou escreve frases/textos com as palavras.

    É isso, um forte abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CYPEL, Saul. O papel das funções executivas nos transtornos da aprendizagem. In: ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia;  RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    • 20 páginas para formar palavras;
    • 01 tabela com símbolos/sílabas;
    • Instruções de uso.

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  • Combine Relógio com Texto

    Combine Relógio com Texto

    Oie!!! Há muito tempo estou querendo publicar algo que possamos utilizar com as crianças para que elas sejam estimuladas a identificar as horas em relógio analógico. Afinal, apesar de que os relógios digitais estão por toda parte, este conhecimento é também muito importante.

    No entanto, para dar significado a esta aprendizagem podemos construir junto com a criança uma agenda na qual ela irá registrar quanto tempo se dedica aos estudos, às brincadeiras, acesso à Internet, etc. Viu só que ideia bacana para a criança desde cedo aprender sobre a importância da administração do tempo?!

    ANTUNES (2003, p. 74) nos diz:

    Ensine a criança a administrar seu tempo. […] Dê-lhe uma agenda, ensine-a usar e cumprimente-a por sua execução.

    Deixei o arquivo PDF com este material disponível na nossa loja. Para adquirir acesse o link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizar um relógio analógico verdadeiro para que a criança possa manipular, girar os ponteiros e vê-lo funcionando.

    Após, a criança escolhe uma das cartas, lê o texto, acerta o relógio de acordo com o que ela leu. Por fim, procura a carta com o desenho do relógio que registra o mesmo horário descrito no texto.

    Para concluir esta atividade organize com a criança o registro com os horários estabelecidos para as atividades diárias. Ela poderá colar no caderno ou deixar em um local visível.

    Vai ser show!!!

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. Petrópolis: Vozes, 2003.

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    • 10 cartas com texto;
    • 10 cartas com desenhos de relógio;
    • 01 ficha para agenda;
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  • Tríade

    Tríade

    Oieee!!!

    Gente, vocês conhecem o jogo “Trinca” ou então o “Pife”? Quando eu era criança jogava muito com minha mãe. Após o almoço eu tinha a responsabilidade de lavar a louça e fazia isso bem rapidinho só para jogar com ela. Era pura diversão… hehe Óbvio que, a questão ali não era apenas jogar, mas estar perto da minha mãe. Grandes lições aprendi com ela, por exemplo, paciência e persistência.

    CURY (2003, p. 33) nos faz refletir:

    Bons pais corrigem falhas, pais brilhantes ensinam os seus filhos a pensar.

    E por que estou falando tudo isso? Porque o jogo de hoje lembra um pouco a Trinca. No entanto, a primeira adaptação que fiz foi que na Trinca é preciso agrupar três grupos de três cartas. Sei que é meio difícil segurar tantas cartas com mãos ainda pequenas, então será necessário apenas um grupo de três cartas (um tríade). Explico melhor logo abaixo.

    Sugestão de uso:

    O desafio do jogo será agrupar a figura de um animal com as sílabas que formam o seu nome (observem a imagem acima).

    Comecem distribuindo três cartas para cada jogador. O que sobrar coloquem dentro de uma caixa ou sacola.

    Uma criança pega uma carta da sacola, se ela quiser ficar deverá descartar uma das suas cartas sobre a mesa. Se não quiser, é só colocar sobre a mesa. O outro jogador poderá escolher se fica com a carta da mesa ou pega outra da sacola. Assim o jogo segue até uma das crianças atingir o objetivo.

    Tríade

    Variação: Talvez, para algumas crianças, este jogo seja mais desafiador se vocês cobrirem os nomes dos animais (veja imagem ao lado) 😉

    Bom, é isso meus queridos! Escrever este post me trouxe doces lembranças. E vocês, gostaram? Querem mais jogos assim? É a participação de vocês que vai me orientando a melhor maneira de ajudá-los, ok?

    Um forte abraço,

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CURY, Augusto. Pais brilhantes, professores fascinantes. Rio de Janeiro: Sextante, 2003.

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    • 27 cartas;
    • Instruções de uso.

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