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  • Pictureka

    Pictureka

    imageOie!

    Hoje vou compartilhar com vocês mais um jogo que utilizo em meus atendimentos. Comprei ele há uns 5 anos e apesar do uso constante continua inteirinho.

    Utilizo com crianças a partir de 6 anos. Elas amam. Às vezes eu até escondo porque do contrário não consigo apresentar outros jogos para elas…rs

    É composto por 9 tabuleiros, cartas com imagens, cartas com missões, um dado colorido e uma pequena ampulheta (veja a imagem).

    Há maneiras diferentes de utilizá-lo. Uma delas é procurar nos imagetabuleiros as imagens que constam nas cartas. Uma outra maneira é procurar algo que corresponda à missão de uma das cartas. Exemplo: “Uma coisa do fundo do mar”.  O jogador que encontra a figura diz: Pictureka.

    Ah! A ampulheta serve para determinar o tempo máximo que os jogadores têm para encontrar a figura.

    Estimula a atenção, a percepção, a memória, a leitura…

    Gente, preciso deixar claro que não tenho este jogo à venda e também não estou ganhando nada para divulgá-lo. Ok?! Trata-se apenas de uma troca de experiência. Por falar nisso, se vocês tiverem algum jogo que acham bacana compartilhar deixem nos comentários. Eu vou amar!

    Bjus e até o próximo post.

  • Jogo da carta secreta

    Jogo da carta secreta

    Olá, meus amigos!

    Vamos colocar nossos lindinhos para ler e se divertir?

    Você vai precisar:

    – cartas contendo figuras;

    – cartas contendo os nomes das figuras;

    – dois envelopes.

    Procedimento:

    Organize as cartas com figuras em um monte. Espalhe as cartas com palavras sobre uma mesa. Todas as cartas deverão ficar com as imagens e as palavras viradas para baixo.

    Cada criança deverá pegar uma das cartas com figuras, olhar e colocar secretamente dentro do envelope.

    O objetivo do jogo será descobrir qual figura o colega pegou.

    Para isso, cada criança, na sua vez, deverá virar uma das cartas que contêm palavras e ler em voz alta. Se for o nome da figura que o colega pegou, este deverá mostrar a carta que foi colocada dentro do envelope. Se não for o jogo continua. Então será a vez de outra criança escolher uma carta para ler.

    Ganha o jogo a criança que encontrar primeiro a carta que tem o nome da figura que o colega pegou.

    Variação: As cartas deste jogo também poderão ser usadas para o jogo de memória.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF com 48 cartas para este jogo. É enviado por e-mail.

  • História matemática em cartas

    História matemática em cartas

    Olá!

    Vamos trabalhar um pouco de matemática hoje? A ideia é estimular o pensamento lógico, o pensamento hipotético, o pensamento dedutivo e também a leitura (por que não?!) de maneira lúdica.

    Você vai precisar:

    – várias cartas com histórias matemáticas. Na parte inferior das cartas coloque três números. Sendo que um deles deve ser um número próximo ao resultado, um outro número bem diferente do resultado e um número que é o resultado correto.

    – clips, pequenos prendedores, botões …

    Procedimento:

    Peça para a criança ler uma das cartas e, antes de fazer a operação matemática para saber o resultado, observar os três números e tentar descobrir se é possível eliminar um deles por ser um resultado obviamente errado. A ideia é fazer a criança aprender a eliminar hipóteses e deduzir logicamente quais dos resultados poderão estar certos. Depois é a vez de calcular, descobrir qual número é o correto e colocar um prendedor (ou clips) nele.

    Como tenho feito sempre, deixei na nossa loja um arquivo em PDF com 42 cartas para esse jogo. Você só precisará imprimir.

    Lembrem de deixar suas impressões sobre este jogo, ok?! Mil bjs

  • Cadê o menino que estava aqui?

    Cadê o menino que estava aqui?

    O-lá!

    Vou contar uma breve história de uma família e, apesar de que eu não vou citar nomes, possivelmente, você irá saber de quem estou falando.

    Vivia em uma terra não muito distante daqui uma linda família. Um dos membros dessa família era um menino. Eles viviam muito felizes até que… O primeiro dia de escola do menino chegou!
    Logo o grupo escolar chamou a família com ar preocupado:

    – seu filho não está aprendendo!

    Para resolver tal situação a família e a escola decidiram que o melhor era convocar vários profissionais das mais diversas áreas. E assim foi feito!
    Bem, então o batalhão entrou em ação. Na parte da manhã o menino ia para escola e na parte da tarde era aula disso e daquilo para que ele superasse a sua dificuldade! À noite era o momento de estudar para provas e fazer tarefas. Um sacrifício para corpos cansados. Então caiam exaustos em suas camas! O outro dia era igualzinho ao anterior só que com outros profissionais.
    Um dia alguém alertou: Este menino precisa brincar!
    Mas a família e a escola estavam em um ritmo tão louco para enquadrar o menino – é: enquadrar, fazê-lo ter o mesmo rendimento que os demais – que não conseguiam ver nada além disso!
    Responderam apenas que não havia tempo para pensar em brincar!
    E, por falar em tempo… Você sabe, ele não perdoa ninguém. E então, de repente, um dia… o menino simplesmente não mais existia.
    É que ele já era um adulto. E o que ele tinha para falar da vida? O que tinha aprendido? Bom, ele tinha consciência das suas dificuldades. Afinal, sua vida inteira ouviu sobre o que NÃO sabia fazer. E o que ele sabia fazer? Ah, isso ele não podia responder porque não teve oportunidade para conhecer e desenvolver. FIM!

    P.S. Esta é uma reflexão que faço sempre que estou diante de uma criança sobrecarregada. E tenho a convicção que cabe a nós alertarmos os pais tanto em situações de descaso como em situações de excesso. Vale, inclusive, refletir sobre o que é mais importante para aquela criança. E por vezes, é preciso inclusive dizer que outros atendimentos são mais essenciais, naquele momento, do que o nosso. Isso é, na minha opinião, agir com ética e responsabilidade.

    Aqui no nosso site temos diversos jogos e brincadeiras que podem contribuir para deixar o caminho da aprendizagem mais divertido e suave. Muitos são gratuitos! É o caso do jogo Dominó de Atenção. Para adquirir clique no link abaixo.

  • Jogo Escute e Responda

    Jogo Escute e Responda

    Olá, pessoal!

    Já abordei várias vezes aqui no site a importância da consciência fonológica para as crianças que estão em processo de alfabetização. Se você nos acompanha já está careca de saber…rs.

    Então, vou direto à explicação do jogo.

    É necessário:

    – várias fichas iguais à imagem ao lado;

    – pequenos prendedores ou clips.

    Procedimento:

    Como jogar:

    1. Escolha uma carta e mostre para a criança. Certifique-se de que ela conhece o nome da figura antes de continuar.

    2. Explique que você vai falar uma parte ou sílaba da palavra e o desafio dela é descobrir onde está esse som: no início, no meio ou no final do nome da figura.

    3. Mostre os três círculos na parte inferior da carta:

      • O primeiro círculo representa o início da palavra.
      • O segundo círculo representa o meio da palavra.
      • O terceiro círculo representa o final da palavra.
    4. Diga a palavra e destaque a parte ou sílaba. Por exemplo:
      “A palavra é JANELA. Em qual parte da palavra está o som /NEI/?”

    5. Oriente a criança a separar a palavra em sílabas (JA-NE-LA) e marcar o círculo que corresponde ao som indicado (início, meio ou final).

    Não é bacana este jogo? Me diga aí! Estou esperando o seu comentário!!!

    Deixei lá na loja um arquivo em PDF com 45 cartinhas para este jogo.

    Bjooo

    P.S. Template deste jogo foi atualizado em novembro de 2024.

  • Atividades para adolescentes

    Atividades para adolescentes

    Olá! É comum eu receber pedidos de atividades para adolescentes. Especialmente para aqueles que ainda não estão alfabetizados. Talvez você tenha esta mesma dúvida então preparei este post com muito carinho para compartilhar a minha experiência. Espero que seja útil! 🙂

    imagePara começar precisamos estar cientes que, assim como a criança, o adolescente pensa sobre a escrita e formula hipóteses. Compreendido isto é necessário adaptar as atividades, que geralmente são utilizadas com as crianças, para o adolescente.

    Segue uma lista:

    1 – A primeira adaptação que faço é reduzir ou até mesmo eliminar objetos muito coloridos do espaço. Geralmente o adolescente fica incomodado ao entrar em um espaço “infantil”.

    2 – Alfabeto móvel: retiro o EVA colorido e apresento fichas escritas em computador.

    3 – A massa de modelar, que é excelente para escrita de letras e palavras, troco por escrever com argila ou massa somente com uma cor. A branca, geralmente, eles gostam bastante.

    4 – Nas atividades impressas não coloco imagens infantilizadas.

    5 – A leitura é de acordo com o interesse deles. A revista Mundo Estranho é bem aceita.

    6 – Se o adolescente já está trabalhando procuro saber como é o seu trabalho e então as atividades de escrita e leitura envolvem o trabalho dele.

    7 – Atividades de escrita e leitura de panfletos, notas fiscais, recibos. Inclusive uma visita a um comércio é interessante.

    8 – Placas com nomes de bairros, cidades, procurar os nomes em mapas. Fazer um tour pela cidade e ajudá-los a se localizar no mapa.

    9 – Escrever um diário (As meninas gostam mais!…rs).

    10 – De uma maneira geral eles gostam muito de atividades que envolvam experiências. Visitar um laboratório será demais!!!

    11 – Por fim, talvez seja a melhor dica, é que trabalho com o PEI (Programa de Enriquecimento Instrumental). Este programa não trabalha alfabetização, mas estimula os adolescentes a pensarem com mais eficiência.

    Encerro este post com a expectativa de que eu tenha de alguma maneira contribuído. Então deixe um comentário para eu saber,  ok?!!!

    Um forte abraço.

  • Informativo sobre epilepsia/convulsões/ataques:

    Informativo sobre epilepsia/convulsões/ataques:

    Marcelo Bastos Valbão

    A epilepsia já é conhecida desde a antiguidade e quase sempre foi cercada de mitos, preconceitos, gerando danos inumeráveis aos seus portadores. Na atualidade de modo algum se justifica tal situação, pois este problema já está muito mais esclarecido quanto a suas causas, consequências e tratamentos. A epilepsia na verdade não é uma doença, mas sim o resultado de diversas doenças diferentes que geram uma atividade exagerada em alguma região ou em todo o cérebro (descarga epiléptica, não perceptível a quem observa o paciente) e que pode ou não evoluir para a crise epiléptica (sintomas perceptíveis a quem observa o paciente ou pelo próprio).

    Para se esclarecer a respeito da epilepsia dividiremos o assunto em 3 tópicos:

    1 – Tipos de crises epilépticas (o que acontece com o paciente no momento da crise),

    2 – Causas de epilepsia (qual o problema no cérebro que levou a epilepsia),

    3 – Mitos sobre a epilepsia, 4 – Tratamento da epilepsia.

    1 – TIPOS DE CRISES EPILÉPTICAS = CONVULSÕES = ATAQUES EPILÉPTICOS:

    Existem muitos tipos de crises epilépticas e seria impossível tentar descrever todos neste espaço. Os diferentes tipos de crises são quase tão numerosos quanto às funções que o cérebro é capaz de exercer, daí a quantidade enorme de tipos de crises. Procuraremos nos deter nas mais comuns. Para se entender as crises epilépticas, lembremos que elas podem: a – iniciar em uma região localizada do cérebro (crises parciais); b – iniciar em todo o cérebro ao mesmo tempo (crises generalizadas); c – iniciar em uma região localizada e se espalhar para todo o cérebro (crises parciais com generalização secundária).

    1.a – Crise Tônico-Clônica Generalizada: Certamente o tipo de crise mais conhecido da população geral, que quase todo mundo já presenciou alguém tendo uma, mas que provavelmente não seja a mais comum, é a crise generalizada tipo tônico-clônica. Nesta crise o paciente geralmente inicia com um grito, seguido de perda de consciência com queda e movimentos dos braços e pernas esticando e encolhendo; também com salivação, respiração ruidosa, perda de urina e fezes na roupa; quando o paciente recupera a consciência normalmente fica confuso, sonolento, com dor de cabeça e náuseas; normalmente a crise dura 15 a 20 minutos.

    1.b – Crise Tipo Ausência: Outro tipo de crise que muitas pessoas já viram é a crise generalizada tipo ausência “branco”. Vale lembrar que as crises parciais às vezes podem se confundir com as crises de ausência e somente uma consulta com neurologista pode esclarecer a diferença. Na crise de ausência, que geralmente ocorre em crianças, o paciente tem uma parada súbita da atividade que estava executando, permanece poucos segundos inconsciente, imóvel, não responde a chamados e subitamente volta ao normal retornando a atividade que estava fazendo, muitas vezes sem perceber que teve uma crise; o paciente fica com fama de desatento ou que “vive no mundo da lua”.

    1.c – Crises Parciais: Outros tipos de crises, que são extremamente comuns, mas que nem sempre são reconhecidos pela população geral como formas de epilepsia são as crises parciais. Lembremos que as crises parciais se iniciam em uma região localizada do cérebro e, portanto suas manifestações serão dependentes da área afetada; por exemplo:

    a – se a crise inicia na área da visão – o paciente terá visão de luzes, manchas coloridas;

    b – se a crise inicia na área de controle de movimentos – o paciente terá crises de movimentos de metade do corpo contra a sua vontade;

    c – se a crise inicia na área da sensibilidade (tato, calor, dor) – o paciente terá crises de sensações estranhas, formigamentos, dores, em metade do corpo.

    Nestes 3 tipos de crises parciais descritos acima geralmente o paciente fica acordado e percebe toda a crise sem poder fazer nada ,ele “assiste a crise” (são chamadas de crises parciais simples), apenas esperando ela parar.

    d – crises parciais complexas – Em outros tipos de crises parciais, apesar da crise iniciar em uma região localizada do cérebro os pacientes perdem a consciência e não sabem o que ocorre durante a crise (são chamadas de crises parciais complexas); estas geralmente são as crises que mais demoram a ter diagnóstico, pois os pacientes demoram a reconhecer a crise como sinal de doença, não valorizam os sintomas, acham que seja algo psicológico, nervosismo, depressão, “estresse” e vão deixando o problema de lado até terem alguma conseqüência mais séria ou a freqüência das crises aumentarem muito. Sintomas comuns das crises parciais complexas são a execução de atos automáticos como mastigação, engolir, segurar e soltar objetos, sair andando sem direção, ficar parado com olhar fixo sem responder a chamados ou falando coisas sem sentido. Às vezes as crises podem ter sintomas extremamente semelhantes às atividades normais do paciente; ele continua agindo normalmente durante a crise e ninguém ao redor percebe a crise; quando o paciente volta ao normal não se lembra de nada o que ocorreu durante o período da crise, só para se ter uma idéia, os pacientes podem dirigir veículos, operar máquinas, tomar condução errada, comprar coisas, sair andando por longas distâncias; quando o paciente volta ao normal fica perplexo com a situação em que está envolvido, não conseguindo ter nenhuma explicação para ela.

    image2 – CAUSAS DE EPILEPSIA:

    Para um problema qualquer no cérebro gerar a epilepsia ele deve provocar a formação do chamado foco epiléptico, que é o local do cérebro onde a crise inicia, é o local onde ocorre a atividade exagerada e descontrolada do cérebro. Também neste ponto a variedade de causas é enorme, só para citar as mais comuns:

    2.a – crises hereditárias – transmitidas pelos genes, quando há história de epilepsia na família;

    2.b – traumatismo de crânio – pacientes que sofreram traumas na cabeça, em acidente de trânsito por exemplo;

    2.c – tumores dentro do crânio – a presença de massas crescendo dentro do crânio comprime o cérebro e gera o foco epiléptico;

    2.d – infecções – após meningites, abscessos cerebrais e em nossos dias não se esquecer da AIDS que pode causar epilepsia de diversas formas (meningite, toxoplasmose, ação direta do vírus);

    2.e – parasitas – entre as causas mais comuns de epilepsia em nosso meio, devido à falta de saneamento e ao desconhecimento da população está a cisticercose; o cisticerco é a larva da solitária (Taenia solium) que normalmente vive na fase adulta no intestino do homem, em sua fase larvária pode viver em diversas partes do nosso corpo inclusive o cérebro gerando um foco epiléptico. A solitária (Taenia) é transmitida através da ingestão de carne de porco (Taenia solium) ou boi (Taenia saginata) mal cozidas, a carne infectada possui nódulos esbranquiçados popularmente chamados de “canjica”, às vezes as pessoas conhecem os nódulos, mas não sabem o seu significado e acham a carne que tem o problema mais saborosa! E macia! Um verdadeiro problema de saúde pública. A cisticercose é transmitida quando o ser humano ingere vegetais contaminados com fezes de pessoas que tem a solitária (Taenia solium) adulta no intestino. A epilepsia não é a única conseqüência da cisticercose pode causar também outros problemas mais sérios levando a morte.

    2.f – Anóxia peri-natal – é a falta de oxigênio no cérebro por sofrimento fetal durante ou próximo ao momento do parto, parto demorado, eclampsia, descolamento de placenta.

    3 – MITOS SOBRE A EPILEPSIA:

    Diversos mitos tem causado sofrimento desnecessário aos portadores de epilepsia, vamos tentar desfazê-los:

    3.a – a epilepsia é um sinal de loucura – não é verdade;

    3.b – a epilepsia é transmitida pela saliva – não é verdade;

    3.c – a epilepsia é causada por nervosismo e/ou depressão – não é verdade; o nervosismo pode agravar a epilepsia, mas certamente não é sua causa;

    3.d – a epilepsia é sinal de possessão ou envolvimento por demônios, bruxarias – não é verdade.

    3.e – o epiléptico não pode fazer nada sozinho pelo risco de ter uma crise – não é verdade; não só pode como deve ter uma vida o mais normal possível; para se saber o que o epiléptico pode ou não fazer a regra é muito simples, basta perguntar: Se uma crise ocorrer na situação em que estou envolvido, causarei em mim ou em outro algum ferimento grave ? Se a resposta for sim, não deve fazê-lo.

    Exemplos de situações que o epiléptico deve evitar: natação em locais profundos com ou sem companhia; já, nadar em local de fácil acesso como piscinas com pessoas acompanhando e que sabem da epilepsia é razoavelmente seguro; praticar esportes radicais como surf, alpinismo, salto de asa delta, paraquedismo, mergulho profundo; profissões perigosas ou que exijam atenção de 100%, como dirigir, operar máquinas, mergulho profundo, pilotar veículos aéreos. Se analisarmos, as atividades que devem ser evitadas são as que a maioria das pessoas normalmente não executam.

    3.f – O epiléptico tem menor inteligência que o normal – A inteligência pode ser afetada dependendo da doença causadora da epilepsia, mas isto nem sempre é verdade, a maioria dos epilépticos pode ter rendimento intelectual normal ou até mesmo superior à média da população.

    4 – TRATAMENTO DA EPILEPSIA

    A principal arma que os neurologistas utilizam para tratar a epilepsia são os medicamentos. Hoje em dia, graças ao avanço na indústria farmacêutica, já foram desenvolvidos diversos medicamentos, razoavelmente seguros e efetivos, no controle das crises epilépticas. Salientamos que, as medicações não tratam a causa da epilepsia, mas sim as crises epilépticas, reduzindo a chance de elas ocorrerem; logo se o paciente parar a medicação, as crises tendem a agravar-se novamente. Em alguns casos mais graves existe a possibilidade do tratamento por cirurgia, feita em centros especializados em cirurgia de epilepsia. Somente um médico pode chegar ao diagnóstico e tratamento seguros da epilepsia, nunca se automedique, nem altere as doses da medicação por conta própria. Caso você tenha crises semelhantes ou alguma dúvida sobre o assunto não hesite em consultar um neurologista.

    image5 – O QUE FAZER QUANDO PRESENCIAR ALGUÉM SOFRENDO UMA CONVULSÃO:

    5.a – Se for crise parcial simples ou parcial complexa apenas manter-se calmo, proteger a pessoa para evitar ferimentos.

    5.b – Se for crise generalizada (desmaio com queda ao solo): manter a pessoa deitada de lado, não tentar levantar a pessoa até que restabeleça completamente a consciência, não é necessário fazer respiração boca-a-boca se a crise tiver duração curta (menor que 45 min.), nunca introduzir a mão ou qualquer objeto na boca da pessoa.

    5.c – Em qualquer um dos casos anteriores deve-se se acionar serviço de emergência se: 1 – houver algum ferimento mais grave como cortes profundos, queimaduras, choque elétrico, contusões com formação de hematomas; 2 – a crise durar mais de 45 min. (estado de mal- epiléptico); 3 – ocorrerem crises seguidas, mesmo que de curta duração, mas que no intervalo entre as crises a pessoa não volta totalmente ao normal (crises subentrantes).

    MARCELO BASTOS VALBÃO

    CRM-SC 7494, RTE 4114, RTAA 5346.

    Neurologista e Eletroneuromiografista

    Membro Titular da Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica

    Membro da Sociedade Brasileira para Estudos da Dor

     

  • Pegue uma letra

    Pegue uma letra

    Oie!

    Que tal uma atividade para estimular a aprendizagem do alfabeto, a escrita de palavras e ainda de quebra trabalhar a coordenação motora? Gostou? Então mãos à obra!

    Para preparar a caixa que você vê na imagem ao lado nós utilizamos:

    – Uma caixa de papelão;

    – letras de EVA;

    – barbante;

    – um pegador de macarrão.

    Procedimento:

    A criança deverá pegar a letra da caixa utilizando o pegador de macarrão. Isso sem tocar no barbante. Depois dizer o nome da letra, o seu som, falar ou escrever uma palavra que tenha aquela letra…

    Este post é adaptação de uma atividade que encontramos no site www.reab.me. Lá vimos uma brincadeira  em que  a criança deveria pegar objetos dentro de um cesto de roupa. O que é também uma excelente ideia.

    Beijão

    Outras ideias para trabalhar o alfabeto em:

  • Jogo de memória com números

    Jogo de memória com números

    Oie! Que tal um jogo de memória prontinho para você imprimir?

    Neste jogo, além de relacionar número à quantidade, estará sendo estimulada a percepção, atenção, orientação espacial…

    Materiais:

    – Cartas para jogo de memória com números x quantidade (disponível gratuitamente em nossa loja);

    – uma folha de scrapbook (apenas sugestão!)

    – cola;

    – tesoura.

    Procedimento:

    Após imprimir a tabela com as cartas para o jogo cole-a na folha de scrapbook e recorte. Espalhe as cartas sobre uma mesa com as imagens e os números voltados para baixo. O jogo acontece como em um jogo de memória tradicional.

    Exemplo: A criança vira uma carta que contém a imagem de uma mão com dois dedos levantados. Ela deverá virar outra carta. Se esta tiver o número dois a criança fica com as duas cartas.

    Ganha quem conseguir mais cartas.

    imageA vantagem de ter colado a tabela em uma folha de scrapbook é que, além de super lindo(!), a criança também poderá utilizar o verso das cartas para montar um quebra-cabeça.Veja a imagem à direita.

    Beijão e até a próxima semana!

    Ah! Faça o seu pedido da cartela em nossa loja. É grátis!

     

  • Produção de texto a partir de uma folha de scrapbook

    Produção de texto a partir de uma folha de scrapbook

    Olá!

    Eu entendo muito pouco, para não dizer nada (rs), sobre scrapbook, mas quando vi esta folha achei lindíssima e algumas ideias pipocaram na minha cabeça. Hoje vou compartilhar uma delas com você.

    É necessário:

    – Uma folha de scrapbook com um desenho bem lindo! Aplique papimageel contact para aumentar a durabilidade. 😉

    – pequenos objetos, adesivos e/ou figuras (pode ser recortes de revistas);

    – uma folha de papel sulfite;

    – canetinha.

    Procedimento:

    De acordo com a folha que você escolher organize algumas perguntas e escreva em um cartão. Exemplo: Quem mora na casa? Qual a profissão dele(a)? Qual o nome do personagem principal? Tem algum animal nesta casa?

    A criança deverá ler o cartão, escolher e colocar as figuras em cima da folha de scrapbook de acordo com as perguntas. É interessante ter várias opções de figuras para a criança poder escolher.

    Por fim, pode ser aproveitada a montagem que a criança fez para escrever uma bela história!

    Bjs e até a próxima semana! Espero que você passe por aqui!!!

    Conheça esta nossa apostila em PDF: