Tag: alfabetização lúdica

  • Quebra-cabeça procure cor, forma e leia

    Quebra-cabeça procure cor, forma e leia

    Oie!!!
    O jogo lúdico que propomos hoje tem o objetivo de estimular várias habilidades. Dentre elas: a leitura, a escrita, o pensamento lógico, o planejamento, a organização, a coordenação motora fina, a atenção, a percepção, a tolerância à frustração, o trabalho em equipe, etc. Sendo assim, é um jogo que contribui no processo de alfabetização, porém, há muitas outras competências estimuladas que, inclusive, interferem consideravelmente no desempenho que os aprendentes apresentam no processo de qualquer aprendizagem.

    […] certas atitudes, como ser atento, organizado e coordenar diferentes pontos de vista são fundamentais para obter um bom desempenho ao jogar e também podem favorecer a aprendizagem na medida em que a criança passa a ser mais participativa, cooperativa e melhor observadora.[…] (COLL, 1987 apud MACEDO; PETTY e PASSOS, 2000, p. 14).

    Deixamos o arquivo PDF com este jogo disponível na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Os jogadores começam o jogo separando as peças do quebra-cabeça por cor.
    Após, cada um, na sua vez, joga os dois dados: Cor e Forma. Em seguida, procura uma peça com as características que foram sorteadas com os dados.
    Exemplo: Supondo que no “dado cor” seja sorteada a cor “laranja” e, no “dado forma”, um “quadrado”. O jogador deverá procurar uma peça do quebra-cabeça que seja laranja e que tenha o formato quadrado. Se encontrar deve ler a sílaba que consta na peça e procurar nas “fichas de palavras” uma palavra que tenha esta mesma sílaba.
    Se não constar mais fichas na cor e forma sorteada, passa a vez para o outro jogador.
    Quando não tiver mais fichas para serem conquistadas é o momento de conferir a pontuação que cada jogador fez.

    Pontuação:

    Laranja, azul escuro e verde escuro: 2 pontos (cada).

    Amarelo, azul claro e verde claro: 1 ponto (cada).

    Para concluir, todos trabalham juntos para montar o quebra cabeça!!! Uhuuu!!!

    Este material ainda pode ser utilizado para:

    • Organizar em ordem alfabética as palavras das fichas;
    • Falar ou escrever frases e textos com as palavras das fichas.

    Pensaram em outras maneiras de explorar este material? Vamos amar saber!!!

    Ficamos por aqui! Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF (enviado por e-mail) contendo:

    • 01 quebra-cabeça sílabas simples;
    • 06 fichas de palavras com sílabas simples;
    • 01 quebra-cabeça sílabas complexas;
    • 06 fichas de palavras com sílabas complexas;
    • Gabaritos;
    • 01 dado Cor;
    • 01 dado Forma;
    • Instruções de uso.
  • Qual é a palavra?

    Qual é a palavra?

    Oie!!! Estimados e estimadas, não sabemos se vocês já perceberam que temos muito orgulho do nosso trabalho, agora, o jogo que estamos compartilhando com vocês hoje é simplesmente maravilhosooo!!! (Nem sempre conseguimos segurar nossa modéstia! 🤭 rsrs).

    Este jogo tem o objetivo de estimular a leitura, a escrita, a atenção, a percepção, mas, também, podemos aproveitar a situação lúdica que ele proporciona para saber mais sobre a criança.

    […] o uso de situações lúdicas é mais uma possibilidade de se compreender, basicamente, o funcionamento dos processos cognitivos e afetivo-sociais em suas interferências mútuas, no Modelo de Aprendizagem do paciente. […] (WEISS, 2007, p. 74).


    Quando compreendemos a maneira que a criança aprende facilita muuuito nossa intervenção. Então precisamos estar atentos nos momentos lúdicos porque, nessas situações, a criança mostra muito de si.

    Sendo assim, vamos arregaçar as mangas e ao trabalho! Ops, ao jogo! 😉

    Sugestão de uso:

    Coloquem o tabuleiro sobre uma superfície plana e as fichas com figuras dentro de uma sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma das fichas da sacola e procura no tabuleiro todas as figuras iguais. Anota as sílabas que estão imediatamente abaixo das figuras e tenta formar uma palavra com elas. Se conseguir, fica com a carta. Se não conseguir, devolve a carta para a sacola. Ganha o jogo quem conquistar cinco cartas primeiro.
    Variação: Se vocês quiserem ampliar o desafio podem determinar um tempo para a criança localizar as figuras e formar a palavra.

    Bom, é isso! Ficamos na expectativa que este material seja muito útil para vocês.
    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
    WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 12. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

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    • 01 tabuleiro;
    • 16 fichas;
    • Instruções de uso.

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  • Complete com as vogais

    Complete com as vogais

    Oie!!!
    Sabemos que, como em qualquer aprendizagem, o processo de construção de escrita será facilitado se apresentarmos desafios partindo do simples. Foi pensando nisso que elaboramos este material. Obviamente que, o que irá determinar a complexidade de uma atividade, são os conhecimentos prévios da criança e a nossa intervenção adequada.
    Uma dica importante é levar a criança a compreender que a escrita representa a fala. É o que nos afirmam Nagy e Anderson (1999, p. 155) apud Soares (2016, p. 125):


    “[…] a criança precisa, antes de tudo, perceber que a escrita representa a fala, e em seguida identificar os detalhes de como a escrita representa a fala.”

    Sendo assim, vamos mediar este processo da melhor forma possível?! Segue agora um recurso para intervenção. 

    Sugestão de uso:
    Entreguem as fichas e os prendedores com as vogais para a criança. O desafio dela será identificar as vogais que estão faltando para completar a palavra e colocar o prendedor com a letra correspondente no local correto.Vocês podem contribuir, caso seja necessário, enfatizando o som da vogal para que a criança consiga identificar. Exemplo: /uuuuuursoooooo/. Peçam para a criança repetir os sons da palavra com vocês. 😉
    Após a criança completar a palavra pode ser formulado frases tanto oral quanto por escrito. 😉

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.


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    • 12 fichas com palavras faltando vogais;
    • Fichas com vogais;
    • Instruções de uso.

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  • Circule o nome da figura

    Circule o nome da figura

    Oie!!!
    Genteeee, este é o último post de 2019 aqui no site. No entanto, fiquem atentos as nossas publicações no Instagram, Facebook e WhatsApp porque o nosso trabalho continua e estamos pensando em fazer algumas promoções. Vamos manter vocês informados por lá, ok?! Ah, também avisaremos por e-mail (para quem se inscreveu, claro!) <3

    Agora vamos falar do material que trouxemos como sugestão hoje.

    Além de ser útil para a alfabetização é também uma maneira de estimular a atenção, percepção, memória visual. Apesar de não gostarmos de atividade repetitiva, sabemos que ela é importante para a aprendizagem. Então pensamos em uma maneira lúdica da criança acessar algumas palavras várias vezes, mas de uma maneira que não fosse enfadonha, entediante. A criança precisará selecionar palavras corretas (informação relevante) e descartar as incorretas (informação irrelevante).

    Shimamura (2000) apud Seabra et all (2009, p. 79) esclarece que:

    Para resgatar informações pré-estocadas e, para manter determinada informação ativa durante a realização de uma tarefa, são necessárias as habilidades de acessar informação previamente estocada e de manter informação ativa. […] Trata-se de um mecanismo de filtragem dinâmica de informações, que atenta às informações que são relevantes e ignora as irrelevantes.

    Sugestão de uso:

    Colocar as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico).

    A criança deve circular com canetinha (sobre o plástico) todas as palavras da página que correspondam ao nome da figura. Em seguida, você fecha a pasta e pede para ela escrever o nome da figura. Após, ela pode olhar a página para conferir os acertos.

    Observação: Para algumas crianças esta atividade será mais desafiadora se for determinado um tempo para ela executar a tarefa.

    Quando finalizar a atividade basta apagar as anotações com uma flanela.

    É isso! Espero ter contribuído!

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SEABRA, Alessandra Gotuzo; CAPOVILLA, Fernando César. Teoria e pesquisa em avaliação neuropsicológica. São Paulo: Memnon, 2009.

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    • 16 páginas;
    • Instruções de uso.

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  • Bingo de Rima

    Bingo de Rima

    Oie!!! Há um tempo eu compartilhei aqui com vocês o Bingo de Aliteração que, assim como o jogo que eu trouxe hoje, tem o objetivo de estimular o desenvolvimento da consciência fonológica. Estes recursos são, dentre outros, imprescindíveis em um ambiente que pretende ser alfabetizador para facilitar o processo de construção da escrita. Inclusive, podem também ser uma ferramenta muito útil para minimizar o sofrimento de crianças que apresentam dificuldade na aprendizagem da escrita e leitura.

    Capovilla e Capovilla (2007, p. 33) afirmam que:

    […] Crianças com dificuldade de escrita frequentemente apresentam atrasos em consciência fonológica […]

    Obviamente que sempre precisamos estar atentos ao “para quem” se destina o jogo, ou seja, fazer as adaptações necessárias. Feito isso teremos crianças mais engajadas, motivadas – o que facilita o nosso trabalho -, e, portanto, o aprendizado acontece com alegria e prazer.

    Sugestão de uso:

    Distribuir para cada criança ou dupla uma cartela e marcadores (pedrinhas, bolinhas de papel, etc). Colocar as fichas com perguntas “rima com…” dobradas em um pote. Verificar se as crianças conhecem todas as figuras disponíveis nas cartelas que receberam. É hora de começar o jogo. Retirar uma ficha do pote, abrir, e, sem mostrar a figura para as crianças, dizer, por exemplo: “rima com joelho”. As crianças devem colocar um marcador sobre a figura de um coelho. Após, é preciso mostrar a ficha com a figura para as crianças conferirem se marcaram corretamente. Ganha o jogo quem marcar toda a cartela primeiro.

    Para finalizar, podemos sugerir que cada criança escreva os nomes das figuras das cartelas que receberam.

    Espero que este material seja útil para vocês. Um forte abraço e até o próximo post. 🙂

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CAPOVILLA, Alessandra G. S.; CAPOVILLA, César Fernando. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. São Paulo: Memnon, 2007

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    • 15 cartelas;
    • 24 fichas;
    • Instruções de uso.

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  • Bingo Fonema x Grafema

    Bingo Fonema x Grafema

    Oie!!!

    Se existe uma ferramenta que precisa estar presente em um ambiente alfabetizador, certamente, é uma que envolva o conhecimento da relação grafema x fonema (letra/som).

    Bus e Van Ijzendoorn apud Soares (2016, p. 217) esclarecem:

    […] a plena compreensão do princípio alfabético se fundamenta na associação entre letras e fonemas. Esses pesquisadores, com base na análise de 71 pesquisas experimentais sobre o desenvolvimento da consciência fonêmica, com ou sem o suporte do conhecimento de letras, concluíram que a aprendizagem da escrita ocorreu de forma mais consistente e efetiva nos programas que desenvolveram simultaneamente fonemas e letras […].

    Para reforçar ainda mais a importância deste conhecimento para a construção da escrita vejam o que Montessori (1965, p. 202), nos diz:

    […] Quando se apresenta à criança uma letra, emitindo seu som, ela fixa a imagem mediante o seu sentido visual e, ao mesmo tempo, com seu sentido tátil-muscular; associa o som aos sinais correspondentes, isto é, toma conhecimento da linguagem gráfica.

    Queridos, eu tomo o cuidado de fundamentar o que trago de sugestão para vocês porque considero importante estarmos bem embasados teoricamente na nossa prática que, jamais(!), pode ser desenvolvida por “achismo”. Além disso, devido a subjetividade de cada criança, é preciso constantemente reavaliar o nosso trabalho para nos certificarmos se estamos proporcionando a intervenção adequada. Tenho esta convicção por compreender que nem sempre uma atividade que foi eficiente no desenvolvimento de uma criança será para outra. Sendo assim, procurar por autores que já desenvolveram pesquisas na área é fundamental.

    Então vamos a ideia de hoje?

    Sugestão de uso:

    Distribuir para cada criança ou dupla uma cartela com letras e marcadores (botões, bolinhas de papel reciclado, …). Colocar as fichas com imagens dentro de uma sacola/caixa.

    Para o jogo começar é preciso retirar uma ficha da sacola, falar o som da primeira letra do nome da figura. Exemplo: /mmmm/ para maçã. As crianças deverão procurar em suas cartelas uma letra que tenha esse som. Quem tiver coloca um marcador sobre a letra e fala o som. Após, é necessário mostrar a carta com a figura, falar novamente o som e mostrar a letra para a criança ter certeza que marcou corretamente (se for necessário, escrevam no quadro). O jogo continua e ganha quem marcar primeiro três letras na horizontal, vertical ou diagonal. Vocês também podem combinar que é necessário completar a cartela toda para vencer o jogo. É preciso avaliar o que é mais adequado.

    Vou encerrar deixando uma dica importante: O conhecimento da relação fonema x grafema (som/letra) deve ser apresentada ao longo do ano juntamente com outras atividades para estimular o desenvolvimento da consciência fonológica. Supondo que a criança não tenha nenhum conhecimento sobre este assunto, sugiro apresentar duas ou três letras/som a cada dia. Sendo que, as letras já aprendidas, devem ser revisadas nos dias seguintes. Ok?!

    Um forte abraço e até o próximo post 😉

    Ah! Fale nos comentários se este texto lhe ajudou, vou amar saber.

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

    MONTESSORI, Maria. Pedagogia científica. São Paulo: Flamboyant, 1965.

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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    • 15 cartelas;
    • 26 fichas;
    • Instruções de uso.

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  • Pescaria de Aliteração

    Pescaria de Aliteração

    Oieee!!!

    Hoje vou continuar nosso assunto da semana passada sobre consciência fonólogica. Lembram que falei sobre a rima? Naquele post também abordei que um dos itens a ser desenvolvido da consciência fonológica é a aliteração,  que é a habilidade de identificar sons iniciais iguais (sílabas ou fonemas). Antes de tudo é importante estarmos cientes que utilizar a rota fonológica é essencial para o desenvolvimento da leitura e, mesmo nós, leitores fluentes, precisamos recorrer a ela quando estamos diante de uma palavra nova. Estimular a consciência fonológica faz a criança voltar sua atenção para a cadeia sonora das palavras e, se apresentarmos jogos ou brincadeiras que elas possam verificar a representação gráfica fará, consequentemente, que elas encontrem correspondências gráficas.

    Soares (2016, p. 184), afirma: “[…] atividades que levem a criança a confrontar rimas e aliterações com sua representação escrita podem introduzir a compreensão da relação entre os sons e os grafemas que os representam, ou seja, a compressão do princípio alfabético.”

    Agora vamos ao jogo? Deixei o arquivo PDF com este material na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final do post.

    Sugestão de uso:

    Coloquem os peixes em uma bacia com areia e as cartas com figuras em uma sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma carta da sacola e tenta pescar um peixe que tenha uma palavra que inicie com o mesmo som (fonema) da figura da carta. Se conseguir, fica com o peixe. Se não conseguir, deverá devolver a carta para a sacola e o peixe para a bacia (no mesmo lugar que estava).

    Se a criança tirar um peixe que estiver escrito “+ 1 CHANCE”, ela poderá pescar mais uma vez, porém, antes precisará cumprir alguma tarefa. Pode ser dizer uma palavra que começa com o mesmo som que precisa encontrar ou outra tarefa que vocês acharem interessante para a brincadeira.

    Ganha o jogo quem conquistar mais peixes.

    Gente, as crianças amam este jogo. Espero que contribua com o trabalho de vocês e que tenhamos mais alegria no processo de construção da escrita e leitura.

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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    • 14 peixes;
    • 14 cartas;
    • Instruções de uso.

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  • Tríade

    Tríade

    Oieee!!!

    Gente, vocês conhecem o jogo “Trinca” ou então o “Pife”? Quando eu era criança jogava muito com minha mãe. Após o almoço eu tinha a responsabilidade de lavar a louça e fazia isso bem rapidinho só para jogar com ela. Era pura diversão… hehe Óbvio que, a questão ali não era apenas jogar, mas estar perto da minha mãe. Grandes lições aprendi com ela, por exemplo, paciência e persistência.

    CURY (2003, p. 33) nos faz refletir:

    Bons pais corrigem falhas, pais brilhantes ensinam os seus filhos a pensar.

    E por que estou falando tudo isso? Porque o jogo de hoje lembra um pouco a Trinca. No entanto, a primeira adaptação que fiz foi que na Trinca é preciso agrupar três grupos de três cartas. Sei que é meio difícil segurar tantas cartas com mãos ainda pequenas, então será necessário apenas um grupo de três cartas (um tríade). Explico melhor logo abaixo.

    Sugestão de uso:

    O desafio do jogo será agrupar a figura de um animal com as sílabas que formam o seu nome (observem a imagem acima).

    Comecem distribuindo três cartas para cada jogador. O que sobrar coloquem dentro de uma caixa ou sacola.

    Uma criança pega uma carta da sacola, se ela quiser ficar deverá descartar uma das suas cartas sobre a mesa. Se não quiser, é só colocar sobre a mesa. O outro jogador poderá escolher se fica com a carta da mesa ou pega outra da sacola. Assim o jogo segue até uma das crianças atingir o objetivo.

    Tríade

    Variação: Talvez, para algumas crianças, este jogo seja mais desafiador se vocês cobrirem os nomes dos animais (veja imagem ao lado) 😉

    Bom, é isso meus queridos! Escrever este post me trouxe doces lembranças. E vocês, gostaram? Querem mais jogos assim? É a participação de vocês que vai me orientando a melhor maneira de ajudá-los, ok?

    Um forte abraço,

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CURY, Augusto. Pais brilhantes, professores fascinantes. Rio de Janeiro: Sextante, 2003.

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    • 27 cartas;
    • Instruções de uso.

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  • Varal para formar palavras

    Varal para formar palavras

    Oie!!!

    Quero começar este post de hoje expressando a imensa felicidade que sinto ao saber – pelas várias mensagens que recebo – que o trabalho que venho desenvolvendo e compartilhando neste site há 10 anos, vem sendo aproveitado em diversos espaços pelo Brasil e mundo; coisas que a internet tornou possível. Minha responsabilidade só cresce com cada pessoa que por aqui passa e lê as minhas tentativas de escrita.

    Acredito e tenho muita fé que juntos, mesmo que por vezes pareça que estamos fazendo pouco, vamos espalhar sementes de uma educação com mais diversão e principalmente afetividade.

    ”Vivemos com nossos sentimentos mais do que com nossa inteligência e nossas decisões apenas parecem racionais. “ (LAPIERRE, 2010, p. 15).

    Então vamos nessa?! Seguimos lembrando de sempre apresentar um material que seja adequado para os conhecimentos prévios da criança e dos desafios que são possíveis e necessários para ela alcançar.

    O material que trouxe como sugestão tem somente sílabas simples. Falem pra mim se querem que eu desenvolva um material semelhante com sílabas complexas, ok? 🙂

    Tem arquivo PDF com este material na nossa loja. Para adquirir cliquem no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizem o varal para formar palavras para a criança explorá-lo. Deixem-na olhar as imagens, falar quais conhece ou não, etc. Após, fechem o varal e façam perguntas, por exemplo: quais imagens ela lembra de ter visto, quantos animais tinha, qual a cor do fone , qual a cor da luva…

    Se a criança não se lembrar de muita coisa, deixem-na explorar mais uma vez o material. Desta maneira ela irá ficar mais atenta a cada detalhe.

    Depois é hora de escrever os nomes das figuras. Para isso entreguem as fichas com sílabas 🙂

    É isso, espero que contribua. Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LAPIERRE, Andre. Da psicomotricidade relacional à análise corporal da relação. Curitiba: UFPR, 2010.

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    • 20 fichas com imagens (para organizar o varal);
    • 15 fichas com sílabas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Pesque sílabas

    Pesque sílabas

    imageOie!

    Quem quer brincar vem comigooooo!

    Vamos estimular a leitura e coordenação motora.

    É necessário:

    – Uma bacia com areia;

    – fichas com sílabas (pode ser palavras, tabuada);

    – uma peneira.

    Procedimento:

    A criança passa a peneira na areia e chacoalha para ficar só as fichas. Tenta ler as sílabas.  Se conseguir, ela fica com as fichas. Se não souber, vocês leem para ela e devolvem na bacia. Para aumentar o desafio vale dizer que não pode virar as fichas com as mãos para ler as sílabas. É preciso chacoalhar a peneira.

    Uma outra criança repete o procedimento. Ganha o jogo quem  ficar com mais fichas em três jogadas.

    Variação: Pode ser feito só com uma criança. Ela vai tirando as fichas com a peneira e lendo. Devolve na bacia as que não sabe, mas antes vocês leem para ela. Então passa a peneira novamente. É uma maneira de repetir a leitura. Legal, né?

    Queridas e queridos, por hoje é isso!

    Bjs e até o próximo post!!! Aguardo os comentários de vocês, viu?!

    Mais uma ideia para alfabetização no link abaixo!