Tag: alfabetização

  • Complete e Avance

    Complete e Avance

    Oie!!!
    Hoje vamos começar este post agradecendo. A gente amaaaa pensar em estratégias para deixar a aprendizagem mais divertida e os feedbacks que temos recebido estão nos deixado super animados para desenvolver mais e mais ideias para compartilhar com vocês. Sendo assim, agradecemos imensamente cada comentário e mensagem recebida. <3

    Agora vamos a sugestão de hoje!

    O jogo que estamos apresentando tem como objetivo estimular o processo de alfabetização.

    Lembramos que, o caminho de construção da escrita, deve sempre ser apresentado aos poucos para as crianças. Partindo do mais simples, das regularidades da língua para as irregularidades. Os jogos lúdicos são ferramentas indispensáveis neste processo.

    Em termos práticos, não se trata de continuamente introduzir o sujeito em situações conflitivas dificilmente suportáveis, e sim de tratar de detectar quais são os momentos cruciais nos quais o sujeito é sensível às perturbações e às suas próprias contradições, para ajudá-lo a avançar no sentido de uma nova reestruturação. (FERREIRO; TEBEROSKY, 1986, p. 32).

    Deixamos o arquivo pdf com este jogo disponível na nossa loja.

    Sugestão de uso:

    Coloquem o tabuleiro sobre uma superfície plana e as fichas dentro de uma sacola ou caixa. Entreguem para cada jogador um peão.
    Os jogadores devem escolher uma cor do tabuleiro (azul, verde laranja, amarelo) para colocar seus peões no início da trilha (círculo cinza). Cada um, na sua vez, retira uma ficha da sacola e completa a palavra com a sílaba que estiver faltando. Após, pode avançar uma casa no tabuleiro. Em seguida, apaga a ficha e devolve na sacola.
    Se o jogador tirar uma ficha que tenha a marca de pés na cor que ele escolheu de trilha, avança uma casa. Se tirar uma ficha com marca de pés diferente da sua cor, ele deve ficar parado uma rodada. Ganha o jogo quem chegar ao centro do círculo primeiro.

    Observação: se as fichas forem plastificadas ou aplicadas papel Contact, as crianças poderão escrever com canetinha sobre elas e após o uso apagar com uma flanela. 😉

    Por hoje é isso!

    Um forte abraço cheio de vibrações positivas <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FERREIRO, E. e TEBEROSKY, A. A psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1986.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 24 fichas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

     

  • Qual quadro?

    Qual quadro?

    Oie!!!
    Hoje trouxemos para vocês mais uma sugestão de atividade para estimular o processo de alfabetização.
    Antes da sugestão de uso queremos falar um poquetito com vocês. É um recadinho cheio de amor, especialmente, às mães (famílias) que, devido a pandemia que neste momento vivenciamos, estão tendo que lidar com o processo de alfabetização de seus filhos e a maioria não tem formação para isso.
    É sempre importante olhar para os “erros” que acontecem na escrita das crianças como algo que faz parte do processo de construção da escrita. O olhar e a escuta devem se voltar ao que a criança pensou durante a escrita. Entendam, leva um tempo para que as crianças percebam todos os sons que compõem uma palavra. Isso é, realmente, uma construção. Alguns caminhos terão que ser repetidos para serem lembrados. Não estamos falando de atividades repetitivas, monótonas e medonhas, ok?… rs Queremos dizer, por exemplo, uma letra talvez tenha que ser repetida em dias e formas diferentes. Como? Fazer a letra com massinha de modelar, com colagens, com movimento do dedo no ar, olhar no espelho enquanto fala o som dela, enfim… de diversas formas para que a letra seja integrada ao conhecimento da criança. ok?! #forçaefé #estamosjuntos #nofimtudodácerto

    O erro tem um valor construtivo porque, a partir da análise das próprias respostas equivocadas, pode-se chegar a respostas mais adequadas. (FERNÁNDEZ, 2001, p. 163).

    Agora sim, vamos a explicação do recurso que trouxemos como sugestão hoje. Ah, esta atividade também tem como objetivo estimular o desenvolvimento da coordenação motora-fina.

    Sugestão de uso:

    Verifiquem se a criança sabe o nome da figura em destaque. Após, tenta identificar o som inicial e faz com massinha de modelar a letra correspondente. Em seguida, observa os três quadros com letras e cobre o tracejado daquele que tem todas as letras para formar o nome da figura. Por fim, escreve o nome da figura dentro dos espaços que estão na margem inferior da página.

    Observações:

    1) Dependendo do nível de conhecimento da criança talvez seja interessante ela contar os quadrados que estão na margem inferior da página para saber a quantidade de letras necessárias para a escrita da palavra. Isso ajudará a eliminar alguns quadros com letras a mais ou a menos.
    2) Se as páginas forem colocadas em uma pasta catálogo, aquelas com plástico, a criança pode escrever com canetinha e após o uso apagar com uma flanela.

    Ficamos por aqui, um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FERNÁNDEZ, Alicia. A mulher escondida na professora: uma leitura psicopedagógica do ser mulher, da corporeidade e da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2001.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF (enviado por e-mail) contendo:

    • 20 páginas;
    • Instruções de uso.
  • Quebra-cabeça procure cor, forma e leia

    Quebra-cabeça procure cor, forma e leia

    Oie!!!
    O jogo lúdico que propomos hoje tem o objetivo de estimular várias habilidades. Dentre elas: a leitura, a escrita, o pensamento lógico, o planejamento, a organização, a coordenação motora fina, a atenção, a percepção, a tolerância à frustração, o trabalho em equipe, etc. Sendo assim, é um jogo que contribui no processo de alfabetização, porém, há muitas outras competências estimuladas que, inclusive, interferem consideravelmente no desempenho que os aprendentes apresentam no processo de qualquer aprendizagem.

    […] certas atitudes, como ser atento, organizado e coordenar diferentes pontos de vista são fundamentais para obter um bom desempenho ao jogar e também podem favorecer a aprendizagem na medida em que a criança passa a ser mais participativa, cooperativa e melhor observadora.[…] (COLL, 1987 apud MACEDO; PETTY e PASSOS, 2000, p. 14).

    Deixamos o arquivo PDF com este jogo disponível na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Os jogadores começam o jogo separando as peças do quebra-cabeça por cor.
    Após, cada um, na sua vez, joga os dois dados: Cor e Forma. Em seguida, procura uma peça com as características que foram sorteadas com os dados.
    Exemplo: Supondo que no “dado cor” seja sorteada a cor “laranja” e, no “dado forma”, um “quadrado”. O jogador deverá procurar uma peça do quebra-cabeça que seja laranja e que tenha o formato quadrado. Se encontrar deve ler a sílaba que consta na peça e procurar nas “fichas de palavras” uma palavra que tenha esta mesma sílaba.
    Se não constar mais fichas na cor e forma sorteada, passa a vez para o outro jogador.
    Quando não tiver mais fichas para serem conquistadas é o momento de conferir a pontuação que cada jogador fez.

    Pontuação:

    Laranja, azul escuro e verde escuro: 2 pontos (cada).

    Amarelo, azul claro e verde claro: 1 ponto (cada).

    Para concluir, todos trabalham juntos para montar o quebra cabeça!!! Uhuuu!!!

    Este material ainda pode ser utilizado para:

    • Organizar em ordem alfabética as palavras das fichas;
    • Falar ou escrever frases e textos com as palavras das fichas.

    Pensaram em outras maneiras de explorar este material? Vamos amar saber!!!

    Ficamos por aqui! Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF (enviado por e-mail) contendo:

    • 01 quebra-cabeça sílabas simples;
    • 06 fichas de palavras com sílabas simples;
    • 01 quebra-cabeça sílabas complexas;
    • 06 fichas de palavras com sílabas complexas;
    • Gabaritos;
    • 01 dado Cor;
    • 01 dado Forma;
    • Instruções de uso.
  • DESVENDE

    DESVENDE

    Oie!

    É muito útil e valioso utilizarmos com nossos aprendentes materiais que despertam a percepção, atenção a detalhes, a comparação (o que tem de igual, o que tem de diferente nas figuras/objetos, qual categoria pertencem). São quesitos essenciais para estimular o pensamento lógico.

    É, no mínimo, fascinante ver o que descobre o aluno quando é estimulado a aprimorar sua capacidade de visualizar. […] (ANTUNES, p. 152, 2003)

    O material que sugerimos hoje pode ser útil para estimular esses aspectos e também o processo de alfabetização, o enriquecimento do vocabulário e a coordenação motora fina.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizar para a criança lápis de cor ou canetinhas nas cores: verde, amarelo e vermelho.

    Oriente a criança a observar a legenda disponível na página. Depois, analisar as figuras, falar suas características, identificar a qual categoria cada uma pertence e cobrir os traçados em torno delas de acordo com as cores indicadas na legenda. Em seguida, procurar as sílabas que formam o nome de cada figura e, também, cobrir os traçados conforme as cores apontadas na legenda.

    Observação: Se você colocar as páginas dentro de sacos plásticos transparentes a criança pode cobrir os traçados com canetinha e, após o uso, é só apagar com uma flanela.

    Ficamos por aqui! Um forte abraço 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12 ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

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    • 20 páginas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Qual figura não pertence?

    Qual figura não pertence?

    Oieee!!!
    A sugestão que trouxemos hoje tem o objetivo de estimular o processo de construção da escrita, o aumento de vocabulário, o pensamento lógico. Calma que ainda tem mais! Os aprendentes são estimulados a prestar mais atenção a detalhes e isso pode ter um efeito benéfico no desempenho da memória, afinal, como lembrar de algo que não foi visto?

    Esta atividade é também muito interessante porque podem surgir pontos de vista diferentes. Se isto acontecer é extremamente positivo e o mais importante é verificar a coerência dos argumentos.

    Um ambiente em que as crianças são livres para dizer o que pensam, para discordar do professor e/ou discutir problemas com ele, é um ambiente que incentiva o desenvolvimento da autonomia. (KAMII e DECLARK, 1997, p. 220)

    Sugestão de uso:

    Oriente a criança a observar as figuras da página, falar suas características e a qual categoria cada uma pertence. Desta maneira ela terá mais possibilidade de identificar três figuras que têm algum elemento em comum entre elas e, também, qual é a única que não tem este mesmo elemento.

    Exemplo: roda, disco, botão, dado. A figura que não pertence é o dado porque é o único que não tem a forma circular. Após, a criança deve escrever o nome da figura.

    Observação: Caso a criança faça uma relação e, quando for escrever o nome da figura, não tenha a quantidade exata de quadros, você deve considerar desde que ela apresente argumentos coerentes. No entanto, estimule a criança a pensar por outra perspectiva para que ela amplie as possibilidades de relações entre os objetos.

    Ficamos por aqui! Até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 20 páginas;
    • Instruções de uso.
  • Separe as palavras

    Separe as palavras

    Oie!!!
    Mediar o processo de alfabetização é, certamente, uma das profissões mais belas. Conforme as crianças (jovens, adultos) vão avançando na construção da leitura e da escrita ficamos com o coração saltitante de alegria. E não é para menos, afinal, sabemos que podemos modificar totalmente a trajetória de vida de uma pessoa através da sua condição leitora.

    […] aprender a ler e a escrever e, além disso, fazer uso da leitura e da escrita transformam o indivíduo, levam o indivíduo a um outro estado ou condição sob vários aspectos: social, cultural, cognitivo, linguístico, entre outros. (SOARES, p. 38, 2001).

    No entanto, este caminho é feito de muitas etapas e traz desafios. Uma coisa é certa(!), conforme vamos adquirindo prática e conhecimento do processo de construção da leitura e escrita, conseguimos compreender, identificar e mediar muito melhor cada uma das etapas.

    O recurso que trouxemos como sugestão hoje é excelente para aguçar a curiosidade e a imaginação das crianças, mas, é também, apropriado para utilizar como ferramenta de intervenção com crianças que estejam apresentando hipótese de escrita alfabética, porém, com dificuldade na segmentação de palavras. Ah, podem comemorar porque o arquivo PDF está GRÁTIS na nossa loja! <3

    Sugestão de uso:

    Colocar as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico) e entregar para a criança. Explicar que, em cada página, há um título de alguma história. Possivelmente, ela já conhece ou ouviu falar. As imagens servirão de pistas. O desafio da criança será separar as palavras do título colocando cada uma delas em um quadro. Ela pode escrever com canetinha sobre o plástico. Após o uso é só apagar com uma flanela.
    Podemos concluir esta atividade com a leitura de alguma história que a criança não conhece ou tem interesse em reler.

    Ficamos por aqui!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2001

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    • 10 páginas;
    • Instruções de uso.

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  • Decifre a frase

    Decifre a frase

    Oie!!!

    Sabemos que as crianças aprendem a linguagem oral por estarem envolvidas com a sua utilização. Da mesma forma, elas se esforçam em compreender a linguagem escrita se esta lhes faz sentido, proporciona curiosidade, necessidade e meios para testar hipóteses. Agora, não podemos nos esquecer que, ao contrário da linguagem oral, a linguagem escrita não é um processo natural. Ou seja, é necessário ensino.

    […] a aprendizagem da escrita não é um processo natural, como é a aquisição da fala. […] a escrita precisa ser ensinada por meios de métodos que orientem o processo de aprendizagem do ler e do escrever. […] (SOARES, p. 45, 2016)

    Cada avanço da criança deve ser considerado. Isso vai além de observar a escrita ortograficamente correta. Apesar de que, obviamente, nosso empenho é voltado para este objetivo, precisamos valorizar o processo. O que ela sabia ontem, o que ela sabe hoje após nossa intervenção? Estas observações ajudarão na caminhada. Inclusive, servirão para nos orientar na mediação mais adequada para cada criança.

    O recurso que trouxemos como sugestão hoje pode ser muito útil. Sugerimos duas opções de uso, mas, o recomendável, é que sejam feitas as adaptações de acordo as observações que vocês fizerem das crianças.

    Sugestões de uso:

    Opção 1:

    Cobrimos a imagem e lemos a frase para a criança (caso, neste momento, a leitura esteja em um nível muito complexo para ela), omitindo a palavra que está com as letras embaralhadas. A criança precisará descobrir, de acordo com a leitura que ouviu, qual palavra está faltando na frase. Após o palpite da criança revelamos a imagem. Em seguida, ela deve escrever a palavra já sabendo que será necessário utilizar as letras que estão embaralhadas.

    Opção 2:

    Cobrimos a imagem e as letras da palavra que estão embaralhadas. A criança lê e tenta identificar qual palavra pode estar faltando para que a frase tenha coerência. Após a tentativa de escrita da criança revelamos a imagem e as letras embaralhadas.

    Para finalizar, que tal construir uma história utilizando uma das frases?

    Ficamos por aqui! Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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    • 25 páginas;
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  • Acerte a rima

    Acerte a rima

    Oie!!! A sugestão que trouxemos para vocês hoje é muito interessante para crianças que estejam apresentando leitura silábica e ficam cansadas com textos muito longos. Nestes casos, precisamos pensar em estratégias para que as crianças continuem praticando a leitura. Sim, praticando, não tem jeito! Só assim, pouco a pouco, irão construir novas conexões e a formação da rede neural da leitura vai acontecendo e tornando este processo mais eficiente. Obviamente que praticar de uma maneira que seja o mais prazerosa possível. Partir de textos curtos, engraçados, com rimas, pode ser uma boa estratégia.

    […] O uso faz aumentar o número de conexões, enquanto que o desuso faz diminuir a quantidade de botões sinápticos. (RIESGO, p.24, 2006)

    Vamos por a mão na massa, então?

    Deixamos o arquivo PDF GRÁTIS com esta atividade disponível na nossa loja. É, estamos bem queridos por aqui ultimamente!!! rsrs <3

    Ah, esta atividade também estimula o desenvolvimento da consciência fonológica! Show, não é mesmo?!

    Sugestão de uso:

    A criança lê uma carta e coloca um marcador (prendedor de roupa, clips) na figura cujo nome rima com a frase do texto. Em seguida escreve o nome da figura com letras de EVA. Após, pode ser escrito uma história na qual a frase do texto é utilizada.

    Encerramos este post deixando registrado o nosso desejo que o material que estamos compartilhando seja muito, muito útil! <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    • 12 cartas;
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  • Cartelas de caça-palavras

    Cartelas de caça-palavras

    Oie!!!
    Gente, talvez vocês conheçam alguma criança/adolescente em processo de alfabetização que, diante da menor dificuldade, já se sinta incapaz e desiste da atividade. Na verdade, pra gente pode parecer um desafio pequeno, mas, geralmente, não temos a dimensão do sofrimento interno pelo qual ela/ele está tendo que lidar. Isso também não quer dizer que precisamos desistir porque a criança fez cara feia!…rsrs

    Lembro-me que, um dia apresentei para uma criança uma atividade que tinham figuras de alguns objetos para ela localizar o nome deles em um caça-palavras e percebi o desânimo dela. Perguntei o motivo e ela me disse: “são muitas!”. Então combinamos de procurar juntas até ela se sentir segura para fazer sozinha. Ou seja, precisamos adaptar, mas jamais(!) desistir.

    Foi pensando em crianças/adolescentes com necessidades assim que este material foi organizado. Alguns podem ter muita dificuldade em localizar várias palavras em um caça-palavras. Especialmente, crianças com dislexia, deficit de atenção, … Sendo assim, organizamos este material com apenas uma palavra para ser encontrada em cada cartela e vamos apresentando outras à medida que percebemos a motivação da criança/adolescente. E, assim, pouco a pouco, vamos fortalecendo sua autoestima e preparando-os para lidar com desafios maiores.

    Pensar, treinar o cérebro, não só não machuca […] como, ao contrário, é uma atividade que pode encher de satisfação a quem a ela se entregar. […] (BATLLORI, 2009, p. 9).

    Gostaram desta ideia? Falem nos comentários!!!

    Sugestão de uso:

    Entreguem uma cartela para a criança/adolescente localizar uma palavra. Na margem superior da cartela tem uma pista do que é preciso procurar (nome de uma ferramenta, uma fruta, um animal, …). Vocês podem cobrir esta pista se acharem que a atividade está muito fácil ou ler para ela/ele se for necessário. As palavras podem estar na horizontal ou vertical. Após, podem falar/escrever frases utilizando as palavras encontradas. Vai ser show de bola!

    Ah, também pode ser feito um ditado no qual a criança confere nas cartelas se escreveu corretamente.

    Queridos, por hoje foi isso! Um forte abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009.

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    • 20 cartelas;
    • Instruções de uso.

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  • Circule o nome da figura

    Circule o nome da figura

    Oie!!!
    Genteeee, este é o último post de 2019 aqui no site. No entanto, fiquem atentos as nossas publicações no Instagram, Facebook e WhatsApp porque o nosso trabalho continua e estamos pensando em fazer algumas promoções. Vamos manter vocês informados por lá, ok?! Ah, também avisaremos por e-mail (para quem se inscreveu, claro!) <3

    Agora vamos falar do material que trouxemos como sugestão hoje.

    Além de ser útil para a alfabetização é também uma maneira de estimular a atenção, percepção, memória visual. Apesar de não gostarmos de atividade repetitiva, sabemos que ela é importante para a aprendizagem. Então pensamos em uma maneira lúdica da criança acessar algumas palavras várias vezes, mas de uma maneira que não fosse enfadonha, entediante. A criança precisará selecionar palavras corretas (informação relevante) e descartar as incorretas (informação irrelevante).

    Shimamura (2000) apud Seabra et all (2009, p. 79) esclarece que:

    Para resgatar informações pré-estocadas e, para manter determinada informação ativa durante a realização de uma tarefa, são necessárias as habilidades de acessar informação previamente estocada e de manter informação ativa. […] Trata-se de um mecanismo de filtragem dinâmica de informações, que atenta às informações que são relevantes e ignora as irrelevantes.

    Sugestão de uso:

    Colocar as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico).

    A criança deve circular com canetinha (sobre o plástico) todas as palavras da página que correspondam ao nome da figura. Em seguida, você fecha a pasta e pede para ela escrever o nome da figura. Após, ela pode olhar a página para conferir os acertos.

    Observação: Para algumas crianças esta atividade será mais desafiadora se for determinado um tempo para ela executar a tarefa.

    Quando finalizar a atividade basta apagar as anotações com uma flanela.

    É isso! Espero ter contribuído!

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SEABRA, Alessandra Gotuzo; CAPOVILLA, Fernando César. Teoria e pesquisa em avaliação neuropsicológica. São Paulo: Memnon, 2009.

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    • 16 páginas;
    • Instruções de uso.

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