Tag: alfabetização

  • Complete o diálogo

    Complete o diálogo

    Oie!!! Hoje tem PDF GRÁTIS!! Uhuuu!!!

    Exercitar a imaginação é essencial para obtermos uma boa competência criativa. E, esta habilidade, é importante na nossa vida porque, muitas vezes, conseguir lidar bem com os perrengues que a vida nos traz é uma questão de ter criatividade, não é mesmo?

    Todos seríamos beneficiados por conservar a inventividade da infância por meio de jogos criativos, a fim de desenvolver nossa capacidade de encontrar respostas originais para novos problemas. É por meio da criatividade que a sociedade evolui, desenvolve-se e progride. (IMAGINAÇÃO, 2006, p.58)

    Sendo assim, vamos estimular a criatividade da criançada? O recurso que trouxemos para vocês hoje tem este objetivo, além disso, estimula o letramento.

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma ficha e completa as frases de uma maneira a produzir um diálogo com algum significado.
    O diálogo que for desenvolvido pode ser utilizado para a construção de uma história. Vai ser show !

    Esperamos que vocês tenham curtido o nosso presente. Vamos ficar muito felizes se vocês nos contarem se contribuímos.
    Um forte abraço e até o próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    IMAGINAÇÃO. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

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    • 10 fichas;
    • Instruções de uso.

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  • Quem sou eu?

    Quem sou eu?

    Oie!!!

    O material que trouxemos hoje para vocês pode ser utilizado com sujeitos em processo de alfabetização, como também, é interessante para estimular o pensamento hipotético e o pensamento lógico.

    Logo abaixo deixamos algumas sugestões de uso, porém, somente quem conhece o aprendente com quem irá utilizar este recurso é que tem um conhecimento mais adequado para conseguir antecipar possíveis dificuldades ou facilidades e fazer as devidas adaptações 😉
    Sendo assim, fiquem atentos as reações dos aprendentes.

    É necessário oferecer à criança um meio pedagógico coerente, sem o que há o risco de aumentar a sua inadaptação […]. (LAPIERRE e AUCOUTURIER, 2012, p. 23).

    Ou seja, é importante que vocês observem as reações dos aprendentes antes, durante e logo após o desenvolvimento da atividade. Tanto a comunicação verbal quanto a corporal podem contribuir para que consigamos conhecer melhor cada aprendente.

    Agora segue o modo que pensamos para a utilização deste recurso.

    Sugestão de uso:

    Primeiramente, deixem o aprendiz escolher uma cartela e verifiquem se ele conhece o nome de todas as figuras que constam nela.

    Em seguida, ele deverá ler os itens da cartela para descobrir qual das figuras deverá ter seu nome escrito nos quadros.  

    Dica: Instruam o aprendente a riscar as figuras que não atendem as informações descritas no texto. É uma forma de aprender a eliminar hipóteses.

    Por hoje é isso! Esperamos que tenha contribuído.

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LAPIERRE, Andre; AUCOUTURIER, Bernard. A simbologia do movimento: psicomotricidade e educação. Fortaleza: RDS, 2012.

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    • 16 cartelas;
    • Instruções de uso.

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  • Siga o caminho

    Siga o caminho

    Oie!!!
    Outro dia recebemos uma mensagem na qual nos perguntavam sobre qual o melhor método de alfabetização. Este é um questionamento que não temos como responder. Nossa experiência nos demonstrou, por diversas vezes, que cada criança aprende de um jeito. Por isso o mais indicado é observar a criança para identificar como ela aprende.
    Um outro ponto importante é que jamais podemos nos referir a uma criança em processo de alfabetização que: “Ela/ele ainda não sabe nada”. Talvez a criança não esteja atendendo a expectativa convencional de escrita dos pais, dos professores, mas isso não significa que a ela não tenha nenhum conhecimento.

    […] nenhum sujeito parte do zero ao ingressar a escola de ensino fundamental, nem sequer as crianças de classe baixa, os desfavorecidos de sempre. […] (FERREIRO, E. ; TEBEROSKY, A., 1999, p. 291).

    Ou seja, é preciso entender que aprender a ler e escrever é um processo de construção e cada criança tem um ritmo e necessidade de mediação particular. O mediador precisa ampliar a escuta, a observação e, realmente, não tem fórmula mágica. A prática e a boa vontade faz com que desenvolvemos nossa sensibilidade para a escuta 😉

    Esperamos que vocês possam aproveitar a sugestão de intervenção que trouxemos hoje. O objetivo é estimular a consciência fonológica, a relação fonema x grafema, o pensamento lógico, a coordenação motora fina para auxiliar no processo de construção da escrita. Ampliem, façam as adaptações necessárias. <3

    Sugestão de uso:

    Comecem pedindo para as crianças observarem a letra que está em destaque na página. Em seguida, tentarem reproduzir a letra com o corpo (podem imitar a figura que aparece na página) e falar nome/som.

    Depois, solicitem que as crianças identifiquem e percorram o caminho das palavras que iniciam com aquela letra/som para chegar ao livro.

    Por fim, digam para as crianças escreverem os nomes das figuras observando que cada uma tem um campo correspondente.

    Dica: Se vocês colocarem as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico), os aprendentes podem escrever sobre o plástico com uma canetinha e, após o uso, é só apagar com uma flanela.

    Encerramos mais um post com o desejo que tenha contribuído.
    Um forte abraço 😘

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FERREIRA, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999

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    • 22 páginas;
    • Instruções de uso.

    Consta alfabeto de A a Z (exceto H, K, W, Y).

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  • Qual das Sílabas está Faltando?

    Qual das Sílabas está Faltando?

    Oie!!!

    Trabalhar com crianças em processo de alfabetização é muito prazeroso, mas exige do profissional, além de um perfil paciente e persistente, estudo constante. Dentre os conhecimentos essenciais está o saber identificar hipótese de escrita. Afirmamos isso porque é preciso fazer sondagem frequente para verificar o que a criança já sabe. Tendo este conhecimento aumentam as possibilidades de conseguir organizar uma intervenção mais assertiva.
    Para vocês terem uma ideia do que estamos falando, o material que sugerimos hoje é mais indicado para crianças que estejam apresentando hipótese de escrita silábica. Isso não significa que não pode ser utilizado com outras crianças, mas, dependendo do que a criança já sabe, vai precisar de adaptação. Por exemplo, para uma criança com hipótese de escrita alfabética esta atividade vai ser mais desafiadora se vocês cobrirem a imagem e as sílabas em destaque. Desta forma, a criança faz um palpite e escreve a sílaba que está faltando. Após a tentativa da criança vocês revelam as sílabas e imagem. Entendem o que queremos dizer? O conhecimento sobre o que a criança já sabe sobre a escrita é fundamental para que possamos organizar uma atividade que tenha desafio, mas que seja possível de ser realizada. Sendo assim, o profissional que atua na área da alfabetização precisa saber identificar hipótese de escrita.

    […] a mão que escreve e o olho que lê estão sob o comando de um cérebro que pensa sobre a escrita que existe em seu meio social e com a qual toma contato através da sua própria participação em atos que envolvem o ler e o escrever, em práticas sociais mediadas pela escrita. (WEISZ, 1999, p. viii).

    Agora vamos a sugestão de uso, mas vocês já estão cientes que, dependendo da hipótese de escrita do aprendente, vai ser necessário fazer adaptação. <3

    Sugestão de Uso:

    Entregue letras em EVA e a pasta com a atividade para o aprendente. O desafio dele será identificar qual das sílabas que aparecem em destaque está faltando para completar a palavra. Após identificar completa a palavra com letras em EVA.

    Dica: Ao invés de utilizar letras de EVA (como na imagem em destaque), o aprendente pode escrever sobre o plástico com uma canetinha e, após o uso, apagar com uma flanela (isso se vocês colocarem as páginas em uma pasta catálogo com plástico, claro! … rs).

    Por hoje é isso! Esperamos ter contribuído de alguma forma.
    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999.

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    • 20 páginas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Não pertence

    Não pertence

    Oie!!!
    Há um tempo compartilhamos aqui com vocês o jogo Letra x Som. Recebemos muitas mensagens solicitando um jogo parecido, porém, com um nível mais fácil, para crianças que estão bem no começo do processo de alfabetização. No jogo Letra x Som tem várias imagens e a as letras em destaque podem estar em qualquer lugar dos nomes das figuras (começo, meio ou final). Neste jogo que estamos compartilhando hoje tem menos imagens e as letras em destaque devem ser localizadas somente no início dos nomes das figuras. Na sugestão do jogo explicamos melhor! Antes queremos enfatizar a importância de trabalharmos o som das letras.

    Precisamos estar cientes que trabalhar a relação fonema x grafema é essencial no processo de alfabetização. Podemos, inclusive, prevenir diversos atrasos na construção da escrita por estimularmos este conhecimento. Claro que isto de maneira lúdica e sem forçação de barra! Mas todo dia um pouco. 😉 Falar de palavras que começam ou terminam com o mesmo som/letra é sempre uma excelente estratégia de intervenção.

    A ideia essencial é a da que a análise explícita das palavras em unidades fonológicas é indispensável para compreender o código alfabético, e através disso, aprender a ler. (ALEGRIA, LEYBAERT e MOUSTY apud CAPOVILLA e CAPOVILLA, 2007, p. 25).


    Agora vamos à explicação do jogo.

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma cartela e fala letra/som que está em destaque. Em seguida, a criança coloca uma ficha “Não Pertence” na(s) figura(s) cujo(s) nome(s) não começa(m) com essa letra/som.

    Vocês podem contribuir falando o nome de cada figura enfatizando o som inicial. Exemplo: /AAAAABACATE/.

    É isso! Um forte abraço e até o próximo post! <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SEABRA, Alessandra Gotuzo; CAPOVILLA, Fernando César. Teoria e pesquisa em avaliação neuropsicológica. São Paulo: Memnon, 2009.

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    • 23 cartelas (alfabeto A a Z, exceto KWY);
    • Ficha carimbo;
    • Instruções de uso.

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  • Encontre os Erros

    Encontre os Erros

    Oie!!!
    É comum no início do processo de construção da escrita as crianças escreverem letras e números ao contrário. Quem trabalha com crianças em alfabetização vê isso com muita frequência. Temos inclusive um artigo no qual explicamos possíveis motivos para isso acontecer. Se você tiver interesse em saber clique em: escrita espelhada.

    Precisamos compreender que a criança que está em processo de construção da escrita faz suas tentativas de acordo com o que ela já sabe. E, muitas vezes, o seu saber não é valorizado. Ou, o que é pior, suas tentativas de escrita consideradas como erro. É preciso nos vigiarmos, ficarmos atentos as nossas ações com as crianças.

    O sujeito que conhecemos através da teoria de Piaget é aquele que procura ativamente compreender o mundo que o rodeia e trata de resolver as interrogações que este mundo provoca. (FERREIRO e TEBEROSKY, 1999, p. 29) 

    Então se a escrita espelhada faz parte da construção da escrita não precisamos fazer nada? Também não é bem assim! Precisamos mostrar a direção correta das letras e, há casos, em que é preciso fazer uma intervenção mais direta para que a criança integre o conhecimento da orientação espacial das letras. Hoje o jogo que trouxemos tem este objetivo.

    Sugestão de uso:

    Escolha três letras que a criança costuma escrever ao contrário e entregue para ela as cartelas com essas letras. Peça para ela observar a direção das letras que estão na margem superior em destaque e falar o nome/som. Em seguida pintar a parte interna da letra que está em branco. Depois reproduzir a letra com massinha de modelar/argila. Por fim, procurar e circular as letras que estão ao contrário em cada cartela. 
    Variação: colocar todas as cartelas em uma sacola ou caixa. Cada criança pega uma cartela e, ao seu sinal, todas procuram e circulam as letras que estão ao contrário o mais rápido que conseguirem. Faz ponto quem achar primeiro. Ganha o jogo quem fizer três pontos primeiro.

    É isso! Um forte abraço!!!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FERREIRA, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999.

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    • 26 cartelas do alfabeto maiúsculo;
    • 26 cartelas do alfabeto minúsculo;
    • Instruções de uso.

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  • Palavra revirada

    Palavra revirada

    Oieee!

    Hoje tem PDF GRÁTIS! Uhuuu!!! Esperamos que possa ser muito útil para vocês 🙂

    O objetivo deste jogo é estimular o processo de alfabetização, mas também estimula o pensamento hipotético e pensamento lógico porque o aprendente terá uma situação-problema para resolver.

    […] É fundamental considerar que desenvolvimento e aprendizagem não estão nos jogos em si, mas no que é desencadeado a partir das intervenções e dos desafios propostos aos alunos. […] (MACEDO; PETTY; PASSOS, 2000, p. 22)

    Sugestão de Uso:

    Dobre e coloque em um pote as fichas com as palavras reviradas.

    Coloque sobre uma mesa as fichas com as imagens para cima.

    Cada jogador, na sua vez, retira uma ficha “palavra revirada” do pote e observa as letras que estão fora de ordem. Em seguida, olha as fichas com figuras de animais e faz um palpite dizendo qual deles é possível escrever o nome utilizando somente as letras disponíveis na ficha “palavra revirada”. Tenta escrever. Se acertou o palpite, faz ponto. Do contrário, devolve a ficha “palavra revirada” para o pote. Ganha o jogador que fizer três pontos primeiro.

    Dica: Você pode dizer para a criança prestar atenção ao som inicial do nome do animal e verificar, nas letras disponíveis na ficha “palavra revirada”, se tem alguma com som correspondente.

    É isso!!! Um forte abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MACEDO, Lino de; Petty, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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    • 20 fichas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

     

  • Complete e Avance

    Complete e Avance

    Oie!!!
    Hoje vamos começar este post agradecendo. A gente amaaaa pensar em estratégias para deixar a aprendizagem mais divertida e os feedbacks que temos recebido estão nos deixado super animados para desenvolver mais e mais ideias para compartilhar com vocês. Sendo assim, agradecemos imensamente cada comentário e mensagem recebida. <3

    Agora vamos a sugestão de hoje!

    O jogo que estamos apresentando tem como objetivo estimular o processo de alfabetização.

    Lembramos que, o caminho de construção da escrita, deve sempre ser apresentado aos poucos para as crianças. Partindo do mais simples, das regularidades da língua para as irregularidades. Os jogos lúdicos são ferramentas indispensáveis neste processo.

    Em termos práticos, não se trata de continuamente introduzir o sujeito em situações conflitivas dificilmente suportáveis, e sim de tratar de detectar quais são os momentos cruciais nos quais o sujeito é sensível às perturbações e às suas próprias contradições, para ajudá-lo a avançar no sentido de uma nova reestruturação. (FERREIRO; TEBEROSKY, 1986, p. 32).

    Deixamos o arquivo pdf com este jogo disponível na nossa loja.

    Sugestão de uso:

    Coloquem o tabuleiro sobre uma superfície plana e as fichas dentro de uma sacola ou caixa. Entreguem para cada jogador um peão.
    Os jogadores devem escolher uma cor do tabuleiro (azul, verde laranja, amarelo) para colocar seus peões no início da trilha (círculo cinza). Cada um, na sua vez, retira uma ficha da sacola e completa a palavra com a sílaba que estiver faltando. Após, pode avançar uma casa no tabuleiro. Em seguida, apaga a ficha e devolve na sacola.
    Se o jogador tirar uma ficha que tenha a marca de pés na cor que ele escolheu de trilha, avança uma casa. Se tirar uma ficha com marca de pés diferente da sua cor, ele deve ficar parado uma rodada. Ganha o jogo quem chegar ao centro do círculo primeiro.

    Observação: se as fichas forem plastificadas ou aplicadas papel Contact, as crianças poderão escrever com canetinha sobre elas e após o uso apagar com uma flanela. 😉

    Por hoje é isso!

    Um forte abraço cheio de vibrações positivas <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FERREIRO, E. e TEBEROSKY, A. A psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1986.

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    • 01 tabuleiro;
    • 24 fichas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

     

  • Qual quadro?

    Qual quadro?

    Oie!!!
    Hoje trouxemos para vocês mais uma sugestão de atividade para estimular o processo de alfabetização.
    Antes da sugestão de uso queremos falar um poquetito com vocês. É um recadinho cheio de amor, especialmente, às mães (famílias) que, devido a pandemia que neste momento vivenciamos, estão tendo que lidar com o processo de alfabetização de seus filhos e a maioria não tem formação para isso.
    É sempre importante olhar para os “erros” que acontecem na escrita das crianças como algo que faz parte do processo de construção da escrita. O olhar e a escuta devem se voltar ao que a criança pensou durante a escrita. Entendam, leva um tempo para que as crianças percebam todos os sons que compõem uma palavra. Isso é, realmente, uma construção. Alguns caminhos terão que ser repetidos para serem lembrados. Não estamos falando de atividades repetitivas, monótonas e medonhas, ok?… rs Queremos dizer, por exemplo, uma letra talvez tenha que ser repetida em dias e formas diferentes. Como? Fazer a letra com massinha de modelar, com colagens, com movimento do dedo no ar, olhar no espelho enquanto fala o som dela, enfim… de diversas formas para que a letra seja integrada ao conhecimento da criança. ok?! #forçaefé #estamosjuntos #nofimtudodácerto

    O erro tem um valor construtivo porque, a partir da análise das próprias respostas equivocadas, pode-se chegar a respostas mais adequadas. (FERNÁNDEZ, 2001, p. 163).

    Agora sim, vamos a explicação do recurso que trouxemos como sugestão hoje. Ah, esta atividade também tem como objetivo estimular o desenvolvimento da coordenação motora-fina.

    Sugestão de uso:

    Verifiquem se a criança sabe o nome da figura em destaque. Após, tenta identificar o som inicial e faz com massinha de modelar a letra correspondente. Em seguida, observa os três quadros com letras e cobre o tracejado daquele que tem todas as letras para formar o nome da figura. Por fim, escreve o nome da figura dentro dos espaços que estão na margem inferior da página.

    Observações:

    1) Dependendo do nível de conhecimento da criança talvez seja interessante ela contar os quadrados que estão na margem inferior da página para saber a quantidade de letras necessárias para a escrita da palavra. Isso ajudará a eliminar alguns quadros com letras a mais ou a menos.
    2) Se as páginas forem colocadas em uma pasta catálogo, aquelas com plástico, a criança pode escrever com canetinha e após o uso apagar com uma flanela.

    Ficamos por aqui, um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FERNÁNDEZ, Alicia. A mulher escondida na professora: uma leitura psicopedagógica do ser mulher, da corporeidade e da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2001.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF (enviado por e-mail) contendo:

    • 20 páginas;
    • Instruções de uso.
  • Quebra-cabeça procure cor, forma e leia

    Quebra-cabeça procure cor, forma e leia

    Oie!!!
    O jogo lúdico que propomos hoje tem o objetivo de estimular várias habilidades. Dentre elas: a leitura, a escrita, o pensamento lógico, o planejamento, a organização, a coordenação motora fina, a atenção, a percepção, a tolerância à frustração, o trabalho em equipe, etc. Sendo assim, é um jogo que contribui no processo de alfabetização, porém, há muitas outras competências estimuladas que, inclusive, interferem consideravelmente no desempenho que os aprendentes apresentam no processo de qualquer aprendizagem.

    […] certas atitudes, como ser atento, organizado e coordenar diferentes pontos de vista são fundamentais para obter um bom desempenho ao jogar e também podem favorecer a aprendizagem na medida em que a criança passa a ser mais participativa, cooperativa e melhor observadora.[…] (COLL, 1987 apud MACEDO; PETTY e PASSOS, 2000, p. 14).

    Deixamos o arquivo PDF com este jogo disponível na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Os jogadores começam o jogo separando as peças do quebra-cabeça por cor.
    Após, cada um, na sua vez, joga os dois dados: Cor e Forma. Em seguida, procura uma peça com as características que foram sorteadas com os dados.
    Exemplo: Supondo que no “dado cor” seja sorteada a cor “laranja” e, no “dado forma”, um “quadrado”. O jogador deverá procurar uma peça do quebra-cabeça que seja laranja e que tenha o formato quadrado. Se encontrar deve ler a sílaba que consta na peça e procurar nas “fichas de palavras” uma palavra que tenha esta mesma sílaba.
    Se não constar mais fichas na cor e forma sorteada, passa a vez para o outro jogador.
    Quando não tiver mais fichas para serem conquistadas é o momento de conferir a pontuação que cada jogador fez.

    Pontuação:

    Laranja, azul escuro e verde escuro: 2 pontos (cada).

    Amarelo, azul claro e verde claro: 1 ponto (cada).

    Para concluir, todos trabalham juntos para montar o quebra cabeça!!! Uhuuu!!!

    Este material ainda pode ser utilizado para:

    • Organizar em ordem alfabética as palavras das fichas;
    • Falar ou escrever frases e textos com as palavras das fichas.

    Pensaram em outras maneiras de explorar este material? Vamos amar saber!!!

    Ficamos por aqui! Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF (enviado por e-mail) contendo:

    • 01 quebra-cabeça sílabas simples;
    • 06 fichas de palavras com sílabas simples;
    • 01 quebra-cabeça sílabas complexas;
    • 06 fichas de palavras com sílabas complexas;
    • Gabaritos;
    • 01 dado Cor;
    • 01 dado Forma;
    • Instruções de uso.