Tag: construção do número

  • Fabriqueta de Robôs

    Fabriqueta de Robôs

    O-lá

    Eu não sei qual será sua expressão ao ler o que vou escrever agora, mas, a minha, é de muita satisfação. Sabe, eu sinto uma espécie de felicidade diferente quando compartilho um jogo gratuito (até falei sobre isso outro dia no nosso grupo de whatsapp). O jogo Fabriqueta de Robôs ficou in-crí-vel(!), e sim, você leu direito, ele está gratuito!

    O objetivo dele é estimular a construção do número, atenção, percepção, pensamento lógico. Será muito saudável se gerar e, for bem conduzido, os momentos de discussões, desafios e conflitos. As crianças aprendem muito nestas oportunidades. 

    “Confrontar-se com uma ideia conflitante (acredito) geralmente traz como resultado raciocínio mais elevado”. (KAMII, DECLARK, 1997, p. 55)

    Portanto, sabe quando a criança consegue encontrar uma saída para resolver um determinado conflito, enigma, problema? Esta experiência pode contribuir para elevar o seu nível intelectual e, mais, os conflitos podem servir de “escada” para que, mais adiante, elas estejam preparadas intelectualmente e psicologicamente para os desafios da vida.

    Então vamos ao jogo?

    Sugestão de uso:

    Coloque o tabuleiro sobre uma superfície plana.

    Espalhe as peças de cada robô em uma linha.

    Cada criança, na sua vez, joga o dado. O número que for sorteado será correspondente ao número de peças que ele pode pegar.

    Ganha o jogo quem primeiro conseguir as peças para formar o robô.

    Ainnn… não é o máximo este jogo? Diz pra mim nos comentários o que você achou 😉

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 01 tabuleiro;
    • 05 quebra-cabeças robôs;
    • 01 dado;
    • 01 embalagem;
    • 01 gabarito;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar 😉 

     

  • Dominúmero e Cor

    Dominúmero e Cor

    O-lá!

    Para começar este texto, você reparou no nome do jogo? É um dominó, mas eu quis dar uma ludicidade maior ao nome. O que você achou? Ah, ele está disponível gratuito na nossa loja. Esta parte tenho certeza que você amou… Rsrs! Um outro detalhe, eu não sei se você já percebeu, mas os jogos disponibilizados gratuitamente aqui na Psicosol recebem o mesmo cuidado e carinho que os jogos pagos. O nosso intuito é, realmente, contribuir com a educação do nosso país. Na verdade, por este jogo envolver números, pode ser utilizado em qualquer nacionalidade. Assim vamos espalhando nossas sementes de ludicidade pelo mundo afora. Tão gratificante isso!   

    O objetivo do Dominúmero e Cor é instigar tanto a construção do número quanto a atenção, a percepção e o pensamento lógico. Sendo assim, fique atento(a) à sugestão de uso, porque ele há mais regras a serem cumpridas além de organizar números com suas quantidades correspondentes.

    Se, durante o jogo, surgirem divergências entre as crianças, em um primeiro momento, observe as argumentações. Não interfira de imediato. É importante para o desenvolvimento delas que tenham espaço para discordar, colocar seus pontos de vista sem interferência do adulto dizendo quem está certo ou errado.

    […] Com esse feedback direto, vindo de uma fonte externa e com autoridade, evita qualquer possibilidade de discussão entre as crianças, ele é indesejável e desaconselhável, pois destrói a iniciativa e a confiança da criança em sua própria capacidade de pensar. (KAMII; DECLARK, 1997, P. 60).

    Sendo assim, observe as divergências e argumentações das crianças durante o jogo e só interfira quando realmente for necessário para que cheguem a um entendimento. E, ao invés de dizer quem está certo ou errado, peça que cada um diga o motivo de pensar que está certo. Muitas vezes esta simples interferência já pode fazer a criança que está equivocada na sua linha de pensamento perceber o erro.

    Vamos à explicação do jogo agora?

    Sugestão de uso:

    Distribuir igualmente a mesma quantidade de peças entre os jogadores. O que sobrar, deixe de lado para uma eventual “compra”.

    Será sorteado quem irá colocar a primeira peça. O jogador seguinte deve colocar uma peça cujo lado tenha o número ou quantidade correspondente  igual a um dos lados do dado e também a mesma cor. Ou seja, se for de cor diferente, não vale.

    Ganha o jogo quem ficar sem nenhuma peça primeiro.

    Variação: Após as crianças terminarem o jogo, mas com o Dominúmero ainda montado sobre a mesa, peça que fechem os olhos, enquanto isso você retira uma peça. As crianças devem descobrir qual foi o lugar de que você tirou a peça. Ou seja, deverão olhar atentamente onde está o erro! Isso é muito divertido!

    É isso! Gostou do Dominúmero e Cor? Conta pra mim! Assista ao vídeo que está logo abaixo com a explicação do jogo.

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 30 peças;
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    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar 🙂

  • Risque o Número Correspondente

    Risque o Número Correspondente

    Oie!

    Queremos começar este texto expressando nossa opinião de que os jogos lúdicos devem estar mais presentes no dia a dia escolar. Às vezes ouvimos relatos que eles são utilizados após as crianças completarem suas atividades como um complemento do que foi aprendido. Precisamos mudar isso!

    Talvez uma maneira para promover mudanças é deixando claro aos profissionais da educação e pais (aqueles que gostam de cadernos cheios no final do dia…rs) que estimulação cognitiva envolve mais atos mentais do que é necessário para fazer cópias 😉

    Também sabemos, por experiência própria, que os jogos geram um certo alvoroço em sala de aula. Porém, isso tem intensidade maior quando as crianças ainda não estão acostumadas a jogar. Ou seja, não estão familiarizadas com as regras do jogo. Quando já compreendem é frequente vermos saudáveis discussões por pontos de vista diferentes.

    […] Quando as crianças discutem quais respostas estão certas, elas se tornam fontes da verdade, e as crianças desenvolvem confiança em suas próprias habilidades para descobrir as coisas. […] ( KAMII e DECLARK, 1997, p. 172)

    Isso é diferente de receber os exercícios já corrigidos pela professora. Entendem?

    Agora que já expressamos nossa opinião vamos à explicação do jogo que estamos compartilhando com vocês hoje. O objetivo é estimular a construção do número, o pensamento lógico, a correspondência entre número x quantidade, dentre outras habilidades.

    Sugestão de Uso:

    Distribuir para cada jogador um tabuleiro e canetinhas.

    Colocar as fichas dentro de uma sacola ou caixa.

    Cada jogador, na sua vez, pega uma ficha da caixa. Procura e risca no seu tabuleiro um número que seja correspondente à quantidade de dedos levantados que tem na ficha que ele pegou. Depois devolve a ficha para a caixa.

    Se o jogador pegar uma ficha que ele não tem mais disponível para riscar em seu tabuleiro passa a vez para outro jogador.

    Ganha o jogo quem riscar primeiro todos os números do tabuleiro.

    Encerramos este post deixando um forte abraço!

    Boa diversão!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 10 fichas;
    • Instruções de uso.

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  • 10 da Mesma

    10 da Mesma

    Oie!!!

    Queridos, vamos começar contando uma notícia boa: o jogo que sugerimos hoje está disponível em arquivo PDF GRÁTIS na nossa loja! Uhuuu!!!

    Depois desta informação maravilhosa queremos citar algumas palavras de Constance Kamii para um reflexão.

    “[…] o meio ambiente pode agilizar ou retardar o desenvolvimento lógico-matemático.” (KAMII, 1990, p. 38):

    Certamente, somos do grupo de profissionais que quer proporcionar um ambiente facilitador do desenvolvimento lógico-matemático, não é mesmo?! … rsrs Sendo assim, é importantíssimo estarmos cientes que, antes de mais nada, este conhecimento é construído pela própria criança e o nosso trabalho vai muito além de ensinar números!!! É preciso proporcionar meios para que as crianças façam a construção da estrutura mental do número. E, inclusive, podemos aproveitar diversas situações do dia a dia em uma sala de aula para isso. Por exemplo, dizer para a criança: “Entregue um lápis para cada colega da sala”, pode fazer ela pensar e contar quantos colegas têm para depois pegar a quantidade de lápis necessário. Isso é diferente de simplesmente entregar a quantidade exata e pedir para ela distribuir.
    Jogos lúdicos também são excelentes para isso porque fazem as crianças resolverem desafios, conflitos, pontos de vista diferentes, paciência, persistência. Sendo assim, esperamos que possam aproveitar muuuito o recurso que estamos compartilhando com vocês hoje. <3

    Sugestão de Uso:

    Dois jogadores devem sentar de frente um para o outro e colocar o tabuleiro no meio deles em uma superfície plana (mesa ou chão). Cada jogador, na sua vez, joga o dado e marca em seu lado do tabuleiro a figura que for sorteada. O jogo segue assim até que um dos jogadores complete 10 figuras da mesma. Este será o ganhador.

    Obs.: Perceberam que os personagens do jogo estão usando máscara? Pensamos que esta é também uma maneira de contribuirmos na conscientização da importância do uso da máscara neste momento de pandemia que estamos vivendo 😉

    Esperamos que contribua. Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
    KAMII, Constance.  A criança e o número: implicações da teoria de Piaget para atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. Campinas, São Paulo : Papirus,  1990.

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    • 01 dado;
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  • Deu Bam!

    Deu Bam!

    Oieee!

    Gente, hoje vamos falar de matemática! Não, vamos falar de jogos! Não, vamos falar de pensamento lógico! Não, vamos falar de diversão! Não, vamos falar de aprendizagem! Não, vamos falar de tudo isso…rs É que, na verdade, tudo pode caminhar junto. E eu me esforço, mas não consigo compreender como brincadeiras e jogos são deixados de lado quando as crianças se encaminham para o Ensino Fundamental. É incrível como é aceitável na educação infantil e, depois, parece que o caderno precisa estar cheio de cópia. Desculpa, isso me incomoda!

    Com isso será que estou dizendo que as cópias devem ser abolidas da escola? Óbvio que não! Agora, a cópia pela cópia não constrói conhecimento. Repetição pela repetição, também não! Fazer as crianças escreverem o número 1 até preencherem uma linha inteira não estará fazendo com que elas compreendam o valor do número. Agora, dizer, por exemplo: “Quantos números 1 vocês acham que conseguem escrever em uma linha?” Isso já é diferente; fará com que as crianças sejam motivadas a pensar, levantar hipóteses e depois escrever para verificar. Entenderam?

    “[…] as crianças aprendem com instrução só o que elas podem aprender com o conhecimento que já construíram” (KAMII, 1997, p. 157).

    Os jogos são excelentes desencadeadores da aprendizagem. Durante um jogo diferentes pontos de vista podem ser expostos e confrontados. Cada criança precisa expor o que pensa e isso exige uma concentração e nível de pensamento muito maior. A criança está ali, inteira.

    Ai, ai! Tanto a ser dito, mas preciso economizar nas palavras porque sei que o meu texto precisa ser curto. Sendo assim, vou explicar o jogo de hoje. Vamos de maneira lúdica trabalhar unidade, dezena, centena e milhar. Uhuu!!!

    Tem arquivo PDF com as cartas e dados para o jogo em nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Colocar as cartas em uma sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma carta, representa o número com os dados sobre o tabuleiro e fica com a carta. Outra criança repete o procedimento anterior. O jogo segue, mas  se a carta sorteada estiver escrito “BAM” é preciso devolver para dentro da sacola todas as cartas acumuladas até o momento pela criança. Ganha o jogo quem conseguir acumular três cartas primeiro.

    As crianças, simplesmente, amam esse jogo. Disponibilizar o material dourado para elas compreenderem no concreto também será excelente.

    Se você sentir que é possível determine um tempo para elas organizarem o número sobre o tabuleiro. 😉

    Um forte abraço e tchau!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 23 cartas;
    • 04 dados;
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  • Rapa tudo

    Rapa tudo

    Oieee!!!

    Gente, antes de falar sobre o jogo de hoje preciso avisar que vocês vão continuar vendo minhas publicações  nas redes sociais, mas este é o último post deste ano aqui no site. Retorno com novidades em 2019, ok?!

    E, para deixá-los(as) com um sorrisão de orelha a orelha, tem na nossa loja o arquivo PDF GRÁTIS com o jogo! Vai, me digam se eu não fui incrivelmente querida este ano?! Nem posso me despedir dizendo: Desculpa pelas brincadeiras!… haha!

    Por falar em brincadeiras, eu sei e vocês também já sabem, que precisamos aprender a aproveitá-las porque promovem momentos de aprendizagem riquíssimos. Porém, existe algo que não costumamos falar que é a necessidade de aprendermos a lidar com os momentos de desânimo e tristeza. Porque eles fazem parte do caminho da maioria dos profissionais que se dedicam à área da educação e saúde. Seria hipocrisia de minha parte dizer o contrário. Especialmente quando trabalhamos com crianças com dificuldade de aprendizagem.

    Nossa, em minha trajetória, quantas lágrimas derramadas e quantas vezes me senti sozinha e em silêncio pensei… Puxa vida, por que esta criança não está aprendendo? Por que não consigo entender como ela aprende? Devo ser péssima profissional, mesmo! É, sinto que, algumas vezes, fui cruel comigo. Menosprezei o meu esforço, a minha dedicação e, acima de tudo, criei expectativas altas demais para um curto prazo de tempo.

    Isso já aconteceu com vocês? Se já passaram, estão sabendo que é um sentimento horroroso!

    Rapa tudo

    O jeito que encontrei para superar esses momentos é traçando objetivos claros para curto, médio e longo prazo. Na minha avaliação, por exemplo, procuro investigar o maior número possível de coisas que a criança tem interesse, tem conhecimento e o que precisa aprender. Além disso, o que considero mais importante: que há um tipo de felicidade diferente e ela mora nas pequenas conquistas. 🙂 Essas medidas fazem o meu caminho mais suave.

    Falem pra mim como vocês lidam com esses momentos!

    Agora vamos ao jogo que eu trouxe como sugestão hoje porque precisamos urgentemente fazer com que o lúdico faça parte do dia a dia. Afinal, como já foi dito, ele sim(!) tem forte impacto na aprendizagem.

    Segundo Kammi e Declark, (1997, p. 16):

    “O uso de jogos para ensinar aritmética não é uma prática nova. Muitos professores já os utilizam há longo tempo. No entanto, eles têm sido usados apenas como complemento, para reforço de aprendizagem, […]. Jogos também são usados como prêmios em atividades extras para as crianças que já acabaram o trabalho. Aqui o que proponho é trazer os jogos de um plano secundário para um plano principal na aprendizagem da aritmética.”

    Acredito que no nosso site há muitas ideias para contribuir.

    Sugestão de uso:

    Coloque o tabuleiro sobre uma mesa ou no chão e distribua sobre ele todas as fichas. Ao invés das fichas você pode utilizar botões.

    Cada criança, na sua vez, joga os dois dados. O número e letra que cair será correspondente à coluna e linha do tabuleiro que deve ser resgatada uma ficha. Se, no transcorrer do jogo, cair em uma coluna/linha que não tenha ficha, passa a vez para outra criança. O jogo continua até não ter mais fichas sobre o tabuleiro ou uma das crianças resgatar 20 fichas.

    É isso, um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 01 tabuleiro;
    • 36 fichas;
    • 02 dados;
    • Instruções de uso.

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  • Pense e calcule

    Pense e calcule

    Oieee!!!

    Gente, vocês gostam de trabalhar com material dourado? Eu gosto muito!!! Maria Montessori, para quem não sabe, foi a idealizadora. Há um tempo eu já publiquei um outro jogo que também é utilizado junto com material dourado.  Se não viu vale a pena conferir clicando aqui.

    Para a  atividade que eu trouxe como sugestão hoje, se vocês não tiverem o material dourado, utilizem algo que a criança possa contar, como palitos de picolé ou tampinhas de garrafa PET. Claro que, é preciso avaliar se a criança realmente precisa do concreto ou se já deve ser desafiada a contar apenas mentalmente. No final deste post tem o link para adquirir o arquivo PDF com as cartas e desafios para esta atividade. É enviado por e-mail.

    Como utilizar:

    A criança deverá observar o número disponível na apostila. Verificar nos quadros vazios quais cálculos ela precisará fazer para completá-los (adição ou subtração). Após, procurar a carta com a quantidade exata para colocar sobre o quadro corresponde. Ou seja, ela deverá pensar, calcular e relacionar os números às quantidades.

    Exemplo da imagem: Na apostila tem o número 38.

    Deverá diminuir 2 = 36

    Adicionar 5 = 43

    Acredito que aqui fica evidente o quanto que, dependendo do conhecimento prévio da criança, é importante ter algo concreto para ela contar. 🙂

    Espero que seja útil para vocês. 💕

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 10 páginas/desafios;
    • 20 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Estimando e contando

    Estimando e contando

    Oie!!!

    Nós queremos que a criança acredite na sua própria capacidade de pensar, certo? Também sabemos que a construção do número envolve um conhecimento muito maior do que saber recitar os números decor, não é mesmo?!

    Então, uma boa estratégia para estimular a construção do número e também contribuir para que a criança acredite em si mesma é trabalhar com estimativa, pois ela terá que recorrer as suas experiências para resolver um problema. Talvez na primeira tentativa ela realmente “chute” sem nenhuma estratégia lógica, mas, pouco a pouco conforme a criança for estimando e verificando se chegou perto, se ficou longe,… ela vai começar a pensar logicamente antes de sugerir uma quantidade. Na verdade, o que mais queremos é que a criança chegue o mais próximo possível e não, necessariamente, acerte “na mosca”. Mas, se acertar, vamos comemorar \o/.

    Sugestão de materiais:

    • uma pasta arquivo (aquelas com plástico) com quantidades diferentes de figuras em cada página. O material que utilizamos está disponível em arquivo PDF na nossa loja. Clique no final deste post para adquirir;
    • canetinha;
    • flanela.

    Procedimento:

    A criança deverá observar as marcas de patas na página e, sem contar, dar um palpite de quantas têm. Após, ela deverá contar. Por último, ela verifica a diferença de quantas ela achou que tinha e quantas realmente têm.

    Simples e maravilhosa esta atividade, vocês não acham?!

    Ah, as anotações podem ser feitas com canetinha sobre o plástico. Após o uso é só apagar com uma flanela.

    Bjão e tchau! 🙂

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 15 páginas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Transforme

    Transforme

    Oie!!!

    Hoje o assunto é pensamento lógico-matemático.

    A nossa querida Constace Kamii (1997), em seu livro Reinventado a Aritmética, diz que: “Número não é empírico por natureza. A criança o constrói através da abstração reflexiva pela sua própria ação mental de colocar coisas em relação.”

    Ou seja, é importantíssimo para aprendizagem lógico-matemática que as crianças tenham a oportunidade de vivenciar e colocar as coisas em relação para comparar e identificar diferenças e semelhanças. Sejam elas de espessura, tamanho, forma, cor, quantidade, …

    Com a atividade de hoje as crianças serão instigadas a pensar, refletir sobre semelhanças e diferenças para poder transformar, modificar uma determinada figura. Saliento,  porém,  que considero também importante que as crianças possam fazer esta mesma atividade com objetos concretos. Por exemplo, com blocos lógicos.

    Vamos à ideia? Tem arquivo PDF com as cartas para esta atividade disponível na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Como utilizar:

    A criança escolhe uma carta e observa a forma geométrica que  deverá ser transformada. Depois a criança desenha uma figura modificando ou conservando as características de acordo com o que for solicitado em cada carta. O que está escrito em preto é o que deve ser conservado na figura e o que está escrito em branco é o que deve ser modificado (observe a imagem acima).

    Observação: Quem acompanha o meu trabalho já sabe que plastifico as minhas cartas. Assim, as crianças podem desenhar sobre as cartas com canetinha e, após o uso, posso apagar com uma flanela.

    E assim chegamos ao final de mais um post com o coração cheio de esperança que tenha sido útil para você que o leu até aqui. Beijão e até o próximo!

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 15 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Jogo para utilizar com material dourado

    Jogo para utilizar com material dourado

    Jogo para utilizar com material dourado

    Oieee!

    Gente, este material foi desenvolvido a partir de um pedido da nossa leitora Valeria Placona. Ela deixou um comentário lá no facebook. Valeu, Valeria 👍💕!

    Elaboramos um jogo lúdico com o objetivo de proporcionar a construção do número utilizando o material dourado. Por aqui as crianças gostaram muuuito. 🙂

    Materiais necessários:

    • material dourado;
    • cartas iguais à imagem acima (deixei disponível em arquivo PDF na nossa loja. É enviado por e-mail.).

    Como utilizar:

    As cartas devem ficar todas viradas com as imagens para baixo.

    Cada criança na sua vez, vira uma das cartas. Pega as peças do material dourado de acordo com o pedido na carta. Depois é a vez de outra criança. O jogo continua assim até que uma das crianças complete uma centena.

    Ah! Antes que me perguntem..rs, a placa vermelha que vocês veem na foto eu mesma pintei. A  criança vai colocando as peças conquistadas em cima. Acho que é mais fácil a visualização e, consequentemente, a compreensão.

    Por hoje foi isso, bjuuu

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF com as cartas para esta atividade. É enviado por e-mail.