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  • Acerte a rima

    Acerte a rima

    Oie!!! A sugestão que trouxemos para vocês hoje é muito interessante para crianças que estejam apresentando leitura silábica e ficam cansadas com textos muito longos. Nestes casos, precisamos pensar em estratégias para que as crianças continuem praticando a leitura. Sim, praticando, não tem jeito! Só assim, pouco a pouco, irão construir novas conexões e a formação da rede neural da leitura vai acontecendo e tornando este processo mais eficiente. Obviamente que praticar de uma maneira que seja o mais prazerosa possível. Partir de textos curtos, engraçados, com rimas, pode ser uma boa estratégia.

    […] O uso faz aumentar o número de conexões, enquanto que o desuso faz diminuir a quantidade de botões sinápticos. (RIESGO, p.24, 2006)

    Vamos por a mão na massa, então?

    Deixamos o arquivo PDF GRÁTIS com esta atividade disponível na nossa loja. É, estamos bem queridos por aqui ultimamente!!! rsrs <3

    Ah, esta atividade também estimula o desenvolvimento da consciência fonológica! Show, não é mesmo?!

    Sugestão de uso:

    A criança lê uma carta e coloca um marcador (prendedor de roupa, clips) na figura cujo nome rima com a frase do texto. Em seguida escreve o nome da figura com letras de EVA. Após, pode ser escrito uma história na qual a frase do texto é utilizada.

    Encerramos este post deixando registrado o nosso desejo que o material que estamos compartilhando seja muito, muito útil! <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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  • Trilha da sílaba inicial, medial ou final

    Trilha da sílaba inicial, medial ou final

    Oie!!! Queridos, em virtude da necessidade de nos recolhermos em casa para evitar o contágio com Coronavírus ficamos aqui pensando em uma maneira de contribuir para que esta fase passe de uma maneira mais suave sem deixar de lado a aprendizagem das crianças em processo de alfabetização. Então desenvolvemos este jogo que estimula consciência de sílaba inicial, medial e final. Este recurso, assim como outros disponíveis no nosso site, pode ser utilizado em família. O que é maravilhoso!!!

    Recado importante!!! Se você que está lendo este post é pai ou mãe, precisamos alertar: durante o jogo é mais importante que o momento seja de diversão do que propriamente se preocupar em ensinar seu(ua) filho(a). Por isso vá com calma na estimulação, Ok?!

    Estimulações excessivas, […] possuem o mesmo sentido que alimentação acima da necessidade. […] (ANTUNES, p.18, 1998).

    Geralmente, as crianças manifestam mais interesse quando lhes é permitido sentir fome de aprender. Sendo assim, jogue, brinque, coloque-se disponível, mas sem preocupação exagerada em ver resultado na aprendizagem. Se a criança se divertir a probabilidade é ela querer repetir o jogo ou estar aberta para outros com o mesmo objetivo (alfabetização). Outra coisa, o chão é um excelente local para favorecer momentos de descontração! #ficaadica! 😉

    Ah, deixamos o jogo em arquivo PDF GRÁTIS na nossa loja!!! Será que vimos um sorriso aí?!! rsrs

    Sugestão de uso:

    Disponibilizem peões para cada jogador.

    Coloquem o tabuleiro sobre uma superfície plana (mesa, chão). Cada jogador, na sua vez, joga os dois dados. O dado com números determina a quantidade de casas que o jogador deve andar com o seu peão no tabuleiro. Já o dado com círculos, determina qual sílaba ele deve escrever. Se estiver com o primeiro círculo colorido, deve escrever a primeira sílaba do nome da figura que chegou com o seu peão. Se for o segundo círculo, deve escrever a sílaba do meio. E, se for o terceiro círculo que estiver colorido, o jogador deve escrever a última sílaba do nome da figura. Depois pode conferir no Gabarito se escreveu corretamente.

    Se o jogador chegar a uma casa que está escrito “+ 3”, deve avançar três casas. Se estiver escrito “-2”, deve voltar duas casas.   

    Supondo que chegue a uma casa que outro jogador já tenha escrito a sílaba que ele deveria escrever pode escolher outra sílaba da palavra.

    Ganha o jogo quem conseguir chegar ao final da trilha primeiro.

    É isso, amados e estimados!!! Falem pra gente se este material vai ser útil para vocês! Os comentários que recebemos nos ajudam muito para sabermos se estamos contribuindo com o nosso trabalho e, inclusive, até melhorarmos.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências . 12. ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

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  • Marque a igual

    Marque a igual

    Oieee!!!
    Que alegria compartilhar este material! Seria muito bom se pudéssemos ver as expressões nos rostos de vocês ao saberem que o arquivo PDF com o jogo é GRÁTIS!!! Já que isso não é possível, vocês poderiam ser bem fofos, amados, estimados e deixar nos comentários se contribuímos com este presente e, também, as impressões que tiverem sobre o jogo. 😉

    O objetivo deste recurso é estimular a atenção, a percepção, a orientação espacial. Sendo assim, pode ser excelente para crianças, adolescentes, adultos que apresentam déficit de atenção e precisam de estímulos lúdicos para ampliar essas habilidades. Antes de iniciar o jogo, propriamente dito, deem um tempo para os jogadores explorarem o material. Observar semelhanças e diferenças nas direções das setas e posições dos círculos. Isso já é uma intervenção 😉

    Apresentar o material é um momento que deve ser valorizado pelo profissional. […] (MACEDO; PETTY; PASSOS, 2000, p. 19)

    Sugestão de uso:

    Cada jogador, em sua vez, joga o dado e observa: direção da seta e a posição do círculo. Em seguida, procura e marca no seu tabuleiro um quadro igual. Ganha o jogo quem completar primeiro uma coluna inteira.

    Variação: Ganha o jogo quem completar primeiro todo o tabuleiro. Neste caso, o tempo do jogo será maior.

    Observação: A linha azul indica a margem inferior do dado. É importante observar esta indicação durante o jogo.

    É isso, gente! Aproveitem muito este material! Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MACEDO; Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sícoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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  • Calendário

    Calendário

    Oieee!!!
    Primeiro post de 2020 e já começamos com um presente maravilhoso para vocês: tem arquivo PDF GRÁTIS com a atividade que trouxemos como sugestão hoje!!! Uhuuu!!! Esperamos que vocês fiquem tão felizes quanto nós que estamos compartilhando este material.

    Antes de baixar o arquivo acompanhem nossa breve explicação sobre a relevância deste recurso 😉

    Trabalhar a noção de tempo é muito importante e, geralmente, as crianças demonstram interesse em anotar no calendário, por exemplo, a data do aniversário ou outro evento que irá acontecer e ir riscando os dias que faltam para chegar. Além disso, é interessante propiciar às crianças o funcionamento dos números dentro de um contexto. Portanto, utilizar o calendário é um excelente recurso porque a criança terá a oportunidade de aprender algo que tem uma conexão com o seu dia a dia. É muito mais do que simplesmente absorver algo que a professora falou.

    “Nenhuma criança é uma esponja passiva que absorve o que lhe é apresentado.” (ANTUNES, 2003, p. 16)

    Então mãos à obra!!! 🙂

    Sugestão de uso:

    Entreguem o calendário do mês corrente para a criança/adolescente preencher.

    Após, vocês podem complementar a atividade com outros questionamentos. Por exemplo:

    – Qual dia da semana você mais gosta? Por quê?

    – Quantos dias faltam para o aniversário de…?

    – O dia 20 de janeiro será…

    – Quais dias da semana você vai para a escola?

    Vocês perceberão que aos poucos os conhecimentos serão integrados. Também será muito gratificante ver o entusiasmo das crianças quando no início de cada mês vocês entregarem um novo calendário para ser preenchido.

    Um forte abraço!

    Clique abaixo no botão escrito “GRÁTIS” para adquirir dois arquivos em PDF (enviados por e-mail) contendo:

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    São enviados dois arquivos em PDF para que, no momento da impressão, você possa escolher dentre eles o tamanho mais adequado (fichas com tamanho de uma página A4 ou 1/2 página A4).

     

  • Descubra d, b, q, p

    Descubra d, b, q, p

    Oieee!

    Gente, eu me formei no magistério em 1989 e, naquela época, jamais imaginei que teria o contato com professores de tantos lugares diferentes. Vocês são feras(!) e , muitas vezes, os relatos que recebo me deixam emocionada. Amooo saber o quanto temos professores engajados em motivar a aprendizagem dos alunos. Sinto que juntos fazemos parte de um batalhão em prol da educação do nosso país, mas nem sempre temos a dimensão do nosso trabalho porque não é possível mensurar e nem ver no agora, é no futuro! Em forma de agradecimento pela companhia organizei um jogo que estará disponível em arquivo PDF gratuitamente. É um presente em comemoração ao Dia do Professor. Espero que vocês gostem <3

    E qual o objetivo deste jogo? Bem, quem é professor(a) alfabetizador(a) sabe que é muito comum, no início do processo de construção da escrita, as trocas com as letras d,b,q,p. Aos poucos as crianças vão compreendendo as diferenças, no entanto, algumas levam um tempo maior nesta compreensão. O jogo que eu trouxe tem o intuito de contribuir neste aprendizado.

    Sugestão de uso:

    Mostrem para as crianças a cartela com imagens d-dedo, b-bebê, q-queijo, p-pera. Isso irá ajudar na associação. Dica: esta cartela pode ser fixada nas carteiras das crianças e deixar lá para pesquisas futuras ;).

    O tabuleiro deve ser colocado sobre uma superfície plana e é preciso cobrir as letras d,b,q,p com tampas de garrafa PET.  ATENÇÃO! É muito importante, para evitar confusões, que as crianças estejam sentadas de frente para o tabuleiro. Por isso, uma criança deve jogar ao lado da outra ou, cada uma, deve ter o seu próprio tabuleiro.

    Uma das crianças joga o dado. O desafio dela será tirar uma tampa do tabuleiro que esteja cobrindo a letra que saiu no dado. Se acertar, fica com a tampa. Se errar, deve colocar a tampa de volta sobre a letra. Se, ao jogar o dado, cair “sua vez”, a criança pode escolher e dizer o nome de uma das letras (d,b,q,p) que deseja descobrir. Da mesma forma que antes, se acertar, fica com a tampa. O jogo segue até uma das crianças conquistar cinco tampas primeiro.

    É isso! Espero que vocês tenham gostado do presente, um forte abraço!!!

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  • Encontre os diferentes

    Encontre os diferentes

    Oie!!!

    Fazendo uma avaliação sobre minha pessoa cheguei à conclusão que ando sendo muito, muito fofa! A prova disso está no post de hoje que, mais uma vez, o material vai estar em arquivo PDF GRÁTIS! Uhuuu!!! Levanta a mão quem está gostando da minha fofurice…hehe

    Esta atividade é excelente para estimular o pensamento lógico porque, dentre outros itens, estimula a comparação. Sim, pode parecer estranho, mas a comparação é um dos processos mentais necessários para um bom desempenho lógico. Para comparar a criança precisa estabelecer relações entre os objetos e perceber o que eles têm de igual e de diferente.

    Kamii (1997, p. 29) afirma que:

    […] A diferença é uma relação criada mentalmente pelo indivíduo que faz o relacionamento entre dois objetos. A diferença não está na ficha vermelha ou na azul, e, se uma pessoa não puser os dois objetos dentro dessa relação, a diferença não existirá para ela.

    Sendo assim, podemos fazer muitos jogos, brincadeiras e atividades com as crianças para incentivar a percepção das diferenças. Uma sugestão é utilizar tampas de diversas cores, tamanhos, formas. Além de servir para contar, podemos sugerir que as crianças agrupem os iguais, separem os diferentes, etc.

    Bom, mas voltando ao material que eu trouxe hoje, vocês poderão adquirir clicando no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Colocar as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico).

    A criança deverá procurar e circular com canetinha (sobre o plástico) as imagens diferentes em cada página. Dependendo dos conhecimentos prévios da criança você pode desafiá-la estipulando um tempo para localizar as figuras.

    Após o uso, as anotações feitas sobre o plástico, podem ser apagadas com uma flanela.

    É isso, meus queridos, estimados!!! Espero que vocês possam fazer bom uso deste material que foi feito com muito carinho.

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. Campinas: Papirus, 1997.

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  • Trilha do alfabeto

    Trilha do alfabeto

    Oie!

    Gente, quero ver vocês sorrindo, dando pulos de alegria, porque o jogo que eu trouxe como sugestão está disponível em arquivo PDF GRÁTIS! Uhuuu!!! E tem mais!!! Poderá ser utilizado de muitas maneiras: para estimular a aprendizagem do alfabeto (letra/som), escrita de palavras, frases, textos e, também, para falarmos sobre alimentação saudável com as crianças! Ahhh, é muito amor em um jogo.

    E, por falar em amor, quero aproveitar este gancho para falar também de compaixão e empatia porque entendo que estes sentimentos precisam caminhar de mãos dadas com o processo de alfabetização (na verdade, qualquer aprendizado). É preciso compreender que os erros no processo de construção da escrita fazem parte do processo e acontecem porque a criança se arriscou, levantou uma hipótese, o que é excelente. Portanto, jamais(!), podemos culpabilizar o equívoco da criança. Inclusive, neste caminho, há também momentos de esquecimentos. Um dia parece que a criança sabe e, no outro, que não sabe. Mas, fala pra mim quem nunca parou diante de algo que ainda está em processo de aprendizagem e pensou: ”como é isso mesmo?”

    Ferreiro e Teberosky (1999, p. 34), grifo dos autores, esclarecem:

    Se dissemos antes que uma prática pedagógica de acordo com a teoria piagetiana não deve temer o erro (sob a condição de distinguir entre os erros construtivos e os que não o são), agora devemos acrescentar que ela não deve, tampouco, temer o esquecimento. O importante não é o esquecimento, e sim a incapacidade para restituir o conteúdo esquecido.

    Ou seja, claro que precisamos ficar atentos às crianças com dificuldade de reter o conhecimento, no entanto, o esquecimento também faz parte do processo de construção de qualquer aprendizado. Nosso cérebro é incrível! Ele precisa ter certeza que o conteúdo é importante para guardá-lo em seus arquivos. Do contrário, ele joga fora.  Bom, antes que vocês fiquem chateados(as) com o meu texto longo segue a explicação do jogo…hehe

    Sugestões de uso:

    1) Disponibilizar o tabuleiro sobre uma superfície plana. Cada jogador, na sua vez, joga o dado e, o número que cair, será correspondente à quantidade de casas que poderá avançar com seu peão no tabuleiro. Quando parar, diz o nome da letra/som que constar na casa. Ganha o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro.

    2) Os jogadores repetem o procedimento da sugestão 1, mas, também, procuram no tabuleiro um alimento que começa com aquela letra/som e escrevem o nome. Depois, podem conferir a escrita no gabarito.

    Observação: os alimentos que já tem o nome escrito no tabuleiro, podemos deixar que leiam e, após, cobrimos a palavra para que seja escrita de acordo com o que lembram.

    3) Fazer uma pesquisa para procurar imagens e benefícios dos alimentos que constam no tabuleiro para nossa saúde.

    4) Utilizar as palavras que precisaram escrever durante o jogo para produzir um texto.

    Gostaram do post de hoje? Que tal me dizer nos comentários?! Vou amar saber <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    FERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999.

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  • Decomponha os números

    Decomponha os números

    Oie!

    Há muitas maneiras de demonstrar carinho e gratidão por alguém: com um abraço, um beijo, um olhar, … No entanto, a distância que me separa fisicamente de vocês que acompanham o meu trabalho, impede que eu faça isso pessoalmente. Sendo assim, a maneira que demonstro o meu carinho é procurando dar atenção a todos os comentários que recebo e, de tempos em tempos, dedico algumas horas do meu trabalho para produzir algo que não receberei uma recompensa monetária por ele, mas, tenho a expectativa que vocês se sentirão tocados e acarinhados por mim. Tudo que compartilho tem o intuito de levar muito mais do que informações, almejo que esteja proporcionando experiências positivas.

    Deixei na nossa loja o arquivo PDF com este material. É enviado por e-mail e é gratuito!!! Para receber clique no botão escrito “Grátis” disponível no final deste post.

    Bom, chega de papo … rs, agora vou discorrer sobre a ideia de hoje.

    Os números podem ser apresentados de maneiras diferentes: compostos ou decompostos. Por exemplo: o número 123 está na forma composta, mas eu posso decompor ele e, então, apresentá-lo assim: 100 + 20 + 3. As duas maneiras representam o mesmo valor. E qual a relevância de sabermos isso? É importante para entendermos padrões e relações dentro de um número maior e entre números dentro de uma equação.

    Considero importante salientar que valor posicional não é uma técnica a ser aprendida pela criança. Na verdade, é algo que precisa ser construído por ela e que envolve raciocínio lógico-matemático. Sendo assim, é preciso primeiro que a criança tenha construído a unidade para que possamos apresentar as dezenas. Da mesma forma, ela precisa ter construído o entendimento de dezenas e das unidades para que seja apresentado as centenas e assim por diante.

    […] ‘Dezenas e unidades’ podem ser ensinadas somente depois de as crianças terem construído as ‘unidades’ […] (KAMII e DECLARK, 1997, p. 93.)

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma cartela e, para decompor o número em destaque, deve procurar os grampos que tenham os números necessários e fixá-los na cartela colocando-os em sequência, do maior para o menor.

    Queridos(as), mesmo que eu esteja ciente da riqueza deste material, fico esperando que me digam se contribuiu com o trabalho de vocês.

    Um abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    É GRÁTIS e enviado por e-mail.

  • Leia e responda

    Leia e responda

    Oieee!!!

    Hoje tem arquivo PDF GRÁTIS!!! Uhuuu! Podem comemorar!

    Gente, sabemos que, a melhor maneira de estimular a competência leitora das nossas crianças é proporcionar leitura. Quanto mais gêneros textuais elas tiverem acesso, mais familiarizadas ficarão com o universo da leitura e o letramento vai acontecendo.

    Apresentar textos curtos pode ser uma boa estratégia para as crianças que estão iniciando o processo.  Obviamente que, classificar se o texto é longo ou suficientemente curto, é o educador que poderá fazer, porque a seleção deve ser feita de acordo com os conhecimentos prévios da criança. Digo isso porque para algumas crianças conseguir ler uma palavra representa um desafio, enquanto que para outra, ler uma frase é um desafio mais adequado. Agora, também é bacana deixar a criança escolher. Confesso que prefiro esta última opção. E, supondo que, no transcorrer da leitura eu perceba que a criança esteja apresentando cansaço vou lendo com ela. Ou seja, leio uma parte e ela lê outra. Há muitos métodos de alfabetização, mas é sempre preciso ter flexibilidade para alterar de acordo com as necessidades que irão surgindo.

    “Afinal, quem alfabetiza não são os métodos, mas o(a) alfabetizador(a) […]”. (SOARES, 2016, p. 52).

    Queridos, deixei o arquivo PDF gratuito com este material na nossa loja. Para receber cliquem no link escrito GRÁTIS disponível no final deste post. Espero que aproveitem e, se o material for útil para vocês, ficarei muito feliz em saber.

    Sugestão de uso:

    A criança faz a leitura da parlenda. Após, lê a pergunta que se encontra na margem inferior da carta e assinala a resposta correta.

    Obs.: Eu plastifiquei as minhas cartas. Desta maneira as crianças podem fazer a marcação com canetinha e, depois do uso, apagamos com uma flanela. Se vocês aplicarem papel Contact o efeito será o mesmo.

    É isso!  Espero que contribua muuuito!

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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  • Desenhe o ditado popular

    Desenhe o ditado popular

    Oie!!!

    Começo dizendo que hoje tem arquivo PDF GRÁTIS!!! Uhuuu!!!

    Agora é hora de alegria
    Vamos sorrir e cantar …

    Quem lembra desta música…haha

    No final deste post cliquem em “Grátis” para receber o arquivo. Maaaas, antes me acompanhem neste texto!

    Gente, quem já trabalhou na alfabetização de crianças, jovens e adultos, possivelmente vai concordar comigo que cada faixa etária traz consigo elementos que facilitam a construção da escrita, mas, também, desafios. Por exemplo, é comum as crianças não saberem mensurar o quanto será importante para sua vida aprender a ler e escrever. Já um adolescente (um adulto então?!), certamente já sente na pele o quanto a falta dessa aprendizagem dificulta sua vida. Sendo assim, podemos entender que alfabetizar um adolescente pode ser muito mais fácil. Eis a questão, não é bem assim! Um adolescente, dependendo das experiências anteriores, pode já ter criado resistência, sentimento de incapacidade de aprender. Por isso é imprescindível que o alfabetizador se identifique com o público que irá trabalhar porque encontrará alegrias e desafios em todas as faixas etárias

    Agora, independente do aprendiz, as curiosidades e os interesses dele devem ser levados em consideração para selecionarmos o recurso adequado. Ou seja, é preciso nos aproximarmos do mundo, contexto que vivem.

    Freire, (1996, p. 56) diz:

    “Não podemos interpretar um texto se o lemos sem atenção, sem curiosidade”

    A sugestão de trabalho que eu trouxe hoje pode ser utilizado com todos, mas façam as adaptações que julgarem necessárias.

    Sugestão de uso:

    Podemos começar verificando os conhecimentos que as crianças e adolescentes têm sobre os ditados populares.

    Depois disso, colocar as cartas com ditados populares em uma sacola. Cada um, na sua vez, retira uma carta da sacola, faz a leitura e representa através de um desenho o que está escrito. Ao terminar é importante uma discussão, ou melhor, uma apresentação sobre o que cada um entende pelo ditado popular que sorteou e, de que maneira, podemos aproveitá-lo (ou não!) na nossa vida. Ou seja, que ensinamento nos traz.

    Variação:

    Se a criança ou adolescente estiver em um estágio bem inicial de leitura e escrita vocês podem também:

    1) Ler com ele/ela  passando o dedo sobre cada palavra;

    2) após, falar uma das palavras da carta e pedir para ele/ela sinalizar onde acha que está;

    2.1) dizer para observar como é a escrita da palavra (com que letra começa, com qual termina, …);

    2.2) pedir para escrever a palavra com massinha de modelar ou fichas com letras;

    2.3) depois escrever a palavra novamente, mas agora sem olhar, apenas recorrendo à memória. Quando terminar de escrever pode conferir os acertos na carta;

    2.4) escrever outras palavras que começam com a mesma sílaba da palavra selecionada;

    3) Escrever o ditado popular faltando algumas palavras para ele/ela completar.

    É isso, meus queridos. Vou ficar muito feliz em saber se este post contribuiu de alguma forma.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 32 ed. São Paulo: Cortez, 1996. 

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