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  • Fichas de registro

    Fichas de registro

     

    Oie!!! Gente, assim como vocês, com a pandemia do Coronavírus, estamos tendo que nos adaptar nos espaços familiar, social e profissional. Nos adaptar significa também criar estratégias para lidar da melhor forma possível com o momento que estamos vivendo.

    Aproveitar a experiência conhecida e transformá-la através do ato criador faz parte do processo de aprendizagem do(a) profissional que vai mediar o conhecimento. (BARBOSA, 2002, p. 34).

    Pelas mensagens que temos recebido, sabemos que muitos profissionais da educação/saúde estão fazendo atendimentos on-line. Precisamos estar cientes que ter um registro destes momentos é tão importante quanto dos atendimentos presenciais para que as intervenções sejam mais assertivas. Sendo assim, desenvolvemos o material que estamos compartilhando com vocês para auxiliar na organização das informações dos pacientes/aprendentes, bem como no registro das sessões.

    Está disponível GRATUITAMENTE o arquivo PDF com este material na nossa loja. Tem link para adquirir no final deste post. Uhuu!!!

    Sugestões de uso:

    São três fichas diferentes de registro. Vocês podem organizá-las em uma pasta catálogo.

    Primeira ficha: anotar as informações consideradas mais importantes sobre o aprendente. Se você é psicopedagogo(a), são alguns dos dados coletados, geralmente, na anamnese com os pais, responsáveis e escola:

    • Nome do aprendente;
    • Data de nascimento;
    • Interesse(s): o que ele/ela gosta de fazer, aprender;
    • Queixa(s): dificuldade(s) relatada(s) pela família e escola;
    • e outras informações importantes.

    Atenção! Nesta ficha não constam todos os dados coletados em uma anamnese. É apenas um resumo das informações mais importantes que podem contribuir nas intervenções.

    Segunda ficha: anotar números de telefones para contatos:

    • Família, escola e outros profissionais que atendam o paciente/aprendente.

    Terceira ficha: Registrar de maneira sucinta como foi a sessão com o aprendente. Nela constam os seguintes campos:

    • Nome do aprendente;
    • Número da sessão;
    • Síntese da sessão (qual avaliação ou intervenção foi feita naquele dia);
    • Algo que o aprendente disse ou fez que chamou atenção;
    • Lembrete para próxima sessão (exemplo: trabalhar trocas F/V);
    • Combinados (exemplo: “J” vai trazer um brinquedo ou livro que gosta na próxima sessão);
    • Avanços e dificuldades percebidas durante a sessão.
    • Nível de interesse do aprendente. Neste campo sugerimos pintar as estrelas de acordo com o que for percebido ou o próprio aprendente relatar durante a sessão. Uma estrela: pouco interesse, duas estrelas: médio interesse, três estrelas: muito interesse.

    Estas anotações serão muito úteis para, ao longo do trabalho, vocês conhecerem melhor o perfil do aprendente (potencial, dificuldades, atitudes que se repetem, etc.) e, assim, organizar intervenções mais assertivas.

    Gente, acreditamos que o carinho investido na organização deste material é perceptivo em cada detalhe. Esperamos que vocês possam fazer um bom uso! Se ficaram dúvidas, deixem nos comentários que teremos o maior prazer em responder. A dúvida de um pode ser a mesma de outro, então fiquem à vontade para perguntar, ok?!

    Um forte abraço,

    Até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BARBOSA, Laura Monte Serrat. PCN: parâmetros curriculares nacionais: o papel da escola no século XXI. Curitiba: Bella Escola, 2002.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • 03 fichas diferentes de registro;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Você poderá imprimir quantas vezes quiser.

  • Separe as palavras

    Separe as palavras

    Oie!!!
    Mediar o processo de alfabetização é, certamente, uma das profissões mais belas. Conforme as crianças (jovens, adultos) vão avançando na construção da leitura e da escrita ficamos com o coração saltitante de alegria. E não é para menos, afinal, sabemos que podemos modificar totalmente a trajetória de vida de uma pessoa através da sua condição leitora.

    […] aprender a ler e a escrever e, além disso, fazer uso da leitura e da escrita transformam o indivíduo, levam o indivíduo a um outro estado ou condição sob vários aspectos: social, cultural, cognitivo, linguístico, entre outros. (SOARES, p. 38, 2001).

    No entanto, este caminho é feito de muitas etapas e traz desafios. Uma coisa é certa(!), conforme vamos adquirindo prática e conhecimento do processo de construção da leitura e escrita, conseguimos compreender, identificar e mediar muito melhor cada uma das etapas.

    O recurso que trouxemos como sugestão hoje é excelente para aguçar a curiosidade e a imaginação das crianças, mas, é também, apropriado para utilizar como ferramenta de intervenção com crianças que estejam apresentando hipótese de escrita alfabética, porém, com dificuldade na segmentação de palavras. Ah, podem comemorar porque o arquivo PDF está GRÁTIS na nossa loja! <3

    Sugestão de uso:

    Colocar as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico) e entregar para a criança. Explicar que, em cada página, há um título de alguma história. Possivelmente, ela já conhece ou ouviu falar. As imagens servirão de pistas. O desafio da criança será separar as palavras do título colocando cada uma delas em um quadro. Ela pode escrever com canetinha sobre o plástico. Após o uso é só apagar com uma flanela.
    Podemos concluir esta atividade com a leitura de alguma história que a criança não conhece ou tem interesse em reler.

    Ficamos por aqui!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2001

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    • 10 páginas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Pinte a forma igual

    Pinte a forma igual

    Oieee!!! Hoje tem presenteeee!!! O arquivo PDF com o jogo que sugerimos neste post está gratuito na nossa loja. Uhuuu!!! A gente se diverte fazendo vocês felizes 😉

    Pensamos em duas formas de utilizar este recurso e ficaremos muito felizes em saber se vocês pensarem em maneiras diferentes.

    O jogo exige precisão e por isso é super indicado para estimular a atenção, percepção e concentração. A criança precisará ficar atenta à posição do pequeno traço (se ele está para baixo, para cima, para o lado, etc.) e à cor das figuras.

    […] Para definir concentração, poderíamos dizer que é a forma mais intensa de atenção. É necessário prestar atenção para atingir uma verdadeira concentração. […] (ATENÇÃO, p. 48, 2006).

    Então vamos estimular estas habilidades? Sim, podemos desenvolver ou aperfeiçoá-las!!!

    Sugestão de jogo 1:

    Uma criança joga o dado. Observa a cor da figura que caiu no dado e, também, para que lado está o traço. Em seguida, procura e pinta (com a mesma cor) uma figura igual (em qualquer lugar do tabuleiro). Depois é a vez de outra criança.  Se a criança jogar o dado e cair uma figura que ela não tem mais disponível para pintar em seu tabuleiro, passa a vez para outro jogador. O jogo segue assim até uma das crianças completar uma coluna ou linha inteira do seu tabuleiro.

    Sugestão de jogo 2:

    Uma das crianças joga o dado e, todas ao mesmo tempo, procuram e pintam em seus tabuleiros TODAS as figuras iguais a que caiu no dado. Ganha o jogo quem conseguir encontrar e pintar as figuras em menos tempo.

    Observação 1: O traço laranja indica a margem inferior do dado. É importante ficar atento a este detalhe no momento do jogo.

    Observação 2: Se o tabuleiro for colocado dentro de um saco plástico as marcações poderão ser feitas com canetinha sobre ele e, após o uso, apagadas com uma flanela.

    Ficamos por aqui!

    Se vocês têm dúvidas perguntem nos comentários que respondemos!

    Bju

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ATENÇÃO e concentração. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

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    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Acerte a rima

    Acerte a rima

    Oie!!! A sugestão que trouxemos para vocês hoje é muito interessante para crianças que estejam apresentando leitura silábica e ficam cansadas com textos muito longos. Nestes casos, precisamos pensar em estratégias para que as crianças continuem praticando a leitura. Sim, praticando, não tem jeito! Só assim, pouco a pouco, irão construir novas conexões e a formação da rede neural da leitura vai acontecendo e tornando este processo mais eficiente. Obviamente que praticar de uma maneira que seja o mais prazerosa possível. Partir de textos curtos, engraçados, com rimas, pode ser uma boa estratégia.

    […] O uso faz aumentar o número de conexões, enquanto que o desuso faz diminuir a quantidade de botões sinápticos. (RIESGO, p.24, 2006)

    Vamos por a mão na massa, então?

    Deixamos o arquivo PDF GRÁTIS com esta atividade disponível na nossa loja. É, estamos bem queridos por aqui ultimamente!!! rsrs <3

    Ah, esta atividade também estimula o desenvolvimento da consciência fonológica! Show, não é mesmo?!

    Sugestão de uso:

    A criança lê uma carta e coloca um marcador (prendedor de roupa, clips) na figura cujo nome rima com a frase do texto. Em seguida escreve o nome da figura com letras de EVA. Após, pode ser escrito uma história na qual a frase do texto é utilizada.

    Encerramos este post deixando registrado o nosso desejo que o material que estamos compartilhando seja muito, muito útil! <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    • 12 cartas;
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  • Trilha da sílaba inicial, medial ou final | Jogo de alfabetização para estimular consciência fonológica

    Trilha da sílaba inicial, medial ou final | Jogo de alfabetização para estimular consciência fonológica

    Oie!!! Queridos, em virtude da necessidade de nos recolhermos em casa para evitar o contágio com Coronavírus ficamos aqui pensando em uma maneira de contribuir para que esta fase passe de uma maneira mais suave sem deixar de lado a aprendizagem das crianças em processo de alfabetização. Então desenvolvemos este jogo que estimula consciência de sílaba inicial, medial e final. Este recurso, assim como outros disponíveis no nosso site, pode ser utilizado em família. O que é maravilhoso!!!

    Recado importante!!! Se você que está lendo este post é pai ou mãe, precisamos alertar: durante o jogo é mais importante que o momento seja de diversão do que propriamente se preocupar em ensinar seu(ua) filho(a). Por isso vá com calma na estimulação, Ok?!

    Estimulações excessivas, […] possuem o mesmo sentido que alimentação acima da necessidade. […] (ANTUNES, p.18, 1998).

    Geralmente, as crianças manifestam mais interesse quando lhes é permitido sentir fome de aprender. Sendo assim, jogue, brinque, coloque-se disponível, mas sem preocupação exagerada em ver resultado na aprendizagem. Se a criança se divertir a probabilidade é ela querer repetir o jogo ou estar aberta para outros com o mesmo objetivo (alfabetização). Outra coisa, o chão é um excelente local para favorecer momentos de descontração! #ficaadica! 😉

    Ah, deixamos o jogo em arquivo PDF GRÁTIS na nossa loja!!! Será que vimos um sorriso aí?!! rsrs

    Sugestão de uso:

    Disponibilizem peões para cada jogador.

    Coloquem o tabuleiro sobre uma superfície plana (mesa, chão). Cada jogador, na sua vez, joga os dois dados. O dado com números determina a quantidade de casas que o jogador deve andar com o seu peão no tabuleiro. Já o dado com círculos, determina qual sílaba ele deve escrever. Se estiver com o primeiro círculo colorido, deve escrever a primeira sílaba do nome da figura que chegou com o seu peão. Se for o segundo círculo, deve escrever a sílaba do meio. E, se for o terceiro círculo que estiver colorido, o jogador deve escrever a última sílaba do nome da figura. Depois pode conferir no Gabarito se escreveu corretamente.

    Se o jogador chegar a uma casa que está escrito “+ 3”, deve avançar três casas. Se estiver escrito “-2”, deve voltar duas casas.   

    Supondo que chegue a uma casa que outro jogador já tenha escrito a sílaba que ele deveria escrever pode escolher outra sílaba da palavra.

    Ganha o jogo quem conseguir chegar ao final da trilha primeiro.

    É isso, amados e estimados!!! Falem pra gente se este material vai ser útil para vocês! Os comentários que recebemos nos ajudam muito para sabermos se estamos contribuindo com o nosso trabalho e, inclusive, até melhorarmos.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências . 12. ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

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    • 01 tabuleiro;
    • 01 gabarito;
    • 02 dados;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Marque a Igual | Jogo para estimular atenção, percepção e orientação espacial

    Marque a Igual | Jogo para estimular atenção, percepção e orientação espacial

    Quem acompanha a Psicosol talvez já conheça este jogo. Sempre que ele aparece nas redes sociais, desperta muito interesse entre professores e costuma estar entre os materiais mais baixados do site. E não é por acaso. Embora tenha regras simples, ele mobiliza habilidades cognitivas fundamentais para a aprendizagem.

    O Marque a Igual foi desenvolvido a partir dos princípios estudados durante minha formação no Programa de Enriquecimento Instrumental (PEI), criado por Reuven Feuerstein. Não se trata de um instrumento oficial do programa, mas de um recurso pedagógico inspirado em sua proposta de promover o desenvolvimento das funções cognitivas por meio da mediação.

    Muito mais do que encontrar figuras iguais, este jogo desafia o cérebro a observar cuidadosamente, comparar informações, controlar respostas impulsivas e localizar estímulos considerando sua orientação espacial.

    Por que trabalhar atenção, percepção e orientação espacial?

    Aprender a ler, escrever, interpretar textos ou resolver problemas matemáticos depende de muito mais do que conhecer letras e números.

    Para identificar uma letra, por exemplo, a criança precisa perceber detalhes visuais muito pequenos. Basta modificar a posição de um traço para que uma letra deixe de ser b e passe a ser d, p ou q. Da mesma forma, durante a leitura, é necessário localizar rapidamente informações, acompanhar a direção correta do olhar, comparar símbolos e identificar diferenças quase imperceptíveis.

    Esses processos envolvem diferentes funções cognitivas, entre elas:

    • atenção concentrada;
    • atenção seletiva;
    • percepção visual;
    • discriminação de detalhes;
    • comparação;
    • orientação espacial;
    • controle da impulsividade.

    Quando essas habilidades são pouco desenvolvidas, é comum que a criança apresente dificuldades para localizar informações, copie elementos de forma inadequada, confunda posições espaciais, deixe escapar detalhes importantes ou responda antes mesmo de analisar o problema.

    Por isso, estimular essas funções cognitivas desde cedo contribui para tornar futuras aprendizagens mais eficientes.

    A importância da mediação

    Um dos princípios centrais da teoria de Reuven Feuerstein é que o desenvolvimento cognitivo não acontece apenas porque a criança realiza atividades. O progresso depende, principalmente, da qualidade da mediação realizada pelo adulto.

    Isso significa que simplesmente entregar o jogo não é suficiente.

    Antes mesmo de iniciar a partida, reserve alguns minutos para explorar o material com os jogadores.

    Convide-os a observar cuidadosamente as peças.

    Pergunte:

    • O que vocês percebem de diferente entre estas figuras?
    • O que muda de uma peça para outra?
    • As setas apontam sempre para a mesma direção?
    • O círculo permanece na mesma posição?
    • Como podemos ter certeza de que encontramos exatamente a figura correspondente?

    Esses questionamentos levam a criança a dirigir voluntariamente sua atenção para os aspectos realmente importantes da tarefa, favorecendo uma observação mais consciente.

    Como afirmam Macedo, Petty e Passos (2000), apresentar o material é um momento que deve ser valorizado pelo profissional. É durante essa exploração inicial que muitas estratégias de pensamento começam a ser construídas.

    Como jogar

    Cada participante recebe um tabuleiro.

    Na sua vez, o jogador lança o dado e observa cuidadosamente dois aspectos:

    • a direção da seta;
    • a posição do círculo.

    Em seguida, procura em seu tabuleiro um quadro exatamente igual e o marca.

    Vence quem completar primeiro uma coluna inteira.

    Variação

    Para aumentar o desafio, o vencedor será aquele que completar todo o tabuleiro.

    Essa versão exige maior tempo de permanência na atividade, aumentando a necessidade de manter a atenção durante toda a partida.

    Dica importante

    Observe a linha azul presente no dado. Ela indica sua margem inferior e serve como referência para a orientação espacial.

    Ignorar essa referência pode levar a respostas incorretas, tornando a atividade ainda mais interessante para discutir estratégias de observação e comparação.

    Muito além de um jogo

    Embora seja simples de aplicar, o Marque a Igual oferece inúmeras oportunidades de intervenção pedagógica.

    Durante a atividade, o professor pode incentivar os participantes a explicar como encontraram a resposta, justificar suas escolhas, revisar erros, comparar estratégias e desenvolver formas mais eficientes de observar os estímulos.

    Essa mediação transforma um jogo aparentemente simples em uma rica experiência de desenvolvimento cognitivo, favorecendo habilidades que serão utilizadas em inúmeras situações de aprendizagem dentro e fora da escola.

    Referências

    FEUERSTEIN, Reuven; FEUERSTEIN, Rafael S.; FALIK, Louis H. Beyond Smarter: Mediated Learning and the Brain’s Capacity for Change. New York: Teachers College Press, 2010.

    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sícoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Calendário

    Calendário

    Oieee!!!
    Primeiro post de 2020 e já começamos com um presente maravilhoso para vocês: tem arquivo PDF GRÁTIS com a atividade que trouxemos como sugestão hoje!!! Uhuuu!!! Esperamos que vocês fiquem tão felizes quanto nós que estamos compartilhando este material.

    Antes de baixar o arquivo acompanhem nossa breve explicação sobre a relevância deste recurso 😉

    Trabalhar a noção de tempo é muito importante e, geralmente, as crianças demonstram interesse em anotar no calendário, por exemplo, a data do aniversário ou outro evento que irá acontecer e ir riscando os dias que faltam para chegar. Além disso, é interessante propiciar às crianças o funcionamento dos números dentro de um contexto. Portanto, utilizar o calendário é um excelente recurso porque a criança terá a oportunidade de aprender algo que tem uma conexão com o seu dia a dia. É muito mais do que simplesmente absorver algo que a professora falou.

    “Nenhuma criança é uma esponja passiva que absorve o que lhe é apresentado.” (ANTUNES, 2003, p. 16)

    Então mãos à obra!!! 🙂

    Sugestão de uso:

    Entreguem o calendário do mês corrente para a criança/adolescente preencher.

    Após, vocês podem complementar a atividade com outros questionamentos. Por exemplo:

    – Qual dia da semana você mais gosta? Por quê?

    – Quantos dias faltam para o aniversário de…?

    – O dia 20 de janeiro será…

    – Quais dias da semana você vai para a escola?

    Vocês perceberão que aos poucos os conhecimentos serão integrados. Também será muito gratificante ver o entusiasmo das crianças quando no início de cada mês vocês entregarem um novo calendário para ser preenchido.

    Um forte abraço!

    Clique abaixo no botão escrito “GRÁTIS” para adquirir dois arquivos em PDF (enviados por e-mail) contendo:

    • 12 fichas;
    • Instruções de uso.

    São enviados dois arquivos em PDF para que, no momento da impressão, você possa escolher dentre eles o tamanho mais adequado (fichas com tamanho de uma página A4 ou 1/2 página A4).

     

  • Descubra d, b, q, p | Jogo de alfabetização para diferenciar letras parecida

    Descubra d, b, q, p | Jogo de alfabetização para diferenciar letras parecida

    Oieee!

    Gente, eu me formei no magistério em 1989 e, naquela época, jamais imaginei que teria o contato com professores de tantos lugares diferentes. Vocês são feras(!) e , muitas vezes, os relatos que recebo me deixam emocionada. Amooo saber o quanto temos professores engajados em motivar a aprendizagem dos alunos. Sinto que juntos fazemos parte de um batalhão em prol da educação do nosso país, mas nem sempre temos a dimensão do nosso trabalho porque não é possível mensurar e nem ver no agora, é no futuro! Em forma de agradecimento pela companhia organizei um jogo que estará disponível em arquivo PDF gratuitamente. É um presente em comemoração ao Dia do Professor. Espero que vocês gostem <3

    E qual o objetivo deste jogo? Bem, quem é professor(a) alfabetizador(a) sabe que é muito comum, no início do processo de construção da escrita, as trocas com as letras d,b,q,p. Aos poucos as crianças vão compreendendo as diferenças, no entanto, algumas levam um tempo maior nesta compreensão. O jogo que eu trouxe tem o intuito de contribuir neste aprendizado.

    Sugestão de uso:

    Mostrem para as crianças a cartela com imagens d-dedo, b-bebê, q-queijo, p-pera. Isso irá ajudar na associação. Dica: esta cartela pode ser fixada nas carteiras das crianças e deixar lá para pesquisas futuras ;).

    O tabuleiro deve ser colocado sobre uma superfície plana e é preciso cobrir as letras d,b,q,p com tampas de garrafa PET.  ATENÇÃO! É muito importante, para evitar confusões, que as crianças estejam sentadas de frente para o tabuleiro. Por isso, uma criança deve jogar ao lado da outra ou, cada uma, deve ter o seu próprio tabuleiro.

    Uma das crianças joga o dado. O desafio dela será tirar uma tampa do tabuleiro que esteja cobrindo a letra que saiu no dado. Se acertar, fica com a tampa. Se errar, deve colocar a tampa de volta sobre a letra. Se, ao jogar o dado, cair “sua vez”, a criança pode escolher e dizer o nome de uma das letras (d,b,q,p) que deseja descobrir. Da mesma forma que antes, se acertar, fica com a tampa. O jogo segue até uma das crianças conquistar cinco tampas primeiro.

    É isso! Espero que vocês tenham gostado do presente, um forte abraço!!!

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 dado;
    • 01 cartela de imagens;
    • 01 tabuleiro.

    É GRÁTIS e enviado por e-mail.

  • Encontre os diferentes

    Encontre os diferentes

    Oie!!!

    Fazendo uma avaliação sobre minha pessoa cheguei à conclusão que ando sendo muito, muito fofa! A prova disso está no post de hoje que, mais uma vez, o material vai estar em arquivo PDF GRÁTIS! Uhuuu!!! Levanta a mão quem está gostando da minha fofurice…hehe

    Esta atividade é excelente para estimular o pensamento lógico porque, dentre outros itens, estimula a comparação. Sim, pode parecer estranho, mas a comparação é um dos processos mentais necessários para um bom desempenho lógico. Para comparar a criança precisa estabelecer relações entre os objetos e perceber o que eles têm de igual e de diferente.

    Kamii (1997, p. 29) afirma que:

    […] A diferença é uma relação criada mentalmente pelo indivíduo que faz o relacionamento entre dois objetos. A diferença não está na ficha vermelha ou na azul, e, se uma pessoa não puser os dois objetos dentro dessa relação, a diferença não existirá para ela.

    Sendo assim, podemos fazer muitos jogos, brincadeiras e atividades com as crianças para incentivar a percepção das diferenças. Uma sugestão é utilizar tampas de diversas cores, tamanhos, formas. Além de servir para contar, podemos sugerir que as crianças agrupem os iguais, separem os diferentes, etc.

    Bom, mas voltando ao material que eu trouxe hoje, vocês poderão adquirir clicando no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Colocar as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico).

    A criança deverá procurar e circular com canetinha (sobre o plástico) as imagens diferentes em cada página. Dependendo dos conhecimentos prévios da criança você pode desafiá-la estipulando um tempo para localizar as figuras.

    Após o uso, as anotações feitas sobre o plástico, podem ser apagadas com uma flanela.

    É isso, meus queridos, estimados!!! Espero que vocês possam fazer bom uso deste material que foi feito com muito carinho.

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique abaixo em “GRÁTIS” para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 10 páginas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Trilha do alfabeto

    Trilha do alfabeto

    Oie!

    Gente, quero ver vocês sorrindo, dando pulos de alegria, porque o jogo que eu trouxe como sugestão está disponível em arquivo PDF GRÁTIS! Uhuuu!!! E tem mais!!! Poderá ser utilizado de muitas maneiras: para estimular a aprendizagem do alfabeto (letra/som), escrita de palavras, frases, textos e, também, para falarmos sobre alimentação saudável com as crianças! Ahhh, é muito amor em um jogo.

    E, por falar em amor, quero aproveitar este gancho para falar também de compaixão e empatia porque entendo que estes sentimentos precisam caminhar de mãos dadas com o processo de alfabetização (na verdade, qualquer aprendizado). É preciso compreender que os erros no processo de construção da escrita fazem parte do processo e acontecem porque a criança se arriscou, levantou uma hipótese, o que é excelente. Portanto, jamais(!), podemos culpabilizar o equívoco da criança. Inclusive, neste caminho, há também momentos de esquecimentos. Um dia parece que a criança sabe e, no outro, que não sabe. Mas, fala pra mim quem nunca parou diante de algo que ainda está em processo de aprendizagem e pensou: ”como é isso mesmo?”

    Ferreiro e Teberosky (1999, p. 34), grifo dos autores, esclarecem:

    Se dissemos antes que uma prática pedagógica de acordo com a teoria piagetiana não deve temer o erro (sob a condição de distinguir entre os erros construtivos e os que não o são), agora devemos acrescentar que ela não deve, tampouco, temer o esquecimento. O importante não é o esquecimento, e sim a incapacidade para restituir o conteúdo esquecido.

    Ou seja, claro que precisamos ficar atentos às crianças com dificuldade de reter o conhecimento, no entanto, o esquecimento também faz parte do processo de construção de qualquer aprendizado. Nosso cérebro é incrível! Ele precisa ter certeza que o conteúdo é importante para guardá-lo em seus arquivos. Do contrário, ele joga fora.  Bom, antes que vocês fiquem chateados(as) com o meu texto longo segue a explicação do jogo…hehe

    Sugestões de uso:

    1) Disponibilizar o tabuleiro sobre uma superfície plana. Cada jogador, na sua vez, joga o dado e, o número que cair, será correspondente à quantidade de casas que poderá avançar com seu peão no tabuleiro. Quando parar, diz o nome da letra/som que constar na casa. Ganha o jogo quem chegar ao final da trilha primeiro.

    2) Os jogadores repetem o procedimento da sugestão 1, mas, também, procuram no tabuleiro um alimento que começa com aquela letra/som e escrevem o nome. Depois, podem conferir a escrita no gabarito.

    Observação: os alimentos que já tem o nome escrito no tabuleiro, podemos deixar que leiam e, após, cobrimos a palavra para que seja escrita de acordo com o que lembram.

    3) Fazer uma pesquisa para procurar imagens e benefícios dos alimentos que constam no tabuleiro para nossa saúde.

    4) Utilizar as palavras que precisaram escrever durante o jogo para produzir um texto.

    Gostaram do post de hoje? Que tal me dizer nos comentários?! Vou amar saber <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    FERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999.

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    • 01 tabuleiro;
    • 01 gabarito;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.