Autor: Solange Moll

  • Fichas de registro

    Fichas de registro

     

    Oie!!! Gente, assim como vocês, com a pandemia do Coronavírus, estamos tendo que nos adaptar nos espaços familiar, social e profissional. Nos adaptar significa também criar estratégias para lidar da melhor forma possível com o momento que estamos vivendo.

    Aproveitar a experiência conhecida e transformá-la através do ato criador faz parte do processo de aprendizagem do(a) profissional que vai mediar o conhecimento. (BARBOSA, 2002, p. 34).

    Pelas mensagens que temos recebido, sabemos que muitos profissionais da educação/saúde estão fazendo atendimentos on-line. Precisamos estar cientes que ter um registro destes momentos é tão importante quanto dos atendimentos presenciais para que as intervenções sejam mais assertivas. Sendo assim, desenvolvemos o material que estamos compartilhando com vocês para auxiliar na organização das informações dos pacientes/aprendentes, bem como no registro das sessões.

    Está disponível GRATUITAMENTE o arquivo PDF com este material na nossa loja. Tem link para adquirir no final deste post. Uhuu!!!

    Sugestões de uso:

    São três fichas diferentes de registro. Vocês podem organizá-las em uma pasta catálogo.

    Primeira ficha: anotar as informações consideradas mais importantes sobre o aprendente. Se você é psicopedagogo(a), são alguns dos dados coletados, geralmente, na anamnese com os pais, responsáveis e escola:

    • Nome do aprendente;
    • Data de nascimento;
    • Interesse(s): o que ele/ela gosta de fazer, aprender;
    • Queixa(s): dificuldade(s) relatada(s) pela família e escola;
    • e outras informações importantes.

    Atenção! Nesta ficha não constam todos os dados coletados em uma anamnese. É apenas um resumo das informações mais importantes que podem contribuir nas intervenções.

    Segunda ficha: anotar números de telefones para contatos:

    • Família, escola e outros profissionais que atendam o paciente/aprendente.

    Terceira ficha: Registrar de maneira sucinta como foi a sessão com o aprendente. Nela constam os seguintes campos:

    • Nome do aprendente;
    • Número da sessão;
    • Síntese da sessão (qual avaliação ou intervenção foi feita naquele dia);
    • Algo que o aprendente disse ou fez que chamou atenção;
    • Lembrete para próxima sessão (exemplo: trabalhar trocas F/V);
    • Combinados (exemplo: “J” vai trazer um brinquedo ou livro que gosta na próxima sessão);
    • Avanços e dificuldades percebidas durante a sessão.
    • Nível de interesse do aprendente. Neste campo sugerimos pintar as estrelas de acordo com o que for percebido ou o próprio aprendente relatar durante a sessão. Uma estrela: pouco interesse, duas estrelas: médio interesse, três estrelas: muito interesse.

    Estas anotações serão muito úteis para, ao longo do trabalho, vocês conhecerem melhor o perfil do aprendente (potencial, dificuldades, atitudes que se repetem, etc.) e, assim, organizar intervenções mais assertivas.

    Gente, acreditamos que o carinho investido na organização deste material é perceptivo em cada detalhe. Esperamos que vocês possam fazer um bom uso! Se ficaram dúvidas, deixem nos comentários que teremos o maior prazer em responder. A dúvida de um pode ser a mesma de outro, então fiquem à vontade para perguntar, ok?!

    Um forte abraço,

    Até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BARBOSA, Laura Monte Serrat. PCN: parâmetros curriculares nacionais: o papel da escola no século XXI. Curitiba: Bella Escola, 2002.

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    • 03 fichas diferentes de registro;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Você poderá imprimir quantas vezes quiser.

  • Qual figura não pertence?

    Qual figura não pertence?

    Oieee!!!
    A sugestão que trouxemos hoje tem o objetivo de estimular o processo de construção da escrita, o aumento de vocabulário, o pensamento lógico. Calma que ainda tem mais! Os aprendentes são estimulados a prestar mais atenção a detalhes e isso pode ter um efeito benéfico no desempenho da memória, afinal, como lembrar de algo que não foi visto?

    Esta atividade é também muito interessante porque podem surgir pontos de vista diferentes. Se isto acontecer é extremamente positivo e o mais importante é verificar a coerência dos argumentos.

    Um ambiente em que as crianças são livres para dizer o que pensam, para discordar do professor e/ou discutir problemas com ele, é um ambiente que incentiva o desenvolvimento da autonomia. (KAMII e DECLARK, 1997, p. 220)

    Sugestão de uso:

    Oriente a criança a observar as figuras da página, falar suas características e a qual categoria cada uma pertence. Desta maneira ela terá mais possibilidade de identificar três figuras que têm algum elemento em comum entre elas e, também, qual é a única que não tem este mesmo elemento.

    Exemplo: roda, disco, botão, dado. A figura que não pertence é o dado porque é o único que não tem a forma circular. Após, a criança deve escrever o nome da figura.

    Observação: Caso a criança faça uma relação e, quando for escrever o nome da figura, não tenha a quantidade exata de quadros, você deve considerar desde que ela apresente argumentos coerentes. No entanto, estimule a criança a pensar por outra perspectiva para que ela amplie as possibilidades de relações entre os objetos.

    Ficamos por aqui! Até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 20 páginas;
    • Instruções de uso.
  • Separe as palavras

    Separe as palavras

    Oie!!!
    Mediar o processo de alfabetização é, certamente, uma das profissões mais belas. Conforme as crianças (jovens, adultos) vão avançando na construção da leitura e da escrita ficamos com o coração saltitante de alegria. E não é para menos, afinal, sabemos que podemos modificar totalmente a trajetória de vida de uma pessoa através da sua condição leitora.

    […] aprender a ler e a escrever e, além disso, fazer uso da leitura e da escrita transformam o indivíduo, levam o indivíduo a um outro estado ou condição sob vários aspectos: social, cultural, cognitivo, linguístico, entre outros. (SOARES, p. 38, 2001).

    No entanto, este caminho é feito de muitas etapas e traz desafios. Uma coisa é certa(!), conforme vamos adquirindo prática e conhecimento do processo de construção da leitura e escrita, conseguimos compreender, identificar e mediar muito melhor cada uma das etapas.

    O recurso que trouxemos como sugestão hoje é excelente para aguçar a curiosidade e a imaginação das crianças, mas, é também, apropriado para utilizar como ferramenta de intervenção com crianças que estejam apresentando hipótese de escrita alfabética, porém, com dificuldade na segmentação de palavras. Ah, podem comemorar porque o arquivo PDF está GRÁTIS na nossa loja! <3

    Sugestão de uso:

    Colocar as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico) e entregar para a criança. Explicar que, em cada página, há um título de alguma história. Possivelmente, ela já conhece ou ouviu falar. As imagens servirão de pistas. O desafio da criança será separar as palavras do título colocando cada uma delas em um quadro. Ela pode escrever com canetinha sobre o plástico. Após o uso é só apagar com uma flanela.
    Podemos concluir esta atividade com a leitura de alguma história que a criança não conhece ou tem interesse em reler.

    Ficamos por aqui!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2001

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    • 10 páginas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Decifre a frase

    Decifre a frase

    Oie!!!

    Sabemos que as crianças aprendem a linguagem oral por estarem envolvidas com a sua utilização. Da mesma forma, elas se esforçam em compreender a linguagem escrita se esta lhes faz sentido, proporciona curiosidade, necessidade e meios para testar hipóteses. Agora, não podemos nos esquecer que, ao contrário da linguagem oral, a linguagem escrita não é um processo natural. Ou seja, é necessário ensino.

    […] a aprendizagem da escrita não é um processo natural, como é a aquisição da fala. […] a escrita precisa ser ensinada por meios de métodos que orientem o processo de aprendizagem do ler e do escrever. […] (SOARES, p. 45, 2016)

    Cada avanço da criança deve ser considerado. Isso vai além de observar a escrita ortograficamente correta. Apesar de que, obviamente, nosso empenho é voltado para este objetivo, precisamos valorizar o processo. O que ela sabia ontem, o que ela sabe hoje após nossa intervenção? Estas observações ajudarão na caminhada. Inclusive, servirão para nos orientar na mediação mais adequada para cada criança.

    O recurso que trouxemos como sugestão hoje pode ser muito útil. Sugerimos duas opções de uso, mas, o recomendável, é que sejam feitas as adaptações de acordo as observações que vocês fizerem das crianças.

    Sugestões de uso:

    Opção 1:

    Cobrimos a imagem e lemos a frase para a criança (caso, neste momento, a leitura esteja em um nível muito complexo para ela), omitindo a palavra que está com as letras embaralhadas. A criança precisará descobrir, de acordo com a leitura que ouviu, qual palavra está faltando na frase. Após o palpite da criança revelamos a imagem. Em seguida, ela deve escrever a palavra já sabendo que será necessário utilizar as letras que estão embaralhadas.

    Opção 2:

    Cobrimos a imagem e as letras da palavra que estão embaralhadas. A criança lê e tenta identificar qual palavra pode estar faltando para que a frase tenha coerência. Após a tentativa de escrita da criança revelamos a imagem e as letras embaralhadas.

    Para finalizar, que tal construir uma história utilizando uma das frases?

    Ficamos por aqui! Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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    • 25 páginas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Pinte a forma igual

    Pinte a forma igual

    Oieee!!! Hoje tem presenteeee!!! O arquivo PDF com o jogo que sugerimos neste post está gratuito na nossa loja. Uhuuu!!! A gente se diverte fazendo vocês felizes 😉

    Pensamos em duas formas de utilizar este recurso e ficaremos muito felizes em saber se vocês pensarem em maneiras diferentes.

    O jogo exige precisão e por isso é super indicado para estimular a atenção, percepção e concentração. A criança precisará ficar atenta à posição do pequeno traço (se ele está para baixo, para cima, para o lado, etc.) e à cor das figuras.

    […] Para definir concentração, poderíamos dizer que é a forma mais intensa de atenção. É necessário prestar atenção para atingir uma verdadeira concentração. […] (ATENÇÃO, p. 48, 2006).

    Então vamos estimular estas habilidades? Sim, podemos desenvolver ou aperfeiçoá-las!!!

    Sugestão de jogo 1:

    Uma criança joga o dado. Observa a cor da figura que caiu no dado e, também, para que lado está o traço. Em seguida, procura e pinta (com a mesma cor) uma figura igual (em qualquer lugar do tabuleiro). Depois é a vez de outra criança.  Se a criança jogar o dado e cair uma figura que ela não tem mais disponível para pintar em seu tabuleiro, passa a vez para outro jogador. O jogo segue assim até uma das crianças completar uma coluna ou linha inteira do seu tabuleiro.

    Sugestão de jogo 2:

    Uma das crianças joga o dado e, todas ao mesmo tempo, procuram e pintam em seus tabuleiros TODAS as figuras iguais a que caiu no dado. Ganha o jogo quem conseguir encontrar e pintar as figuras em menos tempo.

    Observação 1: O traço laranja indica a margem inferior do dado. É importante ficar atento a este detalhe no momento do jogo.

    Observação 2: Se o tabuleiro for colocado dentro de um saco plástico as marcações poderão ser feitas com canetinha sobre ele e, após o uso, apagadas com uma flanela.

    Ficamos por aqui!

    Se vocês têm dúvidas perguntem nos comentários que respondemos!

    Bju

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ATENÇÃO e concentração. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

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    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Sílaba repetida

    Sílaba repetida

    Oieee!!!
    Estimados e estimadas, vocês que acompanham nosso trabalho já devem estar acostumados(as) a ver nosso material plastificado. É uma forma de aumentar a durabilidade dos jogos e, também, utilizamos como estratégia para a criança poder escrever com canetinha sobre o plástico e, após o uso, apagar com uma flanela. Desta forma podemos reaproveitar o material com muitos aprendentes. Porém, pensamos em uma maneira muito mais prática e também econômica!!! Já perceberam na imagem? Sim, colocamos as cartelas em saquinhos plásticos. Claro, o material plastificado fica mais firme. No entanto, esta ideia do saquinho é uma opção a mais, especialmente, em uma época que precisamos de estratégias para economizar. Gostaram desta sugestão?

    Agora vamos à explicação do jogo que, além de ser um recurso lúdico para aprendentes em processo de alfabetização, também estimula a atenção, a percepção e a concentração. Ah, a gente ama tudo isso!!!

    […] atividades que exigem uma grande precisão manual ou uma análise profunda e cuidadosa requerem a sua total concentração. (ATENÇÃO, p. 48, 2006)

    Durante esta atividade se o jogador perder a concentração, possivelmente, terá que começar a procurar a sílaba novamente. Como é um jogo, a probabilidade que terá um esforço, por parte dele, para se manter concentrado é muito maior. Evidente que é necessário fazer as adaptações necessárias para não ser uma experiência muito difícil e nem muito fácil 😉

    É hora do jogo!

    Sugestão de uso:

    Colocar as cartelas dentro de uma caixa ou sacola escura. Cada jogador pega uma cartela (sem escolher). Quando o mediador disser: “já!”, os jogadores devem procurar e marcar a sílaba repetida em suas cartelas. Em seguida, precisam falar ou escrever uma palavra que tenha a sílaba encontrada. Quem conseguir faz ponto. Ganha o jogo quem chegar a cinco pontos primeiro.

    Observação: Para alguns aprendentes será necessário dar pistas. Por exemplo: “está na segunda e quarta linha” ou “está embaixo da sílaba /CA/”. Para outros, o jogo será mais desafiador se for determinado um tempo para que eles encontrem a sílaba.

    Ficamos por aqui!

    Bju

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ATENÇÃO e concentração. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

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    • 20 cartelas (10 cartelas com sílabas simples + 10 cartelas com sílabas simples e complexas);
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Sudoku Expressões

    Sudoku Expressões

    Oie!!! A linguagem verbal é fortemente privilegiada na nossa sociedade. No entanto, há outras maneiras de nos comunicarmos uns com os outros. A expressão facial é um exemplo. Muitas vezes, basta um olhar para entendermos o que um amigo está querendo, precisando ou sentindo, não é mesmo?!

    […] o encontro de olhares é um dos tipos de comunicação mais profunda que se pode estabelecer, uma vez que “o intercâmbio de olhares é uma captação recíproca” (LAPIERRE, 2010, p. 23).

    O jogo que trouxemos como sugestão hoje tem o intuito de colocarmos a expressão facial em discussão, ou seja, brincar com elas e identificar seus significados. Escolhemos o jogo Sudoku porque com ele, de quebra, estimulamos o pensamento lógico das crianças. \o/ Uhuuu!!!

    Gostaram? Tem arquivo PDF com este jogo disponível na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizem um espelho para a criança. Após, ela escolhe uma cartela, observa as expressões faciais que os personagens apresentam e imita-os no espelho dizendo se estão tristes, contentes, zangados, etc. O adulto que estiver mediando este jogo deve entrar na brincadeira, ok?! 😉

    Por fim, a criança deve pegar as fichas com personagens iguais aos que estão disponíveis na cartela e preencher os quadrados seguindo as regras do Sudoku: Não repetir personagens na mesma linha, na mesma coluna e nem na mesma grade.

    Ficamos por aqui! Esperamos que tenha sido útil.

    Um forte abraço

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LAPIERRE, A. Da psicomotricidade relacional à análise corporal da relação. Curitiba: UFPR, 2010.

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    • 16 cartelas;
    • 21 fichas de personagens;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Acerte a rima

    Acerte a rima

    Oie!!! A sugestão que trouxemos para vocês hoje é muito interessante para crianças que estejam apresentando leitura silábica e ficam cansadas com textos muito longos. Nestes casos, precisamos pensar em estratégias para que as crianças continuem praticando a leitura. Sim, praticando, não tem jeito! Só assim, pouco a pouco, irão construir novas conexões e a formação da rede neural da leitura vai acontecendo e tornando este processo mais eficiente. Obviamente que praticar de uma maneira que seja o mais prazerosa possível. Partir de textos curtos, engraçados, com rimas, pode ser uma boa estratégia.

    […] O uso faz aumentar o número de conexões, enquanto que o desuso faz diminuir a quantidade de botões sinápticos. (RIESGO, p.24, 2006)

    Vamos por a mão na massa, então?

    Deixamos o arquivo PDF GRÁTIS com esta atividade disponível na nossa loja. É, estamos bem queridos por aqui ultimamente!!! rsrs <3

    Ah, esta atividade também estimula o desenvolvimento da consciência fonológica! Show, não é mesmo?!

    Sugestão de uso:

    A criança lê uma carta e coloca um marcador (prendedor de roupa, clips) na figura cujo nome rima com a frase do texto. Em seguida escreve o nome da figura com letras de EVA. Após, pode ser escrito uma história na qual a frase do texto é utilizada.

    Encerramos este post deixando registrado o nosso desejo que o material que estamos compartilhando seja muito, muito útil! <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    • 12 cartas;
    • Instruções de uso.

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  • Procure a sílaba

    Procure a sílaba

    Oie!!!

    Gente, sabemos que, quando estamos diante de um conhecimento novo, muitas vezes, para conseguir aprender será importante a repetição. Obviamente que não estamos aqui falando de fazer exercícios monótonos e enfadonhos. Mas, por exemplo, uma sílaba precisa ser vista, pronunciada e escrita várias vezes até que a criança a reconheça, certo? Então, precisamos que esta sílaba chegue até à criança de várias formas e, de preferência, lúdica.

    O jogo que eu trouxe como sugestão para vocês hoje fará com que as crianças sejam estimuladas a procurar e a pronunciar algumas sílabas várias vezes. No entanto, da maneira que foi organizado, possivelmente, as crianças nem se darão conta disso! Para elas será apenas um jogo e nós estaremos disponíveis para mediar conforme a necessidade delas e, inclusive, repetindo o nome da sílaba quando a criança não souber ou lembrar. Vão nos dizer que isso não é o máximo do máximo…rsrs

    Para identificar quais sílabas precisarão ser procuradas as crianças deverão estar atentar aos sons iniciais das palavras.

    A capacidade auditiva da criança, sua capacidade de ouvir e discriminar sons diferentes constitui fator indispensável à aprendizagem da leitura e da escrita […]. (ANTUNES, p. 46, 2003).

    Sugestão de uso:

    Os jogadores devem receber botões de cores diferentes (pode ser bolinhas de papel ou massinha de modelar). O tabuleiro deve ser colocado sobre uma superfície plana (mesa, chão) e as fichas com figuras dentro de uma sacola/caixa. Cada jogador, na sua vez, retira uma ficha da sacola e diz qual sílaba inicia o nome da figura. Em seguida, todos os jogadores devem procurar no tabuleiro o maior número possível da sílaba. Ou seja, a mesma sílaba aparece mais de uma vez no tabuleiro. Quando encontrar diz, por exemplo: “achei o BA” e coloca um botão sobre a sílaba. Faz um ponto quem conseguir encontrar mais da mesma sílaba. O jogo continua e ganha quem chegar a cinco pontos primeiro.

    Observação: Pode ser um facilitador da localização das sílabas se, cada jogador, receber um tabuleiro.

    Variação: Para deixar o jogo mais desafiador pode ser determinado um tempo para localização das sílabas.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

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    • 01 tabuleiro;
    • 16 fichas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Trilha da sílaba inicial, medial ou final

    Trilha da sílaba inicial, medial ou final

    Oie!!! Queridos, em virtude da necessidade de nos recolhermos em casa para evitar o contágio com Coronavírus ficamos aqui pensando em uma maneira de contribuir para que esta fase passe de uma maneira mais suave sem deixar de lado a aprendizagem das crianças em processo de alfabetização. Então desenvolvemos este jogo que estimula consciência de sílaba inicial, medial e final. Este recurso, assim como outros disponíveis no nosso site, pode ser utilizado em família. O que é maravilhoso!!!

    Recado importante!!! Se você que está lendo este post é pai ou mãe, precisamos alertar: durante o jogo é mais importante que o momento seja de diversão do que propriamente se preocupar em ensinar seu(ua) filho(a). Por isso vá com calma na estimulação, Ok?!

    Estimulações excessivas, […] possuem o mesmo sentido que alimentação acima da necessidade. […] (ANTUNES, p.18, 1998).

    Geralmente, as crianças manifestam mais interesse quando lhes é permitido sentir fome de aprender. Sendo assim, jogue, brinque, coloque-se disponível, mas sem preocupação exagerada em ver resultado na aprendizagem. Se a criança se divertir a probabilidade é ela querer repetir o jogo ou estar aberta para outros com o mesmo objetivo (alfabetização). Outra coisa, o chão é um excelente local para favorecer momentos de descontração! #ficaadica! 😉

    Ah, deixamos o jogo em arquivo PDF GRÁTIS na nossa loja!!! Será que vimos um sorriso aí?!! rsrs

    Sugestão de uso:

    Disponibilizem peões para cada jogador.

    Coloquem o tabuleiro sobre uma superfície plana (mesa, chão). Cada jogador, na sua vez, joga os dois dados. O dado com números determina a quantidade de casas que o jogador deve andar com o seu peão no tabuleiro. Já o dado com círculos, determina qual sílaba ele deve escrever. Se estiver com o primeiro círculo colorido, deve escrever a primeira sílaba do nome da figura que chegou com o seu peão. Se for o segundo círculo, deve escrever a sílaba do meio. E, se for o terceiro círculo que estiver colorido, o jogador deve escrever a última sílaba do nome da figura. Depois pode conferir no Gabarito se escreveu corretamente.

    Se o jogador chegar a uma casa que está escrito “+ 3”, deve avançar três casas. Se estiver escrito “-2”, deve voltar duas casas.   

    Supondo que chegue a uma casa que outro jogador já tenha escrito a sílaba que ele deveria escrever pode escolher outra sílaba da palavra.

    Ganha o jogo quem conseguir chegar ao final da trilha primeiro.

    É isso, amados e estimados!!! Falem pra gente se este material vai ser útil para vocês! Os comentários que recebemos nos ajudam muito para sabermos se estamos contribuindo com o nosso trabalho e, inclusive, até melhorarmos.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências . 12. ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 01 gabarito;
    • 02 dados;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.