Autor: Solange Moll

  • Atenção à Troca

    Atenção à Troca

    Oie!!!

    PDF GRÁTIS!!! Podem comemorar porque o recurso é maravilhoso. Vejam a seguir!

    Quando os aprendentes estudam uma matéria eles precisam estar prestando atenção ao que estão lendo e, ao mesmo tempo, se concentrar para guardar as informações por um longo período. Do contrário, se eles se distraem, quando estiverem no final do texto já não se lembrarão de mais nada.

    No entanto, a atenção e a amplitude de concentração é subjetiva, ou seja, é particular de cada sujeito. Sendo assim, não podemos esperar que todos tenham o mesmo desempenho. Até porque são habilidades que sofrem influência biológica, momento do dia, se a pessoa está com sono, bem alimentada, com alguma preocupação, etc.

    A amplitude da concentração, assim como a atenção, varia de pessoa para pessoa. […] Apesar dessas variações, todos podem melhorar a capacidade de concentração. (ATENÇÃO, 2006, p. 48).

    Ou seja, respeitando as particularidades de cada criança, podemos estimular a atenção e concentração e assim favorecer muito a ampliação destas habilidades. Os jogos e brincadeiras são ferramentas indispensáveis 😉

    O recurso que trouxemos para vocês hoje é espetacular para isso! (sem falsa modéstia… rsrs).

    Sugestão de Uso:

    A criança escolhe uma cartela.

    Em seguida, cobre o traçado do quadro que tiver um cachorro com expressão facial diferente das que estão dispostas no quadro modelo.

    Dica: Orientem as crianças a observarem detalhadamente: olhos, orelhas, boca.

    Encerramos este texto deixando um abraço afetuoso e desejando que nosso material contribua muito.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ATENÇÃO. In101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

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    • 10 cartelas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Teste sua Força com as Palavras

    Teste sua Força com as Palavras

    Oie!!!

    Mais uma vez trouxemos para vocês um jogo super bacana para estimular o processo de construção da escrita. Já temos diversos por aqui com este objetivo porque temos a certeza que a diversão pode contribuir e muito com o processo de alfabetização.

    Há muitos métodos de alfabetização e, inclusive, alguns profissionais defendem mais um do que outro. Sinceramente, nossa experiência sempre demonstrou que cada criança aprende de um jeito. Inclusive, há estudos comprovando que nós seres humanos somos dotados de múltiplas inteligências. Sendo assim, cada um tem mais interesse por algumas áreas do saber que outras e, também, o jeito de absorver o conhecimento é particular.

    […] já se afasta o conceito de uma inteligência única e geral e ganha espaço a convicção de Howard Gardner e de uma grande equipe da Universidade de Harvard de que o ser humano é dotado de inteligências múltiplas […]. (ANTUNES, 2003, p. 13, grifo do autor).

    Agora, aliar diversão com aprendizagem é a mistura perfeita. Então vamos nesta? \o/

    Sugestão de uso:

    Entreguem para cada jogador uma cartela “Teste sua Força com as Palavras”.

    Deixem disponível para todos os jogadores a cartela com figuras. Verifiquem se os jogadores sabem os nomes de todas elas. Inclusive, podem discutir sobre com qual sílaba/som cada uma começa o seu nome.

    Coloquem as fichas com sílabas dentro de uma sacola/caixa.

    Cada jogador, na sua vez, retira uma ficha da sacola. Escreve na cartela “Teste sua Força com as Palavras” uma palavra que começa com a sílaba/som que está em destaque na ficha. Se não souber pode tentar descobrir olhando a cartela com figuras. Em seguida, pode escrever outras palavras que começam com as demais sílabas da ficha (neste caso, não terá figura para servir de pista). Após, devolve a ficha para a sacola.

    Se o jogador retirar uma ficha que ele já tenha pego anteriormente ele pode escrever uma palavra que termina com a sílaba/som que está em destaque. No entanto, neste caso, não pode utilizar a cartela de figuras como ajuda. Ou seja, ficará mais difícil. Após, devolve a ficha para a sacola.

    Ganha o jogo quem completar 10 palavras na cartela “Teste sua Força com as palavras”.

    Por hoje é isso!

    Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

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    • 16 fichas de sílabas;
    • 01 cartela de figuras;
    • 01 cartela Teste sua Força com as Palavras;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Complete o diálogo

    Complete o diálogo

    Oie!!! Hoje tem PDF GRÁTIS!! Uhuuu!!!

    Exercitar a imaginação é essencial para obtermos uma boa competência criativa. E, esta habilidade, é importante na nossa vida porque, muitas vezes, conseguir lidar bem com os perrengues que a vida nos traz é uma questão de ter criatividade, não é mesmo?

    Todos seríamos beneficiados por conservar a inventividade da infância por meio de jogos criativos, a fim de desenvolver nossa capacidade de encontrar respostas originais para novos problemas. É por meio da criatividade que a sociedade evolui, desenvolve-se e progride. (IMAGINAÇÃO, 2006, p.58)

    Sendo assim, vamos estimular a criatividade da criançada? O recurso que trouxemos para vocês hoje tem este objetivo, além disso, estimula o letramento.

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma ficha e completa as frases de uma maneira a produzir um diálogo com algum significado.
    O diálogo que for desenvolvido pode ser utilizado para a construção de uma história. Vai ser show !

    Esperamos que vocês tenham curtido o nosso presente. Vamos ficar muito felizes se vocês nos contarem se contribuímos.
    Um forte abraço e até o próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    IMAGINAÇÃO. In101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

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    • 10 fichas;
    • Instruções de uso.

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  • Quem sou eu?

    Quem sou eu?

    Oie!!!

    O material que trouxemos hoje para vocês pode ser utilizado com sujeitos em processo de alfabetização, como também, é interessante para estimular o pensamento hipotético e o pensamento lógico.

    Logo abaixo deixamos algumas sugestões de uso, porém, somente quem conhece o aprendente com quem irá utilizar este recurso é que tem um conhecimento mais adequado para conseguir antecipar possíveis dificuldades ou facilidades e fazer as devidas adaptações 😉
    Sendo assim, fiquem atentos as reações dos aprendentes.

    É necessário oferecer à criança um meio pedagógico coerente, sem o que há o risco de aumentar a sua inadaptação […]. (LAPIERRE e AUCOUTURIER, 2012, p. 23).

    Ou seja, é importante que vocês observem as reações dos aprendentes antes, durante e logo após o desenvolvimento da atividade. Tanto a comunicação verbal quanto a corporal podem contribuir para que consigamos conhecer melhor cada aprendente.

    Agora segue o modo que pensamos para a utilização deste recurso.

    Sugestão de uso:

    Primeiramente, deixem o aprendiz escolher uma cartela e verifiquem se ele conhece o nome de todas as figuras que constam nela.

    Em seguida, ele deverá ler os itens da cartela para descobrir qual das figuras deverá ter seu nome escrito nos quadros.  

    Dica: Instruam o aprendente a riscar as figuras que não atendem as informações descritas no texto. É uma forma de aprender a eliminar hipóteses.

    Por hoje é isso! Esperamos que tenha contribuído.

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LAPIERRE, Andre; AUCOUTURIER, Bernard. A simbologia do movimento: psicomotricidade e educação. Fortaleza: RDS, 2012.

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    • 16 cartelas;
    • Instruções de uso.

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  • Qual não estava?

    Qual não estava?

    Oie!

    O jogo que trouxemos hoje tem como objetivo estimular atenção, concentração, pensamento lógico. Entretanto, antes de mais nada, precisamos deixar um alerta muito importante porque, sobretudo, queremos que vocês tenham um melhor aproveitamento do jogo. Então, vejam a seguir.

    Supondo que a criança esteja muito agitada. Neste caso, vocês concordam conosco que será difícil fazer com que ela consiga manter a atenção, concentração em qualquer atividade?

    Por outro lado, ainda assim, não podemos desistir, não é mesmo?! Em outras palavras, vamos precisar fazer adaptações porque queremos tirar o melhor proveito possível deste momento.

    Sendo assim, primeiramente, antes de dar início ao jogo, observe o comportamento da criança.

    Se ela estiver apresentando sinais de agitação – nos referimos a sinais muito além do comum que qualquer criança pode apresentar por estar motivada para o jogo -, tais como: tensão, cansaço, movimento intenso de pernas e mãos, etc. Neste caso, sugerimos exercícios de alongamento e respiração.

    A comunicação corporal é uma comunicação carregada de valores e componentes emocionais, o gesto, o olhar, o tônus muscular falam de nossos sentimentos, de nossos medos, desejos e conflitos, […]. A gestualidade não é a simples reação nervosa a estímulos, e sim, a resposta de um corpo ao mundo, ou seja, é a representação da vida em si mesma. (VIEIRA; BATISTA; LAPIERRE, 2013, p. 42).

    Após você verificar que a criança conseguiu se tranquilizar é hora do jogo! Ah, inclusive, ele está disponível em arquivo PDF GRÁTIS!!

    Sugestão de Uso:

    Cubra o quadro com peixes que está no lado direito da cartela.  Depois mostre a cartela para a criança e diga para ela observar atentamente os peixes (a posição deles, formato, cor, quantidade).

    Em seguida, cubra o quadro que a criança observou e, imediatamente, descubra o outro quadro e pergunte: “Qual peixe não estava? ”.

    Finalizamos este post deixando como desejo que vocês possam aproveitar muito o jogo que compartilhamos.

    P.S.: Ah, esperamos também, que vocês fiquem atentos as nossas próximas publicações porque, assim como esta, estará recheada de afeto!!!

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    VIEIRA, J. L. ; BATISTA, M.I.B.; LAPIERRE, A. Psicomotricidade relacional: a teoria de uma prática. 3. ed. Fortaleza: RDS, 2013.

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    • 08 fichas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

     

  • Siga o caminho

    Siga o caminho

    Oie!!!
    Outro dia recebemos uma mensagem na qual nos perguntavam sobre qual o melhor método de alfabetização. Este é um questionamento que não temos como responder. Nossa experiência nos demonstrou, por diversas vezes, que cada criança aprende de um jeito. Por isso o mais indicado é observar a criança para identificar como ela aprende.
    Um outro ponto importante é que jamais podemos nos referir a uma criança em processo de alfabetização que: “Ela/ele ainda não sabe nada”. Talvez a criança não esteja atendendo a expectativa convencional de escrita dos pais, dos professores, mas isso não significa que a ela não tenha nenhum conhecimento.

    […] nenhum sujeito parte do zero ao ingressar a escola de ensino fundamental, nem sequer as crianças de classe baixa, os desfavorecidos de sempre. […] (FERREIRO, E. ; TEBEROSKY, A., 1999, p. 291).

    Ou seja, é preciso entender que aprender a ler e escrever é um processo de construção e cada criança tem um ritmo e necessidade de mediação particular. O mediador precisa ampliar a escuta, a observação e, realmente, não tem fórmula mágica. A prática e a boa vontade faz com que desenvolvemos nossa sensibilidade para a escuta 😉

    Esperamos que vocês possam aproveitar a sugestão de intervenção que trouxemos hoje. O objetivo é estimular a consciência fonológica, a relação fonema x grafema, o pensamento lógico, a coordenação motora fina para auxiliar no processo de construção da escrita. Ampliem, façam as adaptações necessárias. <3

    Sugestão de uso:

    Comecem pedindo para as crianças observarem a letra que está em destaque na página. Em seguida, tentarem reproduzir a letra com o corpo (podem imitar a figura que aparece na página) e falar nome/som.

    Depois, solicitem que as crianças identifiquem e percorram o caminho das palavras que iniciam com aquela letra/som para chegar ao livro.

    Por fim, digam para as crianças escreverem os nomes das figuras observando que cada uma tem um campo correspondente.

    Dica: Se vocês colocarem as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico), os aprendentes podem escrever sobre o plástico com uma canetinha e, após o uso, é só apagar com uma flanela.

    Encerramos mais um post com o desejo que tenha contribuído.
    Um forte abraço 😘

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FERREIRA, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 22 páginas;
    • Instruções de uso.

    Consta alfabeto de A a Z (exceto H, K, W, Y).

    É enviado por e-mail.

  • Antes, Depois, Abaixo, Acima

    Antes, Depois, Abaixo, Acima

    Oie!

    Hoje tem PDF GRÁTIS!!! Uhuuu!!! \o/

    Trouxemos para vocês um jogo maravilhoso para estimular o desenvolvimento da orientação espacial. Esta é uma habilidade importante para que a criança seja capaz de situar-se e orientar-se em relação aos objetos, às pessoas e ao seu próprio corpo em um determinado espaço.

    […] envolve a percepção do “eu” em relação aos objetos e o meio ambiente. É saber localizar o que está à direita ou à esquerda; à frente ou atrás; acima ou abaixo de si, ou ainda, um objeto em relação a outro. É ter noção do longe, perto, alto, baixo, longo, curto. (ASSUNÇÃO; COELHO, 1997, p.96)

    Ter uma boa orientação espacial é essencial para a vida de uma maneira geral e é importante que a criança tenha este conhecimento bem integrado para que o processo de alfabetização ocorra com mais tranquilidade. Talvez você esteja se perguntando: “O que uma coisa tem a ver com outra?” Então seguem alguns exemplos. Para que a criança consiga diferenciar as letras b, d, p, q é necessário que ela tenha uma boa compreensão de orientação espacial. Outro exemplo, são os conceitos “antes” e “depois” que também precisam estar bem compreendidas para que a criança consiga respeitar a ordem das letras em uma palavra. Afinal, uma troca de ordem de letra pode modificar totalmente uma palavra como é o caso de LAGO/ALGO.

    É preciso salientar que estes conhecimentos perpassam primeiro pelo corpo para que depois a criança possa transferir aos objetos, as coisas, para a leitura e escrita. Conseguem perceber a importância dos jogos, das brincadeiras, da psicomotricidade, das aulas de educação física?!

    O jogo que trouxemos hoje, além de estimular o desenvolvimento da orientação espacial, também instiga a atenção e a percepção. Vamos nessa?!

    Sugestão de uso:

    Coloquem o tabuleiro em uma superfície plana.
    Os jogadores devem ficar de frente para o tabuleiro.
    Antes de iniciar o jogo, propriamente dito, os jogadores podem observar as figuras de ursos e imitar as posições deles. Isso irá estimular a atenção e a percepção..
    Após, cada jogador, na sua vez, joga primeiro o dado com figura de urso. Em seguida, joga o dado com indicação de posição: antes, depois, abaixo, acima (o círculo, que consta neste dado, simboliza o urso).
    Supondo que seja sorteada a posição “Acima”, O jogador deve procurar o urso sorteado, mas marcar o urso que está imediatamente “acima” dele.
    O jogo segue até que seja sorteado um urso que não tenha mais disponível no tabuleiro. Ganha quem conseguir marcar mais ursos.
    Dica: Se você plastificar ou colocar o tabuleiro dentro de um saco plástico (aqueles de pasta catálogo) os jogadores podem marcar sobre ele com canetinha e, após o uso, apagar com uma flanela.

    Por hoje é isso! Esperamos que nosso texto e sugestão de jogo contribua! Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ASSUNÇÃO, Elisabete; COELHO, Maria Teresa. Problemas de aprendizagem. São Paulo: Ática, 1997.

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    • 01 tabuleiro;
    • 02 dados;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Qual das Sílabas está Faltando?

    Qual das Sílabas está Faltando?

    Oie!!!

    Trabalhar com crianças em processo de alfabetização é muito prazeroso, mas exige do profissional, além de um perfil paciente e persistente, estudo constante. Dentre os conhecimentos essenciais está o saber identificar hipótese de escrita. Afirmamos isso porque é preciso fazer sondagem frequente para verificar o que a criança já sabe. Tendo este conhecimento aumentam as possibilidades de conseguir organizar uma intervenção mais assertiva.
    Para vocês terem uma ideia do que estamos falando, o material que sugerimos hoje é mais indicado para crianças que estejam apresentando hipótese de escrita silábica. Isso não significa que não pode ser utilizado com outras crianças, mas, dependendo do que a criança já sabe, vai precisar de adaptação. Por exemplo, para uma criança com hipótese de escrita alfabética esta atividade vai ser mais desafiadora se vocês cobrirem a imagem e as sílabas em destaque. Desta forma, a criança faz um palpite e escreve a sílaba que está faltando. Após a tentativa da criança vocês revelam as sílabas e imagem. Entendem o que queremos dizer? O conhecimento sobre o que a criança já sabe sobre a escrita é fundamental para que possamos organizar uma atividade que tenha desafio, mas que seja possível de ser realizada. Sendo assim, o profissional que atua na área da alfabetização precisa saber identificar hipótese de escrita.

    […] a mão que escreve e o olho que lê estão sob o comando de um cérebro que pensa sobre a escrita que existe em seu meio social e com a qual toma contato através da sua própria participação em atos que envolvem o ler e o escrever, em práticas sociais mediadas pela escrita. (WEISZ, 1999, p. viii).

    Agora vamos a sugestão de uso, mas vocês já estão cientes que, dependendo da hipótese de escrita do aprendente, vai ser necessário fazer adaptação. <3

    Sugestão de Uso:

    Entregue letras em EVA e a pasta com a atividade para o aprendente. O desafio dele será identificar qual das sílabas que aparecem em destaque está faltando para completar a palavra. Após identificar completa a palavra com letras em EVA.

    Dica: Ao invés de utilizar letras de EVA (como na imagem em destaque), o aprendente pode escrever sobre o plástico com uma canetinha e, após o uso, apagar com uma flanela (isso se vocês colocarem as páginas em uma pasta catálogo com plástico, claro! … rs).

    Por hoje é isso! Esperamos ter contribuído de alguma forma.
    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FERREIRO, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo

    • 20 páginas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • 10 da Mesma

    10 da Mesma

    Oie!!!

    Queridos, vamos começar contando uma notícia boa: o jogo que sugerimos hoje está disponível em arquivo PDF GRÁTIS na nossa loja! Uhuuu!!!

    Depois desta informação maravilhosa queremos citar algumas palavras de Constance Kamii para um reflexão.

    “[…] o meio ambiente pode agilizar ou retardar o desenvolvimento lógico-matemático.” (KAMII, 1990, p. 38):

    Certamente, somos do grupo de profissionais que quer proporcionar um ambiente facilitador do desenvolvimento lógico-matemático, não é mesmo?! … rsrs Sendo assim, é importantíssimo estarmos cientes que, antes de mais nada, este conhecimento é construído pela própria criança e o nosso trabalho vai muito além de ensinar números!!! É preciso proporcionar meios para que as crianças façam a construção da estrutura mental do número. E, inclusive, podemos aproveitar diversas situações do dia a dia em uma sala de aula para isso. Por exemplo, dizer para a criança: “Entregue um lápis para cada colega da sala”, pode fazer ela pensar e contar quantos colegas têm para depois pegar a quantidade de lápis necessário. Isso é diferente de simplesmente entregar a quantidade exata e pedir para ela distribuir.
    Jogos lúdicos também são excelentes para isso porque fazem as crianças resolverem desafios, conflitos, pontos de vista diferentes, paciência, persistência. Sendo assim, esperamos que possam aproveitar muuuito o recurso que estamos compartilhando com vocês hoje. <3

    Sugestão de Uso:

    Dois jogadores devem sentar de frente um para o outro e colocar o tabuleiro no meio deles em uma superfície plana (mesa ou chão). Cada jogador, na sua vez, joga o dado e marca em seu lado do tabuleiro a figura que for sorteada. O jogo segue assim até que um dos jogadores complete 10 figuras da mesma. Este será o ganhador.

    Obs.: Perceberam que os personagens do jogo estão usando máscara? Pensamos que esta é também uma maneira de contribuirmos na conscientização da importância do uso da máscara neste momento de pandemia que estamos vivendo 😉

    Esperamos que contribua. Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
    KAMII, Constance.  A criança e o número: implicações da teoria de Piaget para atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. Campinas, São Paulo : Papirus,  1990.

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    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.
  • Não pertence

    Não pertence

    Oie!!!
    Há um tempo compartilhamos aqui com vocês o jogo Letra x Som. Recebemos muitas mensagens solicitando um jogo parecido, porém, com um nível mais fácil, para crianças que estão bem no começo do processo de alfabetização. No jogo Letra x Som tem várias imagens e a as letras em destaque podem estar em qualquer lugar dos nomes das figuras (começo, meio ou final). Neste jogo que estamos compartilhando hoje tem menos imagens e as letras em destaque devem ser localizadas somente no início dos nomes das figuras. Na sugestão do jogo explicamos melhor! Antes queremos enfatizar a importância de trabalharmos o som das letras.

    Precisamos estar cientes que trabalhar a relação fonema x grafema é essencial no processo de alfabetização. Podemos, inclusive, prevenir diversos atrasos na construção da escrita por estimularmos este conhecimento. Claro que isto de maneira lúdica e sem forçação de barra! Mas todo dia um pouco. 😉 Falar de palavras que começam ou terminam com o mesmo som/letra é sempre uma excelente estratégia de intervenção.

    A ideia essencial é a da que a análise explícita das palavras em unidades fonológicas é indispensável para compreender o código alfabético, e através disso, aprender a ler. (ALEGRIA, LEYBAERT e MOUSTY apud CAPOVILLA e CAPOVILLA, 2007, p. 25).


    Agora vamos à explicação do jogo.

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma cartela e fala letra/som que está em destaque. Em seguida, a criança coloca uma ficha “Não Pertence” na(s) figura(s) cujo(s) nome(s) não começa(m) com essa letra/som.

    Vocês podem contribuir falando o nome de cada figura enfatizando o som inicial. Exemplo: /AAAAABACATE/.

    É isso! Um forte abraço e até o próximo post! <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SEABRA, Alessandra Gotuzo; CAPOVILLA, Fernando César. Teoria e pesquisa em avaliação neuropsicológica. São Paulo: Memnon, 2009.

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    • 23 cartelas (alfabeto A a Z, exceto KWY);
    • Ficha carimbo;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.