Autor: Solange Moll

  • Letra x som

    Letra x som

    Oie!!! Hoje a sugestão é para estimularmos a percepção da relação fonema x grafema. Recursos com este objetivo é fundamental para crianças que estejam em processo de alfabetização e, ainda mais recomendável, se elas estiverem apresentando escrita com hipótese pré-silábica ou silábica. As crianças serão encorajadas a perceberem os sons das palavras e relacioná-las as letras, facilitando, desta maneira, a construção da escrita.

    […] são pesquisas na perspectiva psicogenética que esclarecem as hipóteses que a criança vai formulando em seu processo de conceitualização da escrita; mas, para avançar em suas hipóteses, atingindo o processo de fonetização da escrita, a criança se baseia na cadeia sonora da fala e suas relações com os grafemas.[…] (SOARES, 2016, p. 234)

    No nosso site temos outros jogos com este mesmo objetivo, o que é muito bom porque precisamos repetir os estímulos de maneiras diferentes para promovermos o conhecimento, não é mesmo? Como sugestão, para quem ainda não conhece, fica o jogo: Bingo Fonema x Grafema.

    Agora vamos a explicação do recurso que trouxemos hoje. 🙂

    Sugestão de uso:

    Promovam uma discussão sobre o nome da letra/som que aparece em destaque na margem superior de todas as cartelas.

    Em seguida a criança deve escolher uma cartela, procurar e circular/apontar todas as figuras que tenham em seu nome a letra/som que está em destaque. Pode estar no começo, meio ou final da palavra. Uma boa estratégia é dar ênfase ao som que precisa ser localizado. Exemplo: /AAAAA/.

    Variação: Colocar as cartelas em uma caixa. Cada criança pega uma cartela e começa a procurar as figuras que tenham em seu nome a letra/som que está em destaque. Nas cartelas podem ter de 2 a 7 figuras para serem encontradas. Sendo assim, a criança que pegar uma cartela que tenha mais figuras com a letra/som que está em destaque e, também, conseguir encontrá-las, faz 1 ponto.

    Ganha o jogo quem chegar a 5 pontos primeiro.

    É isso! Bjs

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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    • 26 cartelas;
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  • Verdadeiro ou Falso

    Verdadeiro ou Falso

    Oie!!! Hoje trouxemos para vocês uma ideia para contemplar as quatro operações: adição, subtração, multiplicação e divisão. Uhuuu!!! \o/

    Importante: Dependendo dos conhecimentos prévios das crianças é necessário deixar material concreto (palitos de picolé, tampas de garrafa PET, etc.) para auxiliar nos cálculos. Esta é também uma estratégia essencial se a criança apresentar discalculia.

    A intervenção em crianças com discalculia será bem-sucedida quando as noções de números elementares de 0 a 9 (habilidade léxica), a produção de novos números (habilidade sintática), as noções de quantidade, ordem, tamanho, espaço, distância, hierarquia, os cálculos com as quatro operações e o raciocínio matemático forem trabalhados, primeiramente como experiências não-verbais significativas. A criança só irá trabalhar com fatos aritméticos mentalmente quando superar as etapas citadas. (BASTOS, 2007, p. 204).

    Perceberam o quanto é necessário disponibilizarmos atividades significativas? Como diz o velho ditado: “Não adianta querer colocar a carroça na frente dos bois”. As crianças precisam vivenciar no concreto para compreender e construir o conhecimento. Só então terão condições maturacionais para fazer cálculos mentais.

    Segue nossa ideia de hoje!

    Sugestão de uso:

    Coloquem as cartas em uma caixa/sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma carta e faz um palpite colocando um marcador na opção que achar correta: Verdadeiro ou Falso. Depois faz o cálculo para verificar se acertou o palpite. Se a criança acertou, fica com a carta. Do contrário, deve devolver a carta na caixa/sacola.

    No jogo há também duas cartas sem nenhum cálculo. A criança que pegar uma destas cartas deve pensar em uma conta para outro(a) colega resolver. Se ele/ela acertar, fica com a carta. Se errar, a criança que pensou no cálculo fica com a carta.

    Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    É isso! Um forte abraço e até o próximo post!

    P.S. Pensou em uma maneira diferente para utilizar este material? Ah, então conta pra nós, vai!!!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    BASTOS, José Alexandre. Discalculia: transtorno específico da habilidade em matemática. In: ROTTA, N. T.; OHLWEILER, L.; RIESGO, R. S. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2007.

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    • 34 cartas;
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  • Cartelas de caça-palavras

    Cartelas de caça-palavras

    Oie!!!
    Gente, talvez vocês conheçam alguma criança/adolescente em processo de alfabetização que, diante da menor dificuldade, já se sinta incapaz e desiste da atividade. Na verdade, pra gente pode parecer um desafio pequeno, mas, geralmente, não temos a dimensão do sofrimento interno pelo qual ela/ele está tendo que lidar. Isso também não quer dizer que precisamos desistir porque a criança fez cara feia!…rsrs

    Lembro-me que, um dia apresentei para uma criança uma atividade que tinham figuras de alguns objetos para ela localizar o nome deles em um caça-palavras e percebi o desânimo dela. Perguntei o motivo e ela me disse: “são muitas!”. Então combinamos de procurar juntas até ela se sentir segura para fazer sozinha. Ou seja, precisamos adaptar, mas jamais(!) desistir.

    Foi pensando em crianças/adolescentes com necessidades assim que este material foi organizado. Alguns podem ter muita dificuldade em localizar várias palavras em um caça-palavras. Especialmente, crianças com dislexia, deficit de atenção, … Sendo assim, organizamos este material com apenas uma palavra para ser encontrada em cada cartela e vamos apresentando outras à medida que percebemos a motivação da criança/adolescente. E, assim, pouco a pouco, vamos fortalecendo sua autoestima e preparando-os para lidar com desafios maiores.

    Pensar, treinar o cérebro, não só não machuca […] como, ao contrário, é uma atividade que pode encher de satisfação a quem a ela se entregar. […] (BATLLORI, 2009, p. 9).

    Gostaram desta ideia? Falem nos comentários!!!

    Sugestão de uso:

    Entreguem uma cartela para a criança/adolescente localizar uma palavra. Na margem superior da cartela tem uma pista do que é preciso procurar (nome de uma ferramenta, uma fruta, um animal, …). Vocês podem cobrir esta pista se acharem que a atividade está muito fácil ou ler para ela/ele se for necessário. As palavras podem estar na horizontal ou vertical. Após, podem falar/escrever frases utilizando as palavras encontradas. Vai ser show de bola!

    Ah, também pode ser feito um ditado no qual a criança confere nas cartelas se escreveu corretamente.

    Queridos, por hoje foi isso! Um forte abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009.

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    • 20 cartelas;
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  • Marque a igual

    Marque a igual

    Oieee!!!
    Que alegria compartilhar este material! Seria muito bom se pudéssemos ver as expressões nos rostos de vocês ao saberem que o arquivo PDF com o jogo é GRÁTIS!!! Já que isso não é possível, vocês poderiam ser bem fofos, amados, estimados e deixar nos comentários se contribuímos com este presente e, também, as impressões que tiverem sobre o jogo. 😉

    O objetivo deste recurso é estimular a atenção, a percepção, a orientação espacial. Sendo assim, pode ser excelente para crianças, adolescentes, adultos que apresentam déficit de atenção e precisam de estímulos lúdicos para ampliar essas habilidades. Antes de iniciar o jogo, propriamente dito, deem um tempo para os jogadores explorarem o material. Observar semelhanças e diferenças nas direções das setas e posições dos círculos. Isso já é uma intervenção 😉

    Apresentar o material é um momento que deve ser valorizado pelo profissional. […] (MACEDO; PETTY; PASSOS, 2000, p. 19)

    Sugestão de uso:

    Cada jogador, em sua vez, joga o dado e observa: direção da seta e a posição do círculo. Em seguida, procura e marca no seu tabuleiro um quadro igual. Ganha o jogo quem completar primeiro uma coluna inteira.

    Variação: Ganha o jogo quem completar primeiro todo o tabuleiro. Neste caso, o tempo do jogo será maior.

    Observação: A linha azul indica a margem inferior do dado. É importante observar esta indicação durante o jogo.

    É isso, gente! Aproveitem muito este material! Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MACEDO; Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sícoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
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  • Lince de Divisão

    Lince de Divisão

    Oie!!!
    Há algum tempo nos pedem jogos para trabalhar a divisão. Bom, apesar da demora, nasceu! hehe

    Antes da explicação do jogo, queremos dizer que é muito importante estarmos atentos ao fato de que, para a criança entender a divisão – assim como qualquer aprendizado -, é preciso que ela tenha condições para isso, que já tenha conhecimento prévio suficiente.

    “[…] as crianças aprendem com instrução só o que elas podem aprender com o conhecimento que já adquiriram.” (KAMII; DECLARK, 1997, p. 168.)

    Ou seja, não adianta querer pular etapas. Às vezes, na ansiedade e preocupação com o conteúdo que precisa ser passado acontecem atropelos. E ensinar algo que esteja muito acima do que a criança tem condições, naquele momento, de aprender pode causar prejuízos muito sérios. Para citar um deles é o sentimento de incapacidade que a criança pode adquirir. E quem é que consegue aprender alguma coisa quando não se sente capaz?

    Após este breve alerta, vamos a explicação do jogo. 😉

    Sugestão de uso:

    Colocar o tabuleiro sobre uma mesa e as fichas em uma sacola/caixa. Cada criança, na sua vez, retira uma das fichas da sacola, resolve o cálculo, procura e circula (com canetinha) o resultado no tabuleiro. Se conseguir, fica com a ficha. Se não conseguir, devolve a ficha para a sacola. Ganha o jogo quem conquistar cinco fichas primeiro.

    Para ampliar o desafio pode ser determinado um tempo para que a criança localize o resultado.

    Obs. 1: Se for aplicado papel Contact ou plastificado o material, após o uso, poderá apagar as marcações de canetinha com uma flanela. 😉

    Obs.2 : Para algumas crianças talvez seja necessário deixar disponível a tabuada para que elas possam consultar em caso de dúvidas.

    Concluímos este texto deixando um forte abraço a todos que o leram até aqui. <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13 ed. Campinas: Papirus, 1997.

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    • 01 tabuleiro;
    • 20 fichas;
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  • Qual é a palavra?

    Qual é a palavra?

    Oie!!! Estimados e estimadas, não sabemos se vocês já perceberam que temos muito orgulho do nosso trabalho, agora, o jogo que estamos compartilhando com vocês hoje é simplesmente maravilhosooo!!! (Nem sempre conseguimos segurar nossa modéstia! 🤭 rsrs).

    Este jogo tem o objetivo de estimular a leitura, a escrita, a atenção, a percepção, mas, também, podemos aproveitar a situação lúdica que ele proporciona para saber mais sobre a criança.

    […] o uso de situações lúdicas é mais uma possibilidade de se compreender, basicamente, o funcionamento dos processos cognitivos e afetivo-sociais em suas interferências mútuas, no Modelo de Aprendizagem do paciente. […] (WEISS, 2007, p. 74).


    Quando compreendemos a maneira que a criança aprende facilita muuuito nossa intervenção. Então precisamos estar atentos nos momentos lúdicos porque, nessas situações, a criança mostra muito de si.

    Sendo assim, vamos arregaçar as mangas e ao trabalho! Ops, ao jogo! 😉

    Sugestão de uso:

    Coloquem o tabuleiro sobre uma superfície plana e as fichas com figuras dentro de uma sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma das fichas da sacola e procura no tabuleiro todas as figuras iguais. Anota as sílabas que estão imediatamente abaixo das figuras e tenta formar uma palavra com elas. Se conseguir, fica com a carta. Se não conseguir, devolve a carta para a sacola. Ganha o jogo quem conquistar cinco cartas primeiro.
    Variação: Se vocês quiserem ampliar o desafio podem determinar um tempo para a criança localizar as figuras e formar a palavra.

    Bom, é isso! Ficamos na expectativa que este material seja muito útil para vocês.
    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
    WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 12. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

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    • 16 fichas;
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  • Complete com as vogais

    Complete com as vogais

    Oie!!!
    Sabemos que, como em qualquer aprendizagem, o processo de construção de escrita será facilitado se apresentarmos desafios partindo do simples. Foi pensando nisso que elaboramos este material. Obviamente que, o que irá determinar a complexidade de uma atividade, são os conhecimentos prévios da criança e a nossa intervenção adequada.
    Uma dica importante é levar a criança a compreender que a escrita representa a fala. É o que nos afirmam Nagy e Anderson (1999, p. 155) apud Soares (2016, p. 125):


    “[…] a criança precisa, antes de tudo, perceber que a escrita representa a fala, e em seguida identificar os detalhes de como a escrita representa a fala.”

    Sendo assim, vamos mediar este processo da melhor forma possível?! Segue agora um recurso para intervenção. 

    Sugestão de uso:
    Entreguem as fichas e os prendedores com as vogais para a criança. O desafio dela será identificar as vogais que estão faltando para completar a palavra e colocar o prendedor com a letra correspondente no local correto.Vocês podem contribuir, caso seja necessário, enfatizando o som da vogal para que a criança consiga identificar. Exemplo: /uuuuuursoooooo/. Peçam para a criança repetir os sons da palavra com vocês. 😉
    Após a criança completar a palavra pode ser formulado frases tanto oral quanto por escrito. 😉

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.


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    • 12 fichas com palavras faltando vogais;
    • Fichas com vogais;
    • Instruções de uso.

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  • Calendário

    Calendário

    Oieee!!!
    Primeiro post de 2020 e já começamos com um presente maravilhoso para vocês: tem arquivo PDF GRÁTIS com a atividade que trouxemos como sugestão hoje!!! Uhuuu!!! Esperamos que vocês fiquem tão felizes quanto nós que estamos compartilhando este material.

    Antes de baixar o arquivo acompanhem nossa breve explicação sobre a relevância deste recurso 😉

    Trabalhar a noção de tempo é muito importante e, geralmente, as crianças demonstram interesse em anotar no calendário, por exemplo, a data do aniversário ou outro evento que irá acontecer e ir riscando os dias que faltam para chegar. Além disso, é interessante propiciar às crianças o funcionamento dos números dentro de um contexto. Portanto, utilizar o calendário é um excelente recurso porque a criança terá a oportunidade de aprender algo que tem uma conexão com o seu dia a dia. É muito mais do que simplesmente absorver algo que a professora falou.

    “Nenhuma criança é uma esponja passiva que absorve o que lhe é apresentado.” (ANTUNES, 2003, p. 16)

    Então mãos à obra!!! 🙂

    Sugestão de uso:

    Entreguem o calendário do mês corrente para a criança/adolescente preencher.

    Após, vocês podem complementar a atividade com outros questionamentos. Por exemplo:

    – Qual dia da semana você mais gosta? Por quê?

    – Quantos dias faltam para o aniversário de…?

    – O dia 20 de janeiro será…

    – Quais dias da semana você vai para a escola?

    Vocês perceberão que aos poucos os conhecimentos serão integrados. Também será muito gratificante ver o entusiasmo das crianças quando no início de cada mês vocês entregarem um novo calendário para ser preenchido.

    Um forte abraço!

    Clique abaixo no botão escrito “GRÁTIS” para adquirir dois arquivos em PDF (enviados por e-mail) contendo:

    • 12 fichas;
    • Instruções de uso.

    São enviados dois arquivos em PDF para que, no momento da impressão, você possa escolher dentre eles o tamanho mais adequado (fichas com tamanho de uma página A4 ou 1/2 página A4).

     

  • Circule o nome da figura

    Circule o nome da figura

    Oie!!!
    Genteeee, este é o último post de 2019 aqui no site. No entanto, fiquem atentos as nossas publicações no Instagram, Facebook e WhatsApp porque o nosso trabalho continua e estamos pensando em fazer algumas promoções. Vamos manter vocês informados por lá, ok?! Ah, também avisaremos por e-mail (para quem se inscreveu, claro!) <3

    Agora vamos falar do material que trouxemos como sugestão hoje.

    Além de ser útil para a alfabetização é também uma maneira de estimular a atenção, percepção, memória visual. Apesar de não gostarmos de atividade repetitiva, sabemos que ela é importante para a aprendizagem. Então pensamos em uma maneira lúdica da criança acessar algumas palavras várias vezes, mas de uma maneira que não fosse enfadonha, entediante. A criança precisará selecionar palavras corretas (informação relevante) e descartar as incorretas (informação irrelevante).

    Shimamura (2000) apud Seabra et all (2009, p. 79) esclarece que:

    Para resgatar informações pré-estocadas e, para manter determinada informação ativa durante a realização de uma tarefa, são necessárias as habilidades de acessar informação previamente estocada e de manter informação ativa. […] Trata-se de um mecanismo de filtragem dinâmica de informações, que atenta às informações que são relevantes e ignora as irrelevantes.

    Sugestão de uso:

    Colocar as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico).

    A criança deve circular com canetinha (sobre o plástico) todas as palavras da página que correspondam ao nome da figura. Em seguida, você fecha a pasta e pede para ela escrever o nome da figura. Após, ela pode olhar a página para conferir os acertos.

    Observação: Para algumas crianças esta atividade será mais desafiadora se for determinado um tempo para ela executar a tarefa.

    Quando finalizar a atividade basta apagar as anotações com uma flanela.

    É isso! Espero ter contribuído!

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SEABRA, Alessandra Gotuzo; CAPOVILLA, Fernando César. Teoria e pesquisa em avaliação neuropsicológica. São Paulo: Memnon, 2009.

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    • 16 páginas;
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  • Bingo de Rima

    Bingo de Rima

    Oie!!! Há um tempo eu compartilhei aqui com vocês o Bingo de Aliteração que, assim como o jogo que eu trouxe hoje, tem o objetivo de estimular o desenvolvimento da consciência fonológica. Estes recursos são, dentre outros, imprescindíveis em um ambiente que pretende ser alfabetizador para facilitar o processo de construção da escrita. Inclusive, podem também ser uma ferramenta muito útil para minimizar o sofrimento de crianças que apresentam dificuldade na aprendizagem da escrita e leitura.

    Capovilla e Capovilla (2007, p. 33) afirmam que:

    […] Crianças com dificuldade de escrita frequentemente apresentam atrasos em consciência fonológica […]

    Obviamente que sempre precisamos estar atentos ao “para quem” se destina o jogo, ou seja, fazer as adaptações necessárias. Feito isso teremos crianças mais engajadas, motivadas – o que facilita o nosso trabalho -, e, portanto, o aprendizado acontece com alegria e prazer.

    Sugestão de uso:

    Distribuir para cada criança ou dupla uma cartela e marcadores (pedrinhas, bolinhas de papel, etc). Colocar as fichas com perguntas “rima com…” dobradas em um pote. Verificar se as crianças conhecem todas as figuras disponíveis nas cartelas que receberam. É hora de começar o jogo. Retirar uma ficha do pote, abrir, e, sem mostrar a figura para as crianças, dizer, por exemplo: “rima com joelho”. As crianças devem colocar um marcador sobre a figura de um coelho. Após, é preciso mostrar a ficha com a figura para as crianças conferirem se marcaram corretamente. Ganha o jogo quem marcar toda a cartela primeiro.

    Para finalizar, podemos sugerir que cada criança escreva os nomes das figuras das cartelas que receberam.

    Espero que este material seja útil para vocês. Um forte abraço e até o próximo post. 🙂

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CAPOVILLA, Alessandra G. S.; CAPOVILLA, César Fernando. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. São Paulo: Memnon, 2007

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