Autor: Solange Moll

  • 10 da Mesma

    10 da Mesma

    Oie!!!

    Queridos, vamos começar contando uma notícia boa: o jogo que sugerimos hoje está disponível em arquivo PDF GRÁTIS na nossa loja! Uhuuu!!!

    Depois desta informação maravilhosa queremos citar algumas palavras de Constance Kamii para um reflexão.

    “[…] o meio ambiente pode agilizar ou retardar o desenvolvimento lógico-matemático.” (KAMII, 1990, p. 38):

    Certamente, somos do grupo de profissionais que quer proporcionar um ambiente facilitador do desenvolvimento lógico-matemático, não é mesmo?! … rsrs Sendo assim, é importantíssimo estarmos cientes que, antes de mais nada, este conhecimento é construído pela própria criança e o nosso trabalho vai muito além de ensinar números!!! É preciso proporcionar meios para que as crianças façam a construção da estrutura mental do número. E, inclusive, podemos aproveitar diversas situações do dia a dia em uma sala de aula para isso. Por exemplo, dizer para a criança: “Entregue um lápis para cada colega da sala”, pode fazer ela pensar e contar quantos colegas têm para depois pegar a quantidade de lápis necessário. Isso é diferente de simplesmente entregar a quantidade exata e pedir para ela distribuir.
    Jogos lúdicos também são excelentes para isso porque fazem as crianças resolverem desafios, conflitos, pontos de vista diferentes, paciência, persistência. Sendo assim, esperamos que possam aproveitar muuuito o recurso que estamos compartilhando com vocês hoje. <3

    Sugestão de Uso:

    Dois jogadores devem sentar de frente um para o outro e colocar o tabuleiro no meio deles em uma superfície plana (mesa ou chão). Cada jogador, na sua vez, joga o dado e marca em seu lado do tabuleiro a figura que for sorteada. O jogo segue assim até que um dos jogadores complete 10 figuras da mesma. Este será o ganhador.

    Obs.: Perceberam que os personagens do jogo estão usando máscara? Pensamos que esta é também uma maneira de contribuirmos na conscientização da importância do uso da máscara neste momento de pandemia que estamos vivendo 😉

    Esperamos que contribua. Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
    KAMII, Constance.  A criança e o número: implicações da teoria de Piaget para atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. Campinas, São Paulo : Papirus,  1990.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS (enviado por e-mail) contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.
  • Não pertence

    Não pertence

    Oie!!!
    Há um tempo compartilhamos aqui com vocês o jogo Letra x Som. Recebemos muitas mensagens solicitando um jogo parecido, porém, com um nível mais fácil, para crianças que estão bem no começo do processo de alfabetização. No jogo Letra x Som tem várias imagens e a as letras em destaque podem estar em qualquer lugar dos nomes das figuras (começo, meio ou final). Neste jogo que estamos compartilhando hoje tem menos imagens e as letras em destaque devem ser localizadas somente no início dos nomes das figuras. Na sugestão do jogo explicamos melhor! Antes queremos enfatizar a importância de trabalharmos o som das letras.

    Precisamos estar cientes que trabalhar a relação fonema x grafema é essencial no processo de alfabetização. Podemos, inclusive, prevenir diversos atrasos na construção da escrita por estimularmos este conhecimento. Claro que isto de maneira lúdica e sem forçação de barra! Mas todo dia um pouco. 😉 Falar de palavras que começam ou terminam com o mesmo som/letra é sempre uma excelente estratégia de intervenção.

    A ideia essencial é a da que a análise explícita das palavras em unidades fonológicas é indispensável para compreender o código alfabético, e através disso, aprender a ler. (ALEGRIA, LEYBAERT e MOUSTY apud CAPOVILLA e CAPOVILLA, 2007, p. 25).


    Agora vamos à explicação do jogo.

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma cartela e fala letra/som que está em destaque. Em seguida, a criança coloca uma ficha “Não Pertence” na(s) figura(s) cujo(s) nome(s) não começa(m) com essa letra/som.

    Vocês podem contribuir falando o nome de cada figura enfatizando o som inicial. Exemplo: /AAAAABACATE/.

    É isso! Um forte abraço e até o próximo post! <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SEABRA, Alessandra Gotuzo; CAPOVILLA, Fernando César. Teoria e pesquisa em avaliação neuropsicológica. São Paulo: Memnon, 2009.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 23 cartelas (alfabeto A a Z, exceto KWY);
    • Ficha carimbo;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Qual é a única?

    Qual é a única?

    Oie!!!

    Gente, uma maneira de estimular o pensamento lógico, a atenção, a percepção, a memória, é disponibilizar às crianças jogos e brincadeiras que elas possam comparar objetos (forma, tamanho, cor diferente). A habilidade de comparar é um ato mental no qual é preciso colocar as coisas em relação umas com as outras para identificar semelhanças e diferenças. Dependendo da idade e conhecimento prévio do aprendente pode ser uma tarefa bem complexa.

    […] problemas envolvendo comparação são difíceis, pelo menos para crianças menores… na verdade, comparar é bastante complexo. (KAMII, DECLARK, 1997, p. 158).

    Sendo assim, o jogo que trouxemos como sugestão hoje é um daqueles recursos excelentes que devem estar presentes em ambientes que pretendem incentivar o desenvolvimento cognitivo.

    Sugestão de uso:

    Coloque todas as cartas dentro de uma sacola/caixa. Cada jogador, na sua vez, retira uma carta da caixa. Todos os jogadores, ao mesmo tempo, procuram qual figura é a única que não tem outra igual a ela. Deve ser ignorado o tamanho e a direção. Quem encontrar primeiro bate com a mão sobre a carta e mostra a figura. Cada acerto vale um ponto. Ganho o jogo quem chegar a cinco pontos primeiro.

    Gente, este jogo, como os demais compartilhados com vocês, foi desenvolvido com muito comprometimento e entusiasmo. Esperamos que vocês sintam o toque do nosso afeto em cada detalhe. Utilizem com as crianças e depois nos contem como foi a experiência, ok?

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • 18 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Encontre os Erros

    Encontre os Erros

    Oie!!!
    É comum no início do processo de construção da escrita as crianças escreverem letras e números ao contrário. Quem trabalha com crianças em alfabetização vê isso com muita frequência. Temos inclusive um artigo no qual explicamos possíveis motivos para isso acontecer. Se você tiver interesse em saber clique em: escrita espelhada.

    Precisamos compreender que a criança que está em processo de construção da escrita faz suas tentativas de acordo com o que ela já sabe. E, muitas vezes, o seu saber não é valorizado. Ou, o que é pior, suas tentativas de escrita consideradas como erro. É preciso nos vigiarmos, ficarmos atentos as nossas ações com as crianças.

    O sujeito que conhecemos através da teoria de Piaget é aquele que procura ativamente compreender o mundo que o rodeia e trata de resolver as interrogações que este mundo provoca. (FERREIRO e TEBEROSKY, 1999, p. 29) 

    Então se a escrita espelhada faz parte da construção da escrita não precisamos fazer nada? Também não é bem assim! Precisamos mostrar a direção correta das letras e, há casos, em que é preciso fazer uma intervenção mais direta para que a criança integre o conhecimento da orientação espacial das letras. Hoje o jogo que trouxemos tem este objetivo.

    Sugestão de uso:

    Escolha três letras que a criança costuma escrever ao contrário e entregue para ela as cartelas com essas letras. Peça para ela observar a direção das letras que estão na margem superior em destaque e falar o nome/som. Em seguida pintar a parte interna da letra que está em branco. Depois reproduzir a letra com massinha de modelar/argila. Por fim, procurar e circular as letras que estão ao contrário em cada cartela. 
    Variação: colocar todas as cartelas em uma sacola ou caixa. Cada criança pega uma cartela e, ao seu sinal, todas procuram e circulam as letras que estão ao contrário o mais rápido que conseguirem. Faz ponto quem achar primeiro. Ganha o jogo quem fizer três pontos primeiro.

    É isso! Um forte abraço!!!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FERREIRA, Emilia; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1999.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 26 cartelas do alfabeto maiúsculo;
    • 26 cartelas do alfabeto minúsculo;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Palavra revirada

    Palavra revirada

    Oieee!

    Hoje tem PDF GRÁTIS! Uhuuu!!! Esperamos que possa ser muito útil para vocês 🙂

    O objetivo deste jogo é estimular o processo de alfabetização, mas também estimula o pensamento hipotético e pensamento lógico porque o aprendente terá uma situação-problema para resolver.

    […] É fundamental considerar que desenvolvimento e aprendizagem não estão nos jogos em si, mas no que é desencadeado a partir das intervenções e dos desafios propostos aos alunos. […] (MACEDO; PETTY; PASSOS, 2000, p. 22)

    Sugestão de Uso:

    Dobre e coloque em um pote as fichas com as palavras reviradas.

    Coloque sobre uma mesa as fichas com as imagens para cima.

    Cada jogador, na sua vez, retira uma ficha “palavra revirada” do pote e observa as letras que estão fora de ordem. Em seguida, olha as fichas com figuras de animais e faz um palpite dizendo qual deles é possível escrever o nome utilizando somente as letras disponíveis na ficha “palavra revirada”. Tenta escrever. Se acertou o palpite, faz ponto. Do contrário, devolve a ficha “palavra revirada” para o pote. Ganha o jogador que fizer três pontos primeiro.

    Dica: Você pode dizer para a criança prestar atenção ao som inicial do nome do animal e verificar, nas letras disponíveis na ficha “palavra revirada”, se tem alguma com som correspondente.

    É isso!!! Um forte abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MACEDO, Lino de; Petty, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • 20 fichas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

     

  • Complete e Avance

    Complete e Avance

    Oie!!!
    Hoje vamos começar este post agradecendo. A gente amaaaa pensar em estratégias para deixar a aprendizagem mais divertida e os feedbacks que temos recebido estão nos deixado super animados para desenvolver mais e mais ideias para compartilhar com vocês. Sendo assim, agradecemos imensamente cada comentário e mensagem recebida. <3

    Agora vamos a sugestão de hoje!

    O jogo que estamos apresentando tem como objetivo estimular o processo de alfabetização.

    Lembramos que, o caminho de construção da escrita, deve sempre ser apresentado aos poucos para as crianças. Partindo do mais simples, das regularidades da língua para as irregularidades. Os jogos lúdicos são ferramentas indispensáveis neste processo.

    Em termos práticos, não se trata de continuamente introduzir o sujeito em situações conflitivas dificilmente suportáveis, e sim de tratar de detectar quais são os momentos cruciais nos quais o sujeito é sensível às perturbações e às suas próprias contradições, para ajudá-lo a avançar no sentido de uma nova reestruturação. (FERREIRO; TEBEROSKY, 1986, p. 32).

    Deixamos o arquivo pdf com este jogo disponível na nossa loja.

    Sugestão de uso:

    Coloquem o tabuleiro sobre uma superfície plana e as fichas dentro de uma sacola ou caixa. Entreguem para cada jogador um peão.
    Os jogadores devem escolher uma cor do tabuleiro (azul, verde laranja, amarelo) para colocar seus peões no início da trilha (círculo cinza). Cada um, na sua vez, retira uma ficha da sacola e completa a palavra com a sílaba que estiver faltando. Após, pode avançar uma casa no tabuleiro. Em seguida, apaga a ficha e devolve na sacola.
    Se o jogador tirar uma ficha que tenha a marca de pés na cor que ele escolheu de trilha, avança uma casa. Se tirar uma ficha com marca de pés diferente da sua cor, ele deve ficar parado uma rodada. Ganha o jogo quem chegar ao centro do círculo primeiro.

    Observação: se as fichas forem plastificadas ou aplicadas papel Contact, as crianças poderão escrever com canetinha sobre elas e após o uso apagar com uma flanela. 😉

    Por hoje é isso!

    Um forte abraço cheio de vibrações positivas <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FERREIRO, E. e TEBEROSKY, A. A psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artmed, 1986.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 24 fichas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

     

  • Simetria

    Simetria

    Oie!!!
    De uma maneira geral, os aprendentes demonstram interesse em atividades semelhantes a esta que estamos compartilhando com vocês porque desperta a curiosidade. Querem saber qual desenho irá formar. Sendo assim, podemos aproveitar esse interesse para promover o conhecimento sobre o que simetria, mas também estimular: atenção, percepção, pensamento lógico, aumento de vocabulário, orientação espacial, dentre outras habilidades.
    No entanto, da mesma maneira que qualquer outra intervenção proposta, é importante uma sondagem para investigar o que o aprendente já sabe, o que consegue fazer com autonomia e o que precisa de uma mediação maior.

    Conhecer as principais características do desenvolvimento da criança com a qual se trabalha é condição para planejar uma aula adequada, o que pode garantir um bom desempenho do aluno. Dessa forma, é possível propor atividades que ele tenha condições de resolver ou, pelo menos, que seja criado algum tipo de perturbação para o pensamento. (MACEDO; PETTY; PASSOS, 2000, p. 37)

    Toda intervenção precisa ter desafios, mas que sejam possíveis de ser realizados. 😉

    Deixamos na nossa loja o arquivo PDF GRÁTIS com estas fichas. Tem link no final deste post <3 Uhuuu!

    Sugestão de uso:

    Vocês podem começar pedindo para o aprendente dobrar a ficha ao meio (verticalmente), encostá-la a um espelho, observar e tirar uma foto da imagem que formou. Em seguida, peçam que trace uma linha ao meio da ficha (bem na marca que ficou da dobra) e pinte os quadrados exatamente iguais do outro lado da linha. Será preciso observar cor, quantidade e localização. Quando concluir a pintura pode comparar com a imagem que formou no espelho e registrou em foto. Se ele tiver pintado os quadrados corretamente aparecerá a mesma imagem. É importante, neste momento, explicar ao aprendente que quando dividimos uma figura ao meio, obtendo partes exatamente iguais, sendo uma o reflexo da outra, dizemos que a figura é simétrica.

    Ficamos por aqui! Esperamos que este material contribua com o desenvolvimento de muitas crianças. Amamos compartilhar materiais com vocês e ficamos muito felizes quando recebemos feedback porque é importante saber se o nosso trabalho está contribuindo.

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • 10 fichas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Qual quadro?

    Qual quadro?

    Oie!!!
    Hoje trouxemos para vocês mais uma sugestão de atividade para estimular o processo de alfabetização.
    Antes da sugestão de uso queremos falar um poquetito com vocês. É um recadinho cheio de amor, especialmente, às mães (famílias) que, devido a pandemia que neste momento vivenciamos, estão tendo que lidar com o processo de alfabetização de seus filhos e a maioria não tem formação para isso.
    É sempre importante olhar para os “erros” que acontecem na escrita das crianças como algo que faz parte do processo de construção da escrita. O olhar e a escuta devem se voltar ao que a criança pensou durante a escrita. Entendam, leva um tempo para que as crianças percebam todos os sons que compõem uma palavra. Isso é, realmente, uma construção. Alguns caminhos terão que ser repetidos para serem lembrados. Não estamos falando de atividades repetitivas, monótonas e medonhas, ok?… rs Queremos dizer, por exemplo, uma letra talvez tenha que ser repetida em dias e formas diferentes. Como? Fazer a letra com massinha de modelar, com colagens, com movimento do dedo no ar, olhar no espelho enquanto fala o som dela, enfim… de diversas formas para que a letra seja integrada ao conhecimento da criança. ok?! #forçaefé #estamosjuntos #nofimtudodácerto

    O erro tem um valor construtivo porque, a partir da análise das próprias respostas equivocadas, pode-se chegar a respostas mais adequadas. (FERNÁNDEZ, 2001, p. 163).

    Agora sim, vamos a explicação do recurso que trouxemos como sugestão hoje. Ah, esta atividade também tem como objetivo estimular o desenvolvimento da coordenação motora-fina.

    Sugestão de uso:

    Verifiquem se a criança sabe o nome da figura em destaque. Após, tenta identificar o som inicial e faz com massinha de modelar a letra correspondente. Em seguida, observa os três quadros com letras e cobre o tracejado daquele que tem todas as letras para formar o nome da figura. Por fim, escreve o nome da figura dentro dos espaços que estão na margem inferior da página.

    Observações:

    1) Dependendo do nível de conhecimento da criança talvez seja interessante ela contar os quadrados que estão na margem inferior da página para saber a quantidade de letras necessárias para a escrita da palavra. Isso ajudará a eliminar alguns quadros com letras a mais ou a menos.
    2) Se as páginas forem colocadas em uma pasta catálogo, aquelas com plástico, a criança pode escrever com canetinha e após o uso apagar com uma flanela.

    Ficamos por aqui, um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    FERNÁNDEZ, Alicia. A mulher escondida na professora: uma leitura psicopedagógica do ser mulher, da corporeidade e da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2001.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF (enviado por e-mail) contendo:

    • 20 páginas;
    • Instruções de uso.
  • Ligue os pontos coloridos

    Ligue os pontos coloridos

    Oie!!!
    O jogo que estamos compartilhando com vocês lembra um pouco o tradicional Jogo dos Pontinhos, porém, é diferente! Sendo assim fiquem atentos às regras! 😉

    O arquivo PDF está disponível gratuitamente na nossa loja. Tem link para adquirir no final deste post! uhuuu!!! <3

    Habilidades estimuladas: atenção, percepção, pensamento lógico, orientação e localização espacial, coordenação motora fina, tolerância à frustração, entre outras.

    Como este jogo exigirá muito da atenção e da percepção visual é importante estarmos cientes que nem todas as pessoas tem a mesma amplitude de atenção e percebe as coisas do mesmo jeito. Ou seja, a capacidade da atenção, de perceber as coisas ao seu redor é muito particular de cada um. Sofre influências da personalidade, dos interesses, do meio cultural em que vive e, também dos estímulos que recebe. Sendo assim, sempre é possível melhorar o desempenho, mas é essencial respeitar as particularidades de cada aprendente. 😉

    […] Não somos todos igualmente atentos e não prestamos atenção da mesma maneira. A forma de absorver as informações é influenciada pela educação, mas também depende da personalidade, dos interesses e das atitudes em relação ao mundo. (ATENÇÃO, 2006, p. 40).

    Sugestão de uso:

    Coloquem o tabuleiro sobre uma superfície plana. Os jogadores deverão ficar de frente para o tabuleiro.

    Após, cada um, na sua vez, joga o dado. Em seguida, localiza no tabuleiro quatro pontos que tenham as mesmas cores e localização espacial que foram sorteadas no dado. Une os quatro pontos com traços para formar um quadrado e coloca a inicial do seu nome no interior.

    Se for sorteado “todas as cores” o jogador pode escolher qualquer um dos lados do dado para procurar o grupo de pontos no tabuleiro.

    Observações importantes:

    1) A linha azul que consta no dado determina a margem inferior dele;

    2) É proibido utilizar pontos que já foram marcados em jogadas anteriores (isso aumenta a necessidade de prestar atenção).

    3) Passa a vez do jogador se ele jogar o dado e for sorteado um grupo de pontos que não tem mais disponível para traçar e formar um quadrado;

    4) Encerra a partida se um dos jogadores passar a vez três jogadas seguidas ou não ter mais quadrado disponível para fechar.

    Ganha o jogo quem fechar mais quadrados.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ATENÇÃO. In101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Cópias perfeitas

    Cópias perfeitas

    Oie!!!
    O recurso que trouxemos como sugestão hoje tem como objetivo estimular: leitura, escrita, compreensão, interpretação de texto, percepção e, também, a nossa querida atenção. Ah, a atenção, não nos cansamos de falar dela! Isso porque sabemos da sua importância para o processo de qualquer aprendizagem. Conforme Riesgo (2006, p. 274):

    Sem atenção não há como haver aquisição adequada da informação. E aquisição de novas informações é sinônimo de aprendizado.

    Obviamente, que a atenção está ligada aos nossos interesses. É difícil prestarmos atenção em algo que não nos desperta a curiosidade. Por isso estamos sempre procurando desenvolver ferramentas que possam provocar o desejo de saber, de descobrir , de investigar dos aprendentes.

    Então vamos a explicação do recurso que trouxemos hoje? Façam sempre as adaptações que julgarem necessárias, ok?!

    Sugestão de uso:

    O aprendente escolhe uma carta, lê e assinala as frases que são idênticas, ou seja, são cópias perfeitas. Depois vocês questionam se a frase que tem palavras diferentes mudou o sentido dela ou apenas foi escrito a mesma coisa, mas de outra forma.
    Para finalizar, as frases podem ser aproveitadas para a escrita de histórias.

    Observação: Dependendo do conhecimento prévio do aprendente pode ser que seja necessário consultar um dicionário ou fazer uma pesquisa na Internet para saber o significado de algumas palavras ;).  

    Ficamos por aqui! Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 18 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.