Autor: Solange Moll

  • Palpite

    Palpite

    Oie!!!

    Nossa ideia de hoje é para trabalhar alfabetização e coordenação motora fina (habilidade de coordenação das mãos). Vamos, digam que gostaram!!! 🙂

    Lembro-me de quando pequena, na escola, preencher folhas e folhas com exercícios para trabalhar coordenação motora fina. Diziam as professoras que era para ter letra bonita. Sabemos que muitas das nossas crianças hoje em dia, possivelmente, não suportam mais este tipo de atividade (muitos de nós já não aguentávamos também…rs) . A questão é que isso não significa que esses exercícios deixaram de ter sua importância. Então o jeito é tentarmos fazer com que eles sejam feitos de uma maneira mais lúdica possível.

    Dizem que aprendemos pelo amor ou pela dor. Óbvio que o melhor caminho é o do amor. Sendo assim, fazer uma atividade na qual a criança se sinta afetivamente atraída certamente trará frutos maravilhosos.

    Kabarite e Mattos (2014, p. 52) nos dizem:

    “As sensações nos permitem introduzir o meio ambiente em nosso próprio mundo interno.”

    Então, vamos à explicação da atividade? Espero que gostem e deixem comentário se foi útil para vocês.

    Tem arquivo PDF com as cartas para esta atividade na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Como eu utilizo (façam as adaptações necessárias):

    Disponibilizo uma caixa com areia e escondo as fichas pela sala.

    É hora de começar a brincadeira!!!

    A criança procura uma das fichas pela sala e eu vou dizendo : “está frio” (se ela estiver longe da ficha), “está quente” (se ela estiver perto). Quando ela encontra a ficha, joga o dado e, com o dedo indicador, faz o traçado (que caiu no dado) na caixa de areia. Após, ela repete o movimento, com uma canetinha, sobre a ficha, ligando o animal ao seu nome. Neste caso, ela lê e dá um palpite sobre qual das três palavras é a escrita correta. Depois procura outra ficha pela sala e repete o procedimento. Para finalizar, mostro o gabarito das respostas. Assim ela verifica os seus acertos.

    Perceberam que desta maneira a criança irá repetir os traçados várias vezes? A repetição também é um processo de aprendizagem. O detalhe é que da maneira como foi elaborada a atividade, a possibilidade da criança se cansar, é muito menor . 🙂

    Pensaram em uma maneira diferente de utilizar este material? Falem nos comentários. Poderá ser útil para mim ou para outras pessoas que passarem por aqui.

    Bjuuu e até a próxima semana.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KABARITE, Aline; MATTOS, Vera. Psicomotricidade em grupo: o método growing up como recurso de intervenção terapêutica. Rio de Janeiro: Wak, 2014.  

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 12 cartas;
    • Arte com os traçados para serem colados em um dado que você já tenha;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

     

  • Siga as pistas

    Siga as pistas

    Oieeee!!! Primeiro post de 2019 chegandoooooo!!!

    Que saudade de escrever para vocês! Puxa vida, vocês não têm noção do quanto me faz falta ter este contato. Espero que estejam todos bem e empolgados com o início do ano! Agora, posso confessar um desejo que guardo bem secreto no meu coração? Nossa! Quantas pessoas respondendo: “ – simmmm, conta vai!”. Seus curiosos!…rs Quero que ao longo de todo o ano façamos a diferença na vida de muitas crianças. Topam? Falem nos comentários se vocês estão nesta empreitada comigo!

    Tentei caprichar ao máximo na ideia de hoje para começarmos com o pé direito. 🙂

    A atividade pode ser utilizada com crianças em processo de alfabetização. Porém, dependendo do nível de leitura que as crianças estejam apresentando, talvez seja necessário que vocês a acompanhem na leitura.

    O objetivo desta atividade é estimular o pensamento lógico, a atenção, a percepção, a paciência, a persistência. E, sou ciente (acredito que vocês também!), que da mesma maneira que a força física, a capacidade mental precisa de estímulo para ser desenvolvida. 

    Conforme Macedo, Petty e Passos (2007, p. 37-38):

    “O professor é quem dá o ‘tom’ do desafio proposto, ele deve ser o líder da situação, saber gerenciar o que acontece, tornando o meio o mais favorável possível, desencadeando reflexões e descobertas”

    Desafios lógicos são excelentes para isso e, além de não machucar ninguém (hehe), é uma forma da criança perceber que é capaz. Sentimento este que deve ser experimentado por todos desde sua mais tenra idade. É assim que nasce o desejo de “quero mais”.

    Com mediação apropriada levaremos as crianças a perceberem que podem ir muito mais longe do que acreditam. Por isso é importante selecionarmos com muito critério a atividade. Nem muito demais e nem muito de menos. Nossa sensibilidade precisa estar apurada para olhar/escutar a criança e adequar a atividade para ela. 

    Segundo Antunes (1998, p. 16): 

    “Toda criança é semelhante a inúmeras outras em alguns aspectos e singularíssima em outros.”

    Então, mãos à obra! 

    Tem arquivo PDF com as cartas para esta atividade na nossa loja.  Para adquirir clique no link disponível no final deste post. 

    Como utilizo (façam as adaptações necessárias):

    Apresento as cartas com os desafios para a criança escolher uma delas. Explico que é preciso uma pré-leitura. Isso é importante porque após preencher os campos é necessário ler novamente para ter certeza que foi tudo preenchido corretamente.

    Obs. Plastifico minhas cartas e as crianças podem escrever com canetinha sobre elas. Se vocês aplicarem papel Contact ou fita adesiva o efeito será o mesmo. Após o uso é só apagar com uma flanela e as cartas poderão ser utilizadas com outras crianças. 

    Despeço-me pedindo que vocês contem pra mim se este post foi útil. É com a ajuda de vocês que este espaço existe. Um forte abraço 🤗

    Bju

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estipulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 12 cartas;
    • Instruções de uso.

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  • Rapa tudo

    Rapa tudo

    Oieee!!!

    Gente, antes de falar sobre o jogo de hoje preciso avisar que vocês vão continuar vendo minhas publicações  nas redes sociais, mas este é o último post deste ano aqui no site. Retorno com novidades em 2019, ok?!

    E, para deixá-los(as) com um sorrisão de orelha a orelha, tem na nossa loja o arquivo PDF GRÁTIS com o jogo! Vai, me digam se eu não fui incrivelmente querida este ano?! Nem posso me despedir dizendo: Desculpa pelas brincadeiras!… haha!

    Por falar em brincadeiras, eu sei e vocês também já sabem, que precisamos aprender a aproveitá-las porque promovem momentos de aprendizagem riquíssimos. Porém, existe algo que não costumamos falar que é a necessidade de aprendermos a lidar com os momentos de desânimo e tristeza. Porque eles fazem parte do caminho da maioria dos profissionais que se dedicam à área da educação e saúde. Seria hipocrisia de minha parte dizer o contrário. Especialmente quando trabalhamos com crianças com dificuldade de aprendizagem.

    Nossa, em minha trajetória, quantas lágrimas derramadas e quantas vezes me senti sozinha e em silêncio pensei… Puxa vida, por que esta criança não está aprendendo? Por que não consigo entender como ela aprende? Devo ser péssima profissional, mesmo! É, sinto que, algumas vezes, fui cruel comigo. Menosprezei o meu esforço, a minha dedicação e, acima de tudo, criei expectativas altas demais para um curto prazo de tempo.

    Isso já aconteceu com vocês? Se já passaram, estão sabendo que é um sentimento horroroso!

    Rapa tudo

    O jeito que encontrei para superar esses momentos é traçando objetivos claros para curto, médio e longo prazo. Na minha avaliação, por exemplo, procuro investigar o maior número possível de coisas que a criança tem interesse, tem conhecimento e o que precisa aprender. Além disso, o que considero mais importante: que há um tipo de felicidade diferente e ela mora nas pequenas conquistas. 🙂 Essas medidas fazem o meu caminho mais suave.

    Falem pra mim como vocês lidam com esses momentos!

    Agora vamos ao jogo que eu trouxe como sugestão hoje porque precisamos urgentemente fazer com que o lúdico faça parte do dia a dia. Afinal, como já foi dito, ele sim(!) tem forte impacto na aprendizagem.

    Segundo Kammi e Declark, (1997, p. 16):

    “O uso de jogos para ensinar aritmética não é uma prática nova. Muitos professores já os utilizam há longo tempo. No entanto, eles têm sido usados apenas como complemento, para reforço de aprendizagem, […]. Jogos também são usados como prêmios em atividades extras para as crianças que já acabaram o trabalho. Aqui o que proponho é trazer os jogos de um plano secundário para um plano principal na aprendizagem da aritmética.”

    Acredito que no nosso site há muitas ideias para contribuir.

    Sugestão de uso:

    Coloque o tabuleiro sobre uma mesa ou no chão e distribua sobre ele todas as fichas. Ao invés das fichas você pode utilizar botões.

    Cada criança, na sua vez, joga os dois dados. O número e letra que cair será correspondente à coluna e linha do tabuleiro que deve ser resgatada uma ficha. Se, no transcorrer do jogo, cair em uma coluna/linha que não tenha ficha, passa a vez para outra criança. O jogo continua até não ter mais fichas sobre o tabuleiro ou uma das crianças resgatar 20 fichas.

    É isso, um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

    Clique abaixo no botão escrito GRÁTIS para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 36 fichas;
    • 02 dados;
    • Instruções de uso.

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  • Trilha da leitura

    Trilha da leitura

    Oie!

    Queridos, todo post que escrevo tenho a expectativa, mais que isso, o desejo e a esperança de levar propostas lúdicas que contribuam no processo de aprendizagem. Isso porque sei, por experiência prática, que muitas vezes esse é o caminho necessário para resgatar o prazer daqueles que por algum motivo o tenham perdido e, assim, substituir o medo de aprender pelo interesse.

    Quando temos como objetivo estimular a aprendizagem da leitura e escrita uma boa estratégia é trabalharmos a consciência fonológica de maneira lúdica e eu já publiquei várias ideias aqui no site tratando deste tema. Agora, é também muito pertinente utilizarmos parlendas, histórias e músicas porque isso nos aproxima do mundo da criança e favorece, além da alfabetização, o letramento.

    O jogo de hoje propicia o desenvolvimento da consciência de palavras. Essa competência é muito importante estimular para que as crianças, quando forem escrever, coloquem os espaços entre as palavras.

    Segundo Soares, (2016, p. 172-173):

    […] muitos são os que consideram que o conceito convencional de palavra, abrangendo palavras de conteúdo e palavras funcionais, só se forma realmente quando tem início a alfabetização, porque a escrita, individualizando as palavras pela separação delas por espaços em branco, faz com que a criança passe a identificá-las na fala tomando como referência a representação gráfica, ou seja: a criança passa a reconhecer na cadeia sonora da fala unidades de língua não percebidas fonologicamente como unidades independentes, mas claramente definidas como tal pela escrita, por meio de limites marcados por espaços em branco: reconhecendo palavras visualmente, a criança passa a também conhecê-las no fluxo sonoro da fala.

    O arquivo PDF com o jogo está disponível na nossa loja. Para adquirir clique no link no final deste post.

    Trilha da leitura

    Sugestão de uso:

    A música que utilizei para escrever na trilha do jogo foi: “O sapo não lava o pé.” Fiz dois tabuleiros. Em um deles escrevi as palavras da música na sequência correta e no outro tabuleiro as palavras estão fora de ordem. Observe as duas imagens deste post.

    Então, o primeiro passo é escolher o tabuleiro mais adequado para as crianças que utilizarão o jogo.

    Após, a criança joga o dado e o número que cair será correspondente à quantidade de casas que ela deverá ler e pular. Ganha o jogo a criança que chegar ao final da trilha primeiro.

    É isso! Espero que o jogo promova aprendizagem e muitos sorrisos. =)

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro com as palavras da música na sequência correta;
    • 01 tabuleiro com as palavras da música fora de sequência;
    • 01 dado;
    • 02 marcadores;
    • Instruções de uso.

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  • Risca Sílabas

    Risca Sílabas

    Oie!!! 😄

    É com muita alegria que compartilho o jogo de hoje — especialmente porque ele está disponível gratuitamente em PDF na nossa loja! Simmm, podem rufar os tambores, comemorar, chamar as amigas, os amigos… 🎼🎤🕺🏽 porque vai rolar a festa, vai rolar… haha! #migasualouca

    Esse jogo é um ótimo aliado para crianças em processo de alfabetização. Trabalha leitura, atenção, concentração, perseverança e ainda pode ser usado como um recurso de avaliação diagnóstica. Isso mesmo! À medida que a criança interage com o jogo, conseguimos observar quais sílabas ela já domina e quais ainda precisa aprender.

    No nosso dia a dia com as crianças, precisamos estar por perto, observando, escutando e intervindo com sensibilidade. Toda intervenção pode servir como uma forma de avaliação. E toda avaliação, quando bem conduzida, pode ser uma excelente intervenção. Por isso, a nossa mediação é o ponto-chave. E os jogos, quando bem escolhidos, podem tornar esse processo mais leve, potente e envolvente.

    📚 Leiam o que Macedo (2007, p. 25) nos diz:

    “Para crianças com algum tipo de dificuldade (mau aproveitamento escolar, notas baixas, desorganização, etc.), a proposta é identificar, também no contexto dos jogos, onde estão localizadas as principais defasagens para viabilizar a realização de tarefas e a compreensão dos conteúdos até então não dominados.“

    Talvez isso que eu escrevo não seja nenhuma grande novidade, mas vale sempre lembrar: quando for aplicar um jogo, é importante saber por que está fazendo isso e quais objetivos deseja alcançar. Ter esse preparo — inclusive com respaldo teórico — é o que nos sustenta até na hora de responder àquela famosa frase:

    “Nossa… mas você só joga com as crianças?” 😅
    (Risos nervosos… quem nunca, né?)

    Então, simbora! ✨
    Tem arquivo PDF com tabuleiro e dado prontinho para impressão. Para baixar, é só clicar no botão “Grátis” no final deste post. 

    Sugestão de uso:

    1. Entregue um tabuleiro e uma canetinha para cada criança, dupla ou grupo.

    2. Em sua vez, cada criança joga o dado. O número que cair indica quantas sílabas ela deverá ler e riscar no tabuleiro.

    3. Vence quem conseguir ler e riscar todas as sílabas do tabuleiro primeiro.

    Variações:

    • Se o nível de esforço estiver muito alto para a criança, combine que o vencedor será quem completar uma linha inteira primeiro.

    • Ao final do jogo, as crianças podem formar palavras com as sílabas do tabuleiro. Ganha quem conseguir montar o maior número de palavras. Um superdesafio!

    📌 Dica: plastifique os tabuleiros ou use papel contact. Assim você poderá reutilizar várias vezes — basta apagar com uma flanela!

    É isso! Espero que o jogo contribua por aí. Se puderem deixar um comentário contando como foi a experiência, vou amar ler! E ainda pode inspirar outras pessoas também.

    Referência Bibliográfica:
    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sícoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

    Clique no link abaixo em “GRÁTIS” para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

     

  • Lince do Alfabeto

    Lince do Alfabeto

    Oieeee!!!

    Eu já falei que um pedido de vocês é uma ordem? Não??? Bom, estou falando agora, mas não abusem! Tudo é na medida do possível…rs

    Tenho recebido vários pedidos para desenvolver um jogo para estimular a aprendizagem do alfabeto e a relação fonema-grafema. E, aqui entre nós, quando muitas pessoas fazem o mesmo pedido é porque, realmente, será útil. Então, está aí! Prontinho! Torço do fundo do coração que contribua. Sei que muitas crianças por este mundão afora estão precisando de um olhar com compaixão, aquele abraço confiante e, especialmente, brincar, brincar e brincar!!!

    Lapierre (2010, p. 33), no livro Da psicomotricidade relacional à análise corporal da relação, nos diz:

    Ao invés de reprimir as tentativas lúdicas das crianças, vamos aceitá-las e até encorajá-las.

    Então, 3,2,1, … Vamos?!

    Tem arquivo PDF com as cartas e o tabuleiro para este jogo no nosso site. Para adquirir clique no link no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Coloque as cartas com letras em uma sacola e o tabuleiro sobre uma mesa. Distribua para as crianças canetinhas de cores diferentes.

    Uma criança retira uma das cartas da sacola. Fala o nome da letra e seu som.

    Marque um minuto em um cronômetro ou coloque uma ampulheta. Em seguida, todos devem procurar e circular no tabuleiro o maior número possível de letras iguais a da carta sorteada.

    Anotem a pontuação que cada criança fez e o jogo continua. Ganha quem fizer 10 pontos primeiro.

    Observação: Se você aplicar papel Contact ou plastificar o tabuleiro, após o uso, é só apagar as marcações com uma flanela.

    É isso, gostou do jogo? Pensou em uma maneira diferente de utilizá-lo? Vou amar saber e poderá ser bem útil sua participação.

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    • 26 cartas;
    • 01 tabuleiro;
    • Instruções de uso.

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  • Anagrama

    Anagrama

    Oieee!

    Gente, vocês já fizeram anagrama, aqueles jogos com palavras? Para quem não conhece, no anagrama utilizamos as mesmas letras de uma palavra para transformar em outra apenas rearranjando suas posições. Não repetimos letras e também não podemos tirar ou acrescentar outras. Um exemplo bem conhecido: ROMA anagrama de AMOR.

    Utilizar o anagrama na alfabetização é muito bom porque é uma atividade instigante. Há um motivo para se escrever, no caso, descobrir um enigma. Está bem longe de ser uma atividade repetitiva e sem propósito. Isso é letramento. 🙂

    Aliás, por falar em letramento,  estava pesquisando sobre o tema quando peguei em minhas mãos o livro Letramento: um tema em três gêneros, de Magda Soares e, aleatoriamente, abri na página 42. Nesta página há um poema muito lindo escrito por Kate M. Chong, uma estudante norte-americana de origem asiática -. As seguintes estrofes chamaram a minha atenção:

    ” O que é letramento?

    […]

    É um atlas do mundo,

    sinais de trânsito, caças ao tesouro, manuais, instruções, guias, e orientações em bulas de remédios,

    para que você não fique perdido.

    Letramento é, sobretudo,

    um mapa do coração do homem, 

    um mapa de quem você é,

    e de tudo que você pode ser.” 

    Para que eu, você e nossas crianças sejamos o que queremos ser precisamos do sentimento da confiança.

    Em suma – porque hoje estou bem tagarela neste texto… haha -,  a criança quando consegue resolver um enigma tem sua auto-estima elevada e se sente capaz para enfrentar outros desafios. Cabe a nós sabermos a dose certa da mediação, ou seja, nem demais e nem de menos.

    Tem arquivo PDF com as fichas para esta atividade no nosso site. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma ficha e lê a palavra que os gatos estão formando. Utiliza as mesmas letras da palavra que ela leu para formar outra. Não poderá acrescentar e nem tirar nenhuma letra, ou seja, apenas reorganiza as posições. Caso ela não descubra, ofereça uma pista.

    Após, a criança pode produzir um texto com as palavras descobertas.

    Espero que este post tenha contribuindo. Um beijão!

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 14 fichas;
    • 01 cartela com pistas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Bingo de Aliteração

    Bingo de Aliteração

    Oieee!!!

    Estou eu aqui mais uma vez com uma sugestão para trabalhar consciência fonológica. Lógico que há um motivo muito importante para eu retornar a este tema frequentemente. Entendo que quem já trabalha com alfabetização sabe sua importância, agora, se você que está lendo este post está iniciando como professor alfabetizador, terapeuta, psicopedagogo, … talvez seja estranho. Mas, para você ter uma ideia do quanto o trabalho com consciência fonológica é importante para facilitar o processo de alfabetização, Capovilla e Capovilla (2007, p. xvi ), no livro Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica, dizem que:

    A consciência fonológica e o conhecimento das correspondências entre grafemas e fonemas estão para a alfabetização assim como as vitaminas e sais minerais estão para saúde.”

    Há diversos níveis para serem trabalhados dentro da consciência fonológica; a aliteração, tema deste post, é um deles. Conforme Soares (2016, p. 180), no livro Alfabetização: a questão dos métodos, afirma que:

    “ […] aliteração é usado para designar a semelhança entre sons iniciais de palavras: sílabas, particularmente sílabas CV, como em balaio – bacia, girafa – gigante, e também em fonemas, como em faca – foca, rato – roda.”

    Diante do exposto, hoje eu trouxe uma ideia bem bacana para trabalhar aliteração. Tem arquivo PDF com as cartelas para o jogo na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Comece dizendo para as crianças que no jogo vamos brincar com palavras que começam com o mesmo som.

    Coloque as fichas com palavras em uma sacola.

    Entregue uma cartela para cada criança (ou dupla) e massinha de modelar.

    Tire uma das fichas da sacola e leia a palavra (num primeiro momento não mostre a palavra para as crianças). A criança que tiver uma figura cujo nome inicia com o mesmo som (sílaba) da palavra que você leu, deverá fazer uma bolinha com a massinha de modelar e colocar sobre a figura. Depois que elas marcarem mostre a ficha com a palavra para conferência.

    Ganha o jogo a criança que marcar primeiro três figuras na horizontal ou vertical. Talvez tenha mais de um ganhador. 🙂

    Observação: Faça as adaptações necessárias para as crianças que você estiver utilizando o jogo.

    Por hoje foi isso,

    bjão e tchau

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 16 cartelas;
    • 16 fichas com palavras;
    • Instruções de uso.

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  • Batalha CH X/G J

    Batalha CH X/G J

    Oie!!!

    Já compartilhei aqui com vocês o jogo Batalha T/D e Batalha C/G. Atendendo a pedidos estou disponibilizando o jogo Batalha CH X/G J. O objetivo é intervir de maneira lúdica as trocas na escrita de palavras que tenham essas letras.

    Fiquem atentos ao fato de que todo jogo apresentado a uma criança deve ser possível de ser realizado por ela, mas, também,  tem que ser desafiador.

    Antunes (2003, p. 40), no livro Jogos para estimulação das múltiplas inteligências, nos diz:

    “O jogo somente tem validade se usado na hora certa e essa hora é determinada pelo seu caráter desafiador, pelo interesse do aluno e pelo objetivo proposto. Jamais deve ser introduzido antes que o aluno revele maturidade para superar seu desafio e nunca quando o aluno revelar cansaço pela atividade ou tédio pelos seus resultados.”

    Ou seja, nossa mediação adequada é imprescindível! 🙂

    Sugestão de uso:

    Dê um tempo para as crianças manusearem e observarem as figuras das cartas. Verifique se elas sabem os nomes de todas as figuras.

    Uma criança deverá ficar com o tabuleiro do “X-CH” e outra com o tabuleiro do “G-J”.

    Coloque as cartas com figuras dentro de uma sacola.

    Cada criança, na sua vez, retira uma carta da sacola. Se o nome da figura começar com as letras “CH” ou “X” a carta deverá ser colocada no tabuleiro “CH-X”. Se começar com as letras “G ou J” deverá ser colocada no tabuleiro “G-J”.

    Ganha o jogo quem preencher o tabuleiro primeiro.

    Após o jogo faça um ditado utilizando as cartas, ou seja, retire uma carta da sacola e as crianças escrevem o nome da figura. Escrever com tinta guache em uma folha de papel pardo fará com que a atividade seja mais prazerosa e isso ajudará a reforçar o aprendizado.

    Lembrando que, se a troca for na oralidade, é imprescindível uma avaliação fonoaudiológica.

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    • 02 tabuleiros;
    • 16 cartas;
    • Instruções de uso.

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  • Preste atenção

    Preste atenção

    Oieee!!!

    Queridos(as), vamos falar um pouco a respeito da atenção?

    Sabemos que, em alguns casos, delegar uma atividade para uma criança dizendo: preste atenção(!), e esperar que ela consiga atender a nossa solicitação e realizar com autonomia e eficiência, pode ser frustrante. Agora, é complicado afirmar que a criança não prestou atenção, afinal, se pararmos para refletir, a criança sempre está prestando atenção em algo, só, não necessariamente, sua atenção está voltada para o que é preciso e desejado por nós.

    De acordo com o que Cypel (2007, p. 376) cita no livro Transtorno da Aprendizagem:

    A função atencional tem um papel fundamental no desempenho das funções executivas e deve ser considerada como parte integrante desse sistema funcional. Recebe influências multifatoriais e sua participação é condição básica para realização dos objetivos determinados, intervindo em todas as etapas. A atenção inclui-se no processo com os seus subtipos: estado de alerta, atenção sustentada, seletiva, serial, de deslocamento, compartilhada, e os chamados mecanismos inibitórios que favorecem a exclusão dos estímulos, que não interessam ao objetivo atual.

    Um outro detalhe que também pode interferir no transcorrer de uma atividade é que a criança talvez atenda a nossa solicitação e consiga prestar atenção, mas se não possuir estratégias organizativas o trabalho poderá sair prejudicado.

    Na atividade de hoje vamos fazer um passo a passo. Isso ajudará a criança a compreender o processo para se organizar, planejar, perceber, e, por fim, conseguir chegar ao objetivo: organizar figuras levando em consideração sequência e direção. De maneira lúdica, vamos deixar a criança consciente da necessidade de criar estratégias para executar com eficiência uma determinada tarefa solicitada.

    Tem arquivo PDF com as cartelas para esta atividade na nossa loja. É enviado por e-mail. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    1. Mostre uma cartela e deixe a criança observar todas as figuras. Após, retire, apresente as cinco figuras e pergunte: “Qual destas figuras não estava na cartela?”.
    2. Mostre a mesma cartela e deixe a criança observar a sequência das figuras. Após, retire a cartela e diga: “Organize as figuras na mesma sequência”.
    3. Mostre novamente a mesma cartela e deixe a criança observar a direção das figuras. Após, retire a cartela e diga: “Organize as figuras na mesma direção”. Instigue a criança a dizer as direções (para direita, para esquerda, para cima, para baixo).

    Achei que um vídeo poderia ser mais explicativo, então preparei este abaixo. Espero que contribua. 🙂

    https://www.youtube.com/watch?v=8Ig4hyZBZz8

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 20 cartelas;
    • Instruções de uso.

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