Categoria: Jogos

  • Texto Fatiado

    Texto Fatiado

    O-lá!

    A criança, quando chega a uma escola, sempre traz consigo alguma bagagem em relação à escrita. Sendo assim, são completamente equivocadas as falas do tipo: “chegou sem saber nada!”. Talvez chegou sem os conhecimentos que o(a) professor(a) gostaria, mas “nada”, é muito forte. A questão é que é preciso avaliar para sondar o que a criança sabe.

    Segundo Vygotsky(1989) apud Weiss (p. 27, 2007):

    “Toda aprendizagem da criança na escola tem uma pré-história.”

    Vejo este momento da chegada de uma criança à escola semelhante a alguém que está vindo nos visitar e, no meio do caminho, liga dizendo estar perdido. A primeira pergunta que precisamos fazer é: onde você está? A partir do que ela nos disser, podemos orientar melhor o caminho até ela conseguir chegar a nossa casa. Em alguns casos, inclusive, precisamos ir ao local onde ela diz estar para buscá-la. Assim é no processo de alfabetização. Sempre precisamos entender em que ponto de conhecimento a criança está em relação à escrita para então sabermos o melhor caminho a seguir com ela.

    O recurso que eu trouxe hoje é mais indicado para uma criança que já lê, mas ainda não é conveniente apresentar a ela textos muito longos. O objetivo é estimular a compreensão e organização de textos, além de aguçar o pensamento lógico 😉

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe ou sorteia uma carta com imagem.

    Em seguida, pega todas as fichas com textos que tenham o mesmo número da carta escolhida/sorteda.

    Após, tenta organizar as fichas de maneira a formar um texto coerente.

    Encerro este texto na expectativa de que tenha contribuído!

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

     WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 12. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

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    • 15 cartas com figuras;
    • 60 fichas com frases (para organizar 15 textos);
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    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

     

  • Lambisco

    Lambisco

    O-lá!

    Se você trabalha com alfabetização, sabe que, para conseguir oferecer uma boa intervenção, é necessário fazer uma avaliação prévia dos conhecimentos que as crianças já possuem sobre leitura e escrita, não é mesmo? Então, é comum fazermos uma sondagem para identificar hipótese de escrita e também verificar os conhecimentos que o aprendiz possui sobre leitura. Pergunta: você faz também uma avaliação para verificar o nível de consciência fonológica do aprendiz? Se sua resposta foi positiva, está de parabéns, pois, realmente, é um excelente começo .

    As avaliações do nível de consciência fonológica de crianças em idade pré-escolar predizem em muito seu futuro sucesso na aprendizagem da leitura. […] (ADAMS, et al., 2006, p. 20)   

    Se sua resposta à pergunta anterior foi negativa, saiba que você não é o(a) único(a)a. O motivo, possivelmente, é porque você não teve esta formação. O importante é, a partir de agora, você se informar mais sobre o assunto. O livro que está na referência bibliográfica deste post traz sugestões de avaliação e também de intervenção.

    O jogo “Lambisco”, que eu trouxe hoje como sugestão, foi idealizado para contribuir no desenvolvimento da consciência de sílabas, importantíssimo para crianças que estejam em processo de alfabetização. Como sabemos que muitos educadores vão gostar de partir para a escrita, no jogo há também fichas com sílabas para a escrita dos nomes das figuras. Porém, se você quiser trabalhar somente consciência fonológica, tire as fichas com sílabas do campo de visão das crianças, ok?

    Sugestão de uso:

    Coloque a imagem do “Lambisco” em uma lata, pote ou caixa que não irá mais usar.

    As crianças, cada uma na sua vez, escolhem quatro fichas de chocolate.  As fichas que sobrarem deixe de lado para uma eventual compra.

    Coloque dentro de um saco as fichas com figuras.

    Cada criança, na sua vez, tira uma ficha do saco e verifica quantas sílabas/pedaços tem o nome da figura. Em seguida, procura entre suas figuras de chocolate uma que contenha a quantidade de quadradinhos correspondente, para colocar na boca do Lambisco.

    Se a criança não tiver uma figura com a mesma quantidade, pode comprar uma ficha.

    Se não houver figuras disponíveis para comprar, passa a vez.  

    Ganha o jogo quem ficar sem nenhuma figura de chocolate primeiro.

    Depois do jogo, se você quiser partir para a escrita, poderá utilizar as fichas com sílabas para escrever os nomes das figuras.

    Ahhh, não ficou o máximo este jogo?! Conta pra mim! 

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ADAMS, Marilyn Jager; et al. Consciência fonológica em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

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    • 24 cartas com imagens;
    • 24 cartas com sílabas;
    • 24 fichas de chocolate;
    • 02 embalagens;
    • 01 arte personagem Lambisco;
    • Instruções de uso.

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  • Rumo às Estrelas

    Rumo às Estrelas

    O-lá! 

    Hoje tem jogo grátiiis!!! Já comecei bem o post, não é mesmo?

    E é o seguinte: o objetivo do jogo é estimular atenção, percepção, coordenação motora fina, pensamento lógico, orientação espacial que, inclusive, são importantes para o desenvolvimento da alfabetização. Talvez você esteja se perguntando: “como assim, o que tem a ver um jogo que não tem letras com a alfabetização?” Pois bem, alguns conceitos são importantes para o desenvolvimento da leitura e escrita. Exemplo: noção de em cima, embaixo, direita, esquerda. Isso porque algumas letras, tais como, “b”, “d”, “p”, ”q”, se diferenciam, visualmente falando, por uma questão de orientação espacial. Para o observar estes detalhes será muito útil se a criança estiver com sua atenção, percepção e orientação espacial bem desenvolvidas.

    Como sempre venho falando, o lúdico, é o melhor caminho para conseguirmos que a criança desenvolva habilidades que são importantes para o seu desempenho cognitivo, físico e emocional. Por que não dizer também para que os jovens, adultos, se desenvolvam? Afinal, enquanto houver um sopro de vida, ainda há a possibilidade de aprendizagem. E com diversão, quem não quer? É uma questão apenas de sabermos escolher de acordo com as necessidades e interesses do público com quem pretendemos trabalhar. O jogo “Rumo às estrelas” é mais adequado para o público infantil. Se você utilizar com outro perfil, conte para mim sua experiência. Vou amar saber 😉

    […] Cada jogo pode desenvolver ou reforçar muitas habilidades, tanto cognitivas como sociais […]. (BATLLORI, 2009, p. 19).

    Sugestão de uso:

    Entregue para cada jogador um tabuleiro e 16 fichas.

    Explique aos jogadores que a linha verde, no “dado foguete”, determina a margem inferior.

    Cada um, na sua vez, joga os dois dados.

    O “dado cor” determina a cor do foguete que deve ser colocado no tabuleiro.

    O “dado foguete” determina a direção (para direita, para esquerda, para cima, para baixo).

    Sendo assim, após lançar os dados, o jogador deve colocar o foguete na cor e posição correta sobre o tabuleiro.

    Ganha o jogo quem primeiro completar uma linha na horizontal ou vertical.

    É isso! Gostou do jogo? Veja mais detalhes de como jogar no vídeo abaixo.

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

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    • 16 fichas de foguetes;
    • 01 dado cor;
    • 01 dado direção;
    • 01 embalagem;
    • 01 tabuleiro;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

  • Descomplique

    Descomplique

    O-lá!

    Você acha que o método de alfabetização interfere no processo de construção de escrita das crianças? Eu não saberei qual a sua resposta, a menos que você deixe nos comentários. No entanto, posso dizer o que entendo a esse respeito a partir da minha prática e dos meus estudos. Sim, interfere! E mais, não existe uma abordagem tão eficiente que seja capaz de alfabetizar todas as crianças.

    Ou seja, para alfabetizar é preciso muito estudo! Conhecer as abordagens, saber os seus vieses! Agora, é fundamental desenvolver uma sensibilidade para identificar de qual forma a criança que você tem a sua frente aprende, pois como diz Magda Soares (2016, p. 52):

    […] quem alfabetiza não são os métodos, mas o alfabetizador(a) […].

    E o processo de alfabetização não termina quando a criança já escreve alfabeticamente. É preciso mais! 

    O recurso que eu trouxe como sugestão hoje é adequado para crianças que já estão lendo, mas precisam melhorar a compreensão e interpretação de texto.  Para uma ludicidade, as palavras estão ao contrário. As crianças gostam de desafios assim.

    Veja a explicação do jogo:

    Peça que a criança escolha uma carta e, nesta carta, tente descobrir as palavras que estão ao contrário. A criança deve escrever uma a uma em uma folha.

    Após, precisa organizar as palavras e colocar pontuação de maneira a formar um texto coerente e coeso.

    Para finalizar, ela pega a carta-gabarito (que tem o mesmo número) para conferir.

    Observação: não deixe de validar o texto da criança se, por acaso, ela organizar as palavras de uma maneira diferente do gabarito, mas que faça sentido.

    É isso! Espero que este conteúdo tenha contribuído.

    Um forte abraço e até o próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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    • 15 cartelas com textos e imagens;
    • 15 cartas-gabarito;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar 🙂

     

  • Bom Apetite

    Bom Apetite

    O-lá!

    Hoje quero começar dizendo que nosso trabalho, como educadores, pode não ser muito valorizado por quem nunca esteve em um chão de sala de aula para saber o que se passa (sem falar na parte financeira!). Porém, jamais devemos acreditar nos olhares tortos e em palavras rudes que só revelam a falta de conhecimento.

    O trabalho desenvolvido, especialmente na área da alfabetização, pode mudar a história de vida de muitas crianças. Sabemos que muitas dessas mudanças ocorrem ali, sob o olhar atento da professora, que fará com que a criança receba os estímulos e o afeto de que tanto precisa para se desenvolver.

    Um ambiente afetuoso e uma educação rica em estímulos ajudam a atenuar os efeitos de consequências emocionais. (ANTUNES, 2003, p. 16)

    Dentre os estímulos que contribuem para o desenvolvimento de qualquer criança, o lúdico, é o mais recomendável e indispensável! Através dele a criança desenvolve habilidades emocionais, cognitivas e físicas.

    O jogo que eu trouxe hoje tem como objetivo contribuir no processo de alfabetização, estimular a construção do número e o desenvolvimento da coordenação motora fina, mas, de maneira sutil, podemos abordar o tema alimentação saudável.  Atenção (!), nada de julgamento. Deixe a criança falar o que sente.

    Sugestão de Uso:

    Coloque as cartas com palavras dentro de um saco e entregue para cada criança um prato.

    Apresente para as crianças as cartas com figuras de alimentos e aproveite este momento para perguntar quais alimentos elas conhecem. Se há algum que elas nunca comeram e gostariam de experimentar ou tem receio de experimentar…

    Depois, as crianças escolhem 4 cartas com figuras de alimentos e colocam em seus pratos.

    Após, cada uma na sua vez, retira uma carta do saco. Quem tiver em seu prato um alimento correspondente à palavra sorteada, deve colocar a carta na boca do “monstro”.

    Ganha o jogo quem primeiro ficar sem nenhuma carta com alimento no prato.

    Ahhh, vejo crianças se divertindo e aprendendo muito com este jogo!

    Um abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003 .

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    • 24 cartas com imagens de alimentos;
    • 24 cartas com nomes de alimentos;
    • 01 arte personagem “monstro”;
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  • Segura Esta

    Segura Esta

    O-lá!

    Pensa em um jogo maravilhoso! Pensou? Agora imagina recebê-lo gratuitamente! Uhuuu! Isso mesmo: o jogo “Segura Esta” é gratuito. Maravilha, não é mesmo?

    Pela imagem acima você já deve ter percebido que o objetivo dele é estimular a alfabetização. É isso mesmo! Porém, na sugestão de uso você vai ver que ele foi idealizado de uma maneira a proporcionar também escuta de som, ritmo e movimento; é super divertido. Daquele jeito que a gente gosta. E as crianças, então? Nem se fala… Rsrs  

    Sendo assim, leia com atenção para que o jogo seja levado a sério em seu sentido lúdico e evitar que ele, que foi pensando com tanto cuidado, seja utilizado apenas como mais uma atividade a ser realizada. Queremos proporcionar alegria para o processo de alfabetização.

    […] não esqueçamos de que o mais importante é que o aluno se divirta e, ao mesmo tempo, adquira novas capacidades ou desenvolva as que possui […]. (BATLLORI, 2009, p. 20)

    Sugestão de uso:

    Organize as crianças sentadas em círculo.

    Cada criança deve receber uma carta, uma folha de papel, lápis e borracha.

    Ative a câmera do seu celular e aponte para o QR Code (disponível no arquivo com as instruções de uso deste jogo). Irá tocar uma música.

    As crianças devem, no ritmo da música, passar a carta que recebeu para o/a colega a sua direita. Depois de alguns segundos, você bate uma palma. Neste momento, elas devem começar a passar a carta para o colega a sua esquerda. Após alguns segundos, você para a música. As crianças devem anotar as sílabas que constam na carta.

    O jogo segue até que cada criança tenha anotado as sílabas de três cartas. Então será o momento de elas tentarem descobrir palavras com as sílabas anotadas. Você pode dizer, como pista, que as sílabas formam o nome de um alimento.

    As crianças podem pedir ajuda uma para a outra ou compartilhar com os colegas suas descobertas!

    E que tal finalizar com uma frase ou texto utilizando os nomes dos alimentos que ela descobriu?  

    Depois de utilizar com as crianças, conta pra mim como foi! Pode ser?

    Veja o vídeo abaixo para mais detalhes de como utilizar este jogo.

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. São Paulo:  Madras, 2009.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital GRÁTIS em formato PDF contendo:

    • 24 cartas com sílabas;
    • 01 carta QR code com sugestão de música;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Dê a Volta

    Dê a Volta

    O-lá!

    É bem popular o jogo de Bingo, não é mesmo? Pois bem, o jogo que eu estou compartilhando hoje lembra o bingo, mas com uma pitada a mais de desafio.

    O objetivo do jogo é, claro(!), estimular a alfabetização, mas também a atenção, a orientação espacial, o pensamento lógico.

    No dia a dia é importante estimularmos o nosso cérebro e o da criançada com novos desafios. Pensar de forma diferente do convencional, seguir novas rotas. Sair dos modelos já pré-estabelecidos. Isso faz com que ampliemos nossa capacidade de lidar com situações novas e estimula, inclusive, a criatividade.

    […] aceitar as mudanças que se apresentam e estar aberto a aprender coisas novas nos ajudam a ampliar nosso leque de experiências, proporcionando, assim, estimulação ao cérebro e reduzindo o nível de dificuldade e perda cognitiva. (AMARAL; NASCIMENTO, 2020, p. 14)

    Você verá na explicação do jogo “Dê a Volta”, que ele traz um desafio além de ler uma palavra e procurar uma figura correspondente. Com níveis diferentes de dificuldade (há palavras com quatro, cinco, seis, sete letras), ele desafia a criança a pensar sobre qual letra deve seguir. A criança terá como pista o começo, mas e depois? É justamente este detalhe que fará mais desafiador este jogo. Vamos à explicação?  

    Sugestão de Uso:

    Entregue para cada jogador ou dupla uma cartela e marcadores (miçangas, bolinhas de papel).

    Coloque as fichas com letras dentro de uma sacola.

    Cada jogador, na sua vez, retira uma ficha da sacola. Juntos tentam identificar o nome de um dos objetos disponíveis nas cartelas, que é possível formar com as letras desta ficha. Atenção: a letra em destaque é o início da palavra. Depois, é preciso dar a volta (seguindo a sequência das letras) para descobrir o nome do objeto. Nas palavras com mais de quatro letras pode ser que seja necessário seguir para cima e depois para a direita, ou então, para baixo e depois para a esquerda… Os jogadores precisarão descobrir. 

    O jogador que tiver em sua cartela a imagem do objeto correspondente à palavra sorteada deve marcar.

    Ganha o jogo quem completar toda a sua cartela primeiro.

    Obs.: Se você for utilizar o jogo com poucas crianças, pode distribuir mais de uma cartela para cada uma delas.

    Gostou do desafio proposto neste jogo? No vídeo a seguir está uma explicação mais detalhada de como utilizá-lo.

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    AMARAL, Anderson; NASCIMENTO, Adriana Limeira do. Jogos de estimulação cognitiva e motora. Rio de Janeiro: Wak, 2020.

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    • 24 fichas com palavras;
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  • Cabo de Guerra (de dedo)

    Cabo de Guerra (de dedo)

    Olá!

    Em que consiste pensar logicamente? É integrar novas ideias, informações e fazer associações com algum conhecimento prévio que já dispomos com o objetivo de solucionar um determinado problema, desafio. E tudo isso só é possível a partir de um processo de pensamento. Ou seja, para pensar logicamente é preciso ter repertório, conhecimento prévio. E como uma pessoa adquire esta “bagagem”? Através de experiências, e, principalmente, nos primeiros anos de vida, através do concreto, do lúdico.

    A única forma que a criança tem de pensar sobre as coisas que a rodeiam, é a partir de suas próprias experiências, daquilo que ela descobriu. (SIMONS, 2003, p. 29)

     O jogo que eu trouxe hoje como sugestão vai além do objetivo de proporcionar o ensino dos nomes das formas geométricas. A ideia é instigar as crianças a compararem as formas, fazer associações. Estas ações são importantes para seu desenvolvimento cognitivo, ou seja, para o pensamento lógico.

    Vamos à explicação:

    Para este jogo é necessária uma superfície plana e lisa, exemplo: mesa, carteira.

    Coloque as fichas com imagens de formas geométricas viradas para baixo.

    Os jogadores pegam uma cartela, escolhem quem ficará com cada lado e verbalizam: nome da forma geométrica, tamanho, cor.

    Em seguida, cada um, na sua vez, vira uma ficha.

    Os jogadores comparam a figura da ficha com as que cada um tem em seu lado (tamanho, cor e forma).

    Se a figura tiver algo em comum com uma das duas figuras, este jogador fica com a cartela.

    Porém, se os jogadores chegarem à conclusão de que a figura da ficha tem algo em comum com as duas figuras da cartela, eles deverão disputá-la no “Cabo de guerra de dedo”.

    Funciona assim: os jogadores colocam o dedo indicador na ponta do seu lado da cartela. E ao sinal de 1,2,3 … Deslizam a cartela para o seu lado. Quem ganhar a disputa, fica com a cartela.

    Obs.: Não vale “puxar” a ponta da cartela com os dedos. A ideia é fazê-la “deslizar” sobre a mesa.

    Então, gostaram deste jogo? Bem diferente, não é mesmo? Logo abaixo tem um vídeo que pode contribuir para entender melhor como o jogo funciona.

    Vou amar saber como foi a utilização dele com as crianças. Então me contem depois 😉

    Um forte abraço

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SIMONS, Ursula Marianne. Blocos lógicos. Curitiba: Hubertus, 2003.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital formato PDF contendo:

    • 18 cartelas com formas geométricas;
    • 24 fichas com formas geométricas;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

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  • Domissilexa

    Domissilexa

    O-lá!

    Lembra que há algumas semanas eu compartilhei aqui no site o jogo Domissílabas, um jogo de dominó com sílabas simples? Pois bem, atendendo a pedidos, desenvolvi o Domissílexa que tem, além de sílabas simples, sílabas complexas.

    Os dois jogos, com níveis diferentes, podem servir tanto para promover o aprendizado quanto para avaliar os conhecimentos já adquiridos pelas crianças. Sim, avaliar, porque você sabe que, durante um jogo, geralmente, as crianças estão mais soltas, justamente por se sentirem mais livres do “olhar avaliativo”. Então, por exemplo, é possível utilizar o Domissílabas (sílabas simples) e ver o desempenho das crianças. Se o nível de conhecimento destas sílabas estiver dominado, então é melhor apresentar o Domissílexa (sílabas complexas).

    Agora, o registro após uma brincadeira é sempre importante para consolidar a aprendizagem. Querem uma sugestão?

    Após algumas rodadas do jogo, é possível ampliar e fazer uma brincadeira. Por exemplo, colocar as peças do dominó em um saco. Você retira uma peça e, sem revelar a figura, fala uma sílaba. As crianças tentam lembrar qual figura estava no dominó, com aquela mesma sílaba, e escrevem o nome. 

    Viu que desta forma também estimulamos e avaliamos como está a memória das crianças?! Ou seja, algumas vezes buscamos um instrumento avaliativo e o jogo pode ser nosso melhor aliado.

    […] Para a realização de uma avaliação significativa, o profissional deve deter-se no planejamento e na escolha do instrumento […]. (VALIATI, 2017, p. 51)

    Agora vamos à explicação mais detalhada deste jogo que, apesar de se basear no jogo de dominó tradicional, possui algumas peculiaridades.

    Sugestão de uso:

    Distribua as peças igualmente entre as crianças. Se sobrar, reserve para uma eventual “compra”.

    Sorteiem quem colocará a primeira peça no centro da mesa.

    O jogador seguinte deve colocar uma peça que forme o nome da figura. Uma pista é que as sílabas que formam a palavra têm as mesmas cores. Porém, isto não quer dizer que qualquer sílaba que tenha a mesma cor formará o nome da figura! É preciso ficar atento a isso. 

    Gente, espero que as informações aqui compartilhadas tenham sido úteis.

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    VALIATI, Marcia Regina Machado Santos. Promoção e proteção ao desenvolvimento infantil. In: ANTONIUK, Sergio Antonio; et all. Praticas em neurodesenvolvimento infantil: fundamentos e evidências científicas. Curitiba: Íthala, 2017.

    Veja o vídeo com a explicação do jogo 😉

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  • Parte em Comum

    Parte em Comum

    O-lá, gente estimada do meu coração!

    O jogo que eu trouxe hoje como sugestão, além de estimular a consciência fonológica, também contribui para o conhecimento de sílabas. Porém, apesar de conter sílabas simples, a parte do estímulo da consciência fonológica é um pouco mais avançada. Digo isso porque o jogo instiga a percepção de sons iguais, mas que podem estar no começo, meio ou final das palavras. Identificar sons iniciais iguais é mais simples.

    Gosto sempre de frisar que jogos envolvendo estímulo da consciência fonológica devem estar presentes em um ambiente alfabetizador porque eles podem, inclusive, evitar fracassos e sofrimentos para muitas crianças.

    As pesquisas revelam que uma consciência fonológica mal desenvolvida é a principal dificuldade para um grande número de crianças que apresentam problemas para aprender a ler. (ADAMS; et al., 2012, p. 23)

    Sendo assim, precisamos nos informar cada vez mais sobre este tema. Quanto mais conhecimento, mais nossas crianças serão privilegiadas com nossa mediação. Agora vamos a explicação do jogo de hoje. Uhuuu!

    Sugestão de Uso:

    Coloque as fichas com sílabas em um saco.

    As crianças pegam uma cartela e devem descobrir quais partes dos nomes das duas figuras são iguais entre si  (começo, meio ou final)

    Exemplos:

    [BOLA] e [BOTA]

    /BO/ /LA/  

    /BO/ /TA/

    O “BO” está  no começo das duas palavras.

    Já em [NAVIO]  e [AVIÃO]

    /NA/ /VI/ /O/

    /A/ VI/ /ÃO/

    O “VI” está no meio das duas palavras.

    Após as crianças fazerem a descoberta, cada uma, na sua vez, retira uma ficha com sílaba do saco. Se pegar a sílaba correspondente, fica com a ficha.

    Ganha o jogo quem conquistar três fichas primeiro.

    É isso! Espero que as informações deixadas aqui tenham contribuído.

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ADAMS, Marilyn Jager; et al. Consciência fonológica: em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Veja a explicação do jogo no vídeo abaixo 😉

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    • 20 cartelas com imagens;
    • 20 fichas com sílabas;
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