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  • Dominó da Copa

    Dominó da Copa

    O-lá!

    Digo agora ou no final deste post que o arquivo PDF com o jogo que eu trouxe hoje como sugestão está gratuito? Ah, já falei… Hehe!

    A Copa 2022 está chegando e é claro que nós vamos torcer para o Brasil, não é mesmo? Porém, como trabalhamos na Educação, já sabemos que podemos aproveitar o interesse que as crianças estão manifestando pela Copa para promover aprendizagem.

    Há muito a ser explorado, desde localização geográfica, cultura, língua, e, evidentemente, as bandeiras de cada país. Não é só uma questão de reconhecer as bandeiras, mas observar as diferenças e semelhanças. Há algumas bandeiras, por exemplo, as de Gana, Camarões e Senegal, que são muuuito parecidas. Isso é excelente para estimular a atenção e a percepção das crianças. Você sabia disso?

    Ou seja, o jogo Dominó da Copa, além de estimular a alfabetização, o pensamento lógico e outras habilidades, também pode contribuir para o desenvolvimento da atenção e da percepção. Não é o máximo isso? Aquela criança que não presta atenção em detalhes e acaba cometendo muitos erros… Pensou nela?

    “Para uma atenção bem focada é preciso empregar todas as suas faculdades de percepção”. (ATENÇÃO, 2006, p. 38).

    Sendo assim, vamos nessa?

    Sugestão de uso:

    Distribua as peças igualmente entre os jogadores.

    Se sobrar, reserve para uma eventual “compra”.

    Sorteiem quem colocará a primeira peça no centro da mesa.

    O jogador seguinte deve colocar uma peça que seja o complemento de um dos dois lados do dominó. Ou seja, bandeira ou nome do país. 

    Ganha o jogo quem ficar sem nenhuma peça primeiro. 

    Ah! Em caso de dúvida, tem gabarito para conferência 😉

    Agora é só baixar o seu jogo! Gostou? Conta pra mim!

    Boa diversão!!!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ATENÇÃO. In: 101 maneiras de melhorar sua memória. Rio de Janeiro: Reader’s Digest, 2006.

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    • 32 peças;
    • 01 gabarito;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

  • Mudando de Palavra

    Mudando de Palavra

    O-lá!

    Eu não sei você, mas eu amo jogos em que as crianças precisam resolver enigmas. O jogo que eu trouxe hoje como sugestão traz um desafio bem significativo para crianças em processo de alfabetização.
    Nós, pessoas alfabetizadas, já sabemos que acrescentar ou tirar uma sílaba de uma palavra poderá fazer com que ela se transforme em outra completa diferente, mas as crianças que então sendo alfabetizadas já sabem disso?

    Se ainda não sabem, o jogo Mudando de Palavra, irá contribuir para fazer elas perceberem isso. Além da alfabetização este jogo tem como objetivo estimular a atenção e o pensamento lógico.

    Os jogos, de uma maneira geral, quando bem escolhidos e com objetivos claros preestabelecidos, são nossos aliados para motivar e promover aprendizagem. Ou seja, só precisamos saber o que exatamente pretendemos quando buscamos por um jogo, porque a motivação das crianças com eles é inquestionável, faz parte da própria natureza da evolução.

    […] A criança não é atraída por algum jogo por forças externas inerentes ao jogo e sim por uma força interna, pela chama acesa de sua evolução. […] (ANTUNES, p. 37)

    Sugestão de Uso:

    Espalhe as cartas com imagens viradas para cima sobre uma superfície plana e coloque as fichas com enigmas dentro de um saco.

    Entregue para cada jogador uma pá (pode ser aquelas do tipo mata-moscas).

    Você tira uma ficha da sacola e lê em voz alta para todos tentarem descobrir a resposta. Exemplo: “A palavra /FLORESTA/ menos /TA/ fica…”

    Em seguida, todos ao mesmo tempo procuram por uma carta que tenha “FLORES” e batem com sua pá.

    Quem acertar, fica com a ficha.

    Se houver empate, fica com a carta quem estiver com a pá por baixo, porque este foi quem bateu primeiro 😉

    No vídeo abaixo você poderá ver mais detalhes do jogo.

    É isso! Espero que as informações compartilhadas aqui tenham sido úteis.

    Um abraço!

    REFRÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003

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    • 24 cartas com imagens;
    • 24 cartas com enigmas;
    • 01 embalagem;
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  • Oficina de Palavras

    Oficina de Palavras

    O-lá!

    Estamos nos aproximando do final do ano e, certamente, muitos brasileirinhos estão, neste momento, sabendo ler porque um exército de profissionais entrou em ação e dedicou todo o seu conhecimento para motivá-los a conhecer o mundo das letras. Isso para quem trabalha com alfabetização é extremamente gratificante.

    Porém, sabemos que há ainda muitas crianças pelo Brasil afora precisando de apoio. O jogo de hoje pode contribuir, especialmente, se a criança estiver precisando de um trabalho com sílabas simples. Com ele é possível formar mais de 100 palavras de maneira lúdica, do jeito que a gente gosta 😉

    Afinal, já sabemos que lembramos melhor das informações que foram acessadas através de uma emoção. Seja ela boa ou ruim!

    […] Lembramo-nos melhor das informações que foram ligadas a uma emoção, agradável ou desagradável. (LAPIERRE, 2010, p. 221).

    Obviamente, queremos que as crianças construam memórias afetivas do momento que aprenderam a ler e a escrever, não é mesmo? Então, o lúdico é o melhor caminho.

    Além da alfabetização, o jogo Oficina de Palavras tem também como objetivo estimular o desenvolvimento da orientação espacial. Vamos ver como utilizar?

    Sugestão de Uso:

    Coloque o tabuleiro em uma superfície plana e as fichas que determinam linha, coluna e direção viradas para baixo.

    A criança começa sorteando uma ficha que corresponde à linha e uma ficha que corresponde à coluna. Procura no tabuleiro a sílaba que corresponde ao número da linha e coluna sorteada.

    Em seguida, sorteia uma ficha que corresponde à direção que ela deve seguir para verificar se forma uma palavra. Dependendo da ficha sorteada, terá que ir para cima, para baixo, direita ou esquerda.

    Se formar uma palavra ela recebe uma ficha “Palavra Pronta”.

    Ganha o jogo quem primeiro acumular 3 fichas.

    Veja o vídeo que está logo abaixo para compreender melhor como utilizar o jogo 😉

    Um forte abraço e até o próximo post!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    LAPIERRE, Andre. Da psicomotricidade relacional à análise corporal da relação. Curitiba: UFPR, 2010.

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    • 16 cartas com números;
    • 12 cartas Direção;
    • 12 cartas “Palavras Prontas”;
    • 01 tabuleiro;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso. 

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  • Palavras Gêmeas

    Palavras Gêmeas

    O-lá!

    Alfabetizar letrando são palavras que circulam com muita frequência nos livros e formações cujo tema envolva o processo de construção da escrita, não é mesmo? E é importante que seja assim, afinal, já sabemos a “duras penas” que se nos preocuparmos somente em letrar e deixar de lado a alfabetização, certamente não teremos bons leitores e, se pensarmos o contrário, também podemos dizer o mesmo.

    Rego (1995b:59) apud Soares (2016, p.147) nos diz:

    […] pedagogicamente deve-se buscar um equilíbrio entre atividades que estimulem diretamente a decodificação e aquelas voltadas para a análise do texto e sua compreensão”.

    Eu estou sempre compartilhando jogos com diversos propósitos justamente porque tenho esta preocupação. Se você é assinante do Clube Psicosol, possivelmente já percebeu isso 😉

    O recurso que eu trouxe hoje tem como objetivo instigar a compreensão leitora e também ampliar o vocabulário das crianças. Vamos ver?

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma cartela e faz a leitura. Observa a palavra que está em verde no texto.

    Em seguida, pega uma carta que tenha o mesmo número. Ela deve colocar um marcador na palavra que seja sinônimo da palavra destacada no texto.

    Para concluir, vale uma pesquisa em um dicionário para verificar se a criança acertou o palpite. 

    Agora me diz: o que você achou deste jogo? Que tal contar pra mim nos comentários?

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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    • 15 cartelas com textos e imagens;
    • 15 cartas com palavras;
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  • Dominó de Frases

    Dominó de Frases

    O-lá!

    Você tem boas lembranças da época em que aprendeu a ler e a escrever? Eu tenho muitas recordações boas e, outras, nem tanto.

    Os jogos que desenvolvo, em sua maioria, são voltados para estimular a alfabetização. Junto com eles vai o meu desejo de contribuir para que as crianças levem para suas vidas recordações de afeto da época que aprenderam  a ler e a escrever.

    Já sabemos que os jogos podem servir de “chave” para abrir as portas para a aprendizagem. Sim, porque as crianças podem não entender o real motivo de precisar aprender a ler e a escrever. Falar para elas que é para ter um futuro melhor é muito distante e pode ser até desmotivador. Agora, jogar, elas gostam. Então, os jogos são excelentes ferramentas para despertar interesse e motivação. Porém, tome cuidado com a escolha do jogo. Ele não pode ser muito fácil e nem tampouco trazer desafios além do que a criança tenha condições de compreender.

    […] do ponto de vista do sujeito, ele não pode aprender algo que esteja acima do seu nível de competência cognitiva […] (WEISS, 2007, p. 105).

    O jogo que eu trouxe hoje é mais indicado para crianças que já leem, mas precisam de textos curtos. Isso significa que não pode ser utilizado por uma criança que ainda não lê “convencionalmente”?  De forma alguma, porém, você precisará fazer adaptações. Por exemplo, você lê e a criança observa nos desenhos qual combina com o texto que você leu.

    Sugestão de uso:

    Distribua as peças igualmente entre as crianças. Se sobrar, reserve para uma eventual “compra”.

    Sorteiem quem colocará a primeira peça no centro da mesa.

    O jogador seguinte deve colocar uma peça que seja o complemento da frase de um dos dois lados do dominó. Ou seja, unindo os dois lados, desenho e texto, deve ser formada uma frase coerente.

    Ganha o jogo quem ficar sem nenhuma peça primeiro. 

     É isso! Que contribua muitoooo!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 12. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

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    • 24 peças;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar 🙂

  • Figura Faltante

    Figura Faltante

    O-lá!

    Que tal um jogo para estimular a alfabetização e, de quebra, exercitar a memória?! Eu acho maravilhoso, e você? Conte pra mim nos comentários 😉

    Já que eu comecei o post de hoje falando sobre memória, você sabia que houve um tempo em que se acreditou que ela estava localizada em uma única parte do nosso cérebro? Hoje sabemos que, na verdade, ela funciona por meio de uma rede de neurônios que processam e preservam diferentes tipos de informações distribuídas em diversas áreas de nosso cérebro. Ou seja, assim que uma informação chega, diversas conexões são ativadas simultaneamente e uma parte extensa do cérebro é envolvida no processamento das lembranças.

    Agora, o primeiro passo para uma pessoa acessar uma informação e depois tê-la registrada em suas lembranças, é o interesse. Do contrário, é como se o cérebro estivesse desligado.  

    O jogo que eu trouxe hoje tem como pano de fundo o objetivo de estimular a alfabetização, porém, a criança é envolvida em uma brincadeira de tentar descobrir uma figura faltante. Isso é super bacana para “ligar” o sistema de interesse/motivação da criança. E uma criança engajada, motivada, com certeza aprende mais fácil 😉

    […] Não tendo motivação, não tem atenção, não tem boa aquisição de novas informações, não tem formação de memórias, e pode não ter um bom aprendizado. (RIESGO, 2007, p.270)

    Sendo assim, “bora ligar” o sistema de interesse/motivação da criançada?

    Sugestão de Uso:

    Comece mostrando para a criança uma cartela que tem duas imagens. Dê um tempinho para ela observar e, depois, tire a cartela do campo de visão dela. Entregue para a criança outra cartela que contenha somente uma das figuras que ela viu na cartela anterior.

    Ela deve escrever o nome da imagem que está faltando.

    Por fim, você revela a primeira cartela para ela conferir.

    Para ampliar o desafio, aumente o número de cartelas. Ou seja, apresente duas, três, quatro cartelas para a crianças observar e depois descobrir as imagens que estão faltando.

    É isso! De maneira divertida você promoverá aprendizagem!

    Um abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtorno da memória. In ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2007.

    REFERÊNCIA

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital formato PDF contendo:

    • 18 fichas com duas figuras;
    • 18 fichas faltando uma figura;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.

     

  • Pegando Carona

    Pegando Carona

     O-lá!

    Este jogo ficou demais de “bão”… Hehe! Aprender com um jogo assim é muito mais divertido! E, por falar em diversão, não sei se você que está lendo este texto já acompanha o nosso trabalho há muito tempo ou se é a primeira vez que está passando por aqui, mas, de qualquer forma, saiba que levamos bem a sério a questão do lúdico na aprendizagem!

    O jogo “Pegando Carona” é mais um dos muitos jogos que temos disponíveis aqui no site com este intuito: promover aprendizagem com diversão. Nele, a criança é instigada a fazer análise das palavras para perceber seus sons e, ao mesmo tempo, as sílabas que representam esses sons são apresentadas a ela. É importante sabermos que nem todas as crianças vão entender de imediato o jogo e que isso faz parte do processo de cada aprendiz. Ou seja, é preciso persistir e mediar até que nossa presença não seja mais necessária.

    […] a expectativa não deve ser de que todas as crianças tenham sucesso imediato em cada atividade. Se fosse assim, não haveria razão para o ensino. (ADAMS, et al., p. 32, 2006)

    Vamos então à explicação do jogo?

    Sugestão de Uso:

    Coloque em um saco todas as cartas que tem os nomes das imagens.

    Organize uma pilha com as demais cartas (embaralhadas e com as imagens viradas para baixo).

    Um jogador pega uma carta do saco e observa nos círculos que estão abaixo do nome da figura para verificar qual deles está preenchido. Ele indica qual parte do nome da figura o jogador deve encontrar igual em outra carta (começo, meio ou final).

    Então, cada jogador, na sua vez, vira uma carta da pilha. Como nestas cartas não estão escritos os nomes das figuras, o jogador poderá utilizar os círculos como pista. Porém, isso não quer dizer que qualquer figura que tenha o mesmo círculo preenchido será o correto. O jogador precisará segmentar o nome da figura em pedaços/sílabas e prestar atenção ao som para verificar se nele a sílaba/som se repete no mesmo lugar (começo, meio ou final) da outra carta.

    O jogador que encontrar, fica com a carta que tem o nome da figura. As demais devem ser devolvidas à pilha.

    Se um jogador virar uma carta que tiver a figura de um carro, pega para si todas as cartas acumuladas pelo outro jogador.

    Vence o jogo quem acumular primeiro três cartas.

    Encerro este post deixando um forte abraço e desejando que você possa aproveitar muito com as crianças o jogo “Pegando Carona”!

    No vídeo que tem logo abaixo você poderá ver o jogo com mais detalhes 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ADAMS, Marilyn Jager; et al. Consciência fonológica em crianças pequenas. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 18 cartas com imagens e palavras;
    • 18 cartas com imagens;
    • 04 cartas com figura de um carro;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Para você imprimir, montar e jogar.

  • Minha Loja

    Minha Loja

    O-lá!

    Este jogo é completamente diferente de tudo que já compartilhei com vocês. Além de estimular a construção do número, do pensamento lógico, da autonomia, há também um olhar para o empreendedorismo.

    O jogo “Minha Loja” traz alguns conceitos que quem é dono do próprio negócio conhece muito bem: cumprir metas, investir, ter estoque, saber escolher a mercadoria que trará mais retorno, lidar com a frustração de não vender, tomar decisões de acordo com o que pensa e lidar com o resultado de suas escolhas. Ou seja, é deixar que a criança tenha iniciativa, que aja com autonomia. Isso é fundamental para o seu desenvolvimento.

    Quando o professor não perde de vista a autonomia como fim maior da educação, ele sempre incentiva a própria iniciativa da criança. (KAMII, DECLARK, 1997, p. 223).

    Se um dos motivos da escola existir é o intuito de preparar as pessoas para que elas entendam e lidem melhor com o mundo que as cerca, o conhecimento sobre empreendedorismo é também algo relevante. Vai além de saber que 2 + 2 é igual a 4, entende?   

    Vamos a explicação do jogo!

    Sugestão de uso:

    Cada jogador deve receber um tabuleiro “Minha Loja” e três moedas.

    Eles discutem entre si se querem como meta para o final da partida chegar a 10 ou 20 moedas.

    Para colocar produtos na loja, eles devem usar suas moedas para adquirir urso de pelúcia ou trenzinho nas lojas de Atacadão. Por motivo de espaço, só podem colocar três mercadorias de cada vez em suas lojas.

    Cada um dos brinquedos custa uma moeda de ouro. Quando o jogador revender um trenzinho, ganha duas moedas de ouro. Já quando revende o urso de pelúcia, ganha três moedas de ouro. Porém, o trenzinho tem mais possibilidades de venda por aparecer mais vezes no dado.

    Então cada empreendedor(a) deve começar decidindo o que vai comprar no Atacadão para revender em sua loja.

    Em seguida, é hora de abrir a loja. Ou seja, cada jogador, em sua vez, joga o dado. Se for sorteado um trenzinho e ele o tiver em sua loja para vender, recebe dos clientes duas moedas. Se for o urso de pelúcia, recebe três moedas. Se for sorteado um brinquedo que ele não tem, passa a vez. Se for sorteado o “emoji triste”, significa que o cliente entrou na loja, mas não comprou.

    Ganha o jogo quem conseguir atingir a meta primeiro!

    Obs.: Ao longo do jogo, os empreendedores podem adquirir novas mercadorias nos Atacadões para repor em suas lojas, mas só podem fazer isso antes da sua vez de jogar os dados e na quantidade que não ultrapasse a capacidade de espaço. No caso, três. 

    É isso! Acredito que seja fundamental vocês assistirem ao vídeo com a explicação do jogo, pois nele há mais detalhes.

    Então, gostaram do  jogo? Contem pra mim nos comentários. Ah, eu gostaria muito que vocês experimentassem deixar as crianças participarem do recorte e montagem do jogo 😉

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

     KAMII, Constance; DECLARK, Georgia. Reinventando a aritmética: implicações da teoria de Piaget. 13. ed. Campinas: Papirus, 1997.

     

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 20 fichas “urso de pelúcia”;
    • 20 fichas “trenzinho”;
    • 35 fichas “moeda”;
    • 01 tabuleiro “Minha Loja”;
    • 01 dado;
    • 02 artes “Atacadão”;
    • 01 arte “Clientes”;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail. Para você imprimir, montar e jogar. Experimente deixar a criança ajudar no recorte e montagem do jogo 😉

  • Abra o Cadeado

    Abra o Cadeado

    O-lá!

    Aqui no site e nas redes sociais falo tanto sobre a importância dos jogos para o desenvolvimento geral das crianças, não é mesmo? Porém, existe algo que é fundamental na aplicação dos jogos: a presença do(a) professor(a)!

    Sem sua presença, claro, acontecem aprendizagens, porque uma criança aprende com a outra, mas o(a) professor(a),  por conta de seu conhecimento, sensibilidade,  escuta  e olhar apurado, faz uma diferença enorme. Quando ele/a está atento(a) ao que está acontecendo durante o jogo, mediando as argumentações, encaminhando as discussões,  faz com que as inteligências aflorem.

    Elemento indispensável e imprescindível na aplicação dos jogos é o professor. Um profissional que assume sua crença no poder de transformação das inteligências, […] (ANTUNES, 1998, p. 12).

    Sendo assim, não basta disponibilizar um jogo; é preciso participar! 

    Sei que é praticamente impossível estar próximo de todos ao mesmo tempo, mas pode ficar um pouco em um grupo, um pouco em outro. Ou mesmo fazer circuito, combinando com as crianças quanto tempo ficará em uma mesa e quando irá sair. As crianças gostam destes combinados e se sentem prestigiadas sabendo que, em algum momento, você estará próximo(a) de cada uma delas.   

    O jogo que eu trouxe como sugestão hoje é adequado para estimular o pensamento lógico e a alfabetização. Para crianças que estejam apresentando hipótese de escrita pré-silábica e silábica é interessante deixar o gabarito com as respostas. Para as crianças que estejam apresentando escrita alfabética, é melhor tirar de perto e só entregar no final do jogo para conferência. Porém, isso é só uma sugestão; você, que está próximo da criança, deve fazer a adaptação do jogo de forma que promova desafios, mas que seja possível de ser realizado. 

    Sugestão de Uso:

    Entregue para cada jogador um tabuleiro e 9 fichas (três de cada cor).

    Organize três pilhas de cartas separando por cor.

    Cada jogador, na sua vez, lança o dado.

    Em seguida, pega uma carta que tenha letras com a mesma cor sorteda e tenta descobrir uma palavra.

    Como pista, as letras das cartas com cor laranja formam nomes de meios de transporte, as de cor verde formam nomes de instrumentos musicais e as de cor vermelha formam nomes de  materiais escolares.

    Após descobrir a palavra, pode colocar uma chave que tenha a mesma cor no tabuleiro.

    Se não conseguir descobrir a palavra, deve colocar a carta por último de volta na pilha.

    Ganha o jogo quem primeiro conseguir “abrir três cadeados” na horizontal ou vertical.

    Obs.: Se for sorteado o lado do dado que contém as três cores, o jogador pode escolher uma carta de qualquer uma das pilhas.

    Ah, também podem conferir no gabarito se acertaram as palavras.

    É isso, espero que você tenha gostado do jogo! Abaixo, um vídeo com uma explicação mais detalhada do jogo.

    Um abraço e até o próximo post 😉

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003 .

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital formato PDF contendo:

    • 27 cartas com letras para formar palavras (nomes de materiais escolares, instrumentos musicais, meios de transporte);
    • 9 fichas com figura de chave (três de cada cor);
    • 01 tabuleiro;
    • 01 dado;
    • 01 embalagem para guardar cartas e fichas;
    • 01 gabarito;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar 🙂

     

  • Texto Fatiado

    Texto Fatiado

    O-lá!

    A criança, quando chega a uma escola, sempre traz consigo alguma bagagem em relação à escrita. Sendo assim, são completamente equivocadas as falas do tipo: “chegou sem saber nada!”. Talvez chegou sem os conhecimentos que o(a) professor(a) gostaria, mas “nada”, é muito forte. A questão é que é preciso avaliar para sondar o que a criança sabe.

    Segundo Vygotsky(1989) apud Weiss (p. 27, 2007):

    “Toda aprendizagem da criança na escola tem uma pré-história.”

    Vejo este momento da chegada de uma criança à escola semelhante a alguém que está vindo nos visitar e, no meio do caminho, liga dizendo estar perdido. A primeira pergunta que precisamos fazer é: onde você está? A partir do que ela nos disser, podemos orientar melhor o caminho até ela conseguir chegar a nossa casa. Em alguns casos, inclusive, precisamos ir ao local onde ela diz estar para buscá-la. Assim é no processo de alfabetização. Sempre precisamos entender em que ponto de conhecimento a criança está em relação à escrita para então sabermos o melhor caminho a seguir com ela.

    O recurso que eu trouxe hoje é mais indicado para uma criança que já lê, mas ainda não é conveniente apresentar a ela textos muito longos. O objetivo é estimular a compreensão e organização de textos, além de aguçar o pensamento lógico 😉

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe ou sorteia uma carta com imagem.

    Em seguida, pega todas as fichas com textos que tenham o mesmo número da carta escolhida/sorteda.

    Após, tenta organizar as fichas de maneira a formar um texto coerente.

    Encerro este texto na expectativa de que tenha contribuído!

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

     WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 12. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 15 cartas com figuras;
    • 60 fichas com frases (para organizar 15 textos);
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail para você imprimir, montar e jogar.