Tag: alfabetização lúdica

  • Desafio da Memória

    Desafio da Memória

    O-lá!!!

    O jogo que eu trouxe como sugestão hoje poderia ser só mais um jogo da memória, popularmente conhecido. Porém, claro que eu coloquei uma pitada a mais! Ai, ai… Por que eu sou assim? Não sei, só sei que sou … Rsrs!  

    Você verá mais detalhes no vídeo que disponibilizei ou na explicação do jogo, mas, para adiantar… Eu coloquei uma Carta Desafio 😉

    Criar um jogo ou fazer a escolha correta pode contribuir muuuito no desenvolvimento de habilidades e/ou potencializar alguma predisposição que a criança já tenha. Sendo assim, os jogos precisam estar presentes no cotidiano escolar. 

    […] há jogos e atividades lúdicas para alcançar objetivos variadíssimos. Só é necessário escolher os mais adequados e colocá-los ao alcance das crianças. […] (BATLLORI, 2009, p. 17).

    O jogo de hoje tem como objetivo contribuir no reconhecimento e diferenciação entre as letras maiúsculas e minúsculas. Estimula a atenção, a percepção, a noção de localização, e, consequentemente, a memória. Ah, leitura e escrita também, claro! 

    Sugestão de uso:

    Distribua para cada jogador duas Cartas Desafio. 

    Espalhe as demais cartas do jogo sobre uma superfície plana. 

    Deixe os jogadores observarem a localização das cartas.

    Vire as cartas com as figuras para baixo. 

    Em seguida, cada jogador em sua vez vira duas cartas e deixa que todos vejam.

    Caso as duas cartas contenham o nome do mesmo alimento, o jogador fica com as duas cartas.

    Caso sejam diferentes, ele pode, se quiser, utilizar a Carta Desafio, porém, precisa escrever o nome da figura sem olhar na carta. Se conseguir, fica com a carta para si. 

    Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    Observação: No transcorrer do jogo, quem encontrar a carta com o nome da figura que o colega escreveu, tira ela fora. 

    É isso! Gostou da adaptação do jogo da memória que eu fiz? Vou amar saber. Então, deixe nos comentários 😉

    Um forte abraço e até o próximo post <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 

    BATLLORI, Jorge. Jogos para treinar o cérebro. 11. ed. São Paulo: Madras, 2009

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo digital em formato PDF contendo:

    • 36 cartas (imagens e palavras);
    • 12 cartas Desafio;
    • 01 embalagem;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Revele a palavra (som inicial)

    Revele a palavra (som inicial)

    Oie!!!

    Quem acompanha o nosso trabalho há bastante tempo já sabe que estamos sempre batendo na mesma tecla:  a consciência fonológica é uma das habilidades que precisamos estimular nas crianças para facilitar o processo de alfabetização. Há diversos estudos que demonstram isso. Ou seja, é evidência científica! Sendo assim, jogos lúdicos com o objetivo de promover essa habilidade devem estar presentes em ambientes que pretendem estimular a construção da escrita.

    […] procedimentos para desenvolver consciência fonológica que incluam tanto a segmentação quanto a combinação de fonemas podem promover ganhos significativos, facilitando a aquisição da leitura e da escrita alfabética. […] (SHARE, 1995 apud CAPOVILLA e CAPOVILLA, 2007, p. 34-35).

    O jogo que trouxemos hoje como sugestão é excelente para que a criança seja estimulada a prestar atenção aos sons iniciais das palavras e, também, chegar à conclusão que há palavras diferentes que têm estes mesmos sons. Ou seja, excelente para o desenvolvimento da consciência fonológica.

    A seguir deixamos a forma que pensamos para a sua utilização, porém, façam as adaptações necessárias para atender da melhor forma possível os aprendentes que irão utilizá-lo, ok? Contamos com vocês para isso 😉

    Sugestão de Uso:

    Colocar o tabuleiro sobre uma superfície plana e as fichas em uma sacola ou caixa. Verificar se os jogadores sabem os nomes de todas as figuras.

    Cada jogador, na sua vez, retira uma ficha da caixa. Localiza as figuras no tabuleiro que correspondem aos números que estão na ficha. Fala em voz alta os nomes delas e presta atenção aos sons das sílabas inicias. O jogador precisa descobrir qual palavra é possível formar com esses sons.

    Exemplo: 9 + 3 correspondem a MOto + LAta = MOLA

    O jogador fica com a ficha se conseguir revelar a palavra. Se não conseguir, devolve a ficha para a caixa.

    Ganha o jogo quem conseguir mais fichas,

    Para aumentar o desafio vocês podem determinar um tempo para os jogadores revelarem a palavra.

    Atenção! Este é um jogo de consciência fonológica. Portanto, a correspondência é fonológica e não necessariamente gráfica. Sendo assim, desconsiderem, por exemplo, acentuação.

    Variação: Os jogadores podem também ser desafiados a resolver os cálculos das fichas.

    Finalizamos este post com o desejo de termos contribuído.

    Um forte abraço e até o próximo post. <3

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CAPOVILLA, Alessandra Gotuzo Seabra; CAPOVILLA, Fernando César. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. 5. ed. São Paulo: Memnon, 2007

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    • 01 tabuleiro;
    • 20 fichas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Descubra a Ordem das Sílabas

    Descubra a Ordem das Sílabas

    Oie!

    Estamos sempre falando da importância de utilizar jogos lúdicos com nossas crianças. Inclusive, defendemos que eles não devem ser utilizados somente após as crianças concluirem as atividades escolares ou como prêmio. Consideramos pertinente salientar que é preciso, após o término do jogo, um registro no qual as crianças digam o que aprenderam.

    Uma sugestão é que isso seja feito em formato de diário individual ou em grupo onde todos pontuem seus aprendizados. Para crianças menores este registro pode ser feito através de desenhos ou então a professora servir de escriba.

    É maravilhoso quando conseguimos utilizar diversos jogos bem planejados para que possam ser aplicados de maneira progressiva. Os resultados aparecem, especialmente, quando as crianças começam a verbalizar o que aprenderam. Entendam, isso também é um processo de aprendizagem. Algumas crianças podem precisar de um tempo maior para conseguir colocar em palavras o que aprendeu.

    Os exercícios ou ginásticas cerebrais precisam que se tenha tempo para sua aplicação e que, na medida do possível, sejam essas aplicações produtos de um “programa” que envolva jogos diferentes, aplicados de forma progressiva, partindo sempre dos mais fáceis aos mais difíceis. (ANTUNES, 1998, p. 15).

    Sendo assim, aproveitem o jogo que compartilhamos hoje e façam as adaptações necessárias para o seu melhor aproveitamento.

    Sugestão de Uso 1:

    Deixem as fichas espalhadas sobre uma superfície plana. Peçam para as crianças agruparem as fichas que tem a mesma figura e, em seguida, colocar as sílabas na ordem certa.

    Sugestão de Uso 2:

    Coloquem uma ficha no centro da mesa. As outras fichas dentro de uma sacola ou caixa.

    Cada criança, na sua vez, retira uma ficha da caixa.

    Se na ficha tiver a mesma figura daquela que ficou no centro da mesa e a criança conseguir colocar as duas fichas em ordem para formar o nome da figura ela faz ponto.

    Se não for a mesma figura a criança deve deixar a ficha fora da caixa.

    Ganha o jogo quem fizer três pontos primeiro.

    Finalizamos deixando o nosso abraço virtual recheado de afeto. <3

    Até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.

    Clique no link abaixo para adquirir o arquivo PDF (enviado por e-mail) contendo:

    • 24 fichas;
    • Instruções de uso.
  • Quebra-cabeça procure cor, forma e leia

    Quebra-cabeça procure cor, forma e leia

    Oie!!!
    O jogo lúdico que propomos hoje tem o objetivo de estimular várias habilidades. Dentre elas: a leitura, a escrita, o pensamento lógico, o planejamento, a organização, a coordenação motora fina, a atenção, a percepção, a tolerância à frustração, o trabalho em equipe, etc. Sendo assim, é um jogo que contribui no processo de alfabetização, porém, há muitas outras competências estimuladas que, inclusive, interferem consideravelmente no desempenho que os aprendentes apresentam no processo de qualquer aprendizagem.

    […] certas atitudes, como ser atento, organizado e coordenar diferentes pontos de vista são fundamentais para obter um bom desempenho ao jogar e também podem favorecer a aprendizagem na medida em que a criança passa a ser mais participativa, cooperativa e melhor observadora.[…] (COLL, 1987 apud MACEDO; PETTY e PASSOS, 2000, p. 14).

    Deixamos o arquivo PDF com este jogo disponível na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Os jogadores começam o jogo separando as peças do quebra-cabeça por cor.
    Após, cada um, na sua vez, joga os dois dados: Cor e Forma. Em seguida, procura uma peça com as características que foram sorteadas com os dados.
    Exemplo: Supondo que no “dado cor” seja sorteada a cor “laranja” e, no “dado forma”, um “quadrado”. O jogador deverá procurar uma peça do quebra-cabeça que seja laranja e que tenha o formato quadrado. Se encontrar deve ler a sílaba que consta na peça e procurar nas “fichas de palavras” uma palavra que tenha esta mesma sílaba.
    Se não constar mais fichas na cor e forma sorteada, passa a vez para o outro jogador.
    Quando não tiver mais fichas para serem conquistadas é o momento de conferir a pontuação que cada jogador fez.

    Pontuação:

    Laranja, azul escuro e verde escuro: 2 pontos (cada).

    Amarelo, azul claro e verde claro: 1 ponto (cada).

    Para concluir, todos trabalham juntos para montar o quebra cabeça!!! Uhuuu!!!

    Este material ainda pode ser utilizado para:

    • Organizar em ordem alfabética as palavras das fichas;
    • Falar ou escrever frases e textos com as palavras das fichas.

    Pensaram em outras maneiras de explorar este material? Vamos amar saber!!!

    Ficamos por aqui! Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF (enviado por e-mail) contendo:

    • 01 quebra-cabeça sílabas simples;
    • 06 fichas de palavras com sílabas simples;
    • 01 quebra-cabeça sílabas complexas;
    • 06 fichas de palavras com sílabas complexas;
    • Gabaritos;
    • 01 dado Cor;
    • 01 dado Forma;
    • Instruções de uso.
  • Qual é a palavra?

    Qual é a palavra?

    Oie!!! Estimados e estimadas, não sabemos se vocês já perceberam que temos muito orgulho do nosso trabalho, agora, o jogo que estamos compartilhando com vocês hoje é simplesmente maravilhosooo!!! (Nem sempre conseguimos segurar nossa modéstia! 🤭 rsrs).

    Este jogo tem o objetivo de estimular a leitura, a escrita, a atenção, a percepção, mas, também, podemos aproveitar a situação lúdica que ele proporciona para saber mais sobre a criança.

    […] o uso de situações lúdicas é mais uma possibilidade de se compreender, basicamente, o funcionamento dos processos cognitivos e afetivo-sociais em suas interferências mútuas, no Modelo de Aprendizagem do paciente. […] (WEISS, 2007, p. 74).


    Quando compreendemos a maneira que a criança aprende facilita muuuito nossa intervenção. Então precisamos estar atentos nos momentos lúdicos porque, nessas situações, a criança mostra muito de si.

    Sendo assim, vamos arregaçar as mangas e ao trabalho! Ops, ao jogo! 😉

    Sugestão de uso:

    Coloquem o tabuleiro sobre uma superfície plana e as fichas com figuras dentro de uma sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma das fichas da sacola e procura no tabuleiro todas as figuras iguais. Anota as sílabas que estão imediatamente abaixo das figuras e tenta formar uma palavra com elas. Se conseguir, fica com a carta. Se não conseguir, devolve a carta para a sacola. Ganha o jogo quem conquistar cinco cartas primeiro.
    Variação: Se vocês quiserem ampliar o desafio podem determinar um tempo para a criança localizar as figuras e formar a palavra.

    Bom, é isso! Ficamos na expectativa que este material seja muito útil para vocês.
    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:
    WEISS, Maria Lúcia L. Psicopedagogia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. 12. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

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    • 01 tabuleiro;
    • 16 fichas;
    • Instruções de uso.

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  • Complete com as vogais

    Complete com as vogais

    Oie!!!
    Sabemos que, como em qualquer aprendizagem, o processo de construção de escrita será facilitado se apresentarmos desafios partindo do simples. Foi pensando nisso que elaboramos este material. Obviamente que, o que irá determinar a complexidade de uma atividade, são os conhecimentos prévios da criança e a nossa intervenção adequada.
    Uma dica importante é levar a criança a compreender que a escrita representa a fala. É o que nos afirmam Nagy e Anderson (1999, p. 155) apud Soares (2016, p. 125):


    “[…] a criança precisa, antes de tudo, perceber que a escrita representa a fala, e em seguida identificar os detalhes de como a escrita representa a fala.”

    Sendo assim, vamos mediar este processo da melhor forma possível?! Segue agora um recurso para intervenção. 

    Sugestão de uso:
    Entreguem as fichas e os prendedores com as vogais para a criança. O desafio dela será identificar as vogais que estão faltando para completar a palavra e colocar o prendedor com a letra correspondente no local correto.Vocês podem contribuir, caso seja necessário, enfatizando o som da vogal para que a criança consiga identificar. Exemplo: /uuuuuursoooooo/. Peçam para a criança repetir os sons da palavra com vocês. 😉
    Após a criança completar a palavra pode ser formulado frases tanto oral quanto por escrito. 😉

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.


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    • 12 fichas com palavras faltando vogais;
    • Fichas com vogais;
    • Instruções de uso.

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  • Circule o nome da figura

    Circule o nome da figura

    Oie!!!
    Genteeee, este é o último post de 2019 aqui no site. No entanto, fiquem atentos as nossas publicações no Instagram, Facebook e WhatsApp porque o nosso trabalho continua e estamos pensando em fazer algumas promoções. Vamos manter vocês informados por lá, ok?! Ah, também avisaremos por e-mail (para quem se inscreveu, claro!) <3

    Agora vamos falar do material que trouxemos como sugestão hoje.

    Além de ser útil para a alfabetização é também uma maneira de estimular a atenção, percepção, memória visual. Apesar de não gostarmos de atividade repetitiva, sabemos que ela é importante para a aprendizagem. Então pensamos em uma maneira lúdica da criança acessar algumas palavras várias vezes, mas de uma maneira que não fosse enfadonha, entediante. A criança precisará selecionar palavras corretas (informação relevante) e descartar as incorretas (informação irrelevante).

    Shimamura (2000) apud Seabra et all (2009, p. 79) esclarece que:

    Para resgatar informações pré-estocadas e, para manter determinada informação ativa durante a realização de uma tarefa, são necessárias as habilidades de acessar informação previamente estocada e de manter informação ativa. […] Trata-se de um mecanismo de filtragem dinâmica de informações, que atenta às informações que são relevantes e ignora as irrelevantes.

    Sugestão de uso:

    Colocar as páginas em uma pasta catálogo (aquelas com plástico).

    A criança deve circular com canetinha (sobre o plástico) todas as palavras da página que correspondam ao nome da figura. Em seguida, você fecha a pasta e pede para ela escrever o nome da figura. Após, ela pode olhar a página para conferir os acertos.

    Observação: Para algumas crianças esta atividade será mais desafiadora se for determinado um tempo para ela executar a tarefa.

    Quando finalizar a atividade basta apagar as anotações com uma flanela.

    É isso! Espero ter contribuído!

    Um forte abraço!

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SEABRA, Alessandra Gotuzo; CAPOVILLA, Fernando César. Teoria e pesquisa em avaliação neuropsicológica. São Paulo: Memnon, 2009.

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    • 16 páginas;
    • Instruções de uso.

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  • Bingo de Rima

    Bingo de Rima

    Oie!!! Há um tempo eu compartilhei aqui com vocês o Bingo de Aliteração que, assim como o jogo que eu trouxe hoje, tem o objetivo de estimular o desenvolvimento da consciência fonológica. Estes recursos são, dentre outros, imprescindíveis em um ambiente que pretende ser alfabetizador para facilitar o processo de construção da escrita. Inclusive, podem também ser uma ferramenta muito útil para minimizar o sofrimento de crianças que apresentam dificuldade na aprendizagem da escrita e leitura.

    Capovilla e Capovilla (2007, p. 33) afirmam que:

    […] Crianças com dificuldade de escrita frequentemente apresentam atrasos em consciência fonológica […]

    Obviamente que sempre precisamos estar atentos ao “para quem” se destina o jogo, ou seja, fazer as adaptações necessárias. Feito isso teremos crianças mais engajadas, motivadas – o que facilita o nosso trabalho -, e, portanto, o aprendizado acontece com alegria e prazer.

    Sugestão de uso:

    Distribuir para cada criança ou dupla uma cartela e marcadores (pedrinhas, bolinhas de papel, etc). Colocar as fichas com perguntas “rima com…” dobradas em um pote. Verificar se as crianças conhecem todas as figuras disponíveis nas cartelas que receberam. É hora de começar o jogo. Retirar uma ficha do pote, abrir, e, sem mostrar a figura para as crianças, dizer, por exemplo: “rima com joelho”. As crianças devem colocar um marcador sobre a figura de um coelho. Após, é preciso mostrar a ficha com a figura para as crianças conferirem se marcaram corretamente. Ganha o jogo quem marcar toda a cartela primeiro.

    Para finalizar, podemos sugerir que cada criança escreva os nomes das figuras das cartelas que receberam.

    Espero que este material seja útil para vocês. Um forte abraço e até o próximo post. 🙂

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    CAPOVILLA, Alessandra G. S.; CAPOVILLA, César Fernando. Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica. São Paulo: Memnon, 2007

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    • 15 cartelas;
    • 24 fichas;
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  • Bingo Fonema x Grafema

    Bingo Fonema x Grafema

    Oie!!!

    Se existe uma ferramenta que precisa estar presente em um ambiente alfabetizador, certamente, é uma que envolva o conhecimento da relação grafema x fonema (letra/som).

    Bus e Van Ijzendoorn apud Soares (2016, p. 217) esclarecem:

    […] a plena compreensão do princípio alfabético se fundamenta na associação entre letras e fonemas. Esses pesquisadores, com base na análise de 71 pesquisas experimentais sobre o desenvolvimento da consciência fonêmica, com ou sem o suporte do conhecimento de letras, concluíram que a aprendizagem da escrita ocorreu de forma mais consistente e efetiva nos programas que desenvolveram simultaneamente fonemas e letras […].

    Para reforçar ainda mais a importância deste conhecimento para a construção da escrita vejam o que Montessori (1965, p. 202), nos diz:

    […] Quando se apresenta à criança uma letra, emitindo seu som, ela fixa a imagem mediante o seu sentido visual e, ao mesmo tempo, com seu sentido tátil-muscular; associa o som aos sinais correspondentes, isto é, toma conhecimento da linguagem gráfica.

    Queridos, eu tomo o cuidado de fundamentar o que trago de sugestão para vocês porque considero importante estarmos bem embasados teoricamente na nossa prática que, jamais(!), pode ser desenvolvida por “achismo”. Além disso, devido a subjetividade de cada criança, é preciso constantemente reavaliar o nosso trabalho para nos certificarmos se estamos proporcionando a intervenção adequada. Tenho esta convicção por compreender que nem sempre uma atividade que foi eficiente no desenvolvimento de uma criança será para outra. Sendo assim, procurar por autores que já desenvolveram pesquisas na área é fundamental.

    Então vamos a ideia de hoje?

    Sugestão de uso:

    Distribuir para cada criança ou dupla uma cartela com letras e marcadores (botões, bolinhas de papel reciclado, …). Colocar as fichas com imagens dentro de uma sacola/caixa.

    Para o jogo começar é preciso retirar uma ficha da sacola, falar o som da primeira letra do nome da figura. Exemplo: /mmmm/ para maçã. As crianças deverão procurar em suas cartelas uma letra que tenha esse som. Quem tiver coloca um marcador sobre a letra e fala o som. Após, é necessário mostrar a carta com a figura, falar novamente o som e mostrar a letra para a criança ter certeza que marcou corretamente (se for necessário, escrevam no quadro). O jogo continua e ganha quem marcar primeiro três letras na horizontal, vertical ou diagonal. Vocês também podem combinar que é necessário completar a cartela toda para vencer o jogo. É preciso avaliar o que é mais adequado.

    Vou encerrar deixando uma dica importante: O conhecimento da relação fonema x grafema (som/letra) deve ser apresentada ao longo do ano juntamente com outras atividades para estimular o desenvolvimento da consciência fonológica. Supondo que a criança não tenha nenhum conhecimento sobre este assunto, sugiro apresentar duas ou três letras/som a cada dia. Sendo que, as letras já aprendidas, devem ser revisadas nos dias seguintes. Ok?!

    Um forte abraço e até o próximo post 😉

    Ah! Fale nos comentários se este texto lhe ajudou, vou amar saber.

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

    MONTESSORI, Maria. Pedagogia científica. São Paulo: Flamboyant, 1965.

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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    • 15 cartelas;
    • 26 fichas;
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  • Pescaria de Aliteração

    Pescaria de Aliteração

    Oieee!!!

    Hoje vou continuar nosso assunto da semana passada sobre consciência fonólogica. Lembram que falei sobre a rima? Naquele post também abordei que um dos itens a ser desenvolvido da consciência fonológica é a aliteração,  que é a habilidade de identificar sons iniciais iguais (sílabas ou fonemas). Antes de tudo é importante estarmos cientes que utilizar a rota fonológica é essencial para o desenvolvimento da leitura e, mesmo nós, leitores fluentes, precisamos recorrer a ela quando estamos diante de uma palavra nova. Estimular a consciência fonológica faz a criança voltar sua atenção para a cadeia sonora das palavras e, se apresentarmos jogos ou brincadeiras que elas possam verificar a representação gráfica fará, consequentemente, que elas encontrem correspondências gráficas.

    Soares (2016, p. 184), afirma: “[…] atividades que levem a criança a confrontar rimas e aliterações com sua representação escrita podem introduzir a compreensão da relação entre os sons e os grafemas que os representam, ou seja, a compressão do princípio alfabético.”

    Agora vamos ao jogo? Deixei o arquivo PDF com este material na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final do post.

    Sugestão de uso:

    Coloquem os peixes em uma bacia com areia e as cartas com figuras em uma sacola. Cada criança, na sua vez, retira uma carta da sacola e tenta pescar um peixe que tenha uma palavra que inicie com o mesmo som (fonema) da figura da carta. Se conseguir, fica com o peixe. Se não conseguir, deverá devolver a carta para a sacola e o peixe para a bacia (no mesmo lugar que estava).

    Se a criança tirar um peixe que estiver escrito “+ 1 CHANCE”, ela poderá pescar mais uma vez, porém, antes precisará cumprir alguma tarefa. Pode ser dizer uma palavra que começa com o mesmo som que precisa encontrar ou outra tarefa que vocês acharem interessante para a brincadeira.

    Ganha o jogo quem conquistar mais peixes.

    Gente, as crianças amam este jogo. Espero que contribua com o trabalho de vocês e que tenhamos mais alegria no processo de construção da escrita e leitura.

    Um forte abraço.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

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    • 14 peixes;
    • 14 cartas;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.