Tag: alfabetização

  • Combine texto com imagem

    Combine texto com imagem

    Oie!!!

    No post da semana passada falei do quão incrível é acompanhar o processo de alfabetização de uma criança. As primeiras palavras que escreve, a expressão de satisfação que acompanha a compreensão do código escrito. No entanto, não falei sobre o quanto pode ser difícil e carregado de sofrimento esse momento para algumas crianças, jovens e suas famílias. Para estes, em especial, mais do que ensinar a ler a escrever precisamos acolher e demonstrar que estamos juntos. Que nos importamos! Empatia é, sem dúvida nenhuma, imprescindível porque talvez tenhamos que lidar com feridas que ainda podem estar sangrando. É isso mesmo! Nem tudo é um mar de rosas(!), mas, com afeto, paciência, persistência, vamos espalhando nossas marcas positivas pelo mundo.  Barnett (2013, p. 173) nos diz:

    “[…] ajudar os outros significa nunca estar sozinho.”

    Na vida sempre precisamos dar as mãos para acolher ou ser acolhido. Alguns podem ter dificuldade em se doar e outros em receber. Que não sejamos nenhum desses. Desejo que saibamos estender a mão para quem precisa e também humilde o suficiente para aceitar ajuda.

    Esse assunto pode ir longe! Deixa eu ir para a atividade de hoje…rs

    Elaborei este material pensando na alfabetização de crianças e adolescentes. Supondo que estejam apresentando leitura silabada, precisaremos em primeiro lugar avaliar o motivo. Mas, como tudo na vida, a melhor maneira de aprender algo é praticando. No caso em questão, é lendo! Uma boa estratégia de intervenção é dispor para essas crianças e adolescentes textos curtos porque do contrário pode exigir um nível de esforço mental tão alto que eles acabam desistindo. E a gente não quer isso, não é mesmo?

    Tem arquivo PDF com as cartas para esta atividade na nossa loja. Para adquirir clique no link no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Coloque três textos e três imagens sobre uma superfície plana. A criança/adolescente deverá descobrir com qual imagem cada texto combina.

    Após, se você verificar que há possibilidade, pode ser escrito uma história utilizando como referência as imagens e textos.

    É isso!

    Um forte abraço e até o próximo post.

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    BARNETT, Kristine. Brilhante: A inspiradora história de uma mãe e seu filho autista. Rio de Janeiro: Zahar, 2013.

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 16 cartas de imagens;
    • 16 cartas com frases para esta atividade;
    • Instruções de uso.

    É enviado por e-mail.

  • Execute o movimento

    Execute o movimento

    Oieee!

    Gente, a alfabetização não espera o período escolar para iniciar. Isso quer dizer que quando a criança inicia o período “formal” de alfabetização ela não é uma inexperiente total nesta área. Pode até não ler e escrever convencionalmente, mas, já formula hipóteses. Agora, além da aprendizagem das letras, seus sons, codificação, decodificação e o letramento, outros conhecimentos são importantes que a criança desenvolva para que a alfabetização ocorra com mais tranquilidade.

    Estou falando de conhecimentos como: esquema corporal, noções embaixo/em cima, frente/atrás, direita/esquerda, entre outros. E por que é preciso aprender esses conceitos? O que tem a ver com a escrita? Seguem alguns exemplos: Escrevemos em uma folha de cima para baixo, da esquerda para a direita; as letras p/q e b/d se diferenciam – visualmente falando -, por um traço e o lado que fica a “bolinha”: direita/esquerda, em cima/embaixo. São poucos exemplos para evitar que este post fique muito extenso. Mas primeiro a criança precisa reconhecer esses conceitos em seu próprio corpo para poder utilizá-lo como referência e ter, inclusive, noções de espaço e delimitações no caderno. É através do corpo que as crianças compreendem o mundo.

    Agora, vale estarmos atentos ao que Rotta, Ohlweiler, Riesgo (2007, p. 78) nos dizem:

    “Aos seis anos a criança reconhece direita e esquerda em si mesma. Aos sete anos consegue mostrar direita e esquerda em si mesma de forma cruzada e é capaz de responder a posição de um objeto em relação a si mesma. Aos oito anos conhece direita e esquerda no examinador […]”.

    Essas informações são importantes para não cobrarmos da criança algo que ela pode não ter possibilidade maturacional para responder. Agora, isso não nos impossibilita de utilizar um jogo ou brincadeira para ajudá-la na construção deste aprendizado.

    Então, vamos ao jogo que eu trouxe como sugestão. Tem arquivo PDF com este jogo disponível na nossa loja. Para adquirir cliquem no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Disponibilizar duas fitas/barbante (60 cm), duas garrafas PET pequenas, uma cor de tinta facial e, para cada criança, um peão/marcador colorido.

    Colocar as cartas dentro de uma caixa ou sacola e o tabuleiro sobre uma superfície plana. Cada criança, na sua vez, retira uma carta da sacola, lê, executa o movimento e anda com seu peão no tabuleiro a quantidade de casas que consta na carta.

    Atenção! Alguns movimentos são acumulativos. Eles estão sinalizados com uma estrela nas cartas. Portanto, se uma carta com estrela estiver escrito: “levante a mão direita”, a criança deve ficar nesta posição até o final da partida. Na próxima rodada se ela tirar outra carta com estrela e que estiver escrito: “Segure uma garrafa PET embaixo do braço esquerdo”, a criança ficará com a mão direita levantada e com a garrafa PET embaixo do braço esquerdo.

    Obs.: Colocamos poucas casas na trilha porque, para algumas crianças, pode ser difícil ficar na mesma posição por muito tempo. Se você perceber que é possível, combine que tem que dar duas voltas na trilha.

    Ainnn, ficou maravilhoso este jogooooo!!! Pelo menos na minha singela opinião. Quero saber o que vocês acharam. Então falem pra mim nos comentários, please! 🥰

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

    ROTTA, Newra Tellechea; OHLWEILER, Lygia; RIESGO, Rudimar dos Santos. Transtornos da aprendizagem: abordagem neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006.

    Clique abaixo para adquirir:

    • 01 tabuleiro;
    • 26 cartas;
    • Instruções de uso.

    São enviados por e-mail dois arquivos: Um para impressão do jogo em folha tamanho A4 e outro para impressão em folha tamanho A3 (tabuleiro está ampliado).

  • Caça sílabas e palavras

    Caça sílabas e palavras

    Oie!!!

    Gente, há muitos métodos de alfabetização e não podemos menosprezar nenhum deles porque cada criança tem seu jeito próprio de aprender. E como vamos saber qual método será o mais eficiente com cada criança? É praticamente impossível determinar sem conhecer pessoalmente cada uma delas. É preciso escutá-las, observar expressões, comportamentos e interesses. É, a nossa responsabilidade é grande diante de uma criança em processo de alfabetização. Sempre devemos nos perguntar: “O que posso fazer de diferente?”.

    Soares, (2016, p.52) nos diz: “[…] quem alfabetiza não são os métodos, mas o(a) alfabetizador(a) […]”

    Um coisa é certa, o lúdico precisa ser presença constante em um ambiente alfabetizador e não somente quando a criança já concluiu uma atividade e/ou como prêmio.

    No post de hoje trago uma ideia de um jogo lúdico no qual as palavras são separadas em sílabas para que as crianças visualizem as partes do todo. Inclusive, haverá algumas repetições para deixar evidente que a mesma sílaba poderá se juntar a outras e formar palavras diferentes.

    Vamos à explicação do jogo? Espero que gostem!!! 🙂

    Tem arquivo PDF com esta atividade no nosso site. Para adquirir cliquem no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Coloquem as fichas em uma sacola e o tabuleiro sobre uma superfície plana.

    Combinem com as crianças um tempo para localizar as sílabas e palavras no tabuleiro. Vocês poderão cronometrar ou colocar uma ampulheta.

    Cada criança, na sua vez, retira uma ficha da sacola. Ela deverá localizar a palavra e as sílabas – que formam a palavra -, no tabuleiro, dentro do tempo estipulado. Se conseguir, fica com a carta. Ganha o jogo quem conquistar mais cartas.

    É importante salientar que a criança deve ser instigada a ler as palavras e sílabas. Por exemplo, tem uma carta que está escrito “copo”. Como tem a figura pode ser fácil para a criança saber o que está escrito, mas, mesmo assim, peçam para ela ler e passar o dedo sobre as sílabas pronunciando os seus sons. Depois procurar no tabuleiro e, quando encontrar, pronunciar os sons novamente. Isso ajudará na internalização das sílabas e seus respectivos sons.

    Para finalizar pode ser feito um ditado das sílabas/palavras do tabuleiro. Esta é uma boa estratégia de fixação.

    É isso! Um forte abraço,

    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

    SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 2016.

    Bjuuu

    Clique abaixo para adquirir o arquivo PDF contendo:

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    • 15 cartas;
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  • Ligue

    Ligue

    Oie!!!

    Tenho certeza que quem trabalha com alfabetização ou tem um(a) filho(a) iniciando este processo vai amar a notícia que tenho para dar… Tem arquivo PDF GRÁTIS com a atividade de hojeee!!! Uhuuu!!!

    Além de incentivarmos a leitura e escrita esta ideia tem por objetivo estimular o desenvolvimento da coordenação motora fina, a atenção, a percepção, …

    Agora, uma atividade não tem muito valor se o mediador não está atento às demandas da criança. Um ambiente rico em desafios e acolhedor nos momentos de frustrações é imprescindível no processo de aprendizagem. A criança aprende com quem ela gosta.

    Cury (2003, p. 112), nos diz:

    “O grau de abertura das janelas da memória depende da emoção.”

    Ou seja; mais uma vez, a mediação adequada é que faz a diferença 🙂

    Então, vamos a explicação da atividade.

    Sugestão de uso:

    Coloquem as folhas impressas em uma pasta arquivo (aquelas com plástico). A criança, utilizando uma canetinha, escreve sobre o plástico as letras que estão faltando para completar os nomes das figuras. Depois passa a canetinha sobre o traçado correto para ligar a palavra à figura correspondente.

    Após ela preencher, por exemplo, umas três páginas, vocês podem fechar a pasta e pedir para a criança falar de memória ou escrever quais figuras ela se lembra de ter visto. Frases e textos também podem ser produzidos oralmente ou por escrito.

    Após o uso é só apagar com uma flanela as marcações que foram feitas com a canetinha sobre o plástico.

    É isso! Espero que tenham gostado do presente. Cliquem abaixo no botão escrito “GRÁTIS” para adquirir o arquivo PDF contendo:

    • 15 páginas;
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  • Siga as pistas

    Siga as pistas

    Oieeee!!! Primeiro post de 2019 chegandoooooo!!!

    Que saudade de escrever para vocês! Puxa vida, vocês não têm noção do quanto me faz falta ter este contato. Espero que estejam todos bem e empolgados com o início do ano! Agora, posso confessar um desejo que guardo bem secreto no meu coração? Nossa! Quantas pessoas respondendo: “ – simmmm, conta vai!”. Seus curiosos!…rs Quero que ao longo de todo o ano façamos a diferença na vida de muitas crianças. Topam? Falem nos comentários se vocês estão nesta empreitada comigo!

    Tentei caprichar ao máximo na ideia de hoje para começarmos com o pé direito. 🙂

    A atividade pode ser utilizada com crianças em processo de alfabetização. Porém, dependendo do nível de leitura que as crianças estejam apresentando, talvez seja necessário que vocês a acompanhem na leitura.

    O objetivo desta atividade é estimular o pensamento lógico, a atenção, a percepção, a paciência, a persistência. E, sou ciente (acredito que vocês também!), que da mesma maneira que a força física, a capacidade mental precisa de estímulo para ser desenvolvida. 

    Conforme Macedo, Petty e Passos (2007, p. 37-38):

    “O professor é quem dá o ‘tom’ do desafio proposto, ele deve ser o líder da situação, saber gerenciar o que acontece, tornando o meio o mais favorável possível, desencadeando reflexões e descobertas”

    Desafios lógicos são excelentes para isso e, além de não machucar ninguém (hehe), é uma forma da criança perceber que é capaz. Sentimento este que deve ser experimentado por todos desde sua mais tenra idade. É assim que nasce o desejo de “quero mais”.

    Com mediação apropriada levaremos as crianças a perceberem que podem ir muito mais longe do que acreditam. Por isso é importante selecionarmos com muito critério a atividade. Nem muito demais e nem muito de menos. Nossa sensibilidade precisa estar apurada para olhar/escutar a criança e adequar a atividade para ela. 

    Segundo Antunes (1998, p. 16): 

    “Toda criança é semelhante a inúmeras outras em alguns aspectos e singularíssima em outros.”

    Então, mãos à obra! 

    Tem arquivo PDF com as cartas para esta atividade na nossa loja.  Para adquirir clique no link disponível no final deste post. 

    Como utilizo (façam as adaptações necessárias):

    Apresento as cartas com os desafios para a criança escolher uma delas. Explico que é preciso uma pré-leitura. Isso é importante porque após preencher os campos é necessário ler novamente para ter certeza que foi tudo preenchido corretamente.

    Obs. Plastifico minhas cartas e as crianças podem escrever com canetinha sobre elas. Se vocês aplicarem papel Contact ou fita adesiva o efeito será o mesmo. Após o uso é só apagar com uma flanela e as cartas poderão ser utilizadas com outras crianças. 

    Despeço-me pedindo que vocês contem pra mim se este post foi útil. É com a ajuda de vocês que este espaço existe. Um forte abraço 🤗

    Bju

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

    ANTUNES, Celso. Jogos para a estipulação das múltiplas inteligências. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 1998.

    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sicoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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  • Risca Sílabas

    Risca Sílabas

    Oie!!! 😄

    É com muita alegria que compartilho o jogo de hoje — especialmente porque ele está disponível gratuitamente em PDF na nossa loja! Simmm, podem rufar os tambores, comemorar, chamar as amigas, os amigos… 🎼🎤🕺🏽 porque vai rolar a festa, vai rolar… haha! #migasualouca

    Esse jogo é um ótimo aliado para crianças em processo de alfabetização. Trabalha leitura, atenção, concentração, perseverança e ainda pode ser usado como um recurso de avaliação diagnóstica. Isso mesmo! À medida que a criança interage com o jogo, conseguimos observar quais sílabas ela já domina e quais ainda precisa aprender.

    No nosso dia a dia com as crianças, precisamos estar por perto, observando, escutando e intervindo com sensibilidade. Toda intervenção pode servir como uma forma de avaliação. E toda avaliação, quando bem conduzida, pode ser uma excelente intervenção. Por isso, a nossa mediação é o ponto-chave. E os jogos, quando bem escolhidos, podem tornar esse processo mais leve, potente e envolvente.

    📚 Leiam o que Macedo (2007, p. 25) nos diz:

    “Para crianças com algum tipo de dificuldade (mau aproveitamento escolar, notas baixas, desorganização, etc.), a proposta é identificar, também no contexto dos jogos, onde estão localizadas as principais defasagens para viabilizar a realização de tarefas e a compreensão dos conteúdos até então não dominados.“

    Talvez isso que eu escrevo não seja nenhuma grande novidade, mas vale sempre lembrar: quando for aplicar um jogo, é importante saber por que está fazendo isso e quais objetivos deseja alcançar. Ter esse preparo — inclusive com respaldo teórico — é o que nos sustenta até na hora de responder àquela famosa frase:

    “Nossa… mas você só joga com as crianças?” 😅
    (Risos nervosos… quem nunca, né?)

    Então, simbora! ✨
    Tem arquivo PDF com tabuleiro e dado prontinho para impressão. Para baixar, é só clicar no botão “Grátis” no final deste post. 

    Sugestão de uso:

    1. Entregue um tabuleiro e uma canetinha para cada criança, dupla ou grupo.

    2. Em sua vez, cada criança joga o dado. O número que cair indica quantas sílabas ela deverá ler e riscar no tabuleiro.

    3. Vence quem conseguir ler e riscar todas as sílabas do tabuleiro primeiro.

    Variações:

    • Se o nível de esforço estiver muito alto para a criança, combine que o vencedor será quem completar uma linha inteira primeiro.

    • Ao final do jogo, as crianças podem formar palavras com as sílabas do tabuleiro. Ganha quem conseguir montar o maior número de palavras. Um superdesafio!

    📌 Dica: plastifique os tabuleiros ou use papel contact. Assim você poderá reutilizar várias vezes — basta apagar com uma flanela!

    É isso! Espero que o jogo contribua por aí. Se puderem deixar um comentário contando como foi a experiência, vou amar ler! E ainda pode inspirar outras pessoas também.

    Referência Bibliográfica:
    MACEDO, Lino de; PETTY, Ana Lúcia Sícoli; PASSOS, Norimar Christe. Aprender com jogos e situações-problema. Porto Alegre: Artmed, 2000.

    Clique no link abaixo em “GRÁTIS” para adquirir o arquivo PDF contendo:

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    • 01 dado;
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  • Anagrama

    Anagrama

    Oieee!

    Gente, vocês já fizeram anagrama, aqueles jogos com palavras? Para quem não conhece, no anagrama utilizamos as mesmas letras de uma palavra para transformar em outra apenas rearranjando suas posições. Não repetimos letras e também não podemos tirar ou acrescentar outras. Um exemplo bem conhecido: ROMA anagrama de AMOR.

    Utilizar o anagrama na alfabetização é muito bom porque é uma atividade instigante. Há um motivo para se escrever, no caso, descobrir um enigma. Está bem longe de ser uma atividade repetitiva e sem propósito. Isso é letramento. 🙂

    Aliás, por falar em letramento,  estava pesquisando sobre o tema quando peguei em minhas mãos o livro Letramento: um tema em três gêneros, de Magda Soares e, aleatoriamente, abri na página 42. Nesta página há um poema muito lindo escrito por Kate M. Chong, uma estudante norte-americana de origem asiática -. As seguintes estrofes chamaram a minha atenção:

    ” O que é letramento?

    […]

    É um atlas do mundo,

    sinais de trânsito, caças ao tesouro, manuais, instruções, guias, e orientações em bulas de remédios,

    para que você não fique perdido.

    Letramento é, sobretudo,

    um mapa do coração do homem, 

    um mapa de quem você é,

    e de tudo que você pode ser.” 

    Para que eu, você e nossas crianças sejamos o que queremos ser precisamos do sentimento da confiança.

    Em suma – porque hoje estou bem tagarela neste texto… haha -,  a criança quando consegue resolver um enigma tem sua auto-estima elevada e se sente capaz para enfrentar outros desafios. Cabe a nós sabermos a dose certa da mediação, ou seja, nem demais e nem de menos.

    Tem arquivo PDF com as fichas para esta atividade no nosso site. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    A criança escolhe uma ficha e lê a palavra que os gatos estão formando. Utiliza as mesmas letras da palavra que ela leu para formar outra. Não poderá acrescentar e nem tirar nenhuma letra, ou seja, apenas reorganiza as posições. Caso ela não descubra, ofereça uma pista.

    Após, a criança pode produzir um texto com as palavras descobertas.

    Espero que este post tenha contribuindo. Um beijão!

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    • 14 fichas;
    • 01 cartela com pistas;
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  • Bingo de Aliteração

    Bingo de Aliteração

    Oieee!!!

    Estou eu aqui mais uma vez com uma sugestão para trabalhar consciência fonológica. Lógico que há um motivo muito importante para eu retornar a este tema frequentemente. Entendo que quem já trabalha com alfabetização sabe sua importância, agora, se você que está lendo este post está iniciando como professor alfabetizador, terapeuta, psicopedagogo, … talvez seja estranho. Mas, para você ter uma ideia do quanto o trabalho com consciência fonológica é importante para facilitar o processo de alfabetização, Capovilla e Capovilla (2007, p. xvi ), no livro Problemas de leitura e escrita: como identificar, prevenir e remediar numa abordagem fônica, dizem que:

    A consciência fonológica e o conhecimento das correspondências entre grafemas e fonemas estão para a alfabetização assim como as vitaminas e sais minerais estão para saúde.”

    Há diversos níveis para serem trabalhados dentro da consciência fonológica; a aliteração, tema deste post, é um deles. Conforme Soares (2016, p. 180), no livro Alfabetização: a questão dos métodos, afirma que:

    “ […] aliteração é usado para designar a semelhança entre sons iniciais de palavras: sílabas, particularmente sílabas CV, como em balaio – bacia, girafa – gigante, e também em fonemas, como em faca – foca, rato – roda.”

    Diante do exposto, hoje eu trouxe uma ideia bem bacana para trabalhar aliteração. Tem arquivo PDF com as cartelas para o jogo na nossa loja. Para adquirir clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Comece dizendo para as crianças que no jogo vamos brincar com palavras que começam com o mesmo som.

    Coloque as fichas com palavras em uma sacola.

    Entregue uma cartela para cada criança (ou dupla) e massinha de modelar.

    Tire uma das fichas da sacola e leia a palavra (num primeiro momento não mostre a palavra para as crianças). A criança que tiver uma figura cujo nome inicia com o mesmo som (sílaba) da palavra que você leu, deverá fazer uma bolinha com a massinha de modelar e colocar sobre a figura. Depois que elas marcarem mostre a ficha com a palavra para conferência.

    Ganha o jogo a criança que marcar primeiro três figuras na horizontal ou vertical. Talvez tenha mais de um ganhador. 🙂

    Observação: Faça as adaptações necessárias para as crianças que você estiver utilizando o jogo.

    Por hoje foi isso,

    bjão e tchau

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    • 16 cartelas;
    • 16 fichas com palavras;
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  • Batalha CH X/G J

    Batalha CH X/G J

    Oie!!!

    Já compartilhei aqui com vocês o jogo Batalha T/D e Batalha C/G. Atendendo a pedidos estou disponibilizando o jogo Batalha CH X/G J. O objetivo é intervir de maneira lúdica as trocas na escrita de palavras que tenham essas letras.

    Fiquem atentos ao fato de que todo jogo apresentado a uma criança deve ser possível de ser realizado por ela, mas, também,  tem que ser desafiador.

    Antunes (2003, p. 40), no livro Jogos para estimulação das múltiplas inteligências, nos diz:

    “O jogo somente tem validade se usado na hora certa e essa hora é determinada pelo seu caráter desafiador, pelo interesse do aluno e pelo objetivo proposto. Jamais deve ser introduzido antes que o aluno revele maturidade para superar seu desafio e nunca quando o aluno revelar cansaço pela atividade ou tédio pelos seus resultados.”

    Ou seja, nossa mediação adequada é imprescindível! 🙂

    Sugestão de uso:

    Dê um tempo para as crianças manusearem e observarem as figuras das cartas. Verifique se elas sabem os nomes de todas as figuras.

    Uma criança deverá ficar com o tabuleiro do “X-CH” e outra com o tabuleiro do “G-J”.

    Coloque as cartas com figuras dentro de uma sacola.

    Cada criança, na sua vez, retira uma carta da sacola. Se o nome da figura começar com as letras “CH” ou “X” a carta deverá ser colocada no tabuleiro “CH-X”. Se começar com as letras “G ou J” deverá ser colocada no tabuleiro “G-J”.

    Ganha o jogo quem preencher o tabuleiro primeiro.

    Após o jogo faça um ditado utilizando as cartas, ou seja, retire uma carta da sacola e as crianças escrevem o nome da figura. Escrever com tinta guache em uma folha de papel pardo fará com que a atividade seja mais prazerosa e isso ajudará a reforçar o aprendizado.

    Lembrando que, se a troca for na oralidade, é imprescindível uma avaliação fonoaudiológica.

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    • 02 tabuleiros;
    • 16 cartas;
    • Instruções de uso.

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  • Trilha b d

    Trilha b d

    Oieee!!!

    Gente, quem trabalha com alfabetização sabe que é comum, no início do processo, as crianças trocarem as letras b/d. Afinal, para fazer essas letras é preciso somente um traço e uma bolinha (como diriam as crianças…rs). O que as diferencia é para que lado do traço a bolinha fica (direita ou esquerda). Na idade que nossas crianças estão sendo alfabetizadas a maturidade neurológica delas, em relação às noções de direita e esquerda, ainda está em desenvolvimento. Por isso precisamos encarar essas trocas como fazendo parte do processo. Brincar e jogar fará o caminho mais suave!!! Claro que, se essas trocas persistirem e vierem acompanhadas de outras dificuldades, uma avaliação psicopedagógica é recomendável.

    Então, vamos a uma ideia? Tem arquivo PDF com o tabuleiro e os círculos com as letras b/d (para serem colados em um dado que você já tenha) disponível na nossa loja. Aproveita que estou fofa(!) e o arquivo PDF é GRÁTIS!!! Clique no link disponível no final deste post.

    Sugestão de uso:

    Coloque o tabuleiro em uma mesa. As crianças deverão definir quem ficará na trilha do “b” e quem ficará na trilha do “d”.

    Cada criança, na sua vez, joga o dado. Se cair a letra que a criança escolheu ela faz o traçado, com uma canetinha, por cima de uma das letras no seu lado da trilha. Ganha o jogo quem chegar primeiro no final da trilha. Se, previamente, você plastificar ou aplicar papel Contact no tabuleiro, após o uso, é só apagar com uma flanela.

    Variação: As crianças podem ser desafiadas a falar palavras que tenham as suas respectivas letras.

    Gostou da ideia? Então vai rápidoooo, clique abaixo para adquirir o arquivo PDF GRÁTIS(!) contendo:

    • 01 tabuleiro
    • Círculos com as letras b/d.

    É enviado por e-mail. Ah, e #avisaasamigas ! 🙂